O documento discute as razões para o pequeno número de escravos negros no Ceará durante o período colonial. Ele atribui isso principalmente à ocupação tardia da região, dependência de Pernambuco, abundância de mão-de-obra indígena, atividade econômica focada na pecuária e preço alto dos escravos africanos. A escravidão indígena foi mais comum no Ceará do que a escravidão negra.