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MANEJO DE GRUPOS
GRUPOS PSICOTERAPÊUTICOS
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
SEMPRE HÁ FORMAS DE ACOLHER...
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
Um grupo psicoterapêutico é
aquele que está organizado a
partir de uma abordagem
específica da psicologia.
É imprescindível a presença de
um psicoterapeuta ou de um
psiquiatra com formação e
experiência grupal.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
Com certeza algo resiste nesta história, aquilo que não é perecível aos olhos.
A crença de que isso também vai passar!
OS ELEMENTOS GRUPAIS
Ambiente-clima: O local deve
ser preparado de acordo com
o tema do grupo, para que
possibilite a aplicação das
técnicas específicas (amplo,
fechado, escuro, claro,
forrado, coberto, etc), onde
as pessoas consigam
compartilhar os conteúdos
propostos.
Tempo determinado: Deve ter
um tempo aproximado, com
início, meio e fim.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
Com certeza algo resiste nesta história, aquilo que não é perecível aos
olhos. A crença de que isso também vai passar!
OS ELEMENTOS GRUPAIS
Objetivos: quais os conteúdos
precisam de elaboração?
Raport, Aquecimento, Construção
da Tele...
Materiais-recursos: Quais serão
os materiais e recursos
necessários para a execução do
trabalho (TV, vídeo, som, papel,
tinta, mapas, etc). Outros
recursos que podem ser
utilizados em grupos grandes são
o retroprojetor, exposições
dialogadas, além de técnicas de
teatro, tarjetas e cartazes.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
Passos: Deve-se ter clareza dos
momentos necessários para o seu
desenvolvimento, permitindo assim
chegar ao objetivo de maneira
gradual e clara.
Número de participantes: Auxilia
na previsão do material e do tempo
para o desenvolvimento das
técnicas.
Compartilhamento, perguntas e
conclusões: Que permita resgatar
a experiência, avaliando: o que foi
visto; os sentimentos; o que
aprendeu. O momento da síntese
final, dos encaminhamentos,
permite atitudes avaliativas e de
encaminhamentos.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
A Psicoterapia Grupal
consiste no uso das
teorias, técnicas,
procedimentos e
instrumentalização da
psicologia para atingir
objetivos terapêuticos
em pacientes que
estão em sofrimento.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
Os grupos de cura nas
sociedades primitivas eram
realizados pelos curandeiros.
O pensamento racional e
materialista dos gregos.
A idade média e pensamento
mágico.
Os primeiros trabalhos sobre a
existência de uma
psicodinâmica estruturada e
organizada: Freud.
Moreno inicia os trabalhos com
grupos através do Teatro a
espontaneidade.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
- O enfoque psicodinâmico, oriundo da psicanálise,
trouxe aos livros a influência dos grupos sociais e
os atravessou com os conteúdos da antropologia,
sociologia e filosofia. (1896 – 1934 - "Psicologia de
Grupo e a Análise do Ego“, 1921)
- Adler e Jung também escreveram sobre a
influência dos grupos na estrutura dos sujeitos.
(1908 – 1930)
- Moreno em 1921 inicia os seus trabalhos sobre o
Psicodrama.
- Em 1946-1947 Rogers – realiza os treinos em
grupos com conselheiros pessoais dos veteranos de
guerra.
- Em 1949 surge o primeiro trabalho de Frederick
S. Perls, o criador da psicoterapia guestáltica,
sobre grupos.
- Em 1957 surge a Análise Transacional e esta
trabalha com os grupos para compreender o
sofrimento.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
Com certeza algo resiste nesta história, aquilo que não é perecível aos
olhos. A crença de que isso também vai passar!
Psicoterapia de Grupo
A Psicoterapia de
Grupo, assim
denominada foi iniciada
por Pratt em 1905, ao
introduzir o sistema de
"classes coletivas"
.Terapia exortativa
paternal (Gestalt)
Em 1935 nascem os
"alcoólatras anônimos".
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
A Psicoterapia de Grupo no Brasil
Dr.Domingos Jaguaribe começou a
utilizar a hipnose em grupos para
tratamento de alcoólatras (1912,
psiquiatra).
Em 1921 Moreno começa a
trabalhar com o Teatro da
Espontaneidade.
Em 1936, Henrique Pichon-Rivière
começa a desenvolver o ECRO.
Em 1954, David Zimmerman
escreve “A dinâmica do grupo
terapêutico” (tese de livre-docência)
fornecendo ao mundo técnicas
específicas sobre a análise em
processos grupais.EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
A Psicoterapia de Grupo no Brasil
Em São Paulo,em 1953, Bernardo Blay
Neto, não só introduziu a psicoterapia de
grupo como orientou outros psicoterapeutas
na técnica grupal.
Foi fundada em 1961 a Sociedade Paulista
de Psicologia e Psicoterapia de Grupo.
No Departamento de Psiquiatria da
Faculdade de Medicina da U.S.P. em 1965,
Amaro, David Segre e Luiz Manoel
fundaram o Serviço de Psicoterapia, onde a
psicoterapia de grupo foi intensamente
utilizada.
Em 1968 foi fundado o setor de Psicodrama
na USP.
Em 1973, Amaro, defendeu sua tese do
doutoramento sobre "Os Abandonos em
Psicoterapia de Grupo".
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
QUAIS OS OBJETIVOS DO
GRUPO TERAPÊUTICO:
Aspectos gerais da psicoterapia –
ACOLHIMENTO, diagnóstico,
previsão e tratamento.
O campo somático, o psíquico e o
social podem ser os continentes de
transtornos da organização habitual
do organismo daquele indivíduo
(Zimermam)
A etiologia dos transtornos.
O diagnóstico.
Indicações de psicoterapia em
caráter "preferencial".
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
Porque indicar a
psicoterapia de grupo?
Pacientes com rejeição à
psicoterapia individual
Experiência imprescindível para todos
os profissionais da saúde que se
relacionam com a saúde e a
doença.
Como associação da terapia
individual.
Fatores econômicos e a escassez de
tempo.
Alcance de um maior número de
pessoas por hora trabalho.
Estímulo à socialização do indivíduo.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
A PRÁXIS DA
GRUPOTERAPIA
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
Com certeza algo resiste nesta história, aquilo que não é perecível aos
olhos. A crença de que isso também vai passar!
• GRUPOS
PSICOTERAPÊUTICOS COM
CRIANÇAS
• Homogenidade Grupal:
alinhando as idades dos
participantes.
• Uso da linguagem motora
e lúdica;
• O setting deve conter
jogos e brinquedos;
• Uso de contato físico e, por
vezes, a contenção do
ambiente;
• É indispensável o
acompanhamento dos
adultos, de preferência em
grupo. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
• GRUPOS
PSICOTERAPÊUTICOS COM
ADOLESCENTES
Passagem de um setting lúdico
para o uso da comunicação
verbal, por isto, o enquadre deve
prover a utilização de uma caixa
com material para desenhos, um
quadro negro e jogos coletivos.
Uso de dramatização.
Esta modalidade é indicada para
os pacientes que possuem uma
identificação com os grupos. O
enquadre grupal funciona como
uma caixa de ressonância ou
continente para as ansiedades
específicas.
Por meio do interjogo das
identificações projetivas, cria-se
um ambiente favorável ao insight.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
PSICOTERAPIA DE CASAL
• A terapia de casal é também
considerada uma terapia grupal.
• As duas principais questões que
interferem na relação conjugal é a
emancipação da mulher e o fato de um
dos cônjuges estar em tratamento
individual e romper com o equilíbrio
neurótico da relação.
• O casal se estrutura em uma
reciprocidade de dependência em
quatro áreas: a afetiva, a econômica, a
sexual e a social. Sua maior ou menor
estabilidade vai depender da qualidade
desta dependência.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
PSICOTERAPIA FAMILIAR
A tendência atual de terapia de
família é de uma corrente
integradora, entre as concepções
psicanalíticas, sistêmicas e da
teoria comunicacional, assim
como a eventual utilização de
técnicas psicodramáticas.
O maior cuidado do terapeuta de
família está em não permitir que o
tratamento não se foque em um
único paciente-emergente e
assim fique transformado numa
terapia individual.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
Com certeza algo resiste nesta história, aquilo que não é perecível aos
olhos. A crença de que isso também vai passar!
• Os terapeuta deve encarar a
família como sendo ao
mesmo tempo uma
produção coletiva e um
aspecto do mundo interno
de cada membro em
separado.
• O terapeuta que escolhe
trabalhar com o referencial
“família” não terá como
objetivo a modificação do
comportamento, mas sim a
resolução de conflitos
interpessoais a partir da
elucidação das motivações
dos membros da família.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
Do ponto de vista da teoria sistêmica a
dinâmica da família consiste
essencialmente em uma compreensão
abrangente entre as várias partes
(subsistemas), componentes de uma
totalidade maior e interdependente.
Todas as escolas teóricas da
abordagem sistêmica destacam a
importância da distribuição de papéis
entre os familiares, especialmente a
do “paciente identificado”, assim
como todos concordam com o fato de
que o sistema familiar se comporta
como um conjunto integrado, ou seja,
qualquer modificação de um elemento
do sistema, necessariamente, vai
afetar o sistema como um todo.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
GRUPOTERAPIA COM PACIENTES
NEURÓTICOS
(NEUROSE HISTÉRICA – SINTOMA
CONVERSIVO)
Os pacientes somáticos apresentam um sério
rompimento com a realidade, formando assim
fantasias e, portanto, nomeando,
verbalizalizando, ou até mesmo, projetando os
conflitos pessoais através da via motora, esta
descarga se processa pela via corporal.
Em tratamento individual estes pacientes
frequentemente abandonam o tratamento ou
apresentam uma forte resistência a mudança,
em grupoterapia. O grupo se constitui em um
holding (lugar que detêm o poder de
mudança), o qual permite que se crie um
espaço mútuo e rico de trocas, além de servir
de estímulo a que os pacientes.
O objetivo do grupo é permitir o “emergente”, a
ponto de que este sujeito possam falar dos
conflitos vividos como catastróficos e
condenados a eterna repressão ou negação.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
Com certeza algo resiste nesta história, aquilo que não é
perecível aos olhos. A crença de que isso também vai
passar!
GRUPOTERAPIA COM PACIENTES NEURÓTICOS
(NEUROSE DEPRESSIVA – TRANSTORNO
DISTÍMICO)
Grupoterapia com pacientes depressivos:
Cuidar para não inserir pacientes
melancólicos e muito deprimidos em um
grupo, pois estes tem uma intensa
necessidade de serem reafirmados, assim
como de provas de amor e de atenção.
Por esta razão, o seu desempenho no grupo
costuma adquirir uma das seguintes formas:
um monopolista crônico (toda a atenção
precisa estar voltada para ele), um
marginalizado/alienado dos problemas dos
demais (não presta atenção no que os demais
componentes falam pois não acredita na
melhora do seu sintoma e nem nos sintomas
dos demais), ou uma vítima (desvalorizando
o progresso do outro e do grupo através de
suas constantes queixas e tragédias
cotidianas).
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
Na psicodinâmica de um
indivíduo depressivo
sempre encontramos um
círculo vicioso formado
pelos sentimentos de
carência, agressão, culpa,
descrença nas capacidades
reparadoras e necessidade
de castigo. Uma
grupoterapia propicia o
surgimento e o manejo
deste círculo vicioso de
causa-efeito.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
O grupo terapêutico, neste
caso, deverá sem
comportar como o novo e
indispensável continente
das angústias e
necessidades básicas de
cada um dos pacientes.
É claro, que para que isto
aconteça, o grupo deve
funcionar como um “bom
continente”, ou seja, a
gestalt grupal deve ter
condições de acolher as
angústias de cada um e de
todos, assim como a
entidade grupal e as
individualidades devem
sobreviver aos recíprocos
ataques (inveja, ciúmes,
realidades, mal-entendidos,
etc).EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
Com certeza algo resiste nesta história,
aquilo que não é perecível aos olhos. A
crença de que isso também vai passar!
• GRUPOS COM PSICÓTICOS
• Nesta deve ser sempre priorizada a homogeneidade em
relação ao nível diagnóstico e à integração do ego dos
particpantes.
• São muitas as razões pelas quais a grupoterapia está se
tornando uma modalidade preferencial para este tipo de
paciente:
– A modalidade pode ser diluída, e é melhor tolerada;
– Há o desenvolvimento de uma ressocialização, na qual os
pacientes cultivam amizades e sentem-se reciprocamente
apoiados e respeitados;
– O próprio grupo funciona como continente que absorve as
fantasias, angústias e a confusão existencial de cada um;
– O tratamento em grupo possibilita a este pacientes
reconhecer com mais facilidade o intenso uso de
identificações projetivas patológicas, permitindo que se
abram para uma melhoria de percepção em relação ao
mundo exterior.
– O terapeuta deve valorizar os fatos exteriores concretos que
estão contidos nos relatos de cada um.
– A atividade interventiva deve privilegiar o reconhecimento
dos distúrbios de percepção, do pensamento e da
comunicação. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
GRUPOS DE AUTO-AJUDA
• A proposta deste tipo de grupo é que uns ajudem aos outros.
• Surgiram a partir dos Aas, em 1935.
• O grupo se sustenta no uso da conotação positiva, utilizando a
motivação grupal como principal instrumento de sua ação
terapêutica.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
GRUPOS DE AUTO-AJUDA
• Representa um estímulo à socialização.
• Comporta-se como um importante teste de confronto com a
realidade.
• Exerce uma função de continente, isto é, de absorver e conter as
angústias e dúvidas.
• Representa segurança aos integrantes: de que eles não estão
sozinhos, que são respeitados em suas limitações e que as
mesmas não excluem uma boa qualidade de vida.
• Representa um estímulo à socialização.
• Comporta-se como um importante teste de confronto com a
realidade.
• Exerce uma função de continente, isto é, de absorver e conter as
angústias e dúvidas.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
As ansiedades em contexto da
grupoterapia:
• Ansiedade de separação: trata-se da ansiedade que se
formou quando a criança ainda não desenvolveu um núcleo
de confiança básica em relação à mãe, de quem depende
completamente e, devido o medo de vir a perdê-la, não
consegue se separar e quebrar esta simbiose – projeta isso
em suas relações quotidianas.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
• Ansiedade de perda do amor: devido à ação de suas
fantasias inconscientes, ela se mantém em permanente
estado de sobressalto quanto a um possível abandono
afetivo por parte do outro, podendo se tornar agressiva,
como um revide a partir do imaginário.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
• Ansiedade de morte: surge em decorrência da ansiedade de
morrer diante da fala do outro (morte sombólica)
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
• Ansiedade devido à perversão: ameaça o
indivíduo com severas punições, caso as suas
expectativas e exigências não forem cumpridas.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
•Fontes:
• OSÓRIO, L.C. Psicoterapia Grupal: Uma nova
disciplina para o advento de uma era. Porto Alegre:
Artes Médicas, 2003.
• ZIMERMANN, D. Fundamentos Básicos da
Grupoterapia. Porto Alegre: Artes Médicas, 2010.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
Se você sempre está tentando ser normal,
nunca saberá o quão
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poderá ser.
EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS

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Manejo de Grupos Psicoterapêuticos

  • 1. MANEJO DE GRUPOS GRUPOS PSICOTERAPÊUTICOS EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 2. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS SEMPRE HÁ FORMAS DE ACOLHER...
  • 3. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 4. Um grupo psicoterapêutico é aquele que está organizado a partir de uma abordagem específica da psicologia. É imprescindível a presença de um psicoterapeuta ou de um psiquiatra com formação e experiência grupal. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 5. Com certeza algo resiste nesta história, aquilo que não é perecível aos olhos. A crença de que isso também vai passar! OS ELEMENTOS GRUPAIS Ambiente-clima: O local deve ser preparado de acordo com o tema do grupo, para que possibilite a aplicação das técnicas específicas (amplo, fechado, escuro, claro, forrado, coberto, etc), onde as pessoas consigam compartilhar os conteúdos propostos. Tempo determinado: Deve ter um tempo aproximado, com início, meio e fim. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 6. Com certeza algo resiste nesta história, aquilo que não é perecível aos olhos. A crença de que isso também vai passar! OS ELEMENTOS GRUPAIS Objetivos: quais os conteúdos precisam de elaboração? Raport, Aquecimento, Construção da Tele... Materiais-recursos: Quais serão os materiais e recursos necessários para a execução do trabalho (TV, vídeo, som, papel, tinta, mapas, etc). Outros recursos que podem ser utilizados em grupos grandes são o retroprojetor, exposições dialogadas, além de técnicas de teatro, tarjetas e cartazes. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 7. Passos: Deve-se ter clareza dos momentos necessários para o seu desenvolvimento, permitindo assim chegar ao objetivo de maneira gradual e clara. Número de participantes: Auxilia na previsão do material e do tempo para o desenvolvimento das técnicas. Compartilhamento, perguntas e conclusões: Que permita resgatar a experiência, avaliando: o que foi visto; os sentimentos; o que aprendeu. O momento da síntese final, dos encaminhamentos, permite atitudes avaliativas e de encaminhamentos. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 8. A Psicoterapia Grupal consiste no uso das teorias, técnicas, procedimentos e instrumentalização da psicologia para atingir objetivos terapêuticos em pacientes que estão em sofrimento. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 9. Os grupos de cura nas sociedades primitivas eram realizados pelos curandeiros. O pensamento racional e materialista dos gregos. A idade média e pensamento mágico. Os primeiros trabalhos sobre a existência de uma psicodinâmica estruturada e organizada: Freud. Moreno inicia os trabalhos com grupos através do Teatro a espontaneidade. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 10. - O enfoque psicodinâmico, oriundo da psicanálise, trouxe aos livros a influência dos grupos sociais e os atravessou com os conteúdos da antropologia, sociologia e filosofia. (1896 – 1934 - "Psicologia de Grupo e a Análise do Ego“, 1921) - Adler e Jung também escreveram sobre a influência dos grupos na estrutura dos sujeitos. (1908 – 1930) - Moreno em 1921 inicia os seus trabalhos sobre o Psicodrama. - Em 1946-1947 Rogers – realiza os treinos em grupos com conselheiros pessoais dos veteranos de guerra. - Em 1949 surge o primeiro trabalho de Frederick S. Perls, o criador da psicoterapia guestáltica, sobre grupos. - Em 1957 surge a Análise Transacional e esta trabalha com os grupos para compreender o sofrimento. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 11. Com certeza algo resiste nesta história, aquilo que não é perecível aos olhos. A crença de que isso também vai passar! Psicoterapia de Grupo A Psicoterapia de Grupo, assim denominada foi iniciada por Pratt em 1905, ao introduzir o sistema de "classes coletivas" .Terapia exortativa paternal (Gestalt) Em 1935 nascem os "alcoólatras anônimos". EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 12. A Psicoterapia de Grupo no Brasil Dr.Domingos Jaguaribe começou a utilizar a hipnose em grupos para tratamento de alcoólatras (1912, psiquiatra). Em 1921 Moreno começa a trabalhar com o Teatro da Espontaneidade. Em 1936, Henrique Pichon-Rivière começa a desenvolver o ECRO. Em 1954, David Zimmerman escreve “A dinâmica do grupo terapêutico” (tese de livre-docência) fornecendo ao mundo técnicas específicas sobre a análise em processos grupais.EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 13. A Psicoterapia de Grupo no Brasil Em São Paulo,em 1953, Bernardo Blay Neto, não só introduziu a psicoterapia de grupo como orientou outros psicoterapeutas na técnica grupal. Foi fundada em 1961 a Sociedade Paulista de Psicologia e Psicoterapia de Grupo. No Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da U.S.P. em 1965, Amaro, David Segre e Luiz Manoel fundaram o Serviço de Psicoterapia, onde a psicoterapia de grupo foi intensamente utilizada. Em 1968 foi fundado o setor de Psicodrama na USP. Em 1973, Amaro, defendeu sua tese do doutoramento sobre "Os Abandonos em Psicoterapia de Grupo". EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 14. QUAIS OS OBJETIVOS DO GRUPO TERAPÊUTICO: Aspectos gerais da psicoterapia – ACOLHIMENTO, diagnóstico, previsão e tratamento. O campo somático, o psíquico e o social podem ser os continentes de transtornos da organização habitual do organismo daquele indivíduo (Zimermam) A etiologia dos transtornos. O diagnóstico. Indicações de psicoterapia em caráter "preferencial". EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 15. Porque indicar a psicoterapia de grupo? Pacientes com rejeição à psicoterapia individual Experiência imprescindível para todos os profissionais da saúde que se relacionam com a saúde e a doença. Como associação da terapia individual. Fatores econômicos e a escassez de tempo. Alcance de um maior número de pessoas por hora trabalho. Estímulo à socialização do indivíduo. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 16. A PRÁXIS DA GRUPOTERAPIA EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 17. Com certeza algo resiste nesta história, aquilo que não é perecível aos olhos. A crença de que isso também vai passar! • GRUPOS PSICOTERAPÊUTICOS COM CRIANÇAS • Homogenidade Grupal: alinhando as idades dos participantes. • Uso da linguagem motora e lúdica; • O setting deve conter jogos e brinquedos; • Uso de contato físico e, por vezes, a contenção do ambiente; • É indispensável o acompanhamento dos adultos, de preferência em grupo. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 18. • GRUPOS PSICOTERAPÊUTICOS COM ADOLESCENTES Passagem de um setting lúdico para o uso da comunicação verbal, por isto, o enquadre deve prover a utilização de uma caixa com material para desenhos, um quadro negro e jogos coletivos. Uso de dramatização. Esta modalidade é indicada para os pacientes que possuem uma identificação com os grupos. O enquadre grupal funciona como uma caixa de ressonância ou continente para as ansiedades específicas. Por meio do interjogo das identificações projetivas, cria-se um ambiente favorável ao insight. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 19. PSICOTERAPIA DE CASAL • A terapia de casal é também considerada uma terapia grupal. • As duas principais questões que interferem na relação conjugal é a emancipação da mulher e o fato de um dos cônjuges estar em tratamento individual e romper com o equilíbrio neurótico da relação. • O casal se estrutura em uma reciprocidade de dependência em quatro áreas: a afetiva, a econômica, a sexual e a social. Sua maior ou menor estabilidade vai depender da qualidade desta dependência. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 20. PSICOTERAPIA FAMILIAR A tendência atual de terapia de família é de uma corrente integradora, entre as concepções psicanalíticas, sistêmicas e da teoria comunicacional, assim como a eventual utilização de técnicas psicodramáticas. O maior cuidado do terapeuta de família está em não permitir que o tratamento não se foque em um único paciente-emergente e assim fique transformado numa terapia individual. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 21. Com certeza algo resiste nesta história, aquilo que não é perecível aos olhos. A crença de que isso também vai passar! • Os terapeuta deve encarar a família como sendo ao mesmo tempo uma produção coletiva e um aspecto do mundo interno de cada membro em separado. • O terapeuta que escolhe trabalhar com o referencial “família” não terá como objetivo a modificação do comportamento, mas sim a resolução de conflitos interpessoais a partir da elucidação das motivações dos membros da família. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 22. Do ponto de vista da teoria sistêmica a dinâmica da família consiste essencialmente em uma compreensão abrangente entre as várias partes (subsistemas), componentes de uma totalidade maior e interdependente. Todas as escolas teóricas da abordagem sistêmica destacam a importância da distribuição de papéis entre os familiares, especialmente a do “paciente identificado”, assim como todos concordam com o fato de que o sistema familiar se comporta como um conjunto integrado, ou seja, qualquer modificação de um elemento do sistema, necessariamente, vai afetar o sistema como um todo. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 23. GRUPOTERAPIA COM PACIENTES NEURÓTICOS (NEUROSE HISTÉRICA – SINTOMA CONVERSIVO) Os pacientes somáticos apresentam um sério rompimento com a realidade, formando assim fantasias e, portanto, nomeando, verbalizalizando, ou até mesmo, projetando os conflitos pessoais através da via motora, esta descarga se processa pela via corporal. Em tratamento individual estes pacientes frequentemente abandonam o tratamento ou apresentam uma forte resistência a mudança, em grupoterapia. O grupo se constitui em um holding (lugar que detêm o poder de mudança), o qual permite que se crie um espaço mútuo e rico de trocas, além de servir de estímulo a que os pacientes. O objetivo do grupo é permitir o “emergente”, a ponto de que este sujeito possam falar dos conflitos vividos como catastróficos e condenados a eterna repressão ou negação. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 24. Com certeza algo resiste nesta história, aquilo que não é perecível aos olhos. A crença de que isso também vai passar! GRUPOTERAPIA COM PACIENTES NEURÓTICOS (NEUROSE DEPRESSIVA – TRANSTORNO DISTÍMICO) Grupoterapia com pacientes depressivos: Cuidar para não inserir pacientes melancólicos e muito deprimidos em um grupo, pois estes tem uma intensa necessidade de serem reafirmados, assim como de provas de amor e de atenção. Por esta razão, o seu desempenho no grupo costuma adquirir uma das seguintes formas: um monopolista crônico (toda a atenção precisa estar voltada para ele), um marginalizado/alienado dos problemas dos demais (não presta atenção no que os demais componentes falam pois não acredita na melhora do seu sintoma e nem nos sintomas dos demais), ou uma vítima (desvalorizando o progresso do outro e do grupo através de suas constantes queixas e tragédias cotidianas). EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 25. Na psicodinâmica de um indivíduo depressivo sempre encontramos um círculo vicioso formado pelos sentimentos de carência, agressão, culpa, descrença nas capacidades reparadoras e necessidade de castigo. Uma grupoterapia propicia o surgimento e o manejo deste círculo vicioso de causa-efeito. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 26. O grupo terapêutico, neste caso, deverá sem comportar como o novo e indispensável continente das angústias e necessidades básicas de cada um dos pacientes. É claro, que para que isto aconteça, o grupo deve funcionar como um “bom continente”, ou seja, a gestalt grupal deve ter condições de acolher as angústias de cada um e de todos, assim como a entidade grupal e as individualidades devem sobreviver aos recíprocos ataques (inveja, ciúmes, realidades, mal-entendidos, etc).EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 27. Com certeza algo resiste nesta história, aquilo que não é perecível aos olhos. A crença de que isso também vai passar! • GRUPOS COM PSICÓTICOS • Nesta deve ser sempre priorizada a homogeneidade em relação ao nível diagnóstico e à integração do ego dos particpantes. • São muitas as razões pelas quais a grupoterapia está se tornando uma modalidade preferencial para este tipo de paciente: – A modalidade pode ser diluída, e é melhor tolerada; – Há o desenvolvimento de uma ressocialização, na qual os pacientes cultivam amizades e sentem-se reciprocamente apoiados e respeitados; – O próprio grupo funciona como continente que absorve as fantasias, angústias e a confusão existencial de cada um; – O tratamento em grupo possibilita a este pacientes reconhecer com mais facilidade o intenso uso de identificações projetivas patológicas, permitindo que se abram para uma melhoria de percepção em relação ao mundo exterior. – O terapeuta deve valorizar os fatos exteriores concretos que estão contidos nos relatos de cada um. – A atividade interventiva deve privilegiar o reconhecimento dos distúrbios de percepção, do pensamento e da comunicação. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 28. GRUPOS DE AUTO-AJUDA • A proposta deste tipo de grupo é que uns ajudem aos outros. • Surgiram a partir dos Aas, em 1935. • O grupo se sustenta no uso da conotação positiva, utilizando a motivação grupal como principal instrumento de sua ação terapêutica. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 29. GRUPOS DE AUTO-AJUDA • Representa um estímulo à socialização. • Comporta-se como um importante teste de confronto com a realidade. • Exerce uma função de continente, isto é, de absorver e conter as angústias e dúvidas. • Representa segurança aos integrantes: de que eles não estão sozinhos, que são respeitados em suas limitações e que as mesmas não excluem uma boa qualidade de vida. • Representa um estímulo à socialização. • Comporta-se como um importante teste de confronto com a realidade. • Exerce uma função de continente, isto é, de absorver e conter as angústias e dúvidas. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 30. As ansiedades em contexto da grupoterapia: • Ansiedade de separação: trata-se da ansiedade que se formou quando a criança ainda não desenvolveu um núcleo de confiança básica em relação à mãe, de quem depende completamente e, devido o medo de vir a perdê-la, não consegue se separar e quebrar esta simbiose – projeta isso em suas relações quotidianas. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 31. • Ansiedade de perda do amor: devido à ação de suas fantasias inconscientes, ela se mantém em permanente estado de sobressalto quanto a um possível abandono afetivo por parte do outro, podendo se tornar agressiva, como um revide a partir do imaginário. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 32. • Ansiedade de morte: surge em decorrência da ansiedade de morrer diante da fala do outro (morte sombólica) EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 33. • Ansiedade devido à perversão: ameaça o indivíduo com severas punições, caso as suas expectativas e exigências não forem cumpridas. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 34. •Fontes: • OSÓRIO, L.C. Psicoterapia Grupal: Uma nova disciplina para o advento de uma era. Porto Alegre: Artes Médicas, 2003. • ZIMERMANN, D. Fundamentos Básicos da Grupoterapia. Porto Alegre: Artes Médicas, 2010. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS
  • 35. Se você sempre está tentando ser normal, nunca saberá o quão INCRÍVEL poderá ser. EDUCADORA E PSICÓLOGA ANA BELA DOS SANTOS