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Pop
ArtProfessora Andréa Dressler
Contexto histórico
Quando a Segunda
Guerra Mundial
acabou em 1945,
os Estados Unidos
se tornou então a
principal potência
mundial do
momento. A sua
economia estava
tão em alta que a
década de 50
acabou recebendo
o nome de “anos
dourados”.
Outdoor na Califórnia celebrando o “Estilo de Vida Americano” (1950
The
American
Way Of
Life
A cultura de massa
Para alimentar o
capitalismo, o
mercado de
consumo investia
em propagandas
que estabeleciam
um padrão social
muito importante
pra época.
O grupo
Independente
Enquanto os EUA
crescia
economicamente, a
Inglaterra, mesmo
saindo vencedora
da guerra, ainda
estava se
reconstruído. Em
1952, um grupo de
artistas ingleses
começou a
questionar todo
esse estilo de vida
americano, o
consumo e as
noções estéticas e
culturais dessa
época.
Essa colagem de 1956 de Richard
Hamilton intitulada O que faz os lares de
hoje tão diferentes, tão acolhedores?,
critica a sociedade da época
representando um casal em sua casa
sufocados pelo consumismo.
Enquanto isso nos EUA...
Os artistas
americanos
reinventavam o
modo de fazer arte
por meio de
conceitos
neo-dadaístas e
neo-
expressionistas
Na pintura A Bandeira Norte-Americana, de
1955, Jasper Johns exalta a cultura americana
por meio de um símbolo iconográfico
facilmente reconhecível, a bandeira (influência
dadaísta)
Procuravam aproximar
mais a arte da vida por
meio de apropriações de
objetos comuns do dia a dia
com novos significados,
símbolos da vida cotidiana.
Em Odalisca, de 1955, Robert
Rauschenberg, combina pintura e
escultura para se referir aos nus
clássicos da arte (As Odaliscas). Mas
ao invés de uma jovem nua deitada
numa cama ele coloca uma ave
empalada sobre uma caixa de papelão
cheia de pinturas de odaliscas em
cima de uma almofada.
Começa a Pop Art
Em 1956 o crítico de
arte Laurence
Alloway cria um
termo para esse novo
tipo de arte que
aborda temas
cotidianos
(populares):
Pop Art
Pop, Roy Lichtenstein, 1966.
Andy Wahol
Um dos principais representantes da Pop Art, Andy Wahol
começou seus trabalhos se apropriando de objetos encontrados
nas prateleiras dos supermercados como latas de sopa, sabão
em pó e refrigerante.
Latas de sopa
Campbell,
encontradas até
hoje em
supermercados
, são um
símbolo da
modernidade e
da praticidade
tão almejados
naquela época.
Latas de Sopa Campbell, 1962. Andy Wahol reproduziu em telas de
91,5x61 a imagem de 32 latas de sopa e as expôs como se estivessem
numa gôndola de supermercado. O que torna a obra tão interessante
não é somente seu caráter técnico e criativo, mas a crítica por traz do
fascínio daquela geração de consumidores por um simples produto.
O desejo em obter algo
descartável como uma
Coca-Cola, também fica
evidente nessa pintura
feita à óleo sobre tela de
1962. A tela mede 2metros
de altura por 1,44 de
comprimento,
representando o campo de
visão de um consumidor
diante de uma gôndola de
supermercado.
Além de perpetuar objetos descartáveis por meio da pintura, o artista
imortalizou também as personalidades da época. Um ícone da música, por
exemplo, era o cantor Elvis Presley, retratado nesse serigrafia (impressão em
tecido) em 1964.
Outra figura iconográfica desse período da história foi a atriz Marilyn Monroe,
mais do que isso, ela era um sex symbol da época. O artista reproduziu um
mesmo retrato dela várias vezes com diferentes nuances coloridas. O penteado
resplandecente, olhos brilhantes, lábios sensuais esforçando-se para mostrar
beleza na verdade, na visão do artista, não passavam de uma imagem
puramente comercial.
Por trás da fisionomia artificial e cheia de maquiagem adaptada à perfeição da imagem
da atriz transmitida pela mídia, o artista quis revelar o lado oculto da história, sua
fragilidade e vulnerabilidade. Marilyn Monroe se suicidou em 1962, ano em que foi
feita essa serigrafia intitulada As Vinte e Cinco Marilyns. Aqui o artista mostra os
dois lados da história: a imagem midiática da atriz perfeita em contraste com a
imagem da mulher imperfeita, mortal, cheia de defeitos.
Roy Lichtenstein
Outro importante
representante da pop art,
Lichtenstein buscava o
efeito da perfeição na arte
por meios quase
mecânicos. Suas pinturas
parecem ampliações de
imagens retiradas de
histórias em quadrinhos
(muito populares naquela
época).
No Carro, 1963
Em Frango assado, de 1961, até os pontinhos que aparecem nas impressões
gráficas ele reproduziu na pintura para dar esse efeito “mecânico” em
seus trabalhos
Em várias pinturas, como em Mulher Chorando, de 1963 e O Beijo, de 1962,
percebe-se uma supervalorização das emoções, recurso expressivo bastante
utilizado também nas histórias em quadrinhos.
Pop Art hoje em dia
Ainda hoje a representação de temas populares na
arte esta muito presente em instalações,
esculturas e, principalmente, na música.
Gerar polêmicas, questionar a sociedade, o
consumo e a própria arte são questões ainda
muito levantadas pela arte contemporânea.
Por esse motivo acredita-se, inclusive, que a Pop
Art na década de 50-60 marca o início da Arte
Contemporânea, ou seja, a arte dos nossos dias.
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Pop Art

  • 2. Contexto histórico Quando a Segunda Guerra Mundial acabou em 1945, os Estados Unidos se tornou então a principal potência mundial do momento. A sua economia estava tão em alta que a década de 50 acabou recebendo o nome de “anos dourados”. Outdoor na Califórnia celebrando o “Estilo de Vida Americano” (1950
  • 4. A cultura de massa Para alimentar o capitalismo, o mercado de consumo investia em propagandas que estabeleciam um padrão social muito importante pra época.
  • 5. O grupo Independente Enquanto os EUA crescia economicamente, a Inglaterra, mesmo saindo vencedora da guerra, ainda estava se reconstruído. Em 1952, um grupo de artistas ingleses começou a questionar todo esse estilo de vida americano, o consumo e as noções estéticas e culturais dessa época. Essa colagem de 1956 de Richard Hamilton intitulada O que faz os lares de hoje tão diferentes, tão acolhedores?, critica a sociedade da época representando um casal em sua casa sufocados pelo consumismo.
  • 6.
  • 7. Enquanto isso nos EUA... Os artistas americanos reinventavam o modo de fazer arte por meio de conceitos neo-dadaístas e neo- expressionistas Na pintura A Bandeira Norte-Americana, de 1955, Jasper Johns exalta a cultura americana por meio de um símbolo iconográfico facilmente reconhecível, a bandeira (influência dadaísta)
  • 8. Procuravam aproximar mais a arte da vida por meio de apropriações de objetos comuns do dia a dia com novos significados, símbolos da vida cotidiana. Em Odalisca, de 1955, Robert Rauschenberg, combina pintura e escultura para se referir aos nus clássicos da arte (As Odaliscas). Mas ao invés de uma jovem nua deitada numa cama ele coloca uma ave empalada sobre uma caixa de papelão cheia de pinturas de odaliscas em cima de uma almofada.
  • 9. Começa a Pop Art Em 1956 o crítico de arte Laurence Alloway cria um termo para esse novo tipo de arte que aborda temas cotidianos (populares): Pop Art Pop, Roy Lichtenstein, 1966.
  • 10. Andy Wahol Um dos principais representantes da Pop Art, Andy Wahol começou seus trabalhos se apropriando de objetos encontrados nas prateleiras dos supermercados como latas de sopa, sabão em pó e refrigerante. Latas de sopa Campbell, encontradas até hoje em supermercados , são um símbolo da modernidade e da praticidade tão almejados naquela época.
  • 11. Latas de Sopa Campbell, 1962. Andy Wahol reproduziu em telas de 91,5x61 a imagem de 32 latas de sopa e as expôs como se estivessem numa gôndola de supermercado. O que torna a obra tão interessante não é somente seu caráter técnico e criativo, mas a crítica por traz do fascínio daquela geração de consumidores por um simples produto.
  • 12. O desejo em obter algo descartável como uma Coca-Cola, também fica evidente nessa pintura feita à óleo sobre tela de 1962. A tela mede 2metros de altura por 1,44 de comprimento, representando o campo de visão de um consumidor diante de uma gôndola de supermercado.
  • 13. Além de perpetuar objetos descartáveis por meio da pintura, o artista imortalizou também as personalidades da época. Um ícone da música, por exemplo, era o cantor Elvis Presley, retratado nesse serigrafia (impressão em tecido) em 1964.
  • 14. Outra figura iconográfica desse período da história foi a atriz Marilyn Monroe, mais do que isso, ela era um sex symbol da época. O artista reproduziu um mesmo retrato dela várias vezes com diferentes nuances coloridas. O penteado resplandecente, olhos brilhantes, lábios sensuais esforçando-se para mostrar beleza na verdade, na visão do artista, não passavam de uma imagem puramente comercial.
  • 15. Por trás da fisionomia artificial e cheia de maquiagem adaptada à perfeição da imagem da atriz transmitida pela mídia, o artista quis revelar o lado oculto da história, sua fragilidade e vulnerabilidade. Marilyn Monroe se suicidou em 1962, ano em que foi feita essa serigrafia intitulada As Vinte e Cinco Marilyns. Aqui o artista mostra os dois lados da história: a imagem midiática da atriz perfeita em contraste com a imagem da mulher imperfeita, mortal, cheia de defeitos.
  • 16. Roy Lichtenstein Outro importante representante da pop art, Lichtenstein buscava o efeito da perfeição na arte por meios quase mecânicos. Suas pinturas parecem ampliações de imagens retiradas de histórias em quadrinhos (muito populares naquela época). No Carro, 1963
  • 17. Em Frango assado, de 1961, até os pontinhos que aparecem nas impressões gráficas ele reproduziu na pintura para dar esse efeito “mecânico” em seus trabalhos
  • 18. Em várias pinturas, como em Mulher Chorando, de 1963 e O Beijo, de 1962, percebe-se uma supervalorização das emoções, recurso expressivo bastante utilizado também nas histórias em quadrinhos.
  • 19. Pop Art hoje em dia Ainda hoje a representação de temas populares na arte esta muito presente em instalações, esculturas e, principalmente, na música. Gerar polêmicas, questionar a sociedade, o consumo e a própria arte são questões ainda muito levantadas pela arte contemporânea. Por esse motivo acredita-se, inclusive, que a Pop Art na década de 50-60 marca o início da Arte Contemporânea, ou seja, a arte dos nossos dias.