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Diferentes
concepções de
avaliação e suas
implicações na
prática
educativa. MSc. Lilian Moreira Cruz
Universidade Estadual de Santa Cruz
Avaliar segundo a Lei: 9.349/96
• “Avaliar é julgar ou fazer a
apreciação de alguém ou
alguma coisa, tendo como
base uma escala de valores.
A avaliação consiste na
coleta de dados qualitativos
e quantitativos e na
interpretação desses
resultados com base em
critérios previamente
definidos.”
Qual a função da avaliação?
• Garantir o sucesso.
• Pesquisar a qualidade do resultado.
• Produzir indicativo.
• Só o aluno deve ser avaliado?
A LDB propõe-se a normatizar e organizar a Educação no
Brasil. Seu artigo 24 estabelece o seguinte:
V - a verificação do rendimento escolar
observará os seguintes critérios:
•a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com
prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos
resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais; b)
possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso
escolar;
•c) possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante
verificação do aprendizado;
•d) aproveitamento de estudos concluídos com êxito;
•e) obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência
paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento
escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus
regimentos. (s/p)
8
PARA LUCKESI
AVALIAR É...
“JUIZO DE QUALIDADE SOBRE DADOS
RELEVANTES TENDO EM VISTA UMA TOMADA
DE DECISÃO”
As três variáveis: Diagnóstica,
Formativa e Somativa, devem estar
sempre juntas para que o ato de avaliar
cumpra seu papel.
Tipos de avaliação
Visa determinar a presença
ou ausência de
conhecimentos e
habilidades, assim como
detectar elementos alvo de
novas experiências de
aprendizagem
Novos
objetivos
Definição de
estratégias
Conteúdos
complementares
Visa informar ao professor
e ao aluno sobre o
resultado da aprendizagem.
Localiza deficiências na
organização do processo
de ensino-aprendizagem.
E dá no processo,
permitindo a reformulação
de objetivos, estratégias e
conteúdos.
Objetiva classificar os
alunos ao final da unidade
de aprendizagem ou
período temporal, segundo
níveis de aproveitamento.
Sua importância reside no
fato de prover um
panorama geral do grupo
HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. 6. ed. São Paulo: Ática, 1997. p. 17.
Inexistência de
avaliação
diagnóstica
Pela avaliação
diagnóstica, o
professor constata se
os alunos estão ou
não preparados
para adquirir novos
conhecimentos e
identifica as
dificuldades de
aprendizagem.
FUNÇÃO
DIAGNÓSTICA
11
Pilotar a Inovação
Mudança de concepção dos atores do
processo educacional
A idéia que se tem
de avaliação ?
AVALIAÇÃO DO ENSINO.......... - REALIDADE
O que queremos
quando
avaliamos nossos
alunos?
HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. 6. ed. São Paulo: Ática, 1997. p. 23.
A avaliação deve ser
encarada como uma
forma de estimular o
aluno e não como um
instrumento de punição
ou tortura.
Usos inadequados da avaliação
HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. 6. ed. São Paulo: Ática, 1997. p. 27.
A AVALIAÇÃO NÃO PODE
CONTINUAR CARACTERIZADA
COMO: AMEAÇA, SELETIVA,
CLASSIFICATÓRIA E
AUTORITÁRIA
Ênfase na nota, no resultado, e
não no processo
Dúvidas e dificuldades dos
professores
Como elaborar um
instrumento de avaliação?
HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. 6. ed. São Paulo: Ática, 1997. p. 70.
Contradições manifestadas
pelos próprios professores na
realização da avaliação
Ausência de critérios ao
avaliar
O QUE, QUASE
SEMPRE
ACONTECE!!
Avaliação da aprendizagem escolarAvaliação da aprendizagem escolar
como um ato amorosocomo um ato amoroso
Ao avaliar um aluno com dificuldade é criar uma
base de modo a inclui-lo dentro do círculo da
aprendizagem;
o diagnostico permite a decisão de direcionar ou
redirecionar aquilo ou aquele que esta precisando
de ajuda.
VERIFICAR Ou AVALIAR?
Verificar:
- ver se algo é isso mesmo;
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- Ação que congela o objeto;
- Não significa retirar consequências.
Avaliar:
- dar valor a algo;
- atribuir qualidade a algo;
- implica posicionamento quanto ao objeto;
- tomada de posição, de decisão.
• Freitas (2003), aponta que a avaliação deixa
transparecer suas ideologias e pensamentos.
• Vianna (2003) vê a avaliação como uma área de
pesquisa que possui múltiplas abordagens
metodológicas.
• Gatti (2003) prefere vê-la como um campo de
pensamento, por sugerir movimento, tensão e
transformação.
• Ristoff (2003) a coloca como um estudo sistemático,
uma atividade de pesquisa que visa identificar mérito e
valor.
• Sobrinho (2003) ressalta a avaliação como instrumento
de poder.
Por que e para que avaliar?
19
Avaliação: Dados Relevantes da
Realidade
Considerar na Avaliação:
-dados compatíveis com o que ensinado;
- dados fundamentais, significativos;
- dados decorrentes dos objetivos.
NÃO VALE:
-TESTAR PARA FERRAR;
-PROVAS / PUNIÇÃO DE INDISCIPLINA.
20
Avaliação: Cuidados Básicos
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aprendidos;
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conteúdos ensinados e aprendidos;
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21
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- O instrumento de avaliação deve ser
compatível, em termos de dificuldades, com o
ensinado;
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aprendizagem dos educandos.
Avaliação: Cuidados Básicos
22
Na perspectiva de uma abordagem de
avaliação mais significativa e
aprofundada do educando nos anos
iniciais
ALGUNS PRESSUPOSTOS
SÃO SUGERIDOS A SEGUIR
Imprimir significado à aprendizagem;
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Que uso se fará das informações obtidas?
25
A avaliação na educação deve
ser um campo de
investigação, não de
julgamento, que deve contribuir
decisivamente para a busca de uma
proposta pedagógica bem
delineada.
Características da avaliação
• É dinâmica (não estática)
• É contínua (não terminal)
• É integrada (não isolada do ensino)
• É progressiva (não estanque)
• É voltada para o aluno (não para os conteúdos)
• É abrangente (não restrita a alguns aspectos da personalidade
do aluno)
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Referências
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. In: Diário da União, ano CXXXIV, n. 248,
1996.
GATTI, B. A. O professor e a avaliação em sala de aula. In: Estudos em avaliação
educacional, 2003.
FREITAS, H.C.L; RISTOFF, D.I; SOBRINHO, J.D; VIANNA, H.M Retomando princípios: o
debate, Freitas, L. C. (Org), Questões de avaliação educacional (pp. 23 – 70). Campinas.
Komedi, 2003.
LIBÂNEO, J. C. Adeus Professor, Adeus Professora? Novas exigências
educacionais e profissão docente. 6ª ed. São Paulo, Cortez, 2002.
HOFFMANN, J. Avaliar para Promover. 7. ed.,Porto Alegre: Mediação, 2005.
_____________Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à
Universidade. 8. ed., Porto Alegre : Mediação, 1996.
LUCKESI, C. Avaliação da aprendizagem escola. 19.ed. São Paulo: Cortez, 2008.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação
da aprendizagem escolar: um ato
amoroso. In: LUCKESI, Cipriano
Carlos. Avaliação da aprendizagem
escolar: estudo e proposições. 22. Ed.
São Paulo: Cortez, 2011, p. 201-213.
MSc. Lilian Moreira Cruz
E-mail: lilianmoreiracruz@hotmail.com
Celulares: 77 991502163 e 77 988560737

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4. avaliação

  • 1. Diferentes concepções de avaliação e suas implicações na prática educativa. MSc. Lilian Moreira Cruz Universidade Estadual de Santa Cruz
  • 2.
  • 3.
  • 4. Avaliar segundo a Lei: 9.349/96 • “Avaliar é julgar ou fazer a apreciação de alguém ou alguma coisa, tendo como base uma escala de valores. A avaliação consiste na coleta de dados qualitativos e quantitativos e na interpretação desses resultados com base em critérios previamente definidos.”
  • 5. Qual a função da avaliação? • Garantir o sucesso. • Pesquisar a qualidade do resultado. • Produzir indicativo. • Só o aluno deve ser avaliado?
  • 6.
  • 7. A LDB propõe-se a normatizar e organizar a Educação no Brasil. Seu artigo 24 estabelece o seguinte: V - a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios: •a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais; b) possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso escolar; •c) possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante verificação do aprendizado; •d) aproveitamento de estudos concluídos com êxito; •e) obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus regimentos. (s/p)
  • 8. 8 PARA LUCKESI AVALIAR É... “JUIZO DE QUALIDADE SOBRE DADOS RELEVANTES TENDO EM VISTA UMA TOMADA DE DECISÃO” As três variáveis: Diagnóstica, Formativa e Somativa, devem estar sempre juntas para que o ato de avaliar cumpra seu papel.
  • 9. Tipos de avaliação Visa determinar a presença ou ausência de conhecimentos e habilidades, assim como detectar elementos alvo de novas experiências de aprendizagem Novos objetivos Definição de estratégias Conteúdos complementares Visa informar ao professor e ao aluno sobre o resultado da aprendizagem. Localiza deficiências na organização do processo de ensino-aprendizagem. E dá no processo, permitindo a reformulação de objetivos, estratégias e conteúdos. Objetiva classificar os alunos ao final da unidade de aprendizagem ou período temporal, segundo níveis de aproveitamento. Sua importância reside no fato de prover um panorama geral do grupo
  • 10. HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. 6. ed. São Paulo: Ática, 1997. p. 17. Inexistência de avaliação diagnóstica Pela avaliação diagnóstica, o professor constata se os alunos estão ou não preparados para adquirir novos conhecimentos e identifica as dificuldades de aprendizagem. FUNÇÃO DIAGNÓSTICA
  • 11. 11 Pilotar a Inovação Mudança de concepção dos atores do processo educacional
  • 12. A idéia que se tem de avaliação ? AVALIAÇÃO DO ENSINO.......... - REALIDADE O que queremos quando avaliamos nossos alunos? HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. 6. ed. São Paulo: Ática, 1997. p. 23.
  • 13. A avaliação deve ser encarada como uma forma de estimular o aluno e não como um instrumento de punição ou tortura. Usos inadequados da avaliação HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. 6. ed. São Paulo: Ática, 1997. p. 27.
  • 14. A AVALIAÇÃO NÃO PODE CONTINUAR CARACTERIZADA COMO: AMEAÇA, SELETIVA, CLASSIFICATÓRIA E AUTORITÁRIA
  • 15. Ênfase na nota, no resultado, e não no processo Dúvidas e dificuldades dos professores Como elaborar um instrumento de avaliação? HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. 6. ed. São Paulo: Ática, 1997. p. 70. Contradições manifestadas pelos próprios professores na realização da avaliação Ausência de critérios ao avaliar O QUE, QUASE SEMPRE ACONTECE!!
  • 16. Avaliação da aprendizagem escolarAvaliação da aprendizagem escolar como um ato amorosocomo um ato amoroso Ao avaliar um aluno com dificuldade é criar uma base de modo a inclui-lo dentro do círculo da aprendizagem; o diagnostico permite a decisão de direcionar ou redirecionar aquilo ou aquele que esta precisando de ajuda.
  • 17. VERIFICAR Ou AVALIAR? Verificar: - ver se algo é isso mesmo; - Investigar a verdade de algo; - Ação que congela o objeto; - Não significa retirar consequências. Avaliar: - dar valor a algo; - atribuir qualidade a algo; - implica posicionamento quanto ao objeto; - tomada de posição, de decisão.
  • 18. • Freitas (2003), aponta que a avaliação deixa transparecer suas ideologias e pensamentos. • Vianna (2003) vê a avaliação como uma área de pesquisa que possui múltiplas abordagens metodológicas. • Gatti (2003) prefere vê-la como um campo de pensamento, por sugerir movimento, tensão e transformação. • Ristoff (2003) a coloca como um estudo sistemático, uma atividade de pesquisa que visa identificar mérito e valor. • Sobrinho (2003) ressalta a avaliação como instrumento de poder. Por que e para que avaliar?
  • 19. 19 Avaliação: Dados Relevantes da Realidade Considerar na Avaliação: -dados compatíveis com o que ensinado; - dados fundamentais, significativos; - dados decorrentes dos objetivos. NÃO VALE: -TESTAR PARA FERRAR; -PROVAS / PUNIÇÃO DE INDISCIPLINA.
  • 20. 20 Avaliação: Cuidados Básicos -Articulação do instrumento com os conteúdos planejados, ensinados e aprendidos; - Cobrir uma amostra significativa dos conteúdos ensinados e aprendidos; - Compatibilizar as habilidades ( motoras, mentais, imaginativas) do instrumento com as habilidades trabalhadas;
  • 21. 21 -Usar linguagem clara e compreensível; - O instrumento de avaliação deve ser compatível, em termos de dificuldades, com o ensinado; - Construir instrumentos que auxiliem a aprendizagem dos educandos. Avaliação: Cuidados Básicos
  • 22. 22 Na perspectiva de uma abordagem de avaliação mais significativa e aprofundada do educando nos anos iniciais ALGUNS PRESSUPOSTOS SÃO SUGERIDOS A SEGUIR
  • 23. Imprimir significado à aprendizagem; Diagnosticar os conhecimentos prévios do aluno; Buscar avaliar o esforço profundo do aluno; Enfatizar o papel da metacognição; Estimular a resolver problemas; Imprimir à avaliação uma dimensão diagnóstica e formativa; Evitar prejulgamentos; Diversificar instrumentos e questões de avaliação;
  • 24. Antes de elaborar um instrumento de avaliação algumas questões deverão ser respondidas: Quais as finalidades da avaliação? O que será avaliado? Quais os critérios de avaliação? Qual o tempo que se dispõe para avaliação? Como zelar pela qualidade dos instrumentos? Que uso se fará das informações obtidas?
  • 25. 25 A avaliação na educação deve ser um campo de investigação, não de julgamento, que deve contribuir decisivamente para a busca de uma proposta pedagógica bem delineada.
  • 26. Características da avaliação • É dinâmica (não estática) • É contínua (não terminal) • É integrada (não isolada do ensino) • É progressiva (não estanque) • É voltada para o aluno (não para os conteúdos) • É abrangente (não restrita a alguns aspectos da personalidade do aluno) • É versátil (não se efetiva somente da mesma forma)
  • 27.
  • 28. Referências BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. In: Diário da União, ano CXXXIV, n. 248, 1996. GATTI, B. A. O professor e a avaliação em sala de aula. In: Estudos em avaliação educacional, 2003. FREITAS, H.C.L; RISTOFF, D.I; SOBRINHO, J.D; VIANNA, H.M Retomando princípios: o debate, Freitas, L. C. (Org), Questões de avaliação educacional (pp. 23 – 70). Campinas. Komedi, 2003. LIBÂNEO, J. C. Adeus Professor, Adeus Professora? Novas exigências educacionais e profissão docente. 6ª ed. São Paulo, Cortez, 2002. HOFFMANN, J. Avaliar para Promover. 7. ed.,Porto Alegre: Mediação, 2005. _____________Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à Universidade. 8. ed., Porto Alegre : Mediação, 1996. LUCKESI, C. Avaliação da aprendizagem escola. 19.ed. São Paulo: Cortez, 2008.
  • 29. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: um ato amoroso. In: LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudo e proposições. 22. Ed. São Paulo: Cortez, 2011, p. 201-213.
  • 30. MSc. Lilian Moreira Cruz E-mail: lilianmoreiracruz@hotmail.com Celulares: 77 991502163 e 77 988560737

Notas do Editor

  1. Quando o professor adota a postura de analisar e refletir sobre o processo avaliativo adotado por ele, este tem a oportunidade de aperfeiçoar suas formas de avaliação de modo a identificar como está se dando a construção do conhecimento do aluno e com isso avaliar se sua prática está sendo significativa neste processo. Acreditamos que este profissional seja capaz de aprimorar seus meios de avaliação, tentando familiarizar-se com o uso de meios variados de tal modo que possa criar e ajustar procedimentos avaliativos que sejam os mais adequados aos seus objetivos de ensino, à linguagem dos conteúdos tratados e à linguagem de seus alunos, e que possam contribuir não só para situar o grupo de alunos e cada aluno face à sua aprendizagem, mas também para estimular esta aprendizagem. (GATTI, 2003, p 102) A prática consciente e construtiva da avaliação em sala de aula ainda é hoje um grande desafio, uma vez que certas crenças e concepções do que se entende por avaliar necessitam ser repensadas e reestruturadas, tendo como objetivo principal o desenvolvimento do aluno em todo o processo de ensino-aprendizagem. Dessa forma, cabe ao professor, enquanto gestor desse processo no qual está inserido, a responsabilidade de escolher e adaptar instrumentos avaliativos condizentes com a realidade de seus alunos e de acordo com sua intencionalidade.