SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 38
Baixar para ler offline
PNEUMONIAS
Pneumonias
• Conceito
• Quadros infecciosos do trato respiratório inferior, geralmente
agudos, que comprometem os alvéolos, os brônquios e o espaço
intersticial.
Pneumonias
• Fatores de Risco
• Hospedeiro
• Faixa etária, estado nutricional, estado imunológico, baixo peso ao
nascer, desmame precoce, viroses pregressas, má-formações
anatômicas e patologiasde bases.
• Ambientais
• Poluição atmosférica e intradomiciliar (cigarro, bolor), aglomerações
(creches, escolas).
• Sócio-econômicos
• Habitação, saneamento, vacinação, renda familiar e grau de instrução
dos pais.
Pneumonias
• Fisiopatologia Proteção Respiratória Natural
• Nariz
• Filtração das partículas
• Faringe e Traquéia
• Reflexo da epiglote
• Reflexo da tosse
•Adesão e expulsão de partículas
pelo muco secretado pelas células
ciliadas
• Pulmão
•Substâncias imuneslocais
(complemento, antiproteases,
lisoenzimase fibronectina)
Pneumonias
• Fisiopatologia
• A infecção ocorre quando um ou mais desses
mecanismos estão alterados e/ou são suplantados pela
virulência do agente infeccioso
• Infecção viral prévia
• ↑
secreção;
• ↓
atividade ciliar;
• ↓
da ação bactericida dos macrófagos alveolares;
• Alteram a produção de anticorpos.
Pneumonias
• Fisiopatologia
• Aquisição de pneumonia por contiguidade, a partir de infecções
parietais torácicas ou de infecções intra-abdominais.
Alterações na Defesa
Lesão Prévia
+
Foco InfecciosoEP
+
Pneumonias
• Etiologia
• Viral
• Bacteriana
• Fúngica
• Protozoótica
• Química
• Migração Larvária
Pneumonias
• Etiologia
• Pneumonia Bacteriana
• Os principais responsáveis são:
• Streptococcus pneumoniae
• Haemophilus influenzae.
• O agente etiológico estará intimamente relacionado com a faixa etária,
com a competência imunológica da criança e se há patologia de base.
Pneumonias
• Etiologia
• Pneumonia Bacteriana
• Pacientes Imunocomprometidos
• Gram negativos:
• Klebsiella, E. coli , Pseudomonas, Salmonella;
• Pneumocystis Carinii;
• M. tuberculosis;
• Legionella pneumophyla;
• S. aureus;
• Fungos.
Pneumonias
• Etiologia
• Pneumonia Bacteriana
• Intra-hospitalar
• S. aureus
• Bacilos gram negativos
• Fungos
• Pneumonia aspirativa crônica
• Anaeróbios
Pneumonias
• Pneumonia Bacteriana
• Manifestações Clínicas
• Gerais:
• Febre, calafrios, cefaleia, irritabilidade, letargia e queixas gastrintestinais.
• Pulmonares:
• Batimento de asa de nariz, taquipneia, dispneia ou apneia, tiragem intercostal
e abdominal;
• Tosse;
• ↑
FR, ausculta muitas vezes pobre.
Pneumonias
• Pneumonia Bacteriana
• Manifestações Clínicas
• Pleurais
• Dor torácica, limitaçãodos movimentos respiratórios, respiraçãoentrecortada.
• Extrapulmonares
• Abscesso de pele e outros tecidos, otite média, sinusite, conjuntivite,
epiglotite, meningite, rinofaringite;
• Exantema, hemólise e distúrbios neurológicos;
• Exantema petequial e artrite.
Pneumonias
• Pneumonia Bacteriana
• Diagnóstico
• Radiológico
• Avaliar extensão do acometimento;
• Sugere etiologia do processo
• Pneumatocele – S. aureus
• Pseudotumoral – Klebsiella
• Presença de complicações
• Derrame pleural, atelectasia, pneumotórax
Pneumonias
• Pneumonia Bacteriana
• Diagnóstico
• Laboratorial
• HC: pouco valor, leucocitose com neutrofilia e desvio à esquerda, anemia e
plaquetopenia;
• VHS e PCR: aumentados;
• Hemocultura: não é indicada em pneumonia simples e sim nos casos que
requer internação;
• Cultura do trato respiratório;
• Bacterioscopia do derrame pleural;
• Biópsia pulmonar, transbrônquica.
Pneumonias
• Pneumonia Bacteriana
• Diagnóstico Diferencial
• Doenças de vias aéreas superiores e inferiores e também as doenças
infecciosas não respiratórias;
• Asma, infecções virais de vias aéreas superiores, pneumopatias
crônicas: displasia broncopulmonar, mucoviscidose, atelectasia e corpo
estranho;
• Todo quadro de tosse com febre é suspeito de pneumonia até que se
exclua o diagnóstico.
DOENÇA PULMONAR
OBSTRUTIVA CRÔNICA
DPOC-doença pulmonar obstrutiva
crônica
• DEFINIÇÃO
É uma doença evitável e tratável. Caracterizada pela
limitação ao fluxo aéreo que não é totalmente reversível.
Esta limitação ao fluxo, geralmente é progressiva, e
associada a uma resposta inflamatória anormal do
pulmão à partículas ou gases nocivos.
DPOC-doença pulmonar obstrutiva
crônica
Onde a doença altera?
Brônquios
Bronquíolo
→ bronquite crônica
 bronquiolite constrictiva
Parênquima → enfisema
Vasculatura → hipertensão pulmonar
DPOC-doença pulmonar obstrutiva
crônica
FISIOPATOLOGIA
↑do n de glândulas secretoras na mucosa
↑do n de células caliciformes
 disfunção ciliar
 injúria e recuperação na pequena via aérea com
remodelação estrutural: colágeno+lesão cicatricial →
obstrução fixa
 dilatação e destruição dos bronquíolos respiratórios
e vasos capilares → enfisema + HT pulmonar e cor
pulmonar
DPOC-doença pulmonar obstrutiva
crônica
CLÍNICO
Tosse produtiva mucoide ou mucopurulenta
Dispneia
DPOC-doença pulmonar obstrutiva
crônica
Sinais de hiperinsuflação:
>7 arcos costais na linha hemiclavicular retificação
diafragmática concavidade diafragmática ↑da distância
entre o esterno e a aorta > 2,5 cm retificação dos arcos
costais área cardíaca na linha mediana.
DPOC-doença pulmonar obstrutiva
crônica
Achados:
áreas oligoêmicas
espessamento das paredes brônquicas
↑do diâmetro da artéria pulmonar
nódulos menores que 1cm → neoplasias
pequenos derrames pleurais
DPOC-doença pulmonar obstrutiva
crônica
TRATAMENTO
Afastar os fatores de risco
Fatores agravantes:
1)  bloqueadores
2) IVE
Fisioterapia respiratória: tapotagem e drenagem
postural
Abstenção do fumo
DPOC-doença pulmonar obstrutiva
crônica
2 AGONISTAS
 AÇÃO:
 relaxamento da musculatura lisa das vias
aéreas
 Estimulam receptores beta-2 adrenérgicos
aumentam o AMP cíclico antagonizando a
broncoconstricção
DPOC-doença pulmonar obstrutiva
crônica
4. BRONCODILATADORES
1) Anticolinérgicos
“o tônus colinérgico ou broncomotor corresponde a um
grau de contração brônquica existente em repouso que
depende da ação colinérgica vagal e que pode ser
diminuído pelos anticolinérgicos”
DPOC-doença pulmonar obstrutiva
crônica
Brometo de ipratrópio
Derivado quaternário da amônia.
Ação: bloquea receptores m1, m2 e m3.
início de ação: 30 minutos
duração: 4 a 6 horas
Dose: nebulímetro: aerossol dosimetrado
cada puff = 20 mcg. Usar de 2 a 4 puffs a cada
6 horas.
solução para NBZ: 20 gotas = 250mcg.
usar de 20/40 gotas a cada 4/6 horas
Obs: dissocia-se lentamente dos 3.
DPOC-doença pulmonar obstrutiva
crônica
Receptores colinérgicos - classificação:
♦ muscarínicos:
m1- broncoconstrictores
m2 – ativam acetilcolina  broncodilatação
m3 - broncoconstrictores
DPOC-doença pulmonar obstrutiva
crônica
Brometo de Tiotrópio
derivado quaternário da amônia
dissocia-se lentamente de M1 e M3 e rapidamente de
M2
dose: 5 mcg/dia (02 puffs) pela manhã de preferência
OBS: melhora o VEF1 em até 13% nos primeiros 15
dias
DPOC - broncodilatadores
EFEITOS COLATERAIS:
 taquicardia sinusal
 tremores de extremidades
 hipocalemia
ASMA BRÔNQUICA
TRATAMENTO
Corticóide inalatório
- é o principal medicamento
- efeitos colaterais:
▪ inibição do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal
▪ diminuição da massa óssea
▪ deficit do crescimento
▪ distúrbios psiquiátricos
▪ candidose oral
ASMA BRÔNQUICA
TRATAMENTO
Corticóide sistêmico
- usado na exacerbação grave
- prednisona/prednisolona:
▪ 1 a 2mg/Kg/dia. Máximo: 60mg/dia
- efeitos colaterais: DM2, HAS, Cushing,
Osteoporose, Obesidade, Necrose da cabeça do fêmur
DPOC – doença pulmonar obstrutiva
crônica
EXACERBAÇÃO – como reconhecê-la?
 Fatores pulmonares
 infecções respiratórias
- é a mais importante
 piora gradual da DPOC
 pneumotorax
 TEP
DPOC – doença pulmonar obstrutiva
crônica
Fatores extrapulmonares
 cardíacos: arritmias
IAM
ICC
 sedativos
 outras drogas
DPOC – doença pulmonar obstrutiva
crônica
Como reconhecer a infecção?
expectoração mucóide → purulenta
volume da expectoração ↑
↑da dispnéia
Agentes etiológicos mais comuns
 Haemophilus influenzae
 Streptococcus pneumoniae
 Moraxella catarrhalis
 Vírus
• Pseudomonas aeruginosa
DPOC – doença pulmonar obstrutiva
crônica
• O que fazer?  ANTIBIOTICOTERAPIA
azitromicina/claritromicina/Telitromicina
-lactâmico+inibidor de -lactamase
Cefuroxima
Quinolonas respiratórias: levofloxacino
moxifloxacino
gemifloxacino
Quionolonas não-respiratórias: ciprofloxacino, se há
suspeita de Pseudomonas
Aula 1 pneumonias e DPOC.pptx

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a Aula 1 pneumonias e DPOC.pptx

03 Afecções Do Sistema Respiratório.pdf
03 Afecções Do Sistema Respiratório.pdf03 Afecções Do Sistema Respiratório.pdf
03 Afecções Do Sistema Respiratório.pdfGustavoWallaceAlvesd
 
CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO CLIENTE COM DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS 3.pptx
CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO CLIENTE COM DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS 3.pptxCUIDADOS DE ENFERMAGEM AO CLIENTE COM DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS 3.pptx
CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO CLIENTE COM DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS 3.pptxJessiellyGuimares
 
DPOC - Doenca Pulmonar Obstrutiva Cronica
DPOC - Doenca Pulmonar Obstrutiva CronicaDPOC - Doenca Pulmonar Obstrutiva Cronica
DPOC - Doenca Pulmonar Obstrutiva CronicaAna Hollanders
 
Distúrbios respiratórios agudos no P.S. infantil: laringite x crise asmática
Distúrbios respiratórios agudos no P.S. infantil: laringite x crise asmáticaDistúrbios respiratórios agudos no P.S. infantil: laringite x crise asmática
Distúrbios respiratórios agudos no P.S. infantil: laringite x crise asmáticaLaped Ufrn
 
Doenças respiratórias. modificação 05.06
Doenças respiratórias. modificação 05.06Doenças respiratórias. modificação 05.06
Doenças respiratórias. modificação 05.06Lincolm Aguiar
 
Doença pulmonar-obstrutiva-crônica-dpoc
Doença pulmonar-obstrutiva-crônica-dpocDoença pulmonar-obstrutiva-crônica-dpoc
Doença pulmonar-obstrutiva-crônica-dpocsaulo vinicius
 
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC).pptx
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC).pptxDOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC).pptx
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC).pptxssuser32f71c
 
Documento.docx
Documento.docxDocumento.docx
Documento.docxLorrayne26
 
Insuficiência Respiratória
Insuficiência RespiratóriaInsuficiência Respiratória
Insuficiência RespiratóriaFlávia Salame
 
Doença brônquica difusa
Doença brônquica difusaDoença brônquica difusa
Doença brônquica difusaupload718
 

Semelhante a Aula 1 pneumonias e DPOC.pptx (20)

03 Afecções Do Sistema Respiratório.pdf
03 Afecções Do Sistema Respiratório.pdf03 Afecções Do Sistema Respiratório.pdf
03 Afecções Do Sistema Respiratório.pdf
 
CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO CLIENTE COM DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS 3.pptx
CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO CLIENTE COM DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS 3.pptxCUIDADOS DE ENFERMAGEM AO CLIENTE COM DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS 3.pptx
CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO CLIENTE COM DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS 3.pptx
 
DPOC Exacerbado
DPOC ExacerbadoDPOC Exacerbado
DPOC Exacerbado
 
DPOC - Doenca Pulmonar Obstrutiva Cronica
DPOC - Doenca Pulmonar Obstrutiva CronicaDPOC - Doenca Pulmonar Obstrutiva Cronica
DPOC - Doenca Pulmonar Obstrutiva Cronica
 
caso clínico
caso clínicocaso clínico
caso clínico
 
Distúrbios respiratórios agudos no P.S. infantil: laringite x crise asmática
Distúrbios respiratórios agudos no P.S. infantil: laringite x crise asmáticaDistúrbios respiratórios agudos no P.S. infantil: laringite x crise asmática
Distúrbios respiratórios agudos no P.S. infantil: laringite x crise asmática
 
SLIDE- PNEUMONIA 2022.pptx
SLIDE- PNEUMONIA  2022.pptxSLIDE- PNEUMONIA  2022.pptx
SLIDE- PNEUMONIA 2022.pptx
 
Doenças respiratórias. modificação 05.06
Doenças respiratórias. modificação 05.06Doenças respiratórias. modificação 05.06
Doenças respiratórias. modificação 05.06
 
Aula de PID - UERJ
Aula de PID - UERJAula de PID - UERJ
Aula de PID - UERJ
 
Doença pulmonar-obstrutiva-crônica-dpoc
Doença pulmonar-obstrutiva-crônica-dpocDoença pulmonar-obstrutiva-crônica-dpoc
Doença pulmonar-obstrutiva-crônica-dpoc
 
Farmacologia antiasmatico
Farmacologia   antiasmaticoFarmacologia   antiasmatico
Farmacologia antiasmatico
 
5.doc
5.doc5.doc
5.doc
 
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC).pptx
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC).pptxDOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC).pptx
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC).pptx
 
Documento.docx
Documento.docxDocumento.docx
Documento.docx
 
Insuficiência Respiratória
Insuficiência RespiratóriaInsuficiência Respiratória
Insuficiência Respiratória
 
Síndromes respiratórias
Síndromes respiratóriasSíndromes respiratórias
Síndromes respiratórias
 
Bronquiectasia
BronquiectasiaBronquiectasia
Bronquiectasia
 
Doença brônquica difusa
Doença brônquica difusaDoença brônquica difusa
Doença brônquica difusa
 
1ª aula tcar
1ª aula tcar1ª aula tcar
1ª aula tcar
 
Tuberculose
TuberculoseTuberculose
Tuberculose
 

Mais de NgelaNascimento11

HEPATITESS VIRAIS EM SAÚDE DA ENFERMAGEM
HEPATITESS VIRAIS EM SAÚDE DA ENFERMAGEMHEPATITESS VIRAIS EM SAÚDE DA ENFERMAGEM
HEPATITESS VIRAIS EM SAÚDE DA ENFERMAGEMNgelaNascimento11
 
POLÍTICAS PÚBLICAS SAUDE DO IDOSO.pptx
POLÍTICAS PÚBLICAS SAUDE DO IDOSO.pptxPOLÍTICAS PÚBLICAS SAUDE DO IDOSO.pptx
POLÍTICAS PÚBLICAS SAUDE DO IDOSO.pptxNgelaNascimento11
 
FISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO.pptx
FISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO.pptxFISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO.pptx
FISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO.pptxNgelaNascimento11
 
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL PAPEL DA ENFERMAGEM
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL PAPEL DA ENFERMAGEMACIDENTE VASCULAR CEREBRAL PAPEL DA ENFERMAGEM
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL PAPEL DA ENFERMAGEMNgelaNascimento11
 
POLÍTICAS PÚBLICAS SAUDE DO IDOSO.pptx
POLÍTICAS PÚBLICAS SAUDE DO IDOSO.pptxPOLÍTICAS PÚBLICAS SAUDE DO IDOSO.pptx
POLÍTICAS PÚBLICAS SAUDE DO IDOSO.pptxNgelaNascimento11
 
Vigilância Sanitária e Serviços de Saúde.pptx
Vigilância Sanitária e Serviços de Saúde.pptxVigilância Sanitária e Serviços de Saúde.pptx
Vigilância Sanitária e Serviços de Saúde.pptxNgelaNascimento11
 
FISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO.pptx
FISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO.pptxFISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO.pptx
FISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO.pptxNgelaNascimento11
 
Leite_materno_alimento_perfeito_para_dar_e_doar.pptx
Leite_materno_alimento_perfeito_para_dar_e_doar.pptxLeite_materno_alimento_perfeito_para_dar_e_doar.pptx
Leite_materno_alimento_perfeito_para_dar_e_doar.pptxNgelaNascimento11
 
A importância da nutrição para um desenvolvimento saudável.ppt
A importância da nutrição para um desenvolvimento saudável.pptA importância da nutrição para um desenvolvimento saudável.ppt
A importância da nutrição para um desenvolvimento saudável.pptNgelaNascimento11
 
ACIDENTE_VASCULAR_CEREBRAL.pptx
ACIDENTE_VASCULAR_CEREBRAL.pptxACIDENTE_VASCULAR_CEREBRAL.pptx
ACIDENTE_VASCULAR_CEREBRAL.pptxNgelaNascimento11
 
Leite_materno_alimento_perfeito_para_dar_e_doar.pptx
Leite_materno_alimento_perfeito_para_dar_e_doar.pptxLeite_materno_alimento_perfeito_para_dar_e_doar.pptx
Leite_materno_alimento_perfeito_para_dar_e_doar.pptxNgelaNascimento11
 

Mais de NgelaNascimento11 (16)

HEPATITESS VIRAIS EM SAÚDE DA ENFERMAGEM
HEPATITESS VIRAIS EM SAÚDE DA ENFERMAGEMHEPATITESS VIRAIS EM SAÚDE DA ENFERMAGEM
HEPATITESS VIRAIS EM SAÚDE DA ENFERMAGEM
 
POLÍTICAS PÚBLICAS SAUDE DO IDOSO.pptx
POLÍTICAS PÚBLICAS SAUDE DO IDOSO.pptxPOLÍTICAS PÚBLICAS SAUDE DO IDOSO.pptx
POLÍTICAS PÚBLICAS SAUDE DO IDOSO.pptx
 
FISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO.pptx
FISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO.pptxFISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO.pptx
FISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO.pptx
 
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL PAPEL DA ENFERMAGEM
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL PAPEL DA ENFERMAGEMACIDENTE VASCULAR CEREBRAL PAPEL DA ENFERMAGEM
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL PAPEL DA ENFERMAGEM
 
POLÍTICAS PÚBLICAS SAUDE DO IDOSO.pptx
POLÍTICAS PÚBLICAS SAUDE DO IDOSO.pptxPOLÍTICAS PÚBLICAS SAUDE DO IDOSO.pptx
POLÍTICAS PÚBLICAS SAUDE DO IDOSO.pptx
 
Vigilância Sanitária e Serviços de Saúde.pptx
Vigilância Sanitária e Serviços de Saúde.pptxVigilância Sanitária e Serviços de Saúde.pptx
Vigilância Sanitária e Serviços de Saúde.pptx
 
FISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO.pptx
FISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO.pptxFISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO.pptx
FISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO.pptx
 
CONVULSAO.ppt
CONVULSAO.pptCONVULSAO.ppt
CONVULSAO.ppt
 
saude da criança (1).pptx
saude da criança (1).pptxsaude da criança (1).pptx
saude da criança (1).pptx
 
Leite_materno_alimento_perfeito_para_dar_e_doar.pptx
Leite_materno_alimento_perfeito_para_dar_e_doar.pptxLeite_materno_alimento_perfeito_para_dar_e_doar.pptx
Leite_materno_alimento_perfeito_para_dar_e_doar.pptx
 
SARA.pptx
SARA.pptxSARA.pptx
SARA.pptx
 
A importância da nutrição para um desenvolvimento saudável.ppt
A importância da nutrição para um desenvolvimento saudável.pptA importância da nutrição para um desenvolvimento saudável.ppt
A importância da nutrição para um desenvolvimento saudável.ppt
 
ACIDENTE_VASCULAR_CEREBRAL.pptx
ACIDENTE_VASCULAR_CEREBRAL.pptxACIDENTE_VASCULAR_CEREBRAL.pptx
ACIDENTE_VASCULAR_CEREBRAL.pptx
 
Leite_materno_alimento_perfeito_para_dar_e_doar.pptx
Leite_materno_alimento_perfeito_para_dar_e_doar.pptxLeite_materno_alimento_perfeito_para_dar_e_doar.pptx
Leite_materno_alimento_perfeito_para_dar_e_doar.pptx
 
ela.pptx
ela.pptxela.pptx
ela.pptx
 
Derrame-Pleural-.pptx
Derrame-Pleural-.pptxDerrame-Pleural-.pptx
Derrame-Pleural-.pptx
 

Último

63mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm7769.pdf
63mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm7769.pdf63mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm7769.pdf
63mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm7769.pdfLEANDROSPANHOL1
 
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfA HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfMarceloMonteiro213738
 
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdfPLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdfHELLEN CRISTINA
 
avaliação pratica. pdf
avaliação pratica.                           pdfavaliação pratica.                           pdf
avaliação pratica. pdfHELLEN CRISTINA
 
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdfAromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdfanalucia839701
 
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTALDEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTALCarlosLinsJr
 
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteinaaula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteinajarlianezootecnista
 
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obrasosnikobus1
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfPastor Robson Colaço
 
Técnica Shantala para bebês: relaxamento
Técnica Shantala para bebês: relaxamentoTécnica Shantala para bebês: relaxamento
Técnica Shantala para bebês: relaxamentoPamelaMariaMoreiraFo
 
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.pptos-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.pptfernandoalvescosta3
 
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999vanessa270433
 
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfDengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfEduardoSilva185439
 
MICROBIOLOGIA aula curso tecnico em enfermagem.pdf
MICROBIOLOGIA  aula  curso tecnico em enfermagem.pdfMICROBIOLOGIA  aula  curso tecnico em enfermagem.pdf
MICROBIOLOGIA aula curso tecnico em enfermagem.pdfkathleenrichardanton
 

Último (14)

63mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm7769.pdf
63mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm7769.pdf63mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm7769.pdf
63mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm7769.pdf
 
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfA HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
 
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdfPLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
 
avaliação pratica. pdf
avaliação pratica.                           pdfavaliação pratica.                           pdf
avaliação pratica. pdf
 
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdfAromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
 
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTALDEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
 
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteinaaula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
 
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
 
Técnica Shantala para bebês: relaxamento
Técnica Shantala para bebês: relaxamentoTécnica Shantala para bebês: relaxamento
Técnica Shantala para bebês: relaxamento
 
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.pptos-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
 
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
 
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfDengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
 
MICROBIOLOGIA aula curso tecnico em enfermagem.pdf
MICROBIOLOGIA  aula  curso tecnico em enfermagem.pdfMICROBIOLOGIA  aula  curso tecnico em enfermagem.pdf
MICROBIOLOGIA aula curso tecnico em enfermagem.pdf
 

Aula 1 pneumonias e DPOC.pptx

  • 2. Pneumonias • Conceito • Quadros infecciosos do trato respiratório inferior, geralmente agudos, que comprometem os alvéolos, os brônquios e o espaço intersticial.
  • 3. Pneumonias • Fatores de Risco • Hospedeiro • Faixa etária, estado nutricional, estado imunológico, baixo peso ao nascer, desmame precoce, viroses pregressas, má-formações anatômicas e patologiasde bases. • Ambientais • Poluição atmosférica e intradomiciliar (cigarro, bolor), aglomerações (creches, escolas). • Sócio-econômicos • Habitação, saneamento, vacinação, renda familiar e grau de instrução dos pais.
  • 4. Pneumonias • Fisiopatologia Proteção Respiratória Natural • Nariz • Filtração das partículas • Faringe e Traquéia • Reflexo da epiglote • Reflexo da tosse •Adesão e expulsão de partículas pelo muco secretado pelas células ciliadas • Pulmão •Substâncias imuneslocais (complemento, antiproteases, lisoenzimase fibronectina)
  • 5. Pneumonias • Fisiopatologia • A infecção ocorre quando um ou mais desses mecanismos estão alterados e/ou são suplantados pela virulência do agente infeccioso • Infecção viral prévia • ↑ secreção; • ↓ atividade ciliar; • ↓ da ação bactericida dos macrófagos alveolares; • Alteram a produção de anticorpos.
  • 6. Pneumonias • Fisiopatologia • Aquisição de pneumonia por contiguidade, a partir de infecções parietais torácicas ou de infecções intra-abdominais. Alterações na Defesa Lesão Prévia + Foco InfecciosoEP +
  • 7. Pneumonias • Etiologia • Viral • Bacteriana • Fúngica • Protozoótica • Química • Migração Larvária
  • 8. Pneumonias • Etiologia • Pneumonia Bacteriana • Os principais responsáveis são: • Streptococcus pneumoniae • Haemophilus influenzae. • O agente etiológico estará intimamente relacionado com a faixa etária, com a competência imunológica da criança e se há patologia de base.
  • 9. Pneumonias • Etiologia • Pneumonia Bacteriana • Pacientes Imunocomprometidos • Gram negativos: • Klebsiella, E. coli , Pseudomonas, Salmonella; • Pneumocystis Carinii; • M. tuberculosis; • Legionella pneumophyla; • S. aureus; • Fungos.
  • 10. Pneumonias • Etiologia • Pneumonia Bacteriana • Intra-hospitalar • S. aureus • Bacilos gram negativos • Fungos • Pneumonia aspirativa crônica • Anaeróbios
  • 11. Pneumonias • Pneumonia Bacteriana • Manifestações Clínicas • Gerais: • Febre, calafrios, cefaleia, irritabilidade, letargia e queixas gastrintestinais. • Pulmonares: • Batimento de asa de nariz, taquipneia, dispneia ou apneia, tiragem intercostal e abdominal; • Tosse; • ↑ FR, ausculta muitas vezes pobre.
  • 12. Pneumonias • Pneumonia Bacteriana • Manifestações Clínicas • Pleurais • Dor torácica, limitaçãodos movimentos respiratórios, respiraçãoentrecortada. • Extrapulmonares • Abscesso de pele e outros tecidos, otite média, sinusite, conjuntivite, epiglotite, meningite, rinofaringite; • Exantema, hemólise e distúrbios neurológicos; • Exantema petequial e artrite.
  • 13. Pneumonias • Pneumonia Bacteriana • Diagnóstico • Radiológico • Avaliar extensão do acometimento; • Sugere etiologia do processo • Pneumatocele – S. aureus • Pseudotumoral – Klebsiella • Presença de complicações • Derrame pleural, atelectasia, pneumotórax
  • 14. Pneumonias • Pneumonia Bacteriana • Diagnóstico • Laboratorial • HC: pouco valor, leucocitose com neutrofilia e desvio à esquerda, anemia e plaquetopenia; • VHS e PCR: aumentados; • Hemocultura: não é indicada em pneumonia simples e sim nos casos que requer internação; • Cultura do trato respiratório; • Bacterioscopia do derrame pleural; • Biópsia pulmonar, transbrônquica.
  • 15. Pneumonias • Pneumonia Bacteriana • Diagnóstico Diferencial • Doenças de vias aéreas superiores e inferiores e também as doenças infecciosas não respiratórias; • Asma, infecções virais de vias aéreas superiores, pneumopatias crônicas: displasia broncopulmonar, mucoviscidose, atelectasia e corpo estranho; • Todo quadro de tosse com febre é suspeito de pneumonia até que se exclua o diagnóstico.
  • 17. DPOC-doença pulmonar obstrutiva crônica • DEFINIÇÃO É uma doença evitável e tratável. Caracterizada pela limitação ao fluxo aéreo que não é totalmente reversível. Esta limitação ao fluxo, geralmente é progressiva, e associada a uma resposta inflamatória anormal do pulmão à partículas ou gases nocivos.
  • 18. DPOC-doença pulmonar obstrutiva crônica Onde a doença altera? Brônquios Bronquíolo → bronquite crônica  bronquiolite constrictiva Parênquima → enfisema Vasculatura → hipertensão pulmonar
  • 19. DPOC-doença pulmonar obstrutiva crônica FISIOPATOLOGIA ↑do n de glândulas secretoras na mucosa ↑do n de células caliciformes  disfunção ciliar  injúria e recuperação na pequena via aérea com remodelação estrutural: colágeno+lesão cicatricial → obstrução fixa  dilatação e destruição dos bronquíolos respiratórios e vasos capilares → enfisema + HT pulmonar e cor pulmonar
  • 20. DPOC-doença pulmonar obstrutiva crônica CLÍNICO Tosse produtiva mucoide ou mucopurulenta Dispneia
  • 21. DPOC-doença pulmonar obstrutiva crônica Sinais de hiperinsuflação: >7 arcos costais na linha hemiclavicular retificação diafragmática concavidade diafragmática ↑da distância entre o esterno e a aorta > 2,5 cm retificação dos arcos costais área cardíaca na linha mediana.
  • 22. DPOC-doença pulmonar obstrutiva crônica Achados: áreas oligoêmicas espessamento das paredes brônquicas ↑do diâmetro da artéria pulmonar nódulos menores que 1cm → neoplasias pequenos derrames pleurais
  • 23. DPOC-doença pulmonar obstrutiva crônica TRATAMENTO Afastar os fatores de risco Fatores agravantes: 1)  bloqueadores 2) IVE Fisioterapia respiratória: tapotagem e drenagem postural
  • 25. DPOC-doença pulmonar obstrutiva crônica 2 AGONISTAS  AÇÃO:  relaxamento da musculatura lisa das vias aéreas  Estimulam receptores beta-2 adrenérgicos aumentam o AMP cíclico antagonizando a broncoconstricção
  • 26. DPOC-doença pulmonar obstrutiva crônica 4. BRONCODILATADORES 1) Anticolinérgicos “o tônus colinérgico ou broncomotor corresponde a um grau de contração brônquica existente em repouso que depende da ação colinérgica vagal e que pode ser diminuído pelos anticolinérgicos”
  • 27. DPOC-doença pulmonar obstrutiva crônica Brometo de ipratrópio Derivado quaternário da amônia. Ação: bloquea receptores m1, m2 e m3. início de ação: 30 minutos duração: 4 a 6 horas Dose: nebulímetro: aerossol dosimetrado cada puff = 20 mcg. Usar de 2 a 4 puffs a cada 6 horas. solução para NBZ: 20 gotas = 250mcg. usar de 20/40 gotas a cada 4/6 horas Obs: dissocia-se lentamente dos 3.
  • 28. DPOC-doença pulmonar obstrutiva crônica Receptores colinérgicos - classificação: ♦ muscarínicos: m1- broncoconstrictores m2 – ativam acetilcolina  broncodilatação m3 - broncoconstrictores
  • 29. DPOC-doença pulmonar obstrutiva crônica Brometo de Tiotrópio derivado quaternário da amônia dissocia-se lentamente de M1 e M3 e rapidamente de M2 dose: 5 mcg/dia (02 puffs) pela manhã de preferência OBS: melhora o VEF1 em até 13% nos primeiros 15 dias
  • 30. DPOC - broncodilatadores EFEITOS COLATERAIS:  taquicardia sinusal  tremores de extremidades  hipocalemia
  • 31.
  • 32. ASMA BRÔNQUICA TRATAMENTO Corticóide inalatório - é o principal medicamento - efeitos colaterais: ▪ inibição do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal ▪ diminuição da massa óssea ▪ deficit do crescimento ▪ distúrbios psiquiátricos ▪ candidose oral
  • 33. ASMA BRÔNQUICA TRATAMENTO Corticóide sistêmico - usado na exacerbação grave - prednisona/prednisolona: ▪ 1 a 2mg/Kg/dia. Máximo: 60mg/dia - efeitos colaterais: DM2, HAS, Cushing, Osteoporose, Obesidade, Necrose da cabeça do fêmur
  • 34. DPOC – doença pulmonar obstrutiva crônica EXACERBAÇÃO – como reconhecê-la?  Fatores pulmonares  infecções respiratórias - é a mais importante  piora gradual da DPOC  pneumotorax  TEP
  • 35. DPOC – doença pulmonar obstrutiva crônica Fatores extrapulmonares  cardíacos: arritmias IAM ICC  sedativos  outras drogas
  • 36. DPOC – doença pulmonar obstrutiva crônica Como reconhecer a infecção? expectoração mucóide → purulenta volume da expectoração ↑ ↑da dispnéia Agentes etiológicos mais comuns  Haemophilus influenzae  Streptococcus pneumoniae  Moraxella catarrhalis  Vírus • Pseudomonas aeruginosa
  • 37. DPOC – doença pulmonar obstrutiva crônica • O que fazer?  ANTIBIOTICOTERAPIA azitromicina/claritromicina/Telitromicina -lactâmico+inibidor de -lactamase Cefuroxima Quinolonas respiratórias: levofloxacino moxifloxacino gemifloxacino Quionolonas não-respiratórias: ciprofloxacino, se há suspeita de Pseudomonas