Estga conferencias-gestao-equipas

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  1. 1. Gestão de Grupos/Equipas Paulo Renato LOURENÇO FPCE UNIVERSIDADE DE COIMBRA
  2. 2. RoteiroPage 2
  3. 3. Page 3
  4. 4. Um Projecto….Page 4
  5. 5. Duas “equipas”….Page 5
  6. 6. A Equipa e suas condições de existênciaPage 6
  7. 7. A Equipa e suas forças impulsoras de base Condições Base Interdependência Alvo Comum InteracçãoPage 7
  8. 8. Grupo/Equipa Sistema TarefaPage 8 Sistema Socioafectivo
  9. 9. Page 9
  10. 10. Liderar: Activar e manter as forças impulsoras e reduzir as restritivas criar condições para gerar e manter energia grupal, responsável pela emergência dos subsistemas fundadores de um grupo/equipa, pelo seu desenvolvimento e eficácia(s)Page 10
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  12. 12. Eficácia Multidimensional IntersubjectivaPage 12
  13. 13. DIMENSÕES (potenciais) DA EFICÁCIA ( BEAUDIN & SAVOIE, 1995; SAVOIE & BEAUDIN, 1995) POLÍTICA (legitimidade) (legitimidade) SOCIAL (qualidade da TAREFA experiência Eficácia (rendimento) grupal) PERENIDADE (sobrevivência)Page 13
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  15. 15. Um líder deve ter presente que…. A Eficácia possui múltiplas dimensões Gerir um grupo é gerir as suas eficácias Todas as dimensões da eficácia são importantes (embora possa ser-lhes atribuída importância distinta em diferentes momentos da vida grupal - por exemplo, em função do nível ou fase de desenvolvimento do grupo)Page 15
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  17. 17. Diferentes cenários de funcionamento de equipa…A equipa está muito centrada no responsável. Os membros procuram obter o seu apoio e perceber quais oscomportamentos mais valorizados. As relações estabelecidas entre os membros são cuidadosas e cordiais, emborasuperficiais.superficiais. É rara a manifestação de divergências entre os membros do grupo. Vive-se um clima que, por vezes, Vive-conduz a alguma euforia, pois todos se percebem como iguaisÉ visível a diferença entre os membros da equipa. Cada membro da equipa procura fazer valer as suas ideias/posiçõesmesmo que isso implique entrar em confronto com o responsável ou com os outros membros, o que acontece comfrequência. A equipa funciona muito com base em subgrupos, constituídos por membros que têm afinidades entre si.Estabelecem-Estabelecem-se relações de confiança entre os membros da equipa e entre estes e o responsável. É crescente apercepção de interdependência por parte dos membros da equipa, bem como o esforço de aceitação e integração dasdiferenças. O clima é distendido e a comunicação está centrada sobre a tarefa, os objectivos, e a melhor forma de osalcançar cooperativamente. Os papéis de cada um são (re)ajustados (se necessário). (re)ajustadosA percepção de interdependência entre os membros da equipa é clara e valorizada. O clima é de elevada confiança e adiferença entre os membros estimula o envolvimento e a cooperação. Cada membro da equipa conhece e aceita opapel e a influência que possui na mesma. As divergências contribuem positivamente para o desempenho da equipa,a qual está em condições de funcionar com intervenção mínima do responsável. Page 17
  18. 18. Diferentes fases de desenvolvimento MIDG (Miguez & Lourenço, 2001) Inclusão Forte FOCUS DAS PREOCUPAÇÕESDO GRUPO Aceitação de diferenças SOCIOAFECTIVO (re)Normalização Ansiedade Individualidade Participação Positiva Auto- Auto-regulação Dependência Diferença Envolvimento Cooperação Fraco Superficialidade Competição Partilha Confiança Coesão fusional Insatisfação (Re)ajustamento Re)ajustamento Diversidade IntegradaPage 18 Fraco TAREFA Forte FOCUS DAS PREOCUPAÇÕES DO GRUPO
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  20. 20. LIDERAR: QUE QUALIDADES/COMPORTAMENTOS DEVE UM LÍDER POSSUIR?Page 20
  21. 21. Liderar: articular fases e estilos FOCUS DA INTERVENÇÃO DO LÍDER → Forte Forte ← TAREFA → Fraco Fraco ← FOCUS DAS PREOCUPAÇÕESDO GRUPO F1 FOCUS DA INTERVENÇÃO DO LÍDER E1 F2 RELAÇÃO RELAÇÃO E2 F3 E3 F4 Fraco ← → Forte E4Page 21 Fraco ← FOCUS DAS PREOCUPAÇÕES DO GRUPO → Forte TAREFA
  22. 22. Síntese Global do Modelo Conceptual Estilos de Gestão Estruturador Transformador Orientador Interactivo Forças FOCUS DAS PREOCUPAÇÕESDO GRUPO Inclusão Fraco SOCIOAFECTIVO → Forte Impulsoras Aceitação de diferenças Eficácia de Base Ansiedade Dependência Superficialidade Desejo de Inclusão (re)Normalização Social Euforia colectiva Coesão fusional Individualidade Tarefa •Alvo comum Groupthink Diferença Competição Imagem Inquietação percepcionado e Insatisfação Partic. Positiva Envolvimento Perenidade valorizado Partilha (Re)ajustamento Auto-regulação Interdependência Cooperação Confiança •Percepção de Diversidade Integrada Interdependência Fraco ← FOCUS DAS PREOCUPAÇÕES DO GRUPO → Forte TAREFA•Interacção Regular Processos (em desenvolvimento) Comunicação, Decisão, Coesão, Conflitos, Liderança, Normas…. Page 22
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  27. 27. O líder deve acreditar que a expressão (e a gestão) Deve ser digno da da diferença CONFIANÇA nele constitui um depositada processo chave na vida grupal e…Page 27
  28. 28. prenato@fpce.uc.pt FPCE UNIVERSIDADE DE COIMBRAPage 28
  29. 29. Gerindo ao “ritmo” do DG ESTRUTURAÇÃO ESTRUTURADOR Dimensões da eficácia mais “relevantes”: Utilize o sistema “tarefa” para Social/Perenidade desenvolver o “socio-afectivo” “socio-afectivo” Explique os propósitos da Equipa Explicite as fronteiras de influência da Ansiedade equipa Dependência Superficialidade Estabeleça objectivos (utilize cronogramas, etc.) Coesão fusional Explicite regras e procedimentos (tarefas, comportamentos, reuniões e sua duração, etc) Explicite os papéis e o contributo de cada um Encoraje a participação e a diferençaPage 29
  30. 30. Gerindo ao “ritmo” do DG REENQUADRAMENTO TRANSFORMADOR Dimensões da eficácia mais “relevantes”: Utilize o sistema “tarefa” para Social/Perenidade desenvolver o “socio-afectivo” “socio-afectivo” Promova diferentes pontos de vista e encoraje a crítica, mas peça alternativas. Individualidade Mantenha-se focado no tempo e nos Diferença objectivos comuns Competição Insatisfação Valorize o indivíduo e as suas contribuições para o grupo (não oponha o “eu” ao “nós”) Permita que a divergência possa emergir, arbitre-a e recentre-a na tarefa Promova o respeito pelos diferentes estilos e valores pessoaisPage 30
  31. 31. Gerindo ao “ritmo” do DG REESTRUTURAÇÃO ORIENTADOR Dimensões da eficácia mais “relevantes”: Utilize o sistema “socio-afectivo” “socio-afectivo” Tarefa/Reputação para potenciar o sistema “tarefa” Use um estilo mais de apoio assente em relações de confiança Participação Positiva Desafie o grupo para conduzir a Envolvimento análise e resolução dos desacordos Partilha (seja, sobretudo, mediador) (Re)ajustamento Mostre confiança nas capacidades cooperativas do grupo Estimule e incentive a partilha e “partilhe a liderança” (delegue)Page 31
  32. 32. Gerindo ao “ritmo” do DG REALIZAÇÃO INTERACTIVO Dimensões da eficácia mais “relevantes”: Utilize o sistema “socio-afectivo” “socio-afectivo” Tarefa/Reputação para potenciar o sistema “tarefa” Possibilite à equipa a escolha do “seu próprio caminho” Auto-regulação Reforce a “mais-valia” cooperativa do Cooperação grupo Confiança Diversidade Integrada Estimule e monitorize rotinas de auto- avaliação da equipa (tempo de reflexão) Mostre que sente que o “grupo é capaz” (confie e envolva o grupo em projectos de maior dimensão e mais desafiantes)Page 32

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