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AS ARTES DO
RENASCIMENTO
• A arte do séc. XV e XVI foi marcada por uma nova estética e uma nova
sensibilidade, surgidas na Itália. O regresso aos clássicos e à natureza
foram dois dos seus grandes objetivos.
• Os artistas do Renascimento
recusaram a estética medieval,
particularmente a gótica.
• Para os renascentistas,
apenas a arte dos clássicos
gregos e romanos é que era
harmoniosa, proporcionada e
bela, pois seguia regras racionais.
• Como manifestações de classicismo na arte do Renascimento, podemos
destacar:
• A recuperação dos elementos arquitetónicos greco-romanos (colunas,
pilastras, capiteis, arcos de volta perfeita…).
• O recurso às ordens arquitetónicas clássicas.
• Adoção de temáticas e figuras da mitologia e da história clássica.
O Classicismo
• O gosto pela representação do corpo
humano. O nu ressurge glorificado, no
Homem, a perfeição divina das suas formas.
• O sentido de harmonia, simetria e
ordem.
• O Homem volta a ser entendido como
uma medida na arte, tornando o classicismo
uma forma de humanismo artístico.
• O conteúdo e finalidade da arte era a beleza.
Esta era entendida como a representação
objetiva da realidade.
• O sentido de captação do real animou os
artistas do Renascimento, que representavam
o ser humano e a Natureza com emoção. A
procura do real na arte levou à descoberta de
duas revolucionárias técnicas:
• A perspetiva, conjunto de regras
geométricas que permitem reproduzir,
numa superfície plana, objetos e pessoas
com aspeto tridimensional.
Masaccio,
A Santíssima Trindade, 1425-26
A superação dos Clássicos
• A pintura a óleo, que favorece a visualização do detalhe e cores ricas
em tonalidades.
• A capacidade técnica dos artistas do renascimento levou-os a produzir
uma obra original, que acabou por superar os modelos da Antiguidade.
A ARQUITETURA RENASCENTISTA
A arquitetura como
metáfora do universo
• Nos inícios do séc. XV surgem vários arquitetos que desenvolvem as formas
de edificar: Alberti e as suas formas geométricas, Bramante e a planta
centrada com cúpula ou Fillipo Brunelleschi, forte impulsionador da
construção modelar e da simetria.
• Há a aplicação da perspetiva linear, em que os edifícios se assemelham a
uma pirâmide visual.
Arquitetura
Igreja do Espírito Santo (interior), Florença
(Brunelleschi)
• Observam-se outras regras ou princípios:
• A matematização rigorosa do espaço arquitetónico, conseguida a partir da
unidade padrão, com relações proporcionais entre as várias partes do
edifício. A forma ideal era a de um cubo ou de um paralelepípedo.
• Esta preocupação matemática concede aos edifícios simetria (equilíbrio,
proporção e harmonia), assim como horizontalidade, conseguida através das
balaustradas, cornijas e frisos).
• Preferência pelas abóbadas de berço e de arestas, em vez das de ogiva e
pelos arcos de volta perfeita.
• A cúpula, símbolo do cosmos, torna-se um elemento dominante e, quase
todas a igrejas renascentistas.
• Simetria absoluta, partindo de uma planta centrada (inspirada no panteão
romano) e com uma fachada enquadrada por portas e janelas.
• Retorno às linhas e ângulos retos típicos do classicismo.
• Executaram-se as obras de acordo com as ordens clássicas e as regras de
proporção (cada módulo coincidia com o raio ou o diâmetro da coluna, no ponto
da sua maior largura).
• Utilizam-se as representações inspiradas nos monumentos da era imperial
com motivos e formas vegetais, volutas, carrancas (são os chamados grotescos).
• Retomaram-se as construções dos frontões triangulares.
• A arquitetura do renascimento descende da arte clássica, por isso a estrutura
dos edifícios renascentistas é simplificada e racional.
Elementos Arquitetónicos
Pág. 255
base
fuste
capitel
arquitrave
friso
cornija
arco de volta perfeita
frontão
pilastra
A Capela dos Pazzi
medalhão em baixo relevo
módulos geometrizados
• A partir do séc. XV a arquitetura evolui: o uso da planta em cruz latina no
edifício é substituído pelo uso da planta centrada, quadrada ou em cruz grega,
numa procura pela perfeição absoluta.
• No séc. XVI afirma-se na arquitetura religiosa a planta centrada ao estilo de
Bramante e que se consolida na Basílica de São Pedro em Roma:
• Uso de elementos clássicos:
1. arco de volta perfeita e abóbadas de berço,
2. frontões nas portas e janelas,
3. cúpulas,
4. decoração com motivos naturalistas.
• Predomínio das linhas horizontais e proporcionais;
• Equilíbrio geométrico (cubos e paralelepípedos justapostos) e simetria
de colunas;
• Arquitetura fundamentalmente religiosa, mas também civil.
• Grandes arquitetos: Brunelleschi – Igreja de Santa Maria das Flores em
Florença, Bramante – Tempietto de S. Pedro e Miguel Ângelo – Catedral de
S. Pedro.
Em resumo: Arquitetura
A PINTURA RENASCENTISTA
O HOMEM, UNIDADE DE MEDIDA
• A verdadeira revolução
renascentista na pintura foi
iniciada com Giotto no séc.
XIII. Este já realizava
composições tridimensionais,
servindo assim de fonte de
inspiração para os pintores da
renascença.
Fra Angélico (1395/1455), realiza obras de grande austeridade religiosa, mas
com figuras delicadas, de intenso cromatismo e cores luminosas.
• O artista conquistou um novo
espaço pictórico, graças a:
• introdução de novos elementos
decorativos de cariz naturalista
(como conchas, cordas, paisagens),
• a perspetiva linear,
• o uso do ponto de fuga,
• recurso à ilusão ótica
possibilitada pela terceira
dimensão.
• Agora o espaço pictórico é aberto ao
observador.
Sandro Botticelli (1445/1510), defende o desenho sobre a modelação. Cria
corpos esguios e graciosos, integrados em composições harmoniosas. As suas
obras são fundamentalmente de caráter mitológico.
Piero della Francesca (1415/1492) pinta figuras monumentais, solenes, em
paisagens líricas e com grande sentido geométrico. Os elementos arquitetónicos
presentes transmitem a perspetiva e a luminosidade.
Paolo Uccello (1397/1475), denota nas suas obras o estudo da perspetiva e a
noção do ritmo.
• Os autores do cinquecento são pintores de características inovadoras,
verdadeiros génios da pintura, onde se destacam nomes como os de:
Leonardo, Miguel Ângelo e Rafael…
• Este último é famoso pelos seus
quadros de madonnas e do
menino, com figuras poéticas,
serenas, refinadas e doces,
representadas em esquemas
piramidais.
• A arte deste período é
caracterizada pela harmonia,
pela graciosidade e pela
proporção.
Escola de Atenas - Rafael
Notória preocupação com a composição geométrica e com as noções de perspetiva:
A flagelação de Cristo – Piero della Francesca
• Leonardo da Vinci elevou a pintura a uma
verdadeira arte: “cosa mentale”.
• A arte redescobriu o homem e o indivíduo
com características verdadeiramente
clássicas e ao mesmo tempo, inovadoras:
• Concretiza-se a perspetiva linear ou, no
caso de Leonardo, a perspetiva aérea.
Esta permite criar a ilusão de distância
e profundidade entre os objetos
aplicando certas técnicas que implicam
a utilização da cor do valor e da nitidez
dos objetos representados.
• O sfumato (gradação de cores).
Santa Ana, a Virgem e o menino
• Outras características inovadoras
foram:
• A geometrização da arte. Adotam-
-se as figuras geométricas, com
preferência para a piramidal, na
composição das grandes cenas
pictóricas.
• O enquadramento dos planos.
• Obtém-se assim a terceira dimensão
na arte (criação da pirâmide visual),
marcada pela profundidade, pelo
relevo e volume das formas.
Leonardo da Vinci, A Virgem com o Menino e Santa Ana
• A proporção – o espaço é construído
com um verdadeiro rigor
matemático, projetado a partir da
medida-padrão (o módulo,
referência para as diferentes
dimensões da imagem).
• Representação realista e naturalista: a expressividade dos rostos
(mesmo que estes tivessem imperfeições), nota-se mesmo na
capacidade de exprimir sentimentos e estados de alma.
• Há uma preocupação para
representar as imagens com um
rigor e verosimilhança notáveis:
desde a anatomia às vestes e
cenários.
• Importância da paisagem na
composição pictórica.
A Madonna do Cravo
• Elementos Técnicos:
- Pintura a óleo;
- Sfumato;
- Uso de novos pigmentos aglutinantes.
- Esquemas geométricos, como o esquema em pirâmide;
- Representação da realidade tal como a observam, valorização da
personalidade retratada;
- Perspetiva rigorosa e científica (sistema de representação gráfica e
simulação da tridimensionalidade com base em traçados
geométricos).
Em resumo: Pintura
• Elementos formais:
- Inclusão nas obras de cenários
arquitetónicos;
- Novos suportes como a tela e o
cavalete;
- Grande naturalidade e
realismo anatómicos;
- As figuras estão modeladas
através da técnica do
chiaroscuro. Deposição de Cristo, Rafael Sanzio
• Temáticas principais: religiosas, pagãs, anatomia humana e o retrato,
• Grandes pintores: Fra Angelico, Leonardo da Vinci, Botticeli, Rafael, Miguel
Ângelo
A ESCULTURA RENASCENTISTA
O HOMEM, UNIDADE DE MEDIDA
• Resultado de um longo processo
evolutivo, desde o período gótico, a
escultura renascentista recupera os
valores clássicos.
• O humanismo e o naturalismo estão
presentes nestas obras escultóricas,
das quais se destacam autores como
Ghilberti ou Donatello.
Escultura
• O convívio com os vestígios da antiguidade e a herança clássica são
emoldurados pelos novos valores humanistas e antropocentristas.
• Regressa assim a temática do homem e do corpo humano que durante a
idade média tinha sido substituída pela religião.
• Recupera-se a grandeza e preeminência
da Antiguidade Clássica.
• O nu readquire a sua dignidade e as
estátuas equestres, de que Donatello era
mestre, regressam às praças.
• As figuras simbólicas da bíblia e de
santos são agora retratadas segundo o
modelo clássico de representação.
• Os escultores renascentistas redescobrem a figura humana, que
representam com rigor anatómico e expressão fisionómica.
• As formas rígidas medievais dão lugar à espontaneidade e ondulação das
linhas.
• A libertação da escultura face à arquitetura leva os escultores a
reformularem o papel das suas obras e a procurar novas temáticas e
enquadramentos.
• Redescobre-se a escultura de vulto redondo e assume-se esta tipologia como
um monumento individual à memoria de um homem, de um feito ou apenas
um aspeto simbólico da humanidade.
• Outro tema muito comum passa a ser o retrato, quer de corpo inteiro, quer
bustos.
Donatello: Habacuc
• O relevo foi outro dos aspetos importantes ao nível da escultura
renascentista.
• Utilizados em frisos decorativos, portas e
tribunas, teve como principal executante
Lorenzo Ghiberti, autor da célebre Porta do
Paraíso.
• Ao nível das temáticas, destacam-se o
Homem e o quotidiano profano, resultando
em estátuas mais desligadas do aspeto
religioso e dos preconceitos morais.
• Embora ainda muito condicionados pelos
encomendadores, os artistas desenvolvem a
sua ideia criadora, destacando assim o aspeto
único das peças.
• O equilíbrio e a racionalidade marcam a escultura deste período, que mostra uma
verdadeira preferência pela época grega.
• O individualismo está
presente na assinatura
das obras (ex.
Miguelangelo, scultore
fiorentino).
• Miguel Ângelo é o
expoente máximo do séc.
XVI. De notável escultor
do renascimento, passa
na sua fase final, a
esculpir numa técnica
mais livre que abriria
caminho ao maneirismo.
• Inspiração nas obras clássicas;
• Interesse pelas formas e proporções do corpo humano, possibilitada pela
perspetiva;
• Composição geométrica com estrutura piramidal;
• Grande realismo, vivacidade e espontaneidade;
• Expressão de sentimentos através dos traços fisionómicos e da realidade
anatómica;
• Entendida como arte em si e não um complemento da arquitetura;
• Recuperação da tradição romana de estátuas equestres;
• Principais escultores: Donatello; Ghiberte; Miguel Ângelo ou Andrea del
Verrochio.
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  • 2. • A arte do séc. XV e XVI foi marcada por uma nova estética e uma nova sensibilidade, surgidas na Itália. O regresso aos clássicos e à natureza foram dois dos seus grandes objetivos. • Os artistas do Renascimento recusaram a estética medieval, particularmente a gótica. • Para os renascentistas, apenas a arte dos clássicos gregos e romanos é que era harmoniosa, proporcionada e bela, pois seguia regras racionais.
  • 3. • Como manifestações de classicismo na arte do Renascimento, podemos destacar: • A recuperação dos elementos arquitetónicos greco-romanos (colunas, pilastras, capiteis, arcos de volta perfeita…). • O recurso às ordens arquitetónicas clássicas. • Adoção de temáticas e figuras da mitologia e da história clássica. O Classicismo
  • 4. • O gosto pela representação do corpo humano. O nu ressurge glorificado, no Homem, a perfeição divina das suas formas. • O sentido de harmonia, simetria e ordem. • O Homem volta a ser entendido como uma medida na arte, tornando o classicismo uma forma de humanismo artístico.
  • 5. • O conteúdo e finalidade da arte era a beleza. Esta era entendida como a representação objetiva da realidade. • O sentido de captação do real animou os artistas do Renascimento, que representavam o ser humano e a Natureza com emoção. A procura do real na arte levou à descoberta de duas revolucionárias técnicas: • A perspetiva, conjunto de regras geométricas que permitem reproduzir, numa superfície plana, objetos e pessoas com aspeto tridimensional. Masaccio, A Santíssima Trindade, 1425-26 A superação dos Clássicos
  • 6. • A pintura a óleo, que favorece a visualização do detalhe e cores ricas em tonalidades. • A capacidade técnica dos artistas do renascimento levou-os a produzir uma obra original, que acabou por superar os modelos da Antiguidade.
  • 7. A ARQUITETURA RENASCENTISTA A arquitetura como metáfora do universo
  • 8. • Nos inícios do séc. XV surgem vários arquitetos que desenvolvem as formas de edificar: Alberti e as suas formas geométricas, Bramante e a planta centrada com cúpula ou Fillipo Brunelleschi, forte impulsionador da construção modelar e da simetria. • Há a aplicação da perspetiva linear, em que os edifícios se assemelham a uma pirâmide visual. Arquitetura
  • 9. Igreja do Espírito Santo (interior), Florença (Brunelleschi)
  • 10. • Observam-se outras regras ou princípios: • A matematização rigorosa do espaço arquitetónico, conseguida a partir da unidade padrão, com relações proporcionais entre as várias partes do edifício. A forma ideal era a de um cubo ou de um paralelepípedo.
  • 11. • Esta preocupação matemática concede aos edifícios simetria (equilíbrio, proporção e harmonia), assim como horizontalidade, conseguida através das balaustradas, cornijas e frisos).
  • 12. • Preferência pelas abóbadas de berço e de arestas, em vez das de ogiva e pelos arcos de volta perfeita. • A cúpula, símbolo do cosmos, torna-se um elemento dominante e, quase todas a igrejas renascentistas.
  • 13. • Simetria absoluta, partindo de uma planta centrada (inspirada no panteão romano) e com uma fachada enquadrada por portas e janelas. • Retorno às linhas e ângulos retos típicos do classicismo.
  • 14. • Executaram-se as obras de acordo com as ordens clássicas e as regras de proporção (cada módulo coincidia com o raio ou o diâmetro da coluna, no ponto da sua maior largura). • Utilizam-se as representações inspiradas nos monumentos da era imperial com motivos e formas vegetais, volutas, carrancas (são os chamados grotescos). • Retomaram-se as construções dos frontões triangulares.
  • 15. • A arquitetura do renascimento descende da arte clássica, por isso a estrutura dos edifícios renascentistas é simplificada e racional. Elementos Arquitetónicos Pág. 255 base fuste capitel arquitrave friso cornija arco de volta perfeita frontão pilastra A Capela dos Pazzi medalhão em baixo relevo módulos geometrizados
  • 16. • A partir do séc. XV a arquitetura evolui: o uso da planta em cruz latina no edifício é substituído pelo uso da planta centrada, quadrada ou em cruz grega, numa procura pela perfeição absoluta.
  • 17. • No séc. XVI afirma-se na arquitetura religiosa a planta centrada ao estilo de Bramante e que se consolida na Basílica de São Pedro em Roma:
  • 18. • Uso de elementos clássicos: 1. arco de volta perfeita e abóbadas de berço, 2. frontões nas portas e janelas, 3. cúpulas, 4. decoração com motivos naturalistas. • Predomínio das linhas horizontais e proporcionais; • Equilíbrio geométrico (cubos e paralelepípedos justapostos) e simetria de colunas; • Arquitetura fundamentalmente religiosa, mas também civil. • Grandes arquitetos: Brunelleschi – Igreja de Santa Maria das Flores em Florença, Bramante – Tempietto de S. Pedro e Miguel Ângelo – Catedral de S. Pedro. Em resumo: Arquitetura
  • 19. A PINTURA RENASCENTISTA O HOMEM, UNIDADE DE MEDIDA
  • 20. • A verdadeira revolução renascentista na pintura foi iniciada com Giotto no séc. XIII. Este já realizava composições tridimensionais, servindo assim de fonte de inspiração para os pintores da renascença.
  • 21. Fra Angélico (1395/1455), realiza obras de grande austeridade religiosa, mas com figuras delicadas, de intenso cromatismo e cores luminosas.
  • 22. • O artista conquistou um novo espaço pictórico, graças a: • introdução de novos elementos decorativos de cariz naturalista (como conchas, cordas, paisagens), • a perspetiva linear, • o uso do ponto de fuga, • recurso à ilusão ótica possibilitada pela terceira dimensão. • Agora o espaço pictórico é aberto ao observador.
  • 23. Sandro Botticelli (1445/1510), defende o desenho sobre a modelação. Cria corpos esguios e graciosos, integrados em composições harmoniosas. As suas obras são fundamentalmente de caráter mitológico.
  • 24. Piero della Francesca (1415/1492) pinta figuras monumentais, solenes, em paisagens líricas e com grande sentido geométrico. Os elementos arquitetónicos presentes transmitem a perspetiva e a luminosidade.
  • 25. Paolo Uccello (1397/1475), denota nas suas obras o estudo da perspetiva e a noção do ritmo.
  • 26. • Os autores do cinquecento são pintores de características inovadoras, verdadeiros génios da pintura, onde se destacam nomes como os de: Leonardo, Miguel Ângelo e Rafael… • Este último é famoso pelos seus quadros de madonnas e do menino, com figuras poéticas, serenas, refinadas e doces, representadas em esquemas piramidais. • A arte deste período é caracterizada pela harmonia, pela graciosidade e pela proporção.
  • 27. Escola de Atenas - Rafael Notória preocupação com a composição geométrica e com as noções de perspetiva:
  • 28. A flagelação de Cristo – Piero della Francesca
  • 29. • Leonardo da Vinci elevou a pintura a uma verdadeira arte: “cosa mentale”. • A arte redescobriu o homem e o indivíduo com características verdadeiramente clássicas e ao mesmo tempo, inovadoras: • Concretiza-se a perspetiva linear ou, no caso de Leonardo, a perspetiva aérea. Esta permite criar a ilusão de distância e profundidade entre os objetos aplicando certas técnicas que implicam a utilização da cor do valor e da nitidez dos objetos representados. • O sfumato (gradação de cores).
  • 30. Santa Ana, a Virgem e o menino
  • 31. • Outras características inovadoras foram: • A geometrização da arte. Adotam- -se as figuras geométricas, com preferência para a piramidal, na composição das grandes cenas pictóricas. • O enquadramento dos planos. • Obtém-se assim a terceira dimensão na arte (criação da pirâmide visual), marcada pela profundidade, pelo relevo e volume das formas. Leonardo da Vinci, A Virgem com o Menino e Santa Ana
  • 32. • A proporção – o espaço é construído com um verdadeiro rigor matemático, projetado a partir da medida-padrão (o módulo, referência para as diferentes dimensões da imagem).
  • 33. • Representação realista e naturalista: a expressividade dos rostos (mesmo que estes tivessem imperfeições), nota-se mesmo na capacidade de exprimir sentimentos e estados de alma. • Há uma preocupação para representar as imagens com um rigor e verosimilhança notáveis: desde a anatomia às vestes e cenários. • Importância da paisagem na composição pictórica. A Madonna do Cravo
  • 34. • Elementos Técnicos: - Pintura a óleo; - Sfumato; - Uso de novos pigmentos aglutinantes. - Esquemas geométricos, como o esquema em pirâmide; - Representação da realidade tal como a observam, valorização da personalidade retratada; - Perspetiva rigorosa e científica (sistema de representação gráfica e simulação da tridimensionalidade com base em traçados geométricos). Em resumo: Pintura
  • 35. • Elementos formais: - Inclusão nas obras de cenários arquitetónicos; - Novos suportes como a tela e o cavalete; - Grande naturalidade e realismo anatómicos; - As figuras estão modeladas através da técnica do chiaroscuro. Deposição de Cristo, Rafael Sanzio • Temáticas principais: religiosas, pagãs, anatomia humana e o retrato, • Grandes pintores: Fra Angelico, Leonardo da Vinci, Botticeli, Rafael, Miguel Ângelo
  • 36. A ESCULTURA RENASCENTISTA O HOMEM, UNIDADE DE MEDIDA
  • 37. • Resultado de um longo processo evolutivo, desde o período gótico, a escultura renascentista recupera os valores clássicos. • O humanismo e o naturalismo estão presentes nestas obras escultóricas, das quais se destacam autores como Ghilberti ou Donatello. Escultura • O convívio com os vestígios da antiguidade e a herança clássica são emoldurados pelos novos valores humanistas e antropocentristas. • Regressa assim a temática do homem e do corpo humano que durante a idade média tinha sido substituída pela religião.
  • 38. • Recupera-se a grandeza e preeminência da Antiguidade Clássica. • O nu readquire a sua dignidade e as estátuas equestres, de que Donatello era mestre, regressam às praças. • As figuras simbólicas da bíblia e de santos são agora retratadas segundo o modelo clássico de representação. • Os escultores renascentistas redescobrem a figura humana, que representam com rigor anatómico e expressão fisionómica. • As formas rígidas medievais dão lugar à espontaneidade e ondulação das linhas.
  • 39. • A libertação da escultura face à arquitetura leva os escultores a reformularem o papel das suas obras e a procurar novas temáticas e enquadramentos. • Redescobre-se a escultura de vulto redondo e assume-se esta tipologia como um monumento individual à memoria de um homem, de um feito ou apenas um aspeto simbólico da humanidade. • Outro tema muito comum passa a ser o retrato, quer de corpo inteiro, quer bustos. Donatello: Habacuc
  • 40. • O relevo foi outro dos aspetos importantes ao nível da escultura renascentista. • Utilizados em frisos decorativos, portas e tribunas, teve como principal executante Lorenzo Ghiberti, autor da célebre Porta do Paraíso. • Ao nível das temáticas, destacam-se o Homem e o quotidiano profano, resultando em estátuas mais desligadas do aspeto religioso e dos preconceitos morais. • Embora ainda muito condicionados pelos encomendadores, os artistas desenvolvem a sua ideia criadora, destacando assim o aspeto único das peças.
  • 41. • O equilíbrio e a racionalidade marcam a escultura deste período, que mostra uma verdadeira preferência pela época grega. • O individualismo está presente na assinatura das obras (ex. Miguelangelo, scultore fiorentino). • Miguel Ângelo é o expoente máximo do séc. XVI. De notável escultor do renascimento, passa na sua fase final, a esculpir numa técnica mais livre que abriria caminho ao maneirismo.
  • 42.
  • 43.
  • 44.
  • 45. • Inspiração nas obras clássicas; • Interesse pelas formas e proporções do corpo humano, possibilitada pela perspetiva; • Composição geométrica com estrutura piramidal; • Grande realismo, vivacidade e espontaneidade; • Expressão de sentimentos através dos traços fisionómicos e da realidade anatómica; • Entendida como arte em si e não um complemento da arquitetura; • Recuperação da tradição romana de estátuas equestres; • Principais escultores: Donatello; Ghiberte; Miguel Ângelo ou Andrea del Verrochio. Escultura: resumo