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Alguns conceitos de avaliação

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Alguns conceitos de avaliação

  1. 1. Alguns conceitos de Avaliação Avaliação Alguns Conceitos de Avaliação
  2. 2. <ul><li>Avaliação em Educação significa descrever algo em termos de atributos selecionados e julgar o grau de aceitabilidade do que foi descrito. O algo que deve ser descrito e julgado, pode ser qualquer aspecto educacional, mas é tipicamente: a) um programa escolar, b) um procedimento curricular ou c)o comportamento de um indivíduo ou de um grupo </li></ul><ul><li>(Hagen, 1986) </li></ul>
  3. 3. <ul><li>A avaliação educativa é um processo complexo, que começa com a formulação dos objetivos e requer a elaboração de meios para obter evidências de resultados , interpretação dos resultados para saber em que medida foram os objetivos alcançados , e formulação de um juízo de valor. </li></ul><ul><li>(Sarubbi,1986) </li></ul>
  4. 4. <ul><li>A avaliação é um método de adquirir e processar evidências necessárias para melhorar o ensino e a aprendizagem incluindo uma grande variedade de evidências que vão além do exame usual de ‘papel e lápis’. É ainda um auxílio para classificar os objetivos significativos e as metas educacionais , um processo para determinar em que medida os alunos estão se desenvolvendo dos modos desejados , um sistema de controle da qualidade , pelo qual pode ser determinada etapa por etapa do processo ensino/aprendizagem, a efetividade ou não do processo e, em caso negativo, que mudança devem ser feitas para garantir sua efetividade. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>A avaliação é uma apreciação qualitativa sobre dados relevantes do processo de ensino e aprendizagem que auxilia o professor a tomar decisões sobre o seu trabalho </li></ul><ul><li>Luckesi (apud LIBÂNEO, 2008) </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Avaliar se refere a qualquer processo por meio do qual alguma ou várias características de um aluno/a, de um grupo de estudantes, de um ambiente educativo, de objetivos educativos, de materiais, professores/as, programas etc., recebem a atenção de quem avalia , analisam-se e valorizam-se suas características e condições em função de alguns critérios ou pontos de referência para emitir um julgamento que seja relevante para a educação. </li></ul><ul><li>Gimeno-Sacristán (1998) . 298) </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Processo por meio do qual os professores, já que são eles que a realizam, buscam e informações de numerosas fontes para chegar a um julgamento de valor sobre o aluno em geral ou sobre alguma faceta em particular do mesmo </li></ul>
  8. 9. <ul><li>As proposições de Luckesi e Sacristán ultrapassam o paradigma classificatório, típico das Pedagogias Tradicionais e Tecnicistas, e nos abrem novas trilhas teóricas a partir das quais podemos repensar as praticas avaliativas correntes. </li></ul>
  9. 10. Aspectos Históricos da Avaliação <ul><li>Evolução do pensamento sobre as praticas de avaliação: </li></ul><ul><li>1) </li></ul><ul><li>Universidade Medieval: avaliação como pratica educativa </li></ul><ul><li>É classificatória, seletiva e propõe a hierarquização. </li></ul><ul><li>Função: Dar notas </li></ul>
  10. 11. <ul><li>2) </li></ul><ul><li>Objetividade na medição de resultados educativos; </li></ul><ul><li>Avaliação como tecnologia precisa, que não ficasse tão a mercê da subjetiviadade dos professores, que a seu bel prazer classificariam os alunos. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>3) </li></ul><ul><li>Proposta Tyleriana: </li></ul><ul><li>Pedagogia como algo mais científico; </li></ul><ul><li>processo de avaliação essencial para determinar em que extensão os objetivos educacionais eram realmente atingidos pelo currículo ou pelo ensino. </li></ul>
  12. 13. <ul><li>As críticas ao modelo de Tyler estão voltadas para a relação linear existente entre objetivos, conteúdos e avaliação. Essa visão é considerada muito limitada para julgar um processo tão complexo como o de ensino/aprendizagem, pois não considera a existência de aspectos que influem indiretamente nos resultados, tais como materiais didáticos ou o envolvimento da família, nem prevê o levantamento de evidências sobre outros efeitos que possam emergir do processo, além daqueles que estão definidos nos objetivos. </li></ul>
  13. 14. <ul><li>A partir do exame o/a professor/a pode avaliar se o/a aluno/a foi capaz de responder adequadamente a suas perguntas. Porém o erro ou acerto de cada uma das questões não indica quais foram os saberes usados para respondê-la, nem os processos de aprendizagem desenvolvidos para adquirir o conhecimento demonstrado, tampouco o raciocínio que conduziu à resposta dada. Para a construção do processo ensino / aprendizagem, estas são as questões efetivamente significativas, e não o erro ou acerto como ressalta a lógica do exame. </li></ul>
  14. 15. <ul><li>A pretensão de fazer da pedagogia uma prática mais científica afastou a avaliação dos alunos concretos e da complexidade do processo educacional, impossível de ser caracterizado em objetivos muito delimitados. </li></ul>
  15. 16. Conceito de avaliação hoje <ul><li>Recurso para fornecer informações e não um fim em si mesma. As informações colhidas no processo de avaliação são julgadas considerando-as as circunstâncias do objeto avaliado e critérios de valoração. A conjuntura na qual a avaliação ocorre assume maior importância do que as notas ou classificações escolares. </li></ul>
  16. 17. <ul><li>“ A avaliação da aprendizagem não é a tirana da prática educativa. A avaliação da aprendizagem, por ser avaliação, é amorosa, inclusiva, dinâmica, construtiva. A avaliação inclui, traz pra dentro; os exames selecionam, excluem, marginalizam.” </li></ul><ul><li>(Luckesi) </li></ul>

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