Envelhecimento fisiológico

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Envelhecimento fisiológico

  1. 1. Envelhecimento Fisiológico Prof. Ms Guilherme Gularte De Agostini
  2. 2. Sistema Cardiovascular <ul><li> Volume plasmático e [Células vermelhas] </li></ul><ul><li> Retorno venoso e transporte de O2 </li></ul><ul><li> Relação de capilares / fibras musculares </li></ul><ul><li> Débito Cardíaco Muscular </li></ul><ul><li> Complacência Cardíaca </li></ul><ul><li> Volume Diastólico Final e  Contribuição Atrial. </li></ul><ul><li> Volume cardíaco </li></ul>
  3. 3. <ul><li> Débito Cardíaco e Volume Sistólico </li></ul><ul><li> Elasticidade dos vasos sangüíneos </li></ul><ul><li> RPT, Pressão Arterial </li></ul><ul><li> Atividade da Miosina ATPase cardíaca </li></ul><ul><li> Contratilidade Cardíaca </li></ul><ul><li> Estimulação simpática do Nodo AS </li></ul><ul><li> Freqüência Cardíaca Máxima </li></ul>Sistema Cardiovascular
  4. 4. Sistema Respiratório <ul><li> Elasticidade Pulmonar </li></ul><ul><li> Trabalho Respiratório </li></ul><ul><li> Tamanho do Alvéolo </li></ul><ul><li> Capacidade de Difusão e  do Espaço Morto </li></ul><ul><li> Número de capilares pulmonares </li></ul><ul><li> Taxa Ventilação / Perfusão diminuída </li></ul>
  5. 5. Sistema Muscular <ul><li> Massa Muscular </li></ul><ul><li> Metabolismo Basal e da Geração de Força </li></ul><ul><li> Número de Fibras IIa e IIb </li></ul><ul><li> Capacidade de Executar Força </li></ul><ul><li> Tamanho das Unidades Motoras </li></ul><ul><li> Capacidade de Executar Força </li></ul>
  6. 6. Ossos <ul><li> Conteúdo Mineral </li></ul><ul><li>Osteoporose e aumentada incidência de Fraturas </li></ul><ul><li> do Stiffness do complexo músculo tendão Articulação </li></ul><ul><li> Mobilidade Articular </li></ul><ul><li> Conteúdo de Água intra vertebral </li></ul><ul><li> chance de fratura por compressão </li></ul>
  7. 7. Composição Corporal <ul><li> Gordura Abdominal </li></ul><ul><li> chance DAC, Diabetes II, dor Lombar </li></ul><ul><li> % de Gordura </li></ul><ul><li> mobilidade,  VO 2 máx. relativo </li></ul><ul><li> LBM </li></ul><ul><li> Taxa Metabólica Basal </li></ul>
  8. 8. Declínio das Funções Fisiológicas entre 30 e 70 anos <ul><li>Débito Cardíaco =  30% </li></ul><ul><li>Freqüência Cardíaca máx. =  24% </li></ul><ul><li>Capacidade Vital =  24% </li></ul><ul><li>Taxa Metabólica Basal =  10% </li></ul><ul><li>Massa Muscular =  25% </li></ul><ul><li>Velocidade d Condução Nervosa =  40% </li></ul>
  9. 9. Declínio nas Capacidades Físicas <ul><li>VO2máx. =  50% </li></ul><ul><li>VO2máx.  5 a 15% / 10 anos =  DC x  dif a-vO2 </li></ul><ul><li> DC   FC >  VS </li></ul><ul><li> VS   Frank Starling - mesmo c/  VDF -  Fração de ejeção [< contratilidade] </li></ul><ul><li> dif a-vO2   N o Células vermelhas e  Capacidade Anaeróbia . </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Força =  25% </li></ul><ul><li> A.S.T.,  Densidade Muscular e  da gordura intramuscular (  >  ) </li></ul><ul><li>Atrofia Seletiva (fibras II [60% jovens]  [30% aos 80 anos]) </li></ul>Declínio nas Capacidades Físicas
  11. 11. <ul><li>Pressão Arterial Elevada [PA = DC (PS) x RPT (PD)] </li></ul><ul><li>-  RPT   Rigidez dos vasos (deposição de cálcio na elástina, e troca da mesma por colágeno) </li></ul><ul><li>-  RPT   PD   PS (  P) </li></ul>Declínio nas Capacidades Físicas
  12. 12. Implicações Nutricionais <ul><li>Inadequada ingestão protéica pode ser uma causa importante da Sarcopenia </li></ul><ul><li>Recomendação = 0,8 a 1 gr/kg/dia (RDA) </li></ul><ul><li>Bunker et al, (1987) realizaram um trabalho sobre balanço N2 e taxa de ingestão proteíca (de 1 a 1,25 gr/kg/dia promovia retenção Nitrogenada). </li></ul><ul><li>Dos 946 Idosos avaliados, somente 50% ingeriam tal quantidade. </li></ul><ul><li>Motivo   força de mordida (fraqueza nos dentes) </li></ul>
  13. 13. Treinamento Resistido e Envelhecimento
  14. 14. Objetivos Fisiológicos do Treinamento Resistido <ul><li>Coração   VS e  Segurança Cardiovascular </li></ul><ul><li>Cont Muscular Resistida   RPT (  PD)   Necessidade de uma Sístole mais forte (Crônica)   Espessura ventricular. </li></ul><ul><li> Força Muscular   Esforço voluntário para mesma carga   Estresse Cardiovascular </li></ul><ul><li>CMResistida   RPT (  PD)   tempo de sístole e do VS   Refluxo Aórtico   Perfusão das Coronárias. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Neuro Motor   Força </li></ul><ul><li> Força (MI)   Velocidade de movimento   VO2máx </li></ul><ul><li> Força e do Equilíbrio e da coordenação   Incidência de quedas   traumas Ortopédicos. </li></ul><ul><li> Força   Independência física e da atividade espontânea   Gasto Energético. </li></ul>Objetivos Fisiológicos do Treinamento Resistido
  16. 16. <ul><li>Ósseo   Densidade Óssea </li></ul><ul><li>Treinamento Resistido (compressão)   deposição de sais minerais   Fragilidade óssea   Incidência de Fraturas. </li></ul>Objetivos Fisiológicos do Treinamento Resistido
  17. 17. <ul><li>Composição Corporal   LBM e  MG </li></ul><ul><li>Treinamento Resisitido   Síntese Protéica   TMB   MG. </li></ul><ul><li>Metabolismo   Sensibilidade Insulina,  TMB, etc... </li></ul><ul><li>Colesterol </li></ul><ul><li>Risco DII </li></ul><ul><li>Obesidade </li></ul><ul><li>Hipertensão </li></ul>Objetivos Fisiológicos do Treinamento Resistido
  18. 18. Trabalhos relacionados às variáveis fisiológicas
  19. 19. Coração - McCartney et al. (1993) <ul><li>Metodologia </li></ul><ul><li>- 12 semanas de TR em adultos Idosos </li></ul><ul><li>- 2 x 10 rep c/ 60 e 80% 1RM </li></ul><ul><li>- 2’ de intervalo entre séries </li></ul><ul><li>- 3 testes </li></ul><ul><li>- Realização de testes a 60 e 80% pré e pós Treinamento </li></ul>
  20. 20. <ul><li>Resultados </li></ul><ul><li>- 1RM  25% MI e  54% MS </li></ul><ul><li>- Força Pós x carga Pré </li></ul><ul><li>- PS  247mmHg  206mmHg / PD  156mmHg  116mmHg. </li></ul><ul><li>- Duplo Produto = FC x PAS/100   268   196 </li></ul><ul><li>- Inalterado Força Pós x Carga Pós. </li></ul>Coração - McCartney et al. (1993)
  21. 21. Força - Evans (1999) <ul><li>Objetivo : treinamento resistido de alta intensidade (80% 1RM) dos extensores e flexores do joelho. </li></ul><ul><li>- Voluntários  Homens 60 – 72 anos </li></ul><ul><li>- Resultados  Flexor:  227% 1RM; Extensor:  107% </li></ul><ul><li>- Volume muscular  11,5% (33,5% TI e 27,5% TII) e  Significativo VO2máx. </li></ul>
  22. 22. <ul><li>- Homens e Mulheres Frágeis (87 – 96 anos) </li></ul><ul><li>- 8 semanas treinamento </li></ul><ul><li>-  180% 1RM e 11%  AST muscular </li></ul>Força - Evans (1999)
  23. 23. Metabolismo Basal – Lemmer (2001) <ul><li>24 semanas de treinamento resistido </li></ul><ul><li>- 3 x semana 5 a 15RM </li></ul><ul><li>- Resultados:  1211kcal/dia  1267 kcal/dia </li></ul><ul><li>- Kcal/ LBM = CTE </li></ul><ul><li>- Força: </li></ul>
  24. 24. Recomendações para Prescrição do Exercício no Envelhecimento <ul><li>Teste Ergométrico Resistido (8REP / 80%1RM); </li></ul>
  25. 25. Pressão Arterial e Exercício Não Resistido
  26. 26. Pressão Arterial e Exercício Não Resistido
  27. 27. Recomendações para Prescrição do Exercício no Envelhecimento <ul><li>Teste Ergométrico Resistido (8REP / 80%1RM); </li></ul><ul><li>Escolha dos Exercícios  Respeitar o Princípio da Especificidade do Gesto e Metabólica. </li></ul>
  28. 29. Especificidade Metabólica Treino de Força Treino de RML F F RML RML
  29. 30. Recomendações para Prescrição do Exercício no Envelhecimento <ul><li>Teste Ergométrico Resistido (8REP / 80%1RM); </li></ul><ul><li>Exercícios  Respeitar o Princípio da Especificidade do Gesto e Metabólica. </li></ul><ul><li>Velocidade de Movimento </li></ul>
  30. 31. Efeito da Velocidade de Movimento
  31. 32. <ul><li>Baseado nos diferentes limiares de ativação das UMs, as que possuem baixo limiar serão recrutadas primeiro . Isso acontece em tarefas que exigem pouca força. </li></ul><ul><li>A medida que aumenta a exigência de força da tarefa, aumenta-se a intensidade do impulso nervoso, ultrapassando o limiar de ativação das UMs de grande limiar. </li></ul>Ordem de Recrutamento das UMs
  32. 33. <ul><li>A ordem de recrutamento também é seletiva dentro da mesma UM , recrutando primeiro as UMs com menor capacidade de produzir força. </li></ul><ul><li>A capacidade de gerar força da UMs respondem ao número e tamanho das fibras musculares que o nervo motor inerva. </li></ul>Ordem de Recrutamento das UMs
  33. 34. Movimento Rápido <ul><li>Em alguns movimentos, o importante é produzir grande força num curto espaço de tempo, independente de a mesma ser menor que a Estática máxima . </li></ul><ul><li>A alta velocidade de movimento cria uma exceção ao recrutamento motor. </li></ul><ul><li>Tipo II a-b  Tipo I </li></ul>
  34. 35. Recomendações para Prescrição do Exercício no Envelhecimento <ul><li>Teste Ergométrico Resistido (8REP / 80%1RM); </li></ul><ul><li>Exercícios  Respeitar o Princípio da Especificidade do Gesto e Metabólica. </li></ul><ul><li>Velocidade de Movimento </li></ul><ul><li>Amplitude de Movimento </li></ul>
  35. 36. Amplitude de Movimento ½ Movimento Mov. Completo Q U A D R I C E P S G L U T E O S Q U A D R I C E P S G L U T E O S Qual a Necessidade do Movimento ?
  36. 37. Efeito do Ângulo Articular na PA
  37. 38. Recomendações para Prescrição do Exercício no Envelhecimento <ul><li>Teste Ergométrico Resistido (8REP / 80%1RM); </li></ul><ul><li>Exercícios  Respeitar o Princípio da Especificidade do Gesto e Metabólica. </li></ul><ul><li>Velocidade de Movimento </li></ul><ul><li>Amplitude de Movimento </li></ul><ul><li>Ação Muscular </li></ul>
  38. 39. Efeito da Ação Muscular
  39. 40. Resposta da PAM durante cada fase da Ação Muscular
  40. 41. Recomendações para Prescrição do exercício para a pessoa Idosa <ul><li>6) Uni x Bi-Lateral </li></ul>
  41. 42. Efeito do Déficit Bi-lateral Exercício Unilateral Exercício Bi-Lateral Recrutamento Motor 4 a 6%
  42. 43. RD 1 LP1 LP2 LP 1RM Rep. PA 200 250 300 350 100 150
  43. 44. Recomendações para Prescrição do exercício para a pessoa Idosa <ul><li>6) Uni x Bi-Lateral </li></ul><ul><li>7) Número de séries: Durante 3 meses, 1 igual a 3 series. </li></ul><ul><li>8) Freqüência Semanal: 2 a 3 x semana (  10 a 15% força/ semana). </li></ul><ul><li>2 x semana (  D. Óssea, Força) </li></ul><ul><li>9) Inspiração e expiração continuada (evitar Valsalva) Parecer do ACSM ? </li></ul>
  44. 45. Manobra de Valsalva

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