EDUCAÇÃO ESPECIAL
OBJETIVO DO ENCONTRO
Orientar os Professores do ensino comum sobre a
educação escolar de alunos com necessidades
educacion...
EDUCAÇÃO ESPECIAL
Art. 58. Entende-se por educação especial, para
os efeitos desta Lei, a modalidade de educação
escolar o...
EDUCAÇÃO ESPECIAL
Art. 59. Os sistemas de ensino assegurarão aos
educandos com deficiência, transtornos globais do
desenvo...
RESOLUÇÃO SE 11, DE 31-1-2008
Dispõe sobre a educação escolar de alunos com
necessidades educacionais especiais nas escol...
NECESSIDADES EDUCACIONAIS
ESPECIAIS?
 necessidades decorrem de sua elevada capacidade
ou de suas dificuldades para aprend...
Avaliando saberes
construídos
Cada aluno tem sua própria história de
vida; sua própria história de
aprendizagem anterior
(...
 Avaliação - identificar potencialidades e
necessidades educacionais dos alunos e das
condições da escola e da família (B...
Caracteriza-se por um funcionamento intelectual inferior à
média (QI), associado a limitações adaptativas em pelo
menos du...
 abandona os graus de comprometimento intelectual, e
destaca o processo interativo entre as limitações funcionais
própria...
 Considerar como o indivíduo responde às
demandas da sociedade - os sistemas de apoio
 Observância de três critérios:
(a...
O modo como a pessoa enfrenta efetivamente
as exigências comuns da vida e o grau em que
experimenta uma certa independênci...
MUDANÇAS NA FORMA DE PENSAR E
AGIR:
 Não utilização de categorias ou classificações baseadas
em apenas um aspecto da pess...
INSTRUMENTOS PARA AVALIAÇÃO
PEDAGÓGICA
Anexo 1 (Resolução SE 11/2008)
Relatório de Coleta de Dados
Entrevista com Pais,...
1º momento – entrevista com a família – conhecimento
prévio do aluno: características do aluno; relacionamento
com a famí...
INDICADORES AVALIATIVOS(INICIAL)
 Informações complementares:
•desenvolvimento neuro-psico-motor;
•avaliações clínicas ex...
INDICADORES AVALIATIVOS (INICIAL)
2ºmomento – Nível de competência curricular
 todas as áreas curriculares a partir das e...
3ºmomento - áreas do desenvolvimento (funcionamento)
 biológicos, aspectos da percepção, motricidade,
desenvolvimento ver...
REGISTRO DO DESENVOLVIMENTO
Portfólio da classe
Portfólio do atendimento especializado
Ficha Individual do aluno
Del CEE 1...
COMPORTAMENTO ADAPTATIVO
(a) Habilidades conceituais – relacionadas aos
aspectos acadêmicos, cognitivos e de
comunicação. ...
PROBLEMAS EDUCACIONAIS DOS
INDIVÍDUOS COM DÉFICIT COGNITIVO
 Problemas no processamento da informação
 Problemas de aten...
 Problemas de linguagem
• Padrões imaturos de linguagem;
• Dificuldade em compreender termos/conceitos
abstratos;
• Inabi...
 Problemas de transferência e generalização da
aprendizagem
O indivíduo com déficit cognitivo desempenha uma
tarefa espec...
OBSERVAÇÕES NO
DESENVOLVIMENTO
Referência Curricular O aluno é capaz
Comunicação oral:
participar de situações de
intercâm...
OBSERVAÇÕES NO
DESENVOLVIMENTO
Referência
Curricular
O aluno é capaz
Escrita
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representação
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OBSERVAÇÕES NO
DESENVOLVIMENTO
Referência
Curricular
O aluno é capaz
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hipotética; corresp...
OBSERVAÇÕES NO
DESENVOLVIMENTO
Referência Curricular O aluno é capaz
Resolver problemas,
expressos oralmente
ou por enunci...
OBSERVAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO
Referência Curricular O aluno é capaz?(Que apoio?)
verbalmente, com modelo, no
seu contexto...
COMPORTAMENTO ADAPTATIVO
(b) Habilidades sociais – relacionadas à
competência social, dizem respeito às
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CARACTERÍSTICAS EM RELAÇÃO ÀS
HABILIDADES SOCIAIS
Habilidades Sociais
a) sensibilidade social - dificuldade para,
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Traços de comportamento
- falta de perseverança;
- rígido apego a determinadas respostas, resistência a
mudanças;
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O aluno é capaz
*Profissional
Hábitos e atitudes para
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Curricular/
conteúdos
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familiares
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COMPORTAMENTO ADAPTATIVO
(c) Habilidades práticas – relacionadas ao
exercício da autonomia. São exemplos: as
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Curricular/
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pessoal:
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Representação
social;
Familiaridade;
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Sinalização:
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Familiaridade,
Utilização...
*Referência Curricular/
conteúdos
O aluno é capaz
Transporte/comunicação:
Meios, Conhecimento,
Familiaridade, Utilização
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FATORES PREDISPONENTES - CAUSAS
Segundo o DSM-IV-TR (2003. p. 77) as causas de ordem
primária podem ser: biológicas e/oups...
ALTERAÇÕES PRECOCES DO DESENVOLVIMENTO
EMBRIONÁRIO:
incluem alterações cromossômicas (por exemplo:
síndrome de Down devido...
CONDIÇÕES MÉDICAS GERAIS CONTRAÍDAS NO
INÍCIO DA INFÂNCIA
(aproximadamente 5%): incluem infecções, traumas e
envenenamento...
FLEXIBILIZAÇÕES/ADEQUAÇÕES/ ADAPTAÇÕES
CURRICULARES
RES.CNE/CEB 02, de 11/09/ 2001 –art.8º
III – flexibilizações e adaptaç...
ADAPTAÇÕES CURRICULARES
Consistem no conjunto das intervenções que são
realizadas espontânea ou intencionalmente, tornando...
As adaptações curriculares não podem
correr o risco de produzirem na mesma sala de
aula um currículo de segunda categoria,...
Expectativas Adaptadas
LEGENDA
RS – realiza satisfatoriamente/RP – realiza parcialmente/CA – realiza com ajuda
NR – não realiza
Registradas na Ficha Individual do aluno, devem ser aquelas
realizadas pelo Professor e pela escola.
adaptação de acesso ...
Adaptá-las as características e estilos de aprendizagem
dos alunos.
Em dupla e em grupo.
Incentivar a utilização de rec...
Colagens (figuras, fotos, manchetes, gravuras,
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Assistir a determinado programa e registrar (palavras,
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Form...
Elaborar questões objetivas (verdadeiro/falso;
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palavras cruzadas......
SE A PROVA FOR IGUAL A DOS COLEGAS
Marcar a prova com antecedência.
Ler os enunciados em voz alta, certificando-se de qu...
Não fazer anotações na folha da prova (sobretudo
juízos de valor).
Valorizar na correção da prova, não só o que está
exp...
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  1. 1. EDUCAÇÃO ESPECIAL
  2. 2. OBJETIVO DO ENCONTRO Orientar os Professores do ensino comum sobre a educação escolar de alunos com necessidades educacionais especiais (para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação/LDB) nas escolas da rede estadual de ensino: -Identificação -Atendimento -Avaliação.
  3. 3. EDUCAÇÃO ESPECIAL Art. 58. Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou Superdotação.(Redação dada pela Lei nº 12.796/ 2013) Leia mais: http://www.cpt.com.br/ldb/da-educacao-es - LDB - Lei de Diretrizes e Bases da Educação atualizada)
  4. 4. EDUCAÇÃO ESPECIAL Art. 59. Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação: I – currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades; II – terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências, e aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar para os superdotados;
  5. 5. RESOLUÇÃO SE 11, DE 31-1-2008 Dispõe sobre a educação escolar de alunos com necessidades educacionais especiais nas escolas da rede estadual de ensino fundamentada  Constituições Federal e Estadual,  Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional,  Estatuto da Criança e do Adolescente  Indicação nº 70/07  Deliberação nº 68/07 do Conselho Estadual de Educação
  6. 6. NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS?  necessidades decorrem de sua elevada capacidade ou de suas dificuldades para aprender.  Associada à dificuldade de aprendizagem – não à deficiência(s)  deslocar o foco do aluno e direcioná-lo para as respostas educacionais que eles requerem – evitando enfatizar os seus atributos ou condições pessoais que podem interferir na sua aprendizagem e escolarização.(profecia auto-realizadora).  ”O que a escola pode fazer para dar respostas às necessidades educacionais dos alunos?”
  7. 7. Avaliando saberes construídos Cada aluno tem sua própria história de vida; sua própria história de aprendizagem anterior (conjunto de saberes já construídos e aprendidos)
  8. 8.  Avaliação - identificar potencialidades e necessidades educacionais dos alunos e das condições da escola e da família (BRASIL, MEC/SEESP, 2006, p. 9).  identificação é de responsabilidade da equipe definida pela Diretoria de Ensino e Escola;  O atendimento escolar a ser oferecido ...deverá ser orientado por avaliação pedagógica realizada (cuidado com os encaminhamentos) Princípios básicos e norteadores
  9. 9. Caracteriza-se por um funcionamento intelectual inferior à média (QI), associado a limitações adaptativas em pelo menos duas áreas de habilidades (comunicação, autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e trabalho), que ocorrem antes dos 18 anos de idade.  AAIDD (Associação Americana sobre Deficiência Intelectual e de Desenvolvimento, antiga AAMR - American Association on Mental Retardation) e o Manual Diagnóstico e Estatístico de Deficiência Mental/Intelectual
  10. 10.  abandona os graus de comprometimento intelectual, e destaca o processo interativo entre as limitações funcionais próprias dos indivíduos e as possibilidades adaptativas que lhes são disponíveis em seus ambientes de vida  A Organização Mundial de Saúde (OMS) aprovou a mudança do termo Deficiência Mental por Deficiência Intelectual em outubro de 2004, em um documento intitulado Declaração de Montreal sobre Deficiência Intelectual. Deficiência Mental/Intelectual
  11. 11.  Considerar como o indivíduo responde às demandas da sociedade - os sistemas de apoio  Observância de três critérios: (a) o funcionamento intelectual; (b) o comportamento adaptativo; (c) a idade de início das manifestações (O que a criança consegue fazer em comparação com crianças da mesma idade cronológica.(desvio padrão); Conceito da deficiência Intelectual A deficiência mental afeta entre 2 e 3% da população geral e 1% das crianças em idade escolar. No Brasil, 1,6% da população apresenta essa condição, valor provavelmente subestimado, mas suficiente para ser considerada como problema de saúde pública .
  12. 12. O modo como a pessoa enfrenta efetivamente as exigências comuns da vida e o grau em que experimenta uma certa independência pessoal compatível com sua faixa etária, bem como o grau de bagagem sócio-cultural do contexto comunitário no qual se insere.  objeto de observação e análise por parte dos conviventes com a criança (Professor e Professor Especialista) COMPORTAMENTO ADAPTATIVO
  13. 13. MUDANÇAS NA FORMA DE PENSAR E AGIR:  Não utilização de categorias ou classificações baseadas em apenas um aspecto da pessoa ( Quociente de inteligência –QI)  clareza na descrição das habilidades adaptativas e suas limitações que interferem na capacidade de enfrentar o ambiente pessoal/social - se apoiar em uma abordagem multidimensional e não somente o aspecto cognitivo  Diagnostico para planejar a intervenção e os apoios necessários - deve ser claro para o planejamento de intervenções necessárias buscando a autonomia intelectual e o desenvolvimento das habilidades (não se prender as limitações funcionais)
  14. 14. INSTRUMENTOS PARA AVALIAÇÃO PEDAGÓGICA Anexo 1 (Resolução SE 11/2008) Relatório de Coleta de Dados Entrevista com Pais,Professores e Alunos Roteiro de Avaliação Pedagógica Registro Adaptações Curriculares
  15. 15. 1º momento – entrevista com a família – conhecimento prévio do aluno: características do aluno; relacionamento com a família, antecedentes de atendimentos, expectativa, desenvolvimento escolar e outros indicadores – anexo 1) Conhecimento prévio sobre o aluno Aspectos conhecidos pela escola: • histórico de nascimento • histórico familiar • rotina e convivência familiar • atividades de seu cotidiano • preferências do aluno • trajetória escolar • avaliações pedagógicas anteriores REFERENCIAL SOBRE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM INDICADORES AVALIATIVOS(INICIAL)
  16. 16. INDICADORES AVALIATIVOS(INICIAL)  Informações complementares: •desenvolvimento neuro-psico-motor; •avaliações clínicas existentes; •atendimentos clínicos recebidos; •hipótese diagnóstica ou diagnóstico médico; •Observar pelo RA do aluno – se frequentou Classe Especial/ Sala de Recursos/ Itinerância/ Escolas Especiais.
  17. 17. INDICADORES AVALIATIVOS (INICIAL) 2ºmomento – Nível de competência curricular  todas as áreas curriculares a partir das expectativas de aprendizagem geral/ habilidades. (Avaliação Inicial/ Processual-bimestralmente) observação e análise por parte dos conviventes com a criança (Professor do ensino comum) Encaminhamento para os SAPES
  18. 18. 3ºmomento - áreas do desenvolvimento (funcionamento)  biológicos, aspectos da percepção, motricidade, desenvolvimento verbal, memória e desenvolvimento sócio- afetivo. (Professor Especialista) Os sistemas de apoio - considerar como o indivíduo responde às demandas da sociedade INDICADORES AVALIATIVOS (INICIAL)
  19. 19. REGISTRO DO DESENVOLVIMENTO Portfólio da classe Portfólio do atendimento especializado Ficha Individual do aluno Del CEE 120/2013 e Ind CEE 121/2013
  20. 20. COMPORTAMENTO ADAPTATIVO (a) Habilidades conceituais – relacionadas aos aspectos acadêmicos, cognitivos e de comunicação. São exemplos dessas habilidades: a linguagem (receptiva e expressiva); a leitura e escrita; os conceitos relacionados ao exercício da autonomia.
  21. 21. PROBLEMAS EDUCACIONAIS DOS INDIVÍDUOS COM DÉFICIT COGNITIVO  Problemas no processamento da informação  Problemas de atenção  Problemas de memória • Apresenta dificuldade em lembrar uma sequencia de direções ou tarefas; • Apresenta dificuldade em gravar fatos ocorridos em curto espaço de tempo: • Compreende a tarefa no dia, porém é incapaz de repeti-la no dia seguinte; • Tem a memorização auxiliada por meio da manipulação de material concreto - (conjunção de sistemas atuantes: visual, tátil e cognitivo).
  22. 22.  Problemas de linguagem • Padrões imaturos de linguagem; • Dificuldade em compreender termos/conceitos abstratos; • Inabilidade para adaptar os comportamentos aos pedidos/ordens verbais; • Dificuldade em expressar-se por meio da linguagem oral; • Tendência a respostas “sim/não”; • Necessidade de dicas para respostas verbais. PROBLEMAS EDUCACIONAIS DOS INDIVÍDUOS COM DÉFICIT COGNITIVO
  23. 23.  Problemas de transferência e generalização da aprendizagem O indivíduo com déficit cognitivo desempenha uma tarefa específica em uma situação, mas não é capaz de realizá-la em outra.  (EMMEL, Maria Luísa Guillaumon. Deficiência Mental. In: PALHARES, Marina Silveira; MARINS, Simone Cristina. Escola Inclusiva. São Carlos: EDUFSCar, 2002..) PROBLEMAS EDUCACIONAIS DOS INDIVÍDUOS COM DÉFICIT COGNITIVO
  24. 24. OBSERVAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO Referência Curricular O aluno é capaz Comunicação oral: participar de situações de intercâmbio oral, ouvindo com atenção; formular e responder perguntas; explicar e compreender explicações; manifestar opiniões sobre o assunto tratado... Esperar sua vez de falar; Permanecer dentro do assunto da conversa; elaborar perguntas referentes aos assuntos tratados; dar a informação; escutar atentamente; compreender instruções orais; participar de comentários; dar um recado simples que ouviu; usar a comunicação para a sua autonomia.
  25. 25. OBSERVAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO Referência Curricular O aluno é capaz Escrita Avaliar o tipo de representação gráfica utilizada pelo aluno escrita do próprio nome, palavras e textos Nível de escrita; Escrever individualmente com base em sua hipótese de escrita. Realizar a produção de escrita através da hipótese em que se encontra, percebendo a função da escrita; apresentar postura de escrita (uso do lápis, papel e direção da escrita).
  26. 26. OBSERVAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO Referência Curricular O aluno é capaz Leitura Ler o seu nome de maneira hipotética; corresponder segmentos da fala a segmentos do texto; Ler textos de seu cotidiano de maneira hipotética apoiando-se na ilustração
  27. 27. OBSERVAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO Referência Curricular O aluno é capaz Resolver problemas, expressos oralmente ou por enunciados escritos, envolvendo as operações, em situações relacionadas a seus diversos significados *generalizar/ transferir e aplicar estratégias já aprendidas em situações problemas diferentes daqueles em que foram adquiridas;
  28. 28. OBSERVAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO Referência Curricular O aluno é capaz?(Que apoio?) verbalmente, com modelo, no seu contexto, de forma dirigida, situações de brincadeira, com ajuda direta do professor ou colega
  29. 29. COMPORTAMENTO ADAPTATIVO (b) Habilidades sociais – relacionadas à competência social, dizem respeito às trocas sociais com outros indivíduos. São exemplos dessas habilidades: a responsabilidade; a auto-estima; as habilidades interpessoais; a credulidade e ingenuidade (probabilidade de ser enganado, manipulado e alvo de abuso ou violência etc.); a observância de regras, normas e leis; evitar vitimização.
  30. 30. CARACTERÍSTICAS EM RELAÇÃO ÀS HABILIDADES SOCIAIS Habilidades Sociais a) sensibilidade social - dificuldade para, - reconhecer expressões faciais; - não responder a um “olhar” do professor; b) insight social - dificuldade para, - antecipar futuros comportamentos de outras pessoas; - julgamento moral; c) comunicação social, -falta de habilidade para comunicar pensamentos e sentimentos.
  31. 31. Traços de comportamento - falta de perseverança; - rígido apego a determinadas respostas, resistência a mudanças; - persistência em escolher comportamentos inadequados; - falta de autoconceito; - poucas inspirações e metas; - estranhamento de locais não-familiares; - suscetibilidade à depressão; - maiores níveis de ansiedade; - humor instável. CARACTERÍSTICAS EM RELAÇÃO AOS TRAÇOS DE COMPORTAMENTO DE UM INDIVÍDUO
  32. 32. *Referência Curricular/ conteúdos O aluno é capaz *Profissional Hábitos e atitudes para o trabalho Assiduidade, Pontualidade, Cooperação, Organização do material, Cuidado com o material, limpeza do material e setor, disciplina, Responsabilidade, Aceitação de supervisão. Observações no desenvolvimento
  33. 33. *Referência Curricular/ conteúdos O aluno é capaz Comportamento sócio- afetivo “o como” aluno interage e atua junto ao meio e com o outro pode ser observado em situação do momento em que o indivíduo esteja inserido em atividades conjuntas (brincadeiras, atividades lúdicas, danças, ações cotidianas, etc.); - probabilidade de ser enganado, manipulado e alvo de abuso ou violência etc.; Observações no desenvolvimento
  34. 34. *Referência Curricular/ conteúdos O aluno é capaz *Familiar - sistema de interações e relações familiares - Participa de atividades com a família e amigos: festas; - Identifica pessoas da família por suas características, nomes Observações no desenvolvimento
  35. 35. COMPORTAMENTO ADAPTATIVO (c) Habilidades práticas – relacionadas ao exercício da autonomia. São exemplos: as atividades de vida diária: alimentar-se e preparar alimentos; arrumar a casa; deslocar- se de maneira independente; utilizar meios de transporte; tomar medicação; manejar dinheiro; usar telefone; cuidar da higiene e do vestuário; as atividades ocupacionais – laborativas e relativas a emprego e trabalho; as atividades que promovem a segurança pessoal.
  36. 36. *Referência Curricular/ conteúdos O aluno é capaz *Aparência pessoal: Conceituação; Representação social; Familiaridade; Cuidado pessoal rotineiro Ex. Lava as mãos/ensaboa/ esfrega/enxuga, sem ajuda; escova os dentes sem ajuda; penteia-se sem ajuda; localiza e guarda os objetos de higiene; Identifica a roupa que quer usar por cor e modelo. Observações no desenvolvimento
  37. 37. *Referência Curricular/ conteúdos O aluno é capaz Dependência e independência de hábitos Posiciona-se adequadamente à mesa. Demonstra adequação e independência ao alimentar-se, ao vestir-se. Observações no desenvolvimento
  38. 38. *Referência Curricular/ conteúdos O aluno é capaz Trânsito/ Regras: : Sinalização: Conhecimento, Familiaridade, Utilização funcional rotineira Ex. Reconhece ruas movimentadas/ travessias/ farol...; Utiliza estas regras com acompanhante... - Momento de travessia da linha de trem e da avenida – sem noção de perigo; -- anda em ruas da cidade sozinho Observações no desenvolvimento
  39. 39. *Referência Curricular/ conteúdos O aluno é capaz Transporte/comunicação: Meios, Conhecimento, Familiaridade, Utilização funcional rotineira Ex.Reconhece e sabe andar sem acompanhante no ônibus; Ex. Reconhece e sabe utilizar os seguintes meios de comunicação: rádio e televisão Observações no desenvolvimento
  40. 40. FATORES PREDISPONENTES - CAUSAS Segundo o DSM-IV-TR (2003. p. 77) as causas de ordem primária podem ser: biológicas e/oupsicossociais. - aproximadamente 30 a 40% dos indivíduos avaliados em contextos clínicos não é identificada. HEREDITARIEDADE: inclui erros inatos do metabolismo, herdados, em sua maior parte, por meio de mecanismos autossômicos recessivos, outras anormalidades em um só gene com herança mendeliana e expressão variável (por exemplo: esclerose tuberosa) e aberrações cromossômicas (por exemplo: síndrome de Down, síndrome do x frágil);
  41. 41. ALTERAÇÕES PRECOCES DO DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO: incluem alterações cromossômicas (por exemplo: síndrome de Down devido à trissomia 21) ou dano pré- natal causado por toxinas (por exemplo: consumo materno de álcool, infecções); PROBLEMAS DA GRAVIDEZ E PERINATAIS (aproximadamente 10%): incluem desnutrição fetal, prematuridade, hipóxia, infecções e traumatismos); TRANSTORNOS MENTAIS: incluem Transtorno Autista e outros Transtornos Globais do Desenvolvimento; FATORES PREDISPONENTES - CAUSAS
  42. 42. CONDIÇÕES MÉDICAS GERAIS CONTRAÍDAS NO INÍCIO DA INFÂNCIA (aproximadamente 5%): incluem infecções, traumas e envenenamento (por exemplo: chumbo); INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS E OUTROS TRANSTORNOS MENTAIS: incluem privação de afeto e cuidados, bem como de estimulação social, lingüística e outras, e transtornos mentais graves (por exemplo: Transtorno Autista). FATORES PREDISPONENTES - CAUSAS
  43. 43. FLEXIBILIZAÇÕES/ADEQUAÇÕES/ ADAPTAÇÕES CURRICULARES RES.CNE/CEB 02, de 11/09/ 2001 –art.8º III – flexibilizações e adaptações curriculares que considerem o significado prático e instrumental dos conteúdos básicos, metodologias de ensino e recursos didáticos diferenciados e processos de avaliação adequados ao desenvolvimento dos alunos que apresentam necessidades educacionais especiais, em consonância com o projeto pedagógico da escola, respeitada a frequência obrigatória;
  44. 44. ADAPTAÇÕES CURRICULARES Consistem no conjunto das intervenções que são realizadas espontânea ou intencionalmente, tornando o currículo apropriado, dinâmico, alterável, com possibilidades de ampliação, a fim de dar respostas às dificuldades dos alunos com necessidades educacionais especiais.
  45. 45. As adaptações curriculares não podem correr o risco de produzirem na mesma sala de aula um currículo de segunda categoria, que possa denotar a simplificação ou a descontextualização do conhecimento. O Relatório Individual de Adaptação Curricular compõe a pasta do aluno (inclusive para acompanhar transferência), devendo ficar acessível aos seus professores, familiares e órgãos de inspeção escolar. O documento levará a assinatura: da equipe envolvida nas decisões, do diretor do estabelecimento de ensino e do aluno ou de seu responsável .
  46. 46. Expectativas Adaptadas
  47. 47. LEGENDA RS – realiza satisfatoriamente/RP – realiza parcialmente/CA – realiza com ajuda NR – não realiza
  48. 48. Registradas na Ficha Individual do aluno, devem ser aquelas realizadas pelo Professor e pela escola. adaptação de acesso ao espaço = rampa deslizante, elevador, banheiro, pátio de recreio, barras de apoio, alargamento de portas adaptação de acesso ao currículo= material ampliado e em Braille, utilização de pranchas ou presilhas para não deslizar o papel, suporte; interlocutor, LIBRAS, imagens e ilustrações para os surdos; instruções menores, modelos, escriba, ledor, para deficiente intelectual POSSIBILIDADES PARA AS ADAPTAÇÕES CURRICULARES
  49. 49. Adaptá-las as características e estilos de aprendizagem dos alunos. Em dupla e em grupo. Incentivar a utilização de recursos de informática. Solicitar para que o aluno se pronuncie a respeito de determinado assunto, a partir de um ou mais estímulos visuais (ex. comparar dois quadros de pintores de estilos diferentes; comentar sobre determinada paisagem ou diferentes paisagens). POSSIBILIDADES PARA AS ADAPTAÇÕES CURRICULARES
  50. 50. Colagens (figuras, fotos, manchetes, gravuras, palavras, símbolos, imagens...) sobre determinado assunto, seguida de comentário a respeito do que foi feito. Visitar determinado lugar; solicitar registros (fotos, esquemas, gravação de voz, filmagem, texto, figuras, folder...) do mesmo e pedir para o aluno comentar sobre tal experiência. POSSIBILIDADES PARA AS ADAPTAÇÕES CURRICULARES
  51. 51. Assistir a determinado programa e registrar (palavras, frases, textos, imagem...) para posterior conversa e debate. Formular questões que levem o aluno a: levantar problemas; levantar hipóteses; checar hipóteses; reconhecer a má utilização de conceitos ou princípios; identificar o princípio quando for utilizado; discriminar entre o conceito e outros conceitos intimamente relacionados; usar o princípio para explicar o que aconteceu numa situação. POSSIBILIDADES PARA AS ADAPTAÇÕES CURRICULARES
  52. 52. Elaborar questões objetivas (verdadeiro/falso; associações, caça-palavras, preenchimento de lacunas, palavras cruzadas...) Apresentar figuras ou imagens para serem colocadas na ordem correta (tempo, importância, tamanho etc.) POSSIBILIDADES PARA AS ADAPTAÇÕES CURRICULARES
  53. 53. SE A PROVA FOR IGUAL A DOS COLEGAS Marcar a prova com antecedência. Ler os enunciados em voz alta, certificando-se de que ele compreendeu as questões - se não souber ler. Prestar a orientação necessária para que ele compreenda o que está sendo pedido e possa responder da melhor maneira possível. Respeitar o seu ritmo permitindo-lhe quando necessário concluir na aula seguinte ou em outro lugar (sala da coordenação pedagógica, biblioteca...)
  54. 54. Não fazer anotações na folha da prova (sobretudo juízos de valor). Valorizar na correção da prova, não só o que está explícito como também o implícito e adaptar os critérios de correção para a sua realidade. Pesquisar, principalmente, sobre a natureza do erro(s) cometido(s). Registrar a nota na folha da prova depois que retomar a prova com ele e verificar, oralmente, o que ele quis dizer com o que escreveu. SE A PROVA FOR IGUAL A DOS COLEGAS
  55. 55. Endereço

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