Avaliação no ciclo

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Um olhar para o processo avaliativo no Ciclo de Alfabetização

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Avaliação no ciclo

  1. 1. Avaliação no Ciclo de Alfabetização Coordenadora Magda Marques Luziânia, 16 de junho de 2015.
  2. 2. Avaliar é uma atividade constante na vida do ser humano Avaliamos O tempo Os alimentos A nós mesmos Os outros O espaço As informações
  3. 3. • Diagnóstica (início do processo) • Formativa (durante o processo) • Somativa (ao fim do processo) E a avaliação escolar?
  4. 4. Como avaliar bem? Para avaliar, os objetivos devem estar muito claros, pois só poderei avaliar, sabendo o que espero do meu aluno. Quando tenho claro o que pretendo ensinar, mais claro ficará o que preciso avaliar. É preciso compreender que a avaliação não é o fim e sim parte do processo. avaliar aprender ensinar
  5. 5. O quantitativo e o qualitativo se complementam. Não podemos desconsiderar os dados quantitativos de uma escola, se isso ocorrer os exames nacionais e internacionais tornam-se vazios. É preciso ter um referencial de resultado pedagógico para que através de tentativas o construamos passo a passo. O resultado da avaliação não fala apenas sobre o aluno, fala sobre o professor, o currículo, a gestão.
  6. 6. A avaliação deve construir pontes e não levantar muros. Instrumentos de avaliação no ciclo de alfabetização Um conhecido instrumento de avaliação da alfabetização é a Provinha Brasil, aplicada no 2º ano, para diagnosticar o nível de conhecimento da leitura e da apropriação do sistema de escrita. Temos ainda a ANA aplicada ao terceiro ano.
  7. 7. Avaliação da leitura • A forma como se avalia a leitura depende da concepção sobre o que é ler. • Conforme orientações do PACTO, a habilidade de leitura deve avançar mais do que apenas ler palavras soltas. É necessário adquirir autonomia, condições para ler e compreender textos de gêneros diversos e atender a diferentes finalidades.
  8. 8. Recomendações para aplicar os instrumentos de avaliação de leitura • A avaliação de compreensão de textos pode ser realizada em qualquer etapa de escolaridade. No entanto, é importante reconhecer que a compreensão de um texto lido por outra pessoa (leitor experiente) não ocorre do mesmo modo que a compreensão de textos lidos pelo próprio estudante. Diferentes conhecimentos e estratégias são mobilizados nos dois tipos de situação. No caso dos instrumentos propostos pelo Caderno de Avaliação do Pacto, o objetivo é avaliar a compreensão de textos lidos com autonomia.
  9. 9. Recomendações sobre a aplicação dos instrumentos de avaliação de leitura • Por pretender avaliar a leitura com autonomia, é importante que • a leitura dos enunciados (o comando das questões) seja realizada pelo professor; • a leitura dos textos e alternativas das questões seja realizada pelos alunos; • nas questões abertas, as respostas sejam escritas pelos alunos.
  10. 10. A avaliação da produção textual • Ao trabalharmos em sala de aula com produção textual, seja com gêneros orais ou escritos, uma variedade de aspectos pode ser alvo de reflexão e avaliação. • Quem escreve avalia o próprio texto, e nesse caso, avaliar pode significar rever, corrigir, reescrever, rascunhar, passar a limpo, confirmar ou negar hipóteses no ato da escrita, o que não precisa ser necessariamente realizado apenas na escola numa única aula. É preciso também que o professor se volte para a sua própria visão de texto e de avaliação e, principalmente, que considere as repercussões das marcas da sua correção (EVANGELISTA et al, 2009 p. 29).
  11. 11. O registro de acompanhamento da aprendizagem • No caderno intitulado Currículo na alfabetização: concepções e princípios (unidade 1 – anos 1, 2ne 3), no item compartilhando, são apresentados dois modelos de registro de acompanhamento da aprendizagem. • Em “O acompanhamento da aprendizagem das crianças: sugestão de instrumento de registro da aprendizagem” são encontrados quadros por eixo de ensino. • No quadro de produção textual foram selecionados quatro itens de verificação na avaliação dos textos. Tais critérios podem ser acompanhados periodicamente e, a depender das demandas, os professores podem inserir ou retirar outros aspectos. • Em “Perfil de grupo: sugestão de instrumento de acompanhamento da turma”, o professor terá em mãos uma orientação para saber como mapear aspectos mais gerais do ensino da língua, traçando um perfil da turma.
  12. 12. O valor da avaliação não está no instrumento em si mas no uso que se faz dele. (Mendez 2002)
  13. 13. Dimensões do Ensino da Oralidade • É necessário definir objetivos didáticos explícitos relativos a pelos menos quatro dimensões que envolvem o desenvolvimento da linguagem oral. São elas: • valorização de textos escritos de tradição oral; • oralização do texto escrito; • variação linguística e relações entre fala e escrita; • produção e compreensão de gêneros orais.
  14. 14. A avaliação da oralidade • Uma forma de avaliar algumas habilidades voltadas para oralidade é traçar roteiros de observação considerando as expectativas de aprendizagem da etapa correspondente e as peculiaridades da comunidade na qual a escola está inserida. • No âmbito do Pacto são apresentados quatro roteiros que poderão auxiliar o(a) professor(a) a observar as habilidades que os alunos já dominam e as que precisam ser foco mais sistemático de abordagem em sala de aula. Com o roteiro de observação e o registro da turma, será mais fácil planejar situações didáticas que abordem o eixo oral como objeto de ensino.
  15. 15. Considerações sobre o processo de avaliação na alfabetização • As reflexões aqui apresentadas nos mostram a importância da avaliação no processo de alfabetização, focando diferentes eixos do ensino da língua. • Salientamos que nem sempre é possível avaliar ao mesmo tempo todas as habilidades, entretanto é importante que o professor planeje e garanta momentos para diagnosticar os estudantes e, diante de tais informações, redimensione sua prática, buscando a progressão das aprendizagens. • No ciclo da alfabetização é muito importante ter clareza quanto aos conhecimentos subjacentes a cada ano. Sabendo o que devemos ensinar em cada etapa de escolarização, fica mais fácil saber que ações devem ser desenvolvidas para que essa aprendizagem seja possível.
  16. 16. Obrigada e até a próxima!

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