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CUIDADOS PALIATIVOS –
 MORRER COM DIGNIDADE


            Filipa Nunes, 2012
“resposta ativa aos problemas decorrentes da doença

prolongada, incurável e progressiva, na tentativa de
prevenir o sofrimento que ela gera e de proporcionar a
máxima qualidade de vida possível a estes doentes e
suas   famílias.   São   cuidados de saúde ativos,
rigorosos, que combinam ciência e humanismo.”



                           CUIDADOS PALIATIVOS
Cuidados Paliativos objetivos:


  Proporcionar qualidade de vida;




  Dignificar a vida humana.
 Os     cuidados   paliativos   podem    ser   aplicados
 atempadamente,       no   decurso   da    doença,   em
 conjugação com outras terapias que visam prolongar a
 vida.
Cuidados paliativos:



         Tratamento
          específico

                   Tratamento       Luto
                     paliativo

Diagnóstico                      Morte
“cuidados em fim de vida de qualidade são prestados por
profissionais que se empenham em manter a dignidade do
doente e dos seus cuidadores; trabalham com as forças e
limitações do doente e dos seus cuidadores para lhes devolver
o controlo e a gestão da sua própria situação; mantêm
equidade quanto à ética do acesso e localização dos recursos;
demonstram respeito pelo doente e pelos seus cuidadores;
defendem os desejos expressos dos seus doentes, cuidadores;
comprometem-se a trabalhar para a excelência da prestação de
cuidados e do apoio; são responsáveis perante doentes,
cuidadores.”
                                      (Palliative Care Australia, 2004)
“Para a Enfermagem, os cuidados paliativos

são inerentes à sua prática quotidiana. Aliar a
ciência e a arte para prestar um cuidado que ampare,

suporte e conforte é o dever dos profissionais de
Enfermagem, desde o auxílio no nascimento ao

diagnóstico de uma doença avançada, fortalecendo-
se e tornando-se ainda mais presente na fase terminal e
continuando durante o período de luto.”

                             PAPEL ENFERMAGEM
A pessoa doente:

            Preocupações
            com o futuro /
                  Medo



     Dor/ Falta           Humor
     de apetite          deprimido
O papel dos enfermeiros nos CP:

  Estabelecer uma boa comunicação / relação interpessoal
   com a pessoa doente e pessoas significativas;

 Saber escutar;

  Avaliar de forma integral a pessoa doente;

  Integrar a pessoa doente na equipa;

  Prestar acompanhamento psicológico, emocional e
   social à pessoa doente;
O papel dos enfermeiros nos CP:

  Avaliar as capacidades/ competências da rede familiar e
   social da pessoa doente e fomentar o seu uso;

  Envolver a família / pessoas significativas no processo de
   tratamento curativo e/ou paliativo;

  Prestar acompanhamento psicológico, emocional e
   social à família/pessoas significativas durante a doença e
   no próprio luto ;
 “O cuidar das pessoas doentes no período terminal das

suas vidas exige da parte dos enfermeiros uma

ponderação individual das circunstâncias que,
envolvendo necessariamente os cuidados de saúde

adequados à pessoa doente, terá que considerar de

modo especial as manifestações dos seus valores
culturais e espirituais e o seu envolvimento afetivo,
familiar e social.”
                                 Alexandre Laureano Santos
Obrigada pela atenção
dispensada.




 Contacto:
 Filipadnunes@hotmail.com

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Poema - Maio Laranja
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Cuidados Paliativos - Morrer com dignidade

  • 1. CUIDADOS PALIATIVOS – MORRER COM DIGNIDADE Filipa Nunes, 2012
  • 2. “resposta ativa aos problemas decorrentes da doença prolongada, incurável e progressiva, na tentativa de prevenir o sofrimento que ela gera e de proporcionar a máxima qualidade de vida possível a estes doentes e suas famílias. São cuidados de saúde ativos, rigorosos, que combinam ciência e humanismo.” CUIDADOS PALIATIVOS
  • 3. Cuidados Paliativos objetivos: Proporcionar qualidade de vida; Dignificar a vida humana.
  • 4.  Os cuidados paliativos podem ser aplicados atempadamente, no decurso da doença, em conjugação com outras terapias que visam prolongar a vida.
  • 5. Cuidados paliativos: Tratamento específico Tratamento Luto paliativo Diagnóstico Morte
  • 6. “cuidados em fim de vida de qualidade são prestados por profissionais que se empenham em manter a dignidade do doente e dos seus cuidadores; trabalham com as forças e limitações do doente e dos seus cuidadores para lhes devolver o controlo e a gestão da sua própria situação; mantêm equidade quanto à ética do acesso e localização dos recursos; demonstram respeito pelo doente e pelos seus cuidadores; defendem os desejos expressos dos seus doentes, cuidadores; comprometem-se a trabalhar para a excelência da prestação de cuidados e do apoio; são responsáveis perante doentes, cuidadores.” (Palliative Care Australia, 2004)
  • 7. “Para a Enfermagem, os cuidados paliativos são inerentes à sua prática quotidiana. Aliar a ciência e a arte para prestar um cuidado que ampare, suporte e conforte é o dever dos profissionais de Enfermagem, desde o auxílio no nascimento ao diagnóstico de uma doença avançada, fortalecendo- se e tornando-se ainda mais presente na fase terminal e continuando durante o período de luto.” PAPEL ENFERMAGEM
  • 8. A pessoa doente: Preocupações com o futuro / Medo Dor/ Falta Humor de apetite deprimido
  • 9. O papel dos enfermeiros nos CP:  Estabelecer uma boa comunicação / relação interpessoal com a pessoa doente e pessoas significativas;  Saber escutar;  Avaliar de forma integral a pessoa doente;  Integrar a pessoa doente na equipa;  Prestar acompanhamento psicológico, emocional e social à pessoa doente;
  • 10. O papel dos enfermeiros nos CP:  Avaliar as capacidades/ competências da rede familiar e social da pessoa doente e fomentar o seu uso;  Envolver a família / pessoas significativas no processo de tratamento curativo e/ou paliativo;  Prestar acompanhamento psicológico, emocional e social à família/pessoas significativas durante a doença e no próprio luto ;
  • 11.  “O cuidar das pessoas doentes no período terminal das suas vidas exige da parte dos enfermeiros uma ponderação individual das circunstâncias que, envolvendo necessariamente os cuidados de saúde adequados à pessoa doente, terá que considerar de modo especial as manifestações dos seus valores culturais e espirituais e o seu envolvimento afetivo, familiar e social.”  Alexandre Laureano Santos
  • 12. Obrigada pela atenção dispensada.  Contacto:  Filipadnunes@hotmail.com