Anúncios de compra e de venda de escravos publicados, na cidade de Desterro, no Jornal O Despertador de 26 de janeiro de 1864
 
 
 
ESCRAVO Aquele que esta sujeito a um senhor, propriedade dele considerado uma  MERCADORIA
 
 
 
 
 
ESCRAVIDAO ANTIGA
 
 
ESCRAVIDAO NO BRASIL COLONIAL
 
 
 
Exploração ou Trabalho escravo ? Em pleno século XXI existem no mundo 27 milhões de ESCRAVOS;
E no Rio Grande do Sul Como foi a Escravidão
 
O Escravo Gaúcho Resistência e Trabalho
América Colonial Tráfico Negreiro
O Brasil foi o pais mais Escravista Durou aproximadamente 300 anos; Foi o último pais a abolir a escravidão;
As razões da escravidão Colonial foram economicas e Históricas; Contexto Mercantil;
Descoberta das boas condições do solo no litoral brasileiro O açucar era produto valioso; Problema esta na mão de obra para trabalhar na colonia
Solução  Utilizar o  Escravo  africano que já era utilizado em outras colônias portuguesas
O trabalho Escravo era compatível com os objetivos de acumulação colonial
Embarcava na Africa em tumbeiro; A viagem era Horrivel dilacerava – FISICA e PSICOLOGICAMENTE Escravizado em terra estrangeira era mais facilmente dominado
Os escravos eram capturados na África
Colocados e Tumbeiros -  Navios Negreiros
 
 
Tráfico de Escravos Durante os Séculos XVI À XIX foi o meio essencial das metrópoles se apropriarem da riqueza produzidas nas Américas Durante quatro séculos 9 a 15 milhões de homens e mulheres foram arrancados do continente Negro;
 
 
 
 
Escravismo  colonial
Escravismo Colonial esta ligado ao Tráfico Negreiro; O homem escravizado era reduzido à situação de verdadeiro animal trabalhador; O escravismo pretendia que produzisse o Maximo e consumisse o mínimo –  HOMEM MAQUINA
HOMEM- MÁQUINA
 
 
O Negro no Rio Grande do Sul
O Africano desde o início da ocupação do litoral gaúcho no  século XVIII  quando da fundação de Rio Grande Na colônia do Sacramento o contrabando de escravos era comum este era vendido para a Região do Prata O Africano escravizado foi a principal  mercadoria  vendida na  Colônia do Sacramento ;
A origem africana do negro Sulino Eram escravos novos ou crioulos Crioulos: nascidos no Brasil; Novos: Trazidos recentemente da África;
Primórdios da Escravidão no Rio Grande do Sul – Onde Trabalhavam Edificações; Lavouras Na retirada do Couro do gado Servidores doméstico; Campeiros;
Peão Negro Escravo – tropa de Mula para Sorocaba –Aquarela Debret
A industria do Charque A partir de  1780  com a produção de Charque a nível  industrial  é que se estruturou no Sul um Forte pólo Escravista; Surgem as  CHARQUEADAS;
 
CHARQUEADAS Nome que os brasileitos dão, no estado do RS, à área da propriedade rural em que era produzido o Charque (onde se "charqueia" a carne) : uma quantidade de galpões cobertos, onde a carne salgada era exposta para o processo de desidratação.  Conhecido também como  SALADEIRO , em especial no  URUGUAI;
CHARQUE Palavra de origem QUICHUA ( antigo idioma Peruano ) e significa - Carne seca; O charque era produzido por  ESCRAVOS  para alimentar  ESCRAVOS ;
CHARQUEADAS Ao contrário do que possa parecer, nas charqueadas  não se criavam bois . Haviam raras exceções, como a Charqueada da Graça, mas essa criação não dava conta da produção total do charque.  O gado , matéria-prima, era proveniente de toda a  campanha riograndense , introduzido em Pelotas através do Passo do Fragata e vendido na Tablada, grande local dos remates na região das Três Vendas.
 
A safra era  sazonal  e durava de  novembro  a  abril . As charqueadas tinham em média  80 escravos ; Eram seis meses de trabalhos que podiam chegar a  16 HORAS DIÁRIAS ; Isso transforma o Trabalho  ESCRAVO  nas  CHARQUEADAS  um  INFERNO  para o NEGRO;
 
A Importância para ECONMIA riograndense As  CHARQUEADAS  impulsionaram o desenvolvimento  ECONOMICO  e  CULTURAL  do Estado através do  TRABALHO ESCRAVO;
O trabalho Escravo nas Charqueadas
A Produção do Charque exigia um trabalho intenso, pesado e prolongado
 
Charqueada São Jõao
Pelotas Localização privilegiada PROXIMA AOS REBANHOS DE GADO e ao PORTO DE RIO GRANDE tornou-se o grande centro charqueador gaúcho Grande pólo ESCRAVISTA;
 
O Mito da Abolição da Escravidão no Rio Grande do Sul 1884 – ( 1888 lei Áurea ) – os Escravos pelotenses foram libertos –SOB A  OBRIGAÇÃO  DE TRABALHAR  SETE ANOS GRATUITAMENTE; Pelotas possuía 5.000 escravos 2000 escravos trabalhando nas charqueadas;
Prosperidade de Pelotas no  século XIX TEATRO SETE DE ABRIL
Interior do Teatro  de Pelotas
Interior do Teatro Sete de Abril- Pelotas
 

O escravo gaúcho

  • 1.
    Anúncios de comprae de venda de escravos publicados, na cidade de Desterro, no Jornal O Despertador de 26 de janeiro de 1864
  • 2.
  • 3.
  • 4.
  • 5.
    ESCRAVO Aquele queesta sujeito a um senhor, propriedade dele considerado uma MERCADORIA
  • 6.
  • 7.
  • 8.
  • 9.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
    Exploração ou Trabalhoescravo ? Em pleno século XXI existem no mundo 27 milhões de ESCRAVOS;
  • 19.
    E no RioGrande do Sul Como foi a Escravidão
  • 20.
  • 21.
    O Escravo GaúchoResistência e Trabalho
  • 22.
  • 23.
    O Brasil foio pais mais Escravista Durou aproximadamente 300 anos; Foi o último pais a abolir a escravidão;
  • 24.
    As razões daescravidão Colonial foram economicas e Históricas; Contexto Mercantil;
  • 25.
    Descoberta das boascondições do solo no litoral brasileiro O açucar era produto valioso; Problema esta na mão de obra para trabalhar na colonia
  • 26.
    Solução Utilizaro Escravo africano que já era utilizado em outras colônias portuguesas
  • 27.
    O trabalho Escravoera compatível com os objetivos de acumulação colonial
  • 28.
    Embarcava na Africaem tumbeiro; A viagem era Horrivel dilacerava – FISICA e PSICOLOGICAMENTE Escravizado em terra estrangeira era mais facilmente dominado
  • 29.
    Os escravos eramcapturados na África
  • 30.
    Colocados e Tumbeiros- Navios Negreiros
  • 31.
  • 32.
  • 33.
    Tráfico de EscravosDurante os Séculos XVI À XIX foi o meio essencial das metrópoles se apropriarem da riqueza produzidas nas Américas Durante quatro séculos 9 a 15 milhões de homens e mulheres foram arrancados do continente Negro;
  • 34.
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38.
  • 39.
    Escravismo Colonial estaligado ao Tráfico Negreiro; O homem escravizado era reduzido à situação de verdadeiro animal trabalhador; O escravismo pretendia que produzisse o Maximo e consumisse o mínimo – HOMEM MAQUINA
  • 40.
  • 41.
  • 42.
  • 43.
    O Negro noRio Grande do Sul
  • 44.
    O Africano desdeo início da ocupação do litoral gaúcho no século XVIII quando da fundação de Rio Grande Na colônia do Sacramento o contrabando de escravos era comum este era vendido para a Região do Prata O Africano escravizado foi a principal mercadoria vendida na Colônia do Sacramento ;
  • 45.
    A origem africanado negro Sulino Eram escravos novos ou crioulos Crioulos: nascidos no Brasil; Novos: Trazidos recentemente da África;
  • 46.
    Primórdios da Escravidãono Rio Grande do Sul – Onde Trabalhavam Edificações; Lavouras Na retirada do Couro do gado Servidores doméstico; Campeiros;
  • 47.
    Peão Negro Escravo– tropa de Mula para Sorocaba –Aquarela Debret
  • 48.
    A industria doCharque A partir de 1780 com a produção de Charque a nível industrial é que se estruturou no Sul um Forte pólo Escravista; Surgem as CHARQUEADAS;
  • 49.
  • 50.
    CHARQUEADAS Nome queos brasileitos dão, no estado do RS, à área da propriedade rural em que era produzido o Charque (onde se "charqueia" a carne) : uma quantidade de galpões cobertos, onde a carne salgada era exposta para o processo de desidratação. Conhecido também como SALADEIRO , em especial no URUGUAI;
  • 51.
    CHARQUE Palavra deorigem QUICHUA ( antigo idioma Peruano ) e significa - Carne seca; O charque era produzido por ESCRAVOS para alimentar ESCRAVOS ;
  • 52.
    CHARQUEADAS Ao contráriodo que possa parecer, nas charqueadas não se criavam bois . Haviam raras exceções, como a Charqueada da Graça, mas essa criação não dava conta da produção total do charque. O gado , matéria-prima, era proveniente de toda a campanha riograndense , introduzido em Pelotas através do Passo do Fragata e vendido na Tablada, grande local dos remates na região das Três Vendas.
  • 53.
  • 54.
    A safra era sazonal e durava de novembro a abril . As charqueadas tinham em média 80 escravos ; Eram seis meses de trabalhos que podiam chegar a 16 HORAS DIÁRIAS ; Isso transforma o Trabalho ESCRAVO nas CHARQUEADAS um INFERNO para o NEGRO;
  • 55.
  • 56.
    A Importância paraECONMIA riograndense As CHARQUEADAS impulsionaram o desenvolvimento ECONOMICO e CULTURAL do Estado através do TRABALHO ESCRAVO;
  • 57.
    O trabalho Escravonas Charqueadas
  • 58.
    A Produção doCharque exigia um trabalho intenso, pesado e prolongado
  • 59.
  • 60.
  • 61.
    Pelotas Localização privilegiadaPROXIMA AOS REBANHOS DE GADO e ao PORTO DE RIO GRANDE tornou-se o grande centro charqueador gaúcho Grande pólo ESCRAVISTA;
  • 62.
  • 63.
    O Mito daAbolição da Escravidão no Rio Grande do Sul 1884 – ( 1888 lei Áurea ) – os Escravos pelotenses foram libertos –SOB A OBRIGAÇÃO DE TRABALHAR SETE ANOS GRATUITAMENTE; Pelotas possuía 5.000 escravos 2000 escravos trabalhando nas charqueadas;
  • 64.
    Prosperidade de Pelotasno século XIX TEATRO SETE DE ABRIL
  • 65.
    Interior do Teatro de Pelotas
  • 66.
    Interior do TeatroSete de Abril- Pelotas
  • 67.