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Administração  Financeira Prof.  Campaña Apresentação de slides em  powerpoint  sobre administração financeira.
Objetivo das empresas ,[object Object],[object Object]
Atividades Empresariais ,[object Object],[object Object],[object Object]
Atividades de Operações As atividades de operações ( ou atividades operacionais ) existem em função do negócio da empresa e são executadas com a finalidade de proporcionar um retorno adequado para os investimentos feitos pelos proprietários. As atividades operacionais são refletidas em contas integrantes da Demonstração do Resultado, que geram o lucro ( ou prejuízo ) operacional.  Ex. compras de matérias-primas, vendas, salários, aluguel etc. Basicamente, as atividades operacionais relacionam-se com a compra e venda de mercadorias, compra de matérias-primas e sua transformação, venda de produtos, prestação de serviços, armazenamento e distribuição.  As atividades auxiliares que dão suporte ao negócio da empresa, tais como: planejamento estratégico, serviços jurídicos, publicidade e controles financeiros diversos podem ser consideradas como atividades operacionais.
Atividades de Investimentos As atividades de investimentos correspondem à contas classificadas no balanço patrimonial, em investimentos temporários e em ativo permanente.  Ex. compras de maquinaria, integralização de capital de empresas controladas, aplicações financeiras a curto e longo prazos etc. Algumas empresas classificam os investimentos temporários ( aplicações financeiras ) no grupo de atividades de financiamentos, por entenderem que são atividades de natureza financeira.
Atividades de Financiamentos As atividades de financiamentos refletem os efeitos das decisões tomadas sobre a forma de financiamento das atividades de operações e de investimentos.  As atividades classificadas nesse grupo correspondem às contas classificáveis no passivo financeiro  e no patrimônio líquido.  Ex. captação de empréstimos bancários, emissão de debêntures, integralização de capital da empresa etc.
Funções do Administrador Financeiro ,[object Object],[object Object],[object Object]
Análise, planejamento e controle financeiro Consiste em coordenar, monitorar e avaliar todas as atividades da empresa, por meio de dados financeiros, bem como determinar o volume de capital necessário.
Decisões sobre Investimentos Dizem respeito à destinação dos recursos financeiros para aplicação em ativos correntes ( circulantes ) e não correntes (realizáveis a longo prazo e permanentes ), considerando-se a relação adequada de risco e de retorno dos capitais investidos.
Decisões de Financiamentos São tomadas para captação de recursos financeiros , para o financiamento dos ativos correntes e não correntes, considerando-se a combinação adequada dos financiamentos a curto e a longo prazos e a estrutura de capital.
Organograma da Área de Finanças
CICLO  OPERACIONAL  E  CICLO  FINANCEIRO O CICLO OPERACIONAL  DE UMA EMPRESA INDUSTRIAL INICIA-SE COM A COMPRA DE MATÉRIA PRIMA E ENCERRA-SE COM O RECEBIMENTO DE VENDA.  DURANTE ESSE PERÍODO, OCORREM VÁRIOS OUTROS  EVENTOS QUE CARACTERIZAM O CICLO ECONÔMICO E O CICLO FINANCEIRO, O CICLO OPERACIONAL  É A SOMA DO PRAZO DE ROTAÇÃO DOS ESTOQUES E PRAZO DE RECEBIMENTO  DA VENDA. O CICLO ECONÔMICO  INICIA-SE COM A COMPRA DE MATÉRIA PRIMA E ENCERRA-SE COM A VENDA DO  PRODUTO ACABADO.  CASO OCORRAM DESEMBOLSOS OU GASTOS ANTES DA COMPRA DA MATÉRIA  PRIMA, É NESSE MOMENTO QUE SE INICIA O CICLO ECONÔMICO.  DA MESMA FORMA, CASO OCORRAM  DESEMBOLSOS DE CUSTOS E DESPESAS RELACIONADOS COM AS OPERAÇÕES APÓS O RECEBIMENTO DA  VENDA, O CICLO ECONÔMICO SE ENCERRA APÓS A OCORRÊNCIA DO ÚLTIMO DESEMBOLSO. O CICLO FINANCEIRO  TEM INÍCIO COM O PRIMEIRO DESEMBOLSO E TERMINA, GERALMENTE, COM O  RECEBIMENTO DA VENDA.  CASO HAJA  PAGAMENTO DE CUSTOS OU DESPESAS APÓS O RECEBIMENTO  DA VENDA, É NESSE MOMENTO QUE SE ENCERRA O CICLO FINANCEIRO.
CICLO  OPERACIONAL  E  CICLO  FINANCEIRO 0 1 3 2 4 Início de fabricação Término fabricação Pagamento Comissão Despesa  Comissão Compra Mat. Prima Pgto Outros Custos Venda Pgto Mat..Prima Receb/to Vendas Prazo  de Fabricação ( PF ) Prazo  de Estocagem dos Produtos Acabados ( PEPA) Prazo de rotação dos Estoques (PRE) Prazo de Pagamento da Compra (PPC) Prazo de Recebimento de Vendas  (PRV) CICLO  ECONÔMICO CICLO  OPERACIONAL CICLO FINANCEIRO
CICLO  OPERACIONAL ,  CICLO  ECONÔMICO  E CICLO  FINANCEIRO  PRE = PF  +  PEPA CE  =  PRE CO  =  PRE  +  PRV CO  =  DO  INÍCIO  DO  CE  ATÉ  O  FINAL  DO  CF CF  =  DO  PRIMEIRO  DESEMBOLSO  ATÉ  O  FINAL  DO  PRV PRE  Prazo de Rotação dos Estoques PF  Prazo de Fabricação PEPA  Prazo de Estocagem de Produtos Acabados PRV  Prazo de Recebimento de Vendas
REGIME  DE  COMPETÊNCIA  E  REGIME  DE  CAIXA A rentabilidade  é a medida do resultado econômico ( lucro ou prejuízo ) gerado por capital investido. A Contabilidade adota o  regime de competência  para apurar o resultado econômico e medir a rentabilidade das operações.  Basicamente, por esse regime, as receitas são reconhecidas no momento da venda, e as despesas, quando incorridas.  O regime de competência coincide com o ciclo econômico. A  liquidez  é a capacidade de pagar compromissos financeiros no curto prazo.  Em sentido amplo, a liquidez é relacionada com as disponibilidades mais os direitos e bens realizáveis no curto prazo.  Em sentido restrito, a liquidez é relacionada somente com as disponibilidades. A Administração Financeira adota o  regime de caixa  para planejar e controlar as necessidades e sobras de caixa e apurar o resultado financeiro (superávit ou déficit de caixa ).  Basicamente, pelo regime de caixa, as recitas são reconhecidas no momento do efetivo recebimento, e as despesas, no momento do efetivo pagamento.
Exercício  Prático A) compra de matéria prima no mês 0, com prazo de três meses para pagamento, no valor de $ 1.000; B) pagamento de outros custos, no mês 1, no valor de $ 200; C) venda total do estoque de produtos acabados, no mês 2, com prazo de recebimento de dois meses, no valor de $ 1.600; D) apropriação de despesa de comissão, no mês 2, no valor de $ 80, que é paga no mês seguinte; E) a eventual insuficiência de caixa é coberta com empréstimo bancário, até o valor da insuficiência; F) os juros são calculados com a taxa de 4% ao mês, sobre o valor dos empréstimos e dos juros a pagar, e são apropriados mensalmente e pagos ao final do ciclo operacional.
MÊS 0   1   2   3    4 A T  I V O  CAIXA  E  BANCOS 0   0 (b)   0   0 (a’ d’)  252 (c’ d’)   CONTAS A RECEBER 0    0  1.600 (c)  1.600  0 (c’) ESTOQUES   1.000 (a)  1.200 (b)    0  0    0  Total  1.000  1.200  1.600  1.600  252 P A S S I V O  FORNECEDORES   1.000 (a)  1.000  1.000  0 (a’)  0 EMPRÉSTIMOS  0  200 (e1)  200  1.280 (e2)  0 (e’) JUROS  A  PAGAR  0  0  8 (f1)  16 (f2)  0 (f’) CONTAS  A  PAGAR  0  0  80 (d)  0 (d’) PATRIMÔNIO  LÍQUIDO  0  0  312  304  252 Total  1.000  1.200  1.600  1.600  252   Resumo a = $ 1.000 = a’  d = $ 80 = d’ b = $ 200   e1 + e2 = $ 200 + $ 1.080 = $ 1.280 = e’ c = $ 1.600 = c’   f1 + f2 + f3 + = $ 8 + $ 8 + $ 52 = $ 68 = f’
 
 
MERCADOS  FINANCEIROS ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
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Banco do Brasil Hoje, é um banco múltiplo que opera também como agente financeiro do Governo Federal, principalmente na execução da política oficial de crédito rural.  É responsável pela gestão da Câmara de Compensação de Cheques e outros papéis. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social É a instituição responsável pela política de investimentos de longo prazo do Governo Federal e principal instituição financeira de fomento do país, por meio de fundos e programas especiais de fomento direcionados a compras de máquinas e equipamentos, exportação etc. Instituições Financeiras Bancos Comerciais Os bancos comerciais, por suas múltiplas funções, constituem a base do sistema monetário.  São intermediários financeiros que têm o objetivo de conseguir os recursos necessários para financiar a curto e médio prazos o comércio, a indústria, as empresas prestadoras de serviços e as pessoas físicas.  As principais fontes de recursos dos bancos comerciais são depósitos a vista e a prazo fixo.  Repassam recursos oficiais e recursos externos.  Prestam serviços de natureza financeira (cobrança de títulos, recebimento de tributos etc) e fazem operações de câmbio.  Por meio de crédito seletivo, repassam os recursos aos tomadores, fazendo descontos de títulos e operações de abertura de crédito simples ou em conta corrente. Caixas Econômicas As Caixas Econômicas integram o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo e o Sistema Financeiro de Habitação.  São instituições com objetivos sociais, que concedem empréstimos e financiamentos a programas e projetos nas áreas de habitação, assistência social, saúde, educação, trabalho, transportes urbanos e esporte.  Equiparam-se aos bancos comerciais em alguns aspectos, pois podem captar depósitos a vista e a prazo e realizar operações ativas.  Têm a competência de vender bilhetes de loterias.  A Caixa Econômica Federal é detentora dos direitos de administração dos recursos do FGTS.
Bancos de Desenvolvimento Dentre os Bancos de Desenvolvimento, o BNDES destaca-se como o principal agente do Governo Federal para financiamentos de médio e longo prazos.  As instituições de fomento regionais são o Banco do Nordeste do Brasil e o Banco da Amazônia.  Os bancos de desenvolvimento estaduais são controlados pelos governos estaduais, e repassam recursos oficiais e externos. Bancos de Investimento A principal função dos Bancos de Investimento é a de intermediar recursos de médio e longo prazos para financiamento de capital fixo ou de giro das empresas.  Esses bancos não podem captar recursos por meio de depósitos a vista.  Captam recursos por meio de emissão de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e Recibos de Depósito Bancário (RDBs), repasses de origem interna ou externa, ou pela venda de cotas de fundos de investimentos.  São instituições especializadas em underwriting (subscrição pública de ações) e estruturação de financiamentos de projetos. Sociedades de Arrendamento Mercantil As Sociedades de Arrendamento Mercantil são mais conhecidas como empresas de leasing.  Essas empresas captam recursos por meio de emissão de debêntures e empréstimos de médio e longo prazos e financiam a compra de bens, como máquinas, equipamentos e veículos. Instituições não financeiras Existem outras instituições que, apesar de não serem consideradas instituições financeiras, exercem papel importante no mercado financeiro. Empresas de Factoring As empresas de factoring (fomento comercial) não são consideradas instituições financeiras e, portanto, não estão sujeitas às normas do Banco Central.  Financiam as atividades industriais e comerciais por meio de compra de direitos creditórios (duplicatas).
Bolsas de Valores As bolsas de valores são instituições civis sem fins lucrativos, constituídas pelas corretoras de valores para fornecer a infra-estrutura do mercado de ações, mercadorias e futuros.  São supervisionadas pela CVM.  A primeira bolsa de valores implantada no mundo foi a “ Bourse de Paris” , em 1941.  Em 1895, foi fundada a Bolsa Oficial de Títulos de São Paulo. A principal função da Bolsa de Valores é a de manter um local adequado para as negociações de compra e venda de ações.  Esse local chama-se pregão.  As operações feitas fora das bolsas de valores são chamadas  operações de balcão. Administradoras de Cartão de Crédito As empresas administradoras de cartão de crédito são empresas que prestam serviços de intermediação entre o consumidor e o varejista.  O consumidor titular do cartão de crédito para anuidade (ou semestralidade) à administradora e o lojista paga comissão sobre os valores vendidos por meio do cartão de crédito.  Na prática, a administradora financia a compra do consumidor e o lojista recebe após o consumidor quitar os débitos.
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Mercado de capitais A finalidade do mercado de capitais é a de financiar as atividades produtivas, por meio de recursos de longo prazo. As principais modalidades de financiamento existentes no mercado de capitais, para as empresas, são: a) emissão de ações; b) emissão de debêntures. As ações e debêntures são negociadas em duas fases, nos mercados primário e secundário.  No primário, as empresas obtêm novos recursos para financiar suas atividades, por meio de emissão de ações e debêntures.  Esses títulos são negociados posteriormente, no chamado mercado secundário, que transaciona com títulos já emitidos. As debêntures podem ser emitidas somente por companhias de capital aberto.  Mas as companhias de capital fechado podem emitir títulos com características semelhantes às debêntures, denominados commercial papers (notas promissórias). Mercado de câmbio É no mercado de câmbio que são negociadas moedas estrangeiras conversíveis em moeda local pelas instituições credenciadas pelo Banco Central. As operações de comércio exterior brasileiro são feitas principalmente em dólar, mas podem ser feitas também em outras moedas (iene, marco alemão, libra esterlina etc). As empresas exportadoras vendem ao mercado externo e recebem em moeda estrangeira, mas para utilizar esses recursos no país precisam convertê-los em moeda nacional.  A conversão para a moeda nacional é feita com a venda da moeda estrangeira para uma instituição autorizada a operar com moedas estrangeiras.  Quando as empresas precisam pagar as importações, fazem a operação inversa, ou seja, compram a moeda estrangeira, pagando-a com a moeda nacional.  Os mesmos procedimentos são adotados em casos de outras operações que envolvem moeda estrangeira ( investimento, empréstimos, financiamento, pagamento de juros etc ).
MEIOS DE PAGAMENTO DEPÓSITO EM CHEQUE: CLIENTE BANCO  A BANCO  B COMPENSAÇÃO DE CHEQUES  E  OUTROS PAPÉIS CÂMARA DE COMPENSAÇÃO
RESERVA E ADM Na linguagem do mercado financeiro, o termo RESERVA ( de reserva bancária ) representa o dinheiro líquido e certo. O termo ADM tem origem no cheque administrativo e representa o estado de “quase dinheiro” . Os recursos em ADM transformar-se-ão em dinheiro no dia seguinte. MULTIPLICADOR BANCÁRIO Em tese, somente o Banco Central pode emitir moeda, mas os bancos também “emitem” moeda.  A moeda emitida pelos bancos chama-se moeda escritural, cuja emissão ocorre pelo processo de multiplicador bancário. O multiplicador bancário é calculado por meio da seguinte equação: M  =  D  E onde M = multiplicador bancário D = depósito inicial E = encaixe voluntário
Ex. Em uma economia com base monetária de $ 1.200, o valor de $ 200 fica em  mãos do público e o encaixe voluntário (reserva para saques dos depositantes) é de 40% dos depósitos. Aplicando a equação, temos: M = $ 1.000 / $ 400  =  2,5 O multiplicador bancário de 2,5 significa que, nas condições apresentadas, os  bancos criam moeda escritural em volume correspondente a uma vez e meia o  valor dos depósitos, pois podem fazer empréstimos sobre o valor dos depósitos, Vamos verificar esse fenômeno econômico, passo a passo.
DEPÓSITO  NO  BANCO VALOR DO DEPÓSITO EMPRÉSTIMOS E ENCAIXE INVESTIMENTOS VOLUNTÁRIO Depósito no Banco A  1.000,00 600,00 400,00 Depósito no Banco B   600,00 360,00 240,00 Depósito no Banco C   360,00 216,00 144,00 Depósito no Banco B   216,00 129,60  86,40 Depósito no Banco A   129,60  77,76  51,84 Depósito no Banco B   77,76  46,66  31,10 Depósito no Banco C   46,66  28,00  18,66 Depósito no Banco A   28,00  16,80  11,20 Depósito no Banco B   16,80  10,08   6,72 Depósito no Banco A   10,08   6,05   4,03 Depósito no Banco B   6,05   3,63   2,42 Depósito no Banco A   3,63   2,18   1,45 Depósito no Banco C   2,18   1,31   0,87 Depósito no Banco B   1,31   0,79   0,52 Depósito no Banco A   0,79   0,49   0,32 Depósito no Banco B   0,47   0,29   0,19 Depósito no Banco C   0,28   0,17   0,11 SOMAS 2.500 1.500 1.000
O total de dinheiro existente na economia é de $ 1.200, dos quais $ 200 ficam em mãos do público e $ 1.000 são depositados em bancos.  No exemplo apresentado, o Sistema Financeiro acabou criando um “ dinheiro adicional “ de $  1.500. Com base no depósito inicial de $ 1.000 ( em dinheiro ), o Banco A faz um empréstimo em conta corrente,  no valor de $ 600, que é depositado no Banco B, o que possibilita um novo empréstimo em conta corrente, no valor de $ 360, e assim por diante.  Para que haja aumento de depósito em um banco, o depósito deve ser feito com cheque de outro banco. Evidentemente, uma vez que foram depositados somente $ 1.000 em dinheiro,  os restantes $ 1.500 podem ser utilizados somente´por meio de emissão de cheques. ( recursos em ADM ).
DEPÓSITO  COMPULSÓRIO O Banco Central utiliza o depósito compulsório para inibir o crescimento indesejado do multiplicador bancário e regular o nível de expansão monetária. O depósito compulsório é uma parcela do depósito a vista ou a prazo e outros valores em trânsito (cobrança, recolhimento de tributos etc) que é recolhida ao Banco Central. Sendo :  M 1  =  B  x  M onde :  M 1 = meios de pagamento em seu sentido mais líquido; e B  = base monetária ( dinheiro emitido pelo Banco Central e colocado no mercado ). M  = multiplicador bancário  De acordo com o exemplo desenvolvido, a base monetária de $ 1.200, pela força do multiplicador bancário ( M = 2,5 sobre D ou M = 2,25 sobre B ), possibilitou a criação de recurso adicional de $ 1.500, ampliando os meios de pagamento para $ 2.700.  Ou seja, para cada $ 1,00 de dinheiro que o Banco Central colocar na economia, haverá acréscimo de $ 1,25 em recursos que poderão ser utilizados para pagamentos a vista. Assim, o depósito compulsório (C) é considerado na fórmula do multiplicador bancário, conforme a seguinte equação: M  =  D_____  M 1 =  B  x  ( __ D__ ) E  +  C E  +  C Por exemplo, se o Banco Central desejar manter o nível de expansão da base monetária em 70% sobre o depósito inicial, ele precisa estabelecer uma taxa de recolhimento do depósito compulsório, de tal forma que, somada com a 6taxa de encaixe voluntário de 40%, totalize 58,8% ( ou seja, de 18,8% ).
ÍNDICES DE INFLAÇÃO IGP-DI  ( ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - DISPONIBILIDADE INTERNA) O IGP-DI é obtido pela média aritmética ponderada de outros três índices :  60% de IPA (Índice de Preços por Atacado), 30% de IPC (Índice de Preços ao Consumidor) apurado nas cidades de Rio de Janeiro e São Paulo, e 10% (Índice Nacional de Custo de Construção).  O período de coleta de dados vai do primeiro ao último dia de cada mês, sendo divulgado no final da primeira quinzena do mês seguinte. IGP-M  ( ÍNDICE GERAL DE PREÇOS DO MERCADO ) Esse índice tem a mesma composição e estrutura  do IGP- DI, mas o período de coleta de dados vai do dia 21  de um mês até o dia 20 do mês seguinte. INPC-IBGE ( ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR DA FIBGE) Esse índice começou a ser calculado a partir de setembro de 1979  pela FIBGE (Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e reflete a variação dos preços pagos pelos consumidores das principais regiões metropolitanas.  Ele reflete a variação de preço da cesta básica das famílias com rendimento na faixa de um a oito salários mínimos, em supermercados, feiras, mercearias, domicílios etc.  Os dados são coletados do primeiro ao último dia de cada mês, sendo o índice divulgado até o final da primeira quinzena do mês seguinte. IPC - FIPE ( ÍNDICE DE PREÇO AO CONSUMIDOR DA FIPE ) Esse é um dos índices de preços mais antigos do Brasil.  Mede o custo de vida da família paulistana durante o mês ( do primeiro ao último dia de cada mês ).  A cesta básica considerada a partir de janeiro de 1994 é de 1 a 20 salários mínimos.  ICV-DIEESE ( ÍNDICE DO CUSTO DE VIDA DO DIEESE ) Esse índice é apurado pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), com a finalidade de medir o custo de vida da classe trabalhadora. A coleta de dados é feita no município de São Paulo, com base em custo de vida das famílias com rendimento entre 1 e 30 salários mínimos.  A pesquisa de preços é realizada do primeiro ao último dia de cada mês.
JUROS O GOVERNO UTILIZA A TAXA DE JURO COMO INSTRUMENTO DE POLÍTICA ECONÔMICA E MONETÁRIA PARA CONTROLAR O NÍVEL DE PROPENSÃO AO CONSUMO E INCENTIVAR A POUPANÇA.  SE OS PROPRIETÁRIOS DE DINHEIRO FOREM RECOMPENSADOS ADEQUADAMENTE POR MEIO DE JURO, ELES ESTARIAM DISPOSTOS A FAZER A POUPANÇA, POSTERGANDO O CONSUMO.  EM SUMA, O JURO PODE SER ENTENDIDO COMO REMUNERAÇÃO DO CAPITAL DE TERCEIROS. A TAXA DE JURO É DETERMINADA NO MERCADO FINANCEIRO, BASICAMENTE, EM FUNÇÃO DA OFERTA E PROCURA DE RECURSOS FINANCEIROS.  PORÉM, QUANTO MAIOR FOR A INCERTEZA DO RETORNO DO CAPITAL INVESTIDO ( EM CONSEQUÊNCIA DO PRAZO, AMBIENTE ECONÔMICO ETC ), MAIOR DEVERÁ SER A TAXA DE JURO.
Os seguintes termos são freqüentemente utilizados em uma operação financeira. CAPITAL :  corresponde ao recurso financeiro que seu proprietário cede temporariamente ao tomador.  É chamado também de principal. PRAZO :  é o espaço de tempo que o capital fica em poder do tomador. FORMA DE RESGATE:  pode ser de uma única vez, ao final do prazo da operação, ou em parcelas intermediárias.  Quando o tomador devolve o capital ( parcial ou integral ) ocorre a amortização do empréstimo. TAXA DE JURO :  é um percentual que se aplica ao capital, para determinar o valor do juro.  Geralmente, a taxa de juro é expressa em forma de percentual, isto é, multiplicada por 100 e seguida do termo por cento.  Assim, para fazer os cálculos, as taxas expressas em forma de percentual devem ser divididas por 100, transformando-se em forma unitária. FORMA DE PAGAMENTO DE JURO :  determina como os juros serão pagos e sua periodicidade. PERÍODO DE CAPITALIZAÇÃO :  É O ESPAÇO DE TEMPO EM QUE O CAPITAL RENDE JURO, AO FIM DO QUAL É PAGO OU INTEGRADO AO CAPITAL, PARA GERAR NOVO JURO.  Nas operações de desconto, o juro é pago no início da operação. SPREAD :  é a taxa de intermediação cobrada pelo intermediário financeiro.
TIPOS  DE  TAXAS  DE  JUROS Geralmente, as taxas de juros são expressas em período anual ou mensal, com base em ano comercial convencionado de 360 dias.  Dentro desse critério de expressão, a taxa anual refere-se à taxa do período de 360 dias, a taxa semestral à do período de 180 dias, a taxa mensal à do período de 30 dias e assim por diante.  Isso não impede que as partes contratem uma taxa de juro anual referenciada em 365 dias.  Os títulos federais são remunerados com base em ano de 365 dias. As taxas de juros são expressas em unidades de tempo: ao mês ( a. m.), ao trimestre ( a . t. ), ao semestre ( a . s. ),  ao ano  ( a .a.) etc.  Porém, as taxas mais comumente utilizadas são ao mês e ao ano. TAXAS  FIXAS Taxas fixas são as que não se alteram durante todo o prazo da operação financeira ( aplicação ou empréstimo ), mesmo que exista mais de período de capitalização. A taxa é prefixada quando determinada no ato da contratação.  Exemplo:  3%  a.m., pelo prazo de 90 dias. A taxa é pós-fixada quando o valor do juro é calculado somente após o reajuste da base de cálculo.  Exemplo : IGP- M  + 10% ao ano, pelo prazo de 180 dias.  Neste caso, a taxa efetiva de juros, de 4,88% no período, é conhecida no ato da contratação, mas só pode ser aplicada após conhecida a base de cálculo reajustada de acordo com a variação do indexador. TAXAS  FLUTUANTES Taxas flutuantes ( ou taxas variáveis)  são as que variam a cada período de capitalização, isto é, são fixadas novas taxas a cada período de capitalização com base em alguma taxa referencial de juro previamente combinada ( exemplo : Libor, Taxa Anbid etc ). Por ser uma espécie de indexação ( que engloba a taxa de inflação e uma taxa de juro ), esse tipo de taxa proporciona maior segurança ao investidor. Por exemplo, numa operação de empréstimo estrangeiro com três anos de prazo, é utilizada uma taxa básica de juro correspondente à Libor semestral, acrescida de spread fixo de 1% ao ano, durante todo o prazo da operação.  Nesse caso, os juros são pagos a cada seis meses e a taxa de juros pode flutuar a cada período de capitalização ( semestral, neste exemplo ), em função da Libor ( London Interbank Offered  Rate ) .
ESTRUTURA  DA  TAXA  DE  JUROS O juro é a remuneração paga ao investidor pelo tomador de recursos.  A taxa “bruta”  de juro é formada pela taxa de inflação estimada do período de capitalização e pela taxa de juro real. A taxa de juro real pode ser dividida em duas componentes:  taxa de juro real “pura” e taxa de risco.  A primeira é uma taxa que o investidor espera receber, “ praticamente “  livre de risco ( por exemplo: título de dívida do governo ); a segunda, o investidor espera receber a mais por estar correndo um risco.  Taxa  de  Risco Taxa  livre de  Risco Inflação Taxa de Juro Real Taxa Bruta  de  Juro
CÁLCULO  DE  JURO  REAL Geralmente, a inflação estimada não coincide com a inflação efetiva.  Quando a taxa bruta de juro é  maior do que a taxa de inflação do período de capitalização, diz-se que a taxa de juro real e  positiva ;  em caso contrário, ela é  negativa . Ex.  Um capital de $ 100 foi aplicado pelo prazo de dois meses, à taxa de juros de 20% no período em que a inflação foi de 15%.  No final do prazo, o capital de $ 100 gerou um juro bruto de $ 20 ( $100 x 20%), mas ele sofreu desvalorização de 15% pela inflação do período.  Portanto, o capital de $ 100 deve ser reajustado para $ 115.  Assim, o juro real ganho na operação foi de $ 5, porque  $ 15 correspondem à simples reposição de valor do capital.  Comparando-se o juro real em relação ao valor atualizado de $ 115, tem-se a taxa de juro real de 4,3478% no período.   A taxa de juro real pode ser calculada por meio da equação; Onde :  Ir = taxa de juro real Ie = taxa de juro efetiva do período D = deflator ( inflação do período )
CONCEITOS  FINANCEIROS  BÁSICOS JUROS SIMPLES Em países com economias estáveis, é comum a utilização de juros simples em operações com prazos de seis meses ou um ano, pois a inflação, além de ser relativamente baixa, é relativamente previsível e as regras do mercado financeiro não são abruptamente alteradas.  O mesmo não ocorre em países com alto nível de inflação, pois qualquer desvio na taxa de juros esperada pode produzir diferenças significativas sobre o resultado final da operação. No Brasil, os juros simples são comumente utilizados em operações financeiras de curtíssimo prazo ( de um dia a um mês ), descontos de duplicatas e títulos, e cobranças de juros de mora.  As operações financeiras indexadas em dólar são também calculadas com taxa de juros simples. A fórmula básica dos juros simples é : Onde :  J  =  juros C = capital inicial  ( ou principal ) i  = taxa de juros n = número de capitalização durante o prazo da operação financeira. A soma do Capital e Juros chama-se Montante ( M ) , que é calculado mediante a seguinte equação : M  =  C  +  J  ou  M  =  C  ( 1 + i.n )
Taxas  Proporcionais As taxas proporcionais são típicas do sistema de capitalização linear ( juros simples ) .  As taxas são proporcionais se duas ou mais taxas de juros expressas em unidades de tempo diferentes produzem uma mesma taxa, quando calculadas para um mesmo período. Pode-se afirmar que a taxa de 1% a. m. é proporcional às taxas de 6% a .s.  e  12%  a. a. , pois, quando calculadas para os prazos de três meses, seis meses ou 12 meses, todas produzem a mesma taxa, conforme os seguintes cálculos: Taxa de juro em 3 meses ( trimestre ) 1 % a m  x  3  meses  =  3 % no trimestre 6 % a s  /  2  trimestre  =  3 % no trimestre 12 % a a  /  4 trimestres  =  3 % no trimestre Taxa de juro em 6 meses  ( semestre ) 1 % a m  x  6 meses  =  6 %  no semestre 6 % a s  =  6 %  no semestre 12 %  a a  /  2 semestres  =  6 % no semestre Taxa de juro em 12 meses ( ano ) 1 % a m  x  12 meses  =  12 %  no ano 6 %  a s  x  2 semestres  =  12 %  no ano 12 %  a a  =  12 %  no ano.
JUROS  COMPOSTOS No regime de juros compostos, os juros produzidos em cada período de capitalização são integrados ao capital constituído no início dos respectivos períodos, para produzirem novos juros nos períodos seguintes, ou seja, no regime de juros compostos, incidem juros sobre o capital inicial e sobre os próprios juros. Capitalização de juros
TAXA  NOMINAL  E  TAXA  EFETIVA A taxa nominal é a taxa de juro contratada em uma operação financeira.  Ela é expressa percentualmente em unidade de tempo ( ex. 10% a a , 2% a m  etc ), tanto no regime de juros simples, como no regime de juros compostos. A taxa efetiva é a taxa de juro do período de capitalização que, efetivamente, será aplicada sobre o capital, independentemente da taxa nominal contratada.  Quando o período de capitalização é igual à unidade de tempo em que a taxa de juro é expressa,  a taxa efetiva coincidirá com a taxa nominal, tanto no regime de juros compostos, como no regime de juros simples.
Alternativas  de  Aplicação  Financeira Alternativa 1: Resgate em parcela única com capitalização de juros. MÊS  0    MÊS  1 MÊS 2 Aplicação  (100) Recebimento juros 10 Resgate  100 Reaplicação  (10) Recebimento Juros  21 Total   0 Total  121 Alternativa 2 : Resgate em parcela única com recebimento de juros mensais. Aplicação  (100) Recebimento de juros  10 Resgate    100 Total  10 Recebimento de juros  10 Total  110 Alternativa 3 Resgate intermediário com recebimento de juros mensais. Aplicação  (100)  Resgate  50 Resgate  50 Recebimento de juros  10 Recebimento de juros  5 Total  60 Total  55
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Apresentacao De Slides Em Powerpoint Sobre Administracao Financeira

  • 1. Administração Financeira Prof. Campaña Apresentação de slides em powerpoint sobre administração financeira.
  • 2.
  • 3.
  • 4. Atividades de Operações As atividades de operações ( ou atividades operacionais ) existem em função do negócio da empresa e são executadas com a finalidade de proporcionar um retorno adequado para os investimentos feitos pelos proprietários. As atividades operacionais são refletidas em contas integrantes da Demonstração do Resultado, que geram o lucro ( ou prejuízo ) operacional. Ex. compras de matérias-primas, vendas, salários, aluguel etc. Basicamente, as atividades operacionais relacionam-se com a compra e venda de mercadorias, compra de matérias-primas e sua transformação, venda de produtos, prestação de serviços, armazenamento e distribuição. As atividades auxiliares que dão suporte ao negócio da empresa, tais como: planejamento estratégico, serviços jurídicos, publicidade e controles financeiros diversos podem ser consideradas como atividades operacionais.
  • 5. Atividades de Investimentos As atividades de investimentos correspondem à contas classificadas no balanço patrimonial, em investimentos temporários e em ativo permanente. Ex. compras de maquinaria, integralização de capital de empresas controladas, aplicações financeiras a curto e longo prazos etc. Algumas empresas classificam os investimentos temporários ( aplicações financeiras ) no grupo de atividades de financiamentos, por entenderem que são atividades de natureza financeira.
  • 6. Atividades de Financiamentos As atividades de financiamentos refletem os efeitos das decisões tomadas sobre a forma de financiamento das atividades de operações e de investimentos. As atividades classificadas nesse grupo correspondem às contas classificáveis no passivo financeiro e no patrimônio líquido. Ex. captação de empréstimos bancários, emissão de debêntures, integralização de capital da empresa etc.
  • 7.
  • 8. Análise, planejamento e controle financeiro Consiste em coordenar, monitorar e avaliar todas as atividades da empresa, por meio de dados financeiros, bem como determinar o volume de capital necessário.
  • 9. Decisões sobre Investimentos Dizem respeito à destinação dos recursos financeiros para aplicação em ativos correntes ( circulantes ) e não correntes (realizáveis a longo prazo e permanentes ), considerando-se a relação adequada de risco e de retorno dos capitais investidos.
  • 10. Decisões de Financiamentos São tomadas para captação de recursos financeiros , para o financiamento dos ativos correntes e não correntes, considerando-se a combinação adequada dos financiamentos a curto e a longo prazos e a estrutura de capital.
  • 11. Organograma da Área de Finanças
  • 12. CICLO OPERACIONAL E CICLO FINANCEIRO O CICLO OPERACIONAL DE UMA EMPRESA INDUSTRIAL INICIA-SE COM A COMPRA DE MATÉRIA PRIMA E ENCERRA-SE COM O RECEBIMENTO DE VENDA. DURANTE ESSE PERÍODO, OCORREM VÁRIOS OUTROS EVENTOS QUE CARACTERIZAM O CICLO ECONÔMICO E O CICLO FINANCEIRO, O CICLO OPERACIONAL É A SOMA DO PRAZO DE ROTAÇÃO DOS ESTOQUES E PRAZO DE RECEBIMENTO DA VENDA. O CICLO ECONÔMICO INICIA-SE COM A COMPRA DE MATÉRIA PRIMA E ENCERRA-SE COM A VENDA DO PRODUTO ACABADO. CASO OCORRAM DESEMBOLSOS OU GASTOS ANTES DA COMPRA DA MATÉRIA PRIMA, É NESSE MOMENTO QUE SE INICIA O CICLO ECONÔMICO. DA MESMA FORMA, CASO OCORRAM DESEMBOLSOS DE CUSTOS E DESPESAS RELACIONADOS COM AS OPERAÇÕES APÓS O RECEBIMENTO DA VENDA, O CICLO ECONÔMICO SE ENCERRA APÓS A OCORRÊNCIA DO ÚLTIMO DESEMBOLSO. O CICLO FINANCEIRO TEM INÍCIO COM O PRIMEIRO DESEMBOLSO E TERMINA, GERALMENTE, COM O RECEBIMENTO DA VENDA. CASO HAJA PAGAMENTO DE CUSTOS OU DESPESAS APÓS O RECEBIMENTO DA VENDA, É NESSE MOMENTO QUE SE ENCERRA O CICLO FINANCEIRO.
  • 13. CICLO OPERACIONAL E CICLO FINANCEIRO 0 1 3 2 4 Início de fabricação Término fabricação Pagamento Comissão Despesa Comissão Compra Mat. Prima Pgto Outros Custos Venda Pgto Mat..Prima Receb/to Vendas Prazo de Fabricação ( PF ) Prazo de Estocagem dos Produtos Acabados ( PEPA) Prazo de rotação dos Estoques (PRE) Prazo de Pagamento da Compra (PPC) Prazo de Recebimento de Vendas (PRV) CICLO ECONÔMICO CICLO OPERACIONAL CICLO FINANCEIRO
  • 14. CICLO OPERACIONAL , CICLO ECONÔMICO E CICLO FINANCEIRO PRE = PF + PEPA CE = PRE CO = PRE + PRV CO = DO INÍCIO DO CE ATÉ O FINAL DO CF CF = DO PRIMEIRO DESEMBOLSO ATÉ O FINAL DO PRV PRE Prazo de Rotação dos Estoques PF Prazo de Fabricação PEPA Prazo de Estocagem de Produtos Acabados PRV Prazo de Recebimento de Vendas
  • 15. REGIME DE COMPETÊNCIA E REGIME DE CAIXA A rentabilidade é a medida do resultado econômico ( lucro ou prejuízo ) gerado por capital investido. A Contabilidade adota o regime de competência para apurar o resultado econômico e medir a rentabilidade das operações. Basicamente, por esse regime, as receitas são reconhecidas no momento da venda, e as despesas, quando incorridas. O regime de competência coincide com o ciclo econômico. A liquidez é a capacidade de pagar compromissos financeiros no curto prazo. Em sentido amplo, a liquidez é relacionada com as disponibilidades mais os direitos e bens realizáveis no curto prazo. Em sentido restrito, a liquidez é relacionada somente com as disponibilidades. A Administração Financeira adota o regime de caixa para planejar e controlar as necessidades e sobras de caixa e apurar o resultado financeiro (superávit ou déficit de caixa ). Basicamente, pelo regime de caixa, as recitas são reconhecidas no momento do efetivo recebimento, e as despesas, no momento do efetivo pagamento.
  • 16. Exercício Prático A) compra de matéria prima no mês 0, com prazo de três meses para pagamento, no valor de $ 1.000; B) pagamento de outros custos, no mês 1, no valor de $ 200; C) venda total do estoque de produtos acabados, no mês 2, com prazo de recebimento de dois meses, no valor de $ 1.600; D) apropriação de despesa de comissão, no mês 2, no valor de $ 80, que é paga no mês seguinte; E) a eventual insuficiência de caixa é coberta com empréstimo bancário, até o valor da insuficiência; F) os juros são calculados com a taxa de 4% ao mês, sobre o valor dos empréstimos e dos juros a pagar, e são apropriados mensalmente e pagos ao final do ciclo operacional.
  • 17. MÊS 0 1 2 3 4 A T I V O CAIXA E BANCOS 0 0 (b) 0 0 (a’ d’) 252 (c’ d’) CONTAS A RECEBER 0 0 1.600 (c) 1.600 0 (c’) ESTOQUES 1.000 (a) 1.200 (b) 0 0 0 Total 1.000 1.200 1.600 1.600 252 P A S S I V O FORNECEDORES 1.000 (a) 1.000 1.000 0 (a’) 0 EMPRÉSTIMOS 0 200 (e1) 200 1.280 (e2) 0 (e’) JUROS A PAGAR 0 0 8 (f1) 16 (f2) 0 (f’) CONTAS A PAGAR 0 0 80 (d) 0 (d’) PATRIMÔNIO LÍQUIDO 0 0 312 304 252 Total 1.000 1.200 1.600 1.600 252 Resumo a = $ 1.000 = a’ d = $ 80 = d’ b = $ 200 e1 + e2 = $ 200 + $ 1.080 = $ 1.280 = e’ c = $ 1.600 = c’ f1 + f2 + f3 + = $ 8 + $ 8 + $ 52 = $ 68 = f’
  • 18.  
  • 19.  
  • 20.
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  • 24. Banco do Brasil Hoje, é um banco múltiplo que opera também como agente financeiro do Governo Federal, principalmente na execução da política oficial de crédito rural. É responsável pela gestão da Câmara de Compensação de Cheques e outros papéis. Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social É a instituição responsável pela política de investimentos de longo prazo do Governo Federal e principal instituição financeira de fomento do país, por meio de fundos e programas especiais de fomento direcionados a compras de máquinas e equipamentos, exportação etc. Instituições Financeiras Bancos Comerciais Os bancos comerciais, por suas múltiplas funções, constituem a base do sistema monetário. São intermediários financeiros que têm o objetivo de conseguir os recursos necessários para financiar a curto e médio prazos o comércio, a indústria, as empresas prestadoras de serviços e as pessoas físicas. As principais fontes de recursos dos bancos comerciais são depósitos a vista e a prazo fixo. Repassam recursos oficiais e recursos externos. Prestam serviços de natureza financeira (cobrança de títulos, recebimento de tributos etc) e fazem operações de câmbio. Por meio de crédito seletivo, repassam os recursos aos tomadores, fazendo descontos de títulos e operações de abertura de crédito simples ou em conta corrente. Caixas Econômicas As Caixas Econômicas integram o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo e o Sistema Financeiro de Habitação. São instituições com objetivos sociais, que concedem empréstimos e financiamentos a programas e projetos nas áreas de habitação, assistência social, saúde, educação, trabalho, transportes urbanos e esporte. Equiparam-se aos bancos comerciais em alguns aspectos, pois podem captar depósitos a vista e a prazo e realizar operações ativas. Têm a competência de vender bilhetes de loterias. A Caixa Econômica Federal é detentora dos direitos de administração dos recursos do FGTS.
  • 25. Bancos de Desenvolvimento Dentre os Bancos de Desenvolvimento, o BNDES destaca-se como o principal agente do Governo Federal para financiamentos de médio e longo prazos. As instituições de fomento regionais são o Banco do Nordeste do Brasil e o Banco da Amazônia. Os bancos de desenvolvimento estaduais são controlados pelos governos estaduais, e repassam recursos oficiais e externos. Bancos de Investimento A principal função dos Bancos de Investimento é a de intermediar recursos de médio e longo prazos para financiamento de capital fixo ou de giro das empresas. Esses bancos não podem captar recursos por meio de depósitos a vista. Captam recursos por meio de emissão de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e Recibos de Depósito Bancário (RDBs), repasses de origem interna ou externa, ou pela venda de cotas de fundos de investimentos. São instituições especializadas em underwriting (subscrição pública de ações) e estruturação de financiamentos de projetos. Sociedades de Arrendamento Mercantil As Sociedades de Arrendamento Mercantil são mais conhecidas como empresas de leasing. Essas empresas captam recursos por meio de emissão de debêntures e empréstimos de médio e longo prazos e financiam a compra de bens, como máquinas, equipamentos e veículos. Instituições não financeiras Existem outras instituições que, apesar de não serem consideradas instituições financeiras, exercem papel importante no mercado financeiro. Empresas de Factoring As empresas de factoring (fomento comercial) não são consideradas instituições financeiras e, portanto, não estão sujeitas às normas do Banco Central. Financiam as atividades industriais e comerciais por meio de compra de direitos creditórios (duplicatas).
  • 26. Bolsas de Valores As bolsas de valores são instituições civis sem fins lucrativos, constituídas pelas corretoras de valores para fornecer a infra-estrutura do mercado de ações, mercadorias e futuros. São supervisionadas pela CVM. A primeira bolsa de valores implantada no mundo foi a “ Bourse de Paris” , em 1941. Em 1895, foi fundada a Bolsa Oficial de Títulos de São Paulo. A principal função da Bolsa de Valores é a de manter um local adequado para as negociações de compra e venda de ações. Esse local chama-se pregão. As operações feitas fora das bolsas de valores são chamadas operações de balcão. Administradoras de Cartão de Crédito As empresas administradoras de cartão de crédito são empresas que prestam serviços de intermediação entre o consumidor e o varejista. O consumidor titular do cartão de crédito para anuidade (ou semestralidade) à administradora e o lojista paga comissão sobre os valores vendidos por meio do cartão de crédito. Na prática, a administradora financia a compra do consumidor e o lojista recebe após o consumidor quitar os débitos.
  • 27.
  • 28. Mercado de capitais A finalidade do mercado de capitais é a de financiar as atividades produtivas, por meio de recursos de longo prazo. As principais modalidades de financiamento existentes no mercado de capitais, para as empresas, são: a) emissão de ações; b) emissão de debêntures. As ações e debêntures são negociadas em duas fases, nos mercados primário e secundário. No primário, as empresas obtêm novos recursos para financiar suas atividades, por meio de emissão de ações e debêntures. Esses títulos são negociados posteriormente, no chamado mercado secundário, que transaciona com títulos já emitidos. As debêntures podem ser emitidas somente por companhias de capital aberto. Mas as companhias de capital fechado podem emitir títulos com características semelhantes às debêntures, denominados commercial papers (notas promissórias). Mercado de câmbio É no mercado de câmbio que são negociadas moedas estrangeiras conversíveis em moeda local pelas instituições credenciadas pelo Banco Central. As operações de comércio exterior brasileiro são feitas principalmente em dólar, mas podem ser feitas também em outras moedas (iene, marco alemão, libra esterlina etc). As empresas exportadoras vendem ao mercado externo e recebem em moeda estrangeira, mas para utilizar esses recursos no país precisam convertê-los em moeda nacional. A conversão para a moeda nacional é feita com a venda da moeda estrangeira para uma instituição autorizada a operar com moedas estrangeiras. Quando as empresas precisam pagar as importações, fazem a operação inversa, ou seja, compram a moeda estrangeira, pagando-a com a moeda nacional. Os mesmos procedimentos são adotados em casos de outras operações que envolvem moeda estrangeira ( investimento, empréstimos, financiamento, pagamento de juros etc ).
  • 29. MEIOS DE PAGAMENTO DEPÓSITO EM CHEQUE: CLIENTE BANCO A BANCO B COMPENSAÇÃO DE CHEQUES E OUTROS PAPÉIS CÂMARA DE COMPENSAÇÃO
  • 30. RESERVA E ADM Na linguagem do mercado financeiro, o termo RESERVA ( de reserva bancária ) representa o dinheiro líquido e certo. O termo ADM tem origem no cheque administrativo e representa o estado de “quase dinheiro” . Os recursos em ADM transformar-se-ão em dinheiro no dia seguinte. MULTIPLICADOR BANCÁRIO Em tese, somente o Banco Central pode emitir moeda, mas os bancos também “emitem” moeda. A moeda emitida pelos bancos chama-se moeda escritural, cuja emissão ocorre pelo processo de multiplicador bancário. O multiplicador bancário é calculado por meio da seguinte equação: M = D E onde M = multiplicador bancário D = depósito inicial E = encaixe voluntário
  • 31. Ex. Em uma economia com base monetária de $ 1.200, o valor de $ 200 fica em mãos do público e o encaixe voluntário (reserva para saques dos depositantes) é de 40% dos depósitos. Aplicando a equação, temos: M = $ 1.000 / $ 400 = 2,5 O multiplicador bancário de 2,5 significa que, nas condições apresentadas, os bancos criam moeda escritural em volume correspondente a uma vez e meia o valor dos depósitos, pois podem fazer empréstimos sobre o valor dos depósitos, Vamos verificar esse fenômeno econômico, passo a passo.
  • 32. DEPÓSITO NO BANCO VALOR DO DEPÓSITO EMPRÉSTIMOS E ENCAIXE INVESTIMENTOS VOLUNTÁRIO Depósito no Banco A 1.000,00 600,00 400,00 Depósito no Banco B 600,00 360,00 240,00 Depósito no Banco C 360,00 216,00 144,00 Depósito no Banco B 216,00 129,60 86,40 Depósito no Banco A 129,60 77,76 51,84 Depósito no Banco B 77,76 46,66 31,10 Depósito no Banco C 46,66 28,00 18,66 Depósito no Banco A 28,00 16,80 11,20 Depósito no Banco B 16,80 10,08 6,72 Depósito no Banco A 10,08 6,05 4,03 Depósito no Banco B 6,05 3,63 2,42 Depósito no Banco A 3,63 2,18 1,45 Depósito no Banco C 2,18 1,31 0,87 Depósito no Banco B 1,31 0,79 0,52 Depósito no Banco A 0,79 0,49 0,32 Depósito no Banco B 0,47 0,29 0,19 Depósito no Banco C 0,28 0,17 0,11 SOMAS 2.500 1.500 1.000
  • 33. O total de dinheiro existente na economia é de $ 1.200, dos quais $ 200 ficam em mãos do público e $ 1.000 são depositados em bancos. No exemplo apresentado, o Sistema Financeiro acabou criando um “ dinheiro adicional “ de $ 1.500. Com base no depósito inicial de $ 1.000 ( em dinheiro ), o Banco A faz um empréstimo em conta corrente, no valor de $ 600, que é depositado no Banco B, o que possibilita um novo empréstimo em conta corrente, no valor de $ 360, e assim por diante. Para que haja aumento de depósito em um banco, o depósito deve ser feito com cheque de outro banco. Evidentemente, uma vez que foram depositados somente $ 1.000 em dinheiro, os restantes $ 1.500 podem ser utilizados somente´por meio de emissão de cheques. ( recursos em ADM ).
  • 34. DEPÓSITO COMPULSÓRIO O Banco Central utiliza o depósito compulsório para inibir o crescimento indesejado do multiplicador bancário e regular o nível de expansão monetária. O depósito compulsório é uma parcela do depósito a vista ou a prazo e outros valores em trânsito (cobrança, recolhimento de tributos etc) que é recolhida ao Banco Central. Sendo : M 1 = B x M onde : M 1 = meios de pagamento em seu sentido mais líquido; e B = base monetária ( dinheiro emitido pelo Banco Central e colocado no mercado ). M = multiplicador bancário De acordo com o exemplo desenvolvido, a base monetária de $ 1.200, pela força do multiplicador bancário ( M = 2,5 sobre D ou M = 2,25 sobre B ), possibilitou a criação de recurso adicional de $ 1.500, ampliando os meios de pagamento para $ 2.700. Ou seja, para cada $ 1,00 de dinheiro que o Banco Central colocar na economia, haverá acréscimo de $ 1,25 em recursos que poderão ser utilizados para pagamentos a vista. Assim, o depósito compulsório (C) é considerado na fórmula do multiplicador bancário, conforme a seguinte equação: M = D_____ M 1 = B x ( __ D__ ) E + C E + C Por exemplo, se o Banco Central desejar manter o nível de expansão da base monetária em 70% sobre o depósito inicial, ele precisa estabelecer uma taxa de recolhimento do depósito compulsório, de tal forma que, somada com a 6taxa de encaixe voluntário de 40%, totalize 58,8% ( ou seja, de 18,8% ).
  • 35. ÍNDICES DE INFLAÇÃO IGP-DI ( ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - DISPONIBILIDADE INTERNA) O IGP-DI é obtido pela média aritmética ponderada de outros três índices : 60% de IPA (Índice de Preços por Atacado), 30% de IPC (Índice de Preços ao Consumidor) apurado nas cidades de Rio de Janeiro e São Paulo, e 10% (Índice Nacional de Custo de Construção). O período de coleta de dados vai do primeiro ao último dia de cada mês, sendo divulgado no final da primeira quinzena do mês seguinte. IGP-M ( ÍNDICE GERAL DE PREÇOS DO MERCADO ) Esse índice tem a mesma composição e estrutura do IGP- DI, mas o período de coleta de dados vai do dia 21 de um mês até o dia 20 do mês seguinte. INPC-IBGE ( ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR DA FIBGE) Esse índice começou a ser calculado a partir de setembro de 1979 pela FIBGE (Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e reflete a variação dos preços pagos pelos consumidores das principais regiões metropolitanas. Ele reflete a variação de preço da cesta básica das famílias com rendimento na faixa de um a oito salários mínimos, em supermercados, feiras, mercearias, domicílios etc. Os dados são coletados do primeiro ao último dia de cada mês, sendo o índice divulgado até o final da primeira quinzena do mês seguinte. IPC - FIPE ( ÍNDICE DE PREÇO AO CONSUMIDOR DA FIPE ) Esse é um dos índices de preços mais antigos do Brasil. Mede o custo de vida da família paulistana durante o mês ( do primeiro ao último dia de cada mês ). A cesta básica considerada a partir de janeiro de 1994 é de 1 a 20 salários mínimos. ICV-DIEESE ( ÍNDICE DO CUSTO DE VIDA DO DIEESE ) Esse índice é apurado pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), com a finalidade de medir o custo de vida da classe trabalhadora. A coleta de dados é feita no município de São Paulo, com base em custo de vida das famílias com rendimento entre 1 e 30 salários mínimos. A pesquisa de preços é realizada do primeiro ao último dia de cada mês.
  • 36. JUROS O GOVERNO UTILIZA A TAXA DE JURO COMO INSTRUMENTO DE POLÍTICA ECONÔMICA E MONETÁRIA PARA CONTROLAR O NÍVEL DE PROPENSÃO AO CONSUMO E INCENTIVAR A POUPANÇA. SE OS PROPRIETÁRIOS DE DINHEIRO FOREM RECOMPENSADOS ADEQUADAMENTE POR MEIO DE JURO, ELES ESTARIAM DISPOSTOS A FAZER A POUPANÇA, POSTERGANDO O CONSUMO. EM SUMA, O JURO PODE SER ENTENDIDO COMO REMUNERAÇÃO DO CAPITAL DE TERCEIROS. A TAXA DE JURO É DETERMINADA NO MERCADO FINANCEIRO, BASICAMENTE, EM FUNÇÃO DA OFERTA E PROCURA DE RECURSOS FINANCEIROS. PORÉM, QUANTO MAIOR FOR A INCERTEZA DO RETORNO DO CAPITAL INVESTIDO ( EM CONSEQUÊNCIA DO PRAZO, AMBIENTE ECONÔMICO ETC ), MAIOR DEVERÁ SER A TAXA DE JURO.
  • 37. Os seguintes termos são freqüentemente utilizados em uma operação financeira. CAPITAL : corresponde ao recurso financeiro que seu proprietário cede temporariamente ao tomador. É chamado também de principal. PRAZO : é o espaço de tempo que o capital fica em poder do tomador. FORMA DE RESGATE: pode ser de uma única vez, ao final do prazo da operação, ou em parcelas intermediárias. Quando o tomador devolve o capital ( parcial ou integral ) ocorre a amortização do empréstimo. TAXA DE JURO : é um percentual que se aplica ao capital, para determinar o valor do juro. Geralmente, a taxa de juro é expressa em forma de percentual, isto é, multiplicada por 100 e seguida do termo por cento. Assim, para fazer os cálculos, as taxas expressas em forma de percentual devem ser divididas por 100, transformando-se em forma unitária. FORMA DE PAGAMENTO DE JURO : determina como os juros serão pagos e sua periodicidade. PERÍODO DE CAPITALIZAÇÃO : É O ESPAÇO DE TEMPO EM QUE O CAPITAL RENDE JURO, AO FIM DO QUAL É PAGO OU INTEGRADO AO CAPITAL, PARA GERAR NOVO JURO. Nas operações de desconto, o juro é pago no início da operação. SPREAD : é a taxa de intermediação cobrada pelo intermediário financeiro.
  • 38. TIPOS DE TAXAS DE JUROS Geralmente, as taxas de juros são expressas em período anual ou mensal, com base em ano comercial convencionado de 360 dias. Dentro desse critério de expressão, a taxa anual refere-se à taxa do período de 360 dias, a taxa semestral à do período de 180 dias, a taxa mensal à do período de 30 dias e assim por diante. Isso não impede que as partes contratem uma taxa de juro anual referenciada em 365 dias. Os títulos federais são remunerados com base em ano de 365 dias. As taxas de juros são expressas em unidades de tempo: ao mês ( a. m.), ao trimestre ( a . t. ), ao semestre ( a . s. ), ao ano ( a .a.) etc. Porém, as taxas mais comumente utilizadas são ao mês e ao ano. TAXAS FIXAS Taxas fixas são as que não se alteram durante todo o prazo da operação financeira ( aplicação ou empréstimo ), mesmo que exista mais de período de capitalização. A taxa é prefixada quando determinada no ato da contratação. Exemplo: 3% a.m., pelo prazo de 90 dias. A taxa é pós-fixada quando o valor do juro é calculado somente após o reajuste da base de cálculo. Exemplo : IGP- M + 10% ao ano, pelo prazo de 180 dias. Neste caso, a taxa efetiva de juros, de 4,88% no período, é conhecida no ato da contratação, mas só pode ser aplicada após conhecida a base de cálculo reajustada de acordo com a variação do indexador. TAXAS FLUTUANTES Taxas flutuantes ( ou taxas variáveis) são as que variam a cada período de capitalização, isto é, são fixadas novas taxas a cada período de capitalização com base em alguma taxa referencial de juro previamente combinada ( exemplo : Libor, Taxa Anbid etc ). Por ser uma espécie de indexação ( que engloba a taxa de inflação e uma taxa de juro ), esse tipo de taxa proporciona maior segurança ao investidor. Por exemplo, numa operação de empréstimo estrangeiro com três anos de prazo, é utilizada uma taxa básica de juro correspondente à Libor semestral, acrescida de spread fixo de 1% ao ano, durante todo o prazo da operação. Nesse caso, os juros são pagos a cada seis meses e a taxa de juros pode flutuar a cada período de capitalização ( semestral, neste exemplo ), em função da Libor ( London Interbank Offered Rate ) .
  • 39. ESTRUTURA DA TAXA DE JUROS O juro é a remuneração paga ao investidor pelo tomador de recursos. A taxa “bruta” de juro é formada pela taxa de inflação estimada do período de capitalização e pela taxa de juro real. A taxa de juro real pode ser dividida em duas componentes: taxa de juro real “pura” e taxa de risco. A primeira é uma taxa que o investidor espera receber, “ praticamente “ livre de risco ( por exemplo: título de dívida do governo ); a segunda, o investidor espera receber a mais por estar correndo um risco. Taxa de Risco Taxa livre de Risco Inflação Taxa de Juro Real Taxa Bruta de Juro
  • 40. CÁLCULO DE JURO REAL Geralmente, a inflação estimada não coincide com a inflação efetiva. Quando a taxa bruta de juro é maior do que a taxa de inflação do período de capitalização, diz-se que a taxa de juro real e positiva ; em caso contrário, ela é negativa . Ex. Um capital de $ 100 foi aplicado pelo prazo de dois meses, à taxa de juros de 20% no período em que a inflação foi de 15%. No final do prazo, o capital de $ 100 gerou um juro bruto de $ 20 ( $100 x 20%), mas ele sofreu desvalorização de 15% pela inflação do período. Portanto, o capital de $ 100 deve ser reajustado para $ 115. Assim, o juro real ganho na operação foi de $ 5, porque $ 15 correspondem à simples reposição de valor do capital. Comparando-se o juro real em relação ao valor atualizado de $ 115, tem-se a taxa de juro real de 4,3478% no período. A taxa de juro real pode ser calculada por meio da equação; Onde : Ir = taxa de juro real Ie = taxa de juro efetiva do período D = deflator ( inflação do período )
  • 41. CONCEITOS FINANCEIROS BÁSICOS JUROS SIMPLES Em países com economias estáveis, é comum a utilização de juros simples em operações com prazos de seis meses ou um ano, pois a inflação, além de ser relativamente baixa, é relativamente previsível e as regras do mercado financeiro não são abruptamente alteradas. O mesmo não ocorre em países com alto nível de inflação, pois qualquer desvio na taxa de juros esperada pode produzir diferenças significativas sobre o resultado final da operação. No Brasil, os juros simples são comumente utilizados em operações financeiras de curtíssimo prazo ( de um dia a um mês ), descontos de duplicatas e títulos, e cobranças de juros de mora. As operações financeiras indexadas em dólar são também calculadas com taxa de juros simples. A fórmula básica dos juros simples é : Onde : J = juros C = capital inicial ( ou principal ) i = taxa de juros n = número de capitalização durante o prazo da operação financeira. A soma do Capital e Juros chama-se Montante ( M ) , que é calculado mediante a seguinte equação : M = C + J ou M = C ( 1 + i.n )
  • 42. Taxas Proporcionais As taxas proporcionais são típicas do sistema de capitalização linear ( juros simples ) . As taxas são proporcionais se duas ou mais taxas de juros expressas em unidades de tempo diferentes produzem uma mesma taxa, quando calculadas para um mesmo período. Pode-se afirmar que a taxa de 1% a. m. é proporcional às taxas de 6% a .s. e 12% a. a. , pois, quando calculadas para os prazos de três meses, seis meses ou 12 meses, todas produzem a mesma taxa, conforme os seguintes cálculos: Taxa de juro em 3 meses ( trimestre ) 1 % a m x 3 meses = 3 % no trimestre 6 % a s / 2 trimestre = 3 % no trimestre 12 % a a / 4 trimestres = 3 % no trimestre Taxa de juro em 6 meses ( semestre ) 1 % a m x 6 meses = 6 % no semestre 6 % a s = 6 % no semestre 12 % a a / 2 semestres = 6 % no semestre Taxa de juro em 12 meses ( ano ) 1 % a m x 12 meses = 12 % no ano 6 % a s x 2 semestres = 12 % no ano 12 % a a = 12 % no ano.
  • 43. JUROS COMPOSTOS No regime de juros compostos, os juros produzidos em cada período de capitalização são integrados ao capital constituído no início dos respectivos períodos, para produzirem novos juros nos períodos seguintes, ou seja, no regime de juros compostos, incidem juros sobre o capital inicial e sobre os próprios juros. Capitalização de juros
  • 44. TAXA NOMINAL E TAXA EFETIVA A taxa nominal é a taxa de juro contratada em uma operação financeira. Ela é expressa percentualmente em unidade de tempo ( ex. 10% a a , 2% a m etc ), tanto no regime de juros simples, como no regime de juros compostos. A taxa efetiva é a taxa de juro do período de capitalização que, efetivamente, será aplicada sobre o capital, independentemente da taxa nominal contratada. Quando o período de capitalização é igual à unidade de tempo em que a taxa de juro é expressa, a taxa efetiva coincidirá com a taxa nominal, tanto no regime de juros compostos, como no regime de juros simples.
  • 45. Alternativas de Aplicação Financeira Alternativa 1: Resgate em parcela única com capitalização de juros. MÊS 0 MÊS 1 MÊS 2 Aplicação (100) Recebimento juros 10 Resgate 100 Reaplicação (10) Recebimento Juros 21 Total 0 Total 121 Alternativa 2 : Resgate em parcela única com recebimento de juros mensais. Aplicação (100) Recebimento de juros 10 Resgate 100 Total 10 Recebimento de juros 10 Total 110 Alternativa 3 Resgate intermediário com recebimento de juros mensais. Aplicação (100) Resgate 50 Resgate 50 Recebimento de juros 10 Recebimento de juros 5 Total 60 Total 55