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CURSO DE PÓS–GRADUAÇÃO LATO SENSU




         Gestão de Operações



              Professor José Miguel Sacramento




                                       Joinville – SC
                                     Setembro de 2010

© Professor José Miguel Sacramento                        0
10 e 11/09/2010                Gestão de Operações               José Miguel Sacramento
15 e 16/10/2010                Gestão de Operações               José Miguel Sacramento




Através da introdução de conceitos, filosofias e técnicas criar a atitude e fornecer o
conjunto de ferramentas necessário para a busca contínua da excelência na gestão de
operações.


1. Os Sistemas Integrados de Gestão: apresentação da evolução históricas dos
   sistemas de gestão e sua aplicação.
2. Administração através das pessoas: Uma visão mais abrangente da filosofia Just in
   Time – criando uma base para o melhoramento contínuo.
3. A Gestão de operações sob a ótica de resultados: A aplicação da Teoria das
   Restrições no dia-a-dia da Gestão de Operações


 Através de exemplos, exercícios e debates preparar o aluno para a aplicação do
conhecimento recebido.


Exercício a ser realizado pelos alunos em classe e entregue ao final do curso.



   FULLMAN, C. e outros. MRP, MRP II, MRP III (MRP+JIT/Kanban), IMAM
   OHNO, Taiichi; O Sistema Toyota De Produção, Editora Bookman; 1997
   MONDEN, Y.; Toyota Production System, 3rd Edition; Editora Norcross;1998
   DAVIS, AQUILANO e CHASE. Fundamentos de Administração da Produção. 2000.
   Editora Bookman.
   SLACK, N. Administração da Produção. 1997; Editora Atlas.
   PORTER, M.., Vantagem Competitiva; Editora Atlas, SP, 1993.
   GOLDRATT, E., The Haystack Syndrome; Ed. Goldratt Centre.
   GOLDRATT, E. M. e FOX, R. E., A Meta, 1990 – IMAM, e A Corrida pela Vantagem
   Competitiva, 1989 –IMAM
   CSILLAG, J.M. e CORBETT, T., Utilização da teoria das restrições no ambiente de
   manufatura em empresas no Brasil, 1998 – NPP – FGV SP
   CORRÊA, H. L.; GIANESI, I.G.N. e CAON, M., Planejamento e Controle da Produção,
   2001 – Atlas



© Professor José Miguel Sacramento                                                        1
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Engenheiro Mecânico pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo
Pós-graduado em Administração de Empresas pela EAESP - Fundação Getúlio Vargas.
Doutorando em Gestão Tecnológica pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares
da Universidade de São Paulo.
Consultor de empresas e professor do POI – Departamento de Produção e Operações
Industriais da Fundação Getulio Vargas - São Paulo.
Mais de 35 anos atuando como executivo e consultor em empresas dos segmentos de
autopeças, têxtil, varejo, instrumento de escrita, alimentação, moda, construção civil,
eletrodoméstico entre outros.
Especialista em Planejamento Estratégico, Gestão Empresarial, Gestão de marcas,
Qualidade e Produtividade, Logística, Just in Time e Teoria das Restrições.




© Professor José Miguel Sacramento                                                        2
Sustentare




                               GESTÃO DE OPERAÇÕES
                                    Aulas 1 e 2

                               Professor: J. Miguel Sacramento
                                     miguel.sacramento@fgv.br




                                                        A FUNÇÃO BÁSICA DA
                                                          FUNÇ   BÁ
                                     ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS PRODUTIVOS
                                     ADMINISTRAÇ




                         Planejar as necessidades futuras de capacidade
                         (recursos)
                         Planejar compras (físico - financeiro)
                                            (fí
                         Planejar os níveis adequados de estoque (físico
                                       ní                        (fí
                         - financeiro)
                         Programar atividades de produção.
                                                   produç
                         Ter capacidade de informar.
                          – Prometer o menor prazo possível e cumprir.
                                                      possí
                          – Reagir eficazmente as alterações.
                                                   alteraç




Prof. José Miguel Sacramento                                                  1
DEMANDA INDEPENDENTE E DEPENDENTE




                           A ESTRUTURA DO PRODUTO

                 Demanda independente




                 Demanda dependente




                            Estrutura de produto

                                                               Lapiseira
                                                                 P207


                           Corpo             Presilha              Miolo             Ponteira         Tampa
                           externo           de bolso
                    10g               .01g        5g                                                       2g
                     Plástico   Corante        Tira                            Corpo da Guia da         Tira
                       ABS       azul         .2 mm                            ponteira ponteira       .1 mm

                                                                                                                       4x
                           Conjunto                                 Miolo                                       Grafite
                           borracha                                interno


                     Borracha   Capa da        Mola           Corpo do                          Conjunto
                                borracha                       miolo                             garra
                    2 cm              2g                7g                   .05g                                 3x
                      Fio de     Tira                   Plástico     Corante        Suporte      Capa      Garras
                     borracha   .1 mm                     ABS         preto         da garra    da garra




Prof. José Miguel Sacramento                                                                                                2
Sistemas Integrados de Gestão:
                                         Evolução Histórica
                                         Evoluç Histó
                                                  Bill of Materials
                                          ´60       Automático          BOM
                                                    Automá
                       Revolu ção T I




                                                                              MRP
                                                   MRP - Material                      Es
                                          ´70Requirements Planning
                       Revoluç




                                                                              BOM         co
                                                                                            po

                                                                                    MRPII
                                                                                    MRP
                                                MRPII - Manufacturing
                                          ´80 Resources Planning                    BOM

                                                                                                 ERP
                                                                                                 MRPII
                                                  ERP - Enterprise                               MRP
                                          ´90 Resources Planning                                 BOM




                                                                                    SISTEMAS INTEGRADOS



                        O QUE É MRP, MRP II, MRP III, ERP

                                        MRP - Materials Requirements Planning
                                        – Sistema inventado no fim da década de
                                          60 que realiza a explosão de materiais.
                                        MRP II - Manufacturing Resources
                                        Planning
                                        – Evolução do MRP com integração de
                                          informações para planejamento dos
                                          recursos necessários.




Prof. José Miguel Sacramento                                                                              3
SISTEMAS INTEGRADOS



                       O QUE É MRP, MRP II, MRP III, ERP

                         MRP III = MRP II + JIT Kanban
                         ERP - Enterprise Resources Planning
                         – Conceituado em 1991, inclui qualidade e
                           workflow, integrando apontamentos até o
                           razão.




                                  MERCADO BRASILEIRO:
                         1,3 Milhão de lavadoras (4o. mercado do mundo)
                         95,1 milhões de litros de shampoo
                         61 bilhões de litros de refrigerantes ( 3o. mercado
                         do mundo)
                         1,9 bilhão de fraldas descartáveis
                                                descartá
                         1,9 bilhão de pacotes de 500g de macarrão
                         1,6 bilhão de potes de margarina de 250 gramas
                         118 milhões de calças jeans
                                           calç
                         3 milhões de geladeiras (4o. mercado do mundo)
                         126 milhões de escovas de dente
                         3.1 milhões de veículos (2009)
                                          veí




Prof. José Miguel Sacramento                                                   4
MERCADO BRASILEIRO:

                         (1970) 20 modelos de automóveis
                         (2003) 451 modelos de automóveis
                         Os automóveis atuais tem 100 vezes mais
                         fiação e 10 vezes mais componentes do que
                         os fabricados em 1970.
                         (2004) Mais de 25 bilhões de componentes.




                                        O COMÉRCIO ELETRÔNICO
                           Em 2003, o e-commerce mundial atingiu US$ 3,2 trilhões,
                                      e-
                           Em 2008, eram 875 milhões de consumidores com crescimento
                           de 40% ao ano.
                           Faturamento no Brasil (exceto leilões e autos)
                                 2001 = R$ 0,54 bilhão
                                 2002 = R$ 0,85 bilhão (+ 55% ref. 2001)
                                 2003 = R$ 1,18 bilhão (+ 39% ref. 2002)
                                 2004 = R$ 1,75 bilhão (+ 48% ref. 2003)
                                 2005 = R$ 2,50 bilhões (+ 43% ref. 2004)
                                 2006 = R$ 4,40 bilhões (+ 76% ref. 2005)
                                 2007 = R$ 6,40 bilhões (+ 45% ref. 2006)
                                 2008 = R$ 8,20 bilhões (+ 28% ref. 2007)
                                 2009 = R$ 10,6 bilhões (+ 29% ref. 2008




Prof. José Miguel Sacramento                                                           5
DEMANDA: O EFEITO CHICOTE
                                  O efeito chicote
                                   – Uma pequena variação de demanda numa
                                                   variaç
                                     ponta da cadeia gera efeitos de forte
                                     variação nos elos superiores.
                                     variaç
                                   – “Nenhuma empresa é uma ilha”.
                                                                ilha”




                                O EFEITO CHICOTE
                                       Todas as operações mantêm estoques de 1 período
                                                                                                                            Demanda
                     Períodos




                                  fornecedor              fabricante            atacadista             varejista
                                 produção
                                            Est. In.    produção
                                                                   Est. In.    compras
                                                                                         Est. In.    compras
                                                                                                               Est. In.
                                            Est. Fin.              Est. Fin.             Est. Fin.             Est. Fin.

                                             100                    100                   100                   100
                     1            100        100        100         100        100        100        100        100        100
                                             100                    100                   100                   100
                     2            20          60         60          80         80         90         90         95        95
                                              60                     80                    90                    95
                     3            180        120        120         100        100         95         95         95        95
                                             120                    100                    95                    95
                     4            60          90         90          95         95         95         95         95        95
                                              90                     95                    95                    95
                     5            100         95         95          95         95         95         95         95        95
                                              95                     95                    95                    95
                     6            95          95         95          95         95         95         95         95        95




Prof. José Miguel Sacramento                                                                                                          6
PREVISÃO DA DEMANDA



                       MÉTODOS DE PREVISÃO
                          Características
                          – Repetibilidade do passado para o futuro
                          – Erros maiores quanto mais nos
                            aprofundamos no futuro
                          Fatores
                          – Disponibilidade de dados, tempo e
                            recursos
                          – Horizonte de previsão




                                                  PREVISÃO DA DEMANDA



                      CLASSIFICAÇÃO DOS MÉTODOS DE PREVISÃO


                         Qualitativos:
                         baseados no julgamento

                         Quantitativos:
                         baseados em modelos matemáticos




Prof. José Miguel Sacramento                                            7
PREVISÃO DE DEMANDA


                       QUALITATIVOS                      Opinião da força de vendas
                       Júri de opiniões de executivos            Vendas




                           Método Delphi



                      Método Delphi                        Pesquisa de mercado


                                        Novas opiniões


                        Respostas




                                Tratamento estatístico




                                                              PREVISÃO DA DEMANDA




                       QUANTITATIVOS: Modelos matemáticos
                        Métodos causais
                        – Regressão linear simples
                        – Regressão simples não linear
                        – Regressão simples múltipla
                        Séries temporais
                        – Decomposição das séries
                        – Método das médias
                        – Média móvel ponderada
                        – Média móvel ponderada de 1a. e 2a.




Prof. José Miguel Sacramento                                                          8
PREVISÃO DA DEMANDA



                      HORIZONTE DE PREVISÃO

                                    Longo prazo
                                    Médio prazo
                                    Curto prazo

                          – Qual o melhor horizonte ...




                                                                                   PREVISÃO DA DEMANDA


                      HORIZONTE DE PREVISÃO
                          hoje
                                                      Horizontes de planejamento


                                 curto prazo                                                            tempo

                                                     médio prazo

                                                                                    Longo prazo


                                               Efeito da      Efeito da                           Efeito da
                         decisões
                                               decisão A      decisão B                           decisão C


                           A
                           B
                           C




Prof. José Miguel Sacramento                                                                                    9
PREVISÃO DA DEMANDA


                       REQUISITOS PARA
                       UMA BOA PREVISÃO DA DEMANDA

                         Dados históricos de vendas, período a período
                                histó                perí      perí
                         Informações relevantes que expliquem o
                         Informaç
                         comportamento atípico de vendas passadas
                                          atí
                         Situação de variáveis que podem afetar o
                         Situaç       variá
                         comportamento das vendas futuras ou estejam a
                         ele correlacionadas;
                         Conhecimento da conjuntura econômica atual e
                         previsão da conjuntura econômica no futuro




                                                    PREVISÃO DA DEMANDA


                       REQUISITOS PARA
                       UMA BOA PREVISÃO DA DEMANDA

                         Informações de clientes que possam indicar seu
                         Informaç
                         comportamento no futuro
                         Informações relevantes sobre a atuação de
                         Informaç                          atuaç
                         concorrentes que influenciem no comportamento
                         das vendas
                         Informações sobre decisões da área comercial
                         Informaç
                         que podem afetar o comportamento das vendas
                         Articular vários setores para a elaboração da
                                   vá                    elaboraç
                         previsão




Prof. José Miguel Sacramento                                              10
PREVISÃO DA DEMANDA


                       REQUISITOS PARA
                       UMA BOA PREVISÃO DA DEMANDA
                         Conhecer os produtos e seus usos
                         Conhecer os mercados, suas necessidades e
                         seus comportamentos
                         Saber analisar os dados históricos
                                                 histó
                         Conhecer a concorrência e seu comportamento
                         Conhecer as ações da empresa que afetam a
                                      aç
                         demanda
                         Formar um base de dados relevantes para a
                         previsão
                         Trabalhar com fatos e não apenas opiniões




                                                   PREVISÃO DA DEMANDA



                       VENDAS X DEMANDA POTENCIAL

                       • Lembrar que as vendas reais podem
                         representar a capacidade da empresa de
                         entregar os produtos e não a demanda
                         potencial.
                                         Demanda
                           Faturamento
                                                       Capacidade produtiva



                                                   Tempo




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PREVISÃO DA DEMANDA

                       IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE PRELIMINAR
                       DOS DADOS
                                          Indices de Sazonalidade

                       2

                      1,5
                                                                                                    1996
                       1
                                                                                                    1997   ESTE VALOR FOI
                      0,5                                                                                  BAIXO POIS HOUVE
                                                                                                           FALTA DE MATÉRIA-
                                                                                                                    MATÉ RIA-
                       0                                                                                   PRIMA
                                                          jun
                                                                jul




                                                                                        nov
                            jan




                                                                                  out
                                  fev




                                                                                              dez
                                                                            set
                                        mar
                                              abr




                                                                      ago
                                                    mai




                                    VALOR BAIXO POIS O DIRETOR COMERCIAL ESTAVA EM
                                    FÉRIAS E OS PEDIDOS GRANDES FICARAM BLOQUEADOS
                                    (E FORAM PERDIDOS)




                       PRÓXIMAS ETAPAS

                            Definida a demanda para os itens de
                            demanda independente,
                            Fazer o PLANEJAMENTO AGREGADO
                            para produção dos itens de demanda
                            dependente (necessários para atender a
                            demanda dos itens de demanda
                            independente).




Prof. José Miguel Sacramento                                                                                                    12
NÍVEIS HIERÁRQUICOS DE
                        PLANEJAMENTO
                      Longo       mês 1          mês 2     mês 3                 mês 12
                      prazo                                                            Famílias


                      Médio      sem 1 sem 2 sem 3 sem 4 sem 5 sem 6             sem 11sem 12
                      prazo                                                            Produtos


                      Curto        sem 1           sem 2         sem 3         sem 4
                      prazo                                                     Componentes


                    Curtíssimo    seg      ter     qua     qui     sex   sab
                      prazo                                                        Operações
                                                           desagregação




                       PLANEJAMENTO AGREGADO

                         Processo de balanceamento da produção
                         com a demanda, projetada para
                         horizontes de tempo em geral de 6 a 12
                         meses. Procura-se combinar o uso de
                         recursos produtivos para atender a
                         demanda a um custo minimizado.




Prof. José Miguel Sacramento                                                                      13
POSIÇÃO DO PLANEJAMENTO AGREGADO


                                   PLANEJAMENTO DA CAPACIDADE



                                      PLANEJAMENTO AGREGADO



                                  PROGRAMA MESTRE DE PRODUÇÃO
                                                     PRODUÇ




                       ETAPAS DO PLANEJAMENTO AGREGADO

                         Previsão de demanda.
                         Escolha das alternativas que influenciarão:
                               a demanda e/ou
                               níveis de produção.
                                         produç ão.
                         Determinar para cada período quais das
                                               perí
                         alternativas previamente escolhidas serão
                         usadas para minimizar custos ou maximizar
                         resultado.




Prof. José Miguel Sacramento                                           14
COMO INFLUENCIAR DEMANDA

                         Propaganda
                         Promoções e preços diferenciados
                         Reservas e demoras na liberação de
                         produtos e serviços
                         Desenvolvimento de produtos
                         complementares




                        COMO INFLUENCIAR A PRODUÇÃO

                         Contratação e demissão
                         Horas extras e redução da jornada de
                         trabalho
                         Estocagem
                         Subcontratação




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PLANEJAMENTO AGREGADO:
                                  MÉTODOS DE MONTAGEM

                          Modelo de tentativa e erro
                              –Estratégias escolhidas
                          Modelo de programação linear
                              –Constantes
                              –Restrições
                              –Função objetivo




                       CONCEITOS BÁSICOS
                         O ciclo fechado - closed loop
                         A lógica do MRP (Material Requirements
                         Planning)
                         O programa mestre de produção
                         Planejamento das Necessidades de
                         Material (PNM)




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ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO
                                               ADMINISTRAÇ      PRODUÇ




                       MRP II: O CICLO FECHADO
                                              PLANEJAMENTO EMPRESARIAL
                                               PLANEJAMENTO DE VENDAS
                                              PLANEJAMENTO DE PRODUÇÃO
                                                              PRODUÇ

                                                        OK?    NÃO
                         LISTA DE MATERIAIS
                                              PLANEJAMENTO DE CAPACIDADE
                          DISPONIBILIDADE
                             DE MATERIAIS        PROGRAMAÇÃO MESTRE
                                                 PROGRAMAÇ
                            SEQUÊNCIA DE      PLANEJAMENTO DE MATERIAIS
                              OPERAÇÕES
                              OPERAÇ
                                                        OK?    NÃO

                                                CONTROLE DE FABRICAÇÃO
                                                            FABRICAÇ
                                                       COMPRAS
                                                MEDIDAS DE DESEMPENHO




                                                              A LÓGICA DO MRP
                                                                LÓ



                       A ESTRUTURA DO PRODUTO

                       Demanda independente




                        Demanda dependente




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O PROGRAMA MESTRE




                       O PROGRAMA MESTRE
                                        Agenda
                        Definição do programa mestre
                        Definição de produto
                        Erros comuns
                        Benefícios do programa mestre




                                                    O PROGRAMA MESTRE




                        DEFINIÇÃO DO PROGRAMA MESTRE
                         O programa mestre é uma declaração de
                         todas as necessidades de produção em
                         termos de: o que, o quanto e quando
                         produzir?
                          Deve ser :
                          – Detalhado, escalonado, realista (que se
                            possa acreditar), por escrito e aprovado.




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O PROGRAMA MESTRE




                       DEFINIÇÃO DE PRODUTO
                        O que é produto ?
                        Como definir:
                         – Modelo - representa a função básica e
                           desenho padrão do produto
                         – Característica - representa uma sub-
                           função variável e obrigatória
                         – Opção - representa a função adicional
                           não obrigatória do produto




                                                                          O PROGRAMA MESTRE




                       DEFINIÇÃO DE PRODUTO
                       Lista modular

                         modelo                        Automóvel básico     1

                                             Motores                        4
                           características




                                             Transmissão                    3
                                             Assentos                       3
                                             Direção                        2
                                             Freios                         2      3 combustíveis
                                             Pneus                          4      5 cores
                                             Rádio                          4
                          opção
                                             console                        2
                         Total de listas modulares (grupos)                  27
                         Total de combinações (produtos distintos)         4.608   69.120 produtos




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O PROGRAMA MESTRE




                        LISTA DE PLANEJAMENTO

                  Plano de Produção                                                 FAMÍLIA DE
                                                                                     PRODUTOS




                                                                                    GRUPO DE
                                                                                    PRODUTOS




                  Programa Mestre                                                    PRODUTOS
                                                                                    ESPECÍFICOS




                                                                          O PROGRAMA MESTRE




                        A GRANDE NEGOCIAÇÃO
                                         SE VOCE PODE ISSO...
                            $

                           25%
                                    25    25   25   25



                                                           $

                                                                47
                                                                          17   23
                                         ...EM VEZ DISSO             13




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O PROGRAMA MESTRE




                       ALGUNS ERROS COMUNS
                        Sobrecarregado - o programa total está
                        sobrecarregado
                        Carga excessiva no período inicial -
                        quantidade excessiva de ordens em
                        atraso ou acumuladas no início de
                        períodos
                        Instável - falta de políticas de limites de
                        tempo que considerem a disponibilidade
                        de materiais e de capacidade




                                                    O PROGRAMA MESTRE




                       ALGUNS ERROS COMUNS
                        Incompleto - somente os produtos padrão,
                        não incluídos os produtos especiais ou
                        peças de reposição.
                        Curta visão - não inclui os tempos
                        decorridos (compras e de fabricação
                        acumulados)
                        Lista de desejos - os desejos da gerência
                        versus programação para que os desejos
                        aconteçam.




Prof. José Miguel Sacramento                                            21
O PROGRAMA MESTRE




                       BENEFÍCIOS
                        Melhoria no serviço aos clientes
                        Redução dos estoques
                        Uso eficiente da capacidade
                        Custos reduzidos
                        Melhor designação de responsabilidades




                                                                   A LÓGICA DO MRP
                                                                     LÓ


                        PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE
                         MATERIAL
                         Cálculo da necessidade de materiais de
                         item de demanda dependente:
                          – Programa mestre de itens de demanda
                            independente
                          – Lista de materiais
                          – Posição dos estoques
                               ( físico – empenho – quantidade à receber)
                                 fí
                          – Prazos de entrega
                          – Critérios para dimensionamento de lote




Prof. José Miguel Sacramento                                                         22
PLANEJAMENTO DA
                                                           NECESSIDADE DE MATERIAL



                       VISÃO GERAL

                                              FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO




                                 CALCULAR             MANTER             PLANEJAR
                               NECESSIDADES         PRIORIDADES          PEDIDOS




                                                                  PLANEJAMENTO DA
                                                           NECESSIDADE DE MATERIAL



                       VISÃO GERAL
                                                   PROGRAMA
                                                    MESTRE




                                                     PNM                ESTOQUES




                                                   SUGESTÕES
                                                  SOBRE AÇÕES




Prof. José Miguel Sacramento                                                         23
PLANEJAMENTO DA
                                                       NECESSIDADE DE MATERIAL



                        PROCEDIMENTOS DO MRP
                         Repartição do horizonte de planejamento
                         (finito) em intervalos regulares
                         Cálculo de necessidades brutas e líquidas
                         distribuídas no tempo




                                                              PLANEJAMENTO DA
                                                       NECESSIDADE DE MATERIAL



                        LÓGICA DO PNM
                          Atuar sobre ordens já cadastradas
                                             já
                          –    Adiar
                          –    Antecipar
                          –    Cancelar
                         Atuar sobre necessidades
                          – Abrir ordens
                       Através de:
                       Atravé
                          –    Manutenção da validade das datas de vencimento
                               Manutenç
                          –    Satisfação das prioridades
                               Satisfaç
                          –    Redução de faltas
                               Reduç
                          –    Minimização de estoque
                               Minimizaç




Prof. José Miguel Sacramento                                                     24
PLANEJAMENTO DA
                                                         NECESSIDADE DE MATERIAL



                        LÓGICA DO PNM
                          VISÃO DO PNM NÍVEL-A-NÍVEL

                                               EXPLODIR LISTA
                               PRÓXIMO NÍVEL
                                               1. CALCULAR NECESSIDADES BRUTAS

                                               2. DEFINIR NECESSIDADES LÍQUIDAS

                                               3. ATUAR SOBRE ORDENS
                                                  - PLANEJAR NÃO EXISTENTES
                                                  - REPROGRAMAR EXISTENTES

                                               4. COMPENSAR TEMPO DECORRIDO
                                NÍVEL ATUAL




                                                                PLANEJAMENTO DA
                                                         NECESSIDADE DE MATERIAL


                       A FICHA TÉCNICA
                         Importância
                         Fidelidade
                         Atualização




Prof. José Miguel Sacramento                                                       25
PLANEJAMENTO DA
                                                       NECESSIDADE DE MATERIAL


                        RELATÓRIOS RESULTANTES
                         Ações sobre ordens
                         – O que, quando e quanto ?
                         Todas as informações de todos os itens
                         – Necessidades no tempo
                         – Origem da necessidade
                         – Estoque projetado no tempo
                         – Ação tomadas sobre as ordens




                                                              PLANEJAMENTO DA
                                                       NECESSIDADE DE MATERIAL



                       GARANTINDO O FUNCIONAMENTO DO PNM


                                             PROGRAMA
                                               MESTRE


                                             GERÊNCIA


                               PROGRAMA DE                PROGRAMA DO
                                 PRODUÇÃO     ELES         FORNECEDOR
                                             CONFIAM

                                   MESTRES              COMPRADORES




Prof. José Miguel Sacramento                                                     26
SISTEMAS INTEGRADOS




                       A LÓGICA DO MRP: EXERCÍCIO
                                                  Lead time = 1
                                   Quantidade mínima = qualquer       A
                                                    2
                                  Lead time = 1
                   Quantidade mínima = qualquer         C                              1
                                                               Lead time = 2
                                                Quantidade mínima = 60 peças       B
                                                                          1
                  CONSIDERANDO UM ÚNICO PRODUTO
                                                                              C                    2
                                                                       Lead time = 1
                                                        Quantidade mínima = qualquer           D




                       EXERCÍCIO DE CÁLCULO DE MRP
                       PRODUTO ACABADO A: Lead Time =1 Qtd = qualquer
                       PERÍODO
                       PERÍ
                                           1      2      3     4      5       6    7       8       9
                       NEC. BRUTA A                     40           40       15           30
                       DISPONÍVEL
                       DISPONÍ             15
                       NEC. LÍQUIDA
                            LÍ
                       DATA
                       RECEBIMENTO
                       DATA
                       LIBERAÇÃO
                       LIBERAÇ

                        Data de recebimento = data de entrada do produto no estoque
                        Data de liberação = data da autorização para saída do produto do fornecedor




Prof. José Miguel Sacramento                                                                           27
SISTEMAS INTEGRADOS




                       A LÓGICA DO MRP: EXERCÍCIO
                                                  Lead time = 1
                                   Quantidade mínima = qualquer     A
                                                   2
                                  Lead time = 1
                   Quantidade mínima = qualquer        C                              1
                                                              Lead time = 2
                                               Quantidade mínima = 60 peças      B
                                                                        1
                                                                            C                     2
                                                                      Lead time = 1
                                                       Quantidade mínima = qualquer           D




                       EXERCÍCIO DE CÁLCULO DE MRP
                       COMPONENTE B: Lead Time =2 Qtd = 60 peças
                       PERÍODO
                       PERÍ
                                          1       2     3     4     5       6    7        8       9
                       NEC. BRUTA->A
                            BRUTA-                     25          40       15            30
                       NEC. BRUTA B               25         40    15            30
                       DISPONÍVEL
                       DISPONÍ            30
                       NEC. LÍQUIDA
                            LÍ
                       DATA
                       RECEBIMENTO
                       DATA
                       LIBERAÇÃO
                       LIBERAÇ




Prof. José Miguel Sacramento                                                                          28
SISTEMAS INTEGRADOS




                       A LÓGICA DO MRP: EXERCÍCIO
                                                 Lead time = 1
                                  Quantidade mínima = qualquer       A
                                                   2
                                  Lead time = 1
                   Quantidade mínima = qualquer        C                               1
                                                              Lead time = 2
                                               Quantidade mínima = 60 peças      B
                                                                        1
                                                                            C                      2
                                                                       Lead time = 1
                                                        Quantidade mínima = qualquer           D




                       EXERCÍCIO DE CÁLCULO DE MRP
                       COMPONENTE C: Lead Time =1 Qtd = qualquer
                       PERÍODO
                       PERÍ
                                           1      2     3     4     5       6    7         8       9
                       NEC. BRUTA -> A            50          80    30           60
                       NEC. BRUTA -> B            60                60
                       NEC. C avulsa (1)                50                  70   60
                       NEC. BRUTA
                       DISPONÍVEL
                       DISPONÍ             9
                       NEC. LÍQUIDA
                            LÍ
                       DATA
                       RECEBIMENTO
                       DATA LIBERAÇÃO
                            LIBERAÇ

                       (1) Item vendido separadamente




Prof. José Miguel Sacramento                                                                           29
SISTEMAS INTEGRADOS




                       A LÓGICA DO MRP: EXERCÍCIO
                                                  Lead time = 1
                                   Quantidade mínima = qualquer      A
                                                    2
                                  Lead time = 1
                   Quantidade mínima = qualquer         C                              1
                                                              Lead time = 2
                                               Quantidade mínima = 60 peças     B
                                                                        1
                                                                            C                      2
                                                                       Lead time = 1
                                                        Quantidade mínima = qualquer           D




                       EXERCÍCIO DE CÁLCULO DE MRP
                       COMPONENTE ou MP D: Lead Time =1 período Q = qualquer
                       PERÍODO
                       PERÍ
                                          1       2     3     4     5       6    7         8       9
                       NEC. BRUTA                 120               120
                       RECEB PROGRAMA                   40
                       DISPONÍVEL
                       DISPONÍ             7
                       NEC. LÍQUIDA
                            LÍ
                       DATA
                       RECEBIMENTO
                       DATA
                       LIBERAÇÃO
                       LIBERAÇ




Prof. José Miguel Sacramento                                                                           30
Sistemas Integrados de Gestão:
                                         Evolução Histórica
                                         Evoluç Histó
                                                  Bill of Materials
                                          ´60       Automático          BOM
                                                    Automá
                       Revolu ção T I




                                                                              MRP
                                                   MRP - Material                      Es
                                          ´70Requirements Planning
                       Revoluç




                                                                              BOM         co
                                                                                            po

                                                                                    MRPII
                                                                                    MRP
                                                MRPII - Manufacturing
                                          ´80 Resources Planning                    BOM

                                                                                                  ERP
                                                                                                  MRPII
                                                  ERP - Enterprise                                MRP
                                          ´90 Resources Planning                                  BOM




                                                                                    SISTEMAS INTEGRADOS
                                                                                            MRP, MRP II E ERP



                        O SISTEMA ERP
                                        Evolução dos sistemas integrados de
                                        planejamento e controle, contemplando
                                        todas as funções do MRP II, incluindo
                                        qualidade, pessoal e transacionando tudo
                                        no razão da empresa. A inclusão do
                                        módulo de workflow, permite que a
                                        empresa seja parametrizada pelos seus
                                        processos.




Prof. José Miguel Sacramento                                                                                    31
ERP


                       SOLUÇÕES DE NEGÓCIOS PARA EMPRESAS
                       DE TODOS OS TAMANHOS
                         Permite a gestão global da informação em
                                                      informaç
                         tempo real, em vários idiomas e moedas do
                                          vá
                         mundo, e que já está pronto para o ano 2000
                                        já está
                         Construído sobre uma estrutura modular
                         Construí
                         completamente integrada que o torna
                         extraordinariamente flexível e expansível
                                                flexí     expansí
                         Concebido considerando os padrões da
                         indústria em sistemas abertos com ambiente
                         indú
                         cliente/servidor e interface gráfica do usuário.
                                                      grá        usuá




                                                            ERP - APLICAÇÕES
                                                                  APLICAÇ



                       FUNÇÕES COBERTAS - MÓDULOS
                         Materiais                  Tesouraria
                         Planejamento da            Manutenção
                                                    Manutenç
                         Produção
                         Produç                     Controle de
                         Vendas e Distribuição
                                   Distribuiç       Qualidade
                         Contabilidade              Projetos
                         Financeira                 Recursos Humanos
                         Controladoria              Workflow
                         Investimentos de           Controle de Empresa
                         Capital




Prof. José Miguel Sacramento                                                   32
ERP



                       ASPECTOS DA NECESSIDADE
                         Panorama atual na Gestão
                          – O movimento de integração mundial das
                                              integraç
                            empresas, exigindo tratamento único e em
                            tempo real das informações;
                                            informaç
                          – A tendência de substituição de estruturas
                                            substituiç
                            funcionais por estruturas ancoradas em
                            processos;
                            processos;
                          – A integração, viabilizada por avanços na
                              integraç                    avanç
                            tecnologia de informação, dos vários sistemas
                                          informaç          vá
                            de informação em um sistema único.
                                informaç




                                                                      ERP



                       ASPECTOS DA NECESSIDADE
                         Melhor Atendimento ao Cliente
                         Integração das Funções e Informações da
                         Integraç        Funç       Informaç
                         Empresa
                         Integração com os Fronteiras Externas
                         Integraç
                          – Fornecedores
                          – Clientes
                          – Governo
                          – Mercado
                          – Parceiros e outras unidades, etc




Prof. José Miguel Sacramento                                                33
ERP



                      CONSIDERAÇÕES SOBRE A IMPLANTAÇÃO
                       Resultados observados em pesquisa:
                        – Mecanismos que permeiam sobre a
                          adoção e implementação de SIG
                          correspondem àqueles relacionados à
                          adoção de modas e modismos gerenciais,
                          pressão externa e pouco alinhamento com
                          a estratégia
                        – Critérios de adoção nem sempre feitos por
                          análise de impacto financeiro.
                                          Fonte: Wood Jr., Thomaz, Pesquisa sobre SIG - NPP, EAESP-FGV
                                                                                             EAESP-




                                                                                              ERP



                      CONSIDERAÇÕES SOBRE A IMPLANTAÇÃO
                       Resultados observados em pesquisa:
                        – A forma de implantação não considera
                          fatores-chaves relacionados à:
                           – Transformação organizacional - Pessoas
                           – Gestão de Mudança
                        – Resultados obtidos ficam abaixo da
                          expectativa
                           – Decisões erradas quanto à adoção
                           – Erro na metodologia - forma de
                             implantação.




Prof. José Miguel Sacramento                                                                             34
ERP



                      CONSIDERAÇÕES FINAIS
                         Arquitetura do sistema é fundamental -
                         alinhada com a estratégia.
                         Tecnologia não é restrição.
                         Tratamento adequado da Gestão de
                         Mudança e Organizacional.
                         Componentes dedicados são essenciais -
                         segmentação para atender bem
                         especialidades e especificidades.
                         Custo Benefício e Custo Total de
                         Propriedade.




                         MRP III
                          – O que é ?
                          – MRP II + Kanban
                          – O caso WEG




Prof. José Miguel Sacramento                                            35
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DOS
                   SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO                       JIT

                                                Bill of materials            JIT
                                        ´60                           BOM
                                                  Automático

                                                                                   JIT
                                                                             MRP
                                                 MRP - Material                          Es
                      Revolu ção TI




                                        ´70 Requirements Planning            BOM            co
                                                                                              po
                      Revoluç




                                                                                   MRPII           JIT
                                                                                   MRP
                                              MRPII - Manufacturing
                                        ´80    Resources Planning                  BOM                           JIT
                                                                                                         ERP
                                                                                                         MRPII
                                               ERP - Enterprise                                          MRP
                                        ´90   Resources Planning                                         BOM




                                                              REALIDADE INDUSTRIAL
                                                             OCIDENTAL PÓS GUERRA

                                      Pouca diversificação de produtos
                                             diversificaç
                                      Produtos com longos ciclos de vida
                                      Poucos concorrentes
                                      Mercado interno em expansão
                                      Padrões de consumo conhecidos
                                      Sistemas produtivos eficientes
                                      Canais de distribuição montados
                                                 distribuiç
                                      Mão de obra experiente e abundante
                                      Bom nível de Qualidade e Produtividade
                                           ní
                                      Matérias primas disponíveis
                                      Maté              disponí
                                      Recursos naturais, financeiros, energéticos e
                                                                      energé
                                      tecnológicos abundantes
                                      tecnoló
                                      Espaço disponível.
                                      Espaç disponí




Prof. José Miguel Sacramento                                                                                           36
SISTEMA DE PCP VIGENTE


                           Previsão de demanda
                           Planejamento das requisições de
                           materiais
                           Ordens de compra e produção
                           Follow up




                               REALIDADE INDUSTRIAL JAPONÊSA
                                                  PÓS GUERRA
                         Mercado interno “inexistente”
                                            inexistente”
                         Mercado mundial desconhecido
                         Grande concorrência internacional
                         Grande diversificação de produtos
                                 diversificaç
                         Produtos com ciclos de vida e demandas desconhecidos
                         Canais de distribuição precários
                                    distribuiç precá
                         Distante dos consumidores finais
                         Sistemas produtivos ineficientes e com baixa qualidade
                         Mão de obra escassa e inexperiente
                         Matérias primas escassas e fornecedores distantes
                         Maté
                         Escassez de recursos naturais, financeiros, energéticos e
                                                                     energé
                         tecnológicos
                         tecnoló
                         Pouco espaço.
                                espaç




Prof. José Miguel Sacramento                                                         37
JAPÃO PÓS GUERRA:
                                    O AMBIENTE OPERACIONAL
                         Grande diversificação de produtos
                         Grande aumento da demanda
                         Mercados desconhecidos
                         Desenvolvimento contínuo de novos produtos
                         Alta produção simultânea de produtos
                         diferentes
                         Fornecedores globais
                         Clientes globais
                         Grande concorrência internacional...




                        IMPLICAÇÕES DO NOVO
                       AMBIENTE OPERACIONAL

                         Processos flexíveis
                         Alta qualidade
                         Aumento exponencial da quantidade de
                         soluções requeridas
                         Rápido processamento de informações
                         Aumento proporcional na velocidade nas
                         decisões...




Prof. José Miguel Sacramento                                          38
A CULTURA INDUSTRIAL JAPONESA
                                      NO PERÍODO PÓS GUERRA
                         Hierarquia rígida
                         Empregados sem iniciativa
                         Severa punição por erros cometidos
                         Restrição ao conhecimento:
                          – Atividades departamentalizadas
                          – Isolamento do indivíduo e restrição à visão
                                          indiví      restriç
                            global
                         Cliente interno: inimigo
                         Cliente externo: mal necessário




                               O MODELO INDUSTRIAL JAPONÊS
                                    NO PERÍODO PÓS GUERRA
                           Lay out funcional
                           Planejamento e Controle de Produção
                           (PCP) tradicional
                           Grande quantidade de material em
                           processo.
                           Altos índices de retrabalho e refugo
                           Pouca flexibilidade
                           Grande lead time (tempo de resposta)




Prof. José Miguel Sacramento                                              39
SUPERMERCADO




                               SUPERMERCADO NA INDÚSTRIA




Prof. José Miguel Sacramento                               40
QUEBRANDO O PARADIGMA


                           TODOS OS SISTEMAS EXISTENTES DE
                           PCP EMPURRAVAM AS ORDENS DE
                           PRODUÇÃO
                           SISTEMA SUPERMERCADO PUXARIA
                           A PRODUÇÃO (NÃO AS ORDENS DE
                           PRODUÇÃO)




                                    O SISTEMA DE EMPURRAR




                 COMPRAS                             VENDAS



                               WIP?

Prof. José Miguel Sacramento                                  41
O SISTEMA DE PUXAR




                 COMPRAS                                 VENDAS




                                           APLICAÇÃO INICIAL


                           TOYOTA
                           RESULTADOS
                           ELO CRÍTICO NA SUPPLY CHAIN




Prof. José Miguel Sacramento                                      42
SUPERMERCADO
                                               O sistema de puxar
                                               Linha
                                                de
                                                            células
                                  células    montagem

                         célula
                                                                      célula




                                  O SISTEMA SUPERMERCADO DE
                                                  PRODUÇÃO

                         Gerenciador de fluxo perfeito
                         Regula o estoque máximo
                                             má
                         Prioriza produção
                                  produç
                         Identifica gargalos de produção
                                                 produç
                         Exige alta qualidade
                         Permite alta flexibilidade
                         Permite visualização do mercado
                                  visualizaç
                         Descobre problemas de produção
                                                   produç
                         Cria vínculo cliente-fornecedor
                              ví      cliente-
                          Como transformar esta descoberta em uma vantagem
                                        competitiva sustentável?
                                                    sustentá




Prof. José Miguel Sacramento                                                   43
O QUE É KANBAN


                        SUA FUNÇÃO BÁSICA É GERENCIAR O FLUXO
                              DE MATERIAL ENTRE CLIENTE E
                                     FORNECEDOR.
                         Em japonês significa cartão
                         É um cartão que é vinculado
                         permanentemente a um contentor com
                         uma quantidade definida de peças
                         É uma autorização para produção desta
                         peça.




                                          UM CARTÃO KANBAN


                               PEÇA: 123.098
                               DESCRIÇÃO: MANGA DE EIXO
                               QTD : 25 PEÇAS
                               ORIGEM: MÁQUINA 45FA
                               DESTINO: SUB MONTAGEM
                               SM34




Prof. José Miguel Sacramento                                     44
KANBAN


                                COMO CALCULAR A QUANTIDADE DE
                                CARTÕES ENTRE CADA CLIENTE -
                                FORNECEDOR?




                         KANBAN: COMO CALCULAR A QUANTIDADE DE CARTÕES
                               PARA CADA RELAÇÃO CLIENTE - FORNECEDOR?
                                         RELAÇ
                                PEÇAS



                       D
                   DEMANDA
                   DIÁRIA
                                                         VELOCIDADE MÉDIA DE CONSUMO DO CLIENTE
                   DO CLIENTE
                                                                     D / Tc


                      ESTOQUE
                      MÍNIMO =
                        n.Q




                                                                                                  HORAS
                                                   Tr
                                                                                Tc
                                            TEMPO DE RESPOSTA
                                                                               QTD DE HORAS
                                 D . Tr                                        TRABALHADAS POR DIA
                   n.Q   = ---------- X ( 1 +ALPHA)                            PELO CLIENTE
                             Tc .




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KANBAN


                                       D . Tr
                               n = --------- X ( 1 +ALPHA)
                                       Q . Tc




                                                             KANBAN


                                       D . Tr
                               n = --------- X ( 1 +ALPHA)
                                       Q . Tc

                         O ESTOQUE é diretamente proporcional
                               ao TEMPO DE RESPOSTA




Prof. José Miguel Sacramento                                          46
COMPONENTES DO TEMPO DE
                                                 RESPOSTA


                           Obter informação
                           Fila de espera
                           Preparação da máquina
                           Produção de peças p/ contentor
                           Inspeção de qualidade
                           Manutenção do equipamento
                           Transporte




                               EXERCÍCIO: CÁLCULO QTD KANBAN


                        Cliente:
                        Trabalha 15 horas/dia
                        Consome 1600 peças/dia
                        Fornecedor:
                        Tempo de resposta 2 horas e 30 minutos
                        Capacidade do contentor: 60 peças
                        Alfa assumido: 5%

                        QUAL A QUANTIDADE MÍNIMA DE KANBANS NECESSÁRIA
                                          MÍ                NECESSÁ
                          PARA NÃO INTERROMPER O FLUXO ENTRE CLIENTE E
                                          FORNECEDOR?




Prof. José Miguel Sacramento                                             47
KANBAN



                                     1600 . 2,5
                                 n = -------------- X ( 1 +,05)
                                       60 . 15

                                                n = 4,67
                                                 n=5




                               CÁLCULO DO TEMPO DE RESPOSTA
                                                       REAL

                         Obter informação......................................10
                                informaç
                         Fila de espera...........................................35
                         Preparação da máquina............................30
                         Preparaç            má
                         Produção de peças p/ contentor...............10
                         Produç           peç
                         Inspeção de qualidade................................5
                         Inspeç
                         Manutenção do equipamento....................40
                         Manutenç
                         Transporte..................................................20
                         Total.........................................................150
                         Total.........................................................150
                         min
                         Cliente trabalha             15 horas/dia
                         Fornecedor trabalha 13 horas/dia




Prof. José Miguel Sacramento                                                                 48
KANBAN



                                      1600 . 4,5
                                  n = -------------- X ( 1 +,05)
                                         60 . 15

                                                        n = 8,4
                                                         n=9




                                                                                              KANBAN


                                          D . Tr
                                     n = --------- X ( 1 +ALPHA)
                                          Q . Tc

                        O ESTOQUE é diretamente proporcional ao
                                     TEMPO DE RESPOSTA
                           D.T     (INFORMAÇÃO, FILA, SET UP, PRODUÇÃO, INSPEÇÃO, MANUTENÇÃO, TRANSPORTE)
                                   (INFORMAÇ                  PRODUÇ    INSPEÇ    MANUTENÇ

                       n = ----------------------------------------- X ( 1
                         +ALPHA)
                               Q . Tc




Prof. José Miguel Sacramento                                                                                49
TEMPO DE RESPOSTA X
                                               COMPOSIÇÃO DO ESTOQUE



                           OPERAÇÃO                                               OPERAÇÃO

                                  A                                                        B




                                      INFORMAÇÃO   TRANSPORTE SET UP   PRODUÇÃO INSPEÇÃO
                                           7            5       3          1        4




                                                       UM QUADRO DE KANBAN


                               123.456       234.567            345.678           456.789




Prof. José Miguel Sacramento                                                                   50
UM QUADRO DE KANBAN


                               123.456   234.567   345.678   456.789




                                              UM QUADRO DE KANBAN


                               123.456   234.567   345.678   456.789




Prof. José Miguel Sacramento                                           51
APLICAÇÃO EM SUPRIMENTOS
                                   ”SISTEMA VISUAL PARA SOLICITAÇÃO DE COMPRAS”




                                                     AMBIENTE MULTI-FUNCIONAL




                                37 ITENS



                                                           48 ITENS




                                                                  KANBAN


                                       D . Tr
                               n = --------- X ( 1 +ALPHA)
                                       Q . Tc

                         O ESTOQUE é diretamente proporcional
                               ao TEMPO DE RESPOSTA




Prof. José Miguel Sacramento                                                      52
FERRAMENTAS JIT & TEMPO DE
                                                     RESPOSTA

                         Obtenção da informação:
                          – Kanban, lay out
                         Fila de espera:
                          – Redução do tamanho do lote
                            Reduç
                         Preparação da máquina:
                          – Set up rápido, SMED, OTED
                                   rá
                         Produção de peças p/ contentor:
                          – Análise de valor, automação, salto
                            Aná               automaç
                               tecnológico
                               tecnoló




                                FERRAMENTAS JIT & TEMPO DE
                                                 RESPOSTA
                         Inspeção de qualidade:
                          – Poka yoke, CEP
                         Manutenção do equipamento:
                          – MPT
                         Transporte:
                          – Lay out, lay out celular




Prof. José Miguel Sacramento                                     53
JIT: DISSEMINANDO O CONHECIMENTO
                          O processo JIT exige a transferência da
                              responsabilidade para os próprios
                                 executantes das operações.
                         Uma pessoa sem informação não pode
                         assumir responsabilidade.
                         Uma pessoa bem informada não poderia
                         esquivar-se de assumir responsabilidade.
                         Responsabilidade deve estar associada à
                         CAPACIDADE DE SOLUCIONAR OS
                         PROBLEMAS!




                               COMO REDUZIR AS CENTENAS DE
                                 ESTOQUES EXISTENTES ENTRE
                                   CLIENTES E FORNECEDORES
                         Toda melhoria é uma mudança
                         Toda mudança causa insegurança
                       Portanto:
                         Toda melhoria causa insegurança !

                          Retirando e adicionando novamente um
                          cartão do sistema kanban podemos fazer
                            um problema aparecer e desaparecer
                                         novamente.




Prof. José Miguel Sacramento                                        54
O ESTOQUE E OS PROBLEMAS




                               SET UP   MANUTENÇÃO

                                                 QUALIDADE
                                                             PROCESSO




                                   O ESTOQUE E OS PROBLEMAS




                               SET UP   MANUTENÇÃO

                                                 QUALIDADE
                                                             PROCESSO




Prof. José Miguel Sacramento                                            55
O ESTOQUE E OS PROBLEMAS




                                 SET UP     MANUTENÇÃO

                                                     QUALIDADE
                                                                 PROCESSO




                                          REDUZINDO OS ESTOQUES




                   Q= 25 PEÇAS            Q= 25 PEÇAS            Q= 25 PEÇAS
                   n= 5                   n= 4                   n= 2
                   ESTOQUE= 125 PEÇAS     ESTOQUE= 1OO PEÇAS     ESTOQUE= 50 PEÇAS




Prof. José Miguel Sacramento                                                         56
REDUZINDO OS ESTOQUES




                   Q= 1 PEÇAS         Q= 1 PEÇAS         Q= 1 PEÇAS
                   n= 4               n= 3               n= 2
                   ESTOQUE= 4 PEÇAS   ESTOQUE= 3 PEÇAS   ESTOQUE= 2 PEÇAS




                                                              KANBAN


                           O kanban só estará sendo utilizado em
                           sua plenitude se estiver caminhando
                           para a sua
                                      EXTINÇÃO!




Prof. José Miguel Sacramento                                                57
E ONDE HÁ DESEMPREGO?


                           Administração de Recursos Humanos
                           deve monitorar:
                               –Nível de capacitação e
                                          capacitaç
                               –Estágio evolutivo nas várias relações
                                Está                  vá     relaç
                               cliente-fornecedor
                               cliente-

                               mantendo reserva de material humano para
                               aprimoramento de processos ou
                               necessidades de ampliação do quadro .
                                               ampliaç




                                                                 KANBAN


                         Gerenciador de fluxo
                         Organizador do processo de redução dos
                         estoques
                         Priorizador de atividades e do processo
                         de transferência de conhecimento
                         Administrador do Kaizen...
                        ...MAS NÃO AUMENTA A CAPACIDADE DE
                                PRODUÇÃO DA EMPRESA !




Prof. José Miguel Sacramento                                              58
O QUE NASCEU PRIMEIRO:
                                              JIT OU KANBAN?

                         Kanban- ferramenta tão poderosa que é
                         confundida com o sistema Just In Time.
                         Just In Time é uma filosofia administrativa
                         que dispõe de várias ferramentas, entre
                         elas o kanban.
                         Por sua importância o kanban é a espinha
                         dorsal do JIT.




                                        FILOSOFIA JUST IN TIME


                         Aumentar a lucratividade através da
                         redução de custo ou aumento da
                         produtividade.
                         A redução de custo e aumento da
                         produtividade são conseguidos através da
                         redução do DESPERDÍCIO.




Prof. José Miguel Sacramento                                           59
OS PRINCIPAIS DESPERDÍCIOS


                                 Transporte
                                 Super produção
                                 Defeituosos
                                 Tempo de espera
                                 Processo
                                 Estoque
                                 Movimentação
                                 Potencial Humano




                                                 OPERAÇÃO INDIVIDUAL
                                                 OPERAÇ
                                              OPERAÇÃO CONJUNTA
                                              OPERAÇ
                                         LAY OUT CELULAR
                         Redução de custo ou ganho de
                         produtividade com redução do desperdício
                         em TRANSPORTE.
                         Redução de custo ou ganho de
                         produtividade com redução do desperdício
                         em FORÇA DE TRABALHO.




Prof. José Miguel Sacramento                                           60
LAY OUT FUNCIONAL


                   ENTRADA




                                                             SAÍDA
                               •20 MÁQUINAS •20 OPERADORES




                                               LAY OUT CELULAR:
                                        hora homem x hora máquina


                 Op. 01



                 Op. 02



                 Op. 03




                 Op. 04




Prof. José Miguel Sacramento                                         61
LAY OUT CELULAR:
                               hora homem x hora máquina


                 Op. 01




                                      LAY OUT CELULAR:
                               hora homem x hora máquina


                 Op. 01




Prof. José Miguel Sacramento                               62
LAY OUT CELULAR:
                                        hora homem x hora máquina


                    COM 4 CÉLULAS




                                                •20 MÁQUINAS  ( 0% )
                                                •8 OPERADORES ( - 60% )
                                                •ESTOQUE      ( - 60% )




                                                           LAY OUT


                               ARRANJO FÍSICO é a organização das
                                 pessoas e do processo no espaço.

                         -O melhor arranjo físico de um grupo pode
                                    ser inviabilizado pela
                                 INCAPACITAÇÃO DE SEUS
                                       COMPONENTES




Prof. José Miguel Sacramento                                              63
POLIVALÊNCIA


                               Multifuncionalidade
                               otimização do uso da mão de obra
                               otimizaç
                               quebra de rotina (ler)
                               aumento do nível de conhecimento
                                            ní
                               valorização do operador
                               valorizaç
                               motivação e confiança
                               motivaç      confianç
                               reforça conceito cliente >fornecedor
                               reforç
                               controla qualidade e quantidade do próprio
                                                                   pró
                               trabalho
                               aumenta oportunidades para melhoramento
                               contínuo.
                               contí




                                                       EVOLUÇÃO SISTEMA JIT
                 Peças
                 produzidas
                 por hora
                 homem      113 -
                 trabalhada

                            88 -



                            55 -
                            50 -                                   +126%
                                                        +76%
                                               +10%

                                    Empurrar   Puxar     Lay out   Grupo de
                                                         Celular   Manufatura




Prof. José Miguel Sacramento                                                      64
EVOLUÇÃO DO LAY OUT


                                Operação individual
                                Operações conjuntas
                                Célula
                                Grupo de células
                                Mini fábrica
                                Fábrica dentro do cliente
                                ...




                                           EVOLUÇÃO DO LAY OUT


                               Foco no processo
                               Foco no produto
                               Foco no CLIENTE




Prof. José Miguel Sacramento                                     65
ALGUNS RESULTADOS OBTIDOS


                      Instrumentos de escrita
                       • Redução de 50% da área ocupada.
                         Reduç
                       • Redução do lead time de 45 dias para 13,5 horas
                         Reduç
                       • Redução de mão de obra de 1.350 para 750 funcionários
                         Reduç                                      funcioná
                       • Aumento de qualidade.
                       • Redução do WIP em US$ 1,3 milhão.
                         Reduç
                       • Tempo de implantação 18 meses.
                                  implantaç




                                 ALGUNS RESULTADOS OBTIDOS


                           Vestuário
                           – Redução do lead time de 43 dias para no
                             Reduç
                             máximo 2 dias.
                           – Tempo de implantação: 12 meses
                                      implantaç
                           Eletrodoméstico linha branca
                           – Redução de 70% da área ocupada
                             Reduç
                           – Redução do estoque em 60%
                              Reduç
                           – Redução de 25 % da mão de obra
                             Reduç
                           – Tempo de implantação: 8 meses
                                      implantaç




Prof. José Miguel Sacramento                                                     66
EVOLUÇÃO TÍPICA
                                                    SISTEMA JIT KANBAN


                  WIP
                  US$ MI   2,0
                                                                       ANO 2
                           1,8
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                            A quantidade de células em empresas
                            de serviço crescerão muito mais
                            rapidamente do que em empresas
                            industriais.
                                                              Karl Albrecht




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Apostila da disciplina de Gestão de Operações

  • 1. CURSO DE PÓS–GRADUAÇÃO LATO SENSU Gestão de Operações Professor José Miguel Sacramento Joinville – SC Setembro de 2010 © Professor José Miguel Sacramento 0
  • 2. 10 e 11/09/2010 Gestão de Operações José Miguel Sacramento 15 e 16/10/2010 Gestão de Operações José Miguel Sacramento Através da introdução de conceitos, filosofias e técnicas criar a atitude e fornecer o conjunto de ferramentas necessário para a busca contínua da excelência na gestão de operações. 1. Os Sistemas Integrados de Gestão: apresentação da evolução históricas dos sistemas de gestão e sua aplicação. 2. Administração através das pessoas: Uma visão mais abrangente da filosofia Just in Time – criando uma base para o melhoramento contínuo. 3. A Gestão de operações sob a ótica de resultados: A aplicação da Teoria das Restrições no dia-a-dia da Gestão de Operações Através de exemplos, exercícios e debates preparar o aluno para a aplicação do conhecimento recebido. Exercício a ser realizado pelos alunos em classe e entregue ao final do curso. FULLMAN, C. e outros. MRP, MRP II, MRP III (MRP+JIT/Kanban), IMAM OHNO, Taiichi; O Sistema Toyota De Produção, Editora Bookman; 1997 MONDEN, Y.; Toyota Production System, 3rd Edition; Editora Norcross;1998 DAVIS, AQUILANO e CHASE. Fundamentos de Administração da Produção. 2000. Editora Bookman. SLACK, N. Administração da Produção. 1997; Editora Atlas. PORTER, M.., Vantagem Competitiva; Editora Atlas, SP, 1993. GOLDRATT, E., The Haystack Syndrome; Ed. Goldratt Centre. GOLDRATT, E. M. e FOX, R. E., A Meta, 1990 – IMAM, e A Corrida pela Vantagem Competitiva, 1989 –IMAM CSILLAG, J.M. e CORBETT, T., Utilização da teoria das restrições no ambiente de manufatura em empresas no Brasil, 1998 – NPP – FGV SP CORRÊA, H. L.; GIANESI, I.G.N. e CAON, M., Planejamento e Controle da Produção, 2001 – Atlas © Professor José Miguel Sacramento 1
  • 3. ! "# $ % & Engenheiro Mecânico pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Pós-graduado em Administração de Empresas pela EAESP - Fundação Getúlio Vargas. Doutorando em Gestão Tecnológica pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares da Universidade de São Paulo. Consultor de empresas e professor do POI – Departamento de Produção e Operações Industriais da Fundação Getulio Vargas - São Paulo. Mais de 35 anos atuando como executivo e consultor em empresas dos segmentos de autopeças, têxtil, varejo, instrumento de escrita, alimentação, moda, construção civil, eletrodoméstico entre outros. Especialista em Planejamento Estratégico, Gestão Empresarial, Gestão de marcas, Qualidade e Produtividade, Logística, Just in Time e Teoria das Restrições. © Professor José Miguel Sacramento 2
  • 4. Sustentare GESTÃO DE OPERAÇÕES Aulas 1 e 2 Professor: J. Miguel Sacramento miguel.sacramento@fgv.br A FUNÇÃO BÁSICA DA FUNÇ BÁ ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS PRODUTIVOS ADMINISTRAÇ Planejar as necessidades futuras de capacidade (recursos) Planejar compras (físico - financeiro) (fí Planejar os níveis adequados de estoque (físico ní (fí - financeiro) Programar atividades de produção. produç Ter capacidade de informar. – Prometer o menor prazo possível e cumprir. possí – Reagir eficazmente as alterações. alteraç Prof. José Miguel Sacramento 1
  • 5. DEMANDA INDEPENDENTE E DEPENDENTE A ESTRUTURA DO PRODUTO Demanda independente Demanda dependente Estrutura de produto Lapiseira P207 Corpo Presilha Miolo Ponteira Tampa externo de bolso 10g .01g 5g 2g Plástico Corante Tira Corpo da Guia da Tira ABS azul .2 mm ponteira ponteira .1 mm 4x Conjunto Miolo Grafite borracha interno Borracha Capa da Mola Corpo do Conjunto borracha miolo garra 2 cm 2g 7g .05g 3x Fio de Tira Plástico Corante Suporte Capa Garras borracha .1 mm ABS preto da garra da garra Prof. José Miguel Sacramento 2
  • 6. Sistemas Integrados de Gestão: Evolução Histórica Evoluç Histó Bill of Materials ´60 Automático BOM Automá Revolu ção T I MRP MRP - Material Es ´70Requirements Planning Revoluç BOM co po MRPII MRP MRPII - Manufacturing ´80 Resources Planning BOM ERP MRPII ERP - Enterprise MRP ´90 Resources Planning BOM SISTEMAS INTEGRADOS O QUE É MRP, MRP II, MRP III, ERP MRP - Materials Requirements Planning – Sistema inventado no fim da década de 60 que realiza a explosão de materiais. MRP II - Manufacturing Resources Planning – Evolução do MRP com integração de informações para planejamento dos recursos necessários. Prof. José Miguel Sacramento 3
  • 7. SISTEMAS INTEGRADOS O QUE É MRP, MRP II, MRP III, ERP MRP III = MRP II + JIT Kanban ERP - Enterprise Resources Planning – Conceituado em 1991, inclui qualidade e workflow, integrando apontamentos até o razão. MERCADO BRASILEIRO: 1,3 Milhão de lavadoras (4o. mercado do mundo) 95,1 milhões de litros de shampoo 61 bilhões de litros de refrigerantes ( 3o. mercado do mundo) 1,9 bilhão de fraldas descartáveis descartá 1,9 bilhão de pacotes de 500g de macarrão 1,6 bilhão de potes de margarina de 250 gramas 118 milhões de calças jeans calç 3 milhões de geladeiras (4o. mercado do mundo) 126 milhões de escovas de dente 3.1 milhões de veículos (2009) veí Prof. José Miguel Sacramento 4
  • 8. MERCADO BRASILEIRO: (1970) 20 modelos de automóveis (2003) 451 modelos de automóveis Os automóveis atuais tem 100 vezes mais fiação e 10 vezes mais componentes do que os fabricados em 1970. (2004) Mais de 25 bilhões de componentes. O COMÉRCIO ELETRÔNICO Em 2003, o e-commerce mundial atingiu US$ 3,2 trilhões, e- Em 2008, eram 875 milhões de consumidores com crescimento de 40% ao ano. Faturamento no Brasil (exceto leilões e autos) 2001 = R$ 0,54 bilhão 2002 = R$ 0,85 bilhão (+ 55% ref. 2001) 2003 = R$ 1,18 bilhão (+ 39% ref. 2002) 2004 = R$ 1,75 bilhão (+ 48% ref. 2003) 2005 = R$ 2,50 bilhões (+ 43% ref. 2004) 2006 = R$ 4,40 bilhões (+ 76% ref. 2005) 2007 = R$ 6,40 bilhões (+ 45% ref. 2006) 2008 = R$ 8,20 bilhões (+ 28% ref. 2007) 2009 = R$ 10,6 bilhões (+ 29% ref. 2008 Prof. José Miguel Sacramento 5
  • 9. DEMANDA: O EFEITO CHICOTE O efeito chicote – Uma pequena variação de demanda numa variaç ponta da cadeia gera efeitos de forte variação nos elos superiores. variaç – “Nenhuma empresa é uma ilha”. ilha” O EFEITO CHICOTE Todas as operações mantêm estoques de 1 período Demanda Períodos fornecedor fabricante atacadista varejista produção Est. In. produção Est. In. compras Est. In. compras Est. In. Est. Fin. Est. Fin. Est. Fin. Est. Fin. 100 100 100 100 1 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 2 20 60 60 80 80 90 90 95 95 60 80 90 95 3 180 120 120 100 100 95 95 95 95 120 100 95 95 4 60 90 90 95 95 95 95 95 95 90 95 95 95 5 100 95 95 95 95 95 95 95 95 95 95 95 95 6 95 95 95 95 95 95 95 95 95 Prof. José Miguel Sacramento 6
  • 10. PREVISÃO DA DEMANDA MÉTODOS DE PREVISÃO Características – Repetibilidade do passado para o futuro – Erros maiores quanto mais nos aprofundamos no futuro Fatores – Disponibilidade de dados, tempo e recursos – Horizonte de previsão PREVISÃO DA DEMANDA CLASSIFICAÇÃO DOS MÉTODOS DE PREVISÃO Qualitativos: baseados no julgamento Quantitativos: baseados em modelos matemáticos Prof. José Miguel Sacramento 7
  • 11. PREVISÃO DE DEMANDA QUALITATIVOS Opinião da força de vendas Júri de opiniões de executivos Vendas Método Delphi Método Delphi Pesquisa de mercado Novas opiniões Respostas Tratamento estatístico PREVISÃO DA DEMANDA QUANTITATIVOS: Modelos matemáticos Métodos causais – Regressão linear simples – Regressão simples não linear – Regressão simples múltipla Séries temporais – Decomposição das séries – Método das médias – Média móvel ponderada – Média móvel ponderada de 1a. e 2a. Prof. José Miguel Sacramento 8
  • 12. PREVISÃO DA DEMANDA HORIZONTE DE PREVISÃO Longo prazo Médio prazo Curto prazo – Qual o melhor horizonte ... PREVISÃO DA DEMANDA HORIZONTE DE PREVISÃO hoje Horizontes de planejamento curto prazo tempo médio prazo Longo prazo Efeito da Efeito da Efeito da decisões decisão A decisão B decisão C A B C Prof. José Miguel Sacramento 9
  • 13. PREVISÃO DA DEMANDA REQUISITOS PARA UMA BOA PREVISÃO DA DEMANDA Dados históricos de vendas, período a período histó perí perí Informações relevantes que expliquem o Informaç comportamento atípico de vendas passadas atí Situação de variáveis que podem afetar o Situaç variá comportamento das vendas futuras ou estejam a ele correlacionadas; Conhecimento da conjuntura econômica atual e previsão da conjuntura econômica no futuro PREVISÃO DA DEMANDA REQUISITOS PARA UMA BOA PREVISÃO DA DEMANDA Informações de clientes que possam indicar seu Informaç comportamento no futuro Informações relevantes sobre a atuação de Informaç atuaç concorrentes que influenciem no comportamento das vendas Informações sobre decisões da área comercial Informaç que podem afetar o comportamento das vendas Articular vários setores para a elaboração da vá elaboraç previsão Prof. José Miguel Sacramento 10
  • 14. PREVISÃO DA DEMANDA REQUISITOS PARA UMA BOA PREVISÃO DA DEMANDA Conhecer os produtos e seus usos Conhecer os mercados, suas necessidades e seus comportamentos Saber analisar os dados históricos histó Conhecer a concorrência e seu comportamento Conhecer as ações da empresa que afetam a aç demanda Formar um base de dados relevantes para a previsão Trabalhar com fatos e não apenas opiniões PREVISÃO DA DEMANDA VENDAS X DEMANDA POTENCIAL • Lembrar que as vendas reais podem representar a capacidade da empresa de entregar os produtos e não a demanda potencial. Demanda Faturamento Capacidade produtiva Tempo Prof. José Miguel Sacramento 11
  • 15. PREVISÃO DA DEMANDA IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE PRELIMINAR DOS DADOS Indices de Sazonalidade 2 1,5 1996 1 1997 ESTE VALOR FOI 0,5 BAIXO POIS HOUVE FALTA DE MATÉRIA- MATÉ RIA- 0 PRIMA jun jul nov jan out fev dez set mar abr ago mai VALOR BAIXO POIS O DIRETOR COMERCIAL ESTAVA EM FÉRIAS E OS PEDIDOS GRANDES FICARAM BLOQUEADOS (E FORAM PERDIDOS) PRÓXIMAS ETAPAS Definida a demanda para os itens de demanda independente, Fazer o PLANEJAMENTO AGREGADO para produção dos itens de demanda dependente (necessários para atender a demanda dos itens de demanda independente). Prof. José Miguel Sacramento 12
  • 16. NÍVEIS HIERÁRQUICOS DE PLANEJAMENTO Longo mês 1 mês 2 mês 3 mês 12 prazo Famílias Médio sem 1 sem 2 sem 3 sem 4 sem 5 sem 6 sem 11sem 12 prazo Produtos Curto sem 1 sem 2 sem 3 sem 4 prazo Componentes Curtíssimo seg ter qua qui sex sab prazo Operações desagregação PLANEJAMENTO AGREGADO Processo de balanceamento da produção com a demanda, projetada para horizontes de tempo em geral de 6 a 12 meses. Procura-se combinar o uso de recursos produtivos para atender a demanda a um custo minimizado. Prof. José Miguel Sacramento 13
  • 17. POSIÇÃO DO PLANEJAMENTO AGREGADO PLANEJAMENTO DA CAPACIDADE PLANEJAMENTO AGREGADO PROGRAMA MESTRE DE PRODUÇÃO PRODUÇ ETAPAS DO PLANEJAMENTO AGREGADO Previsão de demanda. Escolha das alternativas que influenciarão: a demanda e/ou níveis de produção. produç ão. Determinar para cada período quais das perí alternativas previamente escolhidas serão usadas para minimizar custos ou maximizar resultado. Prof. José Miguel Sacramento 14
  • 18. COMO INFLUENCIAR DEMANDA Propaganda Promoções e preços diferenciados Reservas e demoras na liberação de produtos e serviços Desenvolvimento de produtos complementares COMO INFLUENCIAR A PRODUÇÃO Contratação e demissão Horas extras e redução da jornada de trabalho Estocagem Subcontratação Prof. José Miguel Sacramento 15
  • 19. PLANEJAMENTO AGREGADO: MÉTODOS DE MONTAGEM Modelo de tentativa e erro –Estratégias escolhidas Modelo de programação linear –Constantes –Restrições –Função objetivo CONCEITOS BÁSICOS O ciclo fechado - closed loop A lógica do MRP (Material Requirements Planning) O programa mestre de produção Planejamento das Necessidades de Material (PNM) Prof. José Miguel Sacramento 16
  • 20. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO ADMINISTRAÇ PRODUÇ MRP II: O CICLO FECHADO PLANEJAMENTO EMPRESARIAL PLANEJAMENTO DE VENDAS PLANEJAMENTO DE PRODUÇÃO PRODUÇ OK? NÃO LISTA DE MATERIAIS PLANEJAMENTO DE CAPACIDADE DISPONIBILIDADE DE MATERIAIS PROGRAMAÇÃO MESTRE PROGRAMAÇ SEQUÊNCIA DE PLANEJAMENTO DE MATERIAIS OPERAÇÕES OPERAÇ OK? NÃO CONTROLE DE FABRICAÇÃO FABRICAÇ COMPRAS MEDIDAS DE DESEMPENHO A LÓGICA DO MRP LÓ A ESTRUTURA DO PRODUTO Demanda independente Demanda dependente Prof. José Miguel Sacramento 17
  • 21. O PROGRAMA MESTRE O PROGRAMA MESTRE Agenda Definição do programa mestre Definição de produto Erros comuns Benefícios do programa mestre O PROGRAMA MESTRE DEFINIÇÃO DO PROGRAMA MESTRE O programa mestre é uma declaração de todas as necessidades de produção em termos de: o que, o quanto e quando produzir? Deve ser : – Detalhado, escalonado, realista (que se possa acreditar), por escrito e aprovado. Prof. José Miguel Sacramento 18
  • 22. O PROGRAMA MESTRE DEFINIÇÃO DE PRODUTO O que é produto ? Como definir: – Modelo - representa a função básica e desenho padrão do produto – Característica - representa uma sub- função variável e obrigatória – Opção - representa a função adicional não obrigatória do produto O PROGRAMA MESTRE DEFINIÇÃO DE PRODUTO Lista modular modelo Automóvel básico 1 Motores 4 características Transmissão 3 Assentos 3 Direção 2 Freios 2 3 combustíveis Pneus 4 5 cores Rádio 4 opção console 2 Total de listas modulares (grupos) 27 Total de combinações (produtos distintos) 4.608 69.120 produtos Prof. José Miguel Sacramento 19
  • 23. O PROGRAMA MESTRE LISTA DE PLANEJAMENTO Plano de Produção FAMÍLIA DE PRODUTOS GRUPO DE PRODUTOS Programa Mestre PRODUTOS ESPECÍFICOS O PROGRAMA MESTRE A GRANDE NEGOCIAÇÃO SE VOCE PODE ISSO... $ 25% 25 25 25 25 $ 47 17 23 ...EM VEZ DISSO 13 Prof. José Miguel Sacramento 20
  • 24. O PROGRAMA MESTRE ALGUNS ERROS COMUNS Sobrecarregado - o programa total está sobrecarregado Carga excessiva no período inicial - quantidade excessiva de ordens em atraso ou acumuladas no início de períodos Instável - falta de políticas de limites de tempo que considerem a disponibilidade de materiais e de capacidade O PROGRAMA MESTRE ALGUNS ERROS COMUNS Incompleto - somente os produtos padrão, não incluídos os produtos especiais ou peças de reposição. Curta visão - não inclui os tempos decorridos (compras e de fabricação acumulados) Lista de desejos - os desejos da gerência versus programação para que os desejos aconteçam. Prof. José Miguel Sacramento 21
  • 25. O PROGRAMA MESTRE BENEFÍCIOS Melhoria no serviço aos clientes Redução dos estoques Uso eficiente da capacidade Custos reduzidos Melhor designação de responsabilidades A LÓGICA DO MRP LÓ PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIAL Cálculo da necessidade de materiais de item de demanda dependente: – Programa mestre de itens de demanda independente – Lista de materiais – Posição dos estoques ( físico – empenho – quantidade à receber) fí – Prazos de entrega – Critérios para dimensionamento de lote Prof. José Miguel Sacramento 22
  • 26. PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIAL VISÃO GERAL FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO CALCULAR MANTER PLANEJAR NECESSIDADES PRIORIDADES PEDIDOS PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIAL VISÃO GERAL PROGRAMA MESTRE PNM ESTOQUES SUGESTÕES SOBRE AÇÕES Prof. José Miguel Sacramento 23
  • 27. PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIAL PROCEDIMENTOS DO MRP Repartição do horizonte de planejamento (finito) em intervalos regulares Cálculo de necessidades brutas e líquidas distribuídas no tempo PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIAL LÓGICA DO PNM Atuar sobre ordens já cadastradas já – Adiar – Antecipar – Cancelar Atuar sobre necessidades – Abrir ordens Através de: Atravé – Manutenção da validade das datas de vencimento Manutenç – Satisfação das prioridades Satisfaç – Redução de faltas Reduç – Minimização de estoque Minimizaç Prof. José Miguel Sacramento 24
  • 28. PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIAL LÓGICA DO PNM VISÃO DO PNM NÍVEL-A-NÍVEL EXPLODIR LISTA PRÓXIMO NÍVEL 1. CALCULAR NECESSIDADES BRUTAS 2. DEFINIR NECESSIDADES LÍQUIDAS 3. ATUAR SOBRE ORDENS - PLANEJAR NÃO EXISTENTES - REPROGRAMAR EXISTENTES 4. COMPENSAR TEMPO DECORRIDO NÍVEL ATUAL PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIAL A FICHA TÉCNICA Importância Fidelidade Atualização Prof. José Miguel Sacramento 25
  • 29. PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIAL RELATÓRIOS RESULTANTES Ações sobre ordens – O que, quando e quanto ? Todas as informações de todos os itens – Necessidades no tempo – Origem da necessidade – Estoque projetado no tempo – Ação tomadas sobre as ordens PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIAL GARANTINDO O FUNCIONAMENTO DO PNM PROGRAMA MESTRE GERÊNCIA PROGRAMA DE PROGRAMA DO PRODUÇÃO ELES FORNECEDOR CONFIAM MESTRES COMPRADORES Prof. José Miguel Sacramento 26
  • 30. SISTEMAS INTEGRADOS A LÓGICA DO MRP: EXERCÍCIO Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer A 2 Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer C 1 Lead time = 2 Quantidade mínima = 60 peças B 1 CONSIDERANDO UM ÚNICO PRODUTO C 2 Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer D EXERCÍCIO DE CÁLCULO DE MRP PRODUTO ACABADO A: Lead Time =1 Qtd = qualquer PERÍODO PERÍ 1 2 3 4 5 6 7 8 9 NEC. BRUTA A 40 40 15 30 DISPONÍVEL DISPONÍ 15 NEC. LÍQUIDA LÍ DATA RECEBIMENTO DATA LIBERAÇÃO LIBERAÇ Data de recebimento = data de entrada do produto no estoque Data de liberação = data da autorização para saída do produto do fornecedor Prof. José Miguel Sacramento 27
  • 31. SISTEMAS INTEGRADOS A LÓGICA DO MRP: EXERCÍCIO Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer A 2 Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer C 1 Lead time = 2 Quantidade mínima = 60 peças B 1 C 2 Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer D EXERCÍCIO DE CÁLCULO DE MRP COMPONENTE B: Lead Time =2 Qtd = 60 peças PERÍODO PERÍ 1 2 3 4 5 6 7 8 9 NEC. BRUTA->A BRUTA- 25 40 15 30 NEC. BRUTA B 25 40 15 30 DISPONÍVEL DISPONÍ 30 NEC. LÍQUIDA LÍ DATA RECEBIMENTO DATA LIBERAÇÃO LIBERAÇ Prof. José Miguel Sacramento 28
  • 32. SISTEMAS INTEGRADOS A LÓGICA DO MRP: EXERCÍCIO Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer A 2 Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer C 1 Lead time = 2 Quantidade mínima = 60 peças B 1 C 2 Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer D EXERCÍCIO DE CÁLCULO DE MRP COMPONENTE C: Lead Time =1 Qtd = qualquer PERÍODO PERÍ 1 2 3 4 5 6 7 8 9 NEC. BRUTA -> A 50 80 30 60 NEC. BRUTA -> B 60 60 NEC. C avulsa (1) 50 70 60 NEC. BRUTA DISPONÍVEL DISPONÍ 9 NEC. LÍQUIDA LÍ DATA RECEBIMENTO DATA LIBERAÇÃO LIBERAÇ (1) Item vendido separadamente Prof. José Miguel Sacramento 29
  • 33. SISTEMAS INTEGRADOS A LÓGICA DO MRP: EXERCÍCIO Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer A 2 Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer C 1 Lead time = 2 Quantidade mínima = 60 peças B 1 C 2 Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer D EXERCÍCIO DE CÁLCULO DE MRP COMPONENTE ou MP D: Lead Time =1 período Q = qualquer PERÍODO PERÍ 1 2 3 4 5 6 7 8 9 NEC. BRUTA 120 120 RECEB PROGRAMA 40 DISPONÍVEL DISPONÍ 7 NEC. LÍQUIDA LÍ DATA RECEBIMENTO DATA LIBERAÇÃO LIBERAÇ Prof. José Miguel Sacramento 30
  • 34. Sistemas Integrados de Gestão: Evolução Histórica Evoluç Histó Bill of Materials ´60 Automático BOM Automá Revolu ção T I MRP MRP - Material Es ´70Requirements Planning Revoluç BOM co po MRPII MRP MRPII - Manufacturing ´80 Resources Planning BOM ERP MRPII ERP - Enterprise MRP ´90 Resources Planning BOM SISTEMAS INTEGRADOS MRP, MRP II E ERP O SISTEMA ERP Evolução dos sistemas integrados de planejamento e controle, contemplando todas as funções do MRP II, incluindo qualidade, pessoal e transacionando tudo no razão da empresa. A inclusão do módulo de workflow, permite que a empresa seja parametrizada pelos seus processos. Prof. José Miguel Sacramento 31
  • 35. ERP SOLUÇÕES DE NEGÓCIOS PARA EMPRESAS DE TODOS OS TAMANHOS Permite a gestão global da informação em informaç tempo real, em vários idiomas e moedas do vá mundo, e que já está pronto para o ano 2000 já está Construído sobre uma estrutura modular Construí completamente integrada que o torna extraordinariamente flexível e expansível flexí expansí Concebido considerando os padrões da indústria em sistemas abertos com ambiente indú cliente/servidor e interface gráfica do usuário. grá usuá ERP - APLICAÇÕES APLICAÇ FUNÇÕES COBERTAS - MÓDULOS Materiais Tesouraria Planejamento da Manutenção Manutenç Produção Produç Controle de Vendas e Distribuição Distribuiç Qualidade Contabilidade Projetos Financeira Recursos Humanos Controladoria Workflow Investimentos de Controle de Empresa Capital Prof. José Miguel Sacramento 32
  • 36. ERP ASPECTOS DA NECESSIDADE Panorama atual na Gestão – O movimento de integração mundial das integraç empresas, exigindo tratamento único e em tempo real das informações; informaç – A tendência de substituição de estruturas substituiç funcionais por estruturas ancoradas em processos; processos; – A integração, viabilizada por avanços na integraç avanç tecnologia de informação, dos vários sistemas informaç vá de informação em um sistema único. informaç ERP ASPECTOS DA NECESSIDADE Melhor Atendimento ao Cliente Integração das Funções e Informações da Integraç Funç Informaç Empresa Integração com os Fronteiras Externas Integraç – Fornecedores – Clientes – Governo – Mercado – Parceiros e outras unidades, etc Prof. José Miguel Sacramento 33
  • 37. ERP CONSIDERAÇÕES SOBRE A IMPLANTAÇÃO Resultados observados em pesquisa: – Mecanismos que permeiam sobre a adoção e implementação de SIG correspondem àqueles relacionados à adoção de modas e modismos gerenciais, pressão externa e pouco alinhamento com a estratégia – Critérios de adoção nem sempre feitos por análise de impacto financeiro. Fonte: Wood Jr., Thomaz, Pesquisa sobre SIG - NPP, EAESP-FGV EAESP- ERP CONSIDERAÇÕES SOBRE A IMPLANTAÇÃO Resultados observados em pesquisa: – A forma de implantação não considera fatores-chaves relacionados à: – Transformação organizacional - Pessoas – Gestão de Mudança – Resultados obtidos ficam abaixo da expectativa – Decisões erradas quanto à adoção – Erro na metodologia - forma de implantação. Prof. José Miguel Sacramento 34
  • 38. ERP CONSIDERAÇÕES FINAIS Arquitetura do sistema é fundamental - alinhada com a estratégia. Tecnologia não é restrição. Tratamento adequado da Gestão de Mudança e Organizacional. Componentes dedicados são essenciais - segmentação para atender bem especialidades e especificidades. Custo Benefício e Custo Total de Propriedade. MRP III – O que é ? – MRP II + Kanban – O caso WEG Prof. José Miguel Sacramento 35
  • 39. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DOS SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO JIT Bill of materials JIT ´60 BOM Automático JIT MRP MRP - Material Es Revolu ção TI ´70 Requirements Planning BOM co po Revoluç MRPII JIT MRP MRPII - Manufacturing ´80 Resources Planning BOM JIT ERP MRPII ERP - Enterprise MRP ´90 Resources Planning BOM REALIDADE INDUSTRIAL OCIDENTAL PÓS GUERRA Pouca diversificação de produtos diversificaç Produtos com longos ciclos de vida Poucos concorrentes Mercado interno em expansão Padrões de consumo conhecidos Sistemas produtivos eficientes Canais de distribuição montados distribuiç Mão de obra experiente e abundante Bom nível de Qualidade e Produtividade ní Matérias primas disponíveis Maté disponí Recursos naturais, financeiros, energéticos e energé tecnológicos abundantes tecnoló Espaço disponível. Espaç disponí Prof. José Miguel Sacramento 36
  • 40. SISTEMA DE PCP VIGENTE Previsão de demanda Planejamento das requisições de materiais Ordens de compra e produção Follow up REALIDADE INDUSTRIAL JAPONÊSA PÓS GUERRA Mercado interno “inexistente” inexistente” Mercado mundial desconhecido Grande concorrência internacional Grande diversificação de produtos diversificaç Produtos com ciclos de vida e demandas desconhecidos Canais de distribuição precários distribuiç precá Distante dos consumidores finais Sistemas produtivos ineficientes e com baixa qualidade Mão de obra escassa e inexperiente Matérias primas escassas e fornecedores distantes Maté Escassez de recursos naturais, financeiros, energéticos e energé tecnológicos tecnoló Pouco espaço. espaç Prof. José Miguel Sacramento 37
  • 41. JAPÃO PÓS GUERRA: O AMBIENTE OPERACIONAL Grande diversificação de produtos Grande aumento da demanda Mercados desconhecidos Desenvolvimento contínuo de novos produtos Alta produção simultânea de produtos diferentes Fornecedores globais Clientes globais Grande concorrência internacional... IMPLICAÇÕES DO NOVO AMBIENTE OPERACIONAL Processos flexíveis Alta qualidade Aumento exponencial da quantidade de soluções requeridas Rápido processamento de informações Aumento proporcional na velocidade nas decisões... Prof. José Miguel Sacramento 38
  • 42. A CULTURA INDUSTRIAL JAPONESA NO PERÍODO PÓS GUERRA Hierarquia rígida Empregados sem iniciativa Severa punição por erros cometidos Restrição ao conhecimento: – Atividades departamentalizadas – Isolamento do indivíduo e restrição à visão indiví restriç global Cliente interno: inimigo Cliente externo: mal necessário O MODELO INDUSTRIAL JAPONÊS NO PERÍODO PÓS GUERRA Lay out funcional Planejamento e Controle de Produção (PCP) tradicional Grande quantidade de material em processo. Altos índices de retrabalho e refugo Pouca flexibilidade Grande lead time (tempo de resposta) Prof. José Miguel Sacramento 39
  • 43. SUPERMERCADO SUPERMERCADO NA INDÚSTRIA Prof. José Miguel Sacramento 40
  • 44. QUEBRANDO O PARADIGMA TODOS OS SISTEMAS EXISTENTES DE PCP EMPURRAVAM AS ORDENS DE PRODUÇÃO SISTEMA SUPERMERCADO PUXARIA A PRODUÇÃO (NÃO AS ORDENS DE PRODUÇÃO) O SISTEMA DE EMPURRAR COMPRAS VENDAS WIP? Prof. José Miguel Sacramento 41
  • 45. O SISTEMA DE PUXAR COMPRAS VENDAS APLICAÇÃO INICIAL TOYOTA RESULTADOS ELO CRÍTICO NA SUPPLY CHAIN Prof. José Miguel Sacramento 42
  • 46. SUPERMERCADO O sistema de puxar Linha de células células montagem célula célula O SISTEMA SUPERMERCADO DE PRODUÇÃO Gerenciador de fluxo perfeito Regula o estoque máximo má Prioriza produção produç Identifica gargalos de produção produç Exige alta qualidade Permite alta flexibilidade Permite visualização do mercado visualizaç Descobre problemas de produção produç Cria vínculo cliente-fornecedor ví cliente- Como transformar esta descoberta em uma vantagem competitiva sustentável? sustentá Prof. José Miguel Sacramento 43
  • 47. O QUE É KANBAN SUA FUNÇÃO BÁSICA É GERENCIAR O FLUXO DE MATERIAL ENTRE CLIENTE E FORNECEDOR. Em japonês significa cartão É um cartão que é vinculado permanentemente a um contentor com uma quantidade definida de peças É uma autorização para produção desta peça. UM CARTÃO KANBAN PEÇA: 123.098 DESCRIÇÃO: MANGA DE EIXO QTD : 25 PEÇAS ORIGEM: MÁQUINA 45FA DESTINO: SUB MONTAGEM SM34 Prof. José Miguel Sacramento 44
  • 48. KANBAN COMO CALCULAR A QUANTIDADE DE CARTÕES ENTRE CADA CLIENTE - FORNECEDOR? KANBAN: COMO CALCULAR A QUANTIDADE DE CARTÕES PARA CADA RELAÇÃO CLIENTE - FORNECEDOR? RELAÇ PEÇAS D DEMANDA DIÁRIA VELOCIDADE MÉDIA DE CONSUMO DO CLIENTE DO CLIENTE D / Tc ESTOQUE MÍNIMO = n.Q HORAS Tr Tc TEMPO DE RESPOSTA QTD DE HORAS D . Tr TRABALHADAS POR DIA n.Q = ---------- X ( 1 +ALPHA) PELO CLIENTE Tc . Prof. José Miguel Sacramento 45
  • 49. KANBAN D . Tr n = --------- X ( 1 +ALPHA) Q . Tc KANBAN D . Tr n = --------- X ( 1 +ALPHA) Q . Tc O ESTOQUE é diretamente proporcional ao TEMPO DE RESPOSTA Prof. José Miguel Sacramento 46
  • 50. COMPONENTES DO TEMPO DE RESPOSTA Obter informação Fila de espera Preparação da máquina Produção de peças p/ contentor Inspeção de qualidade Manutenção do equipamento Transporte EXERCÍCIO: CÁLCULO QTD KANBAN Cliente: Trabalha 15 horas/dia Consome 1600 peças/dia Fornecedor: Tempo de resposta 2 horas e 30 minutos Capacidade do contentor: 60 peças Alfa assumido: 5% QUAL A QUANTIDADE MÍNIMA DE KANBANS NECESSÁRIA MÍ NECESSÁ PARA NÃO INTERROMPER O FLUXO ENTRE CLIENTE E FORNECEDOR? Prof. José Miguel Sacramento 47
  • 51. KANBAN 1600 . 2,5 n = -------------- X ( 1 +,05) 60 . 15 n = 4,67 n=5 CÁLCULO DO TEMPO DE RESPOSTA REAL Obter informação......................................10 informaç Fila de espera...........................................35 Preparação da máquina............................30 Preparaç má Produção de peças p/ contentor...............10 Produç peç Inspeção de qualidade................................5 Inspeç Manutenção do equipamento....................40 Manutenç Transporte..................................................20 Total.........................................................150 Total.........................................................150 min Cliente trabalha 15 horas/dia Fornecedor trabalha 13 horas/dia Prof. José Miguel Sacramento 48
  • 52. KANBAN 1600 . 4,5 n = -------------- X ( 1 +,05) 60 . 15 n = 8,4 n=9 KANBAN D . Tr n = --------- X ( 1 +ALPHA) Q . Tc O ESTOQUE é diretamente proporcional ao TEMPO DE RESPOSTA D.T (INFORMAÇÃO, FILA, SET UP, PRODUÇÃO, INSPEÇÃO, MANUTENÇÃO, TRANSPORTE) (INFORMAÇ PRODUÇ INSPEÇ MANUTENÇ n = ----------------------------------------- X ( 1 +ALPHA) Q . Tc Prof. José Miguel Sacramento 49
  • 53. TEMPO DE RESPOSTA X COMPOSIÇÃO DO ESTOQUE OPERAÇÃO OPERAÇÃO A B INFORMAÇÃO TRANSPORTE SET UP PRODUÇÃO INSPEÇÃO 7 5 3 1 4 UM QUADRO DE KANBAN 123.456 234.567 345.678 456.789 Prof. José Miguel Sacramento 50
  • 54. UM QUADRO DE KANBAN 123.456 234.567 345.678 456.789 UM QUADRO DE KANBAN 123.456 234.567 345.678 456.789 Prof. José Miguel Sacramento 51
  • 55. APLICAÇÃO EM SUPRIMENTOS ”SISTEMA VISUAL PARA SOLICITAÇÃO DE COMPRAS” AMBIENTE MULTI-FUNCIONAL 37 ITENS 48 ITENS KANBAN D . Tr n = --------- X ( 1 +ALPHA) Q . Tc O ESTOQUE é diretamente proporcional ao TEMPO DE RESPOSTA Prof. José Miguel Sacramento 52
  • 56. FERRAMENTAS JIT & TEMPO DE RESPOSTA Obtenção da informação: – Kanban, lay out Fila de espera: – Redução do tamanho do lote Reduç Preparação da máquina: – Set up rápido, SMED, OTED rá Produção de peças p/ contentor: – Análise de valor, automação, salto Aná automaç tecnológico tecnoló FERRAMENTAS JIT & TEMPO DE RESPOSTA Inspeção de qualidade: – Poka yoke, CEP Manutenção do equipamento: – MPT Transporte: – Lay out, lay out celular Prof. José Miguel Sacramento 53
  • 57. JIT: DISSEMINANDO O CONHECIMENTO O processo JIT exige a transferência da responsabilidade para os próprios executantes das operações. Uma pessoa sem informação não pode assumir responsabilidade. Uma pessoa bem informada não poderia esquivar-se de assumir responsabilidade. Responsabilidade deve estar associada à CAPACIDADE DE SOLUCIONAR OS PROBLEMAS! COMO REDUZIR AS CENTENAS DE ESTOQUES EXISTENTES ENTRE CLIENTES E FORNECEDORES Toda melhoria é uma mudança Toda mudança causa insegurança Portanto: Toda melhoria causa insegurança ! Retirando e adicionando novamente um cartão do sistema kanban podemos fazer um problema aparecer e desaparecer novamente. Prof. José Miguel Sacramento 54
  • 58. O ESTOQUE E OS PROBLEMAS SET UP MANUTENÇÃO QUALIDADE PROCESSO O ESTOQUE E OS PROBLEMAS SET UP MANUTENÇÃO QUALIDADE PROCESSO Prof. José Miguel Sacramento 55
  • 59. O ESTOQUE E OS PROBLEMAS SET UP MANUTENÇÃO QUALIDADE PROCESSO REDUZINDO OS ESTOQUES Q= 25 PEÇAS Q= 25 PEÇAS Q= 25 PEÇAS n= 5 n= 4 n= 2 ESTOQUE= 125 PEÇAS ESTOQUE= 1OO PEÇAS ESTOQUE= 50 PEÇAS Prof. José Miguel Sacramento 56
  • 60. REDUZINDO OS ESTOQUES Q= 1 PEÇAS Q= 1 PEÇAS Q= 1 PEÇAS n= 4 n= 3 n= 2 ESTOQUE= 4 PEÇAS ESTOQUE= 3 PEÇAS ESTOQUE= 2 PEÇAS KANBAN O kanban só estará sendo utilizado em sua plenitude se estiver caminhando para a sua EXTINÇÃO! Prof. José Miguel Sacramento 57
  • 61. E ONDE HÁ DESEMPREGO? Administração de Recursos Humanos deve monitorar: –Nível de capacitação e capacitaç –Estágio evolutivo nas várias relações Está vá relaç cliente-fornecedor cliente- mantendo reserva de material humano para aprimoramento de processos ou necessidades de ampliação do quadro . ampliaç KANBAN Gerenciador de fluxo Organizador do processo de redução dos estoques Priorizador de atividades e do processo de transferência de conhecimento Administrador do Kaizen... ...MAS NÃO AUMENTA A CAPACIDADE DE PRODUÇÃO DA EMPRESA ! Prof. José Miguel Sacramento 58
  • 62. O QUE NASCEU PRIMEIRO: JIT OU KANBAN? Kanban- ferramenta tão poderosa que é confundida com o sistema Just In Time. Just In Time é uma filosofia administrativa que dispõe de várias ferramentas, entre elas o kanban. Por sua importância o kanban é a espinha dorsal do JIT. FILOSOFIA JUST IN TIME Aumentar a lucratividade através da redução de custo ou aumento da produtividade. A redução de custo e aumento da produtividade são conseguidos através da redução do DESPERDÍCIO. Prof. José Miguel Sacramento 59
  • 63. OS PRINCIPAIS DESPERDÍCIOS Transporte Super produção Defeituosos Tempo de espera Processo Estoque Movimentação Potencial Humano OPERAÇÃO INDIVIDUAL OPERAÇ OPERAÇÃO CONJUNTA OPERAÇ LAY OUT CELULAR Redução de custo ou ganho de produtividade com redução do desperdício em TRANSPORTE. Redução de custo ou ganho de produtividade com redução do desperdício em FORÇA DE TRABALHO. Prof. José Miguel Sacramento 60
  • 64. LAY OUT FUNCIONAL ENTRADA SAÍDA •20 MÁQUINAS •20 OPERADORES LAY OUT CELULAR: hora homem x hora máquina Op. 01 Op. 02 Op. 03 Op. 04 Prof. José Miguel Sacramento 61
  • 65. LAY OUT CELULAR: hora homem x hora máquina Op. 01 LAY OUT CELULAR: hora homem x hora máquina Op. 01 Prof. José Miguel Sacramento 62
  • 66. LAY OUT CELULAR: hora homem x hora máquina COM 4 CÉLULAS •20 MÁQUINAS ( 0% ) •8 OPERADORES ( - 60% ) •ESTOQUE ( - 60% ) LAY OUT ARRANJO FÍSICO é a organização das pessoas e do processo no espaço. -O melhor arranjo físico de um grupo pode ser inviabilizado pela INCAPACITAÇÃO DE SEUS COMPONENTES Prof. José Miguel Sacramento 63
  • 67. POLIVALÊNCIA Multifuncionalidade otimização do uso da mão de obra otimizaç quebra de rotina (ler) aumento do nível de conhecimento ní valorização do operador valorizaç motivação e confiança motivaç confianç reforça conceito cliente >fornecedor reforç controla qualidade e quantidade do próprio pró trabalho aumenta oportunidades para melhoramento contínuo. contí EVOLUÇÃO SISTEMA JIT Peças produzidas por hora homem 113 - trabalhada 88 - 55 - 50 - +126% +76% +10% Empurrar Puxar Lay out Grupo de Celular Manufatura Prof. José Miguel Sacramento 64
  • 68. EVOLUÇÃO DO LAY OUT Operação individual Operações conjuntas Célula Grupo de células Mini fábrica Fábrica dentro do cliente ... EVOLUÇÃO DO LAY OUT Foco no processo Foco no produto Foco no CLIENTE Prof. José Miguel Sacramento 65
  • 69. ALGUNS RESULTADOS OBTIDOS Instrumentos de escrita • Redução de 50% da área ocupada. Reduç • Redução do lead time de 45 dias para 13,5 horas Reduç • Redução de mão de obra de 1.350 para 750 funcionários Reduç funcioná • Aumento de qualidade. • Redução do WIP em US$ 1,3 milhão. Reduç • Tempo de implantação 18 meses. implantaç ALGUNS RESULTADOS OBTIDOS Vestuário – Redução do lead time de 43 dias para no Reduç máximo 2 dias. – Tempo de implantação: 12 meses implantaç Eletrodoméstico linha branca – Redução de 70% da área ocupada Reduç – Redução do estoque em 60% Reduç – Redução de 25 % da mão de obra Reduç – Tempo de implantação: 8 meses implantaç Prof. José Miguel Sacramento 66
  • 70. EVOLUÇÃO TÍPICA SISTEMA JIT KANBAN WIP US$ MI 2,0 ANO 2 1,8 ANO 1 1,5 1,0 0,5 ANO 3 meses 0 JIT (ANO 3) KB (ANO 2) 12 CÉLULAS A quantidade de células em empresas de serviço crescerão muito mais rapidamente do que em empresas industriais. Karl Albrecht Prof. José Miguel Sacramento 67
  • 71. ALTA VALORIZAÇÃO PRODUTIVIDADE DO SER HUMANO MELHORIA DAS ATIVIDADES ELIMINAR CAUSAS ATRAVÉS DE: •TREINAMENTO EM TÉCNICAS ESPECÍFICAS •GRUPOS INFORMAIS FOCALIZAÇÃO •CCQ DO PROBLEMA •CEDAC •PLANO DE SUGESTÕES •ATIVIDADES INDIVIDUAIS MINIMIZAÇÃO •ANÁLISE DE VALOR •KAIZEN ... DO ESTOQUE SISTEMA KANBAN JIT O sistema Just In Time é 90% comportamental e 10% técnica. Aplicar somente as técnicas apresenta resultados bons, porém efêmeros. Prof. José Miguel Sacramento 68