Universidade Federal do Espírito Santo
Centro de Educação
Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alfabetização,
Leitura e Escrita
Avaliação Nacional de
Alfabetização (ANA): questões
para análise e propostas de
intervenção na sala de aula
RETOMANDO...
 Discutimos sobre as
avaliações externas e suas
implicações nas práticas
pedagógicas, enfocando, em
especial, a ANA, buscando
compreender o seu contexto
de produção e o modo como
é organizada.
 Passaremos a analisar as
concepções que subsidiam
as abordagens de leitura
presentes nessa avaliação,
a partir da “Escala de
proficiência em leitura” e de
exemplos de questões.
VEJAMOS ALGUNS EXEMPLOS DE QUESTÕES QUE EVIDENCIAM
AS ABORDAGENS DE LEITURA QUE PREDOMINAM NOS TESTES
DA ANA
Exemplos de
questões propostas
para cada nível do
QUADRO DE
PROFICIÊNCIA DA
ANA
NÍVEL 1
E na PROVINHA
BRASIL de
2016? Será que
foi diferente?
E na
PROVINHA
BRASIL de
2016? Será
que foi
diferente?
ATIVIDADE 1
 Leitura em grupo do texto: “Abordagens de leitura”.
 Leitura do quadro de “Escalas de proficiência em leitura”
da ANA.
 Diálogo com os textos:
- Que abordagens ou abordagem de leitura
fundamenta(m) as escalas de proficiência de leitura da
Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA)?
- A avaliação não leva em consideração a concepção
discursiva de leitura. O que esse aspecto revela?
Vamos agora dialogar
sobre as respostas dadas
às questões na atividade
anterior.
NÍVEL 2
E na
PROVINHA
BRASIL de
2016? Será
que foi
diferente?
NÍVEL 3
E na PROVINHA
BRASIL de
2016? Será que
foi diferente?
NÍVEL 4
E na
PROVINHA
BRASIL de
2016? Será
que foi
diferente?
RESUMINDO...
 Podemos concluir que a ANA se fundamenta em sua
maior parte, ou seja, há o predomínio em uma
concepção de leitura conteudística, na qual ler é ato
de decodificação de informações, conforme podemos
observar nos níveis 1 e 2. No entanto, encontramos
nos outros níveis também a concepção de leitura
cognitivista.
Vamos analisar as
concepções de leitura
que podem ser adotadas
na leitura de um texto:
Imagem: Coleção viver, aprender
(EJA) p. 70
Possíveis abordagens de leitura
Interpretação de texto 1:
• a) Qual é o lema da campanha?
• b) Quem produziu esse texto?
• c) Em que ano foi realizada a campanha?
• d) Essa campanha é destinada a quem?
• e) Qual é a brincadeira retratada na campanha?
• f) Quais são as atividades físicas sugeridas nessa campanha?
O que enfatizam esses questionamentos?
Enfatiza a compreensão da mensagem do texto e a
identificação dos conteúdos.
Interpretação de texto 2:
• a) O cartaz apresenta uma campanha. Observando as imagens
podemos antecipar o assunto dessa campanha? Sobre o que
irá tratar?
• b) Leia as informações contidas no cartaz e responda: qual é o
assunto da campanha?
• c) Qual a relação entre a brincadeira da amarelinha e o lema
da campanha?
O que esses questionamentos priorizam?
Priorizamos aqui a necessidade de inferir, antecipar,
comparar...
ABORDAGEM COGNITIVISTA
A leitura aqui é vista como um processo de
compreensão das informações presentes no
texto. E para compreender o leitor utiliza
esquemas cognitivos, (percepção, inferências,
memória) conhecimentos prévios e
circunstâncias em que o texto foi produzido
para apreender as ideias. O foco centra-se no
leitor (GONTIJO, SCHWARTZ, 2009).
GONTIJO; SCHWARTZ, 2009
AS ESTRATÉGIAS DE LEITURA
GONTIJO; SCHWARTZ, 2009
- Uma estratégia de leitura é um amplo esquema para obter, avaliar e utilizar
informações. São um recurso para se construir significado enquanto se lê.
Podem ser identificadas como:
• Estratégias de seleção: possibilitam ao leitor se ater apenas aos índices
úteis, desprezando os irrelevantes;
• Estratégias de antecipação: permitem supor o que ainda está por vir;
• Estratégias de inferência: permitem captar o que não está dito
explicitamente no texto;
• Estratégias de verificação: tornam possível o “controle” sobre a eficácia
ou não das demais estratégias.
- O uso dessas estratégias durante a leitura não ocorre de forma deliberada
– a menos que, intencionamente, se pretenda fazê-lo para efeito de análise
do processo (BRASIL, SECRETARIA DE ENSINO FUNDAMENTAL.
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: LÍNGUA PORTUGUESA,
BRASÍLIA, 1997, p. 53).
Interpretação de texto 3:
• a) Você concorda que a realização das atividades da
amarelinha contribuem para se ter mais saúde?
• b) Essas atividades são simples, ou seja, podemos fazer
brincando, como diz a campanha?
• c) Na sua opinião, o que mais podemos fazer para termos
saúde?
• d) Você faz atividades físicas? Quais? De qual você mais
gosta? Por quê?
• e) Se não faz, por quê? Gostaria de fazer? O que te impede de
realizar atividades físicas?
O que buscamos com esses questionamentos?
ABORDAGEM DISCURSIVA
A leitura aqui é concebida como um processo
complexo de construção de sentidos, que
demanda além de conhecimentos linguísticos
que o leitor possui, outros conhecimentos
que interagem para a produção de sentidos
do texto. Interação dialógica entre texto-
leitor-autor (GONTIJO, SCHWARTZ, 2009).
GONTIJO; SCHWARTZ, 2009
ATIVIDADE 2
 Retomada do “Quadro de
direitos de aprendizagem”
referente a leitura a fim de
responder as seguintes
questões:
- Quais as abordagens de leitura
apresentadas no quadro?
- Há o predomínio de uma
abordagem? Qual? Justifique.
- As abordagens de leitura
apresentadas como direitos de
aprendizagem pelo Pnaic
aparecem na Avaliação
Nacional da Alfabetização?
Quais?
- Temos nos direitos de
aprendizagem a abordagem
discursiva de leitura?
Atividade 3
Conhecemos o resultado da
ANA no Estado Espírito
Santo?
Faremos neste momento,
uma análise da tabela que
apresenta os resultados em
leitura. Vejamos...
ATIVIDADE 3:
ANÁLISE DA TABELA DOS RESULTADOS ES
 Houve mudanças significativas entre os anos de 2013 e
2014? Qual foi o impacto da formação realizada pelo Pnaic
nas salas de aula de alfabetização?
 Qual é a perspectiva de leitura que tem predominado nas
salas de aula de alfabetização de nosso estado? Ou seja, a
partir dos dados da ANA, o que a criança é capaz de ler ao
chegar ao 3º ano?
 Observem a diferença entre os resultados do nível 3 e do
nível 4. O que essa diferença revela?
 Se considerarmos esses resultados, como trabalho
educativo com relações sons e letras e letras e sons tem
sido desenvolvido?
 Esses dados nos revelam as singularidades dos percursos
de vida das crianças e de seus processos de
ensinoaprendizagem? Explique sua resposta.
ALGUMAS QUESTÕES PARA REFLEXÃO
1. O trabalho com a leitura é fundamental na alfabetização. Por meio
da leitura podemos possibilitar as crianças o diálogo com os textos.
2. O trabalho com a leitura deve ser mediado pelo professor que ao
ler para criança pode lhe possibilitar a compreensão de que a escrita
é também uma maneira de ouvir o dizer do outro.
3. É preciso considerar que ouvir o dizer do outro por meio da leitura
não significa que a criança seja um sujeito passivo, pois a escuta é
sempre um processo responsivo. Nessa direção, o professor deve
possibilitar o diálogo com os textos, ou seja, a criança pode concordar,
discordar, aderir, se contrapor ao projeto de discurso do autor.
4. A apropriação do sistema de escrita é fundamental para
que as crianças vivenciem o ato de ler. No entanto, a leitura
deve sempre ocorrer, ou seja, mesmo na fase inicial da
alfabetização, o contato com os textos deve acontecer.
5. É preciso considerar ainda que a leitura na
alfabetização não deve se limitar aos textos, muitas
vezes, considerados os mais adequados para
alfabetizar, como as parlendas, as quadrinhas, os trava-
línguas, as cantigas de rodas, os poemas, ou seja,
textos que, de modo geral, possuem muitas rimas e
aliterações.Assim, é fundamental a efetiva entrada dos
diversos gêneros textuais nas salas de aula de
alfabetização.
REFERÊNCIAS
 ANTUNES, Janaína Silva Costa. Um olhar sobre o Pró-Letramento. 2015. Tese
(Doutorado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação,
Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2015.
 AZEVEDO, Ricardo. Dezenove poemas desengonçados. São Paulo: Ática, 1999
 BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio
Teixeira.Resultados Finais – ANA 2014. Disponível
em:http://portal.inep.gov.br/web/saeb/ana/resultados.
 DIAS, Rosanne Evangelista; LOPES, Alice Ribeiro Casimiro. Competências na
formação de professores no Brasil: o que (não) há de novo. Revista Educação
Sociedade, Campinas, v. 24, n. 85, dez. 2003. Disponível em:
<http://www.cedes.unicamp.br>. Acesso em: 9 jul. 2015.
 GONTIJO, Cláudia Maria Mendes; SCHWARTZ, Cleonara Maria. Alfabetização: teoria
e prática. Curitiba, PR, Sol, 2009.
 OLIVEIRA, Maria Auxiliadora Monteiro; ROCHA, Gladys. Avaliação em larga escala
no Brasil nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Disponível em:
www.anpae.org.br/congressos_antigos/simposio2007/274.pdf
 SAVIANI, Nereide. Saber escolar, currículo e didática: problemas da unidade
conteúdo/método no processo pedagógico. Campinas, São Paulo: Autores
Associados, 1994.
 WIEBUSCH, Eloisa Maria. Avaliação em larga escala: uma possibilidade para
melhoria da aprendizagem? IX AnpedSul, Universidade de Caxias do Sul, Rio grande
do Sul, 2012.

Pnaic 27 de outubro

  • 1.
    Universidade Federal doEspírito Santo Centro de Educação Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alfabetização, Leitura e Escrita Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA): questões para análise e propostas de intervenção na sala de aula
  • 2.
    RETOMANDO...  Discutimos sobreas avaliações externas e suas implicações nas práticas pedagógicas, enfocando, em especial, a ANA, buscando compreender o seu contexto de produção e o modo como é organizada.  Passaremos a analisar as concepções que subsidiam as abordagens de leitura presentes nessa avaliação, a partir da “Escala de proficiência em leitura” e de exemplos de questões.
  • 3.
    VEJAMOS ALGUNS EXEMPLOSDE QUESTÕES QUE EVIDENCIAM AS ABORDAGENS DE LEITURA QUE PREDOMINAM NOS TESTES DA ANA
  • 8.
    Exemplos de questões propostas paracada nível do QUADRO DE PROFICIÊNCIA DA ANA NÍVEL 1
  • 9.
    E na PROVINHA BRASILde 2016? Será que foi diferente?
  • 10.
    E na PROVINHA BRASIL de 2016?Será que foi diferente?
  • 11.
    ATIVIDADE 1  Leituraem grupo do texto: “Abordagens de leitura”.  Leitura do quadro de “Escalas de proficiência em leitura” da ANA.  Diálogo com os textos: - Que abordagens ou abordagem de leitura fundamenta(m) as escalas de proficiência de leitura da Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA)? - A avaliação não leva em consideração a concepção discursiva de leitura. O que esse aspecto revela?
  • 12.
    Vamos agora dialogar sobreas respostas dadas às questões na atividade anterior.
  • 13.
  • 14.
    E na PROVINHA BRASIL de 2016?Será que foi diferente?
  • 15.
  • 16.
    E na PROVINHA BRASILde 2016? Será que foi diferente?
  • 17.
  • 18.
    E na PROVINHA BRASIL de 2016?Será que foi diferente?
  • 19.
    RESUMINDO...  Podemos concluirque a ANA se fundamenta em sua maior parte, ou seja, há o predomínio em uma concepção de leitura conteudística, na qual ler é ato de decodificação de informações, conforme podemos observar nos níveis 1 e 2. No entanto, encontramos nos outros níveis também a concepção de leitura cognitivista.
  • 20.
    Vamos analisar as concepçõesde leitura que podem ser adotadas na leitura de um texto:
  • 21.
    Imagem: Coleção viver,aprender (EJA) p. 70
  • 22.
    Possíveis abordagens deleitura Interpretação de texto 1: • a) Qual é o lema da campanha? • b) Quem produziu esse texto? • c) Em que ano foi realizada a campanha? • d) Essa campanha é destinada a quem? • e) Qual é a brincadeira retratada na campanha? • f) Quais são as atividades físicas sugeridas nessa campanha? O que enfatizam esses questionamentos? Enfatiza a compreensão da mensagem do texto e a identificação dos conteúdos.
  • 23.
    Interpretação de texto2: • a) O cartaz apresenta uma campanha. Observando as imagens podemos antecipar o assunto dessa campanha? Sobre o que irá tratar? • b) Leia as informações contidas no cartaz e responda: qual é o assunto da campanha? • c) Qual a relação entre a brincadeira da amarelinha e o lema da campanha? O que esses questionamentos priorizam? Priorizamos aqui a necessidade de inferir, antecipar, comparar...
  • 24.
    ABORDAGEM COGNITIVISTA A leituraaqui é vista como um processo de compreensão das informações presentes no texto. E para compreender o leitor utiliza esquemas cognitivos, (percepção, inferências, memória) conhecimentos prévios e circunstâncias em que o texto foi produzido para apreender as ideias. O foco centra-se no leitor (GONTIJO, SCHWARTZ, 2009). GONTIJO; SCHWARTZ, 2009
  • 25.
    AS ESTRATÉGIAS DELEITURA GONTIJO; SCHWARTZ, 2009 - Uma estratégia de leitura é um amplo esquema para obter, avaliar e utilizar informações. São um recurso para se construir significado enquanto se lê. Podem ser identificadas como: • Estratégias de seleção: possibilitam ao leitor se ater apenas aos índices úteis, desprezando os irrelevantes; • Estratégias de antecipação: permitem supor o que ainda está por vir; • Estratégias de inferência: permitem captar o que não está dito explicitamente no texto; • Estratégias de verificação: tornam possível o “controle” sobre a eficácia ou não das demais estratégias. - O uso dessas estratégias durante a leitura não ocorre de forma deliberada – a menos que, intencionamente, se pretenda fazê-lo para efeito de análise do processo (BRASIL, SECRETARIA DE ENSINO FUNDAMENTAL. PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: LÍNGUA PORTUGUESA, BRASÍLIA, 1997, p. 53).
  • 26.
    Interpretação de texto3: • a) Você concorda que a realização das atividades da amarelinha contribuem para se ter mais saúde? • b) Essas atividades são simples, ou seja, podemos fazer brincando, como diz a campanha? • c) Na sua opinião, o que mais podemos fazer para termos saúde? • d) Você faz atividades físicas? Quais? De qual você mais gosta? Por quê? • e) Se não faz, por quê? Gostaria de fazer? O que te impede de realizar atividades físicas? O que buscamos com esses questionamentos?
  • 27.
    ABORDAGEM DISCURSIVA A leituraaqui é concebida como um processo complexo de construção de sentidos, que demanda além de conhecimentos linguísticos que o leitor possui, outros conhecimentos que interagem para a produção de sentidos do texto. Interação dialógica entre texto- leitor-autor (GONTIJO, SCHWARTZ, 2009). GONTIJO; SCHWARTZ, 2009
  • 28.
    ATIVIDADE 2  Retomadado “Quadro de direitos de aprendizagem” referente a leitura a fim de responder as seguintes questões: - Quais as abordagens de leitura apresentadas no quadro? - Há o predomínio de uma abordagem? Qual? Justifique. - As abordagens de leitura apresentadas como direitos de aprendizagem pelo Pnaic aparecem na Avaliação Nacional da Alfabetização? Quais? - Temos nos direitos de aprendizagem a abordagem discursiva de leitura?
  • 30.
    Atividade 3 Conhecemos oresultado da ANA no Estado Espírito Santo? Faremos neste momento, uma análise da tabela que apresenta os resultados em leitura. Vejamos...
  • 31.
    ATIVIDADE 3: ANÁLISE DATABELA DOS RESULTADOS ES  Houve mudanças significativas entre os anos de 2013 e 2014? Qual foi o impacto da formação realizada pelo Pnaic nas salas de aula de alfabetização?  Qual é a perspectiva de leitura que tem predominado nas salas de aula de alfabetização de nosso estado? Ou seja, a partir dos dados da ANA, o que a criança é capaz de ler ao chegar ao 3º ano?  Observem a diferença entre os resultados do nível 3 e do nível 4. O que essa diferença revela?  Se considerarmos esses resultados, como trabalho educativo com relações sons e letras e letras e sons tem sido desenvolvido?  Esses dados nos revelam as singularidades dos percursos de vida das crianças e de seus processos de ensinoaprendizagem? Explique sua resposta.
  • 32.
    ALGUMAS QUESTÕES PARAREFLEXÃO 1. O trabalho com a leitura é fundamental na alfabetização. Por meio da leitura podemos possibilitar as crianças o diálogo com os textos. 2. O trabalho com a leitura deve ser mediado pelo professor que ao ler para criança pode lhe possibilitar a compreensão de que a escrita é também uma maneira de ouvir o dizer do outro. 3. É preciso considerar que ouvir o dizer do outro por meio da leitura não significa que a criança seja um sujeito passivo, pois a escuta é sempre um processo responsivo. Nessa direção, o professor deve possibilitar o diálogo com os textos, ou seja, a criança pode concordar, discordar, aderir, se contrapor ao projeto de discurso do autor.
  • 33.
    4. A apropriaçãodo sistema de escrita é fundamental para que as crianças vivenciem o ato de ler. No entanto, a leitura deve sempre ocorrer, ou seja, mesmo na fase inicial da alfabetização, o contato com os textos deve acontecer. 5. É preciso considerar ainda que a leitura na alfabetização não deve se limitar aos textos, muitas vezes, considerados os mais adequados para alfabetizar, como as parlendas, as quadrinhas, os trava- línguas, as cantigas de rodas, os poemas, ou seja, textos que, de modo geral, possuem muitas rimas e aliterações.Assim, é fundamental a efetiva entrada dos diversos gêneros textuais nas salas de aula de alfabetização.
  • 34.
    REFERÊNCIAS  ANTUNES, JanaínaSilva Costa. Um olhar sobre o Pró-Letramento. 2015. Tese (Doutorado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2015.  AZEVEDO, Ricardo. Dezenove poemas desengonçados. São Paulo: Ática, 1999  BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.Resultados Finais – ANA 2014. Disponível em:http://portal.inep.gov.br/web/saeb/ana/resultados.  DIAS, Rosanne Evangelista; LOPES, Alice Ribeiro Casimiro. Competências na formação de professores no Brasil: o que (não) há de novo. Revista Educação Sociedade, Campinas, v. 24, n. 85, dez. 2003. Disponível em: <http://www.cedes.unicamp.br>. Acesso em: 9 jul. 2015.  GONTIJO, Cláudia Maria Mendes; SCHWARTZ, Cleonara Maria. Alfabetização: teoria e prática. Curitiba, PR, Sol, 2009.  OLIVEIRA, Maria Auxiliadora Monteiro; ROCHA, Gladys. Avaliação em larga escala no Brasil nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Disponível em: www.anpae.org.br/congressos_antigos/simposio2007/274.pdf  SAVIANI, Nereide. Saber escolar, currículo e didática: problemas da unidade conteúdo/método no processo pedagógico. Campinas, São Paulo: Autores Associados, 1994.  WIEBUSCH, Eloisa Maria. Avaliação em larga escala: uma possibilidade para melhoria da aprendizagem? IX AnpedSul, Universidade de Caxias do Sul, Rio grande do Sul, 2012.

Notas do Editor