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BrasilXVI-XIXDe colónia a Reino, de Reino a Impériohttp://www.youtube.com/watch?v=_392w2VGDMc&feature=relatedAF
I- A Colónia – século XVI  Logo após o Descobrimento do Brasil (1500), a coroa portuguesa começou a lutar contra invasões estrangeiras  (ingleses e franceses) no território brasileiro.Os que recebiam as terras, chamados de donatários, tinham a função de administrar, colonizar, proteger e desenvolver a região. Cabia também aos donatários combater os índios de tribos que tentavam resistir à ocupação do território. Em troca destes serviços, além das terras, os donatários recebiam algumas regalias, como a permissão de explorar as riquezas minerais e vegetais da região.Entre os anos de 1534 e 1536, o rei de Portugal D. João III resolveu dividir a terra brasileira em faixas, que partiam do litoral até a linha imaginária do Tratado de Tordesilhas. Estas enormes faixas de terras, conhecidas como Capitanias Hereditárias, foram doadas para nobres e pessoas de confiança do rei.. AF
  As dificuldades de administração das capitanias eram inúmeras. A distância de Portugal, os ataques indígenas, a falta de recursos e a extensão territorial dificultaram muito a implantação do sistema. Desta forma, em 1549, o rei de Portugal criou um novo sistema administrativo para o Brasil: o Governo-Geral. Este seria mais centralizador, cabendo ao governador geral as funções antes atribuídas aos donatários. Embora tenha vigorado por pouco tempo, o sistema das Capitanias Hereditárias deixou marcas profundas na divisão de terra do Brasil. A distribuição desigual das terras gerou posteriormente os latifúndios.AF
II – Terra de aventura , de guerra, de escravatura e de açúcar. século XVIIOs contactos entre indígenas e portuguesesOs primeiros contactos foram de estranheza e de certa admiração e respeito. Pêro Vaz de Caminha relata a troca de sinais, presentes e informações. Quando os portugueses começaram a explorar o pau-brasil das matas, davam espelhos, apitos, colares e chocalhos para os indígenas em troca de seu trabalho.  , Entretanto, foram também  escravizando muitos deles.Interessados nas terras, os portugueses usaram a violência contra os índios. Para tomar as terras, chegavam a matar os nativos ou até mesmo transmitir-lhes  doenças para dizimar tribos e tomar as terras. Esse comportamento violento seguiu-se por séculos, resultando no pequenos número de índios que temos  nos dias de hoje.A cultura indígena era considerada pelo europeu como sendo inferior e grosseira. Dentro desta visão, acreditavam que  a sua função era convertê-los ao cristianismo e fazer os índios seguirem a cultura europeia. Foi assim, que aos poucos, os índios foram perdendo sua cultura e também sua identidade.AF
EscravidãoNo Brasil, a escravidão teve início com a produção de açúcar na primeira metade do século XVI. Os portugueses traziam os negros africanos de suas colónias na África para utilizar como mão-de-obra escrava nos engenhos de açúcar do Nordeste. Os comerciantes de escravos portugueses vendiam os africanos como se fossem mercadorias aqui no Brasil. Os mais saudáveis chegavam a valer o dobro daqueles mais fracos ou velhos.Nas fazendas de açúcar ou nas minas de ouro (a partir do século XVIII), os escravos eram tratados da pior forma possível. Trabalhavam muito (de sol a sol), recebendo apenas trapos de roupa e uma alimentação de péssima qualidade. Passavam as noites nas senzalas casarões escuros, húmidos e com pouca higiene) acorrentados para evitar fugas. Eram constantemente castigados fisicamente, sendo que o açoite era a punição mais comum no Brasil Colónia.AF
Eram proibidos de praticar sua religião de origem africana ou de realizar suas festas e rituais africanos. Tinham que seguir a religião católica, imposta pelos senhores de engenho, adoptar a língua portuguesa na comunicação. Mesmo com todas as imposições e restrições, não deixaram a cultura africana se apagar. Escondidos, realizavam seus rituais, praticavam suas festas, mantiveram suas representações artísticas e até desenvolveram uma forma de luta: a capoeiraO negro também reagiu à escravidão, buscando uma vida digna. Foram comuns as revoltas nas fazendas em que grupos de escravos fugiam, formando nas florestas os famosos quilombos. Estes, eram comunidades bem organizadas, onde os integrantes viviam em liberdade, através de uma organização comunitária aos moldes do que existia na África. Nos quilombos, podiam praticar sua cultura, falar sua língua e exercer seus rituais religiosos. O mais famoso foi o Quilombo de Palmares, comandado por Zumbi.AF
Após domínio da Espanha em Portugal, a Holanda, em busca de açúcar, resolveu enviar suas expedições para invadirem o Nordeste do Brasil, no período colonial.Em 1630uma expedição ocorreu em Pernambuco  e foi bem sucedida .Durante seu domínio, a Holanda enviou seu príncipe (Maurício de Nassau para governar as terras que havia conquistado e formar nestas uma colónia holandesa no Brasil. Neste período, o príncipe holandês dominou enorme parte do território nordestino.  AF
Após algum tempo, ocorreram muitas revoltas devido aos altos impostos cobrados pelos holandeses. Após muitos conflitos, o governador Maurício de Nassau deixou seu cargo. Em 1654, após muitos confrontos, finalmente os colonos portugueses (apoiados por Portugal e Inglaterra) conseguiram expulsar os holandeses do território brasileiro.AF
Os Bandeirantes foram os homens valentes, que no princípio da colonização do Brasil, foram usados pelos portugueses com o objectivo de lutar com indígenas rebeldes e escravos fugitivos.  Estes homens, que saiam de São Paulo e São Vicente, dirigiam-se para o interior do Brasil caminhando através de florestas e também seguindo caminho por rios, o Rio Tietê foi um dos principais meios de acesso para o interior de São Paulo. Estas explorações territoriais eram chamadas de Entradas ou Bandeiras.Enquanto as Entradas eram expedições oficiais organizadas pelo governo, as Bandeiras eram financiadas por particulares (senhores de engenho, donos de minas, comerciantes).  Estas expedições tinham como objectivo predominante capturar os índios e procurar por pedras e metais preciosos. Contudo, estes homens ficaram historicamenteconhecidos como os responsáveis pela conquista de grande parte do território brasileiroAF
A economia colonialA base da economia colonial era o engenho de açúcar. O senhor de engenho era um fazendeiro proprietário da unidade de produção de açúcar. Utilizava a mão-de-obra africana escrava e tinha como objectivo principal a venda do açúcar para o mercado europeu. Além do açúcar destacou-se também a produção de tabaco e algodão.As plantações ocorriam no  “sistema de plantação”, ou seja, eram grandes fazendas produtoras de um único produto, utilizando mão-de-obra escrava e visando o comércio exterior.O Pacto Colonial imposto por Portugal estabelecia que o Brasil só podia fazer comércio com a metrópole.A sociedade ColonialA sociedade, no período do açúcar, era marcada pela grande diferenciação social. No topo da sociedade, com poderes políticos e económicos, estavam os senhores de engenho. Abaixo, aparecia uma camada média formada por trabalhadores livres e funcionários públicos. E na base da sociedade estavam os escravos, de origem africana.Era uma sociedade patriarcal, pois o senhor de engenho exercia um grande poder social. As mulheres tinham poucos poderes e nenhuma participação política, deviam apenas cuidar do lar e dos filhos.A casa-grande era a residência da família do senhor de engenho. Nela moravam, além da família, alguns agregados. O conforto da casa-grande contrastava com a miséria e péssimas condições de higiene das senzalas (habitações dos escravos).AF
Após a descoberta das primeiras minas de ouro, o rei de Portugal tratou de organizar a sua extracção. Interessado nesta nova fonte de lucros, já que o comércio de açúcar passava por uma fase de declínio, ele começou a cobrar o quinto. O quinto nada mais era do que um imposto cobrado pela coroa portuguesa e correspondia a 20% de todo ouro encontrado na colónia. Este imposto era cobrado nas Casas de Fundição.A descoberta de ouro e o início da exploração da minas nas regiões auríferas ( Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás ) provocou uma verdadeira "corrida do ouro" para estas regiões. Procurando trabalho na região, desempregados de várias regiões do país partiram em busca do sonho de ficar ricos da noite para o dia.III- Ouro e administração centralizada Tensões e revoltasSéculo XVIIICidades começaram a surgir e o desenvolvimento urbano e cultural aumentou muito nestas regiões. Foi neste contexto que apareceu um dos mais importantes artistas plásticos do Brasil : o “Aleijadinho”.Vários empregos surgiram nestas regiões, diversificando o mercado de trabalho na região aurífera.Para acompanhar o desenvolvimento da região sudeste, a capital do país foi transferida para o Rio de Janeiro.AF
Revoltas Coloniais e ConflitosEm função da exploração exagerada da metrópole  e do esmagamento da autonomia produtiva da colónia com o alvará de 1785 que proibia as manufacturas em território brasileiro,  ocorreram várias revoltas e conflitos neste período:Guerra dos Embolavas : os bandeirantes queriam exclusividade na exploração do ouro nas minas que encontraram. Entraram em choque com os paulistas que se  dedicavam a esplorar o ouro das minas.
Revolta de Filipe dos Santos : ocorrida em Vila Rica, representou a insatisfação dos donos de minas de ouro com a cobrança do quinto e das Casas de Fundição. O líder, Filipe dos Santos foi preso e condenado à morte pela coroa portuguesa.
Inconfidência Mineira(1789) : liderada por Tira-dentes , os inconfidentes mineiros queriam a libertação do Brasil, de Portugal. O movimento foi descoberto pelo rei de Portugal e os líderes condenados. AF
IV - O Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves16 de Dezembro de 1815(...) Vejo que pelo interior do meu reino marcham tropas do imperador dos franceses e rei da Itália, a quem eu me havia unido no continente, na persuasão de não ser mais inquietado (...) e querendo evitar as funestas consequências que se podem seguir de uma defesa, que seria mais nociva que proveitosa, servindo só de derramar sangue em prejuízo da humanidade, (...) tenho resolvido, em benefício dos mesmos meus vassalos, passar com a rainha minha senhora e mãe, e com toda a real família, para os estados da América, e estabelecer-me na Cidade do Rio de Janeiro até à paz geral. AFhttp://www.youtube.com/watch?v=GYllpGVkDEA&feature=related
          A esquadra partiu de Salvador rumo ao Rio de Janeiro, onde chegou no dia 8 de Março.Os membros da Família Real foram alojados em três prédios no centro da cidade. Os demais agregados espalharam-se pela cidade, em residências confiscadas à população assinaladas com as iniciais "P.R." ("Príncipe-Regente"), o que deu origem ao trocadilho "Ponha-se na Rua", ou "Prédio Roubado" como os mais irónicos diziam à época.Em Abril de 1808, o Príncipe Regente decretou a suspensão do alvará de 1785, que proibia a criação de indústrias no Brasil. Ficavam, assim, autorizadas as actividades em território colonial. A medida permitiu a instalação, em 1811, de duas fábricas de ferro, em São Paulo e em Minas Gerais. Mas o sopro de desenvolvimento parou por aí, pois a presença de artigos ingleses bem elaborados e a preços relativamente acessíveis bloqueava a produção de similares em território brasileiro. A eficácia da medida seria anulada pela assinatura dos Tratados de 1810: o Tratado de Aliança e Amizade e o Tratado de Comércio e Navegação. Por este último, o governo português concedia aos produtos ingleses uma tarifa preferencial de 15%, ao passo que a que incidia sobre os artigos provenientes de Portugal era de 16% e a dos demais países amigos, 24%. Na prática, findava o pacto colonial.AF
Entre as mudanças que ocorreram com a vinda da Família Real para o Brasil destacam-se:
a fundação do primeiro Banco do Brasil em 1808;
a criação da Imprensa Régia e a autorização para o funcionamento de tipografias e a publicação de jornais também em 1808[
a criação da Academia Real Militar (1810);
a abertura de algumas escolas, entre as quais duas de Medicina – uma na Bahia e outra no Rio de Janeiro;
a mudança de denominação das unidades territoriais, que deixaram de se chamar "capitanias" e passaram a denominar-se de "províncias" (1821);AF
V – Ventos de Revolução…A Revolução inicia-se,  ainda com a presença  de D. João VI no Brasil…A Revolução PernambucanaAF
As ideias liberais que entravam no Brasil por meio dos viajantes estrangeiros e de livros e de outras publicações, incentivavam o sentimento de revolta entre a elite pernambucana, que participava activamente, desde o fim do século XVIII, em sociedades secretas, como as lojas maçónicas. Estas serviam como locais de discussão e difusão das "infames idéias francesas” e agrupavam intelectuais, religiosos e militares, todos a elaborarem planos para a revolução.As causas imediatas para esta revolução foram:Criação de novos impostos pelo Rei D. João VI, provocando a insatisfação da população pernambucana. (Por exemplo,  a obrigatoriedade de se pagar impostos para a manutenção da iluminação pública do Rio de Janeiro, enquanto no Recife era praticamente inexistente a dita iluminação ;
Uma enorme seca  tinha atingido a região em 1816,  acentuando a fome e a miséria; além disso, houve quedas na produção do açúcar e do algodão, que sustentavam a economia pernambucana (esses produtos começaram a sofrer concorrência do algodão nos EUA e do açúcar na Jamaica). AF
Além disso, as pressões internacionais contra a escravatura tornavam a mão-de-obra cada vez mais cara, já que a escravidão era o motor de toda a economia agrária pernambucana.Criar então uma república independente brasileira, foi o objectivo desta revolução, sendo estes os principais acontecimentos:6 de Março de 1817: ocupação do Recife: No regimento de artilharia, o capitão José de Barros Lima, na companhia de outros militares rebelados, tomou o quartel e ergueu trincheiras nas ruas vizinhas para impedir o avanço das tropas monarquistas. O movimento foi liderado seguidamente por Domingos José Martins, com o apoio de António Carlos de Andrada e Silva e de Frei Caneca. Tendo conseguido dominar o Governo Provincial, apossaram-se do tesouro da província, instalaram um governo provisório e proclamaram a República.Em 29 de Março  de 1817 foi convocada uma assembleia constituinte, com representantes eleitos em todas as regiões da província, foi estabelecida a separação entre os poderes Legislativo, Executivo e Judicial; o catolicismo foi mantido como religião oficial, porém havia liberdade de culto ( o livre exercício de todas as religiões ); foi proclamada a liberdade de imprensa (uma grande novidade no Brasil); abolidos alguns impostos; a escravidão entretanto foi mantida.AF

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Brasil síntese histórica

  • 1. BrasilXVI-XIXDe colónia a Reino, de Reino a Impériohttp://www.youtube.com/watch?v=_392w2VGDMc&feature=relatedAF
  • 2. I- A Colónia – século XVI Logo após o Descobrimento do Brasil (1500), a coroa portuguesa começou a lutar contra invasões estrangeiras (ingleses e franceses) no território brasileiro.Os que recebiam as terras, chamados de donatários, tinham a função de administrar, colonizar, proteger e desenvolver a região. Cabia também aos donatários combater os índios de tribos que tentavam resistir à ocupação do território. Em troca destes serviços, além das terras, os donatários recebiam algumas regalias, como a permissão de explorar as riquezas minerais e vegetais da região.Entre os anos de 1534 e 1536, o rei de Portugal D. João III resolveu dividir a terra brasileira em faixas, que partiam do litoral até a linha imaginária do Tratado de Tordesilhas. Estas enormes faixas de terras, conhecidas como Capitanias Hereditárias, foram doadas para nobres e pessoas de confiança do rei.. AF
  • 3.   As dificuldades de administração das capitanias eram inúmeras. A distância de Portugal, os ataques indígenas, a falta de recursos e a extensão territorial dificultaram muito a implantação do sistema. Desta forma, em 1549, o rei de Portugal criou um novo sistema administrativo para o Brasil: o Governo-Geral. Este seria mais centralizador, cabendo ao governador geral as funções antes atribuídas aos donatários. Embora tenha vigorado por pouco tempo, o sistema das Capitanias Hereditárias deixou marcas profundas na divisão de terra do Brasil. A distribuição desigual das terras gerou posteriormente os latifúndios.AF
  • 4. II – Terra de aventura , de guerra, de escravatura e de açúcar. século XVIIOs contactos entre indígenas e portuguesesOs primeiros contactos foram de estranheza e de certa admiração e respeito. Pêro Vaz de Caminha relata a troca de sinais, presentes e informações. Quando os portugueses começaram a explorar o pau-brasil das matas, davam espelhos, apitos, colares e chocalhos para os indígenas em troca de seu trabalho.  , Entretanto, foram também escravizando muitos deles.Interessados nas terras, os portugueses usaram a violência contra os índios. Para tomar as terras, chegavam a matar os nativos ou até mesmo transmitir-lhes doenças para dizimar tribos e tomar as terras. Esse comportamento violento seguiu-se por séculos, resultando no pequenos número de índios que temos nos dias de hoje.A cultura indígena era considerada pelo europeu como sendo inferior e grosseira. Dentro desta visão, acreditavam que a sua função era convertê-los ao cristianismo e fazer os índios seguirem a cultura europeia. Foi assim, que aos poucos, os índios foram perdendo sua cultura e também sua identidade.AF
  • 5. EscravidãoNo Brasil, a escravidão teve início com a produção de açúcar na primeira metade do século XVI. Os portugueses traziam os negros africanos de suas colónias na África para utilizar como mão-de-obra escrava nos engenhos de açúcar do Nordeste. Os comerciantes de escravos portugueses vendiam os africanos como se fossem mercadorias aqui no Brasil. Os mais saudáveis chegavam a valer o dobro daqueles mais fracos ou velhos.Nas fazendas de açúcar ou nas minas de ouro (a partir do século XVIII), os escravos eram tratados da pior forma possível. Trabalhavam muito (de sol a sol), recebendo apenas trapos de roupa e uma alimentação de péssima qualidade. Passavam as noites nas senzalas casarões escuros, húmidos e com pouca higiene) acorrentados para evitar fugas. Eram constantemente castigados fisicamente, sendo que o açoite era a punição mais comum no Brasil Colónia.AF
  • 6. Eram proibidos de praticar sua religião de origem africana ou de realizar suas festas e rituais africanos. Tinham que seguir a religião católica, imposta pelos senhores de engenho, adoptar a língua portuguesa na comunicação. Mesmo com todas as imposições e restrições, não deixaram a cultura africana se apagar. Escondidos, realizavam seus rituais, praticavam suas festas, mantiveram suas representações artísticas e até desenvolveram uma forma de luta: a capoeiraO negro também reagiu à escravidão, buscando uma vida digna. Foram comuns as revoltas nas fazendas em que grupos de escravos fugiam, formando nas florestas os famosos quilombos. Estes, eram comunidades bem organizadas, onde os integrantes viviam em liberdade, através de uma organização comunitária aos moldes do que existia na África. Nos quilombos, podiam praticar sua cultura, falar sua língua e exercer seus rituais religiosos. O mais famoso foi o Quilombo de Palmares, comandado por Zumbi.AF
  • 7. Após domínio da Espanha em Portugal, a Holanda, em busca de açúcar, resolveu enviar suas expedições para invadirem o Nordeste do Brasil, no período colonial.Em 1630uma expedição ocorreu em Pernambuco e foi bem sucedida .Durante seu domínio, a Holanda enviou seu príncipe (Maurício de Nassau para governar as terras que havia conquistado e formar nestas uma colónia holandesa no Brasil. Neste período, o príncipe holandês dominou enorme parte do território nordestino.  AF
  • 8. Após algum tempo, ocorreram muitas revoltas devido aos altos impostos cobrados pelos holandeses. Após muitos conflitos, o governador Maurício de Nassau deixou seu cargo. Em 1654, após muitos confrontos, finalmente os colonos portugueses (apoiados por Portugal e Inglaterra) conseguiram expulsar os holandeses do território brasileiro.AF
  • 9. Os Bandeirantes foram os homens valentes, que no princípio da colonização do Brasil, foram usados pelos portugueses com o objectivo de lutar com indígenas rebeldes e escravos fugitivos.  Estes homens, que saiam de São Paulo e São Vicente, dirigiam-se para o interior do Brasil caminhando através de florestas e também seguindo caminho por rios, o Rio Tietê foi um dos principais meios de acesso para o interior de São Paulo. Estas explorações territoriais eram chamadas de Entradas ou Bandeiras.Enquanto as Entradas eram expedições oficiais organizadas pelo governo, as Bandeiras eram financiadas por particulares (senhores de engenho, donos de minas, comerciantes).  Estas expedições tinham como objectivo predominante capturar os índios e procurar por pedras e metais preciosos. Contudo, estes homens ficaram historicamenteconhecidos como os responsáveis pela conquista de grande parte do território brasileiroAF
  • 10. A economia colonialA base da economia colonial era o engenho de açúcar. O senhor de engenho era um fazendeiro proprietário da unidade de produção de açúcar. Utilizava a mão-de-obra africana escrava e tinha como objectivo principal a venda do açúcar para o mercado europeu. Além do açúcar destacou-se também a produção de tabaco e algodão.As plantações ocorriam no “sistema de plantação”, ou seja, eram grandes fazendas produtoras de um único produto, utilizando mão-de-obra escrava e visando o comércio exterior.O Pacto Colonial imposto por Portugal estabelecia que o Brasil só podia fazer comércio com a metrópole.A sociedade ColonialA sociedade, no período do açúcar, era marcada pela grande diferenciação social. No topo da sociedade, com poderes políticos e económicos, estavam os senhores de engenho. Abaixo, aparecia uma camada média formada por trabalhadores livres e funcionários públicos. E na base da sociedade estavam os escravos, de origem africana.Era uma sociedade patriarcal, pois o senhor de engenho exercia um grande poder social. As mulheres tinham poucos poderes e nenhuma participação política, deviam apenas cuidar do lar e dos filhos.A casa-grande era a residência da família do senhor de engenho. Nela moravam, além da família, alguns agregados. O conforto da casa-grande contrastava com a miséria e péssimas condições de higiene das senzalas (habitações dos escravos).AF
  • 11. Após a descoberta das primeiras minas de ouro, o rei de Portugal tratou de organizar a sua extracção. Interessado nesta nova fonte de lucros, já que o comércio de açúcar passava por uma fase de declínio, ele começou a cobrar o quinto. O quinto nada mais era do que um imposto cobrado pela coroa portuguesa e correspondia a 20% de todo ouro encontrado na colónia. Este imposto era cobrado nas Casas de Fundição.A descoberta de ouro e o início da exploração da minas nas regiões auríferas ( Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás ) provocou uma verdadeira "corrida do ouro" para estas regiões. Procurando trabalho na região, desempregados de várias regiões do país partiram em busca do sonho de ficar ricos da noite para o dia.III- Ouro e administração centralizada Tensões e revoltasSéculo XVIIICidades começaram a surgir e o desenvolvimento urbano e cultural aumentou muito nestas regiões. Foi neste contexto que apareceu um dos mais importantes artistas plásticos do Brasil : o “Aleijadinho”.Vários empregos surgiram nestas regiões, diversificando o mercado de trabalho na região aurífera.Para acompanhar o desenvolvimento da região sudeste, a capital do país foi transferida para o Rio de Janeiro.AF
  • 12. Revoltas Coloniais e ConflitosEm função da exploração exagerada da metrópole e do esmagamento da autonomia produtiva da colónia com o alvará de 1785 que proibia as manufacturas em território brasileiro, ocorreram várias revoltas e conflitos neste período:Guerra dos Embolavas : os bandeirantes queriam exclusividade na exploração do ouro nas minas que encontraram. Entraram em choque com os paulistas que se dedicavam a esplorar o ouro das minas.
  • 13. Revolta de Filipe dos Santos : ocorrida em Vila Rica, representou a insatisfação dos donos de minas de ouro com a cobrança do quinto e das Casas de Fundição. O líder, Filipe dos Santos foi preso e condenado à morte pela coroa portuguesa.
  • 14. Inconfidência Mineira(1789) : liderada por Tira-dentes , os inconfidentes mineiros queriam a libertação do Brasil, de Portugal. O movimento foi descoberto pelo rei de Portugal e os líderes condenados. AF
  • 15. IV - O Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves16 de Dezembro de 1815(...) Vejo que pelo interior do meu reino marcham tropas do imperador dos franceses e rei da Itália, a quem eu me havia unido no continente, na persuasão de não ser mais inquietado (...) e querendo evitar as funestas consequências que se podem seguir de uma defesa, que seria mais nociva que proveitosa, servindo só de derramar sangue em prejuízo da humanidade, (...) tenho resolvido, em benefício dos mesmos meus vassalos, passar com a rainha minha senhora e mãe, e com toda a real família, para os estados da América, e estabelecer-me na Cidade do Rio de Janeiro até à paz geral. AFhttp://www.youtube.com/watch?v=GYllpGVkDEA&feature=related
  • 16. A esquadra partiu de Salvador rumo ao Rio de Janeiro, onde chegou no dia 8 de Março.Os membros da Família Real foram alojados em três prédios no centro da cidade. Os demais agregados espalharam-se pela cidade, em residências confiscadas à população assinaladas com as iniciais "P.R." ("Príncipe-Regente"), o que deu origem ao trocadilho "Ponha-se na Rua", ou "Prédio Roubado" como os mais irónicos diziam à época.Em Abril de 1808, o Príncipe Regente decretou a suspensão do alvará de 1785, que proibia a criação de indústrias no Brasil. Ficavam, assim, autorizadas as actividades em território colonial. A medida permitiu a instalação, em 1811, de duas fábricas de ferro, em São Paulo e em Minas Gerais. Mas o sopro de desenvolvimento parou por aí, pois a presença de artigos ingleses bem elaborados e a preços relativamente acessíveis bloqueava a produção de similares em território brasileiro. A eficácia da medida seria anulada pela assinatura dos Tratados de 1810: o Tratado de Aliança e Amizade e o Tratado de Comércio e Navegação. Por este último, o governo português concedia aos produtos ingleses uma tarifa preferencial de 15%, ao passo que a que incidia sobre os artigos provenientes de Portugal era de 16% e a dos demais países amigos, 24%. Na prática, findava o pacto colonial.AF
  • 17. Entre as mudanças que ocorreram com a vinda da Família Real para o Brasil destacam-se:
  • 18. a fundação do primeiro Banco do Brasil em 1808;
  • 19. a criação da Imprensa Régia e a autorização para o funcionamento de tipografias e a publicação de jornais também em 1808[
  • 20. a criação da Academia Real Militar (1810);
  • 21. a abertura de algumas escolas, entre as quais duas de Medicina – uma na Bahia e outra no Rio de Janeiro;
  • 22. a mudança de denominação das unidades territoriais, que deixaram de se chamar "capitanias" e passaram a denominar-se de "províncias" (1821);AF
  • 23. V – Ventos de Revolução…A Revolução inicia-se, ainda com a presença de D. João VI no Brasil…A Revolução PernambucanaAF
  • 24. As ideias liberais que entravam no Brasil por meio dos viajantes estrangeiros e de livros e de outras publicações, incentivavam o sentimento de revolta entre a elite pernambucana, que participava activamente, desde o fim do século XVIII, em sociedades secretas, como as lojas maçónicas. Estas serviam como locais de discussão e difusão das "infames idéias francesas” e agrupavam intelectuais, religiosos e militares, todos a elaborarem planos para a revolução.As causas imediatas para esta revolução foram:Criação de novos impostos pelo Rei D. João VI, provocando a insatisfação da população pernambucana. (Por exemplo, a obrigatoriedade de se pagar impostos para a manutenção da iluminação pública do Rio de Janeiro, enquanto no Recife era praticamente inexistente a dita iluminação ;
  • 25. Uma enorme seca tinha atingido a região em 1816, acentuando a fome e a miséria; além disso, houve quedas na produção do açúcar e do algodão, que sustentavam a economia pernambucana (esses produtos começaram a sofrer concorrência do algodão nos EUA e do açúcar na Jamaica). AF
  • 26. Além disso, as pressões internacionais contra a escravatura tornavam a mão-de-obra cada vez mais cara, já que a escravidão era o motor de toda a economia agrária pernambucana.Criar então uma república independente brasileira, foi o objectivo desta revolução, sendo estes os principais acontecimentos:6 de Março de 1817: ocupação do Recife: No regimento de artilharia, o capitão José de Barros Lima, na companhia de outros militares rebelados, tomou o quartel e ergueu trincheiras nas ruas vizinhas para impedir o avanço das tropas monarquistas. O movimento foi liderado seguidamente por Domingos José Martins, com o apoio de António Carlos de Andrada e Silva e de Frei Caneca. Tendo conseguido dominar o Governo Provincial, apossaram-se do tesouro da província, instalaram um governo provisório e proclamaram a República.Em 29 de Março de 1817 foi convocada uma assembleia constituinte, com representantes eleitos em todas as regiões da província, foi estabelecida a separação entre os poderes Legislativo, Executivo e Judicial; o catolicismo foi mantido como religião oficial, porém havia liberdade de culto ( o livre exercício de todas as religiões ); foi proclamada a liberdade de imprensa (uma grande novidade no Brasil); abolidos alguns impostos; a escravidão entretanto foi mantida.AF
  • 27. À medida que o calor das discussões e da revolta contra a opressão portuguesa aumentava, crescia, também, o sentimento de patriotismo dos pernambucanos, ao ponto de passarem a usar nas missas a aguardente (em lugar do vinho) e a hóstia feita de mandioca (em lugar do trigo), como forma de marcar a sua identidade.
  • 28. Entretanto, as tentativas de obter apoio das províncias vizinhas fracassaram. Tropas enviadas da Baía avançaram pelo sertão pernambucano, enquanto uma força naval, despachada do Rio de Janeiro, bloqueou o porto do Recife. Em poucos dias 8000 homens cercavam a província. No interior, a batalha decisiva foi travada na localidade de Ipojuca.
  • 29. Derrotados, os revolucionários tiveram de recuar em direcção ao Recife. Em 19 de Maio as tropas portuguesas entraram no Recife e encontraram a cidade abandonada e sem defesa. O governo provisório, isolado, rendeu-se no dia seguinte.
  • 30. Apesar de sentenças severas, um ano depois todos os revoltosos foram amnistiados, e apenas quatro haviam sido executados.AF
  • 31. VI-O caminho da independência1-Quais foram as exigências das Cortes Constituintes em Lisboa, que tanta polémica criaram no Brasil?:Documentos B e C , p. 96AF
  • 32. 2-Em que consistiu o “Dia do Fico”?(doc. fotocopiado)AF
  • 33. 3-Descreva os acontecimentos relacionados com o “Grito do Ipiranga”.Doc. fotocopiadoAF
  • 34. 4-Apresente os principais aspectos relativos ao Tratado de Independência de 1825.AFDoc 14- p. 98
  • 35. 5- Explique como se iniciou o “Primeiro Reinado”.Doc. fotocopiadoAF