O documento descreve a história da escravidão no Brasil colonial e no Rio Grande do Sul, com foco na produção de charque. Resume que a escravidão durou cerca de 300 anos no Brasil e foi abolida em 1888, mas os escravos em Pelotas tiveram que trabalhar sete anos gratuitamente após a abolição. Detalha também o intenso trabalho forçado dos escravos nas charqueadas, que eram essenciais para a economia da região.