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Programa de Ação – PEI
A Escola Ernesto Schmidt está localizada no município de Suzanápolis-SP, caracterizada como PEI de dois turnos de 7horas, sendo o
Primeiro turno 7h às 14h e atende a 184 alunos do Ensino Fundamental Anos Finais e no Segundo turno das 14h15min às 21h15min e
atende a 102 alunos do Ensino Médio.
E.E. Ernesto Schmidt
NOME: Glauber Eduardo Aragon Pereira
FUNÇÃO: Coordenador da Gestão Pedagógica Geral
- CGPG
Diretor de escola/escolar:
Coordenador de Organização Escolar:
CatiângelaVilches Marquesini
Leila Simoni Vidotti Gava
Coordenador de Gestão Pedagógica por Área de Conhecimento:
Coordenador de Gestão Pedagógica Geral:
Gauber Eduardo Aragon Pereira
Ednéia Aparecida Silva
VIGÊNCIA: Anual ÚLTIMA REVISÃO:26/05/ 2023
1- PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES DA FUNÇÃO
Resolução SEDUC 41, de 1-6-2022 – Dispõe sobre as atribuições dos integrantes do quadro do magistério – QM em atuação no
Programa Ensino Integral – PEI em seu Artigo 4º institui que são atribuições específicas do Coordenador de Gestão Pedagógica
Geral das Escolas Estaduais do Programa Ensino Integral, além daquelas inerentes ao ocupante do respectivo posto de trabalho,
como expressa os incisos:
I – executar a proposta pedagógica de acordo com o currículo, os programas de ação e os guias de aprendizagem;
II – orientar as atividades dos professores em aulas de trabalho pedagógico coletivo e individual;
III – elaborar o seu programa de ação com os objetivos, metas e resultados de aprendizagem a serem atingidos;
IV – organizar as atividades de natureza interdisciplinar e multidisciplinar de acordo com o plano de ação;
V – substituir, preferencialmente na própria área de conhecimento, em caráter excepcional, os professores em suas ausências
e nos impedimentos legais de curta duração, exceto quando se tratar de aulas da disciplina de Educação Física;
VI – coordenar as atividades dos Coordenadores de Gestão Pedagógica por Área de Conhecimento;
VII – avaliar e sistematizar a produção didático-pedagógica no âmbito da respectiva Escola;
VIII – apoiar o Diretor nas atividades de difusão e multiplicação do modelo pedagógico da respectiva Escola, em suas práticas
educacionais e de gestão pedagógica, conforme os parâmetros fixados pelos órgãos centrais da Secretaria da Educação;
IX – responder pela direção da respectiva Escola, em caráter excepcional e somente em termos operacionais, em ocasional
ausência do Vice-Diretor, nos períodos em que o Diretor estiver atuando como agente difusor e multiplicador do modelo
pedagógico da respectiva Escola.
X – atuar em atividades de mentoria junto aos integrantes do Quadro de Magistério do PEI;
XI – atuar em atividades de tutoria aos estudantes.
2- COMPETÊNCIAS NECESSÁRIAS PARA DESEMPENHAR AS ATRIBUIÇÕES
PREMISSAS COMPETÊNCIAS
PROTAGONISMO
1.PROTAGONISMO: Promove o protagonismo juvenil, ajudando a
for- mar pessoas autônomas, solidárias e competentes, sendo
protagonis-
ta em sua própria atuação.
1 - Respeito à individualidade dos alunos.
2 - Ter clareza e servir de exemplo para os alunos.
3 - Despertar o interesse dos alunos pelos estudos
ouvindo, apoiando e orientando-os à vida
acadêmica e pessoal
FORMAÇÃO
CONTINUADA
2.DOMÍNIO DO CONHECIMENTO E CONTEXTUALIZAÇÃO:
Domínio de
sua área de conhecimento, sendo capaz de comunicá-la e contextua-
lizá-la, relacionando-a à realidade do aluno, à prática, às disciplinas
da Base Nacional Comum, à parte diversificada e aos Projetos de Vida.
1 – Possuir conhecimentos específicos da
disciplina.
2 – Organizar o conhecimento e garantir a
aprendizagem.
3 – Contextualizar o assunto relacionando-o com
a realidade do aluno.
4 – Utilizar novas práticas de ensino-
aprendizagem que facilitam a aprendizagem do
estudante, contextualizando de acordo com as
dificuldades apresentadas.
5 – Demonstrar coerência nas avaliações, de
acordo com o conteúdo trabalhado.
3.DISPOSIÇÃO AO AUTODESENVOLVIMENTO CONTÍNUO:
Busca con-
tínua da aprendizagem e do desenvolvimento como pessoa e profis-
sional, apresentando predisposição para reavaliar suas práticas, tec-
nologias, ferramentas e formas de pensar.
1 – Buscar novos conhecimentos por meio de
videoaulas, leituras etc. Reavaliar as próprias
práticas, de acordo com as devolutivas recebidas.
2 – Formação contínua: disposição e proatividade
ao desenvolvimento contínuo.
3 – Devolutivas: solicitar devolutiva da atuação
buscando autodesenvolvimento,
4 – Disposição para mudança: estar aberto para o
novo (ferramentas, tecnologias, conhecimentos e
práticas) e apresentar disposição para mudar.
EXCELÊNCIA EM GESTÃO
4.COMPROMETIMENTO COM O PROCESSO E RESULTADO:
Demons-
tra determinação para planejar, executar e rever ações, de forma a
atingir os resultados planejados.
1 – Planejamento: realizar o planejamento de suas
ações a partir do diagnóstico com definição de
metas coerentes com o PA da escola (alinhamento
vertical) e com os Programas de Ação dos demais
profissionais (alinhamentos vertical e horizontal).
2 – Execução: realizar as ações de aprendizagem
e de gestão planejadas.
3 – Reavaliação: reavaliar constantemente as
ações planejadas a partir da execução das ações
previstas e dos resultados observados, praticando
o PDCA.
CORRESPONSABILIDA
DE
5.RELACIONAMENTO E CORRESPONSABILIDADE: Desenvolve
rela-
cionamentos positivos com alunos, professores, funcionários, dire-
ção, pais e responsáveis e atua de forma corresponsável, tendo em
vista o desenvolvimento dos alunos e dos profissionais da escola.
1 – Relacionamento e colaboração: ser capaz de
criar e desenvolver vínculos positivos a colaborar
para um bom clima de trabalho, apresentando-se
disponível quanto à solidariedade.
2 – Corresponsabilidade: apoiar o trabalho e
formação dos colegas a fim de melhorar os
resultados conjuntos.
3 – Envolver e mobilizar outros na construção de
projetos comuns. Buscar parcerias e incentivar a
participação dos pais e responsáveis para
promover a corresponsabilidade na aprendizagem.
REPLICABILIDADE
6.SOLUÇÃO E CRIATIVIDADE: Tem visão crítica e foca em
solucionar os problemas que identifica, criando caminhos
alternativos sempre
que necessário.
1 – Visão crítica: ser capaz de identificar avanços
e pontos de melhoria.
2 – Foco em solução: ter foco na solução e não no
problema para implementar ações que melhorem
os resultados.
3 – Criatividade: disponível para mudanças e
flexibilidade para adotar novas práticas e
tecnologias, pois ao identificar obstáculos que não
pode ser solucionado por vias comuns ser capaz de
criar soluções alternativas.
7.DIFUSÃO E MULTIPLICAÇÃO: Difunde e compartilha boas
práticas,
considerando a própria atividade como parte integrante de uma rede.
1 – Disseminar e compartilhar boas práticas a fim
de atingir a rede.
3– Prioridades, Causas, Resultado Esperado e Descrição da Atividade na Função e Premissas.
IDESP da Escola 2022
Ensino Fundamental: 3,73
Ensino Médio: 1,44
Meta simulada do IDESP da Escola para 2023:
Ensino Fundamental: 3,95
Ensino Médio: 1,66
PRIORIDADES DA ESCOLA
• Mobilizar a comunidade escolar
para compartilhar a
corresponsabilidade no
desenvolvimento das ações que
visem a frequência e o
desempenho dos alunos na
melhoria dos resultados.
• Elevar os indicadores de Língua
Portuguesa em 30% dos
estudantes abaixo do básico para o
básico com crescimento
progressivo – Desenvolvimento
Interdisciplinar das Habilidades
Defasadas.
CAUSAS
• Falta de motivação e
compromisso das famílias para
incentivar os alunos na
aprendizagem;
• Percentual elevado de
intermitência de alunos;
• Habilidades essenciais
/estrurantes não desenvolvidas em
Língua Portuguesa ( lacunas de
aprendizagem e/ou fragilidades );
• Quantitativo insuficente de aulas
e/ou docentes que realizam
estratégias que primem por
RESULTADO ESPERADO
• Participação ativa das
famílias na vida escolar dos
estudantes, fortalecendo os
vínculos, apoiando de forma a
sempre buscar melhores
resultados de aprendizagem;
• Diminuição do índice de
alunos que estão abaixo do básico
promovendo avanços, em todos os
níveis de proficiência, de todos os
discentes, no processo ensino-
aprendizagem do componete de
Língua Portuguesa;
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE
NA FUNÇÃO
Coordenar análises, porposituras de
hipóteses propiciar reflexões que
busquem ações para minimaizar o
absenteísmo tendo o olhar
individual, da turma ou do turno;
Incentivar ações, junto a decentes e
CGPACs, nos espaços de tutorias
que sensibilzem e mobilizem para
dimunição do absenteísmo.
• Elevar os indicadores de
Matemática em 30% dos
estudantes abaixo do básico para o
básico com crescimento
progressivo - Desenvolvimento
Interdisciplinar das Habilidades
Defasadas.
metodologias ativas no
desenvolvimento do currículo de
Língua Portuguesa;
• Aulas de O.E., Nivelamento e
Recuperação contínua que não
primem pelas habilidades alvo do
processo de reensino, bem como a
utilização de estratégias diversas
da aula primária;
• Deficiência de articulação para o
desenvolvimento das
competências leitoras e escritoras
• Habilidades essenciais
/estrurantes não desenvolvidas em
matemática ( defasagem lacunas
de aprendizagem e/ou
fragilidades) ;
• Quantitativo insuficente de aulas
e/ou docentes que realizam
estratégias que primem por
metodologias ativas no
desenvolvimento do currículo de
matemática;
• Aulas de O.E, Nivelamento e
Recuperação contínua que não
primem pelas habilidades alvo do
processo de reensino, bem como a
• Diminuição do índice de
alunos que estão abaixo do básico
promovendo avanços, em todos os
níveis de proficiência, de todos os
discentes, no processo ensino-
aprendizagem do componete de
matemática.
Cada Docente, quinzenalmente,
realizará uma Aula que desenvolva a
recuperação de uma atividade
essencial dos componentes de
Língua Portuguesa e Matemática,
tendo em vsita os resultados da
Prova Paulista;
Fomentar quizenalamente a
realização de simulados, de Língua
Portuguesa e Matemática. Tabular
os resultados de modo a refeletir
sobre os dados e induzir as ações
dos CGPACS na pesrpectiva de
ações diretas junto aos docentes
visando intervenções na sala de
aula;
 Realizar Monitoramento dos
Resultados da Prova Paulista e
induzir, diretamente, a refelexão
dos resultados e a propositura de
intervenções;
• Capacitar todos educadores para
utilizar adequadamente os
instrumentos de Gestão do
Programa Ensino Integral,
adequando as ações propostas
garantindo assim, uma educação
de qualidade.
utilização de estratégias diversas
da aula primária;
• Defasagem nas habilidades
elementares para efetuar cálculos
e raciocínio lógico, em decorrência
de defasagem de anos/ciclos
anteriores;
• Ausência de formação específica
que contemplem novas
metodologias (metodologisa ativas
e utilização de outros recursos
tecnológicos) e letramento dos
docentes, no sentido de fornecer
aos professores novos estratégias
de ensino e aulas focadas no
desenvolvimento das
competências e habilidades do
currículo.
• Estudante protagonistas no
seu processo de ensino e
aprendizagem e no percurso
educativo necessário para atingir
suas metas, avançar na sua
proficiência e na consolidação de
seu Projeto de Vida;
• Melhoria nos resultados das
avaliações internas e externas
Fomentar Um Ambiente Favorável À
Escuta, Pesquisa, Estímulo E
Criação, para formar e apoiar
Professores No Desenvolvimento
e/ou Implementação De Práticas
Pedagógicas Mais Inovadoras
(Metodologias Ativas e uso de
Tecnologias), tendo em vista
despertar o interesse dos
educandos;
ASPECTOS SUA AÇÃO
PROTAGONISMO 1- Protagonismo Respeito à individualidade 1.Conversar com alunos e/ou turmas sobre o
desenvolvimento do Currículo e Indicadores de rendimentos;
2.Conversar com alunos sobre a relação entre Normas de
Convivência e Potencialização da Aprendizagem;
3. Monitorar diariamente os intervalos.
4. Incentivar o desenvolvimento de formações dos CGPCAS
em ATPCAs acerca de questões socioemocioanais, gênero,
orientação sexual, racial, socioeconômicas, e socioambiental;
5. Orientar os CGPACs sobre realização de formações em
ATPCAs que aprimorem a Pedagogia da Presença e questões
Socioemocionais.
6. Participar proativamente e colaborativamente de ações que
visem o desenvolvimento da Educação Étnico-Raciais,
Questões Socioambientais, Educação para a Diversidade
Sexual e Gênero.
Promoção do Protagonismo
Juvenil
1.Manter os CGPACs informados e alinhados sobre as
ocorrências (frequência irregular e/ou comportamental) e
ações positivas (potencialidades dos alunos, participação
olímpiadas e concursos);
2 .Promover a formação continuada dos CGPACs na
perspectiva de estimular os docentes a utilizar Metodologias
Ativas: Rotação por Estações, Aprendizagem Baseada em
Problemas, Aprendizagem Baseada em Projetos, Sala de Aula
Invertida; Gamificação, Designer Thinking, Mapas Conceituais
e Outras;
3. Estimular os CGPACs a desenvolver junto aos docentes a
qualificação dos alunos a partir de suas potencialidades e
projetos de vida por meio da participar de projetos(feira de
ciências e semana do meio), olimpíadas, vestibulares, ENEM e
apresentações voltadas ao desenvolvimento do currículo e
integração entre comunidade.
Protagonismo Sênior 1.Buscar por parcerias para desenvolvimento de temas
específicos de modo formativo e informativo para melhora do
respeito à individualidade de cada um (Educação Étnico-
Raciais, Questões Socioambientais, Educação para a
Diversidade Sexual e Gênero);
2.Estabelecer e etimular CGPACs e Professores para
estabelecer parcerias com profissionais locais visando a
suplementação do currículo e vislubre do projeto de vida por
meio da atuação do profissional;
3. Desenvolver escuta reflexiva, repensando as ações e
atitudes enquanto CGPG;
4. Modelizar ações a serem replicadas na junto a CGPACs e
Professores, tendo em vista desenvolvimento de Projetos
(Feira de Ciências, Olímpidas e Outros);
ASPECTOS SUA AÇÃO
FORMAÇÃO
CONTINUADA
2- Domínio do conheci-
mento e contextuali-
zação
Domínio do Conhecimento 1.Cruzar as habilidades da Parte Diversificada/PEI e Base
Curricular SEE/SP X BNCC/FGB, para programar estratégias
de trabalhos para o Nivelamento, Recuperação e
aprofundamento;
2.Buscar atualizar-se continuamente quanto as resoluções e
adendos.
3. Aprofundar junto aos CGPGs e demais CGPCAs o estudo do
princípios do currículo e demais materiais de apoio ao seu
desenvolvimento;
4. Buscar conhecer a integração dos materiais didáticos e
cruzamento da habilidade e conteúdos na BNCC/FGB com IFs,
carga de expansão e Inova Educação quando necessário;
5. Revisitar os materiais didáticos e realizar formação contínua
para sempre está informada sobre o PEI;
6. Buscar continuamente por soluções tecnológicas para
agilizar todo o processo Pedagógico.
Didática 1. Ser o mais simples e prático possível nas orientações
realizadas, disponibilizando espaço para esclarecimentos e
discussões, levando em conta que cada indivíduo tem seu
tempo de aprendizagem;
2. Estudar, analisar e realizar o direcionamento dos materiais
pedagógicos (Estudar os Pincípios de uma Boa Sequência
Didática, Metodologias Ativas, Materiais suplementares aos
Currículo).
3.Esclarecer de forma clara e objetiva as dúvidas sobre o
preenchimento dos documentos PEI e sua relação com as
METAS;
4.Propor novas ações em conjunto com a equipe para
solucionar fragilidades nas avaliações;
5.Orientar CGPACs e professores sobre a realização de
avaliações que primem pela assertividade de desenvolvimento
do currículo, bem como contemple questões de avaliações
externas e/ou prova paulista.
Contextualização 1.Propor ATPCAs, sob a orientação do CGPACs, para estudos
do material didático, textos e bibliografias que relacionem a
teoria à prática;
2.Realizar Formação continuada junto a CGPACs e docentes
acerca de temas relativos a atualidades e realidades locais,
regionais e nacionais;
3.Realizar discussões junto a CGPACs e/ou docentes na
perspectiva de realização do relacionamento dos objetos de
aprendizagem e/ou habilidades do seu componente com os
demais componentes da BNCC.
ASPECTOS SUA AÇÃO
FORMAÇÃO
CONTINUADA
3- Disposição ao auto-
desenvolvimento
contínuo
Formação contínua 1. Realizar cursos de formação EFAP e/ou outras instituições
oficiais/outras platafromas on-line sobre acerca do currículo,
educação especial e/ou metodologias, estratégias/gestão da
aprendizagem;
2. Leitura de Textos, Livros e/ou Vídeos do currículo, educação
especial e/ou metodologias, estratégias/gestão da
aprendizagem;
3. Participar das formações e orientações sobre o programa
PEI, seja na Diretoria de Ensino e Alinhamentos com PECs e
Supervisão;
4. Divulgar e incentivar a realização de cursos e live (EFAPE,
CMSP e Outros), leitura de textos e/ou livros em ATPI, ATPC e
outros espaços;
5. Promover formação continuada dos docentes em ATPCG e
ATPCA e Alinhamentos (I.F, O.E. e Práticas Experimentais).
6. Realizar alinhamentos teóricos e/ou práticos junto aos
CGPACs sobre documentos protocolares da PEI, Metodologias
Ativas, Estratégias de Ensino e Gestão da Sala e do Currículo.
Devolutivas 1. Estar aberto a ouvir as orientações da Direção Escolar, PEC,
Supervisão, Dirigentes, CGPAC, Pais e Alunos, sempre
refletindo, assinado e relendo os termos de visita;
2. Refletir sobre as colocações em ATPCG e Alinhamentos, bem
como refletindo sobre outros instrumentos;
3. Ouvir ativamente os CGPAcs sobre a Atuação.
Disposição para mudança 1. Refletir e aplicar as orientações da Direção Escolar, PEC,
Supervisão, Dirigentes, CGPAC, Pais e Alunos;
2. Replicar as orientações recebidas nas formações da Diretoria
de Ensino; *.*
ASPECTOS SUA AÇÃO
EXCELÊNCIA EM GESTÃO 4- Comprometimento
com o processo e
resultado
Planejamento 1.Elabobar o Programa de Ação Articulado ao Plano de Ação da
Unidade Escolar;
2. Construir semanalmente uma agenda de trabalho prevendo
as atuações e intervenções didático-pedagógica;
3. Elaborar Pautas de ATPCGs e Planejamento/
Replanejamento anual.
Execução 1. Oportunizar espaço dentro dos alinhamentos com os CGPCAs
para estudo do Programa de Ação, tendo em vista sua
execução;
2. Efetivar ações propostas no programa de ação;
3. Monitorar a efetividade das ações e planos docentes e
CGPACs propostos.
Reavaliação 1. Acompanhamento Monitoramento da Sala de Aula;
2.Orientação e Monitoramento Individual;
3. Qualificar a evolução do rendimento em Língua Portuguesa
e Matemática.
ASPECTOS SUA AÇÃO
CORRESPONSABILIDADE 5- Relacionamento e
Corresponsabilidade
Relacionamento
e Colaboração
1. Exercer a escuta ativa dos educando e discentes, dirimindo
conflitos e atentando aos anseios;
2. Devolutivas Valorizando o Aspectos Positivos na Ação da Sala
de Aula ou Projetos.
3. Atento as Necessidades e Apoiar nas Atividades Corriqueiras
e Extraordinárias (organização de projetos, eventos, atividades
experimentais/práticas, excursões, visitas, parcerias,
disponibilização e construção de materias físicos e digitais).
Corresponsabilidade 1. Ouvir as aflições dos alunos e professores e buscar soluções;
2. Utilizar a devolutiva como atividade de formação e indução
para a mudança de prática;
3. Apresentação dos resultados a Pais Apresentado
Indicadores de Rendimento em Reuniões de Pais Ordinárias e
Extraordinárias, realizando o chamamento para a
responsabilidade e propondo parcerias;
4. Realizar a formação em ATPCs e ATPCAs com vistas a
aderência da execução das atividades propostas no Programa
de Ação, Execução das Premissas do PEI, Execução dos
Protocolos e Documentos da PEI;
5. Estimular os alunos na Perspectiva de realização de Cursos,
Vestibulares, Olimpíadas do Conhecimento, Processo Seletivos
e Pesquisas da SEDUC/SED.
ASPECTOS SUA AÇÃO
REPLICABILIDADE 6- Solução e
Criatividade
Visão crítica 1. Identificar as potencialidades e fragilidades estudando
indicadores de modo a classificá-los e categorizá-los.
2. Avaliar a viabilidade da ação, tendo em vista o contexto, a
especificidade dos docentes, da realidade da unidade escolar
os tempos e espaços pedagógicos vigente em cada situação.
3. Orientar de modo individual docentes a refletir sobre ações
e ponderar suas colocações.
Foco em solução 1. Praticar o PDCA continuamente;
2. Alinhamento, dentro das ATPCGs e ATPCAs, elencando
fragilidades e traçados plano estratégico para melhorar do
trabalho pedagógico;
3. Realizar alinhamentos junto a Equipe Gestora e Equipe
pedagógica na perspectiva da causa raiz do problema e na
propositura pragmática de resolução.
Criatividade 1. Buscar, junto a internet e a literatura, a aquisição de novas
estratégias tecnológicas ou metodologias;
2. Por em práticas as novas tecnologias apreendidas.
3. Coletar ideias e construir coletivamente a solução de
problemas.
ASPECTOS SUA AÇÃO
REPLICABILIDADE 7- Difusão e Multiplicação Registro de boas práticas 1. Utilizar ferramentas tecnologias para registrar das Boas
Práticas (Arquivos, Vídeos, PPT);
2. Orientar os Professores a Montar Portfólio Digital de boas
práticas Incentivar a organização por Premissas;
3. Realizar repositório digital (google docs) de Pautas, Planos,
e Programas, Fotos.
Difusão 1. Incentivar divulgação em Boas Práticas Docentes;
2. Organização da Disseminação de Boas Práticas em ATPGs e
ATPCAs;
3. Produção de Chamadas, Vinhetas, Vídeos, acerca das Boas
Práticas Individuais e Coletivas, Projetos, Datas Comemorativas
e Evento.
Multiplicação 1. Apresentar Boas Práticas em ATPG quando compartilhadas
na DE;
2. Produzir materiais de Boas práticas da U.E. para
compartilhamento, explanação e exposição na DE e/ou reunião
digitais;
3. Cooperar e alinhar com outras PEIs a apresentação de Boas
Práticas desenvolvidas na UE. Justificar e pontua a importância
da divulgação das Boas Práticas com a equipe docente.
DIRETOR DE ESCOLA/ ESCOLAR: SUPERVISOR DE ENSINO/ EDUCACIONAL: Dirigente Regional de Ensino:
DATA DA ELABORAÇÃO: 17/05/2023 DATA DA REVISÃO: 26/05/2023

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Programa GLAUBER 2023 17-04 B.docx

  • 1. Programa de Ação – PEI A Escola Ernesto Schmidt está localizada no município de Suzanápolis-SP, caracterizada como PEI de dois turnos de 7horas, sendo o Primeiro turno 7h às 14h e atende a 184 alunos do Ensino Fundamental Anos Finais e no Segundo turno das 14h15min às 21h15min e atende a 102 alunos do Ensino Médio. E.E. Ernesto Schmidt NOME: Glauber Eduardo Aragon Pereira FUNÇÃO: Coordenador da Gestão Pedagógica Geral - CGPG Diretor de escola/escolar: Coordenador de Organização Escolar: CatiângelaVilches Marquesini Leila Simoni Vidotti Gava Coordenador de Gestão Pedagógica por Área de Conhecimento: Coordenador de Gestão Pedagógica Geral: Gauber Eduardo Aragon Pereira Ednéia Aparecida Silva VIGÊNCIA: Anual ÚLTIMA REVISÃO:26/05/ 2023 1- PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES DA FUNÇÃO
  • 2. Resolução SEDUC 41, de 1-6-2022 – Dispõe sobre as atribuições dos integrantes do quadro do magistério – QM em atuação no Programa Ensino Integral – PEI em seu Artigo 4º institui que são atribuições específicas do Coordenador de Gestão Pedagógica Geral das Escolas Estaduais do Programa Ensino Integral, além daquelas inerentes ao ocupante do respectivo posto de trabalho, como expressa os incisos: I – executar a proposta pedagógica de acordo com o currículo, os programas de ação e os guias de aprendizagem; II – orientar as atividades dos professores em aulas de trabalho pedagógico coletivo e individual; III – elaborar o seu programa de ação com os objetivos, metas e resultados de aprendizagem a serem atingidos; IV – organizar as atividades de natureza interdisciplinar e multidisciplinar de acordo com o plano de ação; V – substituir, preferencialmente na própria área de conhecimento, em caráter excepcional, os professores em suas ausências e nos impedimentos legais de curta duração, exceto quando se tratar de aulas da disciplina de Educação Física; VI – coordenar as atividades dos Coordenadores de Gestão Pedagógica por Área de Conhecimento; VII – avaliar e sistematizar a produção didático-pedagógica no âmbito da respectiva Escola; VIII – apoiar o Diretor nas atividades de difusão e multiplicação do modelo pedagógico da respectiva Escola, em suas práticas educacionais e de gestão pedagógica, conforme os parâmetros fixados pelos órgãos centrais da Secretaria da Educação; IX – responder pela direção da respectiva Escola, em caráter excepcional e somente em termos operacionais, em ocasional ausência do Vice-Diretor, nos períodos em que o Diretor estiver atuando como agente difusor e multiplicador do modelo pedagógico da respectiva Escola. X – atuar em atividades de mentoria junto aos integrantes do Quadro de Magistério do PEI; XI – atuar em atividades de tutoria aos estudantes.
  • 3. 2- COMPETÊNCIAS NECESSÁRIAS PARA DESEMPENHAR AS ATRIBUIÇÕES PREMISSAS COMPETÊNCIAS PROTAGONISMO 1.PROTAGONISMO: Promove o protagonismo juvenil, ajudando a for- mar pessoas autônomas, solidárias e competentes, sendo protagonis- ta em sua própria atuação. 1 - Respeito à individualidade dos alunos. 2 - Ter clareza e servir de exemplo para os alunos. 3 - Despertar o interesse dos alunos pelos estudos ouvindo, apoiando e orientando-os à vida acadêmica e pessoal FORMAÇÃO CONTINUADA 2.DOMÍNIO DO CONHECIMENTO E CONTEXTUALIZAÇÃO: Domínio de sua área de conhecimento, sendo capaz de comunicá-la e contextua- lizá-la, relacionando-a à realidade do aluno, à prática, às disciplinas da Base Nacional Comum, à parte diversificada e aos Projetos de Vida. 1 – Possuir conhecimentos específicos da disciplina. 2 – Organizar o conhecimento e garantir a aprendizagem. 3 – Contextualizar o assunto relacionando-o com a realidade do aluno. 4 – Utilizar novas práticas de ensino- aprendizagem que facilitam a aprendizagem do estudante, contextualizando de acordo com as dificuldades apresentadas. 5 – Demonstrar coerência nas avaliações, de acordo com o conteúdo trabalhado. 3.DISPOSIÇÃO AO AUTODESENVOLVIMENTO CONTÍNUO: Busca con- tínua da aprendizagem e do desenvolvimento como pessoa e profis- sional, apresentando predisposição para reavaliar suas práticas, tec- nologias, ferramentas e formas de pensar. 1 – Buscar novos conhecimentos por meio de videoaulas, leituras etc. Reavaliar as próprias práticas, de acordo com as devolutivas recebidas. 2 – Formação contínua: disposição e proatividade ao desenvolvimento contínuo. 3 – Devolutivas: solicitar devolutiva da atuação buscando autodesenvolvimento, 4 – Disposição para mudança: estar aberto para o novo (ferramentas, tecnologias, conhecimentos e práticas) e apresentar disposição para mudar.
  • 4. EXCELÊNCIA EM GESTÃO 4.COMPROMETIMENTO COM O PROCESSO E RESULTADO: Demons- tra determinação para planejar, executar e rever ações, de forma a atingir os resultados planejados. 1 – Planejamento: realizar o planejamento de suas ações a partir do diagnóstico com definição de metas coerentes com o PA da escola (alinhamento vertical) e com os Programas de Ação dos demais profissionais (alinhamentos vertical e horizontal). 2 – Execução: realizar as ações de aprendizagem e de gestão planejadas. 3 – Reavaliação: reavaliar constantemente as ações planejadas a partir da execução das ações previstas e dos resultados observados, praticando o PDCA. CORRESPONSABILIDA DE 5.RELACIONAMENTO E CORRESPONSABILIDADE: Desenvolve rela- cionamentos positivos com alunos, professores, funcionários, dire- ção, pais e responsáveis e atua de forma corresponsável, tendo em vista o desenvolvimento dos alunos e dos profissionais da escola. 1 – Relacionamento e colaboração: ser capaz de criar e desenvolver vínculos positivos a colaborar para um bom clima de trabalho, apresentando-se disponível quanto à solidariedade. 2 – Corresponsabilidade: apoiar o trabalho e formação dos colegas a fim de melhorar os resultados conjuntos. 3 – Envolver e mobilizar outros na construção de projetos comuns. Buscar parcerias e incentivar a participação dos pais e responsáveis para promover a corresponsabilidade na aprendizagem. REPLICABILIDADE 6.SOLUÇÃO E CRIATIVIDADE: Tem visão crítica e foca em solucionar os problemas que identifica, criando caminhos alternativos sempre que necessário. 1 – Visão crítica: ser capaz de identificar avanços e pontos de melhoria. 2 – Foco em solução: ter foco na solução e não no problema para implementar ações que melhorem os resultados. 3 – Criatividade: disponível para mudanças e flexibilidade para adotar novas práticas e tecnologias, pois ao identificar obstáculos que não pode ser solucionado por vias comuns ser capaz de
  • 5. criar soluções alternativas. 7.DIFUSÃO E MULTIPLICAÇÃO: Difunde e compartilha boas práticas, considerando a própria atividade como parte integrante de uma rede. 1 – Disseminar e compartilhar boas práticas a fim de atingir a rede. 3– Prioridades, Causas, Resultado Esperado e Descrição da Atividade na Função e Premissas. IDESP da Escola 2022 Ensino Fundamental: 3,73 Ensino Médio: 1,44 Meta simulada do IDESP da Escola para 2023: Ensino Fundamental: 3,95 Ensino Médio: 1,66 PRIORIDADES DA ESCOLA • Mobilizar a comunidade escolar para compartilhar a corresponsabilidade no desenvolvimento das ações que visem a frequência e o desempenho dos alunos na melhoria dos resultados. • Elevar os indicadores de Língua Portuguesa em 30% dos estudantes abaixo do básico para o básico com crescimento progressivo – Desenvolvimento Interdisciplinar das Habilidades Defasadas. CAUSAS • Falta de motivação e compromisso das famílias para incentivar os alunos na aprendizagem; • Percentual elevado de intermitência de alunos; • Habilidades essenciais /estrurantes não desenvolvidas em Língua Portuguesa ( lacunas de aprendizagem e/ou fragilidades ); • Quantitativo insuficente de aulas e/ou docentes que realizam estratégias que primem por RESULTADO ESPERADO • Participação ativa das famílias na vida escolar dos estudantes, fortalecendo os vínculos, apoiando de forma a sempre buscar melhores resultados de aprendizagem; • Diminuição do índice de alunos que estão abaixo do básico promovendo avanços, em todos os níveis de proficiência, de todos os discentes, no processo ensino- aprendizagem do componete de Língua Portuguesa; DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE NA FUNÇÃO Coordenar análises, porposituras de hipóteses propiciar reflexões que busquem ações para minimaizar o absenteísmo tendo o olhar individual, da turma ou do turno; Incentivar ações, junto a decentes e CGPACs, nos espaços de tutorias que sensibilzem e mobilizem para dimunição do absenteísmo.
  • 6. • Elevar os indicadores de Matemática em 30% dos estudantes abaixo do básico para o básico com crescimento progressivo - Desenvolvimento Interdisciplinar das Habilidades Defasadas. metodologias ativas no desenvolvimento do currículo de Língua Portuguesa; • Aulas de O.E., Nivelamento e Recuperação contínua que não primem pelas habilidades alvo do processo de reensino, bem como a utilização de estratégias diversas da aula primária; • Deficiência de articulação para o desenvolvimento das competências leitoras e escritoras • Habilidades essenciais /estrurantes não desenvolvidas em matemática ( defasagem lacunas de aprendizagem e/ou fragilidades) ; • Quantitativo insuficente de aulas e/ou docentes que realizam estratégias que primem por metodologias ativas no desenvolvimento do currículo de matemática; • Aulas de O.E, Nivelamento e Recuperação contínua que não primem pelas habilidades alvo do processo de reensino, bem como a • Diminuição do índice de alunos que estão abaixo do básico promovendo avanços, em todos os níveis de proficiência, de todos os discentes, no processo ensino- aprendizagem do componete de matemática. Cada Docente, quinzenalmente, realizará uma Aula que desenvolva a recuperação de uma atividade essencial dos componentes de Língua Portuguesa e Matemática, tendo em vsita os resultados da Prova Paulista; Fomentar quizenalamente a realização de simulados, de Língua Portuguesa e Matemática. Tabular os resultados de modo a refeletir sobre os dados e induzir as ações dos CGPACS na pesrpectiva de ações diretas junto aos docentes visando intervenções na sala de aula;  Realizar Monitoramento dos Resultados da Prova Paulista e induzir, diretamente, a refelexão dos resultados e a propositura de intervenções;
  • 7. • Capacitar todos educadores para utilizar adequadamente os instrumentos de Gestão do Programa Ensino Integral, adequando as ações propostas garantindo assim, uma educação de qualidade. utilização de estratégias diversas da aula primária; • Defasagem nas habilidades elementares para efetuar cálculos e raciocínio lógico, em decorrência de defasagem de anos/ciclos anteriores; • Ausência de formação específica que contemplem novas metodologias (metodologisa ativas e utilização de outros recursos tecnológicos) e letramento dos docentes, no sentido de fornecer aos professores novos estratégias de ensino e aulas focadas no desenvolvimento das competências e habilidades do currículo. • Estudante protagonistas no seu processo de ensino e aprendizagem e no percurso educativo necessário para atingir suas metas, avançar na sua proficiência e na consolidação de seu Projeto de Vida; • Melhoria nos resultados das avaliações internas e externas Fomentar Um Ambiente Favorável À Escuta, Pesquisa, Estímulo E Criação, para formar e apoiar Professores No Desenvolvimento e/ou Implementação De Práticas Pedagógicas Mais Inovadoras (Metodologias Ativas e uso de Tecnologias), tendo em vista despertar o interesse dos educandos; ASPECTOS SUA AÇÃO
  • 8. PROTAGONISMO 1- Protagonismo Respeito à individualidade 1.Conversar com alunos e/ou turmas sobre o desenvolvimento do Currículo e Indicadores de rendimentos; 2.Conversar com alunos sobre a relação entre Normas de Convivência e Potencialização da Aprendizagem; 3. Monitorar diariamente os intervalos. 4. Incentivar o desenvolvimento de formações dos CGPCAS em ATPCAs acerca de questões socioemocioanais, gênero, orientação sexual, racial, socioeconômicas, e socioambiental; 5. Orientar os CGPACs sobre realização de formações em ATPCAs que aprimorem a Pedagogia da Presença e questões Socioemocionais. 6. Participar proativamente e colaborativamente de ações que visem o desenvolvimento da Educação Étnico-Raciais, Questões Socioambientais, Educação para a Diversidade Sexual e Gênero. Promoção do Protagonismo Juvenil 1.Manter os CGPACs informados e alinhados sobre as ocorrências (frequência irregular e/ou comportamental) e ações positivas (potencialidades dos alunos, participação olímpiadas e concursos); 2 .Promover a formação continuada dos CGPACs na perspectiva de estimular os docentes a utilizar Metodologias Ativas: Rotação por Estações, Aprendizagem Baseada em Problemas, Aprendizagem Baseada em Projetos, Sala de Aula Invertida; Gamificação, Designer Thinking, Mapas Conceituais e Outras; 3. Estimular os CGPACs a desenvolver junto aos docentes a qualificação dos alunos a partir de suas potencialidades e projetos de vida por meio da participar de projetos(feira de ciências e semana do meio), olimpíadas, vestibulares, ENEM e apresentações voltadas ao desenvolvimento do currículo e integração entre comunidade.
  • 9. Protagonismo Sênior 1.Buscar por parcerias para desenvolvimento de temas específicos de modo formativo e informativo para melhora do respeito à individualidade de cada um (Educação Étnico- Raciais, Questões Socioambientais, Educação para a Diversidade Sexual e Gênero); 2.Estabelecer e etimular CGPACs e Professores para estabelecer parcerias com profissionais locais visando a suplementação do currículo e vislubre do projeto de vida por meio da atuação do profissional; 3. Desenvolver escuta reflexiva, repensando as ações e atitudes enquanto CGPG; 4. Modelizar ações a serem replicadas na junto a CGPACs e Professores, tendo em vista desenvolvimento de Projetos (Feira de Ciências, Olímpidas e Outros); ASPECTOS SUA AÇÃO FORMAÇÃO CONTINUADA 2- Domínio do conheci- mento e contextuali- zação Domínio do Conhecimento 1.Cruzar as habilidades da Parte Diversificada/PEI e Base Curricular SEE/SP X BNCC/FGB, para programar estratégias de trabalhos para o Nivelamento, Recuperação e aprofundamento; 2.Buscar atualizar-se continuamente quanto as resoluções e adendos. 3. Aprofundar junto aos CGPGs e demais CGPCAs o estudo do princípios do currículo e demais materiais de apoio ao seu desenvolvimento; 4. Buscar conhecer a integração dos materiais didáticos e cruzamento da habilidade e conteúdos na BNCC/FGB com IFs, carga de expansão e Inova Educação quando necessário;
  • 10. 5. Revisitar os materiais didáticos e realizar formação contínua para sempre está informada sobre o PEI; 6. Buscar continuamente por soluções tecnológicas para agilizar todo o processo Pedagógico. Didática 1. Ser o mais simples e prático possível nas orientações realizadas, disponibilizando espaço para esclarecimentos e discussões, levando em conta que cada indivíduo tem seu tempo de aprendizagem; 2. Estudar, analisar e realizar o direcionamento dos materiais pedagógicos (Estudar os Pincípios de uma Boa Sequência Didática, Metodologias Ativas, Materiais suplementares aos Currículo). 3.Esclarecer de forma clara e objetiva as dúvidas sobre o preenchimento dos documentos PEI e sua relação com as METAS; 4.Propor novas ações em conjunto com a equipe para solucionar fragilidades nas avaliações; 5.Orientar CGPACs e professores sobre a realização de avaliações que primem pela assertividade de desenvolvimento do currículo, bem como contemple questões de avaliações externas e/ou prova paulista. Contextualização 1.Propor ATPCAs, sob a orientação do CGPACs, para estudos do material didático, textos e bibliografias que relacionem a teoria à prática; 2.Realizar Formação continuada junto a CGPACs e docentes acerca de temas relativos a atualidades e realidades locais, regionais e nacionais; 3.Realizar discussões junto a CGPACs e/ou docentes na perspectiva de realização do relacionamento dos objetos de aprendizagem e/ou habilidades do seu componente com os demais componentes da BNCC.
  • 11. ASPECTOS SUA AÇÃO FORMAÇÃO CONTINUADA 3- Disposição ao auto- desenvolvimento contínuo Formação contínua 1. Realizar cursos de formação EFAP e/ou outras instituições oficiais/outras platafromas on-line sobre acerca do currículo, educação especial e/ou metodologias, estratégias/gestão da aprendizagem; 2. Leitura de Textos, Livros e/ou Vídeos do currículo, educação especial e/ou metodologias, estratégias/gestão da aprendizagem; 3. Participar das formações e orientações sobre o programa PEI, seja na Diretoria de Ensino e Alinhamentos com PECs e Supervisão; 4. Divulgar e incentivar a realização de cursos e live (EFAPE, CMSP e Outros), leitura de textos e/ou livros em ATPI, ATPC e outros espaços; 5. Promover formação continuada dos docentes em ATPCG e ATPCA e Alinhamentos (I.F, O.E. e Práticas Experimentais). 6. Realizar alinhamentos teóricos e/ou práticos junto aos CGPACs sobre documentos protocolares da PEI, Metodologias Ativas, Estratégias de Ensino e Gestão da Sala e do Currículo.
  • 12. Devolutivas 1. Estar aberto a ouvir as orientações da Direção Escolar, PEC, Supervisão, Dirigentes, CGPAC, Pais e Alunos, sempre refletindo, assinado e relendo os termos de visita; 2. Refletir sobre as colocações em ATPCG e Alinhamentos, bem como refletindo sobre outros instrumentos; 3. Ouvir ativamente os CGPAcs sobre a Atuação. Disposição para mudança 1. Refletir e aplicar as orientações da Direção Escolar, PEC, Supervisão, Dirigentes, CGPAC, Pais e Alunos; 2. Replicar as orientações recebidas nas formações da Diretoria de Ensino; *.* ASPECTOS SUA AÇÃO EXCELÊNCIA EM GESTÃO 4- Comprometimento com o processo e resultado Planejamento 1.Elabobar o Programa de Ação Articulado ao Plano de Ação da Unidade Escolar; 2. Construir semanalmente uma agenda de trabalho prevendo as atuações e intervenções didático-pedagógica; 3. Elaborar Pautas de ATPCGs e Planejamento/ Replanejamento anual. Execução 1. Oportunizar espaço dentro dos alinhamentos com os CGPCAs para estudo do Programa de Ação, tendo em vista sua execução; 2. Efetivar ações propostas no programa de ação; 3. Monitorar a efetividade das ações e planos docentes e CGPACs propostos. Reavaliação 1. Acompanhamento Monitoramento da Sala de Aula; 2.Orientação e Monitoramento Individual; 3. Qualificar a evolução do rendimento em Língua Portuguesa e Matemática.
  • 13. ASPECTOS SUA AÇÃO CORRESPONSABILIDADE 5- Relacionamento e Corresponsabilidade Relacionamento e Colaboração 1. Exercer a escuta ativa dos educando e discentes, dirimindo conflitos e atentando aos anseios; 2. Devolutivas Valorizando o Aspectos Positivos na Ação da Sala de Aula ou Projetos. 3. Atento as Necessidades e Apoiar nas Atividades Corriqueiras e Extraordinárias (organização de projetos, eventos, atividades experimentais/práticas, excursões, visitas, parcerias, disponibilização e construção de materias físicos e digitais). Corresponsabilidade 1. Ouvir as aflições dos alunos e professores e buscar soluções; 2. Utilizar a devolutiva como atividade de formação e indução para a mudança de prática; 3. Apresentação dos resultados a Pais Apresentado Indicadores de Rendimento em Reuniões de Pais Ordinárias e Extraordinárias, realizando o chamamento para a responsabilidade e propondo parcerias; 4. Realizar a formação em ATPCs e ATPCAs com vistas a aderência da execução das atividades propostas no Programa de Ação, Execução das Premissas do PEI, Execução dos Protocolos e Documentos da PEI; 5. Estimular os alunos na Perspectiva de realização de Cursos, Vestibulares, Olimpíadas do Conhecimento, Processo Seletivos e Pesquisas da SEDUC/SED. ASPECTOS SUA AÇÃO
  • 14. REPLICABILIDADE 6- Solução e Criatividade Visão crítica 1. Identificar as potencialidades e fragilidades estudando indicadores de modo a classificá-los e categorizá-los. 2. Avaliar a viabilidade da ação, tendo em vista o contexto, a especificidade dos docentes, da realidade da unidade escolar os tempos e espaços pedagógicos vigente em cada situação. 3. Orientar de modo individual docentes a refletir sobre ações e ponderar suas colocações. Foco em solução 1. Praticar o PDCA continuamente; 2. Alinhamento, dentro das ATPCGs e ATPCAs, elencando fragilidades e traçados plano estratégico para melhorar do trabalho pedagógico; 3. Realizar alinhamentos junto a Equipe Gestora e Equipe pedagógica na perspectiva da causa raiz do problema e na propositura pragmática de resolução. Criatividade 1. Buscar, junto a internet e a literatura, a aquisição de novas estratégias tecnológicas ou metodologias; 2. Por em práticas as novas tecnologias apreendidas. 3. Coletar ideias e construir coletivamente a solução de problemas. ASPECTOS SUA AÇÃO REPLICABILIDADE 7- Difusão e Multiplicação Registro de boas práticas 1. Utilizar ferramentas tecnologias para registrar das Boas Práticas (Arquivos, Vídeos, PPT); 2. Orientar os Professores a Montar Portfólio Digital de boas práticas Incentivar a organização por Premissas; 3. Realizar repositório digital (google docs) de Pautas, Planos, e Programas, Fotos.
  • 15. Difusão 1. Incentivar divulgação em Boas Práticas Docentes; 2. Organização da Disseminação de Boas Práticas em ATPGs e ATPCAs; 3. Produção de Chamadas, Vinhetas, Vídeos, acerca das Boas Práticas Individuais e Coletivas, Projetos, Datas Comemorativas e Evento. Multiplicação 1. Apresentar Boas Práticas em ATPG quando compartilhadas na DE; 2. Produzir materiais de Boas práticas da U.E. para compartilhamento, explanação e exposição na DE e/ou reunião digitais; 3. Cooperar e alinhar com outras PEIs a apresentação de Boas Práticas desenvolvidas na UE. Justificar e pontua a importância da divulgação das Boas Práticas com a equipe docente. DIRETOR DE ESCOLA/ ESCOLAR: SUPERVISOR DE ENSINO/ EDUCACIONAL: Dirigente Regional de Ensino: DATA DA ELABORAÇÃO: 17/05/2023 DATA DA REVISÃO: 26/05/2023