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Professora Andréa Dressler
No final do século XVIII, o
Neoclassicismo já era
um estilo consagrado na
Europa, em especial na
França. Mas aqui no
Brasil o estilo barroco
ainda vigorava e, a bem
da verdade, Portugal
temia a emancipação
cultural da sua colônia
então não apoiava muito
as artes por aqui.
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Muitas manifestações
populares de inspiração
africana eram
reprimidas pela Igreja e
era proibido criar
escolas superiores e
importar livros. Um
sentimento de revolta
envolvia os brasileiros
que, influenciados pelas
ideias iluministas da
Revolução Francesa,
resultou na
Inconfidência Mineira.
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trindade da Revolução Francesa: liberdade, fraternidade,
igualdade. Os dizeres em latim significam: “Liberdade
ainda que tardia”.
Até que, 1808, forçados
a sair de Portugal por
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napoleônicas, a família
real resolve se
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definitivamente no
país. Essa mudança
trouxe profundas
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sociais, econômicas e
culturais para o Brasil. Chegada da família real portuguesa,
pintura de Geoff Hunt, 1999
Uma delas foi a Missão
Artística Francesa, em
1816.
A convite de D.João VI
vários artistas franceses
vieram se “refugiar” aqui.
Dentre eles estavam o
diretor da Academia de
Belas-Artes na França,
Joachim Le Breton, e
vários pintores.
Gravura de Joachim Le Breton,
Charles-Victor Normand. 1840
Apesar da curta permanência do pintor francês Nicolas Taunay no
Brasil (1816-1821), sua produção de pinturas com temas
brasileiros é de extrema importância para a história da arte do país
no século XIX, principalmente no que diz respeito ao
desenvolvimento da pintura de paisagem entre nós. Quando
chega ao Rio de Janeiro, em 1816, como integrante da Missão
Artística Francesa Taunay, aos 61 anos, já é artista com larga
experiência e renome na França.
http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa24452/nicolas-antoine-taunay
Missão Artística Francesa
Missão Artística Francesa
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Diante dos rumos tomados pela Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios, Nicolas
Taunay decide retornar para a França em 1821, indicando seu filho Félix Taunay
para substituí-lo nas classes de pintura de paisagem.
Por volta de 1821, Félix faz desenhos e aquarelas que constituem o primeiro
Panorama do Rio de Janeiro e é responsável pelo início da consolidação do
ensino artístico no Brasil, segundo as normas idealizadas pelos artistas da
Missão Francesa. Colabora ainda com o arquiteto Grandjean de Montigny no
programa de embelezamento das ruas e urbanização da cidade do Rio de Janeiro
e em 1834 toma a frente na Academia Imperial de Belas Artes.
http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa23073/felix-emile-taunay
Missão Artística Francesa
Missão Artística Francesa
Missão Artística Francesa
Trabalha como pintor da corte, representa acontecimentos ilustres e
cenas oficiais; revela-se um desenhista atento às questões sociais
brasileiras. Identifica-se com seu papel de ilustrador e
documentarista dos acontecimentos contemporâneos. Debret e a
corte têm consciência da importância da circulação das gravuras
para a divulgação da imagem do Estado.
Debret retorna à França em 1831. Parte das aquarelas feitas no
Brasil, litografadas, ilustra a obra Viagem Pitoresca e Histórica ao
Brasil, publicada entre 1834 e 1839. O livro, em três volumes, trata
das florestas e dos selvagens, das atividades agrárias, do trabalho
escravo e também dos acontecimentos políticos e culturais.
http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa18749/jean-baptiste-debret
Missão Artística Francesa
Missão Artística Francesa
A coroação do Imperador Napoleão,
Jacques-Louis David, 1807
Missão Artística Francesa
Missão Artística Francesa
Missão Artística Francesa
A maior contribuição
desses artistas para o
Brasil foi o registro
histórico e artístico das
paisagens urbanas, dos
costumes e hábitos
brasileiros nesse
período.
Dom João VI, por Jean-Baptiste Debret, 1817
Marca também o início de
grandes transformações
artísticas no país como
a inauguração da
Academia Imperial de
Belas Artes no Rio de
Janeiro, dez anos após
a chegada da família
real no Brasil.
É por isso que esse período no
Brasil também é chamado de
Academicismo e a arte recebe o
nome de Acadêmica.
Projetada pelo
arquiteto Grandjean de
Montigny, responsável pelos
projetos de saneamento e
urbanização da cidade do Rio
de Janeiro, a Academia tinha
como objetivo principal
promover o ensino de Belas
Artes e premiar e financiar
novos artistas.
Portal da AIBA. O edifício foi demolido em 1938,
ficando preservado apenas o seu grandioso frontão,
então transferido para o Jardim Botânico.
BIBLIOGRAFIA
 Explicando a Arte Brasileira/ Lucília Garcez e Jô Oliveira – Rio de Janeiro: Ediouro, 2006
Sobre os artistas:
 NICOLAS Antoine Taunay. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras.
São Paulo: Itaú Cultural, 2018. Disponível em:
<http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa24452/nicolas-antoine-taunay>. Acesso em:
06 de Abr. 2018. Verbete da Enciclopédia.

ISBN: 978-85-7979-060-7FÉLIX Taunay. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e
Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2018. Disponível em:
<http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa23073/felix-emile-taunay>. Acesso em: 06 de
Abr. 2018. Verbete da Enciclopédia.
ISBN: 978-85-7979-060-7
 DEBRET . In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú
Cultural, 2018. Disponível em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa18749/jean-
baptiste-debret>. Acesso em: 06 de Abr. 2018. Verbete da Enciclopédia.
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Missão Artística Francesa

  • 2. No final do século XVIII, o Neoclassicismo já era um estilo consagrado na Europa, em especial na França. Mas aqui no Brasil o estilo barroco ainda vigorava e, a bem da verdade, Portugal temia a emancipação cultural da sua colônia então não apoiava muito as artes por aqui. Catedral de São Pedro dos Clérigos, 1782, Pernambuco
  • 3. Muitas manifestações populares de inspiração africana eram reprimidas pela Igreja e era proibido criar escolas superiores e importar livros. Um sentimento de revolta envolvia os brasileiros que, influenciados pelas ideias iluministas da Revolução Francesa, resultou na Inconfidência Mineira. Bandeira de Minas Gerais inspirada no princípio da trindade da Revolução Francesa: liberdade, fraternidade, igualdade. Os dizeres em latim significam: “Liberdade ainda que tardia”.
  • 4. Até que, 1808, forçados a sair de Portugal por causa das guerras napoleônicas, a família real resolve se estabelecer definitivamente no país. Essa mudança trouxe profundas transformações sociais, econômicas e culturais para o Brasil. Chegada da família real portuguesa, pintura de Geoff Hunt, 1999
  • 5. Uma delas foi a Missão Artística Francesa, em 1816. A convite de D.João VI vários artistas franceses vieram se “refugiar” aqui. Dentre eles estavam o diretor da Academia de Belas-Artes na França, Joachim Le Breton, e vários pintores. Gravura de Joachim Le Breton, Charles-Victor Normand. 1840
  • 6. Apesar da curta permanência do pintor francês Nicolas Taunay no Brasil (1816-1821), sua produção de pinturas com temas brasileiros é de extrema importância para a história da arte do país no século XIX, principalmente no que diz respeito ao desenvolvimento da pintura de paisagem entre nós. Quando chega ao Rio de Janeiro, em 1816, como integrante da Missão Artística Francesa Taunay, aos 61 anos, já é artista com larga experiência e renome na França. http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa24452/nicolas-antoine-taunay
  • 10. Diante dos rumos tomados pela Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios, Nicolas Taunay decide retornar para a França em 1821, indicando seu filho Félix Taunay para substituí-lo nas classes de pintura de paisagem. Por volta de 1821, Félix faz desenhos e aquarelas que constituem o primeiro Panorama do Rio de Janeiro e é responsável pelo início da consolidação do ensino artístico no Brasil, segundo as normas idealizadas pelos artistas da Missão Francesa. Colabora ainda com o arquiteto Grandjean de Montigny no programa de embelezamento das ruas e urbanização da cidade do Rio de Janeiro e em 1834 toma a frente na Academia Imperial de Belas Artes. http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa23073/felix-emile-taunay
  • 14. Trabalha como pintor da corte, representa acontecimentos ilustres e cenas oficiais; revela-se um desenhista atento às questões sociais brasileiras. Identifica-se com seu papel de ilustrador e documentarista dos acontecimentos contemporâneos. Debret e a corte têm consciência da importância da circulação das gravuras para a divulgação da imagem do Estado. Debret retorna à França em 1831. Parte das aquarelas feitas no Brasil, litografadas, ilustra a obra Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, publicada entre 1834 e 1839. O livro, em três volumes, trata das florestas e dos selvagens, das atividades agrárias, do trabalho escravo e também dos acontecimentos políticos e culturais. http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa18749/jean-baptiste-debret
  • 17. A coroação do Imperador Napoleão, Jacques-Louis David, 1807
  • 21. A maior contribuição desses artistas para o Brasil foi o registro histórico e artístico das paisagens urbanas, dos costumes e hábitos brasileiros nesse período. Dom João VI, por Jean-Baptiste Debret, 1817
  • 22. Marca também o início de grandes transformações artísticas no país como a inauguração da Academia Imperial de Belas Artes no Rio de Janeiro, dez anos após a chegada da família real no Brasil. É por isso que esse período no Brasil também é chamado de Academicismo e a arte recebe o nome de Acadêmica.
  • 23. Projetada pelo arquiteto Grandjean de Montigny, responsável pelos projetos de saneamento e urbanização da cidade do Rio de Janeiro, a Academia tinha como objetivo principal promover o ensino de Belas Artes e premiar e financiar novos artistas. Portal da AIBA. O edifício foi demolido em 1938, ficando preservado apenas o seu grandioso frontão, então transferido para o Jardim Botânico.
  • 24. BIBLIOGRAFIA  Explicando a Arte Brasileira/ Lucília Garcez e Jô Oliveira – Rio de Janeiro: Ediouro, 2006 Sobre os artistas:  NICOLAS Antoine Taunay. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2018. Disponível em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa24452/nicolas-antoine-taunay>. Acesso em: 06 de Abr. 2018. Verbete da Enciclopédia.  ISBN: 978-85-7979-060-7FÉLIX Taunay. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2018. Disponível em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa23073/felix-emile-taunay>. Acesso em: 06 de Abr. 2018. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7  DEBRET . In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2018. Disponível em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa18749/jean- baptiste-debret>. Acesso em: 06 de Abr. 2018. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7