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Aulas Multimídias – Santa Cecília Prof. Tiago Cavalcante
AULA INAUGURAL E  SEMITERMINAL DE HISTÓRIA “D´AQUI” Ceará Colonial e Imperial “ Histórias e outras Histórias do Ceará” Thiago Cavalcanti Sá Viana
O Ceará Colonial Thiago Cavalcanti Sá Viana
Da Ocupação à Emancipação de Pernambuco A não-ocupação. Ocupação tardia do território. A relação da ocupação com a invasão Francesa ao Maranhão. As expedições de conquista. Thiago Cavalcanti Sá Viana Expedições Pero Coelho de Sousa (1603) funda o forte  de São Thiago na Barra do Rio Ceará. Padres  Fco. Pinto  e  Luís Filgueiras (1607) fundaram um  aldeamento na Ibiapaba. Martins Soares Moreno,   “ O Guerreiro Branco”, funda o  Forte de São  Sebastião na  Barra do Rio Ceará.
Os Holandeses no Ceará. Fundação do Forte de Schoonenborch. Matias Beck e seu diário. Os sonhos de prata dos Holandeses no Ceará. O Âmbar, o Sal e o nosso “Pau Roxo”. Os Holandeses são expulsos.  Thiago Cavalcanti Sá Viana
Confronto entre  mundos Na medida em que a ocupação vai se efetivando, aumentam os conflitos entre Portugueses e Indígenas. Os Indígenas ocupavam de forma esparsa, ocupando o longo dos rios. Os principais grupos Indígenas do estado eram: Tupis, Tapuias( Jês ), Tararius, Tremembés e Cariris. Os principais conflitos envolvendo os Indígenas foram: Guerra do Bárbaros e a Guerra entre Montes e Feitosas. Thiago Cavalcanti Sá Viana
O Desenvolvimento da Pecuária O crescimento dos rebanhos litorâneos, concorrendo com a produção de cana-de-açúcar, fez a coroa proibir a criação litorânea e empurrá-la para o interior. O gado foi escoado ao longo de duas rotas: Sertão de dentro e Sertão de fora. Alocaram-se nos principais rios, sendo o Jaguaribe e o Acaraú os principais. A pecuária desenvolveu a cultura do couro (civilização do couro). O charque também foi outro subproduto da pecuária que trouxe muito desenvolvimento para as cidades de Aracati e Sobral. A pecuária entrou em declínio por diversos motivos, porém o principal foi a Seca. Thiago Cavalcanti Sá Viana
O Ceará Imperial Thiago Cavalcanti Sá Viana
O Ceará Rebelde A República do Crato.   O Ceará adere ao movimento pernambucano, e de lá é enviado o padre José Martiniano de Alencar para sublevar a província. Após a Proclamação de Independência, algumas províncias, controladas por portugueses, sublevaram-se, num episódio que ficou conhecido como Guerras de Independência.  O  Ceará participou da  R ebelião de Fidié. Em 1824 o autoritarismo de D. Pedro desencadeou uma Revolta das Províncias Nordestinas que ficou conhecida como  C onfederação do Equador , da qual o Ceará participa ativamente. A Repressão Imperial é violenta. A repressão à Confederação do Equador marca a vitória temporária do Partido Conservador. Com a abdicação de D. Pedro, os liberais vão à forra provocando um movimento chamado  Sedição de Pinto Madeira. Thiago Cavalcanti Sá Viana
Economia Cearense no Século XIX Prevalecimento do Binômio Econômico: Gado e Algodão. Houve diversificação das atividades econômicas. Café nas serras úmidas: Baturité, São Benedito, Meruoca, entre outras. Borracha de Maniçoba. Carnaúba, da qual tudo era aproveitado, suas folhas, seus frutos, sua madeira. Desenvolvimento de um minguado Setor Manufatureiro e Maquinufatureiro no Estado. Thiago Cavalcanti Sá Viana
Questões Sociais & Belle Époque O Desenvolvimento Econômico atraía a população interiorana que, além do comércio, passou a residir em Fortaleza, muitos expulsos pela seca. Essa população que aqui chegava contribuía para o aumento da marginalidade e de comportamentos sociais indesejados. Dentre as figuras de destaque, citamos: O Deflorador, O Alcoólatra, a Prostituta, A Mulher Libertina. A sociedade e principalmente a Igreja vão reprimir esses comportamentos. Esse período é fortemente marcado pelo pensamento de progresso atrelado ao desenvolvimento de modernos aparelhos públicos. As ferrovias são um exemplo. Em Fortaleza surgem: Bondes, O Liceu, O Cemitério São João Batista, Plano Urbanístico de Adolf Hebster, Nova Iluminação, Telefonia entre outros.  Thiago Cavalcanti Sá Viana
O Ceará Abolicionista O Ceará, até que se prove o contrário, foi a primeira província a libertar seus escravos. Como a utilidade econômica dos escravos era pouca e a escravidão estava sendo atacada por todos os lados, surgiram aqui sociedades abolicionistas, que defendiam o fim escravidão. Destaca-se um papel polêmico, o do Jangadeiro Chico da Matilde  (Dragão do Mar ), que liderou uma greve contra a exportação de escravos do Porto do Ceará. No entanto, foi no legislativo que se evidenciou o grande destaque do Ceará. Com destaque para o aumento dos impostos sobre os escravos e a posterior abolição, sendo por esse motivo o Ceará chamado “Terra da Luz”. Thiago Cavalcanti Sá Viana
O Ceará Abolicionista Thiago Cavalcanti Sá Viana
Gabriel O Pensador - Racismo é Burrice (nova Versão De Lavagem Cerebral)  Gabriel O Pensador Negro e nordestino constroem seu chão; Trabalhador da construção civil conhecido como peão; No Brasil, o mesmo negro que constrói o seu apartamento ou o que lava o chão de uma delegacia; É revistado e humilhado por um guarda nojento; Que ainda recebe o salário e o pão de cada dia graças ao negro, ao nordestino e a todos nós; Pagamos homens que pensam que ser humilhado não dói; O preconceito é uma coisa sem sentido; Tire a burrice do peito e me dê ouvidos; Me responda se você discriminaria O Juiz Lalau ou o PC Farias; Não, você não faria isso não; Você aprendeu que preto é ladrão; Muitos negros roubam, mas muitos são roubados; E cuidado com esse branco aí parado do seu lado; Porque se ele passa fome Sabe como é: Ele rouba e mata um homem; Seja você ou seja o Pelé Você e o Pelé morreriam igual; Então que morra o preconceito e viva a união racial; Quero ver essa música você aprender e fazer;  A lavagem cerebral;  Racismo é burrice O racismo é burrice mas o mais burro não é o racista;  É o que pensa que o racismo não existe O pior cego é o que não quer ver ; E o racismo está dentro de você Porque o racista na verdade é um tremendo babaca; Que assimila os preconceitos porque tem cabeça fraca E desde sempre não pára pra pensar; Nos conceitos que a sociedade insiste em lhe ensinar; E de pai pra filho o racismo passa; Em forma de piadas que teriam bem mais graça; Se não fossem o retrato da nossa ignorância Transmitindo a discriminação desde a infância; E o que as crianças aprendem brincando; É nada mais nada menos do que a estupidez se propagando; Nenhum tipo de racismo - eu digo nenhum tipo de racismo - se justifica; Ninguém explica Precisamos da lavagem cerebral pra acabar com esse lixo que é uma herança cultural; Todo mundo que é racista não sabe a razão; Então eu digo, meu irmão, Seja do povão ou da "elite" Não participe; Pois como eu já disse racismo é burrice  Como eu já disse racismo é burrice Racismo é burrice E se você é mais um burro, não me leve a mal; É hora de fazer uma lavagem cerebral; Mas isso é compromisso seu; Eu nem vou me meter;  Quem vai lavar a sua mente não sou eu  É você.   Salve, meus irmãos africanos e lusitanos, do outro lado do oceano; O Atlântico é pequeno pra nos separar, porque o sangue é mais forte que a água do mar“; Racismo, preconceito e discriminação em geral; É uma burrice coletiva sem explicação; Afinal, que justificativa você me dá para um povo que precisa de união; Mas demonstra claramente infelizmente preconceitos mil de naturezas diferentes; Mostrando que essa gente, Essa gente do Brasil é muito burra, E não enxerga um palmo à sua frente; Porque se fosse inteligente esse povo já teria agido de forma mais consciente; Eliminando da mente todo o preconceito; E não agindo com a burrice estampada no peito A "elite" que devia dar um bom exemplo; É a primeira a demonstrar esse tipo de sentimento, Num complexo de superioridade infantil, Ou justificando um sistema de relação servil;  E o povão vai como um bundão na onda do racismo e da discriminação;  Não tem a união e não vê a solução da questão; Que por incrível que pareça está em nossas mãos, Só precisamos de uma reformulação geral ; Uma espécie de lavagem cerebral Racismo é burrice   Não seja um imbecil ; Não seja um ignorante; Não se importe com a origem ou a cor do seu semelhante; O que que importa se ele é nordestino e você não? O que que importa se ele é preto e você é branco;  Aliás, branco no Brasil é difícil, porque no Brasil somos todos mestiços;  Se você discorda, então olhe para trás; Olhe a nossa história; Os nossos ancestrais; O Brasil colonial não era igual a Portugal ; A raiz do meu país era multirracial; Tinha índio, branco, amarelo, preto; Nascemos da mistura, então por que o preconceito? Barrigas cresceram; O tempo passou; Nasceram os brasileiros, cada um com a sua cor; Uns com a pele clara, outros mais escura; Mas todos viemos da mesma mistura; Então presta atenção nessa sua babaquice; Pois como eu já disse racismo é burrice; Dê a ignorância um ponto final:  Faça uma lavagem cerebral  Racismo é burrice Thiago Cavalcanti Sá Viana
 

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1 ceara-colonia e-imperio

  • 1. Aulas Multimídias – Santa Cecília Prof. Tiago Cavalcante
  • 2. AULA INAUGURAL E SEMITERMINAL DE HISTÓRIA “D´AQUI” Ceará Colonial e Imperial “ Histórias e outras Histórias do Ceará” Thiago Cavalcanti Sá Viana
  • 3. O Ceará Colonial Thiago Cavalcanti Sá Viana
  • 4. Da Ocupação à Emancipação de Pernambuco A não-ocupação. Ocupação tardia do território. A relação da ocupação com a invasão Francesa ao Maranhão. As expedições de conquista. Thiago Cavalcanti Sá Viana Expedições Pero Coelho de Sousa (1603) funda o forte de São Thiago na Barra do Rio Ceará. Padres Fco. Pinto e Luís Filgueiras (1607) fundaram um aldeamento na Ibiapaba. Martins Soares Moreno, “ O Guerreiro Branco”, funda o Forte de São Sebastião na Barra do Rio Ceará.
  • 5. Os Holandeses no Ceará. Fundação do Forte de Schoonenborch. Matias Beck e seu diário. Os sonhos de prata dos Holandeses no Ceará. O Âmbar, o Sal e o nosso “Pau Roxo”. Os Holandeses são expulsos. Thiago Cavalcanti Sá Viana
  • 6. Confronto entre mundos Na medida em que a ocupação vai se efetivando, aumentam os conflitos entre Portugueses e Indígenas. Os Indígenas ocupavam de forma esparsa, ocupando o longo dos rios. Os principais grupos Indígenas do estado eram: Tupis, Tapuias( Jês ), Tararius, Tremembés e Cariris. Os principais conflitos envolvendo os Indígenas foram: Guerra do Bárbaros e a Guerra entre Montes e Feitosas. Thiago Cavalcanti Sá Viana
  • 7. O Desenvolvimento da Pecuária O crescimento dos rebanhos litorâneos, concorrendo com a produção de cana-de-açúcar, fez a coroa proibir a criação litorânea e empurrá-la para o interior. O gado foi escoado ao longo de duas rotas: Sertão de dentro e Sertão de fora. Alocaram-se nos principais rios, sendo o Jaguaribe e o Acaraú os principais. A pecuária desenvolveu a cultura do couro (civilização do couro). O charque também foi outro subproduto da pecuária que trouxe muito desenvolvimento para as cidades de Aracati e Sobral. A pecuária entrou em declínio por diversos motivos, porém o principal foi a Seca. Thiago Cavalcanti Sá Viana
  • 8. O Ceará Imperial Thiago Cavalcanti Sá Viana
  • 9. O Ceará Rebelde A República do Crato. O Ceará adere ao movimento pernambucano, e de lá é enviado o padre José Martiniano de Alencar para sublevar a província. Após a Proclamação de Independência, algumas províncias, controladas por portugueses, sublevaram-se, num episódio que ficou conhecido como Guerras de Independência. O Ceará participou da R ebelião de Fidié. Em 1824 o autoritarismo de D. Pedro desencadeou uma Revolta das Províncias Nordestinas que ficou conhecida como C onfederação do Equador , da qual o Ceará participa ativamente. A Repressão Imperial é violenta. A repressão à Confederação do Equador marca a vitória temporária do Partido Conservador. Com a abdicação de D. Pedro, os liberais vão à forra provocando um movimento chamado Sedição de Pinto Madeira. Thiago Cavalcanti Sá Viana
  • 10. Economia Cearense no Século XIX Prevalecimento do Binômio Econômico: Gado e Algodão. Houve diversificação das atividades econômicas. Café nas serras úmidas: Baturité, São Benedito, Meruoca, entre outras. Borracha de Maniçoba. Carnaúba, da qual tudo era aproveitado, suas folhas, seus frutos, sua madeira. Desenvolvimento de um minguado Setor Manufatureiro e Maquinufatureiro no Estado. Thiago Cavalcanti Sá Viana
  • 11. Questões Sociais & Belle Époque O Desenvolvimento Econômico atraía a população interiorana que, além do comércio, passou a residir em Fortaleza, muitos expulsos pela seca. Essa população que aqui chegava contribuía para o aumento da marginalidade e de comportamentos sociais indesejados. Dentre as figuras de destaque, citamos: O Deflorador, O Alcoólatra, a Prostituta, A Mulher Libertina. A sociedade e principalmente a Igreja vão reprimir esses comportamentos. Esse período é fortemente marcado pelo pensamento de progresso atrelado ao desenvolvimento de modernos aparelhos públicos. As ferrovias são um exemplo. Em Fortaleza surgem: Bondes, O Liceu, O Cemitério São João Batista, Plano Urbanístico de Adolf Hebster, Nova Iluminação, Telefonia entre outros. Thiago Cavalcanti Sá Viana
  • 12. O Ceará Abolicionista O Ceará, até que se prove o contrário, foi a primeira província a libertar seus escravos. Como a utilidade econômica dos escravos era pouca e a escravidão estava sendo atacada por todos os lados, surgiram aqui sociedades abolicionistas, que defendiam o fim escravidão. Destaca-se um papel polêmico, o do Jangadeiro Chico da Matilde (Dragão do Mar ), que liderou uma greve contra a exportação de escravos do Porto do Ceará. No entanto, foi no legislativo que se evidenciou o grande destaque do Ceará. Com destaque para o aumento dos impostos sobre os escravos e a posterior abolição, sendo por esse motivo o Ceará chamado “Terra da Luz”. Thiago Cavalcanti Sá Viana
  • 13. O Ceará Abolicionista Thiago Cavalcanti Sá Viana
  • 14. Gabriel O Pensador - Racismo é Burrice (nova Versão De Lavagem Cerebral) Gabriel O Pensador Negro e nordestino constroem seu chão; Trabalhador da construção civil conhecido como peão; No Brasil, o mesmo negro que constrói o seu apartamento ou o que lava o chão de uma delegacia; É revistado e humilhado por um guarda nojento; Que ainda recebe o salário e o pão de cada dia graças ao negro, ao nordestino e a todos nós; Pagamos homens que pensam que ser humilhado não dói; O preconceito é uma coisa sem sentido; Tire a burrice do peito e me dê ouvidos; Me responda se você discriminaria O Juiz Lalau ou o PC Farias; Não, você não faria isso não; Você aprendeu que preto é ladrão; Muitos negros roubam, mas muitos são roubados; E cuidado com esse branco aí parado do seu lado; Porque se ele passa fome Sabe como é: Ele rouba e mata um homem; Seja você ou seja o Pelé Você e o Pelé morreriam igual; Então que morra o preconceito e viva a união racial; Quero ver essa música você aprender e fazer; A lavagem cerebral; Racismo é burrice O racismo é burrice mas o mais burro não é o racista; É o que pensa que o racismo não existe O pior cego é o que não quer ver ; E o racismo está dentro de você Porque o racista na verdade é um tremendo babaca; Que assimila os preconceitos porque tem cabeça fraca E desde sempre não pára pra pensar; Nos conceitos que a sociedade insiste em lhe ensinar; E de pai pra filho o racismo passa; Em forma de piadas que teriam bem mais graça; Se não fossem o retrato da nossa ignorância Transmitindo a discriminação desde a infância; E o que as crianças aprendem brincando; É nada mais nada menos do que a estupidez se propagando; Nenhum tipo de racismo - eu digo nenhum tipo de racismo - se justifica; Ninguém explica Precisamos da lavagem cerebral pra acabar com esse lixo que é uma herança cultural; Todo mundo que é racista não sabe a razão; Então eu digo, meu irmão, Seja do povão ou da "elite" Não participe; Pois como eu já disse racismo é burrice Como eu já disse racismo é burrice Racismo é burrice E se você é mais um burro, não me leve a mal; É hora de fazer uma lavagem cerebral; Mas isso é compromisso seu; Eu nem vou me meter; Quem vai lavar a sua mente não sou eu É você. Salve, meus irmãos africanos e lusitanos, do outro lado do oceano; O Atlântico é pequeno pra nos separar, porque o sangue é mais forte que a água do mar“; Racismo, preconceito e discriminação em geral; É uma burrice coletiva sem explicação; Afinal, que justificativa você me dá para um povo que precisa de união; Mas demonstra claramente infelizmente preconceitos mil de naturezas diferentes; Mostrando que essa gente, Essa gente do Brasil é muito burra, E não enxerga um palmo à sua frente; Porque se fosse inteligente esse povo já teria agido de forma mais consciente; Eliminando da mente todo o preconceito; E não agindo com a burrice estampada no peito A "elite" que devia dar um bom exemplo; É a primeira a demonstrar esse tipo de sentimento, Num complexo de superioridade infantil, Ou justificando um sistema de relação servil; E o povão vai como um bundão na onda do racismo e da discriminação; Não tem a união e não vê a solução da questão; Que por incrível que pareça está em nossas mãos, Só precisamos de uma reformulação geral ; Uma espécie de lavagem cerebral Racismo é burrice Não seja um imbecil ; Não seja um ignorante; Não se importe com a origem ou a cor do seu semelhante; O que que importa se ele é nordestino e você não? O que que importa se ele é preto e você é branco; Aliás, branco no Brasil é difícil, porque no Brasil somos todos mestiços; Se você discorda, então olhe para trás; Olhe a nossa história; Os nossos ancestrais; O Brasil colonial não era igual a Portugal ; A raiz do meu país era multirracial; Tinha índio, branco, amarelo, preto; Nascemos da mistura, então por que o preconceito? Barrigas cresceram; O tempo passou; Nasceram os brasileiros, cada um com a sua cor; Uns com a pele clara, outros mais escura; Mas todos viemos da mesma mistura; Então presta atenção nessa sua babaquice; Pois como eu já disse racismo é burrice; Dê a ignorância um ponto final: Faça uma lavagem cerebral Racismo é burrice Thiago Cavalcanti Sá Viana
  • 15.