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Resumo
Jorge Barbosa
                                                                  Disciplina: PSICOLOGIA B
                                                                    Temas: Relações Interpessoais
                                                                  Assuntos: Processos fundamentais de cognição
                                                                             social; Processos de influência entre
                                                                             indivíduos; Processos de relação entre
                                                                             indivíduos e grupos.
                                                                      Data: Março 2011
Este texto é um resumo. Deve ser lido com atenção. Se algum termo ou ideia se revelar incompreensível, os alunos devem
recorrer ao Manual da disciplina ou aos textos de apoio para clarificação.


Factores Fundamentais da Cognição Social

   •   A cognição apresenta uma dimensão social, na medida em que um grande número de pessoas partilha uma
       série considerável de noções comuns.
   •   A cognição social abarca um conjunto de processos
       de conhecimento e relacionação com os outros, dos
       quais se destacam as impressões, as expectativas, as
       atitudes e as representações.
   •   As impressões sociais são noções criadas no contacto
       com as pessoas, e que nos fornecem um quadro
       interpretativo para julgarmos o que elas são e como
       se comportam.
   •   As impressões sociais facilitam a categorização das
       pessoas, ou seja, a sua inclusão em determinadas
       classes ou categorias.
   •   O conhecimento das pessoas e a sua categorização
       organizam-se em torno de traços centrais, que
       constituem uma espécie de directriz ou padrão de caracteres que dá sentido a outros que se lhe subordinam.
   •   As expectativas são atitudes psicoafectivas que, em face de certos indícios, conduzem as pessoas a
       antecipações de determinadas ocorrências sociais.
   •   Asch refere-se ao “efeito de primazia” para designar o papel das primeiras impressões que, à semelhança dos
       traços centrais, condicionam as cognições posteriores.
   •   As atitude são predisposições adquiridas e relativamente estáveis que levam as pessoas a reagir de modo positivo
       ou negativo perante objectos de natureza social.
   •   As atitudes resultam de uma crença ou elemento intelectual que, em conjugação com o elemento emocional,
       gera um elemento comportamental que consiste numa predisposição ou intenção de fazer alguma coisa.
   •   Festinger designa por dissonância cognitiva a situação de inconsistência psicológica verificada nos casos em que
       o elemento intelectual colide com o emocional, determinando um conflito de actuação.
   •   Representações sociais são formas de conhecimento de objectos e fenómenos sociais complexos, elaboradas
       com objectivos práticos, e que contribuem para a constituição de uma realidade comum a várias pessoas.
   •   Designam-se por sociais porque são forjadas na comunicação ou interacção entre pessoas, são partilhadas por
       elas e são uma espécie de programa de acção para a comunidade.
   •   Na base das representações sociais situam-se dois processos: a objectivação e a ancoragem.



                                                                                                                       JB
                                                                                                              ESMGA, 2010
                                                                                         Web: http://jbarbo.com.pt/moodle
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  •   A objectivação é a forma como se organizam os elementos da representação e o percurso que efectuam até
      exprimirem uma realidade pensada ou tida como real.
  •   A ancoragem consiste em invocar noções conhecidas, para se compreenderem melhor certos conceitos e se agir
      de acordo com eles.
  •   No seu conjunto, a cognição social é um processo que se organiza com a socialização, tendo como principais
      agentes a família, a escola, os pares, bem como todos os demais grupos em que o indivíduo se vai integrando.
  •   Os meios de comunicação social constituem-se como agentes que, pelas suas características peculiares, entram
      em competição com os elementos educativos na formação e mudança de atitudes.




Processos de influência entre indivíduos
  •   Os principais processos de influências interpessoais são a normalização, o conformismo e a obediência.
  •   Tanto a nível individual como colectivo, os seres humanos manifestam tendência para organizar os dados da
      experiência segundo normas sociais existentes ou a encontrar.
  •   Normas sociais são escalas de referência que definem os comportamentos e as atitudes permitidos ou
      condenáveis numa determinada comunidade.
  •   A normalização é o estabelecimento de normas sociais com base na influência recíproca dos elementos de um
      grupos social, hesitantes relativamente a modos de pensar e agir.
  •   A adaptação aos outros implica uma atitude social
      conformista, o que quer dizer que a adaptação
      implica a aceitação das normas sociais vigentes.
  •   Designa-se por conformismo a tendência das pessoas
      para aceitar as normas, isto é, para aproximarem as
      suas atitudes e condutas das dos outros elementos do
      grupo.
  •   O grau de conformismo de uma pessoa depende de
      factores como a confiança em si próprio, a
      unanimidade de opiniões dos elementos do grupo e o
      contacto visual.
  •   A obediência é a tendência das pessoas para se
      submeterem a ordens ditadas por outrem e para as
      cumprir.
  •   Os factores que interferem na obediência podem
      relacionar-se com a pessoa que dá as ordens ou com
      aquela que as cumpre.
  •   Em relação ao ordenante, a obediência é facilitada
      se for uma pessoa atraente, merecer credibilidade e
      possuir capacidades de liderança e de autoridade.
  •   O desejo de agradar e de ser aceite são factores associados às pessoas que obedecem, contribuindo para
      incrementar a tendência a obedecer.
  •   A autoconfiança da pessoa que obedece contribui para diminuir essa tendência.
  •   A organização social assenta numa boa dose de conformismo e de obediência por parte dos seus membros
      constituintes.
  •   Contudo, inconformismo e desobediência não são necessariamente negativos, sendo tidos como factores de
      progresso social, quando alteram costumes sem sentido ou quando são respostas a ordens injustas e inexequíveis.
  •   O inconformismo considera-se ainda de modo positivo quando se reflecte em avanço científico-tecnológico e
      revoluciona de modo favorável o campo das ideias e da arte.
3




Processos de relação entre indivíduos e grupos
  •   Entre indivíduos e grupos desenham-se relações sociais de atracção, agressão e intimidade.
  •   A atracção entre seres humanos é um processo que implica um conjunto de sentimentos positivos, que criam o
      desejo de aproximação entre eles.
  •   Proximidade física, afinidades pessoais e culturais,
      boa aparência, desejo de afiliação e reciprocidade
      de sentimentos são factores que facilitam a
      atracção interpessoal.
  •   Considera-se agressão qualquer comportamento
      físico ou verbal realizado por um indivíduo com a
      intenção de provocar sofrimento, dor ou prejuízo a
      pessoas, a objectos ou a si mesmo.
  •   Além de poder ser desencadeada por outras
      situações, a agressividade tem na aprendizagem
      social, na frustração e no efeito cumulativo de
      contrariedades os seus principais factores.
  •   A intimidade é um estado de proximidade
      emocional entre pessoas caracterizado por uma
      comunicação estabelecida com autenticidade e
      sem qualquer intenção de manipular.
  •   O amor é o caso de intimidade por excelência,
      podendo revestir-se de vários cambiantes: maternal,
      paternal, filial, fraternal, romântico, apaixonado,
      amistoso, amor ao próximo, etc.
  •   Para além da afeição e do respeito, características próprias do gostar, o amor exige vinculação ou apego ao
      outro, preocupação e responsabilização por ele e ainda intimidade ou comunicação profunda e empática.
  •   Kelley considera haver três tipos de amor: o passional, caracterizado pela necessidade do outro; o pragmático,
      pela confiança e tolerância; o altruísta, pela preocupação e cuidado.
  •   Sternberg apresenta uma classificação de modelos de amor mais alargada, dependendo cada um deles da
      presença ou ausência dos factores intimidade, paixão e compromisso.
  •   Na relação entre indivíduos e grupos são vulgares os estereótipos, resultantes da categorização social, os
      preconceitos, derivados da visão estereotipada da sociedade, e ainda os fenómenos de discriminação,
      manifestações visíveis dos preconceitos.
  •   Os estereótipos são crenças rígidas e simplificadas acerca de pessoas ou de grupos, resultantes de uma
      generalização abusiva e muitas vezes inexacta e resistente a nova informação.
  •   Os estereótipos fixam-se e mantêm-se nos grupos, dado serem “verdades” facilmente corroboradas, possuírem
      elevado poder cognitivo e preditivo e serem uma espécie de hábitos sociais na coesão do grupo e na integração
      dos indivíduos.
  •   Preconceitos são atitudes favoráveis ou desfavoráveis em relação a uma pessoa, atribuindo-lhe caracteres do
      grupo a que pertence, mas sem que se tenha informação suficiente a seu respeito.
  •   Os preconceitos encontram-se normalmente carregados de hostilidade, que na prática se traduz em atitudes
      discriminatórias lançadas contra minorias, geradoras de instabilidade e de conflitos sociais.
  •   Sherif considera que a origem dos conflitos sociais reside no antagonismo de interesses, hipótese bastante
      plausível, em virtude de albergar outros conceitos, como os de privação, frustração, preconceito ou “bode
      expiatório”.
  •   Os conflitos sociais não manifestam apenas aspectos negativos, podendo ser considerados como uma forma de
      demarcar com nitidez as fronteiras grupais e de manter e reforçar a identidade dos grupos envolvidos.
4




•   O contacto entre os grupos, processo apontado como forma de solucionar conflitos intergrupais, parece não dar
    os resultados esperados, ampliando as hostilidades e reforçando os sentimentos do endogrupo em oposição ao
    exogrupo.
•   Sherif propõe, como forma de resolução, os objectivos supra-ordenados, que são finalidades que convêm a
    ambos os grupos, mas que só podem ser atingidas através da colaboração de ambos.
•   Uma outra forma de resolver conflitos é a negociação, processo através do qual, à custa de cedências e
    exigências de ambas as partes, procura alcançar uma plataforma de entendimento.
•   Promovendo os contactos, propondo objectivos supra-ordenados ou realizando negociações, a finalidade visada
    é a criação de condições propícias à integração, evitando formas de discriminação e exclusão social.

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Resumo Relações Interpessoais

  • 1. Resumo Jorge Barbosa Disciplina: PSICOLOGIA B Temas: Relações Interpessoais Assuntos: Processos fundamentais de cognição social; Processos de influência entre indivíduos; Processos de relação entre indivíduos e grupos. Data: Março 2011 Este texto é um resumo. Deve ser lido com atenção. Se algum termo ou ideia se revelar incompreensível, os alunos devem recorrer ao Manual da disciplina ou aos textos de apoio para clarificação. Factores Fundamentais da Cognição Social • A cognição apresenta uma dimensão social, na medida em que um grande número de pessoas partilha uma série considerável de noções comuns. • A cognição social abarca um conjunto de processos de conhecimento e relacionação com os outros, dos quais se destacam as impressões, as expectativas, as atitudes e as representações. • As impressões sociais são noções criadas no contacto com as pessoas, e que nos fornecem um quadro interpretativo para julgarmos o que elas são e como se comportam. • As impressões sociais facilitam a categorização das pessoas, ou seja, a sua inclusão em determinadas classes ou categorias. • O conhecimento das pessoas e a sua categorização organizam-se em torno de traços centrais, que constituem uma espécie de directriz ou padrão de caracteres que dá sentido a outros que se lhe subordinam. • As expectativas são atitudes psicoafectivas que, em face de certos indícios, conduzem as pessoas a antecipações de determinadas ocorrências sociais. • Asch refere-se ao “efeito de primazia” para designar o papel das primeiras impressões que, à semelhança dos traços centrais, condicionam as cognições posteriores. • As atitude são predisposições adquiridas e relativamente estáveis que levam as pessoas a reagir de modo positivo ou negativo perante objectos de natureza social. • As atitudes resultam de uma crença ou elemento intelectual que, em conjugação com o elemento emocional, gera um elemento comportamental que consiste numa predisposição ou intenção de fazer alguma coisa. • Festinger designa por dissonância cognitiva a situação de inconsistência psicológica verificada nos casos em que o elemento intelectual colide com o emocional, determinando um conflito de actuação. • Representações sociais são formas de conhecimento de objectos e fenómenos sociais complexos, elaboradas com objectivos práticos, e que contribuem para a constituição de uma realidade comum a várias pessoas. • Designam-se por sociais porque são forjadas na comunicação ou interacção entre pessoas, são partilhadas por elas e são uma espécie de programa de acção para a comunidade. • Na base das representações sociais situam-se dois processos: a objectivação e a ancoragem. JB ESMGA, 2010 Web: http://jbarbo.com.pt/moodle
  • 2. 2 • A objectivação é a forma como se organizam os elementos da representação e o percurso que efectuam até exprimirem uma realidade pensada ou tida como real. • A ancoragem consiste em invocar noções conhecidas, para se compreenderem melhor certos conceitos e se agir de acordo com eles. • No seu conjunto, a cognição social é um processo que se organiza com a socialização, tendo como principais agentes a família, a escola, os pares, bem como todos os demais grupos em que o indivíduo se vai integrando. • Os meios de comunicação social constituem-se como agentes que, pelas suas características peculiares, entram em competição com os elementos educativos na formação e mudança de atitudes. Processos de influência entre indivíduos • Os principais processos de influências interpessoais são a normalização, o conformismo e a obediência. • Tanto a nível individual como colectivo, os seres humanos manifestam tendência para organizar os dados da experiência segundo normas sociais existentes ou a encontrar. • Normas sociais são escalas de referência que definem os comportamentos e as atitudes permitidos ou condenáveis numa determinada comunidade. • A normalização é o estabelecimento de normas sociais com base na influência recíproca dos elementos de um grupos social, hesitantes relativamente a modos de pensar e agir. • A adaptação aos outros implica uma atitude social conformista, o que quer dizer que a adaptação implica a aceitação das normas sociais vigentes. • Designa-se por conformismo a tendência das pessoas para aceitar as normas, isto é, para aproximarem as suas atitudes e condutas das dos outros elementos do grupo. • O grau de conformismo de uma pessoa depende de factores como a confiança em si próprio, a unanimidade de opiniões dos elementos do grupo e o contacto visual. • A obediência é a tendência das pessoas para se submeterem a ordens ditadas por outrem e para as cumprir. • Os factores que interferem na obediência podem relacionar-se com a pessoa que dá as ordens ou com aquela que as cumpre. • Em relação ao ordenante, a obediência é facilitada se for uma pessoa atraente, merecer credibilidade e possuir capacidades de liderança e de autoridade. • O desejo de agradar e de ser aceite são factores associados às pessoas que obedecem, contribuindo para incrementar a tendência a obedecer. • A autoconfiança da pessoa que obedece contribui para diminuir essa tendência. • A organização social assenta numa boa dose de conformismo e de obediência por parte dos seus membros constituintes. • Contudo, inconformismo e desobediência não são necessariamente negativos, sendo tidos como factores de progresso social, quando alteram costumes sem sentido ou quando são respostas a ordens injustas e inexequíveis. • O inconformismo considera-se ainda de modo positivo quando se reflecte em avanço científico-tecnológico e revoluciona de modo favorável o campo das ideias e da arte.
  • 3. 3 Processos de relação entre indivíduos e grupos • Entre indivíduos e grupos desenham-se relações sociais de atracção, agressão e intimidade. • A atracção entre seres humanos é um processo que implica um conjunto de sentimentos positivos, que criam o desejo de aproximação entre eles. • Proximidade física, afinidades pessoais e culturais, boa aparência, desejo de afiliação e reciprocidade de sentimentos são factores que facilitam a atracção interpessoal. • Considera-se agressão qualquer comportamento físico ou verbal realizado por um indivíduo com a intenção de provocar sofrimento, dor ou prejuízo a pessoas, a objectos ou a si mesmo. • Além de poder ser desencadeada por outras situações, a agressividade tem na aprendizagem social, na frustração e no efeito cumulativo de contrariedades os seus principais factores. • A intimidade é um estado de proximidade emocional entre pessoas caracterizado por uma comunicação estabelecida com autenticidade e sem qualquer intenção de manipular. • O amor é o caso de intimidade por excelência, podendo revestir-se de vários cambiantes: maternal, paternal, filial, fraternal, romântico, apaixonado, amistoso, amor ao próximo, etc. • Para além da afeição e do respeito, características próprias do gostar, o amor exige vinculação ou apego ao outro, preocupação e responsabilização por ele e ainda intimidade ou comunicação profunda e empática. • Kelley considera haver três tipos de amor: o passional, caracterizado pela necessidade do outro; o pragmático, pela confiança e tolerância; o altruísta, pela preocupação e cuidado. • Sternberg apresenta uma classificação de modelos de amor mais alargada, dependendo cada um deles da presença ou ausência dos factores intimidade, paixão e compromisso. • Na relação entre indivíduos e grupos são vulgares os estereótipos, resultantes da categorização social, os preconceitos, derivados da visão estereotipada da sociedade, e ainda os fenómenos de discriminação, manifestações visíveis dos preconceitos. • Os estereótipos são crenças rígidas e simplificadas acerca de pessoas ou de grupos, resultantes de uma generalização abusiva e muitas vezes inexacta e resistente a nova informação. • Os estereótipos fixam-se e mantêm-se nos grupos, dado serem “verdades” facilmente corroboradas, possuírem elevado poder cognitivo e preditivo e serem uma espécie de hábitos sociais na coesão do grupo e na integração dos indivíduos. • Preconceitos são atitudes favoráveis ou desfavoráveis em relação a uma pessoa, atribuindo-lhe caracteres do grupo a que pertence, mas sem que se tenha informação suficiente a seu respeito. • Os preconceitos encontram-se normalmente carregados de hostilidade, que na prática se traduz em atitudes discriminatórias lançadas contra minorias, geradoras de instabilidade e de conflitos sociais. • Sherif considera que a origem dos conflitos sociais reside no antagonismo de interesses, hipótese bastante plausível, em virtude de albergar outros conceitos, como os de privação, frustração, preconceito ou “bode expiatório”. • Os conflitos sociais não manifestam apenas aspectos negativos, podendo ser considerados como uma forma de demarcar com nitidez as fronteiras grupais e de manter e reforçar a identidade dos grupos envolvidos.
  • 4. 4 • O contacto entre os grupos, processo apontado como forma de solucionar conflitos intergrupais, parece não dar os resultados esperados, ampliando as hostilidades e reforçando os sentimentos do endogrupo em oposição ao exogrupo. • Sherif propõe, como forma de resolução, os objectivos supra-ordenados, que são finalidades que convêm a ambos os grupos, mas que só podem ser atingidas através da colaboração de ambos. • Uma outra forma de resolver conflitos é a negociação, processo através do qual, à custa de cedências e exigências de ambas as partes, procura alcançar uma plataforma de entendimento. • Promovendo os contactos, propondo objectivos supra-ordenados ou realizando negociações, a finalidade visada é a criação de condições propícias à integração, evitando formas de discriminação e exclusão social.