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Do medo construir escadas
Uma abordagem à Educação Sexual em meio escolar

                            Formadora: Mafalda Branco
                                       Janeiro | 2012
“Unir-se é um bom começo,
   manter a união é um progresso,
e trabalhar em conjunto é a vitória.”

                           Henry Ford
19 janeiro
DESAFIO




          http://lugaraoafecto.blogspot.com/
ENQUADRAMENTO LEGAL


   Lei n.º 60/2009, de 6 de Agosto
     Estabelece o regime de aplicação da
    educação sexual na escola




   Portaria n.º 196-A/2010, de 9
    de Abril
    Regulamenta a Lei n.º 60/2009
PERFIL DO PROFESSOR
   Aceitação confortável da sua sexualidade e da
    dos outros;

   Respeito pelas opiniões das outras pessoas;

   Atitude favorável ao envolvimento dos pais;

   Confidencialidade      sobre      informações
    pessoais;

   Capacidade para reconhecer situações que
    requeiram outros técnicos para além do
    professor;

   Controlar a emissão de juízos de valor;

   Demonstrar disponibilidade e confiança…
                                       Went, D. (1985)
PERFIL DO PROFESSOR


O grande desafio, que é simultaneamente a
   maior dificuldade, é atingir o coração
 destes miúdos, e sempre que se fala de
          sexo, falar-se de amor.


                                Strecht, P. (2005)
MODELOS EM EDUCAÇÃO SEXUAL



   Os modelos conservadores



   Os modelos médico-preventivos



   O   modelo   de   desenvolvimento
    pessoal
SÍNTESE

    Quando falamos de educação sexual, estamos a utilizar um conceito
     global e abrangente de sexualidade que inclui a identidade sexual, o
     corpo, as expressões da sexualidade, os afectos, a reprodução e a
     promoção da saúde sexual e reprodutiva.



 Assim, o objectivo principal será o de
contribuir (ainda que parcialmente) para uma
vivência mais informada, mais gratificante e
mais autónoma, logo, mais responsável, da
sexualidade.
A vida vive-se por etapas.
A sexualidade também…
SEXUALIDADE INFANTIL
   Os estímulos externos não têm significado
    erótico. Na infância, a atracção por outras
    pessoas é mais uma atracção afectiva do
    que sexual.

   A orientação do desejo (homossexual,
    heterossexual   ou   bissexual)    não   está
    consolidada; esta acontecerá somente na
    adolescência.

   É mais difícil às crianças fazer a distinção
    entre    os     desejos   e       sentimentos
    especificamente sexuais e os desejos e          Marques, A. (2002)

    sentimentos afectivos.
AINDA NO ÚTERO…

• O sistema de resposta sexual começa-se a
desenvolver nos fetos do sexo masculino em
meados do período de gestação;


• A resposta eréctil começa a aparecer mais ou
menos às 16 semanas;


• Pensa-se que a capacidade de lubrificação nos
fetos do sexo feminino se inicia também nesta
altura   (embora   não   seja    imediatamente
observável).
DO NASCIMENTO AO 2.º ANO

• Importância    das   figuras    de    apego     nos
processos de vinculação;


• Actividades rítmicas de satisfação oral –
mamar, chupar no dedo – que podem ser
entendidas      como   actividades     eróticas   não
genitais;


• Reconhecimento       dos       papéis     sexuais,
estabelecendo a diferença dos papéis atribuídos
a um ou ao outro sexo.
DOS 2 AOS 6 ANOS


• Entre os 2 e os 4 anos – controlo esfincteriano;
• Aprendizagem do auto-controlo;
• Mostram o corpo e encaram o corpo do outro
de forma espontânea;
• Curiosidade pelo corpo da mãe e do pai e pelas
diferenças anatómicas entre os dois sexos;
• É a fase dos “porquês”;
• Por volta dos 6 anos inicia-se o processo
natural de construção do pudor.
DOS 6 AOS 12 ANOS

• Jogos sexuais infantis – exploração do corpo;
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exploração sexual;
• Mantém-se a curiosidade;
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sem lhes conhecer o sentido.
19 janeiro
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• Alterações pubertárias;
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19 janeiro
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  Os acontecimentos ligados
    à sexualidade humana
  estão cobertos de uma forte
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    Por isso, os programas de
                                 Devem ter como objectos
    educação sexual na escola
                                 também os sentimentos e
        não poderão estar
                                 atitudes para que tenham
       centrados numa mera
                                  algum grau de eficácia
    transmissão de informações
         e conhecimentos
METODOLOGIAS


Em Educação Sexual é importante:


 Aceitar a diversidade dos percursos individuais
 Promover o debate entre diferentes posições

 Favorecer as capacidades de escolha e de tomada de decisão nos alunos

Trabalhar competências individuais, como assertividade, capacidade de

comunicação, de decisão e aceitação dos outros, procura de
informação e apoios…
METODOLOGIAS


 O modelo que vamos trabalhar aposta essencialmente no espaço turma e
numa metodologia participada pelos destinatários das acções.


 Deve partir-se do sentido/ vivido dos jovens na esfera da sexualidade, do
seu capital de conhecimentos, atitudes e opiniões.


 Dever-se-á privilegiar o diálogo, o trabalho em pequenos grupos e o uso
de técnicas e jogos que facilitem a participação activa das crianças e jovens
na construção e desenvolvimento dos programas.

                                                                  Vaz, J. M. (1996)
METODOLOGIAS

 Os programas de todas as disciplinas possibilitam, explícita ou implicitamente,
a abordagem de temas de Educação Sexual.


 Cada docente pode, no grupo disciplinar e nos conselhos de turma,
identificar nos programas momentos de inclusão de temas e actividades de
Educação Sexual.


 A iniciativa pode partir de um professor ou de um grupo de professores, que

propõe temas aglutinadores aos colegas. Deve ser elaborado um         projecto
para a turma.
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  • 1. Do medo construir escadas Uma abordagem à Educação Sexual em meio escolar Formadora: Mafalda Branco Janeiro | 2012
  • 2. “Unir-se é um bom começo, manter a união é um progresso, e trabalhar em conjunto é a vitória.” Henry Ford
  • 4. DESAFIO http://lugaraoafecto.blogspot.com/
  • 5. ENQUADRAMENTO LEGAL  Lei n.º 60/2009, de 6 de Agosto Estabelece o regime de aplicação da educação sexual na escola  Portaria n.º 196-A/2010, de 9 de Abril Regulamenta a Lei n.º 60/2009
  • 6. PERFIL DO PROFESSOR  Aceitação confortável da sua sexualidade e da dos outros;  Respeito pelas opiniões das outras pessoas;  Atitude favorável ao envolvimento dos pais;  Confidencialidade sobre informações pessoais;  Capacidade para reconhecer situações que requeiram outros técnicos para além do professor;  Controlar a emissão de juízos de valor;  Demonstrar disponibilidade e confiança… Went, D. (1985)
  • 7. PERFIL DO PROFESSOR O grande desafio, que é simultaneamente a maior dificuldade, é atingir o coração destes miúdos, e sempre que se fala de sexo, falar-se de amor. Strecht, P. (2005)
  • 8. MODELOS EM EDUCAÇÃO SEXUAL  Os modelos conservadores  Os modelos médico-preventivos  O modelo de desenvolvimento pessoal
  • 9. SÍNTESE  Quando falamos de educação sexual, estamos a utilizar um conceito global e abrangente de sexualidade que inclui a identidade sexual, o corpo, as expressões da sexualidade, os afectos, a reprodução e a promoção da saúde sexual e reprodutiva.  Assim, o objectivo principal será o de contribuir (ainda que parcialmente) para uma vivência mais informada, mais gratificante e mais autónoma, logo, mais responsável, da sexualidade.
  • 10. A vida vive-se por etapas. A sexualidade também…
  • 11. SEXUALIDADE INFANTIL  Os estímulos externos não têm significado erótico. Na infância, a atracção por outras pessoas é mais uma atracção afectiva do que sexual.  A orientação do desejo (homossexual, heterossexual ou bissexual) não está consolidada; esta acontecerá somente na adolescência.  É mais difícil às crianças fazer a distinção entre os desejos e sentimentos especificamente sexuais e os desejos e Marques, A. (2002) sentimentos afectivos.
  • 12. AINDA NO ÚTERO… • O sistema de resposta sexual começa-se a desenvolver nos fetos do sexo masculino em meados do período de gestação; • A resposta eréctil começa a aparecer mais ou menos às 16 semanas; • Pensa-se que a capacidade de lubrificação nos fetos do sexo feminino se inicia também nesta altura (embora não seja imediatamente observável).
  • 13. DO NASCIMENTO AO 2.º ANO • Importância das figuras de apego nos processos de vinculação; • Actividades rítmicas de satisfação oral – mamar, chupar no dedo – que podem ser entendidas como actividades eróticas não genitais; • Reconhecimento dos papéis sexuais, estabelecendo a diferença dos papéis atribuídos a um ou ao outro sexo.
  • 14. DOS 2 AOS 6 ANOS • Entre os 2 e os 4 anos – controlo esfincteriano; • Aprendizagem do auto-controlo; • Mostram o corpo e encaram o corpo do outro de forma espontânea; • Curiosidade pelo corpo da mãe e do pai e pelas diferenças anatómicas entre os dois sexos; • É a fase dos “porquês”; • Por volta dos 6 anos inicia-se o processo natural de construção do pudor.
  • 15. DOS 6 AOS 12 ANOS • Jogos sexuais infantis – exploração do corpo; • Jogo do “faz-de-conta” – continua a fazer a exploração sexual; • Mantém-se a curiosidade; • Constitui grupos do mesmo sexo; • Inicia a selecção de amizades; • Utiliza palavras relativas à sexualidade, mesmo sem lhes conhecer o sentido.
  • 17. ADOLESCÊNCIA • Alterações pubertárias; • O grupo assume um lugar privilegiado; • Identidade, autonomia pessoal; • Fantasias eróticas; • Descoberta do próprio corpo – masturbação; • Petting; • Início da actividade sexual.
  • 20. METODOLOGIAS Os acontecimentos ligados à sexualidade humana estão cobertos de uma forte carga emocional Por isso, os programas de Devem ter como objectos educação sexual na escola também os sentimentos e não poderão estar atitudes para que tenham centrados numa mera algum grau de eficácia transmissão de informações e conhecimentos
  • 21. METODOLOGIAS Em Educação Sexual é importante:  Aceitar a diversidade dos percursos individuais  Promover o debate entre diferentes posições  Favorecer as capacidades de escolha e de tomada de decisão nos alunos Trabalhar competências individuais, como assertividade, capacidade de comunicação, de decisão e aceitação dos outros, procura de informação e apoios…
  • 22. METODOLOGIAS  O modelo que vamos trabalhar aposta essencialmente no espaço turma e numa metodologia participada pelos destinatários das acções.  Deve partir-se do sentido/ vivido dos jovens na esfera da sexualidade, do seu capital de conhecimentos, atitudes e opiniões.  Dever-se-á privilegiar o diálogo, o trabalho em pequenos grupos e o uso de técnicas e jogos que facilitem a participação activa das crianças e jovens na construção e desenvolvimento dos programas. Vaz, J. M. (1996)
  • 23. METODOLOGIAS  Os programas de todas as disciplinas possibilitam, explícita ou implicitamente, a abordagem de temas de Educação Sexual.  Cada docente pode, no grupo disciplinar e nos conselhos de turma, identificar nos programas momentos de inclusão de temas e actividades de Educação Sexual.  A iniciativa pode partir de um professor ou de um grupo de professores, que propõe temas aglutinadores aos colegas. Deve ser elaborado um projecto para a turma.