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Texto 3 ação psicológica em saúde mental

saúde

Texto 3 ação psicológica em saúde mental

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Ação Psicológica em Saúde Mental:
Uma Abordagem Psicossocial
Thalita Soares Agati
Saúde Mental
Conceito
• A saúde mental (ou sanidade mental) é um
termo usado para descrever um nível de
qualidade de vida cognitiva ou emocional ou a
ausência de uma doença mental. Na
perspectiva da psicologia positiva ou do
holismo, a saúde mental pode incluir a
capacidade de um indivíduo de apreciar a vida
e procurar um equilíbrio entre as atividades e
os esforços para atingir a resiliência
psicológica.
Conceito
• A Organização Mundial de Saúde afirma que
não existe definição "oficial" de saúde mental.
• Diferenças culturais, julgamentos subjetivos e
teorias relacionadas concorrentes afetam o
modo como a "saúde mental" é definida.
Conceito
• Saúde Mental é o equilíbrio emocional entre o
patrimônio interno e as exigências ou vivências
externas. É a capacidade de administrar a própria
vida e as suas emoções dentro de um amplo
espectro de variações sem contudo perder o
valor do real e do precioso. É ser capaz de ser
sujeito de suas próprias ações sem perder a
noção de tempo e espaço. É buscar viver a vida
na sua plenitude máxima, respeitando o legal e o
outro.
Conceito
• Saúde Mental é estar de bem consigo e com
os outros. Aceitar as exigências da vida. Saber
lidar com as boas emoções e também com as
desagradáveis: alegria/tristeza;
coragem/medo; amor/ódio; serenidade/raiva;
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Texto 3 ação psicológica em saúde mental

  • 1. Ação Psicológica em Saúde Mental: Uma Abordagem Psicossocial Thalita Soares Agati
  • 3. Conceito • A saúde mental (ou sanidade mental) é um termo usado para descrever um nível de qualidade de vida cognitiva ou emocional ou a ausência de uma doença mental. Na perspectiva da psicologia positiva ou do holismo, a saúde mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as atividades e os esforços para atingir a resiliência psicológica.
  • 4. Conceito • A Organização Mundial de Saúde afirma que não existe definição "oficial" de saúde mental. • Diferenças culturais, julgamentos subjetivos e teorias relacionadas concorrentes afetam o modo como a "saúde mental" é definida.
  • 5. Conceito • Saúde Mental é o equilíbrio emocional entre o patrimônio interno e as exigências ou vivências externas. É a capacidade de administrar a própria vida e as suas emoções dentro de um amplo espectro de variações sem contudo perder o valor do real e do precioso. É ser capaz de ser sujeito de suas próprias ações sem perder a noção de tempo e espaço. É buscar viver a vida na sua plenitude máxima, respeitando o legal e o outro.
  • 6. Conceito • Saúde Mental é estar de bem consigo e com os outros. Aceitar as exigências da vida. Saber lidar com as boas emoções e também com as desagradáveis: alegria/tristeza; coragem/medo; amor/ódio; serenidade/raiva; ciúmes; culpa; frustrações. Reconhecer seus limites e buscar ajuda quando necessário.
  • 7. Critérios de Saúde Mental 1. Atitudes positivas em relação a si próprio; 2. Crescimento, desenvolvimento e auto- realização; 3. Integração e resposta emocional; 4. Autonomia e autodeterminação; 5. Percepção apurada da realidade; 6. Domínio ambiental e competência social.
  • 8. Pensando o fazer psicossocial • Desde de 1950 a Psicologia vem se consolidando e desenvolvendo estudos e pesquisas referentes as demandas sociais. • Psicologia crítica e construtivista. • Palavras, representações e as condutas, relações intersubjetivas -> relação entre o indivíduo e o social. • Abordagem psicossocial: articula a sociedade com o psíquico, ou seja, o sujeito em suas múltiplas dimensões.
  • 9. Pensando o fazer psicossocial • Elo entre o físico, o psicológico, o meio ambiente natural e o social. • História de vida -> Contexto social. • Sujeito em relação consigo mesmo, com os outros e com o mundo. • A vivência do homem é um processo dinâmico. • O universo simbólico está sempre presente nas relações pessoais -> processo de existência x significação.
  • 10. Pensando o fazer psicossocial • Comprometimento político e consciência cidadã. • Crítica ao processos de saúde/doença, à formação profissional e aos modelos vigentes. • Escuta analítica e atenta. • O ser sujeito em sua singularidade e coletividade.
  • 11. A complexidade do ser humano na abordagem psicossocial • A construção da subjetividade permeia as áreas social e psíquica. • “O ser humano é a singularização de toda história da humanidade”. • A ética do psicólogo deve abordar a transformação contínua e inclusão do sujeito histórico. • Qual é o lugar do sujeito? • Limites: autonomia e liberdade.
  • 12. A complexidade do ser humano na abordagem psicossocial • A abordagem psicossocial enfatiza os usuários da saúde mental -> Produção de projetos de vida e ressocialização. • Interdisciplinaridade • A família como responsável e mediadora. • Atenção ao sofrimento integral. • Morin, 1996: A concepção do homem como um conjunto de incertezas que busca elementos para auto-atualização, mas que logo se percebe em meio a ambiguidades próprias da natureza humana.
  • 13. A complexidade do ser humano na abordagem psicossocial • Psicossociologia: individual e coletivo, afetividade e mundo social e inconsciente. • O sujeito como protagonista de sua história.
  • 14. A intervenção psicossocial nos atendimentos de saúde • Saúde pública: ações psicossociais. • Como tornar o atendimento psicológico mais acessível e útil ao serviço público de saúde? • Foco na família, abordagem transdisciplinar, trabalho com grupos e realidade social. • Rede = Vínculos • Atores sociais • Formulação, regulação e o controle de políticas públicas de saúde mental.
  • 15. A intervenção psicossocial nos atendimentos de saúde • Superar dualidades e dinamizar o processo de Saúde Mental. • Âmbitos: promoção e prevenção. • Desinstitucionalização do sujeito: Luta antimanicomial. • A burocracia impede o progresso e sucesso da Saúde Mental.
  • 16. O fazer clínico na saúde mental • Ribeiro, 1996: O exercício profissional em saúde mental tende a dialogar, de forma a criar espaços para aproximações. É no entre que a criação acontece, é no limiar do poder que os saberes podem revelar contribuições e reconstruir caminhos. • Construção de uma política humanizada.
  • 17. Clínica psicossocial • O profissional psicólogo é mediador e figura facilitadora • Potencialização das capacidades do sujeito, visando sua autonomia, superação das dificuldades vividas e reinvenção e fortalecimento de caminhos possíveis • Intervir implica contextualizar na realidade, questionar ações e tomar posições de transformação com conscientização
  • 18. Clínica psicossocial • Atitude dialógica • Sujeito-Sociedade-Consciência • Postura comprometida com o psicossocial. • Relações socialmente ética e justas.
  • 20. Luta Antimanicomial • O Movimento Antimanicomial , também conhecido como Luta Antimanicomial, se refere a um processo de transformação dos Serviços Psiquiátricos, derivado de uma série de eventos políticos nacionais e internacionais. • O Movimento Antimanicomial tem o dia 18 de maio como data de comemoração no calendário nacional brasileiro. Esta data remete ao Encontro dos Trabalhadores da Saúde Mental, ocorrido em 1987, na cidade de Bauru, no estado de São Paulo, que reuniu mais de 350 trabalhadores na área de saúde mental.
  • 22. Luta Antimanicomial • Na sua origem, esse movimento está ligado à Reforma Sanitária Brasileira da qual resultou a criação do Sistema Unico de Saúde - (SUS); está ligado também à experiência de desinstitucionalização da Psiquiatria desenvolvidas em Gorizia e em Trieste, na Itália, por Franco Basaglia nos anos 60. • Como processo decorrente deste movimento, temos a Reforma Psiquiátrica, definida pela Lei 10.216 de 2001 (Lei Paulo Delgado) como diretriz de reformulação do modelo de Atenção à Saúde Mental, transferido o foco do tratamento que se concentrava na instituição hospitalar, para uma Rede de Atenção Psicossocial, estruturada em unidades de serviços comunitários e abertos.
  • 23. Luta Antimanicomial • Política pública de saúde mental é um processo político e social complexo, composto de participantes, instituições e forças de diferentes origens que acontece em diversos territórios. É um conjunto de transformações de práticas, saberes, valores culturais e sociais, e é no cotidiano da vida das instituições, dos serviços e das relações interpessoais que o processo da política avança, passando por tensões, conflitos e desafios.
  • 24. Luta Antimanicomial • Os séculos passados, quando ainda não havia controle de saúde mental, a loucura era uma questão privada onde, as famílias eram responsáveis por seus membros portadores de transtorno mental. Os loucos eram livres para circulação nos campos, mas, nem tudo eram flores. Eles também eram alvo de chacotas, zombarias e escárnio público. • Com o passar dos anos, começou então a discussão e luta pela implantação de serviços de saúde mental no Brasil. Foi ai então que surgiram as primeiras instituições, no ano de 1841 na cidade do Rio de Janeiro, que era um abrigo provisório, logo após surgirem outras instituições como hospícios e casas de saúde. Somente no final do século XX é que a militância por serviços humanizados consegui às primeiras implantações de Centros de Atenção Psicossocial os CAPS.
  • 25. Luta Antimanicomial • Foi em 2001 que a Lei Paulo Delgado foi sancionada no país. A Lei redireciona a assistência em saúde mental, privilegiando o oferecimento de tratamento em serviços de base comunitária, dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas com transtornos mentais, mas não institui mecanismos claros para a progressiva extinção dos manicômios. • As condições da saúde mental no Brasil evoluíram, porém a Luta Antimanicomial não parou. Ainda acontecem manifestações em todo o país no dia 18 de maio, para que se mantenha vivo o cuidado com os doentes, e para que fique claro que eles não devem ser excluídos da sociedade e maltratados como eram antigamente, mas sim orientados e acompanhados para que possam encontrar seu lugar no mundo.