Relações interpessoais2

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  • La mayoría de nosotros contestaremos rápidamente el nombre del color en que está escrita la palabra rojo, ya que coincide con el significado de la palabra. En cambio, con la palabra casa tardaremos algo más en responder, pues nos provoca una interferencia, aunque baja, su verdadero significado semántico. Pero la que nos produce mayor complicación de todas es la última, pues tenderemos a decir verde cuando el color en que está escrita es el azul. Nuestra atención es selectiva, esto quiere decir que la controlamos según nos interese, por lo que podremos prestar voluntariamente más atención a unas cosas que a otras en un momento dado, pero en ocasiones sufrimos interferencias como es el caso del efecto Stroop.
  • O efeito Stroop mostra como o cérebro lida com informações conflituantes. É interferência na conclusão de uma tarefa causada por uma área do cérebro que domina e da resposta da inibição de outras áreas funcionais. Dê uma olhada na seguinte lista de palavras: amarelo, vermelho, verde, roxo, marrom, azul. Nome das cores de cada palavra é apresentada na tão rápido quanto você puder. Você pode achar que você hesita, ou tropeça, porque seu cérebro está tentando processar duas partes em conflito de informações: uma cor, e uma palavra de nomeação de uma cor.A maioria Teste de Stroop inclui uma lista muito mais longa. Essa interferência é causado pela dominância da área funcional do cérebro que interpreta a linguagem escrita, onde o cérebro determina o significado das palavras. Interpretar a linguagem escrita e fala são classificados pelos cientistas como um "estímulo local."
  • Capacidade limitada de processamento da informação relativa ao mundo social
    Recorrência a esquemas que representam o nosso conhecimento sobre nós, sobre os outros e sobre os nossos papeis no mundo social
    Processamento da informação sobre o mundo, formação de opiniões sobre nós e sobre os outros.
  • Impressões – noções que se criam no contacto com as pessoas e que nos dão um quadro interpretativo para as avaliarmos.
  • Através da impressão torna-se possível organizar a informação disponível acerca de outra pessoa numa categoria significativa para nós. A partir do primeiro momento em que realiza uma leitura dos comportamentos através de uma grelha simplificada, torna-se possível ao sujeito interpetar e fixar certos traços como variáveis relativamente estáveis.
  • Relações interpessoais2

    1. 1. Compreender os processos fundamentais de relação com osoutros • Definir impressão • Explicar o sentido de categorização social • Descrever os estudos de Asch sobre a formação de impressões.
    2. 2. Cognição social: o conceito Origens • psicologia social, que pode ser entendida sucintamente como o estudo do modo como os pensamentos, sentimentos e acções das pessoas são influenciados pelo ambiente social. • Cfr. da psicologia social de Milgram (1974), sobre a obediência.
    3. 3. Cognição social: o conceito Origens • Psicologia cognitiva, que é o estudo das habilidades mentais, como a percepção, a linguagem, a memória, a aprendizagem, a resolução de problemas.
    4. 4. VERMELHO CASA VERDE http://www.psicoactiva.com/stroop.htm
    5. 5. ConsultarTexto44,p.152
    6. 6. • A cognição social nasceu da soma da psicologia social com a psicologia cognitiva, e é o estudo de como as pessoas constroem o sentido do seu mundo social: como percebem, representam, interpretam e lembram de informação sobre elas mesmas e sobre outros indivíduos e grupos. • As teorias e as metodologias da psicologia cognitiva são aplicadas às questões da psicologia social clássica. p. 153
    7. 7. • Cognição social é o conjunto dos processos que estão subjacente ao modo como encaramos os outros, a nós próprios e ao modo como interagimos. • Refere-se ao papel desempenhado por factores cognitivos no nosso comportamento social, procurando conhecer o modo como afectam o nosso comportamento social.
    8. 8. Dada a capacidade limitada de processament o da informação relativa ao mundo social Recorrência a esquemas que representam o nosso conhecimento sobre nós, sobre os outros e sobre os nossos papeis no mundo social Processamento da informação sobre o mundo, formação de opiniões sobre nós e sobre os outros. “ESQUEMAS”
    9. 9. • A tentativa de compreender como outra pessoa é resume-se a um esforço para notar as consistências existentes naquilo que faz ao longo do tempo e em diferentes circunstâncias. • Como abstrair essa consistência a partir de pequenas amostras de comportamentos de outras pessoas que são tudo o que efectivamente conseguimos observar?
    10. 10. PROCESSOS DE COGNIÇÃO SOCIAL • IMPRESSÕES • EXPECTATIVAS • ATITUDES • REPRESENTAÇÕES SOCIAIS
    11. 11. Formação de impressões • Para criar uma impressão acerca de alguém não necessitamos de muita informação. • O que é criar uma impressão? «Criar uma impressão significa organizar a informação disponível acerca de uma pessoa de modo a integrá-la numa categoria significativa para nós» Asch, 1946
    12. 12. IMPRESSÕES IMPRESSÃO Processo cognitivo que permite a organização de diversos traços particulares num todo coerente que caracteriza o indivíduo • Traduz-se na construção de uma imagem, uma ideia sobre uma pessoa a partir de algumas características, alguns indícios que apreendemos no primeiro contacto. 153
    13. 13. Nas pessoas, a produção da impressão é mútua. A minha impressão afecta o meu comportamento para com o outro e, portanto, o seu comportamento para comigo. T 45, 154
    14. 14. • Não é possível recolher e armazenar toda a informação referente aos objectos, às pessoas com quem contactamos Simplificamos! Isto é, procedemos a um processo de categorização
    15. 15. Categorização 154 «Conjunto de processos psicológicos que tendem a ordenar o ambiente em categorias: grupos de pessoas, de objectos, de acontecimentos … enquanto equivalentes uns aos outros pela acção, as intenções, as atitudes de um indivíduo» Henri Tajfel • A categorização permite generalizar as características de uma categoria a todos os objectos, pessoas ou situações que a compõem. • Orienta e serve de guia para a nossa acção, reduzindo a complexidade do mundo social
    16. 16. Categorizar… • Pessoas, coisas e acontecimentos singulares em conjuntos familiares previamente organizados É incluir • Aos objectos categorizados um complexo de ideias e emoções que passa a permanecer em cada um deles. atribuir • Num conjunto o máximo de informação, economizando estratégias de pensamentos e facilitando a actuação na realidade Integrar • Rapidamente objectos e acontecimentos portadores de marcas ou sinais próprios das categorias ou grupos em questão. identificar Abrunhosa et alli, in Psicologia 12, Areal
    17. 17. Impressões que formamos Planeamento das nossas acções Facilitador no processo das relações sociais Categorização Orienta os nossos comportamentos
    18. 18. Processo de formação de impressões Do ponto de vista conceptual: A. Processamento conceptualmente guiado – perspectiva construtivista. B. Processamento guiado pelos dados – perspectiva associacionista C. Abordagens recentes: A. Integram os dois tipos de processamento; B. Abordagem da memória das pessoas.
    19. 19. • Anos 50 --- Solomon Asch -- Gestalt • Anos 60 – meados 70 -- Linear • Final dos anos 70… -- memórias das pessoas ou cognição social
    20. 20. • Na formação de impressões, as pessoas integram os vários elementos informacionais reinterpretando-os, se necessário, de modo a constituírem um todo coerente. • O significado de cada elemento é construído em função das suas relações contextuais com os restantes. Cfr Solomon Asch
    21. 21. • Cada elemento da informação tem um valor próprio, contribuindo independentemente, à medida que é conhecido, para a impressão geral. A impressão será o resultado da combinação dos valores de cada item, sem subordinação ao contexto.
    22. 22. • Passa por uma actualização da perspectiva de Asch, mas que apela para conceitos mais próximos das teorias modernas da memória e pensamento que de princípios da percepção visual.
    23. 23. Formação das impressões Grelha de Avaliação Conhecimentos, Valores e Experiências Pessoais Interpretação Impressão Indícios Físicos Indícios Verbais Indícios Não Verbais Indícios Comportamentais 155
    24. 24. Impressão global • Atribuímos categoria • Estatuto social
    25. 25. Diferentes pessoas Diferentes morais, valores Avaliações distintas da mesma pessoa
    26. 26. • As impressões dos outros são construções cognitivas baseadas em diversos esquemas: – Conjuntos organizados de expectativas sob a forma como os diferentes tipos de comportamentos humanos se encontram associados
    27. 27. Teoria implícitada personalidade Teoria implícita da personalidade Características ou Traços De que nos informam Formação de uma ideia geral sobre a pessoa Que observamos T 46, 156
    28. 28. Experiência de SolomonAsch Formação de impressões Perspectiva gestaltista do processo de formação de impressões; • A nossa percepção dos outros é mais do que a soma da informação (traços) que temos acerca deles; • As pessoas procuram a consistência - os traços individuais são avaliados em relação a outros traços conhecidos sendo construída uma imagem global onde todos os traços encaixam de forma consistente.
    29. 29. Experiência de SolomonAsch Formação de impressões É um traço central que determina a percepção do todo. • Inteligente • Habilidosa • Diligente • Calorosa • Determinada • Prática • Cautelosa • Inteligente • Habilidosa • Diligente • Fria • Determinada • Prática • Cautelosa
    30. 30. O efeito das primeiras impressões. Os últimos atributos ganham graduação de significado em função do contexto que é fornecido pelos traços encontrados no princípios da sequência Pessoa A • Inteligente • Trabalhadora • Impulsiva • Crítica • Obstinada • Invejosa Pessoa B • Obstinada • Crítica • Invejosa • Impulsiva • Inteligente • Trabalhadora 157
    31. 31. Experiência de SolomonAsch Formação de impressões • Primeira Impressão tem maior influência sobre a impressão • Logo, não é indiferente a ordem pela qual conhecemos as características de uma pessoa. Impressão Categorização Apreciação Global
    32. 32. Experiência de SolomonAsch Formação de impressões Pressupostos básicos (1): • Alguns traços adquirem maior importância na formação da impressão – traços centrais, enquanto que outros traços – traços periféricos, têm menos importância no processo de formação da impressão. • Os traços centrais influenciam o significado de outros traços e a própria relação entre os traços. Os traços centrais são responsáveis pela formação integrada da impressão.
    33. 33. Experiência de SolomonAsch Formação de impressões Pressupostos básicos (2): • A mudança de um traço central pode alterar completamente a impressão, enquanto que a mudança de um traço periférico tem um efeito mais fraco; • Tanto o conteúdo cognitivo de um traço, como o seu valor funcional são determinados pela sua relação com o contexto.
    34. 34. Primeiras impressões Primeiras Impressões Persistência Relação com estereótipos e preconceitos. Rejeição a integrar informações que contrariem as nossas informações. 157
    35. 35. Primeiras Impressões As impressões podem ainda ser influenciadas por outros factores como o Humor: • Pessoas com bom humor formam impressões positivas dos outros • Pessoas com mau humor formam impressões negativas dos outros
    36. 36. Efeito de halo Thurstone, 1920 • Formada uma impressão global sobre uma pessoa, tendemos a captar as características que confirmam a impressão formada. • A primeira impressão afecta as avaliações das características da pessoa observada
    37. 37. ALGUNS CARACTERES DO SUJEITO OBSERVADO PODEM INDUZIR NO OBSERVADOR QUANTO A DIVERSAS CARACTERÍSTICAS DO SUJEITO OBSERVADO SCHWEITZER
    38. 38. EXEMPLO Entrada num recinto festivo (casamento). Avistamos uma pessoa de vestido preto. Concluímos que é convidada. Formação de expectativas sobre a pessoa
    39. 39. Expectativas • Podemos caracterizar as expectativas como modos de caracterizar as pessoas através dos indícios e das informações, prevendo o seu comportamento e as suas atitudes.
    40. 40. EXPECTATIVAS • Esquemas interpretativos que organizam a informação relativa ao futuro. Têm na sua base: – Processos dedutivos (impressões) – Processos indutivos (atribuições) – Atitudes 
    41. 41.  Entrada num recinto festivo (casamento)  Avistamento de uma pessoa de vestido preto  Conclusão de que é convidada  Formação de expectativas sobre a pessoa Indução Dedução
    42. 42. Cultura Comunicação Social Grupo de pares Escola Família Expectativas
    43. 43. EXPECTATIVAS EXPECTA- TIVAS Sociedade e do Próprio História Pessoal Valores, Atitudes e Crenças
    44. 44. … esquema.
    45. 45. Expectativas, Estatuto e Papel • Estatuto: o conjunto de comportamentos com que legitimamente o indivíduo pode contar da parte dos outros; • Papel: conjunto dos comportamentos com que legitimamente os outros contam da parte dele Estatuto Papel
    46. 46. Efeito das Expectativas … o efeito Pigmaleão
    47. 47. Efeito das Expectativas … o efeito Pigmaleão Expectativas elevadas em relação a alguns alunos Influencia positiva Produção de rendimento Auto-realização das profecias.
    48. 48. Efeito das Expectativas … o efeito Pigmaleão • As expectativas dos professores afectam de forma significativa o que os alunos aprendem. • Os alunos em que têm altas expectativas geralmente apresentam progressos. • Os alunos sobre os quais não há expectativas tendem a não realizar tantos progressos como os anteriores. • Os alunos sobre os quais não há expectativas que fazem progressos são vistos de forma negativa.
    49. 49. ATITUDES
    50. 50. • Definir atitude • Distinguir os componentes da atitude • Esclarecer o conceito de dissonância cognitiva
    51. 51. ATITUDES ATITUDE posição mental, particularmente estável, sustentada relativamente a uma ideia, objecto ou pessoas. Gleitman Toda a atitude é uma combinação de crenças, sentimentos, avaliações e uma predisposição para agir em consonância
    52. 52. Atitudes. Componentes Componente cognitiva Componente afectiva Componente comportamental
    53. 53. Atitudes. Componentes Constituída pela informação que colhemos da realidade Sentimentos em relação a um dado objecto Existência de comportamentos observáveis que são a expressão de uma atitude
    54. 54. AS ATITUDES  As atitudes não são directamente observáveis; são inferidas a partir de comportamentos.  São o suporte intencional de grande parte dos nossos comportamentos.
    55. 55. Formação emudança deatitudes  Formam-se e aprendem-se durante o processo de socialização. • Os pais e a família • A educação escolar • Os grupo de pares • Os mass media
    56. 56. Formação emudança deatitudes • É através da observação, identificação e imitação de modelos, que se aprendem, que se formam as atitudes. • Esta aprendizagem ocorre ao longo da vida mas tem particular prevalência na infância e na adolescência • Podendo ocorrer mudanças de atitude estas têm uma grande tendência para a estabilidade
    57. 57. Formação emudança deatitudes
    58. 58. Formação/mudança deatitudes Fonte da mensagem • Credibilidade • Fidedignidade Mensagem • Conteúdo e informação • Via central para a persuasão mensagem • Quem – Como -- Contexto • Via periférica para a persuasão
    59. 59. Mudança de atitudes
    60. 60. Dissonância cognitiva – mudança deatitude • Dissonância cognitiva designa o estado de tensão criado pela contradição de diferentes cognições , isto é, diferentes conhecimentos, opiniões ou crenças relativas ao meio social, ao ambiente físico ou aos próprios sentimentos e condutas.
    61. 61. Dissonância cognitiva – mudança deatitude
    62. 62. Dissonância cognitiva – mudança deatitude

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