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Academicismo no Brasil
(Romantismo e Realismo)
Professora Andréa Dressler
Contexto histórico
Depois da Independência (1822) os
acontecimentos pela consolidação do
Brasil como nação autônoma levam à
abolição da escravatura (1888) e à
proclamação da República (1889).
Toda essa turbulência política reflete-se
no ânimo dos artistas, que procuram,
mesmo influenciados ainda pela
Europa, uma linguagem nacional.
Arte Acadêmica no Brasil
(ou Academicismo)
Introduzida pela Missão
Artística Francesa com a
inauguração da Academia
Imperial de Belas Artes
(AIBA) no Rio de Janeiro
(1826), a arte acadêmica no
Brasil logo começou a
declinar.
Mesmo assim a arte
produzida a partir de então
ainda reflete a importância
dessa formação acadêmica
na arte dos novos artistas
brasileiros que lá se
AIBA
Influência europeia
Logo esses artistas começaram a se
influenciar também pelos movimentos
que estavam acontecendo na Europa:
o Romantismo e depois o Realismo.
Mas aqui no Brasil não há uma divisão
exata entre os dois estilo.
Nota-se influência de ambos os
movimentos praticamente na mesma
época em várias obras produzidas por
aqui nesse período:
Arte Europeia
ROMANTISMO REALISMO
A liberdade guiando o povo,
Delacróix
As respigadeiras, Millet
INFLUÊNCIA DO
ROMANTISMO NA ARTE
ACADÊMICA BRASILEIRA
Características
Assim como ocorreu na Europa, houve uma
forte reação às regras e modelos clássicos
greco-romanos.
Havia a necessidade de expressão de
emoção, de paixão na arte. O equilíbrio e a
simplicidade deixam de ser o objetivo do
artista. Ele quer demonstrar outros
interesses, quer buscar as raízes da
nacionalidade, que enaltecer a natureza
tropical, quer voltar ao passado histórico,
quer abandonar os mitos gregos e
aprofundar sua própria religiosidade, quer
viver o amor intensamente.
Temática
Aqui no Brasil a nação recém-formada
começava a criar sua identidade e, devido à
diversidade de povos e regiões, era
necessário construir um sentimento de
pertencimento.
Dessa forma artistas que haviam estudado na
AIBA começam a introduzir o indianismo
(idealização do índio), o nacionalismo nas
cenas épicas e o subjetivismo na paisagem,
a pintura histórica atinge seu auge.
As cores ganham ainda mais vivacidade, as
formas ganham mais expressão e as linhas
dão maior dinamismo às cenas.
A tela Moema (1866) inspira-se no canto VI do poema épico Caramuru (1781), de frei
José de Santa Rita Durão (1722 - 1784), que, como outros textos literários do
período, trata do tema indianista ligado ao imaginário nacional. O poema narra a
desventura da índia que, abandonada pelo português Caramuru, se atira ao mar e
segue o navio no qual ele está partindo. No quadro, o corpo nu, banhado pelas
ondas na praia, é exposto em primeiro plano, o rosto revela uma beleza exótica. O
pintor cria uma imagem sensual e que, ao mesmo tempo, causa estranheza. Revela
EXEMPLO DE
INDIANISMO
VICTORMEIRELLES
(1832-1903)
Nasce em Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis, e vai
para o Rio de Janeiro em 1847, onde estuda na Academia
Imperial de Belas Artes - Aiba. Em 1852, obtém o prêmio de
viagem ao exterior da Aiba. Em Roma, é orientado pelos artistas
Tommaso Minardi (1787 - 1871) e Nicola Consoni (1814 - 1884) e
entra em contato com a pintura "purista", na qual o desenho é
mais tênue e delicado que o da tradição neoclássica e as cores
são suavizadas. Estuda as obras dos mestres italianos, em
especial os artistas da Escola Veneziana, como Ticiano (ca.1488
- 1576) e Paolo Veronese (1528 - 1588), por quem manifesta
especial interesse. Consegue renovação do pensionato e estuda
em Paris, a partir de 1857, com o artista Léon Cogniet (1794 -
1880) e posteriormente com Andrea Gastaldi (1826 - 1889).
Durante o tempo em que reside no exterior, mantém intensa
correspondência com Porto Alegre (1806 - 1879), pintor e
escritor, diretor da Aiba entre 1854 e 1857. Após mais de oito
anos de ausência, retorna ao Brasil em 1861. No ano seguinte é
nomeado professor de pintura histórica e de paisagem na Aiba,
cargo que exerce até 1890.
In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras.
São Paulo: Itaú Cultural, 2018. Disponível em:
<http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa8725/victor-
meirelles>. Acesso em: 23 de Mai. 2018. Verbete da
Enciclopédia.
A primeira missa no Brasil, 1860. O quadro retrata a primeira missa da
maneira como é descrita na carta de Pero Vaz de Caminha (ca.1451 - 1500). O
documento, publicado somente em 1817, assume papel primordial na história
do Brasil.
ROMANTISMO NA EUROPA ROMANTISMO NO BRASIL
A Balsa da Medusa, Gericault A Primeira missa, Meirelles
Identifique as similaridades entre o Romantismo na Europa e aqui
no Brasil
PEDROAMÉRICO
(1843-1905)
músicos. Desenha desde muito novo e em 1853, antes de
completar 10 anos, é convidado a integrar a expedição do
naturalista Jean Brunnet, como desenhista assistente, e viaja
por parte do Nordeste brasileiro. O trabalho lhe vale uma
recomendação de estudo no Colégio Dom Pedro II, no Rio de
Janeiro, para onde se muda em 1854. Um ano depois matricula-
se na Academia Imperial de Belas Artes - Aiba, onde estuda três
anos e progride rapidamente. O pintor e então diretor da
Aiba, Porto Alegre (1806 - 1879) chega a apelidá-lo de "o papa-
medalhas". Seu sucesso é notado até pelo imperador dom
Pedro II (1825 - 1891), que se encarrega pessoalmente de sua
transferência para Paris e se responsabiliza pelos custos.
PEDRO Américo. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e
Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2018. Disponível
em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa21332/pedro-
americo>. Acesso em: 23 de Mai. 2018. Verbete da
Enciclopédia.
Em Tiradentes
Esquartejado (1893), o
artista resgata a figura de
Tiradentes como herói
dos ideais republicanos,
comparando o
protagonista com Jesus
Cristo. Os elementos da
cena são representados
em uma sobreposição de
triângulos que destacam
os fatos relevantes da
obra.
Já em Independência ou Morte, mais conhecido como O
Grito do Ipiranga (1888) Pedro Américo idealiza (ou “romantiza”)
um importante acontecimento para a história recente do Brasil.
ROMANTISMO NA EUROPA ROMANTISMO NO BRASIL
A liberdade guiando o povo,
Delacroix
O grito do Ipiranga, Américo
Identifique as similaridades entre o Romantismo na Europa e aqui
no Brasil
RODOLFOAMOEDO
(1857-1941)
1903) e Antônio de Souza Lobo (1840 - 1909), em 1873. No
ano seguinte, matricula-se na Academia Imperial de Belas
Artes - Aiba e tem aulas com Agostinho da Motta (1824 - 1878),
Victor Meirelles, Zeferino da Costa (1840 - 1915) e Chaves
Pinheiro (1822 - 1884). Viaja para Paris em 1879, como
pensionista da Aiba, e estuda na Académie Julian e na Ecole
National Supérieure des Beaux Arts [Escola Nacional Superior
de Belas Artes] de Paris, com os mestres Alexandre Cabanel
(1823 - 1889) e Pierre Puvis de Chavannes (1824 - 1898).
Retorna ao Brasil em 1887 e realiza sua primeira exposição
individual no Rio de Janeiro, em 1888. Nesse ano é nomeado
professor honorário de pintura histórica na Aiba. Realiza
trabalhos de decoração no Palácio Itamaraty, na Biblioteca
Nacional, no Supremo Tribunal Federal e no Supremo Tribunal
Militar, no Rio de Janeiro; no Museu do Ipiranga - atualmente
Museu Paulista da Universidade de São Paulo - MP/USP, em
São Paulo; e no Teatro José de Alencar, em Fortaleza.
RODOLFO Amoedo. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e
Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2018. Disponível
em:
<http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa21342/rodolfo-
amoedo>. Acesso em: 23 de Mai. 2018. Verbete da
Enciclopédia.
Na obra O último tamoio (1883), uma referência ao fim da Confederação dos Tamoios no
século XVI, podemos notar o forte apelo religioso, espiritual e histórico. A cena é diagonalizada
pela distribuição da luz que divide a imagem em dois momentos distintos: a presença do padre,
que abençoa o índio, e das aves, que simbolizam a espiritualidade.
INFLUÊNCIA DO REALISMO
NA ARTE ACADÊMICA
BRASILEIRA
Temática
Com a crise do Império e depois a
proclamação da República (1889)
alguns artistas começam a abordar as
questões históricas de maneira mais
natural, menos idealizada, se
aproximando, assim, do Realismo e
se afastando um pouco do
Romantismo.
Agora os tipos sociais começam a fazer
parte da temática das pinturas desse
período.
ALMEIDAJÚNIOR
(1850-1899)
São Paulo, 1899). Pintor. Ingressa na Academia Imperial de Belas
Artes (Aiba) em 1869, onde tem aulas de desenho com Victor
Meirelles; Conclui estudos em 1874, mas não concorre ao prêmio
de viagem e retorna a Itu. Abre ateliê em 1875 e atua como
retratista e professor de desenho.
Em visita ao interior de São Paulo, o imperador Dom Pedro
II impressiona-se com seu trabalho e concede-lhe uma bolsa de
estudos para a Europa. Vive em Paris entre 1876 e 1882 e estuda
na École National Supérieure des Beaux-Arts [Escola Nacional
Superior de Belas Artes], sendo aluno de Alexandre Cabanel (1823
- 1889). Durante sua estada na capital francesa, participa de
quatro edições do Salon Officiel des Artistes Français. Regressa
ao Brasil em 1882 e expõe na Aiba as obras produzidas em Paris.
Em 1883, instala ateliê em São Paulo.
Em 1886, Victor Meirelles o convida para ocupar sua vaga na Aiba
como professor de pintura histórica, mas o artista prefere
permanecer em São Paulo. Uma parcela da crítica de arte
brasileira o vê como o "pintor do nacional", pois, em suas telas
figuram os costumes, as cores e a luminosidade regional,
contrários à tradição eurocêntrica vigente na pintura acadêmica.
ALMEIDA Júnior. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e
Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2018. Disponível em:
<http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa18736/almeida-
junior>. Acesso em: 23 de Mai. 2018. Verbete da Enciclopédia.
Em Caipira picando fumo
(1893) o artista retrata um tipo
comum do interior do Brasil. Seus
hábitos, costumes e brejerices
estão explícitos na imagem que,
com cores naturais e opacas,
linhas predominantemente retas e
profundidade real, resume o tipo
de vida do protagonista do interior.
O Violeiro, 1899
Amolação Interrompida, 1894
REALISMO NA EUROPA REALISMO NO BRASIL
Os britadores de pedra, Corbet Amolação interrompida, Almeida
Identifique as similaridades entre o Realismo na Europa e aqui no
Brasil
FALANDODEARTE.COM.BR
Estudo Dirigido de Artes: Ensino Médio:
volume único/ Borges e Ribeiro. Brasília,
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Academicismo no Brasil: Romantismo e Realismo

  • 1. Academicismo no Brasil (Romantismo e Realismo) Professora Andréa Dressler
  • 2. Contexto histórico Depois da Independência (1822) os acontecimentos pela consolidação do Brasil como nação autônoma levam à abolição da escravatura (1888) e à proclamação da República (1889). Toda essa turbulência política reflete-se no ânimo dos artistas, que procuram, mesmo influenciados ainda pela Europa, uma linguagem nacional.
  • 3. Arte Acadêmica no Brasil (ou Academicismo) Introduzida pela Missão Artística Francesa com a inauguração da Academia Imperial de Belas Artes (AIBA) no Rio de Janeiro (1826), a arte acadêmica no Brasil logo começou a declinar. Mesmo assim a arte produzida a partir de então ainda reflete a importância dessa formação acadêmica na arte dos novos artistas brasileiros que lá se AIBA
  • 4. Influência europeia Logo esses artistas começaram a se influenciar também pelos movimentos que estavam acontecendo na Europa: o Romantismo e depois o Realismo. Mas aqui no Brasil não há uma divisão exata entre os dois estilo. Nota-se influência de ambos os movimentos praticamente na mesma época em várias obras produzidas por aqui nesse período:
  • 5. Arte Europeia ROMANTISMO REALISMO A liberdade guiando o povo, Delacróix As respigadeiras, Millet
  • 6. INFLUÊNCIA DO ROMANTISMO NA ARTE ACADÊMICA BRASILEIRA
  • 7. Características Assim como ocorreu na Europa, houve uma forte reação às regras e modelos clássicos greco-romanos. Havia a necessidade de expressão de emoção, de paixão na arte. O equilíbrio e a simplicidade deixam de ser o objetivo do artista. Ele quer demonstrar outros interesses, quer buscar as raízes da nacionalidade, que enaltecer a natureza tropical, quer voltar ao passado histórico, quer abandonar os mitos gregos e aprofundar sua própria religiosidade, quer viver o amor intensamente.
  • 8. Temática Aqui no Brasil a nação recém-formada começava a criar sua identidade e, devido à diversidade de povos e regiões, era necessário construir um sentimento de pertencimento. Dessa forma artistas que haviam estudado na AIBA começam a introduzir o indianismo (idealização do índio), o nacionalismo nas cenas épicas e o subjetivismo na paisagem, a pintura histórica atinge seu auge. As cores ganham ainda mais vivacidade, as formas ganham mais expressão e as linhas dão maior dinamismo às cenas.
  • 9. A tela Moema (1866) inspira-se no canto VI do poema épico Caramuru (1781), de frei José de Santa Rita Durão (1722 - 1784), que, como outros textos literários do período, trata do tema indianista ligado ao imaginário nacional. O poema narra a desventura da índia que, abandonada pelo português Caramuru, se atira ao mar e segue o navio no qual ele está partindo. No quadro, o corpo nu, banhado pelas ondas na praia, é exposto em primeiro plano, o rosto revela uma beleza exótica. O pintor cria uma imagem sensual e que, ao mesmo tempo, causa estranheza. Revela EXEMPLO DE INDIANISMO
  • 10. VICTORMEIRELLES (1832-1903) Nasce em Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis, e vai para o Rio de Janeiro em 1847, onde estuda na Academia Imperial de Belas Artes - Aiba. Em 1852, obtém o prêmio de viagem ao exterior da Aiba. Em Roma, é orientado pelos artistas Tommaso Minardi (1787 - 1871) e Nicola Consoni (1814 - 1884) e entra em contato com a pintura "purista", na qual o desenho é mais tênue e delicado que o da tradição neoclássica e as cores são suavizadas. Estuda as obras dos mestres italianos, em especial os artistas da Escola Veneziana, como Ticiano (ca.1488 - 1576) e Paolo Veronese (1528 - 1588), por quem manifesta especial interesse. Consegue renovação do pensionato e estuda em Paris, a partir de 1857, com o artista Léon Cogniet (1794 - 1880) e posteriormente com Andrea Gastaldi (1826 - 1889). Durante o tempo em que reside no exterior, mantém intensa correspondência com Porto Alegre (1806 - 1879), pintor e escritor, diretor da Aiba entre 1854 e 1857. Após mais de oito anos de ausência, retorna ao Brasil em 1861. No ano seguinte é nomeado professor de pintura histórica e de paisagem na Aiba, cargo que exerce até 1890. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2018. Disponível em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa8725/victor- meirelles>. Acesso em: 23 de Mai. 2018. Verbete da Enciclopédia.
  • 11. A primeira missa no Brasil, 1860. O quadro retrata a primeira missa da maneira como é descrita na carta de Pero Vaz de Caminha (ca.1451 - 1500). O documento, publicado somente em 1817, assume papel primordial na história do Brasil.
  • 12. ROMANTISMO NA EUROPA ROMANTISMO NO BRASIL A Balsa da Medusa, Gericault A Primeira missa, Meirelles Identifique as similaridades entre o Romantismo na Europa e aqui no Brasil
  • 13. PEDROAMÉRICO (1843-1905) músicos. Desenha desde muito novo e em 1853, antes de completar 10 anos, é convidado a integrar a expedição do naturalista Jean Brunnet, como desenhista assistente, e viaja por parte do Nordeste brasileiro. O trabalho lhe vale uma recomendação de estudo no Colégio Dom Pedro II, no Rio de Janeiro, para onde se muda em 1854. Um ano depois matricula- se na Academia Imperial de Belas Artes - Aiba, onde estuda três anos e progride rapidamente. O pintor e então diretor da Aiba, Porto Alegre (1806 - 1879) chega a apelidá-lo de "o papa- medalhas". Seu sucesso é notado até pelo imperador dom Pedro II (1825 - 1891), que se encarrega pessoalmente de sua transferência para Paris e se responsabiliza pelos custos. PEDRO Américo. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2018. Disponível em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa21332/pedro- americo>. Acesso em: 23 de Mai. 2018. Verbete da Enciclopédia.
  • 14. Em Tiradentes Esquartejado (1893), o artista resgata a figura de Tiradentes como herói dos ideais republicanos, comparando o protagonista com Jesus Cristo. Os elementos da cena são representados em uma sobreposição de triângulos que destacam os fatos relevantes da obra.
  • 15. Já em Independência ou Morte, mais conhecido como O Grito do Ipiranga (1888) Pedro Américo idealiza (ou “romantiza”) um importante acontecimento para a história recente do Brasil.
  • 16. ROMANTISMO NA EUROPA ROMANTISMO NO BRASIL A liberdade guiando o povo, Delacroix O grito do Ipiranga, Américo Identifique as similaridades entre o Romantismo na Europa e aqui no Brasil
  • 17. RODOLFOAMOEDO (1857-1941) 1903) e Antônio de Souza Lobo (1840 - 1909), em 1873. No ano seguinte, matricula-se na Academia Imperial de Belas Artes - Aiba e tem aulas com Agostinho da Motta (1824 - 1878), Victor Meirelles, Zeferino da Costa (1840 - 1915) e Chaves Pinheiro (1822 - 1884). Viaja para Paris em 1879, como pensionista da Aiba, e estuda na Académie Julian e na Ecole National Supérieure des Beaux Arts [Escola Nacional Superior de Belas Artes] de Paris, com os mestres Alexandre Cabanel (1823 - 1889) e Pierre Puvis de Chavannes (1824 - 1898). Retorna ao Brasil em 1887 e realiza sua primeira exposição individual no Rio de Janeiro, em 1888. Nesse ano é nomeado professor honorário de pintura histórica na Aiba. Realiza trabalhos de decoração no Palácio Itamaraty, na Biblioteca Nacional, no Supremo Tribunal Federal e no Supremo Tribunal Militar, no Rio de Janeiro; no Museu do Ipiranga - atualmente Museu Paulista da Universidade de São Paulo - MP/USP, em São Paulo; e no Teatro José de Alencar, em Fortaleza. RODOLFO Amoedo. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2018. Disponível em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa21342/rodolfo- amoedo>. Acesso em: 23 de Mai. 2018. Verbete da Enciclopédia.
  • 18. Na obra O último tamoio (1883), uma referência ao fim da Confederação dos Tamoios no século XVI, podemos notar o forte apelo religioso, espiritual e histórico. A cena é diagonalizada pela distribuição da luz que divide a imagem em dois momentos distintos: a presença do padre, que abençoa o índio, e das aves, que simbolizam a espiritualidade.
  • 19. INFLUÊNCIA DO REALISMO NA ARTE ACADÊMICA BRASILEIRA
  • 20. Temática Com a crise do Império e depois a proclamação da República (1889) alguns artistas começam a abordar as questões históricas de maneira mais natural, menos idealizada, se aproximando, assim, do Realismo e se afastando um pouco do Romantismo. Agora os tipos sociais começam a fazer parte da temática das pinturas desse período.
  • 21. ALMEIDAJÚNIOR (1850-1899) São Paulo, 1899). Pintor. Ingressa na Academia Imperial de Belas Artes (Aiba) em 1869, onde tem aulas de desenho com Victor Meirelles; Conclui estudos em 1874, mas não concorre ao prêmio de viagem e retorna a Itu. Abre ateliê em 1875 e atua como retratista e professor de desenho. Em visita ao interior de São Paulo, o imperador Dom Pedro II impressiona-se com seu trabalho e concede-lhe uma bolsa de estudos para a Europa. Vive em Paris entre 1876 e 1882 e estuda na École National Supérieure des Beaux-Arts [Escola Nacional Superior de Belas Artes], sendo aluno de Alexandre Cabanel (1823 - 1889). Durante sua estada na capital francesa, participa de quatro edições do Salon Officiel des Artistes Français. Regressa ao Brasil em 1882 e expõe na Aiba as obras produzidas em Paris. Em 1883, instala ateliê em São Paulo. Em 1886, Victor Meirelles o convida para ocupar sua vaga na Aiba como professor de pintura histórica, mas o artista prefere permanecer em São Paulo. Uma parcela da crítica de arte brasileira o vê como o "pintor do nacional", pois, em suas telas figuram os costumes, as cores e a luminosidade regional, contrários à tradição eurocêntrica vigente na pintura acadêmica. ALMEIDA Júnior. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2018. Disponível em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa18736/almeida- junior>. Acesso em: 23 de Mai. 2018. Verbete da Enciclopédia.
  • 22. Em Caipira picando fumo (1893) o artista retrata um tipo comum do interior do Brasil. Seus hábitos, costumes e brejerices estão explícitos na imagem que, com cores naturais e opacas, linhas predominantemente retas e profundidade real, resume o tipo de vida do protagonista do interior.
  • 25. REALISMO NA EUROPA REALISMO NO BRASIL Os britadores de pedra, Corbet Amolação interrompida, Almeida Identifique as similaridades entre o Realismo na Europa e aqui no Brasil
  • 26. FALANDODEARTE.COM.BR Estudo Dirigido de Artes: Ensino Médio: volume único/ Borges e Ribeiro. Brasília, DF:Editora do Centro, 2011. Explicando a Arte Brasileira/ Lucília Garcez e Jô Oliveira – Rio de Janeiro: Ediouro, 2006