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DISCIPLINA: CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA I
Prof.: Esp. JESUS PAIXAO SILVA BANDEIRA
Whats: 086 9 8874 - 2331
E-mail: jesuspaixaobandeira@hotmail.com
Muito Obrigado!!
PLANO DE
CONTAS
CONTAS
É um recurso contábil utilizado para reunir sob um único
item todos os eventos e valores patrimoniais (bens, direitos
ou obrigações) de mesma natureza.
Exemplos: A conta Banco reúne todos os movimentos,
depósitos e retiradas de dinheiro realizados no Banco.
FUNÇÃO DAS CONTAS
 É representar graficamente a variação patrimonial que um
fato promoveu no Patrimônio da empresa.
 Esta variação pode ser a débito ou a crédito da conta.
 A diferença ente o débito e o crédito de uma conta chama-
se SALDO, o qual pode ser DEVEDOR ou CREDOR.
PLANO DE CONTAS
 É o elo de comunicação da entidade com os diversos usuários
da informação contábil, como os administradores, os
investidores, os agentes financeiros, os clientes, os
fornecedores e o fisco.
 Os fatos contábeis devem ser classificados dentro de um
sistema metódico e organizado para a contabilização dos
mesmos seja feita de forma uniforme.
6
PLANO DE CONTAS:
Cada empresa ou organizações deve relacionar e codificar todas as
contas (rubricas) analíticas e sintéticas em um Plano de Contas completo.
Este Plano de Contas deve ser inserido no sistema operacional de forma a
permitir os registros contábeis.
7
PLANO DE CONTAS:
Em alguns casos o Plano de Contas é definido pelo órgão Regulador
daquela empresa ou Instituição, contudo na maioria dos casos ele é
elaborado e atualizado conforme necessidades contábeis específicas da
organização.
Um bom Plano de contas além do código e descrição das rubricas
deve possuir a descrição do funcionamento das mesmas e seus efeitos
contábeis.
8
FINALIDADES DO PLANO DE CONTAS
 fornecer à administração informação útil sobre a gestão da
empresa, que sirva para a tomada de decisões;
 permitir um controle efetivo sobre o patrimônio da entidade;
 facilitar a preparação da informação contábil
9
REVISÃO DO PLANO DE CONTAS
O plano de contas deve ser revisado periodicamente para
reconhecer:
 Mudanças nas operações da empresa
 As novas operações que a empresa pode ter iniciado
 A paralisação de atividades efetuadas anteriormente
 Evolução na adoção dos princípios de contabilidade
METODO DAS PARTIDAS DOBRADAS
Convencionou-se que as contas do ativo seriam de natureza DEVEDORA e as
do passivo exigível e patrimônio líquido de natureza CREDORA. Conferir esquema
a baixo:
Contas do ativo Contas do passivo
(-)
Debitar
(+)
Creditar
(+)
Debitar
(-)
Creditar
Contas do patrimônio
líquido
(+) = aumento
(-) = diminuição
(-)
Debitar
(+)
Creditar
ESTRUTURA DO PLANO DE CONTAS
Nível 1: Ativo, Passivo, Patrimônio Líquido, Receitas, Custos e Despesas.
Nível 2: Ativo: Circulante, Não Circulante / Passivo e Patrimônio Líquido:
Circulante, Não Circulante e Patrimônio Líquido. / Receitas: Receita Bruta,
Deduções da Receita Bruta, Outras Receitas Operacionais / Custos e Despesas
Operacionais.
Nível 3: Contas que evidenciem os grupos a que se referem, como por
exemplo:
Nível 1 - Ativo
Nível 2 - Ativo Circulante
Nível 3 - Bancos Conta Movimento
Nível 4: Sub-contas que evidenciem o tipo de registro
contabilizado, como por exemplo:
Nível 1 - Ativo
Nível 2 - Ativo Circulante
Nível 3 - Bancos Conta Movimento
Nível 4 - Banco A
ESTRUTURA DE PLANO DE CONTAS EM 4 NÍVEIS:
1 ATIVO
1.1 ATIVO CIRCULANTE
1.1.1 Caixa
1.1.1.01 Caixa Geral
1.1.2 Bancos C/Movimento
1.1.2.01 Banco Alfa
1.1.3 Contas a Receber
1.1.3.01 Clientes
1.1.3.02 Outras Contas a Receber
1.1.3.09(-) Duplicatas Descontadas
1.1.4 Estoques
1.1.4.01 Mercadorias
1.1.4.02 Produtos Acabados
1.1.4.03 Insumos
1.1.4.04 Outros
1.2 NÃO CIRCULANTE
1.2.1 Contas a Receber
1.2.1.01 Clientes
1.2.1.02 Outras Contas
1.2.2 INVESTIMENTOS
1.2.2.01 Participações Societárias
1.2.3 IMOBILIZADO
1.2.3.01 Terrenos
1.2.3.02 Construções e Benfeitorias
1.2.3.03 Máquinas e Ferramentas
1.2.3.04 Veículos
1.2.3.05 Móveis
1.2.3.98 (-) Depreciação Acumulada
1.2.3.99 (-) Amortização Acumulada
1.2.4 INTANGÍVEL
1.2.4.01 Marcas
1.2.4.02 Softwares
1.2.4.99 (-) Amortização Acumulada
2 PASSIVO
2.1 CIRCULANTE
2.1.1 Impostos e Contribuições a Recolher
2.1.1.01 Simples a Recolher
2.1.1.02 INSS
2.1.1.03 FGTS
2.1.2 Contas a Pagar
2.1.2.01 Fornecedores
2.1.2.02 Outras Contas
2.1.3 Empréstimos Bancários
2.1.3.01 Banco A - Operação X
2.2 NÃO CIRCULANTE
2.2.1 Empréstimos Bancários
2.2.1.01 Banco A - Operação X
2.3 PATRIMÔNIO LÍQUIDO
2.3.1 Capital Social
2.3.2.01 Capital Social Subscrito
2.3.2.02 Capital Social a Realizar
2.3.2. Reservas
2.3.2.01 Reservas de Capital
2.3.2.02 Reservas de Lucros
2.3.3 Prejuízos Acumulados
2.3.3.01 Prejuízos Acumulados de Exercícios Anteriores
2.3.3.02 Prejuízos do Exercício Atual
3 CUSTOS E DESPESAS
3.1 Custos dos Produtos Vendidos
3.1.1 Custos dos Materiais
3.1.1.01 Custos dos Materiais Aplicados
3.1.2 Custos da Mão-de-Obra
3.1.2.01 Salários
3.1.2.02 Encargos Sociais
3.2 Custo das Mercadorias Vendidas
3.2.1 Custo das Mercadorias
3.2.1.01 Custo das Mercadorias Vendidas
3.3 Custo dos Serviços Prestados
3.3.1 Custo dos Serviços
3.3.1.01 Materiais Aplicados
3.3.1.02 Mão-de-Obra
3.3.1.03 Encargos Sociais
3.4 Despesas Operacionais
3.4.1 Despesas Gerais
3. 4.1.01 Mão-de-Obra
3.4.1.02 Encargos Sociais
3.4.1.03 Aluguéis
3.5 Perdas de Capital
3.5.1 Baixa de Bens do Ativo Não Circulante
3.5.1.01 Custos de Alienação de
Investimentos
3.5.1.02 Custos de Alienação do Imobilizado
4 RECEITAS
4.1 Receita Líquida
4.1.1 Receita Bruta de Vendas
4.1.1.01 De Mercadorias
4.1.1.02 De Produtos
4.1.1.03 De Serviços Prestados
4.1.2 Deduções da Receita Bruta
4.1.2.01 Devoluções
4.1.2.02 Serviços Cancelados
4.2 Outras Receitas Operacionais
4.2.1 Vendas de Ativos Não Circulantes
4.2.1.01 Receitas de Alienação de Investimentos
4.2.1.02 Receitas de Alienação do Imobilizado
19
EXEMPLO DE PLANO DE CONTAS
20
EXEMPLO DE PLANO DE CONTAS
PLANO DE CONTAS
A inexistência de um Plano de Contas dá margem a
improvisações que podem produzir sérios inconvenientes. Contém
os seguintes elementos básicos:
 elenco de contas;
 função atribuída a cada conta;
 funcionamento (quando debitar/creditar).
CLASSIFICAÇÃO DAS CONTAS QUANTO À COMPOSIÇÃO
 CONTAS SINTÉTICAS – são aquelas que dispensam ou não exigem
desdobramentos. Cada conta deste tipo reúne débitos e créditos de
várias subcontas à mesma relacionadas. Exemplo: Bancos, Contas
Correntes, Caixa.
 CONTAS ANALÍTICAS – exigem desdobramentos. São subcontas
filiadas a determinadas contas gerais. Exemplo: Banco do Estado
do Piauí, Banco Português do Brasil (são desdobramentos da conta
sintética Bancos).
QUANTO À POSIÇÃO OU NATUREZA DOS SALDOS
 CONTAS UNILATERAIS – são aquelas que sofrem variações apenas num
sentido. Por isso, o saldo dessas contas aumenta (positivamente ou
negativamente) sempre. Estão nesse caso as contas Receitas, que
sempre serão creditadas, e as contas Despesas, que sempre serão
debitadas.
 CONTAS BILATERAIS – são aquelas que sofrem variações nos dois
sentidos, ou seja, seu saldo pode aumentar ou diminuir. Elas são
divididas em três classes: contas do ativo, contas do passivo ou contas
mistas.
QUANTO À MOVIMENTAÇÃO
 CONTAS DINÂMICAS – são aquelas que atendem à rotina do processo
contábil, sendo debitadas ou creditadas a cada passo.
 Exemplo: Caixa, Bancos, Despesas Gerais, Duplicatas a Receber.
 CONTAS ESTÁTICAS – são aquelas que se movimentam apenas em virtude
de eventos específicos e acidentais, como constituição da empresa,
construções, constituição de reservas, reforma de instalações e apuração
de resultados.
 Exemplo: Capital, Prédios, Reserva Legal, Gastos com Instalação.
QUANTO À DURAÇÃO
 CONTAS PERMANENTES – são aquelas que registram os fatos da administração
econômica em seus movimentos usuais. Exemplo: Mercadorias, Capital, Contas a
Receber, Contas a Pagar.
 CONTAS TRANSITÓRIAS – são aquelas criadas para atender a situações
especiais e que perdem a razão de existir quando elas se extinguem.
 Exemplo: Balanço de Abertura (usada para receber valores ativos e passivos de
um inventário levantado ao iniciar-se um negócio. Ela deixa de existir quando
estes valores são debitados nas contas de bens e de direitos conforme o caso, e
creditados nas contas de obrigações e de capital).
QUANTO A LEI DAS S/A
 CONTAS PATRIMONIAIS – são aquelas que representam e expressam
valores do patrimônio, ou seja, do ativo, do passivo e do patrimônio
líquido. Exemplo: Duplicatas a Receber, Fornecedores, Empréstimos.
 CONTAS DE RESULTADO – são aquelas que representam e
expressam valores das despesas e receitas. Exemplo: Salários,
Juros, Passivos, Receitas Financeiras.
CONTAS DE RESULTADO
DESPESAS OPERACIONAIS
 VENDAS
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Plano de contas

  • 1. DISCIPLINA: CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA I Prof.: Esp. JESUS PAIXAO SILVA BANDEIRA Whats: 086 9 8874 - 2331 E-mail: jesuspaixaobandeira@hotmail.com Muito Obrigado!!
  • 3. CONTAS É um recurso contábil utilizado para reunir sob um único item todos os eventos e valores patrimoniais (bens, direitos ou obrigações) de mesma natureza. Exemplos: A conta Banco reúne todos os movimentos, depósitos e retiradas de dinheiro realizados no Banco.
  • 4. FUNÇÃO DAS CONTAS  É representar graficamente a variação patrimonial que um fato promoveu no Patrimônio da empresa.  Esta variação pode ser a débito ou a crédito da conta.  A diferença ente o débito e o crédito de uma conta chama- se SALDO, o qual pode ser DEVEDOR ou CREDOR.
  • 5. PLANO DE CONTAS  É o elo de comunicação da entidade com os diversos usuários da informação contábil, como os administradores, os investidores, os agentes financeiros, os clientes, os fornecedores e o fisco.  Os fatos contábeis devem ser classificados dentro de um sistema metódico e organizado para a contabilização dos mesmos seja feita de forma uniforme.
  • 6. 6 PLANO DE CONTAS: Cada empresa ou organizações deve relacionar e codificar todas as contas (rubricas) analíticas e sintéticas em um Plano de Contas completo. Este Plano de Contas deve ser inserido no sistema operacional de forma a permitir os registros contábeis.
  • 7. 7 PLANO DE CONTAS: Em alguns casos o Plano de Contas é definido pelo órgão Regulador daquela empresa ou Instituição, contudo na maioria dos casos ele é elaborado e atualizado conforme necessidades contábeis específicas da organização. Um bom Plano de contas além do código e descrição das rubricas deve possuir a descrição do funcionamento das mesmas e seus efeitos contábeis.
  • 8. 8 FINALIDADES DO PLANO DE CONTAS  fornecer à administração informação útil sobre a gestão da empresa, que sirva para a tomada de decisões;  permitir um controle efetivo sobre o patrimônio da entidade;  facilitar a preparação da informação contábil
  • 9. 9 REVISÃO DO PLANO DE CONTAS O plano de contas deve ser revisado periodicamente para reconhecer:  Mudanças nas operações da empresa  As novas operações que a empresa pode ter iniciado  A paralisação de atividades efetuadas anteriormente  Evolução na adoção dos princípios de contabilidade
  • 10. METODO DAS PARTIDAS DOBRADAS Convencionou-se que as contas do ativo seriam de natureza DEVEDORA e as do passivo exigível e patrimônio líquido de natureza CREDORA. Conferir esquema a baixo: Contas do ativo Contas do passivo (-) Debitar (+) Creditar (+) Debitar (-) Creditar Contas do patrimônio líquido (+) = aumento (-) = diminuição (-) Debitar (+) Creditar
  • 11. ESTRUTURA DO PLANO DE CONTAS Nível 1: Ativo, Passivo, Patrimônio Líquido, Receitas, Custos e Despesas. Nível 2: Ativo: Circulante, Não Circulante / Passivo e Patrimônio Líquido: Circulante, Não Circulante e Patrimônio Líquido. / Receitas: Receita Bruta, Deduções da Receita Bruta, Outras Receitas Operacionais / Custos e Despesas Operacionais. Nível 3: Contas que evidenciem os grupos a que se referem, como por exemplo: Nível 1 - Ativo Nível 2 - Ativo Circulante Nível 3 - Bancos Conta Movimento
  • 12. Nível 4: Sub-contas que evidenciem o tipo de registro contabilizado, como por exemplo: Nível 1 - Ativo Nível 2 - Ativo Circulante Nível 3 - Bancos Conta Movimento Nível 4 - Banco A
  • 13. ESTRUTURA DE PLANO DE CONTAS EM 4 NÍVEIS: 1 ATIVO 1.1 ATIVO CIRCULANTE 1.1.1 Caixa 1.1.1.01 Caixa Geral 1.1.2 Bancos C/Movimento 1.1.2.01 Banco Alfa 1.1.3 Contas a Receber 1.1.3.01 Clientes 1.1.3.02 Outras Contas a Receber 1.1.3.09(-) Duplicatas Descontadas 1.1.4 Estoques 1.1.4.01 Mercadorias 1.1.4.02 Produtos Acabados 1.1.4.03 Insumos 1.1.4.04 Outros
  • 14. 1.2 NÃO CIRCULANTE 1.2.1 Contas a Receber 1.2.1.01 Clientes 1.2.1.02 Outras Contas 1.2.2 INVESTIMENTOS 1.2.2.01 Participações Societárias 1.2.3 IMOBILIZADO 1.2.3.01 Terrenos 1.2.3.02 Construções e Benfeitorias 1.2.3.03 Máquinas e Ferramentas 1.2.3.04 Veículos 1.2.3.05 Móveis 1.2.3.98 (-) Depreciação Acumulada 1.2.3.99 (-) Amortização Acumulada 1.2.4 INTANGÍVEL 1.2.4.01 Marcas 1.2.4.02 Softwares 1.2.4.99 (-) Amortização Acumulada
  • 15. 2 PASSIVO 2.1 CIRCULANTE 2.1.1 Impostos e Contribuições a Recolher 2.1.1.01 Simples a Recolher 2.1.1.02 INSS 2.1.1.03 FGTS 2.1.2 Contas a Pagar 2.1.2.01 Fornecedores 2.1.2.02 Outras Contas 2.1.3 Empréstimos Bancários 2.1.3.01 Banco A - Operação X 2.2 NÃO CIRCULANTE 2.2.1 Empréstimos Bancários 2.2.1.01 Banco A - Operação X
  • 16. 2.3 PATRIMÔNIO LÍQUIDO 2.3.1 Capital Social 2.3.2.01 Capital Social Subscrito 2.3.2.02 Capital Social a Realizar 2.3.2. Reservas 2.3.2.01 Reservas de Capital 2.3.2.02 Reservas de Lucros 2.3.3 Prejuízos Acumulados 2.3.3.01 Prejuízos Acumulados de Exercícios Anteriores 2.3.3.02 Prejuízos do Exercício Atual
  • 17. 3 CUSTOS E DESPESAS 3.1 Custos dos Produtos Vendidos 3.1.1 Custos dos Materiais 3.1.1.01 Custos dos Materiais Aplicados 3.1.2 Custos da Mão-de-Obra 3.1.2.01 Salários 3.1.2.02 Encargos Sociais 3.2 Custo das Mercadorias Vendidas 3.2.1 Custo das Mercadorias 3.2.1.01 Custo das Mercadorias Vendidas 3.3 Custo dos Serviços Prestados 3.3.1 Custo dos Serviços 3.3.1.01 Materiais Aplicados 3.3.1.02 Mão-de-Obra 3.3.1.03 Encargos Sociais 3.4 Despesas Operacionais 3.4.1 Despesas Gerais 3. 4.1.01 Mão-de-Obra 3.4.1.02 Encargos Sociais 3.4.1.03 Aluguéis 3.5 Perdas de Capital 3.5.1 Baixa de Bens do Ativo Não Circulante 3.5.1.01 Custos de Alienação de Investimentos 3.5.1.02 Custos de Alienação do Imobilizado
  • 18. 4 RECEITAS 4.1 Receita Líquida 4.1.1 Receita Bruta de Vendas 4.1.1.01 De Mercadorias 4.1.1.02 De Produtos 4.1.1.03 De Serviços Prestados 4.1.2 Deduções da Receita Bruta 4.1.2.01 Devoluções 4.1.2.02 Serviços Cancelados 4.2 Outras Receitas Operacionais 4.2.1 Vendas de Ativos Não Circulantes 4.2.1.01 Receitas de Alienação de Investimentos 4.2.1.02 Receitas de Alienação do Imobilizado
  • 19. 19 EXEMPLO DE PLANO DE CONTAS
  • 20. 20 EXEMPLO DE PLANO DE CONTAS
  • 21. PLANO DE CONTAS A inexistência de um Plano de Contas dá margem a improvisações que podem produzir sérios inconvenientes. Contém os seguintes elementos básicos:  elenco de contas;  função atribuída a cada conta;  funcionamento (quando debitar/creditar).
  • 22. CLASSIFICAÇÃO DAS CONTAS QUANTO À COMPOSIÇÃO  CONTAS SINTÉTICAS – são aquelas que dispensam ou não exigem desdobramentos. Cada conta deste tipo reúne débitos e créditos de várias subcontas à mesma relacionadas. Exemplo: Bancos, Contas Correntes, Caixa.  CONTAS ANALÍTICAS – exigem desdobramentos. São subcontas filiadas a determinadas contas gerais. Exemplo: Banco do Estado do Piauí, Banco Português do Brasil (são desdobramentos da conta sintética Bancos).
  • 23. QUANTO À POSIÇÃO OU NATUREZA DOS SALDOS  CONTAS UNILATERAIS – são aquelas que sofrem variações apenas num sentido. Por isso, o saldo dessas contas aumenta (positivamente ou negativamente) sempre. Estão nesse caso as contas Receitas, que sempre serão creditadas, e as contas Despesas, que sempre serão debitadas.  CONTAS BILATERAIS – são aquelas que sofrem variações nos dois sentidos, ou seja, seu saldo pode aumentar ou diminuir. Elas são divididas em três classes: contas do ativo, contas do passivo ou contas mistas.
  • 24. QUANTO À MOVIMENTAÇÃO  CONTAS DINÂMICAS – são aquelas que atendem à rotina do processo contábil, sendo debitadas ou creditadas a cada passo.  Exemplo: Caixa, Bancos, Despesas Gerais, Duplicatas a Receber.  CONTAS ESTÁTICAS – são aquelas que se movimentam apenas em virtude de eventos específicos e acidentais, como constituição da empresa, construções, constituição de reservas, reforma de instalações e apuração de resultados.  Exemplo: Capital, Prédios, Reserva Legal, Gastos com Instalação.
  • 25. QUANTO À DURAÇÃO  CONTAS PERMANENTES – são aquelas que registram os fatos da administração econômica em seus movimentos usuais. Exemplo: Mercadorias, Capital, Contas a Receber, Contas a Pagar.  CONTAS TRANSITÓRIAS – são aquelas criadas para atender a situações especiais e que perdem a razão de existir quando elas se extinguem.  Exemplo: Balanço de Abertura (usada para receber valores ativos e passivos de um inventário levantado ao iniciar-se um negócio. Ela deixa de existir quando estes valores são debitados nas contas de bens e de direitos conforme o caso, e creditados nas contas de obrigações e de capital).
  • 26. QUANTO A LEI DAS S/A  CONTAS PATRIMONIAIS – são aquelas que representam e expressam valores do patrimônio, ou seja, do ativo, do passivo e do patrimônio líquido. Exemplo: Duplicatas a Receber, Fornecedores, Empréstimos.  CONTAS DE RESULTADO – são aquelas que representam e expressam valores das despesas e receitas. Exemplo: Salários, Juros, Passivos, Receitas Financeiras.
  • 27. CONTAS DE RESULTADO DESPESAS OPERACIONAIS  VENDAS  ADMINISTRATIVAS  FINANCEIRAS RECEITAS  VENDAS  DESCONTOS OBTIDOS  RECEITA DE JUROS