SlideShare uma empresa Scribd logo
SEGURANÇA DO PACIENTE
EM UNIDADES DE
URGÊNCIA/EMERGÊNCIA
ME. ENFº. AROLDO GAVIOLI
QUESTÃO DA SEGURANÇA
Problema antigo e mundial.
Questão ética do cuidado em saúde.
Responsabilidade - Enfermagem.
Promoção da saúde e segurança do
paciente.
Erro humano
“Uso, não intencional, de um plano
incorreto para alcançar um
objetivo(erro de planejamento),ou a
não execução a contento de uma
ação planejada (erro de execução).”
Reason, J. Human error. Cambridge University Press. 1990.
Diagnóstico situacional
De cada dez pacientes atendidos em um hospital, um
sofre pelo menos um evento adverso como:
• Queda
• Administração incorreta de medicamentos
• Falhas na identificação do paciente
• Erros em procedimentos cirúrgicos
• Infecções
• Mau uso de dispositivos e equipamentos médicos
Fatores humanos que contribuem para o
erro
Modelos para erros/acidentes
Como implementar a cultura de segurança
Como implementar a cultura de segurança
Princípio
É possível
Ambiente de
aprendizado
Procure soluções
• Faça as pessoas acreditarem que
segurança é responsabilidade de
todos.
• Segurança existe, comunique este
pressuposto.
• Documente erros e encoraje
discussões
• Possibilidades, exame horizontal
em equipe
Abordagem do erro
Exemplo
Lema de segurança da Bunge
" Ou se produz com segurança ou
não se produz de jeito nenhum"
Diagnóstico
Segurança do paciente em unidades de urgência
Assistir vídeo
• https://www.youtube.com/watch?v=5bApfeYeKx8
• LOS ANGELES - Os gêmeos do ator Dennis
Quaid, nascidos há 15 dias de uma mãe de
aluguel, se recuperam no Cedars-Sinai
Medical Center de um erro médico que
quase os matou. Eles e um outro bebê
receberam 10 mil unidades do
anticoagulante Heparina em vez da dose
certa para bebês de 10 unidades.
• Os três começaram a sangrar no domingo
em virtude da alta dose do remédio, usado
para limpar sondas intravenosas e evitar
coágulos. O hospital desculpou-se pelo
"erro evitável" causado pelo erro de um
funcionário que guardou um vidro de 10 mil
unidades num armário destinado a doses
de 100 mil unidades.
• Read
more: http://oglobo.globo.com/cultura/ge
meos-do-ator-dennis-quaid-se-recuperam-
de-erro-medico-em-los-angeles-
4139113#ixzz3B22ehCdO
Em nosso julgamento
A auxiliar de enfermagem deve ou não ser
condenada pelo evento adverso que
causou a morte da menina Stéfanie?
E o profissional de enfermagem que injetou
dose elevada de heparina nos filhos do
ator Dennis Quaid?
Segurança do paciente em unidades de urgência
Baxter
Heparina Baxter
COREN DE SÃO
PAULO, 2010
Iniciativa pioneira no Brasil
Órgão acreditador
em segurança do
paciente
A JCI (Joint Commission
International) identifica, mede e
compartilha melhores práticas de
qualidade e segurança do
paciente com o mundo.
Segurança do paciente no SUS
Identificação do paciente
Indispensável.
Sérias consequências para a segurança.
Medicação, transfusão de hemocomponentes, testes diagnósticos, procedimentos realizados em
pacientes errados e/ou em locais errados, entrega de bebês às famílias erradas, entre outros.
Identificar antes do início dos cuidados.
Meio adequado e padronizado de identificação.
Participação ativa do paciente e familiares.
Pontos importantes
1.
não use Idade, sexo, diagnóstico,
leito ou do quarto.
2.
Integridade da pele.
3.
Se não aceitar, encontre outras
formas.
Cuidado limpo e cuidado seguro
Higienizar as mãos é remover a
sujidade, suor, oleosidade, pelos e
células descamativas da microbiota
da pele, com a finalidade de
prevenir e reduzir as infecções
relacionadas a assistência à saúde.
5 momentos para higienização das mãos
Medidas sugeridas
I. Higienização das mãos com
água e sabão
2. Higienização das mãos com
fórmula à base de álcool
Segurança do paciente em unidades de urgência
Cateteres e sondas
A administração de fármacos e soluções:
• Prática comum.
• Vias erradas
• Possibilidade de conexão errada
• Graves consequências e até a morte do paciente.
• A capacitação, a orientação e o acompanhamento contínuo
sobre os riscos à segurança do paciente frente às conexões
erradas devem ser destinados a todos os profissionais de
saúde.
Pontos importantes
1.
Oriente os pacientes e familiares a não manusear os dispositivos,
não devendo realizar conexões ou desconexões, e que sempre
solicitem a presença do profissional de enfermagem.
2.
Identifique cateteres arteriais, venosos, peridurais e intratecais
com cores diferentes para garantir o manuseio seguro.
3.
Evite a utilização de injetores laterais nos sistemas arteriais,
venosos, peridurais e intratecais.
Pontos importantes
4.
Realize a higienização das mãos antes de
manipular os sistemas de infusão.
5.
Realize a desinfecção das conexões de
cateteres com solução antisséptica alcoólica e
gaze, por três vezes com movimentos
circulares, antes de desconectar os sistemas.
Pontos importantes
6.
Verifique os dispositivos antes de administração
de medicamentos e soluções.
7.
Posicione os sistemas de infusão em diferentes
sentidos
8.
Passagem de plantão
9.
Duplas checagem
Pontos importantes
10.
Padronize o uso de seringas específicas e
sistemas de infusão com conexão Luer
Lock para administração de medicamentos
por via oral ou por sondas enterais.
11.
Utilize somente equipos de cor azul para
infusão de dietas enterais
Pontos importantes
12.
Identifique bombas de infusão
13.
Fornecer capacitação para uso de novos dispositivos.
14.
Priorize dispositivos que previnam conexões
15.
Incentive o paciente e seus familiares a participar da confirmação
dos medicamentos e soluções que serão administrados.
Cirurgia segura
Promovendo a realização do procedimento
certo, no local e paciente corretos.
Enfatizando o uso de check-lists.
Listas específicas, dependendo da complexidade
dos procedimentos que são realizados.
Medidas sugeridas
1.
Comunicação eficaz.
2.
Identificação correta do paciente e local da cirurgia.
3.
confirme se o prontuário pertence ao paciente, se os procedimentos cirúrgicos e
anestésicos foram planejados e se estão anotados no prontuário, e se os exames
laboratoriais e de imagem são de fato do paciente.
4.
Confirme se os materiais imprescindíveis para realizar o procedimento encontram-se
na sala e se o carrinho de emergência está completo.
5.
Desenvolva check-lists
Medidas sugeridas
Lista de verificação recomendada pela OMS:
checar imediatamente antes (sign in - realizado antes da indução
anestésica);
checar antes (time out - realizado antes da incisão na pele);
checar depois (sign out - realizado antes de o paciente sair da
sala de cirurgia):
Sign in – antes da indução anestésica
Identificação, Consentimento informado e marcação do local da intervenção.
Conferência do equipamento de anestesia.
Monitoramento de oximetria.
Verificação de alergias.
Dificuldades de ventilação ou risco de aspiração.
Possíveis perdas sanguíneas.
Time out - antes da incisão na pele
Confirmação de todos os membros que compõem a equipe.
Confirmação do paciente, local da cirurgia e tipo de procedimento.
Verificação pelo cirurgião dos pontos críticos da cirurgia, duração do procedimento e perdas
sanguíneas.
Verificação pelo anestesista dos pontos críticos da anestesia.
Verificação pela enfermagem dos pontos críticos da assistência, como indicadores de esterilização e
equipamentos necessários para a cirurgia.
Realização de antibioticoterapia profilática.
Verificação da necessidade de equipamentos radiográficos.
Sign out - antes do paciente sair da sala de
cirurgia
Confirmação do procedimento realizado.
Conferência dos instrumentais, compressas e agulhas.
Conferência, identificação e armazenamento correto de material para
biópsia.
Anotação e encaminhamento de problemas com algum equipamento.
Cuidados necessários na recuperação anestésica.
Modelo de check-list
• Assistir vídeo youtube
• https://www.youtube.com/watch?v=20KBRy1hYQY
Transfusão de hemocomponentes
Transferência de intimidade imunológica de um indivíduo (doador)
para outro (receptor).
Indicações especificas e restritas.
Identificação do paciente e hemocomponente.
Limitar-se ao componente sanguíneo que o indivíduo necessita.
Erros na administração de sangue total e hemocomponentes
comprometem a segurança do paciente.
Medidas sugeridas
1.
Dupla checagem antes de iniciar a infusão.
2.
Bancos de sangue qualificados.
3.
Aqueça os componentes apenas em equipamentos
apropriados e em temperatura controlada.
4.
Nunca utilize aquecimento em banho-maria ou
micro-ondas.
Medidas sugeridas
5.
Avalie os sinais vitais do paciente imediatamente antes do
procedimento.
6.
Avalie a permeabilidade do cateter intravenoso e a ausência de
complicações, como infiltração ou flebite, antes da instalação do
produto.
7.
Realize a infusão em via exclusiva.
8.
Vigilância constante por 15 minutos, a fim de identificar possíveis
sinais de reações adversas . Após, avalie a cada 30 minutos.
Medidas sugeridas
9. Interrompa na vigência de sinais de reação adversa.
10. Mantenha a permeabilidade do cateter intravenoso com
solução salina.
11. Encaminhe a bolsa ao banco de sangue para análise.
12. Verifique SSVV.
13. Comunique o ocorrido ao médico responsável.
Medidas sugeridas
14.
Tempo máximo de 4 horas.
15.
observe o gerenciamento de resíduos ao descartar
a bolsa e equipo utilizados.
16
Certifique-se de que o paciente declarou
consentimento para a infusão desangue e
hemocomponentes.
Paciente envolvido na sua segurança
O paciente pode e deve
contribuir.
Deve ser estimulado a
participar da assistência.
Cuidados centrados no
paciente,.
Agentes ativos
Comunicação efetiva – passagem de
plantão
1.
Transmita informações em ambiente tranquilo
2.
Comunique as condições relevantes para os cuidados e
as alterações significativas em sua evolução.
3.
Informe sobre os procedimentos realizados e, no caso de
crianças, qual familiar acompanhou sua realização.
4.
Registre as informações em instrumento padronizado na
instituição para que a comunicação seja efetiva e segura.
Registro em prontuário
1. Prontuário correto
2. Data e horário
3. Local adequado, Legível e sem rasuras.
4. Abreviaturas padronizadas.
5. Objetividade desprovida de impressões pessoais.
6. Roteiro de registro da informação estabelecido pela instituição.
7. Identificação do profissional ao final de cada registro realizado.
Pontos de atenção
Padronização dos instrumentos.
Gravidade pode favorecer erros.
Paciente tem direito de conhecer o registros realizados
As informações dizem respeito ao paciente, aos profissionais envolvidos e aos que
são autorizados pelo paciente ou legalmente estabelecidos.
Prescrições por telefone.
Prevenção de quedas
Situação na qual o paciente, não intencionalmente, vai
ao chão ou a algum plano mais baixo em relação à sua
posição inicial.
A avaliação periódica dos riscos que cada paciente
apresenta para ocorrência de queda orienta os
profissionais a desenvolver estratégias para sua
prevenção.
Escala de Morse
Fatores de risco
1. Idade menor que 5 anos ou maior que 65 anos.
2. Agitação/confusão.
3. Déficit sensitivo.
4. Distúrbios neurológicos.
5. Uso de sedativos.
6. Visão reduzida (glaucoma, catarata).
Fatores de risco
7. Dificuldades de marcha.
8. Hiperatividade.
9. Mobiliário (berço, cama, escadas, tapetes).
10. Riscos ambientais (iluminação inadequada, pisos escorregadios, superfícies irregulares).
11. Calçado e vestuário não apropriado.
12. Bengalas ou andadores não apropriados.
Medidas sugeridas
1. Identifique os pacientes de risco
2. Grades da cama elevadas.
3. Solicite auxilio para a saída do leito ou poltrona.
4. Oriente o acompanhante a não dormir com criança no colo.
5. Oriente o acompanhante a avisar a equipe toda vez que for
se ausentar do quarto.
Medidas sugeridas
6
Equipamentos de auxílio à marcha.
7.
Ambiente físico.
8.
Adeque os horários dos medicamentos que possam causar sonolência.
9.
Calçados
10.
Manutenção das camas, berços e grades.
11.
Monitore e documente as intervenções preventivas realizadas.
atenção
Contenções mecânicas
Comunique quedas
Prevenção de úlceras por pressão
Lesão na pele e ou nos tecidos ou estruturas
subjacentes, geralmente localizada sobre uma
proeminência óssea, resultante de pressão isolada, ou
combinada com fricção e/ou cisalhamento.
A avaliação periódica dos riscos que cada paciente
apresenta para a ocorrência de úlceras por pressão
orienta os profissionais a desenvolver estratégias para
sua prevenção.
Fatores de risco
1. Grau de mobilidade alterado.
2. Incontinência urinária e/ou fecal.
3. Alterações da sensibilidade cutânea.
4. Alterações do estado de consciência.
5. Presença de doença vascular.
6. Estado nutricional alterado.
Medidas sugeridas
1. Avalie o risco
2. Proteja a pele
3. Mantenha os lençóis secos, sem vincos e sem restos
alimentares.
4. Utilize dispositivos de elevação
5. Hidrate a pele
Medidas sugeridas
6.
Mudança de decúbito.
7.
Incentive a mobilização precoce passiva e/ou
ativa.
8.
Minimize a pressão
9.
Providencie colchão de poliuretano (colchão
caixa de ovo) para o paciente acamado.
Pontos de atenção
1. Dispositivos.
2. Protocolos institucionais
3. Escala de Braden
Segurança do paciente em unidades de urgência
Segurança do paciente em unidades de urgência
definição
Benefício e o impacto, em prol da saúde.
Tecnologia = maior beneficio
Tecnologia = maior risco
Medidas sugeridas
1. Consulte o manual.
2. Condições adequadas para o uso.
3. Simule o funcionamento normal do aparelho.
4. Efetue a limpeza programada do equipamento e/ou sempre que necessário.
5. Verifique o adequado funcionamento do equipamento.
6. Manutenção programada.
Pontos de atenção
1. Conheça as diferentes alternativas tecnológicas, auxiliando
na escolha do equipamento mais adequado.
2. Verifique e aplique as legislações pertinentes.
3. Conheça e siga os protocolos específicos no uso e
manuseio de cada equipamento.
4. Conheça as condições de substituição, empréstimo,
obsolescência e ou a locação do recurso tecnológico.
5 Habilidades
Referências
• Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Higienização das mãos em serviços de
saúde.[citado 2010 Mar 21]. Disponível em:
http://www.anvisa.gov.br/hotsite/higienizacao_maos/manual_intgra.pdf
• Askeland RW, McGrane SP, Reifert DR, Kemp JD. Enhancing transfusion safety with an
innovativebar-code-based tracking system. Healthc Q. 2009;12 Spec No Patient:85-9.
• Conselho Regional de Efermagem de São Paulo. 10 passos para a segurança do
paciente.Coren-SP, 2010. disponível em http://inter.coren-
sp.gov.br/sites/default/files/10_passos_seguranca_paciente.pdf> acesso em 5 de julho de
2014.
• Patel A. Preventing tubing and catheter misconnections. J Clin Eng 2008; 33(2): 82-4.- World
Health Organization. Patient safety solutions. 2007. [citado 2010 Mar 21].Disponível em:
http://www.who.int/patientsafety/solutions/patientsafety/PS-Solution7.pdf.
• Word Alliance for patient safety. Implementation manual WHO surgical safety checklist.
Safesurgery saves lives. 1st ed, 2008.
• World Health Organization. Patient safety solutions. 2007. [citado 2010 Mar 21].
Disponívelem: http://www.who.int/patientsafety/solutions/patientsafety/PS-Solution2.pdf.
Segurança do paciente em unidades de urgência

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Punção venosa
Punção venosaPunção venosa
Punção venosa
joselene beatriz
 
Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)
Will Nunes
 
Segurança do paciente
Segurança do pacienteSegurança do paciente
Segurança do paciente
HIAGO SANTOS
 
Admissão do paciente na unidade
Admissão do paciente na unidadeAdmissão do paciente na unidade
Admissão do paciente na unidade
ISCISA
 
Aula 1 - Urgência e emergência
Aula 1 - Urgência e emergênciaAula 1 - Urgência e emergência
Aula 1 - Urgência e emergência
Ricardo Augusto
 
Monitorização a beira do leito
Monitorização a beira do leitoMonitorização a beira do leito
Monitorização a beira do leito
resenfe2013
 
Complicações em Terapia Intravenosa
Complicações em Terapia IntravenosaComplicações em Terapia Intravenosa
Protocolo de Cirurgia Segura AULA 2
Protocolo de Cirurgia Segura AULA 2Protocolo de Cirurgia Segura AULA 2
Protocolo de Cirurgia Segura AULA 2
Aline Bandeira
 
Anotação de enfermagem, admissão e preencimento de impresso
Anotação de enfermagem, admissão e preencimento de impressoAnotação de enfermagem, admissão e preencimento de impresso
Anotação de enfermagem, admissão e preencimento de impresso
Fabricio Marques Moreira
 
Banho de leito.atualizada
Banho de leito.atualizadaBanho de leito.atualizada
Banho de leito.atualizada
hospital
 
Aula atendimento ao_paciente_critico.ppt-iraja edison
Aula atendimento ao_paciente_critico.ppt-iraja edisonAula atendimento ao_paciente_critico.ppt-iraja edison
Aula atendimento ao_paciente_critico.ppt-iraja edison
Edison Santos
 
Aula acessos venosos
Aula acessos venososAula acessos venosos
Aula acessos venosos
Viviane da Silva
 
Transporte de pacientes
Transporte de pacientesTransporte de pacientes
Transporte de pacientes
Cintia da Cruz Silva
 
enfermagem cirugica
enfermagem cirugicaenfermagem cirugica
enfermagem cirugica
ClaudenicePereiraPer
 
Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem
Rafaela Amanso
 
Enfermagem psiquiatrica
Enfermagem psiquiatricaEnfermagem psiquiatrica
Enfermagem psiquiatrica
Jose Roberto
 
Montagem, circulação e desmontagem de uma sala de operação (SO) - No Caminho ...
Montagem, circulação e desmontagem de uma sala de operação (SO) - No Caminho ...Montagem, circulação e desmontagem de uma sala de operação (SO) - No Caminho ...
Montagem, circulação e desmontagem de uma sala de operação (SO) - No Caminho ...
Lucas Fontes
 
higiene e conforto do paciente
higiene e conforto do pacientehigiene e conforto do paciente
higiene e conforto do paciente
Viviane da Silva
 
Aula introducao à segurança do paciente
Aula introducao à segurança do pacienteAula introducao à segurança do paciente
Aula introducao à segurança do paciente
Proqualis
 
Sala de recuperação
Sala de recuperaçãoSala de recuperação
Sala de recuperação
Wylla Katherine
 

Mais procurados (20)

Punção venosa
Punção venosaPunção venosa
Punção venosa
 
Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)
 
Segurança do paciente
Segurança do pacienteSegurança do paciente
Segurança do paciente
 
Admissão do paciente na unidade
Admissão do paciente na unidadeAdmissão do paciente na unidade
Admissão do paciente na unidade
 
Aula 1 - Urgência e emergência
Aula 1 - Urgência e emergênciaAula 1 - Urgência e emergência
Aula 1 - Urgência e emergência
 
Monitorização a beira do leito
Monitorização a beira do leitoMonitorização a beira do leito
Monitorização a beira do leito
 
Complicações em Terapia Intravenosa
Complicações em Terapia IntravenosaComplicações em Terapia Intravenosa
Complicações em Terapia Intravenosa
 
Protocolo de Cirurgia Segura AULA 2
Protocolo de Cirurgia Segura AULA 2Protocolo de Cirurgia Segura AULA 2
Protocolo de Cirurgia Segura AULA 2
 
Anotação de enfermagem, admissão e preencimento de impresso
Anotação de enfermagem, admissão e preencimento de impressoAnotação de enfermagem, admissão e preencimento de impresso
Anotação de enfermagem, admissão e preencimento de impresso
 
Banho de leito.atualizada
Banho de leito.atualizadaBanho de leito.atualizada
Banho de leito.atualizada
 
Aula atendimento ao_paciente_critico.ppt-iraja edison
Aula atendimento ao_paciente_critico.ppt-iraja edisonAula atendimento ao_paciente_critico.ppt-iraja edison
Aula atendimento ao_paciente_critico.ppt-iraja edison
 
Aula acessos venosos
Aula acessos venososAula acessos venosos
Aula acessos venosos
 
Transporte de pacientes
Transporte de pacientesTransporte de pacientes
Transporte de pacientes
 
enfermagem cirugica
enfermagem cirugicaenfermagem cirugica
enfermagem cirugica
 
Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem
 
Enfermagem psiquiatrica
Enfermagem psiquiatricaEnfermagem psiquiatrica
Enfermagem psiquiatrica
 
Montagem, circulação e desmontagem de uma sala de operação (SO) - No Caminho ...
Montagem, circulação e desmontagem de uma sala de operação (SO) - No Caminho ...Montagem, circulação e desmontagem de uma sala de operação (SO) - No Caminho ...
Montagem, circulação e desmontagem de uma sala de operação (SO) - No Caminho ...
 
higiene e conforto do paciente
higiene e conforto do pacientehigiene e conforto do paciente
higiene e conforto do paciente
 
Aula introducao à segurança do paciente
Aula introducao à segurança do pacienteAula introducao à segurança do paciente
Aula introducao à segurança do paciente
 
Sala de recuperação
Sala de recuperaçãoSala de recuperação
Sala de recuperação
 

Semelhante a Segurança do paciente em unidades de urgência

4º Aula Introdução de Enfermagem.pptx
4º Aula Introdução de Enfermagem.pptx4º Aula Introdução de Enfermagem.pptx
4º Aula Introdução de Enfermagem.pptx
NailBonfim
 
Manual de implementação_da_campanha_cirurgias_seguras
Manual de implementação_da_campanha_cirurgias_segurasManual de implementação_da_campanha_cirurgias_seguras
Manual de implementação_da_campanha_cirurgias_seguras
Proqualis
 
Cirurgia-SeguraIVANA.pptx
Cirurgia-SeguraIVANA.pptxCirurgia-SeguraIVANA.pptx
Cirurgia-SeguraIVANA.pptx
IvanaSchuelter1
 
Segurança do paciente Metas Internacionais - CTI
Segurança do paciente Metas Internacionais - CTISegurança do paciente Metas Internacionais - CTI
Segurança do paciente Metas Internacionais - CTI
Marco Lamim
 
Terapia antineoplasica graziela_0110(2)
Terapia antineoplasica graziela_0110(2)Terapia antineoplasica graziela_0110(2)
Terapia antineoplasica graziela_0110(2)
Kayo Alves Figueiredo
 
AULA-01- Cuidado Sistematizado de Enfermagem no período pré-operatório.pptx
AULA-01- Cuidado Sistematizado de Enfermagem no período pré-operatório.pptxAULA-01- Cuidado Sistematizado de Enfermagem no período pré-operatório.pptx
AULA-01- Cuidado Sistematizado de Enfermagem no período pré-operatório.pptx
Renata Sousa
 
Enfermagem em UTI saude enfermagem112341
Enfermagem em UTI saude enfermagem112341Enfermagem em UTI saude enfermagem112341
Enfermagem em UTI saude enfermagem112341
voceduardomscsousa
 
Procedimentos medicos
Procedimentos medicosProcedimentos medicos
Procedimentos medicos
Seta Trevisan
 
Aula 6 - Rotina Enfermagem no Centro Cirúrgico.pdf
Aula 6 - Rotina Enfermagem no Centro Cirúrgico.pdfAula 6 - Rotina Enfermagem no Centro Cirúrgico.pdf
Aula 6 - Rotina Enfermagem no Centro Cirúrgico.pdf
Giza Carla Nitz
 
Pre operativo
Pre operativoPre operativo
Pre operativo
Nelio Dinis
 
Protocolo cirurgia-segura
Protocolo cirurgia-seguraProtocolo cirurgia-segura
Protocolo cirurgia-segura
Edilaine Torrecilha
 
Cirurgia segura
Cirurgia seguraCirurgia segura
Cirurgia segura
Wilson Teles
 
Protocolo de cirurgia segura
Protocolo de cirurgia seguraProtocolo de cirurgia segura
Protocolo de cirurgia segura
Socorro Carneiro
 
Identificacindepacientes m2 ptbr
Identificacindepacientes m2 ptbrIdentificacindepacientes m2 ptbr
Identificacindepacientes m2 ptbr
University of Miami
 
PME Lecture 3: Portuguese
PME Lecture 3: Portuguese PME Lecture 3: Portuguese
PME Lecture 3: Portuguese
University of Miami
 
PACIENTE É O FOCO 2.pptx
PACIENTE É O FOCO 2.pptxPACIENTE É O FOCO 2.pptx
PACIENTE É O FOCO 2.pptx
KeylaSilvaNobrePires
 
aula FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM enf 20..pptx
aula FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM enf 20..pptxaula FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM enf 20..pptx
aula FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM enf 20..pptx
Kelengomez
 
roseartigo (1) (1).docx
roseartigo (1) (1).docxroseartigo (1) (1).docx
roseartigo (1) (1).docx
cybercom1
 
Enfermagem em ClÃ_nica Cirúrgica (1).pdf
Enfermagem em ClÃ_nica Cirúrgica (1).pdfEnfermagem em ClÃ_nica Cirúrgica (1).pdf
Enfermagem em ClÃ_nica Cirúrgica (1).pdf
pososospos
 
Apostila
 Apostila Apostila
Apostila
Carlos Brasil
 

Semelhante a Segurança do paciente em unidades de urgência (20)

4º Aula Introdução de Enfermagem.pptx
4º Aula Introdução de Enfermagem.pptx4º Aula Introdução de Enfermagem.pptx
4º Aula Introdução de Enfermagem.pptx
 
Manual de implementação_da_campanha_cirurgias_seguras
Manual de implementação_da_campanha_cirurgias_segurasManual de implementação_da_campanha_cirurgias_seguras
Manual de implementação_da_campanha_cirurgias_seguras
 
Cirurgia-SeguraIVANA.pptx
Cirurgia-SeguraIVANA.pptxCirurgia-SeguraIVANA.pptx
Cirurgia-SeguraIVANA.pptx
 
Segurança do paciente Metas Internacionais - CTI
Segurança do paciente Metas Internacionais - CTISegurança do paciente Metas Internacionais - CTI
Segurança do paciente Metas Internacionais - CTI
 
Terapia antineoplasica graziela_0110(2)
Terapia antineoplasica graziela_0110(2)Terapia antineoplasica graziela_0110(2)
Terapia antineoplasica graziela_0110(2)
 
AULA-01- Cuidado Sistematizado de Enfermagem no período pré-operatório.pptx
AULA-01- Cuidado Sistematizado de Enfermagem no período pré-operatório.pptxAULA-01- Cuidado Sistematizado de Enfermagem no período pré-operatório.pptx
AULA-01- Cuidado Sistematizado de Enfermagem no período pré-operatório.pptx
 
Enfermagem em UTI saude enfermagem112341
Enfermagem em UTI saude enfermagem112341Enfermagem em UTI saude enfermagem112341
Enfermagem em UTI saude enfermagem112341
 
Procedimentos medicos
Procedimentos medicosProcedimentos medicos
Procedimentos medicos
 
Aula 6 - Rotina Enfermagem no Centro Cirúrgico.pdf
Aula 6 - Rotina Enfermagem no Centro Cirúrgico.pdfAula 6 - Rotina Enfermagem no Centro Cirúrgico.pdf
Aula 6 - Rotina Enfermagem no Centro Cirúrgico.pdf
 
Pre operativo
Pre operativoPre operativo
Pre operativo
 
Protocolo cirurgia-segura
Protocolo cirurgia-seguraProtocolo cirurgia-segura
Protocolo cirurgia-segura
 
Cirurgia segura
Cirurgia seguraCirurgia segura
Cirurgia segura
 
Protocolo de cirurgia segura
Protocolo de cirurgia seguraProtocolo de cirurgia segura
Protocolo de cirurgia segura
 
Identificacindepacientes m2 ptbr
Identificacindepacientes m2 ptbrIdentificacindepacientes m2 ptbr
Identificacindepacientes m2 ptbr
 
PME Lecture 3: Portuguese
PME Lecture 3: Portuguese PME Lecture 3: Portuguese
PME Lecture 3: Portuguese
 
PACIENTE É O FOCO 2.pptx
PACIENTE É O FOCO 2.pptxPACIENTE É O FOCO 2.pptx
PACIENTE É O FOCO 2.pptx
 
aula FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM enf 20..pptx
aula FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM enf 20..pptxaula FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM enf 20..pptx
aula FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM enf 20..pptx
 
roseartigo (1) (1).docx
roseartigo (1) (1).docxroseartigo (1) (1).docx
roseartigo (1) (1).docx
 
Enfermagem em ClÃ_nica Cirúrgica (1).pdf
Enfermagem em ClÃ_nica Cirúrgica (1).pdfEnfermagem em ClÃ_nica Cirúrgica (1).pdf
Enfermagem em ClÃ_nica Cirúrgica (1).pdf
 
Apostila
 Apostila Apostila
Apostila
 

Mais de Aroldo Gavioli

Transtornos mentais orgânicos
Transtornos mentais orgânicosTranstornos mentais orgânicos
Transtornos mentais orgânicos
Aroldo Gavioli
 
Transtornos ansiosos
Transtornos ansiososTranstornos ansiosos
Transtornos ansiosos
Aroldo Gavioli
 
Síndrome de dependência de substâncias – aspectos neurobiológicos
Síndrome de dependência de substâncias – aspectos neurobiológicosSíndrome de dependência de substâncias – aspectos neurobiológicos
Síndrome de dependência de substâncias – aspectos neurobiológicos
Aroldo Gavioli
 
A Política Nacional de Saúde Mental e a Organização da Rede de Atenção Psicos...
A Política Nacional de Saúde Mental e a Organização da Rede de Atenção Psicos...A Política Nacional de Saúde Mental e a Organização da Rede de Atenção Psicos...
A Política Nacional de Saúde Mental e a Organização da Rede de Atenção Psicos...
Aroldo Gavioli
 
psicofarmacologia 2
psicofarmacologia 2psicofarmacologia 2
psicofarmacologia 2
Aroldo Gavioli
 
Grupos terapêuticos e intervenção em família
Grupos terapêuticos e intervenção em famíliaGrupos terapêuticos e intervenção em família
Grupos terapêuticos e intervenção em família
Aroldo Gavioli
 
O diagnóstico de enfermagem em saúde mental
O diagnóstico de enfermagem em saúde mentalO diagnóstico de enfermagem em saúde mental
O diagnóstico de enfermagem em saúde mental
Aroldo Gavioli
 
Exame Físico em Saúde Mental
Exame Físico em Saúde MentalExame Físico em Saúde Mental
Exame Físico em Saúde Mental
Aroldo Gavioli
 
Rede de atenção em saude mental
Rede de atenção em saude mentalRede de atenção em saude mental
Rede de atenção em saude mental
Aroldo Gavioli
 
Drogas psicotrópica
Drogas psicotrópicaDrogas psicotrópica
Drogas psicotrópica
Aroldo Gavioli
 
Doença de Alzheimer
Doença de AlzheimerDoença de Alzheimer
Doença de Alzheimer
Aroldo Gavioli
 
Transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de substância psicoativa
Transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de substância psicoativaTranstornos mentais e comportamentais devido ao uso de substância psicoativa
Transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de substância psicoativa
Aroldo Gavioli
 
Psicofarmacologia
PsicofarmacologiaPsicofarmacologia
Psicofarmacologia
Aroldo Gavioli
 
Critérios de admissão em Unidade de Terapia Intensiva
Critérios de admissão em Unidade de Terapia IntensivaCritérios de admissão em Unidade de Terapia Intensiva
Critérios de admissão em Unidade de Terapia Intensiva
Aroldo Gavioli
 
Intervenção em crises
Intervenção em crisesIntervenção em crises
Intervenção em crises
Aroldo Gavioli
 
Métodos dialíticos intermitentes
Métodos dialíticos intermitentesMétodos dialíticos intermitentes
Métodos dialíticos intermitentes
Aroldo Gavioli
 
Métodos dialíticos contínuos
Métodos dialíticos contínuosMétodos dialíticos contínuos
Métodos dialíticos contínuos
Aroldo Gavioli
 
Transtornos do humor
Transtornos do humorTranstornos do humor
Transtornos do humor
Aroldo Gavioli
 
O Processo de enfermagem na enfermagem em saúde mental
O Processo de enfermagem na enfermagem em saúde mentalO Processo de enfermagem na enfermagem em saúde mental
O Processo de enfermagem na enfermagem em saúde mental
Aroldo Gavioli
 
Time de resposta rápida e escore news
Time de resposta rápida e escore newsTime de resposta rápida e escore news
Time de resposta rápida e escore news
Aroldo Gavioli
 

Mais de Aroldo Gavioli (20)

Transtornos mentais orgânicos
Transtornos mentais orgânicosTranstornos mentais orgânicos
Transtornos mentais orgânicos
 
Transtornos ansiosos
Transtornos ansiososTranstornos ansiosos
Transtornos ansiosos
 
Síndrome de dependência de substâncias – aspectos neurobiológicos
Síndrome de dependência de substâncias – aspectos neurobiológicosSíndrome de dependência de substâncias – aspectos neurobiológicos
Síndrome de dependência de substâncias – aspectos neurobiológicos
 
A Política Nacional de Saúde Mental e a Organização da Rede de Atenção Psicos...
A Política Nacional de Saúde Mental e a Organização da Rede de Atenção Psicos...A Política Nacional de Saúde Mental e a Organização da Rede de Atenção Psicos...
A Política Nacional de Saúde Mental e a Organização da Rede de Atenção Psicos...
 
psicofarmacologia 2
psicofarmacologia 2psicofarmacologia 2
psicofarmacologia 2
 
Grupos terapêuticos e intervenção em família
Grupos terapêuticos e intervenção em famíliaGrupos terapêuticos e intervenção em família
Grupos terapêuticos e intervenção em família
 
O diagnóstico de enfermagem em saúde mental
O diagnóstico de enfermagem em saúde mentalO diagnóstico de enfermagem em saúde mental
O diagnóstico de enfermagem em saúde mental
 
Exame Físico em Saúde Mental
Exame Físico em Saúde MentalExame Físico em Saúde Mental
Exame Físico em Saúde Mental
 
Rede de atenção em saude mental
Rede de atenção em saude mentalRede de atenção em saude mental
Rede de atenção em saude mental
 
Drogas psicotrópica
Drogas psicotrópicaDrogas psicotrópica
Drogas psicotrópica
 
Doença de Alzheimer
Doença de AlzheimerDoença de Alzheimer
Doença de Alzheimer
 
Transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de substância psicoativa
Transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de substância psicoativaTranstornos mentais e comportamentais devido ao uso de substância psicoativa
Transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de substância psicoativa
 
Psicofarmacologia
PsicofarmacologiaPsicofarmacologia
Psicofarmacologia
 
Critérios de admissão em Unidade de Terapia Intensiva
Critérios de admissão em Unidade de Terapia IntensivaCritérios de admissão em Unidade de Terapia Intensiva
Critérios de admissão em Unidade de Terapia Intensiva
 
Intervenção em crises
Intervenção em crisesIntervenção em crises
Intervenção em crises
 
Métodos dialíticos intermitentes
Métodos dialíticos intermitentesMétodos dialíticos intermitentes
Métodos dialíticos intermitentes
 
Métodos dialíticos contínuos
Métodos dialíticos contínuosMétodos dialíticos contínuos
Métodos dialíticos contínuos
 
Transtornos do humor
Transtornos do humorTranstornos do humor
Transtornos do humor
 
O Processo de enfermagem na enfermagem em saúde mental
O Processo de enfermagem na enfermagem em saúde mentalO Processo de enfermagem na enfermagem em saúde mental
O Processo de enfermagem na enfermagem em saúde mental
 
Time de resposta rápida e escore news
Time de resposta rápida e escore newsTime de resposta rápida e escore news
Time de resposta rápida e escore news
 

Segurança do paciente em unidades de urgência

  • 1. SEGURANÇA DO PACIENTE EM UNIDADES DE URGÊNCIA/EMERGÊNCIA ME. ENFº. AROLDO GAVIOLI
  • 2. QUESTÃO DA SEGURANÇA Problema antigo e mundial. Questão ética do cuidado em saúde. Responsabilidade - Enfermagem. Promoção da saúde e segurança do paciente.
  • 3. Erro humano “Uso, não intencional, de um plano incorreto para alcançar um objetivo(erro de planejamento),ou a não execução a contento de uma ação planejada (erro de execução).” Reason, J. Human error. Cambridge University Press. 1990.
  • 4. Diagnóstico situacional De cada dez pacientes atendidos em um hospital, um sofre pelo menos um evento adverso como: • Queda • Administração incorreta de medicamentos • Falhas na identificação do paciente • Erros em procedimentos cirúrgicos • Infecções • Mau uso de dispositivos e equipamentos médicos
  • 5. Fatores humanos que contribuem para o erro
  • 7. Como implementar a cultura de segurança
  • 8. Como implementar a cultura de segurança Princípio É possível Ambiente de aprendizado Procure soluções • Faça as pessoas acreditarem que segurança é responsabilidade de todos. • Segurança existe, comunique este pressuposto. • Documente erros e encoraje discussões • Possibilidades, exame horizontal em equipe
  • 10. Exemplo Lema de segurança da Bunge " Ou se produz com segurança ou não se produz de jeito nenhum"
  • 14. • LOS ANGELES - Os gêmeos do ator Dennis Quaid, nascidos há 15 dias de uma mãe de aluguel, se recuperam no Cedars-Sinai Medical Center de um erro médico que quase os matou. Eles e um outro bebê receberam 10 mil unidades do anticoagulante Heparina em vez da dose certa para bebês de 10 unidades. • Os três começaram a sangrar no domingo em virtude da alta dose do remédio, usado para limpar sondas intravenosas e evitar coágulos. O hospital desculpou-se pelo "erro evitável" causado pelo erro de um funcionário que guardou um vidro de 10 mil unidades num armário destinado a doses de 100 mil unidades. • Read more: http://oglobo.globo.com/cultura/ge meos-do-ator-dennis-quaid-se-recuperam- de-erro-medico-em-los-angeles- 4139113#ixzz3B22ehCdO
  • 15. Em nosso julgamento A auxiliar de enfermagem deve ou não ser condenada pelo evento adverso que causou a morte da menina Stéfanie? E o profissional de enfermagem que injetou dose elevada de heparina nos filhos do ator Dennis Quaid?
  • 19. COREN DE SÃO PAULO, 2010 Iniciativa pioneira no Brasil
  • 20. Órgão acreditador em segurança do paciente A JCI (Joint Commission International) identifica, mede e compartilha melhores práticas de qualidade e segurança do paciente com o mundo.
  • 22. Identificação do paciente Indispensável. Sérias consequências para a segurança. Medicação, transfusão de hemocomponentes, testes diagnósticos, procedimentos realizados em pacientes errados e/ou em locais errados, entrega de bebês às famílias erradas, entre outros. Identificar antes do início dos cuidados. Meio adequado e padronizado de identificação. Participação ativa do paciente e familiares.
  • 23. Pontos importantes 1. não use Idade, sexo, diagnóstico, leito ou do quarto. 2. Integridade da pele. 3. Se não aceitar, encontre outras formas.
  • 24. Cuidado limpo e cuidado seguro Higienizar as mãos é remover a sujidade, suor, oleosidade, pelos e células descamativas da microbiota da pele, com a finalidade de prevenir e reduzir as infecções relacionadas a assistência à saúde.
  • 25. 5 momentos para higienização das mãos
  • 26. Medidas sugeridas I. Higienização das mãos com água e sabão 2. Higienização das mãos com fórmula à base de álcool
  • 28. Cateteres e sondas A administração de fármacos e soluções: • Prática comum. • Vias erradas • Possibilidade de conexão errada • Graves consequências e até a morte do paciente. • A capacitação, a orientação e o acompanhamento contínuo sobre os riscos à segurança do paciente frente às conexões erradas devem ser destinados a todos os profissionais de saúde.
  • 29. Pontos importantes 1. Oriente os pacientes e familiares a não manusear os dispositivos, não devendo realizar conexões ou desconexões, e que sempre solicitem a presença do profissional de enfermagem. 2. Identifique cateteres arteriais, venosos, peridurais e intratecais com cores diferentes para garantir o manuseio seguro. 3. Evite a utilização de injetores laterais nos sistemas arteriais, venosos, peridurais e intratecais.
  • 30. Pontos importantes 4. Realize a higienização das mãos antes de manipular os sistemas de infusão. 5. Realize a desinfecção das conexões de cateteres com solução antisséptica alcoólica e gaze, por três vezes com movimentos circulares, antes de desconectar os sistemas.
  • 31. Pontos importantes 6. Verifique os dispositivos antes de administração de medicamentos e soluções. 7. Posicione os sistemas de infusão em diferentes sentidos 8. Passagem de plantão 9. Duplas checagem
  • 32. Pontos importantes 10. Padronize o uso de seringas específicas e sistemas de infusão com conexão Luer Lock para administração de medicamentos por via oral ou por sondas enterais. 11. Utilize somente equipos de cor azul para infusão de dietas enterais
  • 33. Pontos importantes 12. Identifique bombas de infusão 13. Fornecer capacitação para uso de novos dispositivos. 14. Priorize dispositivos que previnam conexões 15. Incentive o paciente e seus familiares a participar da confirmação dos medicamentos e soluções que serão administrados.
  • 34. Cirurgia segura Promovendo a realização do procedimento certo, no local e paciente corretos. Enfatizando o uso de check-lists. Listas específicas, dependendo da complexidade dos procedimentos que são realizados.
  • 35. Medidas sugeridas 1. Comunicação eficaz. 2. Identificação correta do paciente e local da cirurgia. 3. confirme se o prontuário pertence ao paciente, se os procedimentos cirúrgicos e anestésicos foram planejados e se estão anotados no prontuário, e se os exames laboratoriais e de imagem são de fato do paciente. 4. Confirme se os materiais imprescindíveis para realizar o procedimento encontram-se na sala e se o carrinho de emergência está completo. 5. Desenvolva check-lists
  • 36. Medidas sugeridas Lista de verificação recomendada pela OMS: checar imediatamente antes (sign in - realizado antes da indução anestésica); checar antes (time out - realizado antes da incisão na pele); checar depois (sign out - realizado antes de o paciente sair da sala de cirurgia):
  • 37. Sign in – antes da indução anestésica Identificação, Consentimento informado e marcação do local da intervenção. Conferência do equipamento de anestesia. Monitoramento de oximetria. Verificação de alergias. Dificuldades de ventilação ou risco de aspiração. Possíveis perdas sanguíneas.
  • 38. Time out - antes da incisão na pele Confirmação de todos os membros que compõem a equipe. Confirmação do paciente, local da cirurgia e tipo de procedimento. Verificação pelo cirurgião dos pontos críticos da cirurgia, duração do procedimento e perdas sanguíneas. Verificação pelo anestesista dos pontos críticos da anestesia. Verificação pela enfermagem dos pontos críticos da assistência, como indicadores de esterilização e equipamentos necessários para a cirurgia. Realização de antibioticoterapia profilática. Verificação da necessidade de equipamentos radiográficos.
  • 39. Sign out - antes do paciente sair da sala de cirurgia Confirmação do procedimento realizado. Conferência dos instrumentais, compressas e agulhas. Conferência, identificação e armazenamento correto de material para biópsia. Anotação e encaminhamento de problemas com algum equipamento. Cuidados necessários na recuperação anestésica.
  • 41. • Assistir vídeo youtube • https://www.youtube.com/watch?v=20KBRy1hYQY
  • 42. Transfusão de hemocomponentes Transferência de intimidade imunológica de um indivíduo (doador) para outro (receptor). Indicações especificas e restritas. Identificação do paciente e hemocomponente. Limitar-se ao componente sanguíneo que o indivíduo necessita. Erros na administração de sangue total e hemocomponentes comprometem a segurança do paciente.
  • 43. Medidas sugeridas 1. Dupla checagem antes de iniciar a infusão. 2. Bancos de sangue qualificados. 3. Aqueça os componentes apenas em equipamentos apropriados e em temperatura controlada. 4. Nunca utilize aquecimento em banho-maria ou micro-ondas.
  • 44. Medidas sugeridas 5. Avalie os sinais vitais do paciente imediatamente antes do procedimento. 6. Avalie a permeabilidade do cateter intravenoso e a ausência de complicações, como infiltração ou flebite, antes da instalação do produto. 7. Realize a infusão em via exclusiva. 8. Vigilância constante por 15 minutos, a fim de identificar possíveis sinais de reações adversas . Após, avalie a cada 30 minutos.
  • 45. Medidas sugeridas 9. Interrompa na vigência de sinais de reação adversa. 10. Mantenha a permeabilidade do cateter intravenoso com solução salina. 11. Encaminhe a bolsa ao banco de sangue para análise. 12. Verifique SSVV. 13. Comunique o ocorrido ao médico responsável.
  • 46. Medidas sugeridas 14. Tempo máximo de 4 horas. 15. observe o gerenciamento de resíduos ao descartar a bolsa e equipo utilizados. 16 Certifique-se de que o paciente declarou consentimento para a infusão desangue e hemocomponentes.
  • 47. Paciente envolvido na sua segurança O paciente pode e deve contribuir. Deve ser estimulado a participar da assistência. Cuidados centrados no paciente,. Agentes ativos
  • 48. Comunicação efetiva – passagem de plantão 1. Transmita informações em ambiente tranquilo 2. Comunique as condições relevantes para os cuidados e as alterações significativas em sua evolução. 3. Informe sobre os procedimentos realizados e, no caso de crianças, qual familiar acompanhou sua realização. 4. Registre as informações em instrumento padronizado na instituição para que a comunicação seja efetiva e segura.
  • 49. Registro em prontuário 1. Prontuário correto 2. Data e horário 3. Local adequado, Legível e sem rasuras. 4. Abreviaturas padronizadas. 5. Objetividade desprovida de impressões pessoais. 6. Roteiro de registro da informação estabelecido pela instituição. 7. Identificação do profissional ao final de cada registro realizado.
  • 50. Pontos de atenção Padronização dos instrumentos. Gravidade pode favorecer erros. Paciente tem direito de conhecer o registros realizados As informações dizem respeito ao paciente, aos profissionais envolvidos e aos que são autorizados pelo paciente ou legalmente estabelecidos. Prescrições por telefone.
  • 51. Prevenção de quedas Situação na qual o paciente, não intencionalmente, vai ao chão ou a algum plano mais baixo em relação à sua posição inicial. A avaliação periódica dos riscos que cada paciente apresenta para ocorrência de queda orienta os profissionais a desenvolver estratégias para sua prevenção.
  • 53. Fatores de risco 1. Idade menor que 5 anos ou maior que 65 anos. 2. Agitação/confusão. 3. Déficit sensitivo. 4. Distúrbios neurológicos. 5. Uso de sedativos. 6. Visão reduzida (glaucoma, catarata).
  • 54. Fatores de risco 7. Dificuldades de marcha. 8. Hiperatividade. 9. Mobiliário (berço, cama, escadas, tapetes). 10. Riscos ambientais (iluminação inadequada, pisos escorregadios, superfícies irregulares). 11. Calçado e vestuário não apropriado. 12. Bengalas ou andadores não apropriados.
  • 55. Medidas sugeridas 1. Identifique os pacientes de risco 2. Grades da cama elevadas. 3. Solicite auxilio para a saída do leito ou poltrona. 4. Oriente o acompanhante a não dormir com criança no colo. 5. Oriente o acompanhante a avisar a equipe toda vez que for se ausentar do quarto.
  • 56. Medidas sugeridas 6 Equipamentos de auxílio à marcha. 7. Ambiente físico. 8. Adeque os horários dos medicamentos que possam causar sonolência. 9. Calçados 10. Manutenção das camas, berços e grades. 11. Monitore e documente as intervenções preventivas realizadas.
  • 58. Prevenção de úlceras por pressão Lesão na pele e ou nos tecidos ou estruturas subjacentes, geralmente localizada sobre uma proeminência óssea, resultante de pressão isolada, ou combinada com fricção e/ou cisalhamento. A avaliação periódica dos riscos que cada paciente apresenta para a ocorrência de úlceras por pressão orienta os profissionais a desenvolver estratégias para sua prevenção.
  • 59. Fatores de risco 1. Grau de mobilidade alterado. 2. Incontinência urinária e/ou fecal. 3. Alterações da sensibilidade cutânea. 4. Alterações do estado de consciência. 5. Presença de doença vascular. 6. Estado nutricional alterado.
  • 60. Medidas sugeridas 1. Avalie o risco 2. Proteja a pele 3. Mantenha os lençóis secos, sem vincos e sem restos alimentares. 4. Utilize dispositivos de elevação 5. Hidrate a pele
  • 61. Medidas sugeridas 6. Mudança de decúbito. 7. Incentive a mobilização precoce passiva e/ou ativa. 8. Minimize a pressão 9. Providencie colchão de poliuretano (colchão caixa de ovo) para o paciente acamado.
  • 62. Pontos de atenção 1. Dispositivos. 2. Protocolos institucionais 3. Escala de Braden
  • 65. definição Benefício e o impacto, em prol da saúde. Tecnologia = maior beneficio Tecnologia = maior risco
  • 66. Medidas sugeridas 1. Consulte o manual. 2. Condições adequadas para o uso. 3. Simule o funcionamento normal do aparelho. 4. Efetue a limpeza programada do equipamento e/ou sempre que necessário. 5. Verifique o adequado funcionamento do equipamento. 6. Manutenção programada.
  • 67. Pontos de atenção 1. Conheça as diferentes alternativas tecnológicas, auxiliando na escolha do equipamento mais adequado. 2. Verifique e aplique as legislações pertinentes. 3. Conheça e siga os protocolos específicos no uso e manuseio de cada equipamento. 4. Conheça as condições de substituição, empréstimo, obsolescência e ou a locação do recurso tecnológico. 5 Habilidades
  • 68. Referências • Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Higienização das mãos em serviços de saúde.[citado 2010 Mar 21]. Disponível em: http://www.anvisa.gov.br/hotsite/higienizacao_maos/manual_intgra.pdf • Askeland RW, McGrane SP, Reifert DR, Kemp JD. Enhancing transfusion safety with an innovativebar-code-based tracking system. Healthc Q. 2009;12 Spec No Patient:85-9. • Conselho Regional de Efermagem de São Paulo. 10 passos para a segurança do paciente.Coren-SP, 2010. disponível em http://inter.coren- sp.gov.br/sites/default/files/10_passos_seguranca_paciente.pdf> acesso em 5 de julho de 2014. • Patel A. Preventing tubing and catheter misconnections. J Clin Eng 2008; 33(2): 82-4.- World Health Organization. Patient safety solutions. 2007. [citado 2010 Mar 21].Disponível em: http://www.who.int/patientsafety/solutions/patientsafety/PS-Solution7.pdf. • Word Alliance for patient safety. Implementation manual WHO surgical safety checklist. Safesurgery saves lives. 1st ed, 2008. • World Health Organization. Patient safety solutions. 2007. [citado 2010 Mar 21]. Disponívelem: http://www.who.int/patientsafety/solutions/patientsafety/PS-Solution2.pdf.