SlideShare uma empresa Scribd logo
CADEIA DE SUPRIMENTOS O PRINCÍPIO BÁSICO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS É SINCRONIZAR TODOS OS PROCESSOS DE OBTENÇÃO, MOVIMENTAÇÃO E ENTREGA DOS MATERIAIS, DESDE O PONTO DE ORIGEM, ATÉ O PONTO DE CONSUMO, UTILIZANDO-SE DE UM CONJUNTO DE OPERAÇÕES LOGÍSTICAS. UMA CADEIA DE SUPRIMENTOS ENGLOBA TODOS OS ESTÁGIOS ENVOLVIDOS, DIRETA OU INDIRETAMENTE, NO ATENDIMENTO DE UM PEDIDO DE UM CLIENTE. A CADEIA INCLUI TODOS AS  FUNÇÕES INTERNAS  DA ORGANIZAÇÃO E TODOS OS  AGENTES ENVOLVIDOS  NO ATENDIMENTO AO CLIENTE E CONSUMIDOR.
CD CD Fornecedor Cliente Fornecedor CD Cliente Cliente Materiais Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Gerenciar fluxo de materiais e informações, e não indicadores operacionais independentes. CADEIA DE SUPRIMENTOS Planta Almx Planta Almx Necessidades
FORNECEDOR INBOUND MANUFATURA ARMAZENAGEM PRODUTOS OUTBOUND CLIENTE DO CLIENTE SISTEMAS INTEGRADOS DE INFORMAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE UMA ESTRATÉGIA LOGÍSTICA, ATRAVÉS DA INTEGRAÇÃO E INOVAÇÃO DA CADEIA LOGÍSTICA. LOGÍSTICA INTEGRADA
LOGÍSTICA INTEGRADA EMBALAGEM MOVIMENTAÇÃO INTERNA LOCALIZAÇÃO DOS ESTOQUES DE SUPRIMENTOS TRANSPORTE DE  ABASTECIMENTO PRODUÇÃO PROCESSAMENTO DE PEDIDO DO CLIENTE EMBALAGEM MOVIMENTAÇÃO INTERNA LOCALIZAÇÃO DOS ESTOQUES DE PRODUTOS ACABADOS TRANSPORTE DE DISTRIBUIÇÃO CLIENTE DO CLIENTE PREVISÃO DE DEMANDA COMPRAS
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO RECEBIMENTO DOS PEDIDOS RETORNO DE  COMPROVANTES PROGRAMAÇÃO DE TRANSPORTE EXPEDIÇÃO GERENCIAMENTO DA VIAGEM ENTREGA TRANSPORTADORAS EDI AVISO DE EMBARQUE CLIENTE CLIENTES LIGAÇÃO 0800
Informação Planejamento  Corporativo Sites Recursos Capacidades Distribuição Informação Planejamento Local Utilização ativos Otimização capacidades Atividades operacionais Planejamento Distribuição Controle frotas Gerenciamento transporte Otimização rotas Produto Produto GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Gerenciar Fluxo de Materiais e informações Plantas Centro de Distribuição Clientes Fornecedores Previsão de Vendas Marketing Vendas Pesquisas mercado Análises demanda Planejamento Estratégico Da Cadeia de Suprimentos Planejamento Estratégico Cadeia de Suprimentos
Custos $ Manufatura Transportes Armazenamento Manuseio Inventário CD CD Fornecedor Cliente Fornecedor CD Cliente Cliente CADEIA DE SUPRIMENTOS   PONTOS DE ATENÇÃO   Planta Almx Planta Almx
Restrições X Manufatura Transportes Armazenamento Manuseio Inventário CD CD Fornecedor Cliente Fornecedor CD Cliente Cliente Custos $ Manufatura Transportes Armazenamento Manuseio Inventário CADEIA DE SUPRIMENTOS PONTOS DE ATENÇÃO   Planta Almx Planta Almx
Receita * CD CD Fornecedor Cliente Fornecedor CD Cliente Cliente Restrições X Manufatura Transportes Armazenamento Manuseio Inventário Custos $ Manufatura Transportes Armazenamento Manuseio Inventário Minimizar Respeitar Maximizar CADEIA DE SUPRIMENTOS   PONTOS DE ATENÇÃO   Planta Almx Planta Almx
LOGÍSTICA FORNECEDORES MANUSEIO E ARMAZENAMENTO PRODUÇÃO TRANSPORTE ARMAZENAMENTO E MANUSEIO PROCESSAMENTO MANUSEIO E ARMAZENAMENTO DISTRIBUIÇÃO ARMAZENAMENTO E MANUSEIO CONSUMIDOR FLUXO FÍSICO FLUXO DE INFORMAÇÕES CICLO DE SUPRIMENTOS À PRODUÇÃO CICLO DE APOIO À PRODUÇÃO CICLO DE APOIO À PRODUÇÃO INDUSTRIAL CICLO DE DISTRIBUIÇÃO FÍSICA
Recebimento Controle Armazenagem Identifica Volume Verificar Ordem Compra Conferência Física Rotina Operacional Com Rapidez nas Ações Velocidade na Disposição dos Materiais Ação Preventiva Acompanhamento Preserva Conferência Física Armazena Baixa de Estoque Inventários Rotativos e Pontuais Endereça A  T  U  A  Ç  Ã  O Movimenta GESTÃO DE MATERIAIS Segurança
O QUE COMPREENDE A GESTÃO DE MATERIAIS? Em síntese, as principais funções da gestão de materiais envolvem: Determinar “ o que ” manter em estoque e identificar precisamente estas SKU; Determinar “ quando ” reabastecer; Determinar “ quanto ” requisitar; Acionar o processo de abastecimento pelo departamento de compras e produção; Receber, estocar e suprir  os materiais conforme requerido pelos usuários; Manter  acuracidades  dos saldos; Retirar itens  obsoletos  (saneamento dos estoques).
TIPOS DE CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS Por tipo de demanda: - Materiais não de estoque. - Materiais de estoque: - Por Valor de consumo; - Por Importância Operacional.
CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS DE ESTOQUE   Quanto à aplicação : Materiais Produtivos :  Compreendem todo e qualquer material ligado direta ou indiretamente ao processo de fabricação. Exemplos: matérias Primas, Produtos em fabricação, produtos acabados; -  Matérias-primas :  materiais básicos e insumos que constituem os itens iniciais e fazem parte do processo produtivo da empresa; Produtos em fabricação :  Também conhecidos como materiais em processamento, são os que estão sendo processados ao longo do processo produtivo da empresa.
CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS DE ESTOQUE  Quanto à aplicação: Produtos acabados : São os produtos constituintes do estágio final do processo produtivo; portanto, já prontos; -  Materiais de Manutenção : Materiais de consumo, com utilização repetitiva, aplicados em manutenção; -  Materiais Improdutivos : Compreende todo e qualquer material não incorporado às características do produto fabricado. Exemplos: materiais para limpeza, de escritórios etc..
CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS DE ESTOQUE   Quanto ao valor do consumo; Classe ABC. Quanto à importância operacional: -  Classe XYZ .
CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS NÃO DE ESTOQUE  São  materiais de demanda imprevisível  para os quais não são definidos parâmetros para o ressuprimento automático. A  inexistência de regularidade de consumo  faz com que a aquisição desses materiais somente seja efetuada por solicitação direta do usuário, na oportunidade em que se constate a necessidade deles. Os materiais não de estoque devem ser comprados para  utilização imediata e são debitados no centro de custo de aplicação.
MATERIAIS CRÍTICOS Por problemas de obtenção: Material importado; Existência de um único fornecedor; Escassez no mercado; Material estratégico; De difícil fabricação ou obtenção.
MATERIAIS CRÍTICOS Por razões econômicas: Material de elevado valor; Material com elevado custo de armazenagem; Material com elevado custo de transporte. Por problemas de Previsão: Material com utilização de difícil previsão.
MATERIAIS CRÍTICOS Por problemas de armazenagem e transporte: Material de alta periculosidade; Material perecível; Material de elevado peso; Material de grandes dimensões.es. Por razões de segurança: Material de reposição de alto custo; Material para equipamento vital da produção.
Exemplo Papel para correspondência – Apergaminhado, branco, formato A4 medindo 210x297mm, gramatura de 75g/m2. Acondicionado em pacote com 500 folhas. Ref.: CHAMEX 500. Identificação do Material Dados Descritivos dos Bens Nome Padronizado Descrição Técnica Descrição Auxiliar Nomenclatura Complementar Nome Modificador Nome Básico Características Físicas Aplicação Preservação Embalagem Acondicionado Unid. Estocagem Ref. Comercial Código do Fornecedor Papel Para correspondência apergaminhado branco formato A4 medindo 210x297mm, gramatura de 75g/m2 geral pacote com 500 folhas Unidade 500 folhas Chamex 500
Com base nos dois princípios descritos e, através de suas combinações, podemos empregar três modalidades de representação gráfica para os códigos de material:  Sistema Alfabético   -  O material é codificado utilizando-se um conjunto de letras suficientes para preencher toda a identificação do material.  Sistema Alfa Numérico   -  O material é codificado através da utilização ou combinação de letras e números para representação de material.  Sistema Numérico ou Decimal   -  Consiste na composição e atribuição de códigos em algarismos arábicos. É o método mais utilizado, tendo em vista a facilidade na ordenação seqüencial dos diversos itens de materiais e na adoção da informatização. O método decimal universal, como ficou conhecido, divide o universo de itens de materiais em grupos, aos quais por sua vez em subgrupos e, adiciona-se a estes um número de identificação. CODIFICAÇÃO DE MATERIAL
Sistema Decimal Simplificado Exemplo 1ª chave 2ª chave 3ª chave 00 – Ferragens 00 – Pregos 000 – tam. 10x10 001 – tam. 13x15 002 – tam. 14x15 01 – Parafusos 000 – cab.red. 1/4x1/8 001 – cab.red  1/4x3/16
É um método de diferenciação dos estoques segundo sua maior ou menor abrangência em relação a determinado fator, consistindo em separar os itens por classes de acordo com sua importância relativa..  Classificação ABC
Classificação ABC CLASSE A: Representa o grupo de maior valor de consumo e menor quantidade de itens, que devem ser gerenciados com especial atenção; CLASSE B: Representa o grupo de situação intermediária entre as classes A e C; CLASSE C: Representa o grupo de menor valor de consumo e maior quantidade de itens, portanto menos importantes, que justificam menor atenção no gerenciamento.
METODOLOGIA DE CÁLCULO DA CURVA ABC A percentagem individual É obtida por meio da seguinte Fórmula: CT SCT  X 100 X = Onde: CT = Custo Total. SCT = Soma do Custo Total X = % individual
METODOLOGIA DE CÁLCULO DA CURVA ABC 320120
QUANTO À IMPORTÂNCIA OPERACIONAL Classe X: Materiais de aplicação não importante, com possibilidade de uso de similar existente na empresa; Classe Y: Materiais de importância média, com ou sem similar na empresa; Classe Z: Materiais de importância vital sem similar na empresa, cuja falta acarreta a paralisação de uma ou mais fases operativas.
Definição de Acuracidade de Estoques Manter corretas as informações sobre saldos em estoques  é um dos grandes desafios para os gestores de materiais, mais ainda quando buscamos trabalhar com níveis enxutos e com elevadas frequências de acessos, isto é, mais e mais recebimentos e apanhes que, naturalmente, aumentam o risco da imprecisão nos registros das respectivas transações. Fica mais complexo quando consideramos aquilo que é intrínseco ao ser humano:  Somos falíveis . Vimos, que antes da implantação do código de barras uma pessoa normal comete em média um erro de digitação a cada trezentos caracteres inseridos manualmente em um sistema qualquer.
Condições operacionais, documentação divergente, sistemas e políticas  também podem embutir falhas que contribuem para incrementar as divergências entre os saldos físicos e lógicos. Muitas destas causas crônicas permanecem escondidas nas atividades rotineiras deteriorando a qualidade das informações e comprometendo a confiabilidade do gestor dos materiais. Portanto,  a busca pela precisão das informações  não é apenas um capricho, mas  uma necessidade vital para todos os envolvidos . Investir tempo e recursos para manter e aprimorar aquilo que denominamos  acuracidade das informações traz benefícios efetivos sob os pontos de vista das diversas partes interessadas:
Empresarial:  Para acionista e diretores a informação é o subsídio para a tomada de decisões críticas, de forma que confiabilidade é fundamental. Cabe à alta administração enfatizar a importância da disciplina diária e viabilizar meios para que a organização alcance metas desafiadoras da acuracidade. Para ilustramos com um caso real, uma empresa obteve um grande financiamento  de  agentes  governamentais  que Viabilizou sua estratégia de crescimento graças, entre outros fatores, à expressiva melhoria na sua acuracudade de estoques;
Contábil:  Para quantificar com precisão a riqueza da empresa, é preciso que os registros de valores, entradas, saídas e saldos sejam lançados e processados corretamente. Desta forma, é usual em muitas empresas, que os saldos sejam sistematicamente auditados por terceiros. Em mais de uma ocasião, por exemplo, constatamos que o software de gestão empresarial da empresa, desenvolvido internamente, continha falhas lógicas de codificação que ocasionavam erros de processamento;
Vendas:  Até uma atividade simples como a de aceitar um pedido e determinar um prazo de entrega imaginando dispor dos materiais pode acabar comprometendo a imagem da empresa caso uma simples informação esteja errada. Quando estas ocorrências tornam-se repetitivas, perdemos clientes e o relacionamento interno também vai se deteriorando; Logística:  O abastecimento contínuo requer informação precisa e atualizada, sem a qual corremos o risco de comprometer o atendimento aos clientes, ou então optamos por comprometer a produtividade para assegurar o reabastecimento elevando os custos logísticos;
Operacional:  A produtividade da produção depende de máquinas operando continuamente. Quantas vezes sua linha de produção interrompeu a operação por falta de algum insumo ou mesmo pela quebra de algum material? Nesta ocasião percebemos o tamanho do custo da falta de acuracidade das informações. Os inventários também servem para avaliar a qualidade dos processos operacionais, podendo apontar necessidades de melhorias e de reciclagem de treinamento de operadores.
Efeito avalanche ativado pela falta de acuracidade Vendas perdidas; Falha nas programações de manufatura; Excesso de estoque – Itens indesejados; Desbalanceamento dos estoques; Decisões ineficazes; Aquisições erradas; Erros no custeio; Saldos errados; Falta de acuracidade das informações; Baixa taxa de sobrevivência da Empresa.
Retirada de Material sem autorização ou informalidade das Saídas. Depósitos sem Segurança. Pessoal não treinado na Ferramenta dos Registros (software). Registros de Transações indevidas ou Transações mal definidas. Falha de Capacidade em Realizar Auditorias Preventivas. Causas de erro em registros de estoque
Definições fundamentais relacionadas com os processos de inventários: 1. Acuracidade:   Acuracidade é um adjetivo, sinônimo de qualidade e confiabilidade da informação. Segundo o novo dicionário Aurélio, “acurado” significa feito ou tratado com muito cuidado, desvelo ou apuro. E acurácia, que é o substantivo feminino que indica exatidão, na física está associado à propriedade de uma medida de uma grandeza física que foi obtida por instrumentos e processos isentos de erros sistemáticos. Naturalmente, existem diversos possíveis indicadores de acuracidade, tais como:
Definições fundamentais relacionadas com os processos de inventários: Acuracidade da estrutura de produtos (fatores de conversão e rendimentos); Acuracidade dos roteiros de produção (processos, tempos e recursos); Acuracidade dos lead times; Acuracidade da previsão (forecast); Acuracidade dos saldos de estoque; Acuracidade dos custos dos materiais; Acuracidade da locação (endereços), entre outros.
ESTA É A SUA ACURACIDADE = 87,50% X 100 Exemplo =   1750 Itens com saldo  Correto  2000 Itens verificados   Acuracidade =  Quantidade de Informações corretas   Quantidade de Informações verificadas
Definições fundamentais relacionadas com os processos de inventários: 2. Acuracidade de saldo:   Na gestão de materiais, a acuracidade de saldo é um indicador gerencial, expresso em percentagem, da proporção de informações corretas, isto é, da quantidade física disponível no estoque comparada com a informação do saldo conforme consta no sistema de informações, em um determinado momento.
DINAMICA DA ACURACIDADE
QTDE ESTOQUE QTDE FISICA ACURACIDADE CONTABIL VERIFICADA VERIFICADA A1 2.500 1.850 A2 4.550 38.540 A3 12.000 12.000 A4 89.500 88.000 A5 135.000 134.980 ITEM Dinâmica  da Acuracidade
Resultado da Dinâmica QTDE ESTOQUE QTDE FISICA ACURACIDADE CONTABIL VERIFICADA VERIFICADA A1 2.500 1.850 74,00% A2 4.550 38.540 847,03% A3 12.000 12.000 100,00% A4 89.500 88.000 98,32% A5 135.000 134.980 99,99% ITEM
NÃO PODEMOS TAPAR O SOL COM UMA PENEIRA. O MAIOR IMPACTO CONTINUA SENDO OS   “  ERROS DE REGISTRO” E ESTES ERROS SÃO OS RESULTADOS DE: SISTEMAS RUINS DE MANUTENÇÃO DOS  REGISTROS; PESSOAL MAL TREINADO. O MAIOR IMPACTO NA  ACURACIDADE
Acuracidade de saldo em função da tecnologia empregada
3.Divergência:   para procurar melhorar a acuracidade de cada item do estoque é interessante medir o grau do desvio relativo entre o dado físico e o dado sistêmico, expressando-o como uma percentagem . 105 - 100 100 x 100 ESTA É A SUA DIVERGÊNCIA = 5,00% EXEMPLO: Divergência =   Quantidade Física – Quantidade no Sistema Quantidade no Sistema   X 100
4.Tolerância:   é o grau de aceitação da divergência, sem que este desvio seja efetivamente contabilizado como um erro ou diferença no sistema. trata-se de uma simples aplicação do bom senso, pois a determinação de uma tolerância reduz a necessidade de reconciliações e ajustes de saldo desnecessários, em contraste com a política de tolerância zero. Classe Quantidade Valor A +/- 0,2% +/- R$ 500 B +/- 1,0% +/- R$ 200 C +/- 3,0% +/- R$ 100
Detalhes visuais DAS TOLERANCIAS: TABELA DE REGISTRO DE TOLERÂNCIA  FASE I Código  da Peça Registro  do Estoque Contagem  de Estoque 1 100 105 2 100 100 3 100 98 4 100 97 5 100 102 6 100 103 7 100 99 8 100 100 9 100 97 10 100 99
PRECISÃO DOS REGISTRO DO ESTOQUE COM TOLERÂNCIA FASE II Código  da Peça Registro no  Estoque Contagem  de Estoque Tolerância  Estabelecida Item Dentro  da Tolerância Item fora da  Tolerância 1 100 105 +/ - 5% X 2 100 100 +/ - 0% X 3 100 98 +/ - 3% X 4 100 97 +/ - 2% X 5 100 102 +/ 2% X 6 100 103 +/ - 2% X 7 100 99 +/ - 3% X 100 100 +/ - 0% X 100 97 +/ - 5% X 100 99 +/ - 5% X 8 9 10
TESTE DE CONHECIMENTO
Existem diversas alternativas de procedimentos para inventários, cada uma mais adequada às diferentes necessidades, recursos e exigências existentes. Conhecê-las é o primeiro passo para a escolha da mais apropriada. Inventários geral:   É um processo de contagem física de todos os itens em poder da empresa, a portas fechadas e em uma data pré-fixada. Pode ser programado periodicamente. Tipos de Inventários
Inventário gratuito:   Nas organizações onde se pratica inventario rotativo é possível implementar técnicas para incremento da produtividade do processo. Por exemplo, aproveitando procedimentos de apanhe ou acesso aos itens, quando identificamos um saldo zerado ou na troca de número de lotes. Também pode ser classificado como inventario gratuito àquelas oportunidades em que utilizamos a ociosidade da mão-de-obra no deposito, recurso que alguns sistemas WMS e coletores  de dados conectados por radiofreqüência já exploram . Inventário por grupo de materiais:   Nesta variação focaliza-se uma parcela especifica dos materiais em estoque, algumas vezes em virtude de alguma característica especial, como os bartitúricos, que são rigorosamente controlados, em freqüências diárias e até horárias.
Inventário por amostra:   Principalmente empregada em procedimentos de auditoria, valendo-se de uma abordagem estatística, serve para o reconhecimento parcial da situação mediante inferência de que aquela parte verificada representa o todo. Inventário por posição física:   Com o advento da tecnologia de informação viabiliza-se mais facilmente a opção da contagem por endereço, abonando as contagens de posições não acessadas. Inventário por lote:   Também é possível, recorrendo a recursos de identificação e rastreamento informatizados, acompanhar o consumo não apenas dos materiais, mas dos respectivos lotes de fabricação, tornando o controle ainda mais robusto.
Inventários Rotativo:   O inventário rotativo, ou contagem cíclica é um processo de recontagem física contínua dos materiais em estoque, programado de modo que os materiais sejam contados a uma freqüência pré-determinada (semanal ou diária), organizada em ciclos e períodos, que são dimensionados em função da quantidade e das categorias dos materiais envolvidos (ABC ou XYZ). Daí, os registros das transações dos materiais divergentes são reconciliados, visando a identificação e remoção das causas das divergências. O sistema de inventário rotativo ,  enquadrado no princípio de garantir permanente relação biunívoca entre controle de estoque e estoque físico, utiliza os recursos de informática e pode ser classificado em 3 (três) tipos:
Trata-se de solicitação em sistema para inventário material a material, mediante a ocorrência de qualquer dos seguintes eventos indicadores de possível divergência e/ou que também visem garantir a confiabilidade de estoque de materiais vitais: a.        Saldo zero no sistema de controle; b.      Requisição de material atendida parcialmente; c.      Requisição de material não atendida; d.      Material crítico requisitado; e.      Material crítico recebido; f.       Transferência de localização. INVENTÁRIO AUTOMÁTICO
Trata-se de solicitação em sistema para inventário por amostragem de itens, em períodos estabelecidos conforme exemplo abaixo:     I   INVENTÁRIO PROGRAMADO Classificação do item Amostragem Freqüência A Z 100% Mensal Y 100% Mensal X 100% Mensal B Z 100% Mensal Y 100% Bimestral X 100% Trimestral C Z 100% Mensal Y 100% Trimestral X 100% Semestral Estoque Residual 100% Anual
  Trata-se de  input  para solicitação em sistema para inventário item a item por interesse dos órgãos de administração de materiais e de controladoria, como: a.      Falhas de processamento; b.      Solicitações do almoxarife ou gestão; c.      Solicitações da auditoria; d.      Outros motivos. INVENTÁRIO A PEDIDO
No plano de contagens programamos as contagens físicas do inventário rotativo por meio de período e ciclos. O período corresponde ao tempo necessário para contarmos todos os itens do estoque pelo menos uma vez. Pode haver um ou mais ciclos dentro de um período de contagem. PLANO DE CONTAGENS PARA INVENTÁRIO ROTATIVO Uma abordagem clássica é diferenciar a freqüência de contagens, ou número de ciclos, em função da classificação ABC. Outra possível abordagem considera a popularidade dos itens, em virtude de que a probabilidade de divergências aumenta com o aumento do número de transações em que se envolve o item.
Utilizando como parâmetro o sistema de valorização da CURVA ABC.  ITENS CLASSE A  - São itens estratégicos.  Todos os itens CLASSE A devem ser contados sistematicamente  uma (1) vez ao mês. ITENS CLASSE B  - São itens de importância intermediaria quanto ao valor do estoque contábil, embora sejam estratégicos para o processo de manufatura.  Todos os itens CLASSE B devem ser contados sistematicamente quatro (4) vezes ao ano. ITENS CLASSE C  - São itens que representam um baixo valor no estoque contábil. São muitos itens para controle.  Todos os itens CLASSE C devem ser contados sistematicamente pelo menos uma (1) vez ao ano. PROGRAMAÇÃO DE INVENTÁRIO ROTATIVO OU CÍCLICO
DIMENSIONANDO O PLANO DE CONTAGENS
Uma empresa faz análise ABC de seu estoque e calcula que, de 5.000 itens, 22% podem ser classificados como itens do grupo A, 33% como itens do grupo B e o restante como itens do grupo C. Foi tomada uma decisão segundo a qual os itens A devem ser submetidos a uma contagem cíclica uma vez por mês, os itens B a cada três meses e os itens C duas vezes por ano. Calcule o total de contagens e o número de contagens por dia. A empresa trabalha cinco dias por semana e 50 semanas por ano. TESTE DE CONHECIMENTO
TESTE DE CONHECIMENTO Classificação Número de Itens Freqüência de Contagem Número de contagens A B C Total de contagens Dias de trabalho por ano Contagens por dia
Exemplo de Inventário  Rotativo
Apostila De Acuracidade De Estoques   V6
Apostila De Acuracidade De Estoques   V6
Apostila De Acuracidade De Estoques   V6
Apostila De Acuracidade De Estoques   V6
Apostila De Acuracidade De Estoques   V6
Apostila De Acuracidade De Estoques   V6
Existem causas ainda mais complexas, dificeis de serem objetivamente tabuladas, de natureza política ou comportamental, mas que devem ser conhecidas. Em algumas empresas a administração pode considerar a acuracidade uma questão secundária ou dar uma ênfase única no atendimento aos clientes. Outra disfunção decorre do  livre trânsito de pessoas estranhas ao depósito  ou devido ao acesso sem acompanhamento no almoxarifado nos finais de semana ou período noturno. Nunca desista:  Algumas pessoas menos perseverantes chegam a entregar os pontos quando a credibilidade do sistema está muito comprometida e os esforços para corrigir são mal sucedidos. Em casos extremos, podemos recorrer às seguintes estratégias para identificar causas de divergência:
DADOS SOBRE INVENTÁRIO ROTATIVO O Custo do processo pode ser estimado considerando 5.400 contagens x 20 minutos/contagens x 1hora/60 minutos x 1 dia/8horas x 1mês/22dias x R$500,00/mês (salário) x 200% (encargos) x 2 (esforço envolvido na análise e implementação de ações corretivas), o que totaliza aproximadamente vinte mil reais por ano. R$ 2000,00 / 528 = R$ 3,79. 5400 x R$ 3,79 = R$ 20.466,00 1 hora = 3 contagens 1 dia = 24 contagens 1 mês = 528 contagens (24x22 )
CADEIA PARA TOMADA DE INVENTÁRIO ROTATIVO NO PROCESSO PRODUTO FINAL SUB CONJUNTO PROCESSO ALMOXARIFADO
ESTRUTURA DOS PRODUTOS  COM VÁRIOS NÍVEIS
INVENTÁRIO ROTATIVO NO PROCESSO
INVENTARIO ROTATIVO NO PROCESSO EXEMPLO
ANÁLISE DAS CAUSAS DAS DIVERGÊNCIAS NO INVENTÁRIO Material 1 Mão-de-Obra 2 Método 3 Meio Ambiente 6 Medidas 5 Máquina 4 Acuracidade Comprometida
MATERIAL Perda nos processos de produção; Vazamento pela embalagem; Mudança de versão (engenharia do produto); As embalagens apresentam variações de tara; Deterioração do produto. MÃO-DE-OBRA Erro de contagem; Erro de digitação; Erro de leitura ou medição; Caligrafia ilegível em registro manual; Negligência do funcionário(deixar de  registrar, por desleixo ou dolo); Ignorância (falta de consciência); Falta de treinamento (funcionário não ambientado).
MÉTODO Defasagem entre entrada física e registro no sistema; Erro na identificação dos itens; Troca de itens por similares ou equivalentes; Recebimento indevido. MÁQUINA Erro de processamento (aritmética, lógica, programação); Integração ou sincronização de dados entre depósitos; Erros durante a conversão (implementação) do sistema; Erros devido à falta de robustez do banco de dados.
MEDIDAS (Indicadores) Erro na estrutura do produto; Erro na documentação; Confusão com unidades de medida. MEIO AMBIENTE Erro no fornecedor; Registro de notas fiscais de itens importados; Erro no cliente; Evaporação; Furto.
CONHECENDO SUA EQUIPE VOCÊ PODE INTERAGIR COM MAIOR PRECISÃO Produtividade média = 40 contagens / Pessoa.Dia Dimensionamento de Pessoas:  Considere sua taxa de produtividade em contagens. Na Falta de uma referência histórica, utilize o desempenho conservador do exemplo acima. No entanto, tenha em mente que dependendo da natureza dos materiais, condições operacionais e organização do depósito, tecnologia empregada na contagem e no conhecimento das pessoas, este desempenho pode aumentar, não raras vezes, para uma faixa em torno de 65 e 200 contagens / pessoa por dia.
AJUSTE DO ESTOQUE É PRECISO MUITA CAUTELA PARA REALIZAÇÃO DOS AJUSTES. ELES PODEM REPRESENTAR PERDAS SIGNIFICATIVAS O QUE PODE COMPROMETER  O RESULTADO OPERACIONAL REPRESENTA UMA PERDA NÃO SUSTENTAVEL ?
INVENTARIO GERAL VERSUS INVENTÁRIO ROTATIVO Inventário Geral Inventário Rotativo      Esforço concentrado, produzindo pico de custo.      Sem grandes esforços, com custos distribuídos.      Gera impacto nas atividades da empresa, com almoxarifado de portas fechadas.      É possíveis a continuidade de atendimento com o almoxarifado de portas abertas.      Produtividade da mão-de-obra decrescente ocorrendo falhas durante o processo.    Incremento da produtividade, com ações preventivas, que, em conseqüências, reduzem as falhas.      Almoxarifes “reaprendem” ano após ano.       Almoxarifes tornam-se especialistas no processo e no ajuste.      As causas das divergências não são identificadas.        O feedback imediato eleva a qualidade, havendo motivação e participação geral; assim as causas das divergências são rapidamente identificadas.      Confiabilidade não melhora.  Aprimoramento contínuo da confiabilidade.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

61321330 adm-estoque-e-almoxarifado-130612211743-phpapp02
61321330 adm-estoque-e-almoxarifado-130612211743-phpapp0261321330 adm-estoque-e-almoxarifado-130612211743-phpapp02
61321330 adm-estoque-e-almoxarifado-130612211743-phpapp02
Sheila Moreira Bezerra
 
Calculo giro de estoque
Calculo giro de estoqueCalculo giro de estoque
Calculo giro de estoque
Marcelo Lieuthier
 
Armazenagem de materiais
Armazenagem de materiaisArmazenagem de materiais
Armazenagem de materiais
Jares Petros
 
Gestao estoques apresentação
Gestao estoques apresentaçãoGestao estoques apresentação
Gestao estoques apresentação
Charles Rebouças
 
Armazenagem
ArmazenagemArmazenagem
Armazenagem
UEMA
 
gestão de estoques
gestão de estoquesgestão de estoques
gestão de estoques
Walter Moraes
 
Aula 1.4 GestãO De Estoques
Aula 1.4 GestãO De EstoquesAula 1.4 GestãO De Estoques
Aula 1.4 GestãO De Estoques
Vinícius Luiz
 
10 aula materiais
10 aula materiais10 aula materiais
10 aula materiais
Homero Alves de Lima
 
Logística -Sistemas de armazenagem de material
Logística -Sistemas de armazenagem de materialLogística -Sistemas de armazenagem de material
Logística -Sistemas de armazenagem de material
Marcelo Aparecido Sampaio
 
Armazenagem de Materiais
Armazenagem de MateriaisArmazenagem de Materiais
Armazenagem de Materiais
Robson Costa
 
Gestão da Cadeia de Suprimentos
Gestão da Cadeia de SuprimentosGestão da Cadeia de Suprimentos
Gestão da Cadeia de Suprimentos
Gerisval Pessoa
 
Protocolo e arquivo
Protocolo e arquivoProtocolo e arquivo
Protocolo e arquivo
Geórgia Jôse Rodrigues Duraes
 
Aulas logística 1
Aulas logística 1Aulas logística 1
Aulas logística 1
Sebastião Nascimento
 
07 aula armazenagem l
07 aula armazenagem l07 aula armazenagem l
07 aula armazenagem l
Homero Alves de Lima
 
Planejamento de Compras
Planejamento de ComprasPlanejamento de Compras
Planejamento de Compras
Nyedson Barbosa
 
Aula 1 conceitos básicos
Aula 1   conceitos básicosAula 1   conceitos básicos
Aula 1 conceitos básicos
Adilson Paradella
 
1 slides - conceitos logísticos
1   slides - conceitos logísticos1   slides - conceitos logísticos
1 slides - conceitos logísticos
Caio Roberto de Souza Filho
 
Introdução à gestão de estoques
Introdução à gestão de estoquesIntrodução à gestão de estoques
Introdução à gestão de estoques
ProfessorRogerioSant
 
Logística historico,fundamentos e perspectivas- Professor Danilo Pires
Logística  historico,fundamentos e perspectivas- Professor Danilo PiresLogística  historico,fundamentos e perspectivas- Professor Danilo Pires
Logística historico,fundamentos e perspectivas- Professor Danilo Pires
Danilo Pires
 
Logística e distribuição
Logística e distribuiçãoLogística e distribuição
Logística e distribuição
Gilberto Freitas
 

Mais procurados (20)

61321330 adm-estoque-e-almoxarifado-130612211743-phpapp02
61321330 adm-estoque-e-almoxarifado-130612211743-phpapp0261321330 adm-estoque-e-almoxarifado-130612211743-phpapp02
61321330 adm-estoque-e-almoxarifado-130612211743-phpapp02
 
Calculo giro de estoque
Calculo giro de estoqueCalculo giro de estoque
Calculo giro de estoque
 
Armazenagem de materiais
Armazenagem de materiaisArmazenagem de materiais
Armazenagem de materiais
 
Gestao estoques apresentação
Gestao estoques apresentaçãoGestao estoques apresentação
Gestao estoques apresentação
 
Armazenagem
ArmazenagemArmazenagem
Armazenagem
 
gestão de estoques
gestão de estoquesgestão de estoques
gestão de estoques
 
Aula 1.4 GestãO De Estoques
Aula 1.4 GestãO De EstoquesAula 1.4 GestãO De Estoques
Aula 1.4 GestãO De Estoques
 
10 aula materiais
10 aula materiais10 aula materiais
10 aula materiais
 
Logística -Sistemas de armazenagem de material
Logística -Sistemas de armazenagem de materialLogística -Sistemas de armazenagem de material
Logística -Sistemas de armazenagem de material
 
Armazenagem de Materiais
Armazenagem de MateriaisArmazenagem de Materiais
Armazenagem de Materiais
 
Gestão da Cadeia de Suprimentos
Gestão da Cadeia de SuprimentosGestão da Cadeia de Suprimentos
Gestão da Cadeia de Suprimentos
 
Protocolo e arquivo
Protocolo e arquivoProtocolo e arquivo
Protocolo e arquivo
 
Aulas logística 1
Aulas logística 1Aulas logística 1
Aulas logística 1
 
07 aula armazenagem l
07 aula armazenagem l07 aula armazenagem l
07 aula armazenagem l
 
Planejamento de Compras
Planejamento de ComprasPlanejamento de Compras
Planejamento de Compras
 
Aula 1 conceitos básicos
Aula 1   conceitos básicosAula 1   conceitos básicos
Aula 1 conceitos básicos
 
1 slides - conceitos logísticos
1   slides - conceitos logísticos1   slides - conceitos logísticos
1 slides - conceitos logísticos
 
Introdução à gestão de estoques
Introdução à gestão de estoquesIntrodução à gestão de estoques
Introdução à gestão de estoques
 
Logística historico,fundamentos e perspectivas- Professor Danilo Pires
Logística  historico,fundamentos e perspectivas- Professor Danilo PiresLogística  historico,fundamentos e perspectivas- Professor Danilo Pires
Logística historico,fundamentos e perspectivas- Professor Danilo Pires
 
Logística e distribuição
Logística e distribuiçãoLogística e distribuição
Logística e distribuição
 

Destaque

Logística Aula 8
Logística Aula 8Logística Aula 8
Logística Aula 8
robsonnasc
 
Inventário e acuracidade trabalho completo versão cleber
Inventário e acuracidade trabalho completo versão cleberInventário e acuracidade trabalho completo versão cleber
Inventário e acuracidade trabalho completo versão cleber
CLEBER CÂNDIDO
 
Inventários
InventáriosInventários
Inventários
Jeverson Perin
 
61321330 adm-estoque-e-almoxarifado
61321330 adm-estoque-e-almoxarifado61321330 adm-estoque-e-almoxarifado
61321330 adm-estoque-e-almoxarifado
Vera Gomes
 
Aula de controle de estoques
Aula de controle de estoquesAula de controle de estoques
Aula de controle de estoques
Moises Ribeiro
 
Apuracão de Custos e Inventários
Apuracão de Custos e InventáriosApuracão de Custos e Inventários
Apuracão de Custos e Inventários
Jairo Dias Santos, MBA
 
04 cadeia de suprimentos
04 cadeia de suprimentos04 cadeia de suprimentos
Departamento de Almoxarifado - Modelo básicas
Departamento de Almoxarifado - Modelo básicasDepartamento de Almoxarifado - Modelo básicas
Departamento de Almoxarifado - Modelo básicas
Francisco Oliveira
 
Operações e rotinas de trabalho do almoxarifado
Operações e rotinas de trabalho do almoxarifadoOperações e rotinas de trabalho do almoxarifado
Operações e rotinas de trabalho do almoxarifado
Benjamim Garcia Netto
 
Apresentação Armazenagem e Controle de Estoque
Apresentação Armazenagem e Controle de EstoqueApresentação Armazenagem e Controle de Estoque
Apresentação Armazenagem e Controle de Estoque
Adélia Aparecida Da Silva Cossoniche
 
Estoques diferença apurada entre o estoque físico e o contábil
Estoques diferença apurada entre o estoque físico e o contábilEstoques diferença apurada entre o estoque físico e o contábil
Estoques diferença apurada entre o estoque físico e o contábil
zeramento contabil
 
Administração de materiais 2008_02
Administração de materiais 2008_02Administração de materiais 2008_02
Administração de materiais 2008_02
Milton Henrique do Couto Neto
 
Cadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentosCadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentos
Felippi Perez
 
Inventario critico
Inventario criticoInventario critico
Inventario critico
Admisión UST
 
Indicadores performancecadeiadesuprimentos
Indicadores performancecadeiadesuprimentosIndicadores performancecadeiadesuprimentos
Indicadores performancecadeiadesuprimentos
Dora Machado Consultoria
 
Slides sobre a Gestão de Cadeia de Suprimentos do McDonnald´s Brasil
Slides sobre a Gestão de Cadeia de Suprimentos do McDonnald´s BrasilSlides sobre a Gestão de Cadeia de Suprimentos do McDonnald´s Brasil
Slides sobre a Gestão de Cadeia de Suprimentos do McDonnald´s Brasil
Telmo Ferreira
 
Aula 5 fornecimento
Aula 5   fornecimentoAula 5   fornecimento
Aula 5 fornecimento
Adilson Paradella
 
Tcc logística 2011
Tcc logística 2011Tcc logística 2011
Tcc logística 2011
Peter Leone
 
Cadeia de Suprimentos
Cadeia de SuprimentosCadeia de Suprimentos
Cadeia de Suprimentos
Willian dos Santos Abreu
 
Gestao De Estoques
Gestao De EstoquesGestao De Estoques
Gestao De Estoques
ogerente
 

Destaque (20)

Logística Aula 8
Logística Aula 8Logística Aula 8
Logística Aula 8
 
Inventário e acuracidade trabalho completo versão cleber
Inventário e acuracidade trabalho completo versão cleberInventário e acuracidade trabalho completo versão cleber
Inventário e acuracidade trabalho completo versão cleber
 
Inventários
InventáriosInventários
Inventários
 
61321330 adm-estoque-e-almoxarifado
61321330 adm-estoque-e-almoxarifado61321330 adm-estoque-e-almoxarifado
61321330 adm-estoque-e-almoxarifado
 
Aula de controle de estoques
Aula de controle de estoquesAula de controle de estoques
Aula de controle de estoques
 
Apuracão de Custos e Inventários
Apuracão de Custos e InventáriosApuracão de Custos e Inventários
Apuracão de Custos e Inventários
 
04 cadeia de suprimentos
04 cadeia de suprimentos04 cadeia de suprimentos
04 cadeia de suprimentos
 
Departamento de Almoxarifado - Modelo básicas
Departamento de Almoxarifado - Modelo básicasDepartamento de Almoxarifado - Modelo básicas
Departamento de Almoxarifado - Modelo básicas
 
Operações e rotinas de trabalho do almoxarifado
Operações e rotinas de trabalho do almoxarifadoOperações e rotinas de trabalho do almoxarifado
Operações e rotinas de trabalho do almoxarifado
 
Apresentação Armazenagem e Controle de Estoque
Apresentação Armazenagem e Controle de EstoqueApresentação Armazenagem e Controle de Estoque
Apresentação Armazenagem e Controle de Estoque
 
Estoques diferença apurada entre o estoque físico e o contábil
Estoques diferença apurada entre o estoque físico e o contábilEstoques diferença apurada entre o estoque físico e o contábil
Estoques diferença apurada entre o estoque físico e o contábil
 
Administração de materiais 2008_02
Administração de materiais 2008_02Administração de materiais 2008_02
Administração de materiais 2008_02
 
Cadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentosCadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentos
 
Inventario critico
Inventario criticoInventario critico
Inventario critico
 
Indicadores performancecadeiadesuprimentos
Indicadores performancecadeiadesuprimentosIndicadores performancecadeiadesuprimentos
Indicadores performancecadeiadesuprimentos
 
Slides sobre a Gestão de Cadeia de Suprimentos do McDonnald´s Brasil
Slides sobre a Gestão de Cadeia de Suprimentos do McDonnald´s BrasilSlides sobre a Gestão de Cadeia de Suprimentos do McDonnald´s Brasil
Slides sobre a Gestão de Cadeia de Suprimentos do McDonnald´s Brasil
 
Aula 5 fornecimento
Aula 5   fornecimentoAula 5   fornecimento
Aula 5 fornecimento
 
Tcc logística 2011
Tcc logística 2011Tcc logística 2011
Tcc logística 2011
 
Cadeia de Suprimentos
Cadeia de SuprimentosCadeia de Suprimentos
Cadeia de Suprimentos
 
Gestao De Estoques
Gestao De EstoquesGestao De Estoques
Gestao De Estoques
 

Semelhante a Apostila De Acuracidade De Estoques V6

Aula de adm de materiais alunos
Aula de adm de materiais alunosAula de adm de materiais alunos
Aula de adm de materiais alunos
Marcus Leal
 
02 aula cadeia de fornecimento
02 aula cadeia de fornecimento02 aula cadeia de fornecimento
02 aula cadeia de fornecimento
Homero Alves de Lima
 
02 aula cadeia de fornecimento
02 aula cadeia de fornecimento02 aula cadeia de fornecimento
02 aula cadeia de fornecimento
Homero Alves de Lima
 
3º trabalho de SM - Gestão de Stocksw
3º trabalho de SM - Gestão de Stocksw3º trabalho de SM - Gestão de Stocksw
3º trabalho de SM - Gestão de Stocksw
Edgar Varela Gonçalves
 
Adm materiais ii_parte_1
Adm materiais ii_parte_1Adm materiais ii_parte_1
Adm materiais ii_parte_1
Hugo Souza
 
Logística LEAN
Logística LEANLogística LEAN
Logística LEAN
Gian Gabriel Guglielmelli
 
Unidade 3 custo
Unidade 3 custoUnidade 3 custo
Unidade 3 custo
custos contabil
 
Gestão de Materiais e de Stocks
Gestão de Materiais e de StocksGestão de Materiais e de Stocks
Gestão de Materiais e de Stocks
CLT Valuebased Services
 
Ciclo de Vida da Logística - Logística Empresarial - Aula 2
Ciclo de Vida da Logística - Logística Empresarial - Aula 2Ciclo de Vida da Logística - Logística Empresarial - Aula 2
Ciclo de Vida da Logística - Logística Empresarial - Aula 2
ssusera903042
 
Lean Supply Chain Management
Lean Supply Chain ManagementLean Supply Chain Management
Lean Supply Chain Management
CLT Valuebased Services
 
01-estoques1. produtivo que traz melhoria
01-estoques1. produtivo que traz melhoria01-estoques1. produtivo que traz melhoria
01-estoques1. produtivo que traz melhoria
carlosdenilson3
 
102571136 planejamento-e-controle-de-processos-e-producao
102571136 planejamento-e-controle-de-processos-e-producao102571136 planejamento-e-controle-de-processos-e-producao
102571136 planejamento-e-controle-de-processos-e-producao
Enock Viana
 
Gestão de Armazéns
Gestão de ArmazénsGestão de Armazéns
Gestão de Armazéns
CLT Valuebased Services
 
Grupo Estoques[1]
Grupo Estoques[1]Grupo Estoques[1]
Grupo Estoques[1]
fabrina29rs
 
Estoque
Estoque Estoque
Estoque
Laercio27
 
Apresentação do Curso de Logística
Apresentação do Curso de LogísticaApresentação do Curso de Logística
Apresentação do Curso de Logística
Charlie Junior
 
132724191 sebenta-operador-de-armazem-parte-1
132724191 sebenta-operador-de-armazem-parte-1132724191 sebenta-operador-de-armazem-parte-1
132724191 sebenta-operador-de-armazem-parte-1
Maria Silva
 
UFCD 5945 Gestão de Stocks.ppt
UFCD 5945 Gestão de Stocks.pptUFCD 5945 Gestão de Stocks.ppt
UFCD 5945 Gestão de Stocks.ppt
MarcusMartins46
 
07- CONTROLE DE ESTOQUE E INVENTÁRIO.pptx
07- CONTROLE DE ESTOQUE E INVENTÁRIO.pptx07- CONTROLE DE ESTOQUE E INVENTÁRIO.pptx
07- CONTROLE DE ESTOQUE E INVENTÁRIO.pptx
ValquiriaJaques1
 
3. npc armaz. movim.entacao e_localizacao
3. npc armaz. movim.entacao e_localizacao3. npc armaz. movim.entacao e_localizacao
3. npc armaz. movim.entacao e_localizacao
lourinha321
 

Semelhante a Apostila De Acuracidade De Estoques V6 (20)

Aula de adm de materiais alunos
Aula de adm de materiais alunosAula de adm de materiais alunos
Aula de adm de materiais alunos
 
02 aula cadeia de fornecimento
02 aula cadeia de fornecimento02 aula cadeia de fornecimento
02 aula cadeia de fornecimento
 
02 aula cadeia de fornecimento
02 aula cadeia de fornecimento02 aula cadeia de fornecimento
02 aula cadeia de fornecimento
 
3º trabalho de SM - Gestão de Stocksw
3º trabalho de SM - Gestão de Stocksw3º trabalho de SM - Gestão de Stocksw
3º trabalho de SM - Gestão de Stocksw
 
Adm materiais ii_parte_1
Adm materiais ii_parte_1Adm materiais ii_parte_1
Adm materiais ii_parte_1
 
Logística LEAN
Logística LEANLogística LEAN
Logística LEAN
 
Unidade 3 custo
Unidade 3 custoUnidade 3 custo
Unidade 3 custo
 
Gestão de Materiais e de Stocks
Gestão de Materiais e de StocksGestão de Materiais e de Stocks
Gestão de Materiais e de Stocks
 
Ciclo de Vida da Logística - Logística Empresarial - Aula 2
Ciclo de Vida da Logística - Logística Empresarial - Aula 2Ciclo de Vida da Logística - Logística Empresarial - Aula 2
Ciclo de Vida da Logística - Logística Empresarial - Aula 2
 
Lean Supply Chain Management
Lean Supply Chain ManagementLean Supply Chain Management
Lean Supply Chain Management
 
01-estoques1. produtivo que traz melhoria
01-estoques1. produtivo que traz melhoria01-estoques1. produtivo que traz melhoria
01-estoques1. produtivo que traz melhoria
 
102571136 planejamento-e-controle-de-processos-e-producao
102571136 planejamento-e-controle-de-processos-e-producao102571136 planejamento-e-controle-de-processos-e-producao
102571136 planejamento-e-controle-de-processos-e-producao
 
Gestão de Armazéns
Gestão de ArmazénsGestão de Armazéns
Gestão de Armazéns
 
Grupo Estoques[1]
Grupo Estoques[1]Grupo Estoques[1]
Grupo Estoques[1]
 
Estoque
Estoque Estoque
Estoque
 
Apresentação do Curso de Logística
Apresentação do Curso de LogísticaApresentação do Curso de Logística
Apresentação do Curso de Logística
 
132724191 sebenta-operador-de-armazem-parte-1
132724191 sebenta-operador-de-armazem-parte-1132724191 sebenta-operador-de-armazem-parte-1
132724191 sebenta-operador-de-armazem-parte-1
 
UFCD 5945 Gestão de Stocks.ppt
UFCD 5945 Gestão de Stocks.pptUFCD 5945 Gestão de Stocks.ppt
UFCD 5945 Gestão de Stocks.ppt
 
07- CONTROLE DE ESTOQUE E INVENTÁRIO.pptx
07- CONTROLE DE ESTOQUE E INVENTÁRIO.pptx07- CONTROLE DE ESTOQUE E INVENTÁRIO.pptx
07- CONTROLE DE ESTOQUE E INVENTÁRIO.pptx
 
3. npc armaz. movim.entacao e_localizacao
3. npc armaz. movim.entacao e_localizacao3. npc armaz. movim.entacao e_localizacao
3. npc armaz. movim.entacao e_localizacao
 

Apostila De Acuracidade De Estoques V6

  • 1. CADEIA DE SUPRIMENTOS O PRINCÍPIO BÁSICO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS É SINCRONIZAR TODOS OS PROCESSOS DE OBTENÇÃO, MOVIMENTAÇÃO E ENTREGA DOS MATERIAIS, DESDE O PONTO DE ORIGEM, ATÉ O PONTO DE CONSUMO, UTILIZANDO-SE DE UM CONJUNTO DE OPERAÇÕES LOGÍSTICAS. UMA CADEIA DE SUPRIMENTOS ENGLOBA TODOS OS ESTÁGIOS ENVOLVIDOS, DIRETA OU INDIRETAMENTE, NO ATENDIMENTO DE UM PEDIDO DE UM CLIENTE. A CADEIA INCLUI TODOS AS FUNÇÕES INTERNAS DA ORGANIZAÇÃO E TODOS OS AGENTES ENVOLVIDOS NO ATENDIMENTO AO CLIENTE E CONSUMIDOR.
  • 2. CD CD Fornecedor Cliente Fornecedor CD Cliente Cliente Materiais Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Gerenciar fluxo de materiais e informações, e não indicadores operacionais independentes. CADEIA DE SUPRIMENTOS Planta Almx Planta Almx Necessidades
  • 3. FORNECEDOR INBOUND MANUFATURA ARMAZENAGEM PRODUTOS OUTBOUND CLIENTE DO CLIENTE SISTEMAS INTEGRADOS DE INFORMAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE UMA ESTRATÉGIA LOGÍSTICA, ATRAVÉS DA INTEGRAÇÃO E INOVAÇÃO DA CADEIA LOGÍSTICA. LOGÍSTICA INTEGRADA
  • 4. LOGÍSTICA INTEGRADA EMBALAGEM MOVIMENTAÇÃO INTERNA LOCALIZAÇÃO DOS ESTOQUES DE SUPRIMENTOS TRANSPORTE DE ABASTECIMENTO PRODUÇÃO PROCESSAMENTO DE PEDIDO DO CLIENTE EMBALAGEM MOVIMENTAÇÃO INTERNA LOCALIZAÇÃO DOS ESTOQUES DE PRODUTOS ACABADOS TRANSPORTE DE DISTRIBUIÇÃO CLIENTE DO CLIENTE PREVISÃO DE DEMANDA COMPRAS
  • 5. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO RECEBIMENTO DOS PEDIDOS RETORNO DE COMPROVANTES PROGRAMAÇÃO DE TRANSPORTE EXPEDIÇÃO GERENCIAMENTO DA VIAGEM ENTREGA TRANSPORTADORAS EDI AVISO DE EMBARQUE CLIENTE CLIENTES LIGAÇÃO 0800
  • 6. Informação Planejamento Corporativo Sites Recursos Capacidades Distribuição Informação Planejamento Local Utilização ativos Otimização capacidades Atividades operacionais Planejamento Distribuição Controle frotas Gerenciamento transporte Otimização rotas Produto Produto GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Gerenciar Fluxo de Materiais e informações Plantas Centro de Distribuição Clientes Fornecedores Previsão de Vendas Marketing Vendas Pesquisas mercado Análises demanda Planejamento Estratégico Da Cadeia de Suprimentos Planejamento Estratégico Cadeia de Suprimentos
  • 7. Custos $ Manufatura Transportes Armazenamento Manuseio Inventário CD CD Fornecedor Cliente Fornecedor CD Cliente Cliente CADEIA DE SUPRIMENTOS PONTOS DE ATENÇÃO Planta Almx Planta Almx
  • 8. Restrições X Manufatura Transportes Armazenamento Manuseio Inventário CD CD Fornecedor Cliente Fornecedor CD Cliente Cliente Custos $ Manufatura Transportes Armazenamento Manuseio Inventário CADEIA DE SUPRIMENTOS PONTOS DE ATENÇÃO Planta Almx Planta Almx
  • 9. Receita * CD CD Fornecedor Cliente Fornecedor CD Cliente Cliente Restrições X Manufatura Transportes Armazenamento Manuseio Inventário Custos $ Manufatura Transportes Armazenamento Manuseio Inventário Minimizar Respeitar Maximizar CADEIA DE SUPRIMENTOS PONTOS DE ATENÇÃO Planta Almx Planta Almx
  • 10. LOGÍSTICA FORNECEDORES MANUSEIO E ARMAZENAMENTO PRODUÇÃO TRANSPORTE ARMAZENAMENTO E MANUSEIO PROCESSAMENTO MANUSEIO E ARMAZENAMENTO DISTRIBUIÇÃO ARMAZENAMENTO E MANUSEIO CONSUMIDOR FLUXO FÍSICO FLUXO DE INFORMAÇÕES CICLO DE SUPRIMENTOS À PRODUÇÃO CICLO DE APOIO À PRODUÇÃO CICLO DE APOIO À PRODUÇÃO INDUSTRIAL CICLO DE DISTRIBUIÇÃO FÍSICA
  • 11. Recebimento Controle Armazenagem Identifica Volume Verificar Ordem Compra Conferência Física Rotina Operacional Com Rapidez nas Ações Velocidade na Disposição dos Materiais Ação Preventiva Acompanhamento Preserva Conferência Física Armazena Baixa de Estoque Inventários Rotativos e Pontuais Endereça A T U A Ç Ã O Movimenta GESTÃO DE MATERIAIS Segurança
  • 12. O QUE COMPREENDE A GESTÃO DE MATERIAIS? Em síntese, as principais funções da gestão de materiais envolvem: Determinar “ o que ” manter em estoque e identificar precisamente estas SKU; Determinar “ quando ” reabastecer; Determinar “ quanto ” requisitar; Acionar o processo de abastecimento pelo departamento de compras e produção; Receber, estocar e suprir os materiais conforme requerido pelos usuários; Manter acuracidades dos saldos; Retirar itens obsoletos (saneamento dos estoques).
  • 13. TIPOS DE CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS Por tipo de demanda: - Materiais não de estoque. - Materiais de estoque: - Por Valor de consumo; - Por Importância Operacional.
  • 14. CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS DE ESTOQUE Quanto à aplicação : Materiais Produtivos : Compreendem todo e qualquer material ligado direta ou indiretamente ao processo de fabricação. Exemplos: matérias Primas, Produtos em fabricação, produtos acabados; - Matérias-primas : materiais básicos e insumos que constituem os itens iniciais e fazem parte do processo produtivo da empresa; Produtos em fabricação : Também conhecidos como materiais em processamento, são os que estão sendo processados ao longo do processo produtivo da empresa.
  • 15. CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS DE ESTOQUE Quanto à aplicação: Produtos acabados : São os produtos constituintes do estágio final do processo produtivo; portanto, já prontos; - Materiais de Manutenção : Materiais de consumo, com utilização repetitiva, aplicados em manutenção; - Materiais Improdutivos : Compreende todo e qualquer material não incorporado às características do produto fabricado. Exemplos: materiais para limpeza, de escritórios etc..
  • 16. CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS DE ESTOQUE Quanto ao valor do consumo; Classe ABC. Quanto à importância operacional: - Classe XYZ .
  • 17. CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS NÃO DE ESTOQUE São materiais de demanda imprevisível para os quais não são definidos parâmetros para o ressuprimento automático. A inexistência de regularidade de consumo faz com que a aquisição desses materiais somente seja efetuada por solicitação direta do usuário, na oportunidade em que se constate a necessidade deles. Os materiais não de estoque devem ser comprados para utilização imediata e são debitados no centro de custo de aplicação.
  • 18. MATERIAIS CRÍTICOS Por problemas de obtenção: Material importado; Existência de um único fornecedor; Escassez no mercado; Material estratégico; De difícil fabricação ou obtenção.
  • 19. MATERIAIS CRÍTICOS Por razões econômicas: Material de elevado valor; Material com elevado custo de armazenagem; Material com elevado custo de transporte. Por problemas de Previsão: Material com utilização de difícil previsão.
  • 20. MATERIAIS CRÍTICOS Por problemas de armazenagem e transporte: Material de alta periculosidade; Material perecível; Material de elevado peso; Material de grandes dimensões.es. Por razões de segurança: Material de reposição de alto custo; Material para equipamento vital da produção.
  • 21. Exemplo Papel para correspondência – Apergaminhado, branco, formato A4 medindo 210x297mm, gramatura de 75g/m2. Acondicionado em pacote com 500 folhas. Ref.: CHAMEX 500. Identificação do Material Dados Descritivos dos Bens Nome Padronizado Descrição Técnica Descrição Auxiliar Nomenclatura Complementar Nome Modificador Nome Básico Características Físicas Aplicação Preservação Embalagem Acondicionado Unid. Estocagem Ref. Comercial Código do Fornecedor Papel Para correspondência apergaminhado branco formato A4 medindo 210x297mm, gramatura de 75g/m2 geral pacote com 500 folhas Unidade 500 folhas Chamex 500
  • 22. Com base nos dois princípios descritos e, através de suas combinações, podemos empregar três modalidades de representação gráfica para os códigos de material:  Sistema Alfabético - O material é codificado utilizando-se um conjunto de letras suficientes para preencher toda a identificação do material.  Sistema Alfa Numérico - O material é codificado através da utilização ou combinação de letras e números para representação de material.  Sistema Numérico ou Decimal - Consiste na composição e atribuição de códigos em algarismos arábicos. É o método mais utilizado, tendo em vista a facilidade na ordenação seqüencial dos diversos itens de materiais e na adoção da informatização. O método decimal universal, como ficou conhecido, divide o universo de itens de materiais em grupos, aos quais por sua vez em subgrupos e, adiciona-se a estes um número de identificação. CODIFICAÇÃO DE MATERIAL
  • 23. Sistema Decimal Simplificado Exemplo 1ª chave 2ª chave 3ª chave 00 – Ferragens 00 – Pregos 000 – tam. 10x10 001 – tam. 13x15 002 – tam. 14x15 01 – Parafusos 000 – cab.red. 1/4x1/8 001 – cab.red 1/4x3/16
  • 24. É um método de diferenciação dos estoques segundo sua maior ou menor abrangência em relação a determinado fator, consistindo em separar os itens por classes de acordo com sua importância relativa.. Classificação ABC
  • 25. Classificação ABC CLASSE A: Representa o grupo de maior valor de consumo e menor quantidade de itens, que devem ser gerenciados com especial atenção; CLASSE B: Representa o grupo de situação intermediária entre as classes A e C; CLASSE C: Representa o grupo de menor valor de consumo e maior quantidade de itens, portanto menos importantes, que justificam menor atenção no gerenciamento.
  • 26. METODOLOGIA DE CÁLCULO DA CURVA ABC A percentagem individual É obtida por meio da seguinte Fórmula: CT SCT X 100 X = Onde: CT = Custo Total. SCT = Soma do Custo Total X = % individual
  • 27. METODOLOGIA DE CÁLCULO DA CURVA ABC 320120
  • 28. QUANTO À IMPORTÂNCIA OPERACIONAL Classe X: Materiais de aplicação não importante, com possibilidade de uso de similar existente na empresa; Classe Y: Materiais de importância média, com ou sem similar na empresa; Classe Z: Materiais de importância vital sem similar na empresa, cuja falta acarreta a paralisação de uma ou mais fases operativas.
  • 29. Definição de Acuracidade de Estoques Manter corretas as informações sobre saldos em estoques é um dos grandes desafios para os gestores de materiais, mais ainda quando buscamos trabalhar com níveis enxutos e com elevadas frequências de acessos, isto é, mais e mais recebimentos e apanhes que, naturalmente, aumentam o risco da imprecisão nos registros das respectivas transações. Fica mais complexo quando consideramos aquilo que é intrínseco ao ser humano: Somos falíveis . Vimos, que antes da implantação do código de barras uma pessoa normal comete em média um erro de digitação a cada trezentos caracteres inseridos manualmente em um sistema qualquer.
  • 30. Condições operacionais, documentação divergente, sistemas e políticas também podem embutir falhas que contribuem para incrementar as divergências entre os saldos físicos e lógicos. Muitas destas causas crônicas permanecem escondidas nas atividades rotineiras deteriorando a qualidade das informações e comprometendo a confiabilidade do gestor dos materiais. Portanto, a busca pela precisão das informações não é apenas um capricho, mas uma necessidade vital para todos os envolvidos . Investir tempo e recursos para manter e aprimorar aquilo que denominamos acuracidade das informações traz benefícios efetivos sob os pontos de vista das diversas partes interessadas:
  • 31. Empresarial: Para acionista e diretores a informação é o subsídio para a tomada de decisões críticas, de forma que confiabilidade é fundamental. Cabe à alta administração enfatizar a importância da disciplina diária e viabilizar meios para que a organização alcance metas desafiadoras da acuracidade. Para ilustramos com um caso real, uma empresa obteve um grande financiamento de agentes governamentais que Viabilizou sua estratégia de crescimento graças, entre outros fatores, à expressiva melhoria na sua acuracudade de estoques;
  • 32. Contábil: Para quantificar com precisão a riqueza da empresa, é preciso que os registros de valores, entradas, saídas e saldos sejam lançados e processados corretamente. Desta forma, é usual em muitas empresas, que os saldos sejam sistematicamente auditados por terceiros. Em mais de uma ocasião, por exemplo, constatamos que o software de gestão empresarial da empresa, desenvolvido internamente, continha falhas lógicas de codificação que ocasionavam erros de processamento;
  • 33. Vendas: Até uma atividade simples como a de aceitar um pedido e determinar um prazo de entrega imaginando dispor dos materiais pode acabar comprometendo a imagem da empresa caso uma simples informação esteja errada. Quando estas ocorrências tornam-se repetitivas, perdemos clientes e o relacionamento interno também vai se deteriorando; Logística: O abastecimento contínuo requer informação precisa e atualizada, sem a qual corremos o risco de comprometer o atendimento aos clientes, ou então optamos por comprometer a produtividade para assegurar o reabastecimento elevando os custos logísticos;
  • 34. Operacional: A produtividade da produção depende de máquinas operando continuamente. Quantas vezes sua linha de produção interrompeu a operação por falta de algum insumo ou mesmo pela quebra de algum material? Nesta ocasião percebemos o tamanho do custo da falta de acuracidade das informações. Os inventários também servem para avaliar a qualidade dos processos operacionais, podendo apontar necessidades de melhorias e de reciclagem de treinamento de operadores.
  • 35. Efeito avalanche ativado pela falta de acuracidade Vendas perdidas; Falha nas programações de manufatura; Excesso de estoque – Itens indesejados; Desbalanceamento dos estoques; Decisões ineficazes; Aquisições erradas; Erros no custeio; Saldos errados; Falta de acuracidade das informações; Baixa taxa de sobrevivência da Empresa.
  • 36. Retirada de Material sem autorização ou informalidade das Saídas. Depósitos sem Segurança. Pessoal não treinado na Ferramenta dos Registros (software). Registros de Transações indevidas ou Transações mal definidas. Falha de Capacidade em Realizar Auditorias Preventivas. Causas de erro em registros de estoque
  • 37. Definições fundamentais relacionadas com os processos de inventários: 1. Acuracidade: Acuracidade é um adjetivo, sinônimo de qualidade e confiabilidade da informação. Segundo o novo dicionário Aurélio, “acurado” significa feito ou tratado com muito cuidado, desvelo ou apuro. E acurácia, que é o substantivo feminino que indica exatidão, na física está associado à propriedade de uma medida de uma grandeza física que foi obtida por instrumentos e processos isentos de erros sistemáticos. Naturalmente, existem diversos possíveis indicadores de acuracidade, tais como:
  • 38. Definições fundamentais relacionadas com os processos de inventários: Acuracidade da estrutura de produtos (fatores de conversão e rendimentos); Acuracidade dos roteiros de produção (processos, tempos e recursos); Acuracidade dos lead times; Acuracidade da previsão (forecast); Acuracidade dos saldos de estoque; Acuracidade dos custos dos materiais; Acuracidade da locação (endereços), entre outros.
  • 39. ESTA É A SUA ACURACIDADE = 87,50% X 100 Exemplo = 1750 Itens com saldo Correto 2000 Itens verificados Acuracidade = Quantidade de Informações corretas Quantidade de Informações verificadas
  • 40. Definições fundamentais relacionadas com os processos de inventários: 2. Acuracidade de saldo: Na gestão de materiais, a acuracidade de saldo é um indicador gerencial, expresso em percentagem, da proporção de informações corretas, isto é, da quantidade física disponível no estoque comparada com a informação do saldo conforme consta no sistema de informações, em um determinado momento.
  • 42. QTDE ESTOQUE QTDE FISICA ACURACIDADE CONTABIL VERIFICADA VERIFICADA A1 2.500 1.850 A2 4.550 38.540 A3 12.000 12.000 A4 89.500 88.000 A5 135.000 134.980 ITEM Dinâmica da Acuracidade
  • 43. Resultado da Dinâmica QTDE ESTOQUE QTDE FISICA ACURACIDADE CONTABIL VERIFICADA VERIFICADA A1 2.500 1.850 74,00% A2 4.550 38.540 847,03% A3 12.000 12.000 100,00% A4 89.500 88.000 98,32% A5 135.000 134.980 99,99% ITEM
  • 44. NÃO PODEMOS TAPAR O SOL COM UMA PENEIRA. O MAIOR IMPACTO CONTINUA SENDO OS “ ERROS DE REGISTRO” E ESTES ERROS SÃO OS RESULTADOS DE: SISTEMAS RUINS DE MANUTENÇÃO DOS REGISTROS; PESSOAL MAL TREINADO. O MAIOR IMPACTO NA ACURACIDADE
  • 45. Acuracidade de saldo em função da tecnologia empregada
  • 46. 3.Divergência: para procurar melhorar a acuracidade de cada item do estoque é interessante medir o grau do desvio relativo entre o dado físico e o dado sistêmico, expressando-o como uma percentagem . 105 - 100 100 x 100 ESTA É A SUA DIVERGÊNCIA = 5,00% EXEMPLO: Divergência = Quantidade Física – Quantidade no Sistema Quantidade no Sistema X 100
  • 47. 4.Tolerância: é o grau de aceitação da divergência, sem que este desvio seja efetivamente contabilizado como um erro ou diferença no sistema. trata-se de uma simples aplicação do bom senso, pois a determinação de uma tolerância reduz a necessidade de reconciliações e ajustes de saldo desnecessários, em contraste com a política de tolerância zero. Classe Quantidade Valor A +/- 0,2% +/- R$ 500 B +/- 1,0% +/- R$ 200 C +/- 3,0% +/- R$ 100
  • 48. Detalhes visuais DAS TOLERANCIAS: TABELA DE REGISTRO DE TOLERÂNCIA FASE I Código da Peça Registro do Estoque Contagem de Estoque 1 100 105 2 100 100 3 100 98 4 100 97 5 100 102 6 100 103 7 100 99 8 100 100 9 100 97 10 100 99
  • 49. PRECISÃO DOS REGISTRO DO ESTOQUE COM TOLERÂNCIA FASE II Código da Peça Registro no Estoque Contagem de Estoque Tolerância Estabelecida Item Dentro da Tolerância Item fora da Tolerância 1 100 105 +/ - 5% X 2 100 100 +/ - 0% X 3 100 98 +/ - 3% X 4 100 97 +/ - 2% X 5 100 102 +/ 2% X 6 100 103 +/ - 2% X 7 100 99 +/ - 3% X 100 100 +/ - 0% X 100 97 +/ - 5% X 100 99 +/ - 5% X 8 9 10
  • 51. Existem diversas alternativas de procedimentos para inventários, cada uma mais adequada às diferentes necessidades, recursos e exigências existentes. Conhecê-las é o primeiro passo para a escolha da mais apropriada. Inventários geral: É um processo de contagem física de todos os itens em poder da empresa, a portas fechadas e em uma data pré-fixada. Pode ser programado periodicamente. Tipos de Inventários
  • 52. Inventário gratuito: Nas organizações onde se pratica inventario rotativo é possível implementar técnicas para incremento da produtividade do processo. Por exemplo, aproveitando procedimentos de apanhe ou acesso aos itens, quando identificamos um saldo zerado ou na troca de número de lotes. Também pode ser classificado como inventario gratuito àquelas oportunidades em que utilizamos a ociosidade da mão-de-obra no deposito, recurso que alguns sistemas WMS e coletores de dados conectados por radiofreqüência já exploram . Inventário por grupo de materiais: Nesta variação focaliza-se uma parcela especifica dos materiais em estoque, algumas vezes em virtude de alguma característica especial, como os bartitúricos, que são rigorosamente controlados, em freqüências diárias e até horárias.
  • 53. Inventário por amostra: Principalmente empregada em procedimentos de auditoria, valendo-se de uma abordagem estatística, serve para o reconhecimento parcial da situação mediante inferência de que aquela parte verificada representa o todo. Inventário por posição física: Com o advento da tecnologia de informação viabiliza-se mais facilmente a opção da contagem por endereço, abonando as contagens de posições não acessadas. Inventário por lote: Também é possível, recorrendo a recursos de identificação e rastreamento informatizados, acompanhar o consumo não apenas dos materiais, mas dos respectivos lotes de fabricação, tornando o controle ainda mais robusto.
  • 54. Inventários Rotativo: O inventário rotativo, ou contagem cíclica é um processo de recontagem física contínua dos materiais em estoque, programado de modo que os materiais sejam contados a uma freqüência pré-determinada (semanal ou diária), organizada em ciclos e períodos, que são dimensionados em função da quantidade e das categorias dos materiais envolvidos (ABC ou XYZ). Daí, os registros das transações dos materiais divergentes são reconciliados, visando a identificação e remoção das causas das divergências. O sistema de inventário rotativo , enquadrado no princípio de garantir permanente relação biunívoca entre controle de estoque e estoque físico, utiliza os recursos de informática e pode ser classificado em 3 (três) tipos:
  • 55. Trata-se de solicitação em sistema para inventário material a material, mediante a ocorrência de qualquer dos seguintes eventos indicadores de possível divergência e/ou que também visem garantir a confiabilidade de estoque de materiais vitais: a.       Saldo zero no sistema de controle; b.      Requisição de material atendida parcialmente; c.      Requisição de material não atendida; d.      Material crítico requisitado; e.      Material crítico recebido; f.       Transferência de localização. INVENTÁRIO AUTOMÁTICO
  • 56. Trata-se de solicitação em sistema para inventário por amostragem de itens, em períodos estabelecidos conforme exemplo abaixo:     I INVENTÁRIO PROGRAMADO Classificação do item Amostragem Freqüência A Z 100% Mensal Y 100% Mensal X 100% Mensal B Z 100% Mensal Y 100% Bimestral X 100% Trimestral C Z 100% Mensal Y 100% Trimestral X 100% Semestral Estoque Residual 100% Anual
  • 57.   Trata-se de input para solicitação em sistema para inventário item a item por interesse dos órgãos de administração de materiais e de controladoria, como: a.      Falhas de processamento; b.      Solicitações do almoxarife ou gestão; c.      Solicitações da auditoria; d.      Outros motivos. INVENTÁRIO A PEDIDO
  • 58. No plano de contagens programamos as contagens físicas do inventário rotativo por meio de período e ciclos. O período corresponde ao tempo necessário para contarmos todos os itens do estoque pelo menos uma vez. Pode haver um ou mais ciclos dentro de um período de contagem. PLANO DE CONTAGENS PARA INVENTÁRIO ROTATIVO Uma abordagem clássica é diferenciar a freqüência de contagens, ou número de ciclos, em função da classificação ABC. Outra possível abordagem considera a popularidade dos itens, em virtude de que a probabilidade de divergências aumenta com o aumento do número de transações em que se envolve o item.
  • 59. Utilizando como parâmetro o sistema de valorização da CURVA ABC. ITENS CLASSE A - São itens estratégicos. Todos os itens CLASSE A devem ser contados sistematicamente uma (1) vez ao mês. ITENS CLASSE B - São itens de importância intermediaria quanto ao valor do estoque contábil, embora sejam estratégicos para o processo de manufatura. Todos os itens CLASSE B devem ser contados sistematicamente quatro (4) vezes ao ano. ITENS CLASSE C - São itens que representam um baixo valor no estoque contábil. São muitos itens para controle. Todos os itens CLASSE C devem ser contados sistematicamente pelo menos uma (1) vez ao ano. PROGRAMAÇÃO DE INVENTÁRIO ROTATIVO OU CÍCLICO
  • 60. DIMENSIONANDO O PLANO DE CONTAGENS
  • 61. Uma empresa faz análise ABC de seu estoque e calcula que, de 5.000 itens, 22% podem ser classificados como itens do grupo A, 33% como itens do grupo B e o restante como itens do grupo C. Foi tomada uma decisão segundo a qual os itens A devem ser submetidos a uma contagem cíclica uma vez por mês, os itens B a cada três meses e os itens C duas vezes por ano. Calcule o total de contagens e o número de contagens por dia. A empresa trabalha cinco dias por semana e 50 semanas por ano. TESTE DE CONHECIMENTO
  • 62. TESTE DE CONHECIMENTO Classificação Número de Itens Freqüência de Contagem Número de contagens A B C Total de contagens Dias de trabalho por ano Contagens por dia
  • 70. Existem causas ainda mais complexas, dificeis de serem objetivamente tabuladas, de natureza política ou comportamental, mas que devem ser conhecidas. Em algumas empresas a administração pode considerar a acuracidade uma questão secundária ou dar uma ênfase única no atendimento aos clientes. Outra disfunção decorre do livre trânsito de pessoas estranhas ao depósito ou devido ao acesso sem acompanhamento no almoxarifado nos finais de semana ou período noturno. Nunca desista: Algumas pessoas menos perseverantes chegam a entregar os pontos quando a credibilidade do sistema está muito comprometida e os esforços para corrigir são mal sucedidos. Em casos extremos, podemos recorrer às seguintes estratégias para identificar causas de divergência:
  • 71. DADOS SOBRE INVENTÁRIO ROTATIVO O Custo do processo pode ser estimado considerando 5.400 contagens x 20 minutos/contagens x 1hora/60 minutos x 1 dia/8horas x 1mês/22dias x R$500,00/mês (salário) x 200% (encargos) x 2 (esforço envolvido na análise e implementação de ações corretivas), o que totaliza aproximadamente vinte mil reais por ano. R$ 2000,00 / 528 = R$ 3,79. 5400 x R$ 3,79 = R$ 20.466,00 1 hora = 3 contagens 1 dia = 24 contagens 1 mês = 528 contagens (24x22 )
  • 72. CADEIA PARA TOMADA DE INVENTÁRIO ROTATIVO NO PROCESSO PRODUTO FINAL SUB CONJUNTO PROCESSO ALMOXARIFADO
  • 73. ESTRUTURA DOS PRODUTOS COM VÁRIOS NÍVEIS
  • 75. INVENTARIO ROTATIVO NO PROCESSO EXEMPLO
  • 76. ANÁLISE DAS CAUSAS DAS DIVERGÊNCIAS NO INVENTÁRIO Material 1 Mão-de-Obra 2 Método 3 Meio Ambiente 6 Medidas 5 Máquina 4 Acuracidade Comprometida
  • 77. MATERIAL Perda nos processos de produção; Vazamento pela embalagem; Mudança de versão (engenharia do produto); As embalagens apresentam variações de tara; Deterioração do produto. MÃO-DE-OBRA Erro de contagem; Erro de digitação; Erro de leitura ou medição; Caligrafia ilegível em registro manual; Negligência do funcionário(deixar de registrar, por desleixo ou dolo); Ignorância (falta de consciência); Falta de treinamento (funcionário não ambientado).
  • 78. MÉTODO Defasagem entre entrada física e registro no sistema; Erro na identificação dos itens; Troca de itens por similares ou equivalentes; Recebimento indevido. MÁQUINA Erro de processamento (aritmética, lógica, programação); Integração ou sincronização de dados entre depósitos; Erros durante a conversão (implementação) do sistema; Erros devido à falta de robustez do banco de dados.
  • 79. MEDIDAS (Indicadores) Erro na estrutura do produto; Erro na documentação; Confusão com unidades de medida. MEIO AMBIENTE Erro no fornecedor; Registro de notas fiscais de itens importados; Erro no cliente; Evaporação; Furto.
  • 80. CONHECENDO SUA EQUIPE VOCÊ PODE INTERAGIR COM MAIOR PRECISÃO Produtividade média = 40 contagens / Pessoa.Dia Dimensionamento de Pessoas: Considere sua taxa de produtividade em contagens. Na Falta de uma referência histórica, utilize o desempenho conservador do exemplo acima. No entanto, tenha em mente que dependendo da natureza dos materiais, condições operacionais e organização do depósito, tecnologia empregada na contagem e no conhecimento das pessoas, este desempenho pode aumentar, não raras vezes, para uma faixa em torno de 65 e 200 contagens / pessoa por dia.
  • 81. AJUSTE DO ESTOQUE É PRECISO MUITA CAUTELA PARA REALIZAÇÃO DOS AJUSTES. ELES PODEM REPRESENTAR PERDAS SIGNIFICATIVAS O QUE PODE COMPROMETER O RESULTADO OPERACIONAL REPRESENTA UMA PERDA NÃO SUSTENTAVEL ?
  • 82. INVENTARIO GERAL VERSUS INVENTÁRIO ROTATIVO Inventário Geral Inventário Rotativo     Esforço concentrado, produzindo pico de custo.     Sem grandes esforços, com custos distribuídos.     Gera impacto nas atividades da empresa, com almoxarifado de portas fechadas.     É possíveis a continuidade de atendimento com o almoxarifado de portas abertas.     Produtividade da mão-de-obra decrescente ocorrendo falhas durante o processo.    Incremento da produtividade, com ações preventivas, que, em conseqüências, reduzem as falhas.     Almoxarifes “reaprendem” ano após ano.      Almoxarifes tornam-se especialistas no processo e no ajuste.     As causas das divergências não são identificadas.       O feedback imediato eleva a qualidade, havendo motivação e participação geral; assim as causas das divergências são rapidamente identificadas.     Confiabilidade não melhora.  Aprimoramento contínuo da confiabilidade.