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A morte e o processo de morrer

Eliane Santos
Eliane Santos
Eliane SantosMédica da Urgência Clínica do Instituto Médico Agüero/Argentina em IMA

Morte e o processo de morrer

A morte e o processo de morrer

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A MORTE E O PROCESSO DE
MORRER
Profa Enfª Eliane Cristina da Cruz Santos
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MORTE
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  • 1. A MORTE E O PROCESSO DE MORRER Profa Enfª Eliane Cristina da Cruz Santos
  • 2. O QUE É A MORTE?
  • 3. MORTE  (Etm. do latim: mors.mortis)  Óbito ou falecimento; cessação completa da vida, da existência. Dicionário On Line de Português
  • 4. DEFINIÇÕES POPULARES “É o tempo que a pessoa já cumpriu aqui na terra e vai viver em outro espaço, outro lugar diferente desta aqui, humana”. (Lua) “A morte para mim é um fenômeno natural que hoje é muito discutida né, entre as religiões.” (Sol) “A morte é um momento de transição, eu acredito que depois tem um lugar especial guardado para cada um.” (Estrela)
  • 5. CONCEITOS DE MORTE Morrer é o cessar irreversível: 1- da função de todos órgãos, tecidos e células; 2- do fluxo de todos os fluídos do corpo incluindo o sangue e o ar; 3- do funcionamento do coração e do pulmão; 4- do funcionamento espontâneo do coração e do pulmão; ©Francisconi/2000
  • 6. Morrer é o cessar irreversível: 5- do funcionamento de todo o cérebro, incluindo o tronco cerebral; 6- do funcionamento completo do neocórtex; 7- do funcionamento de todo o cérebro 8- da capacidade corporal de ser consciente. CONCEITOS DE MORTE ©Francisconi/2000
  • 7. HISTÓRICO  Na Grécia antiga, acreditava-se que os médicos tinham o poder da cura delegado pelos deuses.  Daí tornarem-se semideuses numa sociedade em que as relações sociais eram rigidamente definidas entre os cidadãos e os não cidadãos (escravos e estrangeiros).  O que os médicos determinavam deveria ser cumprido sem questionamentos.
  • 8. HISTÓRICO  Séculos depois, Descartes fundamentou o método científico em sólidas bases racionais, deixando de lado os deuses e passando a divinizar a própria ciência médica.  A tecnologia passa a ser capaz de realizar qualquer coisa: prolongar a vida, aumentar o bem-estar da população e, porque não, evitar a morte.  O fim da vida passa a ser um acidente não admissível e todos os meios devem ser utilizados para, ao menos, retardá-lo.
  • 9. SÉCULO XXI A morte no século XXI é vista como tabu; por outro lado, o grande desenvolvimento de várias ciências permitiu a cura de várias doenças e um prolongamento da vida.
  • 10.  Desde os primórdios da civilização que o nascimento e a morte despertam no ser humano uma grande curiosidade e inquietação.  A morte, assim como a doença e o sofrimento, são partes integrantes da condição humana.  Quando a morte se anuncia na nossa vida ou na vida dos seres da nossa intimidade através duma doença incurável, ou nas premissas de uma sentença irreversível, ficamos demasiados abalados por tudo aquilo que acontece para nos entregarmos a considerações gerais sobre a morte.
  • 11. O poder da morte é imenso, avassalador, observável em toda a parte, em qualquer ser vivo, e todos nós percebemos que vamos morrer. Que a morte faz parte da constante renovação da vida e é inerente à condição humana, é algo que o homem sempre teve dificuldade em aceitar, sobretudo no que lhe diz respeito.
  • 12. VIDA X MORTE  Esta atitude de tentar preservar a vida a todo custo é responsável por um dos maiores temores do ser humano na atualidade.  Que é o de ter a sua vida mantida às custas de muito sofrimento, solitário numa UTI, ou quarto de hospital, tendo por companhia apenas tubos e máquinas.
  • 13. NATURALIDADE DA MORTE “(...) Torna-se, por isso, fundamental recuperar o sentido da naturalidade da morte, voltar a encará-la como um processo inerente à condição Humana e deixar de a pensar como um acidente ou um acontecimento que podia ser evitado (...)” Susana Pacheco (2002)
  • 15. INDIGENTE: INDIGNO DE SER GENTE. PACIENTE Na visão conservadora CLIENTE Na tendência de mercado PESSOA HUMANA Em sua dignidade Capelão e Professor: REIS OS NOVOS PARADIGMAS DE ATENÇÃO
  • 16.  Freud (1914) vem nos falar que a morte de um ente querido nos revolta pois, este ser leva consigo uma parte do nosso próprio eu amado.  E na contemporaneidade vivemos uma exigência de imortalidade: que nada mais é que um produto dos nossos desejos. Morte & Luto no Contexto Hospitalar
  • 17. As cinco fases do luto (ou da perspectiva da morte) são: Fase 1) Negação Seria uma defesa psíquica que faz com que o indivíduo acaba negando o problema, tenta encontrar algum jeito de não entrar em contato com a realidade seja da morte de um ente querido ou da perda de emprego. É comum a pessoa também não querer falar sobre o assunto. Fase 2) Raiva Nessa fase o indivíduo se revolta com o mundo, se sente injustiçada e não se conforma por estar passando por isso.
  • 18. Fase 3) Barganha Essa é fase que o indivíduo começa a negociar, começando com si mesmo, acaba querendo dizer que será uma pessoa melhor se sair daquela situação, faz promessas a Deus. É como o discurso “Vou ser uma pessoa melhor, serei mais gentil e simpático com as pessoas, irei ter uma vida saudável.” Fase 4) Depressão Já nessa fase a pessoa se retira para seu mundo interno, se isolando, melancólica e se sentindo impotente diante da situação.
  • 19. Fase 5) Aceitação É o estágio em que o indivíduo não tem desespero e consegue enxergar a realidade como realmente é, ficando pronto pra enfrentar a perda ou a morte.
  • 20. Quando falar da morte? • Desde o início da intervenção, e não apenas na fase terminal. • Falar da morte com a pessoa e com a sua família Características da intervenção: • Acompanhar a pessoa e a sua família, demonstrando disponibilidade e abertura. • Validar os esforços de todos os envolvidos.
  • 21. Revelando a verdade descobrindo como ajudar .. mentira piedosa verdade piedosa Pan Chacon et al. Rev Assoc Med Bras 1995; 41(4): 274.
  • 22. Avaliações prévias: • Funcionamento da família • Situações de doença e lutos anteriores • Contexto e significado da doença • Como a família compreende a morte
  • 23. Estratégias: • Avaliar Necessidades; • Detectar Sinais de Sofrimento; • Encontrar respostas para essas Necessidades e Sinais de Sofrimento; • Promover a Comunicação; • Ajudar a Família a tratar o Doente como Pessoa Viva, e não como se já tivesse morrido; • Estar presente sempre que necessário e possível; • Reforçar o Apoio à Família durante a fase terminal • Prestar Apoio quando da Morte.
  • 24. A equipe vivencia a morte de um paciente como um fracasso, colocando à prova, o trabalho de todos. Segundo Kübler-Ross (1997): "Quando um paciente está gravemente enfermo, em geral é tratado como alguém sem direito a opinar."
  • 25.  “Dentro dessa humanidade no atendimento ao doente terminal, Kübler-Ross (1997) nos fala da importância do acolhimento ao doente por parte da equipe, da importância da verdade.  O que se questiona não é o dizer ou não a verdade, mas sim como contar essa verdade, aproximando-se da dor do paciente, colocando- se no lugar dele para entender seu sofrimento.”
  • 26. Paciente terminal: “É aquele que se encontra além da possibilidade de uma terapêutica curativa e que necessita de um tratamento paliativo visando alívio de inúmeros sintomas que o atormentam, sempre levando em consideração a melhoria da qualidade de vida de uma maneira global, isto é, não somente a parte biológica, mas também nas esferas espiritual, social e psicológica.” (CHIBA, 1996).
  • 27. Quatro valores nucleares da Medicina 1- Prevenção da doença e do dano; promoção e manutenção da saúde. 2- Alívio da dor e do sofrimento causado pelas doenças. 3- Cura e cuidado dos doentes e cuidados para aqueles que não podem ser curados. 4- Evitar a morte prematura e procurar a morte tranquila. Hastings Ctr Report,26:6,1996 ©Francisconi/2000
  • 28. Questões para discutir: • O processo de morte, desde o ponto de vista de cuidados, de um idoso é diferente do de uma criança, adolescente ou adulto ? • Quais os deveres associados ao paciente que está morrendo ? • Como lidar com um paciente que solicita que a sua vida não seja mantida ?