SlideShare uma empresa Scribd logo
Aroldo GavioliExame Físico em Saúde Mental
•Após entrevista.
•Base para futuras
comparações.
•Imprescindível
•Registrado na evolução de
enfermagem.
Avaliação do estado
mental
• Disfunções psicológicas
• Causas de psicopatologia
• Avalia:
• Nível de consciência
• Aparência geral
• Fala, comportamento, humor e afeto
• desempenho intelectual, julgamento,
insight, percepção e conteúdo do
pensamento.
Objetivo de Avaliar o estado
mental
• Conscientes, letárgicos, torporosos ou
comatosos.
• A abertura ocular é espontânea ou
existe necessidade de estimulo para
a abertura ocular?
• a resposta verbal e a coordenação
dos movimentos motores são
espontâneos?
• Qual o estímulo necessário para
evocá-los?
Nível de consciência
• incluem:
• Torpor: a pessoa não desperta senão com
estímulos dolorosos e quando cessa o
estimulo, volta ao estado de inconsciência.
• Coma: grau profundo de inconsciência.
• Delirium: redução da concentração,
desorganização do pensamento, desorientação
espaço-temporal (alteração qualitativa).
• Estados hipnagógicos com convulsões parciais
e estados de dissociação que acompanham
alguns distúrbios psiquiátricos.
Nível de consciência
• A consciência depende de estruturas
encefálicas do tegumento
mesencefálico e puntino cefálico.
• Para afetar a consciência, as lesões
corticais têm de ser difusas (o que inclui
causas metabólicas tóxicas) ou
bilaterais.
• A patologia focal em um dos
hemisférios pode afetar a consciência
se o edema afetar o outro hemisfério.
Nível de consciência
• Reflete estado emocional e mental.
• Vestido e arrumado adequadamente para
a idade?
• Pele, cabelos, unhas e dentes limpos?
• Maneira de vestir é apropriada?
• Se for mulher, o uso de cosméticos e
maquiagem foram aplicados corretamente?
• Autodescaso (perda do colorido).
• depressão
Aparência geral
• Descrever o aspecto geral do paciente, a
vestimenta e os cuidados pessoais.
• A cooperação com o entrevistador e o
contato ocular devem ser observados.
• O nível de atividade deve ser avaliado (p.
ex., agitação ou retardo psicomotor).
• Movimentos involuntários, tiques ou postura
do corpo.
• Assimetrias no vestuário ou nos cuidados
pessoais, que possam ser devidas à
negligência unilateral, por exemplo, devem
ser observadas.
Aspecto e atitude
•Avalia a postura e a
atitude do paciente ao
entrar para a entrevista
•Gestos, Maneirismos e
atitude
comportamento
• Denomina duas funções psíquicas
diferentes:
a. Vigilância, o grau em que o paciente
pode selecionar estímulos adequados para
perceber e processar, e
b. Concentração, o grau em que o paciente
é capaz de manter aquela atenção.
Atenção
• Avaliar antes de outras funções cognitivas.
• ↓: ansiedade, mania, depressão ou disfunção
cerebral difusa resultante, por exemplo, de
ingestão de drogas, delirium, lesões cranianas
ou lesão cortical (principalmente frontal).
• O nível de consciência do paciente e outros
achados devem ajudar a distinguir esses
estados.
• Anormalidades da atenção e da consciência
concomitantemente indicam mais
provavelmente a síndrome cerebral
orgânica.
Atenção
• Capacidade do paciente
perceber estímulos em todas as
esferas sensitivas.
• A ↓ pode ser testada através da
realização de um exame sensorial.
• A ausência de percepção é mais
frequentemente devida a um AVC
do hemisfério não dominante.
Atenção
• Emoção abrangente que colore a
percepção que a pessoa tem do mundo,
sendo difusa e prolongada, referindo a
suas emoções predominante.
• Eutímico: humor normal
• Disfórico: estado de animo desagradável.
• Irritável: facilmente provocado até a
raiva.
• Lábil: oscilações súbitas.
• Eufórico: morbidamente exagerado.
• Deprimido: tristeza patológica.
Humor
•Padrão observável de
dos sentimentos atuais
do paciente. O afeto é
mais variável no tempo
do que o humor.
Afeto
• Espectro: normal (ou amplo); restrito ou
embotado. Depende do contexto
cultural do paciente.
• Amplitude: excessiva (p. ex., raiva
excessiva), normal ou reduzida (na
intensidade da expressão afetiva).
• Inadequado: Evidencia de discordância
do conteúdo do discurso do paciente.
• Lábil: varia de modo abrupto e rápido.
Afeto (espectro e amplitude)
• Distinguir a apatia, sugestiva de lesão
do lobo frontal, do afeto deprimido ou
embotado.
• Pode ser difícil fazê-lo com precisão;
• Importante buscar outros achados
psíquicos que confirmem a presença de
uma ou outra síndrome (p. ex.,
perseverarão para lesão frontal, culpa
ou autoestima diminuída na depressão).
Afeto
• Capacidade de se situar adequadamente no
tempo (hora, dia, mês, ano), no espaço
(lugar) e a si próprio.
E. Orientação
• Espacial: incapacidade de reconhecer o
ambiente em que se encontra.
• Autopsíquica: incapacidade de fornecer
dados sobre si.
• Temporal: incapacidade de se orientar
cronologicamente
Desorientação:
• Principal instrumento de comunicação dos
seres humanos. É avaliada na quantidade,
velocidade, volume e qualidade.
• Pobreza: restrição na qualidade, resposta
monossilábicas.
• Logorréia: aumento na velocidade.
• Pressão da fala: rápida, ↑ em quantidade,
dificilmente interrompida.
Fala
•Bradilalia: ↓ da velocidade.
•Tom alto ou baixo: perda da
modulação do volume.
•Mutismo: falta de produção da
fala, sem anormalidades
estruturais.
Fala
• É o fluxo das ideias, símbolos e
associações, com um objetivo. É
composto e curso, forma e conteúdo
• CURSO: é o fluxo do pensamento,
que se apresenta normal, lento ou
acelerado.
• Fuga das ideias: produz mudança
de uma ideia para outra, as quais
tendem a estar conectadas
PENSAMENTO
• É a estrutura básica que as ideias se
apresentam, de forma lógica e organizada.
• Incoerência: fala incompreensível, sem
conexões lógicas.
• Afrouxamento das associações: as ideias
mudam de uma tema para outro de modo
desconexo.
• Desagregação: perda da unidade, do fluxo
do discurso, tornando-se sem sentido.
• Ecolalia: repetição de palavras ou frases,
com tendência de repetição e persistência.
Pensamento: forma
• Pobreza de conteúdo: caráter vago,
repetições vazias.
• Controle: delírio de que é controlado por
outra pessoas ou forças.
• Obsessão: persistência de um pensamento
irresistível e geralmente aversivo.
• Fobia: temor persistente, irracional e
irracional.
• Delírio: falsa crença, baseada em inferência
incorreta sobre a realidade. Passa-se a
viver em um mundo autístico.
• Coprolalia: vulgaridade do discurso.
Pensamento: conteúdo
• Reação a um estimulo físico nos órgãos do
sentido.
• Hiperestesia: anormalmente aumentadas.
• Hipoestesia; diminuição da sensibilidade
aos estímulos.
• Ilusão: percepção de um objeto real e
presente, mas comumente visual.
• Alucinose: alucinação dotada de grande
nitidez sensorial, reconhecida como
patológica. A alucinação não tem relação
com objetos reais e pode ser auditivas,
visuais, táteis e outras.
Percepção:
• Função psíquica extremamente
complexa de registro,
armazenamento e recuperação de
informações.
• Perturbações quantitativas:
• amnésia (incapacidade de
recordar).
• hipermnésia (grau exagerado de
retenção ou recordação).
Memória
• Perturbações qualitativas:
• déjà-vu (ilusão de reconhecimento
visual na qual nova situação é
reconhecida como repetição de
lembranças anteriores.
• Amnésia lacunar ou blecaute:
incapacidade de recordar fatos
sucedidos em um intervalo de
tempo.
Memória
•Capacidade de entender,
recordar, mobilizar e
integrar construtivamente o
aprendizado anterior.
•Relaciona-se com
vocabulário e o fundo geral
de conhecimentos.
Inteligência
• Retardo mental: falta de
inteligência que interfere no
desempenho social e ocupacional,
podendo ser adquirido ou
congênito.
• Pode ser de leve (QI DE 50 A 69);
Moderado (QI de 35 a 59); grave
(QI de 20 a 34) e profundo (QI
abaixo de 20).
Inteligência
• Capacidade de julgar uma situação
e de agir apropriadamente.
• Crítico: capacidade de discernir e
escolher adequadamente .
• Automático: desempenho reflexo de
uma ação.
• Prejudicado: redução da capacidade
de compreender e agir
adequadamente frente a uma
situação.
julgamento
• Capacidade de julgar uma situação
e de agir apropriadamente.
• Crítico: capacidade de discernir e
escolher adequadamente .
• Automático: desempenho reflexo de
uma ação.
• Prejudicado: redução da capacidade
de compreender e agir
adequadamente frente a uma
situação.
Julgamento
•Grau de compreensão de
que está doente. Pode ser:
•Negação completa.
•Consciência de estar doente.
•Consciência de que a doença
e devida a algo
desconhecido.
Insight
• Insight intelectual: reconhecimento de
que a doença é devida a sentimentos
irracionais ou perturbações dele
próprias. Sem aplicação em
experiências futuras.
• Verdadeiro insight emocional:
consciência emocional dos motivos e
sentimentos do paciente, com reflexos
em sua vida futura.
Insight
• Passagem de uma intenção a uma
ação, processo que envolve etapas
da intenção, deliberação,
pragmatismo e execução.
• Pragmatismo: capacidade de
transformar ideias e vontades em
comportamentos e ações práticas,
determinando a execução ou a
interrupção das tarefas pelo
indivíduo.
Vontade
• Apragmatismo: incapacidade de
realizar condutas volitivas
elementares como os cuidados de
higiene pessoal e AVD.
• Abulia: falta de vontade, abolição
da motivação e da iniciativa.
• Hiperbulia: aumento da
quantidade de energia, vigor e
motivação.
Vontade
• Impulsos são necessidades inatas
para determinado
comportamento.
• Controle dos impulsos é a critica
relacionada aos comportamentos
socialmente adequados,
representando uma medição do
perigo potencial a si mesmo e aos
outros.
Impulsividade
• É a consciência de estar vivo, de
existir plenamente e de estar
fisicamente presente. De sentir-se
com ser independente e idêntico
ao longo da existência.
• Atributos do EU: atividade,
execução, unidade, identidade,
oposição do eu ao mundo externo.
Consciência do EU
•Comportamentos que
atual num nível
inconsciente para
proteger o ego e
reduzir o estresse
Mecanismos de
defesa
•Repetição de certas
ações para afastar a
ansiedade
atuação
Conflito
Id X Superego
Frustração
(Id)
Tensão
(Ego)
“Escape”:
Comportamento agressivo
Álcool/Drogas
Mecanismos de defesa do Ego
(contenção das pulsões)
 Habitualmente:
Pressão
(Superego)
Exame Físico em Saúde Mental
Exame Físico em Saúde Mental
Exame Físico em Saúde Mental
MECANISMOS DE DEFESA
Processos psíquicos inconscientes que aliviam o ego do estado de
tensão psíquica entre o id, o superego e as fortes pressões que
emanam da realidade externa.
Devido a esse jogo de forças presente na mente, em que as mesmas
se opõem e lutam entre si, surge a ansiedade cuja função é a de
assinalar um perigo interno.
Esses mecanismos entram em ação para possibilitar que o ego
estabeleça soluções de compromisso (para problemas que é incapaz
de resolver), ao permitir que alguns componentes dos conteúdos
mentais indesejáveis cheguem à consciência de forma disfarçada.
MECANISMOS DE DEFESA DO EGO
Estratégias inconscientes que os indivíduos “encontram” para
diminuir a angustia nascida dos conflitos anteriores
Situação que ocorre a partir do momento em que o superego se
constitui e passa a impor ao id as regras e normas sociais, criando
assim, um obstáculo intrínseco à satisfação das pulsões do Id.
São divididas em:
• A) Defesas bem sucedidas – que geram o cessação daquilo que se rejeita.
• B) Defesas ineficazes que exigem repetição ou perpetuação do processo de
rejeição.
NEGAÇÃO
Mais Simples e mais ineficiente
Tentativa de não aceitar na consciência algum fato que perturba
o Ego.
Os adultos têm a tendência de fantasiar que certos
acontecimentos não são, de fato, do jeito que são, ou que na
verdade nunca aconteceram.
Recusa-se a reconhecer fatos reais e os substitui por imaginários.
REPRESSÃO
Consiste em afastar uma determinada coisa do consciente, mantendo-a à distância -no
inconsciente.
Entretanto, o material reprimido continua fazendo parte da psique, apesar de
inconsciente, e que continua causando problemas.
Segundo Freud, a repressão nunca é realizada de uma vez por todas e definitivamente,
mas exige um continuado consumo de energia para se manter o material reprimido.
Para ele os sintomas histéricos com freqüência têm sua origem em alguma antiga
repressão. Algumas doenças psicossomáticas, tais como asma, artrite e úlcera, também
poderiam estar relacionadas com a repressão.
Também é possível que o cansaço excessivo, as fobias e a impotência ou a frigidez
derivem de sentimentos reprimidos.
Ex :Uma vítima de acidente não consegue se lembrar de nada a respeito do acidente.
REGRESSÃO
É um retorno a um nível de desenvolvimento anterior ou
a um modo de expressão mais simples ou mais infantil.
É um modo de aliviar a ansiedade escapando do
pensamento realístico para comportamentos que, em
anos anteriores, reduziram a ansiedade.
A regressão é um modo de defesa bastante primitivo e,
embora reduza a tensão, frequentemente deixa sem
solução a fonte de ansiedade original.
Ex: Ao ser hospitalizado devido a amigdalite, Pedro de
2 anos, só mama na mamadeira, embora sua mãe diga
que ele está tomando leite no copo há seis meses.
DESLOCAMENTO
Substituição do objeto de pulsão por outro
socialmente aceito
Ex: criança que destrói os seus brinquedos, quando
proibida pela mãe de ir brincar com os amigos
Deslocamento
A transferência de sentimentos de um alvo para outro,
que é considerado menos ameaçador ou é neutro.
Deslocamento
Ex: O profundo sentimento de repulsa que o contato com o
estuprador lhe provocou permanece pronto para aflorar:
purifica-se por meio do ritual higienizante.
O mecanismo de defesa do psiquismo desloca para o corpo
o que não pode realizar na mente - a purificação. (TOC)
Durante uma discussão, por exemplo, a pessoa tem um forte
impulso em socar o outro, entretanto, acaba deslocando tal
impulso para um copo, o qual atira ao chão.
RACIONALIZAÇÃO
Trata-se de “criação de desculpas falsas, mas plausíveis
para poder justificar um comportamento inaceitável.
É um modo de aceitar a pressão do Superego, de
disfarçar verdadeiros motivos, de tornar o inaceitável mais
aceitável.
Enquanto obstáculo ao crescimento, a Racionalização
impede a pessoa de aceitar e de trabalhar com as forças
motivadoras genuínas, apesar de menos recomendáveis.
Ex:"Eu bebo porque esta é a única maneira que tenho
para lidar com meu casamento fracassado e meu emprego
ainda pior”
PROJEÇÃO
O indivíduo atribui a um objeto externo suas próprias
tendências inconscientes inaceitáveis para seu superego,
percebendo-as então como características próprias do
objeto.
Consiste, portanto, em atribuir tendências próprias a outras
pessoas ou coisas. É o mecanismo defensivo mais destacado
na paranóia.
É um mecanismo de defesa através do qual os aspectos da
personalidade de um indivíduo são deslocados de dentro
deste para o meio externo.
PROJEÇÃO
A ameaça é tratada como se fosse uma força externa. A pessoa com
Projeção pode, então, lidar com sentimentos reais, mas sem admitir ou estar
consciente do fato de que a idéia ou comportamento temido é dela mesma.
Alguém que afirma textualmente que "todos nós somos algo desonestos"
está, na realidade, tentando projetar nos demais suas próprias
características.
Ou então, dizer que "todos os homens e mulheres querem apenas uma coisa,
sexo", pode refletir uma Projeção nos demais de estar pessoalmente pensando
muito a respeito de sexo.
Outras vezes dizemos que "inexplicavelmente Fulano não gosta de mim",
quando na realidade sou eu quem não gosta do Fulano gratuitamente.
SUBLIMAÇÃO
A energia associada a impulsos e instintos socialmente
e pessoalmente constrangedores é, na impossibilidade
de realização destes, canalizada para atividades
socialmente meritosas e reconhecidas.
Ex: A frustração de um relacionamento afetivo e
sexual mal resolvido, por exemplo, é sublimado na
paixão pela leitura ou pela arte.
Uma mãe cujo filho foi morto por um motorista
embriagado canaliza sua raiva e energia para ser a
presidente da seção local da Mães contra motoristas
Bêbados.
COMPENSAÇÃO
Encobrir uma fraqueza real ou
percebida enfatizando uma
característica que se considera mais
desejável
Ex:Um menino deficiente físico não
consegue jogar futebol, por isso
compensatornando-se muito estudioso.
IDENTIFICAÇÃO
Representa a forma mais precoce e primitiva de
vinculação afetiva.
Consiste em sua forma mais típica, em transferir o
acento psíquico do objeto para o ego, ou seja, o ego
incorpora o objeto. A identificação pode ser parcial
ou total.
Ex :Num caso de identificação parcial, por exemplo, o
aluno fuma cachimbo, como faz o professor; mas numa
identificação total ele estuda e mantém uma atitude
geral idêntica à do mestre.
FORMAÇÃO REATIVA
Leva o ego a efetuar aquilo que é totalmente
oposto às tendências do id que se pretende
rechaçar. Num esforço para criar formações
reativas como defesa contra os instintos, originam-
se traços caracterológicos de natureza distinta.
Ex: se ela luta contra tendências agressivas, cairá
numa bondade indiscriminada e rígida.
ISOLAMENTO
Separar um pensamento ou recordação do sentimento, afeto ou
emoção a eles associados.
Esse tipo de defesa observa-se particularmente nos neuróticos
obsessivos, que conhecem conscientemente, na maioria dos casos,
o fato que foi a causa dos seus sintomas, mas não sabem
conscientemente que os mesmos sintomas provêm daquela
vivência.
Ex: Uma mulher jovem descreve como foi atacada e estuprada,
sem demonstrar nenhuma emoção.
REFERÊNCIAS
Lippincott Willians & Wilkins. Enfermagem Psiquiátrica. I. Ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan; 2005. 510 p.(Revisão técnica de
Márcia Tereza Luz Lisboa. Série Incrivelmente fácil).
Sarat. CNF et al., Enfermagem. Anhanguera Publicações. Valinhos-SP,
2010.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Politicas de saúde mental: organização da rede de assistência psicossocial no...
Politicas de saúde mental: organização da rede de assistência psicossocial no...Politicas de saúde mental: organização da rede de assistência psicossocial no...
Politicas de saúde mental: organização da rede de assistência psicossocial no...
Aroldo Gavioli
 
Apresentação do caps
Apresentação do capsApresentação do caps
Apresentação do caps
Adriana Emidio
 
Transtornos do pensamento: esquizofrenia
Transtornos do pensamento: esquizofreniaTranstornos do pensamento: esquizofrenia
Transtornos do pensamento: esquizofrenia
Aroldo Gavioli
 
Intervenção em crises
Intervenção em crisesIntervenção em crises
Intervenção em crises
Aroldo Gavioli
 
Transtornos de ansiedade
Transtornos de ansiedadeTranstornos de ansiedade
Transtornos de ansiedade
Caio Maximino
 
Transtornos ansiosos
Transtornos ansiososTranstornos ansiosos
Transtornos ansiosos
Aroldo Gavioli
 
Transtornos mentais comuns e somatização
Transtornos mentais comuns e somatização Transtornos mentais comuns e somatização
Transtornos mentais comuns e somatização
Inaiara Bragante
 
A Política Nacional de Saúde Mental e a Organização da Rede de Atenção Psicos...
A Política Nacional de Saúde Mental e a Organização da Rede de Atenção Psicos...A Política Nacional de Saúde Mental e a Organização da Rede de Atenção Psicos...
A Política Nacional de Saúde Mental e a Organização da Rede de Atenção Psicos...
Aroldo Gavioli
 
Afeto e suas alterações
Afeto e suas alteraçõesAfeto e suas alterações
Afeto e suas alterações
Caio Maximino
 
15ª aula emergencia psiquiatrica Silvio
15ª aula   emergencia psiquiatrica Silvio15ª aula   emergencia psiquiatrica Silvio
15ª aula emergencia psiquiatrica Silvio
Prof Silvio Rosa
 
Emergências Psiquiátricas
Emergências PsiquiátricasEmergências Psiquiátricas
Emergências Psiquiátricas
Edienny Viana
 
O diagnóstico de enfermagem em saúde mental
O diagnóstico de enfermagem em saúde mentalO diagnóstico de enfermagem em saúde mental
O diagnóstico de enfermagem em saúde mental
Aroldo Gavioli
 
5093 palestra saude_mental_(3)
5093 palestra saude_mental_(3)5093 palestra saude_mental_(3)
5093 palestra saude_mental_(3)
Ana Ferraz
 
Intoxicações agudas
Intoxicações agudasIntoxicações agudas
Intoxicações agudas
Flavia Garcez
 
O papel do enfermeiro em Saúde Mental e Psiquiatria
O papel do enfermeiro em Saúde Mental e PsiquiatriaO papel do enfermeiro em Saúde Mental e Psiquiatria
O papel do enfermeiro em Saúde Mental e Psiquiatria
Aliny Lima
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Will Nunes
 
Aula 1 introdução à psicologia aplicada ao cuidado
Aula 1   introdução à psicologia aplicada ao cuidadoAula 1   introdução à psicologia aplicada ao cuidado
Aula 1 introdução à psicologia aplicada ao cuidado
Felipe Saraiva Nunes de Pinho
 
15ª aula emergencia psiquiatrica
15ª aula   emergencia psiquiatrica15ª aula   emergencia psiquiatrica
15ª aula emergencia psiquiatrica
Prof Silvio Rosa
 
Práticas Integrativas e Complementares no SUS
Práticas Integrativas e Complementares no SUSPráticas Integrativas e Complementares no SUS
Práticas Integrativas e Complementares no SUS
comunidadedepraticas
 
Psicopatologia I - Aula 1: Introdução aos Conceitos da Psicopatologia.
Psicopatologia I - Aula 1: Introdução aos Conceitos da Psicopatologia.Psicopatologia I - Aula 1: Introdução aos Conceitos da Psicopatologia.
Psicopatologia I - Aula 1: Introdução aos Conceitos da Psicopatologia.
Alexandre Simoes
 

Mais procurados (20)

Politicas de saúde mental: organização da rede de assistência psicossocial no...
Politicas de saúde mental: organização da rede de assistência psicossocial no...Politicas de saúde mental: organização da rede de assistência psicossocial no...
Politicas de saúde mental: organização da rede de assistência psicossocial no...
 
Apresentação do caps
Apresentação do capsApresentação do caps
Apresentação do caps
 
Transtornos do pensamento: esquizofrenia
Transtornos do pensamento: esquizofreniaTranstornos do pensamento: esquizofrenia
Transtornos do pensamento: esquizofrenia
 
Intervenção em crises
Intervenção em crisesIntervenção em crises
Intervenção em crises
 
Transtornos de ansiedade
Transtornos de ansiedadeTranstornos de ansiedade
Transtornos de ansiedade
 
Transtornos ansiosos
Transtornos ansiososTranstornos ansiosos
Transtornos ansiosos
 
Transtornos mentais comuns e somatização
Transtornos mentais comuns e somatização Transtornos mentais comuns e somatização
Transtornos mentais comuns e somatização
 
A Política Nacional de Saúde Mental e a Organização da Rede de Atenção Psicos...
A Política Nacional de Saúde Mental e a Organização da Rede de Atenção Psicos...A Política Nacional de Saúde Mental e a Organização da Rede de Atenção Psicos...
A Política Nacional de Saúde Mental e a Organização da Rede de Atenção Psicos...
 
Afeto e suas alterações
Afeto e suas alteraçõesAfeto e suas alterações
Afeto e suas alterações
 
15ª aula emergencia psiquiatrica Silvio
15ª aula   emergencia psiquiatrica Silvio15ª aula   emergencia psiquiatrica Silvio
15ª aula emergencia psiquiatrica Silvio
 
Emergências Psiquiátricas
Emergências PsiquiátricasEmergências Psiquiátricas
Emergências Psiquiátricas
 
O diagnóstico de enfermagem em saúde mental
O diagnóstico de enfermagem em saúde mentalO diagnóstico de enfermagem em saúde mental
O diagnóstico de enfermagem em saúde mental
 
5093 palestra saude_mental_(3)
5093 palestra saude_mental_(3)5093 palestra saude_mental_(3)
5093 palestra saude_mental_(3)
 
Intoxicações agudas
Intoxicações agudasIntoxicações agudas
Intoxicações agudas
 
O papel do enfermeiro em Saúde Mental e Psiquiatria
O papel do enfermeiro em Saúde Mental e PsiquiatriaO papel do enfermeiro em Saúde Mental e Psiquiatria
O papel do enfermeiro em Saúde Mental e Psiquiatria
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
 
Aula 1 introdução à psicologia aplicada ao cuidado
Aula 1   introdução à psicologia aplicada ao cuidadoAula 1   introdução à psicologia aplicada ao cuidado
Aula 1 introdução à psicologia aplicada ao cuidado
 
15ª aula emergencia psiquiatrica
15ª aula   emergencia psiquiatrica15ª aula   emergencia psiquiatrica
15ª aula emergencia psiquiatrica
 
Práticas Integrativas e Complementares no SUS
Práticas Integrativas e Complementares no SUSPráticas Integrativas e Complementares no SUS
Práticas Integrativas e Complementares no SUS
 
Psicopatologia I - Aula 1: Introdução aos Conceitos da Psicopatologia.
Psicopatologia I - Aula 1: Introdução aos Conceitos da Psicopatologia.Psicopatologia I - Aula 1: Introdução aos Conceitos da Psicopatologia.
Psicopatologia I - Aula 1: Introdução aos Conceitos da Psicopatologia.
 

Destaque

Sensopercepção vanessinha
Sensopercepção vanessinhaSensopercepção vanessinha
Sensopercepção vanessinha
Vanessa Boeira
 
O Processo de enfermagem na enfermagem em saúde mental
O Processo de enfermagem na enfermagem em saúde mentalO Processo de enfermagem na enfermagem em saúde mental
O Processo de enfermagem na enfermagem em saúde mental
Aroldo Gavioli
 
Saúde mental no sus (1)
Saúde mental no sus (1)Saúde mental no sus (1)
Saúde mental no sus (1)
Jose Roberto
 
Trastorno bipolar
Trastorno bipolarTrastorno bipolar
Trastorno bipolar
Carlos Valdivieso
 
Programa de saúde mental no SUS
Programa de saúde mental no SUSPrograma de saúde mental no SUS
Programa de saúde mental no SUS
Patrícia Prates
 
Proceso de abstraccion feudos y comercio
Proceso de abstraccion feudos y comercioProceso de abstraccion feudos y comercio
Proceso de abstraccion feudos y comercio
Jesus Garcia
 
Processo histórico da psiquiatria e da saúde mental
 Processo histórico da psiquiatria e da saúde mental Processo histórico da psiquiatria e da saúde mental
Processo histórico da psiquiatria e da saúde mental
Lorena Albuquerque Vieira
 
Glossario psiquiatrico
Glossario psiquiatricoGlossario psiquiatrico
Glossario psiquiatrico
Leonardo Santos
 
Reforma psiquiátrica e política de saúde mental
Reforma psiquiátrica e  política de saúde mentalReforma psiquiátrica e  política de saúde mental
Reforma psiquiátrica e política de saúde mental
multicentrica
 
Estigma la identidad deteriorada
Estigma la identidad deterioradaEstigma la identidad deteriorada
Estigma la identidad deteriorada
Universidad de tarapacá
 
Reforma Psiquiatrica
Reforma PsiquiatricaReforma Psiquiatrica
Reforma Psiquiatrica
fabiolarrossa
 
Rede de atenção em saude mental
Rede de atenção em saude mentalRede de atenção em saude mental
Rede de atenção em saude mental
Aroldo Gavioli
 
Aula reforma psiquiátrica
Aula reforma psiquiátricaAula reforma psiquiátrica
Aula reforma psiquiátrica
Aroldo Gavioli
 
Neuropsicologia para Educadores
Neuropsicologia para EducadoresNeuropsicologia para Educadores
Neuropsicologia para Educadores
Gisele Cortoni Calia
 
Anamnese e entrevista psiquiátrica dra. ana maria
Anamnese e entrevista psiquiátrica   dra. ana mariaAnamnese e entrevista psiquiátrica   dra. ana maria
Anamnese e entrevista psiquiátrica dra. ana maria
Leandro Batista
 
Tópicos abordagem paciente saúde mental
Tópicos abordagem paciente saúde mentalTópicos abordagem paciente saúde mental
Tópicos abordagem paciente saúde mental
Maria Dias
 
Aula 02
Aula 02Aula 02
Aula 02
Lampsi
 
Aula Saúde Mental
Aula Saúde MentalAula Saúde Mental
Aula Saúde Mental
Simone Elisa Heitor
 
Saúde Mental
Saúde MentalSaúde Mental
Saúde Mental
Rosemar Prota
 
Alterações psiquicas - Psicopatologia
Alterações psiquicas - PsicopatologiaAlterações psiquicas - Psicopatologia
Alterações psiquicas - Psicopatologia
Samara Amaral
 

Destaque (20)

Sensopercepção vanessinha
Sensopercepção vanessinhaSensopercepção vanessinha
Sensopercepção vanessinha
 
O Processo de enfermagem na enfermagem em saúde mental
O Processo de enfermagem na enfermagem em saúde mentalO Processo de enfermagem na enfermagem em saúde mental
O Processo de enfermagem na enfermagem em saúde mental
 
Saúde mental no sus (1)
Saúde mental no sus (1)Saúde mental no sus (1)
Saúde mental no sus (1)
 
Trastorno bipolar
Trastorno bipolarTrastorno bipolar
Trastorno bipolar
 
Programa de saúde mental no SUS
Programa de saúde mental no SUSPrograma de saúde mental no SUS
Programa de saúde mental no SUS
 
Proceso de abstraccion feudos y comercio
Proceso de abstraccion feudos y comercioProceso de abstraccion feudos y comercio
Proceso de abstraccion feudos y comercio
 
Processo histórico da psiquiatria e da saúde mental
 Processo histórico da psiquiatria e da saúde mental Processo histórico da psiquiatria e da saúde mental
Processo histórico da psiquiatria e da saúde mental
 
Glossario psiquiatrico
Glossario psiquiatricoGlossario psiquiatrico
Glossario psiquiatrico
 
Reforma psiquiátrica e política de saúde mental
Reforma psiquiátrica e  política de saúde mentalReforma psiquiátrica e  política de saúde mental
Reforma psiquiátrica e política de saúde mental
 
Estigma la identidad deteriorada
Estigma la identidad deterioradaEstigma la identidad deteriorada
Estigma la identidad deteriorada
 
Reforma Psiquiatrica
Reforma PsiquiatricaReforma Psiquiatrica
Reforma Psiquiatrica
 
Rede de atenção em saude mental
Rede de atenção em saude mentalRede de atenção em saude mental
Rede de atenção em saude mental
 
Aula reforma psiquiátrica
Aula reforma psiquiátricaAula reforma psiquiátrica
Aula reforma psiquiátrica
 
Neuropsicologia para Educadores
Neuropsicologia para EducadoresNeuropsicologia para Educadores
Neuropsicologia para Educadores
 
Anamnese e entrevista psiquiátrica dra. ana maria
Anamnese e entrevista psiquiátrica   dra. ana mariaAnamnese e entrevista psiquiátrica   dra. ana maria
Anamnese e entrevista psiquiátrica dra. ana maria
 
Tópicos abordagem paciente saúde mental
Tópicos abordagem paciente saúde mentalTópicos abordagem paciente saúde mental
Tópicos abordagem paciente saúde mental
 
Aula 02
Aula 02Aula 02
Aula 02
 
Aula Saúde Mental
Aula Saúde MentalAula Saúde Mental
Aula Saúde Mental
 
Saúde Mental
Saúde MentalSaúde Mental
Saúde Mental
 
Alterações psiquicas - Psicopatologia
Alterações psiquicas - PsicopatologiaAlterações psiquicas - Psicopatologia
Alterações psiquicas - Psicopatologia
 

Semelhante a Exame Físico em Saúde Mental

Aula Psicopatologia.ppt
Aula Psicopatologia.pptAula Psicopatologia.ppt
Aula Psicopatologia.ppt
KarlaDeSouzaMoreira
 
Volição, psicomotricidade, e pensamento
Volição, psicomotricidade, e pensamentoVolição, psicomotricidade, e pensamento
Volição, psicomotricidade, e pensamento
Caio Maximino
 
Semiologia psiquiátrica
Semiologia psiquiátricaSemiologia psiquiátrica
Semiologia psiquiátrica
Isadora Ribeiro
 
aula entrevista avaliação exame do paciente.ppt
aula entrevista avaliação exame do paciente.pptaula entrevista avaliação exame do paciente.ppt
aula entrevista avaliação exame do paciente.ppt
Daiana Moreira
 
Processos Psicológicos Básicos - Psicologia
Processos Psicológicos Básicos - PsicologiaProcessos Psicológicos Básicos - Psicologia
Processos Psicológicos Básicos - Psicologia
profdeniseismarsi
 
Psicopatologia é Diagnóstico
Psicopatologia é DiagnósticoPsicopatologia é Diagnóstico
Psicopatologia é Diagnóstico
Miriam Gorender
 
Funções psicológicas superiores e suas alterações
Funções psicológicas superiores e suas alteraçõesFunções psicológicas superiores e suas alterações
Funções psicológicas superiores e suas alterações
Caio Maximino
 
psicologia e psicopatologia
psicologia e psicopatologiapsicologia e psicopatologia
psicologia e psicopatologia
Faculdade Metropolitanas Unidas - FMU
 
Fundamentos de psicopatologia
Fundamentos de psicopatologiaFundamentos de psicopatologia
Fundamentos de psicopatologia
UNICEP
 
Aula 04 curso de psicopatologia - funções psíquicas - vontade, pensamento, ...
Aula 04   curso de psicopatologia - funções psíquicas - vontade, pensamento, ...Aula 04   curso de psicopatologia - funções psíquicas - vontade, pensamento, ...
Aula 04 curso de psicopatologia - funções psíquicas - vontade, pensamento, ...
Lampsi
 
Resumo humanismo
Resumo humanismoResumo humanismo
Resumo humanismo
kellidoors
 
Emoções
EmoçõesEmoções
Emoções
Antonino Silva
 
Exame do estado mental - III Semana Acadêmica da UFCSPA - LIPSAM
Exame do estado mental - III Semana Acadêmica da UFCSPA - LIPSAMExame do estado mental - III Semana Acadêmica da UFCSPA - LIPSAM
Exame do estado mental - III Semana Acadêmica da UFCSPA - LIPSAM
Daniel Luccas Arenas
 
Seminario saude mental
Seminario saude mentalSeminario saude mental
Seminario saude mental
morganal13
 
2013-03-13-Aula-Obsessão e Transtornos Psíquicos-Rosana De Rosa
2013-03-13-Aula-Obsessão e Transtornos Psíquicos-Rosana De Rosa2013-03-13-Aula-Obsessão e Transtornos Psíquicos-Rosana De Rosa
2013-03-13-Aula-Obsessão e Transtornos Psíquicos-Rosana De Rosa
Rosana De Rosa
 
Avaliação do estado mental
Avaliação  do estado mentalAvaliação  do estado mental
Avaliação do estado mental
Elaine Bedin
 
Acompanhamento Terapêutico, Transtornos Alimentares e Terapia Cognitiva
Acompanhamento Terapêutico, Transtornos Alimentares e Terapia CognitivaAcompanhamento Terapêutico, Transtornos Alimentares e Terapia Cognitiva
Acompanhamento Terapêutico, Transtornos Alimentares e Terapia Cognitiva
Marcelo da Rocha Carvalho
 
Funções psíquicas
Funções psíquicasFunções psíquicas
Funções psíquicas
gfolive
 
Esquizofrenia ou mediunidade
Esquizofrenia ou mediunidadeEsquizofrenia ou mediunidade
Esquizofrenia ou mediunidade
Victor Passos
 
Psicopatologia
PsicopatologiaPsicopatologia
Psicopatologia
Inamgil
 

Semelhante a Exame Físico em Saúde Mental (20)

Aula Psicopatologia.ppt
Aula Psicopatologia.pptAula Psicopatologia.ppt
Aula Psicopatologia.ppt
 
Volição, psicomotricidade, e pensamento
Volição, psicomotricidade, e pensamentoVolição, psicomotricidade, e pensamento
Volição, psicomotricidade, e pensamento
 
Semiologia psiquiátrica
Semiologia psiquiátricaSemiologia psiquiátrica
Semiologia psiquiátrica
 
aula entrevista avaliação exame do paciente.ppt
aula entrevista avaliação exame do paciente.pptaula entrevista avaliação exame do paciente.ppt
aula entrevista avaliação exame do paciente.ppt
 
Processos Psicológicos Básicos - Psicologia
Processos Psicológicos Básicos - PsicologiaProcessos Psicológicos Básicos - Psicologia
Processos Psicológicos Básicos - Psicologia
 
Psicopatologia é Diagnóstico
Psicopatologia é DiagnósticoPsicopatologia é Diagnóstico
Psicopatologia é Diagnóstico
 
Funções psicológicas superiores e suas alterações
Funções psicológicas superiores e suas alteraçõesFunções psicológicas superiores e suas alterações
Funções psicológicas superiores e suas alterações
 
psicologia e psicopatologia
psicologia e psicopatologiapsicologia e psicopatologia
psicologia e psicopatologia
 
Fundamentos de psicopatologia
Fundamentos de psicopatologiaFundamentos de psicopatologia
Fundamentos de psicopatologia
 
Aula 04 curso de psicopatologia - funções psíquicas - vontade, pensamento, ...
Aula 04   curso de psicopatologia - funções psíquicas - vontade, pensamento, ...Aula 04   curso de psicopatologia - funções psíquicas - vontade, pensamento, ...
Aula 04 curso de psicopatologia - funções psíquicas - vontade, pensamento, ...
 
Resumo humanismo
Resumo humanismoResumo humanismo
Resumo humanismo
 
Emoções
EmoçõesEmoções
Emoções
 
Exame do estado mental - III Semana Acadêmica da UFCSPA - LIPSAM
Exame do estado mental - III Semana Acadêmica da UFCSPA - LIPSAMExame do estado mental - III Semana Acadêmica da UFCSPA - LIPSAM
Exame do estado mental - III Semana Acadêmica da UFCSPA - LIPSAM
 
Seminario saude mental
Seminario saude mentalSeminario saude mental
Seminario saude mental
 
2013-03-13-Aula-Obsessão e Transtornos Psíquicos-Rosana De Rosa
2013-03-13-Aula-Obsessão e Transtornos Psíquicos-Rosana De Rosa2013-03-13-Aula-Obsessão e Transtornos Psíquicos-Rosana De Rosa
2013-03-13-Aula-Obsessão e Transtornos Psíquicos-Rosana De Rosa
 
Avaliação do estado mental
Avaliação  do estado mentalAvaliação  do estado mental
Avaliação do estado mental
 
Acompanhamento Terapêutico, Transtornos Alimentares e Terapia Cognitiva
Acompanhamento Terapêutico, Transtornos Alimentares e Terapia CognitivaAcompanhamento Terapêutico, Transtornos Alimentares e Terapia Cognitiva
Acompanhamento Terapêutico, Transtornos Alimentares e Terapia Cognitiva
 
Funções psíquicas
Funções psíquicasFunções psíquicas
Funções psíquicas
 
Esquizofrenia ou mediunidade
Esquizofrenia ou mediunidadeEsquizofrenia ou mediunidade
Esquizofrenia ou mediunidade
 
Psicopatologia
PsicopatologiaPsicopatologia
Psicopatologia
 

Mais de Aroldo Gavioli

Transtornos mentais orgânicos
Transtornos mentais orgânicosTranstornos mentais orgânicos
Transtornos mentais orgânicos
Aroldo Gavioli
 
Síndrome de dependência de substâncias – aspectos neurobiológicos
Síndrome de dependência de substâncias – aspectos neurobiológicosSíndrome de dependência de substâncias – aspectos neurobiológicos
Síndrome de dependência de substâncias – aspectos neurobiológicos
Aroldo Gavioli
 
Grupos terapêuticos e intervenção em família
Grupos terapêuticos e intervenção em famíliaGrupos terapêuticos e intervenção em família
Grupos terapêuticos e intervenção em família
Aroldo Gavioli
 
Drogas psicotrópica
Drogas psicotrópicaDrogas psicotrópica
Drogas psicotrópica
Aroldo Gavioli
 
Doença de Alzheimer
Doença de AlzheimerDoença de Alzheimer
Doença de Alzheimer
Aroldo Gavioli
 
Transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de substância psicoativa
Transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de substância psicoativaTranstornos mentais e comportamentais devido ao uso de substância psicoativa
Transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de substância psicoativa
Aroldo Gavioli
 
Critérios de admissão em Unidade de Terapia Intensiva
Critérios de admissão em Unidade de Terapia IntensivaCritérios de admissão em Unidade de Terapia Intensiva
Critérios de admissão em Unidade de Terapia Intensiva
Aroldo Gavioli
 
Segurança do paciente em unidades de urgência
Segurança do paciente em unidades de urgênciaSegurança do paciente em unidades de urgência
Segurança do paciente em unidades de urgência
Aroldo Gavioli
 
Métodos dialíticos intermitentes
Métodos dialíticos intermitentesMétodos dialíticos intermitentes
Métodos dialíticos intermitentes
Aroldo Gavioli
 
Métodos dialíticos contínuos
Métodos dialíticos contínuosMétodos dialíticos contínuos
Métodos dialíticos contínuos
Aroldo Gavioli
 
Transtornos do humor
Transtornos do humorTranstornos do humor
Transtornos do humor
Aroldo Gavioli
 
Time de resposta rápida e escore news
Time de resposta rápida e escore newsTime de resposta rápida e escore news
Time de resposta rápida e escore news
Aroldo Gavioli
 
Organização do sistema de saúde brasileiro, a atenção às urgências e o papel ...
Organização do sistema de saúde brasileiro, a atenção às urgências e o papel ...Organização do sistema de saúde brasileiro, a atenção às urgências e o papel ...
Organização do sistema de saúde brasileiro, a atenção às urgências e o papel ...
Aroldo Gavioli
 
Método de classificação de risco pelo protocolo de manchester
Método de classificação de risco pelo protocolo de manchesterMétodo de classificação de risco pelo protocolo de manchester
Método de classificação de risco pelo protocolo de manchester
Aroldo Gavioli
 
Humanização, acolhimento e classificação de risco em urgência e emergência
Humanização, acolhimento e classificação de risco em urgência e emergênciaHumanização, acolhimento e classificação de risco em urgência e emergência
Humanização, acolhimento e classificação de risco em urgência e emergência
Aroldo Gavioli
 
Saúde mental e cidadania
Saúde mental e cidadaniaSaúde mental e cidadania
Saúde mental e cidadania
Aroldo Gavioli
 
Escore NEWS - time de resposta rápida
Escore NEWS - time de resposta rápidaEscore NEWS - time de resposta rápida
Escore NEWS - time de resposta rápida
Aroldo Gavioli
 
Saude mental aula 3
Saude mental aula 3Saude mental aula 3
Saude mental aula 3
Aroldo Gavioli
 
Evolução do conceito de saúde/doença mental
Evolução do conceito de saúde/doença mentalEvolução do conceito de saúde/doença mental
Evolução do conceito de saúde/doença mental
Aroldo Gavioli
 
Algumas Reflexões sobre a evolução do trabalho da enfermagem em saúde mental ...
Algumas Reflexões sobre a evolução do trabalho da enfermagem em saúde mental ...Algumas Reflexões sobre a evolução do trabalho da enfermagem em saúde mental ...
Algumas Reflexões sobre a evolução do trabalho da enfermagem em saúde mental ...
Aroldo Gavioli
 

Mais de Aroldo Gavioli (20)

Transtornos mentais orgânicos
Transtornos mentais orgânicosTranstornos mentais orgânicos
Transtornos mentais orgânicos
 
Síndrome de dependência de substâncias – aspectos neurobiológicos
Síndrome de dependência de substâncias – aspectos neurobiológicosSíndrome de dependência de substâncias – aspectos neurobiológicos
Síndrome de dependência de substâncias – aspectos neurobiológicos
 
Grupos terapêuticos e intervenção em família
Grupos terapêuticos e intervenção em famíliaGrupos terapêuticos e intervenção em família
Grupos terapêuticos e intervenção em família
 
Drogas psicotrópica
Drogas psicotrópicaDrogas psicotrópica
Drogas psicotrópica
 
Doença de Alzheimer
Doença de AlzheimerDoença de Alzheimer
Doença de Alzheimer
 
Transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de substância psicoativa
Transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de substância psicoativaTranstornos mentais e comportamentais devido ao uso de substância psicoativa
Transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de substância psicoativa
 
Critérios de admissão em Unidade de Terapia Intensiva
Critérios de admissão em Unidade de Terapia IntensivaCritérios de admissão em Unidade de Terapia Intensiva
Critérios de admissão em Unidade de Terapia Intensiva
 
Segurança do paciente em unidades de urgência
Segurança do paciente em unidades de urgênciaSegurança do paciente em unidades de urgência
Segurança do paciente em unidades de urgência
 
Métodos dialíticos intermitentes
Métodos dialíticos intermitentesMétodos dialíticos intermitentes
Métodos dialíticos intermitentes
 
Métodos dialíticos contínuos
Métodos dialíticos contínuosMétodos dialíticos contínuos
Métodos dialíticos contínuos
 
Transtornos do humor
Transtornos do humorTranstornos do humor
Transtornos do humor
 
Time de resposta rápida e escore news
Time de resposta rápida e escore newsTime de resposta rápida e escore news
Time de resposta rápida e escore news
 
Organização do sistema de saúde brasileiro, a atenção às urgências e o papel ...
Organização do sistema de saúde brasileiro, a atenção às urgências e o papel ...Organização do sistema de saúde brasileiro, a atenção às urgências e o papel ...
Organização do sistema de saúde brasileiro, a atenção às urgências e o papel ...
 
Método de classificação de risco pelo protocolo de manchester
Método de classificação de risco pelo protocolo de manchesterMétodo de classificação de risco pelo protocolo de manchester
Método de classificação de risco pelo protocolo de manchester
 
Humanização, acolhimento e classificação de risco em urgência e emergência
Humanização, acolhimento e classificação de risco em urgência e emergênciaHumanização, acolhimento e classificação de risco em urgência e emergência
Humanização, acolhimento e classificação de risco em urgência e emergência
 
Saúde mental e cidadania
Saúde mental e cidadaniaSaúde mental e cidadania
Saúde mental e cidadania
 
Escore NEWS - time de resposta rápida
Escore NEWS - time de resposta rápidaEscore NEWS - time de resposta rápida
Escore NEWS - time de resposta rápida
 
Saude mental aula 3
Saude mental aula 3Saude mental aula 3
Saude mental aula 3
 
Evolução do conceito de saúde/doença mental
Evolução do conceito de saúde/doença mentalEvolução do conceito de saúde/doença mental
Evolução do conceito de saúde/doença mental
 
Algumas Reflexões sobre a evolução do trabalho da enfermagem em saúde mental ...
Algumas Reflexões sobre a evolução do trabalho da enfermagem em saúde mental ...Algumas Reflexões sobre a evolução do trabalho da enfermagem em saúde mental ...
Algumas Reflexões sobre a evolução do trabalho da enfermagem em saúde mental ...
 

Último

Cuidad_Paliat_Temos_que_convers_22220pdf
Cuidad_Paliat_Temos_que_convers_22220pdfCuidad_Paliat_Temos_que_convers_22220pdf
Cuidad_Paliat_Temos_que_convers_22220pdf
SheylaAlves6
 
aula 1 urgência e emergência enfermagem.
aula 1 urgência e emergência enfermagem.aula 1 urgência e emergência enfermagem.
aula 1 urgência e emergência enfermagem.
larifacs
 
Os Riscos psicossociais no trabalho!!!!!
Os Riscos psicossociais no trabalho!!!!!Os Riscos psicossociais no trabalho!!!!!
Os Riscos psicossociais no trabalho!!!!!
Miguel Lopes
 
Exercícios sobre Riscos Psicossociais no Trabalho
Exercícios sobre Riscos Psicossociais no TrabalhoExercícios sobre Riscos Psicossociais no Trabalho
Exercícios sobre Riscos Psicossociais no Trabalho
Miguel Lopes
 
1º Simulado ENARE 2024 (100 questões de Legislação do SUS).pdf
1º Simulado ENARE 2024 (100 questões de Legislação do SUS).pdf1º Simulado ENARE 2024 (100 questões de Legislação do SUS).pdf
1º Simulado ENARE 2024 (100 questões de Legislação do SUS).pdf
limagomesmariadaconc
 
Hipoglicemia........................pptx
Hipoglicemia........................pptxHipoglicemia........................pptx
Hipoglicemia........................pptx
PaulaAndrade240290
 
Fluxograma adesiva na odontologia para a clínica
Fluxograma adesiva na odontologia para a clínicaFluxograma adesiva na odontologia para a clínica
Fluxograma adesiva na odontologia para a clínica
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
 

Último (7)

Cuidad_Paliat_Temos_que_convers_22220pdf
Cuidad_Paliat_Temos_que_convers_22220pdfCuidad_Paliat_Temos_que_convers_22220pdf
Cuidad_Paliat_Temos_que_convers_22220pdf
 
aula 1 urgência e emergência enfermagem.
aula 1 urgência e emergência enfermagem.aula 1 urgência e emergência enfermagem.
aula 1 urgência e emergência enfermagem.
 
Os Riscos psicossociais no trabalho!!!!!
Os Riscos psicossociais no trabalho!!!!!Os Riscos psicossociais no trabalho!!!!!
Os Riscos psicossociais no trabalho!!!!!
 
Exercícios sobre Riscos Psicossociais no Trabalho
Exercícios sobre Riscos Psicossociais no TrabalhoExercícios sobre Riscos Psicossociais no Trabalho
Exercícios sobre Riscos Psicossociais no Trabalho
 
1º Simulado ENARE 2024 (100 questões de Legislação do SUS).pdf
1º Simulado ENARE 2024 (100 questões de Legislação do SUS).pdf1º Simulado ENARE 2024 (100 questões de Legislação do SUS).pdf
1º Simulado ENARE 2024 (100 questões de Legislação do SUS).pdf
 
Hipoglicemia........................pptx
Hipoglicemia........................pptxHipoglicemia........................pptx
Hipoglicemia........................pptx
 
Fluxograma adesiva na odontologia para a clínica
Fluxograma adesiva na odontologia para a clínicaFluxograma adesiva na odontologia para a clínica
Fluxograma adesiva na odontologia para a clínica
 

Exame Físico em Saúde Mental

  • 1. Aroldo GavioliExame Físico em Saúde Mental
  • 2. •Após entrevista. •Base para futuras comparações. •Imprescindível •Registrado na evolução de enfermagem. Avaliação do estado mental
  • 3. • Disfunções psicológicas • Causas de psicopatologia • Avalia: • Nível de consciência • Aparência geral • Fala, comportamento, humor e afeto • desempenho intelectual, julgamento, insight, percepção e conteúdo do pensamento. Objetivo de Avaliar o estado mental
  • 4. • Conscientes, letárgicos, torporosos ou comatosos. • A abertura ocular é espontânea ou existe necessidade de estimulo para a abertura ocular? • a resposta verbal e a coordenação dos movimentos motores são espontâneos? • Qual o estímulo necessário para evocá-los? Nível de consciência
  • 5. • incluem: • Torpor: a pessoa não desperta senão com estímulos dolorosos e quando cessa o estimulo, volta ao estado de inconsciência. • Coma: grau profundo de inconsciência. • Delirium: redução da concentração, desorganização do pensamento, desorientação espaço-temporal (alteração qualitativa). • Estados hipnagógicos com convulsões parciais e estados de dissociação que acompanham alguns distúrbios psiquiátricos. Nível de consciência
  • 6. • A consciência depende de estruturas encefálicas do tegumento mesencefálico e puntino cefálico. • Para afetar a consciência, as lesões corticais têm de ser difusas (o que inclui causas metabólicas tóxicas) ou bilaterais. • A patologia focal em um dos hemisférios pode afetar a consciência se o edema afetar o outro hemisfério. Nível de consciência
  • 7. • Reflete estado emocional e mental. • Vestido e arrumado adequadamente para a idade? • Pele, cabelos, unhas e dentes limpos? • Maneira de vestir é apropriada? • Se for mulher, o uso de cosméticos e maquiagem foram aplicados corretamente? • Autodescaso (perda do colorido). • depressão Aparência geral
  • 8. • Descrever o aspecto geral do paciente, a vestimenta e os cuidados pessoais. • A cooperação com o entrevistador e o contato ocular devem ser observados. • O nível de atividade deve ser avaliado (p. ex., agitação ou retardo psicomotor). • Movimentos involuntários, tiques ou postura do corpo. • Assimetrias no vestuário ou nos cuidados pessoais, que possam ser devidas à negligência unilateral, por exemplo, devem ser observadas. Aspecto e atitude
  • 9. •Avalia a postura e a atitude do paciente ao entrar para a entrevista •Gestos, Maneirismos e atitude comportamento
  • 10. • Denomina duas funções psíquicas diferentes: a. Vigilância, o grau em que o paciente pode selecionar estímulos adequados para perceber e processar, e b. Concentração, o grau em que o paciente é capaz de manter aquela atenção. Atenção
  • 11. • Avaliar antes de outras funções cognitivas. • ↓: ansiedade, mania, depressão ou disfunção cerebral difusa resultante, por exemplo, de ingestão de drogas, delirium, lesões cranianas ou lesão cortical (principalmente frontal). • O nível de consciência do paciente e outros achados devem ajudar a distinguir esses estados. • Anormalidades da atenção e da consciência concomitantemente indicam mais provavelmente a síndrome cerebral orgânica. Atenção
  • 12. • Capacidade do paciente perceber estímulos em todas as esferas sensitivas. • A ↓ pode ser testada através da realização de um exame sensorial. • A ausência de percepção é mais frequentemente devida a um AVC do hemisfério não dominante. Atenção
  • 13. • Emoção abrangente que colore a percepção que a pessoa tem do mundo, sendo difusa e prolongada, referindo a suas emoções predominante. • Eutímico: humor normal • Disfórico: estado de animo desagradável. • Irritável: facilmente provocado até a raiva. • Lábil: oscilações súbitas. • Eufórico: morbidamente exagerado. • Deprimido: tristeza patológica. Humor
  • 14. •Padrão observável de dos sentimentos atuais do paciente. O afeto é mais variável no tempo do que o humor. Afeto
  • 15. • Espectro: normal (ou amplo); restrito ou embotado. Depende do contexto cultural do paciente. • Amplitude: excessiva (p. ex., raiva excessiva), normal ou reduzida (na intensidade da expressão afetiva). • Inadequado: Evidencia de discordância do conteúdo do discurso do paciente. • Lábil: varia de modo abrupto e rápido. Afeto (espectro e amplitude)
  • 16. • Distinguir a apatia, sugestiva de lesão do lobo frontal, do afeto deprimido ou embotado. • Pode ser difícil fazê-lo com precisão; • Importante buscar outros achados psíquicos que confirmem a presença de uma ou outra síndrome (p. ex., perseverarão para lesão frontal, culpa ou autoestima diminuída na depressão). Afeto
  • 17. • Capacidade de se situar adequadamente no tempo (hora, dia, mês, ano), no espaço (lugar) e a si próprio. E. Orientação • Espacial: incapacidade de reconhecer o ambiente em que se encontra. • Autopsíquica: incapacidade de fornecer dados sobre si. • Temporal: incapacidade de se orientar cronologicamente Desorientação:
  • 18. • Principal instrumento de comunicação dos seres humanos. É avaliada na quantidade, velocidade, volume e qualidade. • Pobreza: restrição na qualidade, resposta monossilábicas. • Logorréia: aumento na velocidade. • Pressão da fala: rápida, ↑ em quantidade, dificilmente interrompida. Fala
  • 19. •Bradilalia: ↓ da velocidade. •Tom alto ou baixo: perda da modulação do volume. •Mutismo: falta de produção da fala, sem anormalidades estruturais. Fala
  • 20. • É o fluxo das ideias, símbolos e associações, com um objetivo. É composto e curso, forma e conteúdo • CURSO: é o fluxo do pensamento, que se apresenta normal, lento ou acelerado. • Fuga das ideias: produz mudança de uma ideia para outra, as quais tendem a estar conectadas PENSAMENTO
  • 21. • É a estrutura básica que as ideias se apresentam, de forma lógica e organizada. • Incoerência: fala incompreensível, sem conexões lógicas. • Afrouxamento das associações: as ideias mudam de uma tema para outro de modo desconexo. • Desagregação: perda da unidade, do fluxo do discurso, tornando-se sem sentido. • Ecolalia: repetição de palavras ou frases, com tendência de repetição e persistência. Pensamento: forma
  • 22. • Pobreza de conteúdo: caráter vago, repetições vazias. • Controle: delírio de que é controlado por outra pessoas ou forças. • Obsessão: persistência de um pensamento irresistível e geralmente aversivo. • Fobia: temor persistente, irracional e irracional. • Delírio: falsa crença, baseada em inferência incorreta sobre a realidade. Passa-se a viver em um mundo autístico. • Coprolalia: vulgaridade do discurso. Pensamento: conteúdo
  • 23. • Reação a um estimulo físico nos órgãos do sentido. • Hiperestesia: anormalmente aumentadas. • Hipoestesia; diminuição da sensibilidade aos estímulos. • Ilusão: percepção de um objeto real e presente, mas comumente visual. • Alucinose: alucinação dotada de grande nitidez sensorial, reconhecida como patológica. A alucinação não tem relação com objetos reais e pode ser auditivas, visuais, táteis e outras. Percepção:
  • 24. • Função psíquica extremamente complexa de registro, armazenamento e recuperação de informações. • Perturbações quantitativas: • amnésia (incapacidade de recordar). • hipermnésia (grau exagerado de retenção ou recordação). Memória
  • 25. • Perturbações qualitativas: • déjà-vu (ilusão de reconhecimento visual na qual nova situação é reconhecida como repetição de lembranças anteriores. • Amnésia lacunar ou blecaute: incapacidade de recordar fatos sucedidos em um intervalo de tempo. Memória
  • 26. •Capacidade de entender, recordar, mobilizar e integrar construtivamente o aprendizado anterior. •Relaciona-se com vocabulário e o fundo geral de conhecimentos. Inteligência
  • 27. • Retardo mental: falta de inteligência que interfere no desempenho social e ocupacional, podendo ser adquirido ou congênito. • Pode ser de leve (QI DE 50 A 69); Moderado (QI de 35 a 59); grave (QI de 20 a 34) e profundo (QI abaixo de 20). Inteligência
  • 28. • Capacidade de julgar uma situação e de agir apropriadamente. • Crítico: capacidade de discernir e escolher adequadamente . • Automático: desempenho reflexo de uma ação. • Prejudicado: redução da capacidade de compreender e agir adequadamente frente a uma situação. julgamento
  • 29. • Capacidade de julgar uma situação e de agir apropriadamente. • Crítico: capacidade de discernir e escolher adequadamente . • Automático: desempenho reflexo de uma ação. • Prejudicado: redução da capacidade de compreender e agir adequadamente frente a uma situação. Julgamento
  • 30. •Grau de compreensão de que está doente. Pode ser: •Negação completa. •Consciência de estar doente. •Consciência de que a doença e devida a algo desconhecido. Insight
  • 31. • Insight intelectual: reconhecimento de que a doença é devida a sentimentos irracionais ou perturbações dele próprias. Sem aplicação em experiências futuras. • Verdadeiro insight emocional: consciência emocional dos motivos e sentimentos do paciente, com reflexos em sua vida futura. Insight
  • 32. • Passagem de uma intenção a uma ação, processo que envolve etapas da intenção, deliberação, pragmatismo e execução. • Pragmatismo: capacidade de transformar ideias e vontades em comportamentos e ações práticas, determinando a execução ou a interrupção das tarefas pelo indivíduo. Vontade
  • 33. • Apragmatismo: incapacidade de realizar condutas volitivas elementares como os cuidados de higiene pessoal e AVD. • Abulia: falta de vontade, abolição da motivação e da iniciativa. • Hiperbulia: aumento da quantidade de energia, vigor e motivação. Vontade
  • 34. • Impulsos são necessidades inatas para determinado comportamento. • Controle dos impulsos é a critica relacionada aos comportamentos socialmente adequados, representando uma medição do perigo potencial a si mesmo e aos outros. Impulsividade
  • 35. • É a consciência de estar vivo, de existir plenamente e de estar fisicamente presente. De sentir-se com ser independente e idêntico ao longo da existência. • Atributos do EU: atividade, execução, unidade, identidade, oposição do eu ao mundo externo. Consciência do EU
  • 36. •Comportamentos que atual num nível inconsciente para proteger o ego e reduzir o estresse Mecanismos de defesa
  • 37. •Repetição de certas ações para afastar a ansiedade atuação
  • 38. Conflito Id X Superego Frustração (Id) Tensão (Ego) “Escape”: Comportamento agressivo Álcool/Drogas Mecanismos de defesa do Ego (contenção das pulsões)  Habitualmente: Pressão (Superego)
  • 42. MECANISMOS DE DEFESA Processos psíquicos inconscientes que aliviam o ego do estado de tensão psíquica entre o id, o superego e as fortes pressões que emanam da realidade externa. Devido a esse jogo de forças presente na mente, em que as mesmas se opõem e lutam entre si, surge a ansiedade cuja função é a de assinalar um perigo interno. Esses mecanismos entram em ação para possibilitar que o ego estabeleça soluções de compromisso (para problemas que é incapaz de resolver), ao permitir que alguns componentes dos conteúdos mentais indesejáveis cheguem à consciência de forma disfarçada.
  • 43. MECANISMOS DE DEFESA DO EGO Estratégias inconscientes que os indivíduos “encontram” para diminuir a angustia nascida dos conflitos anteriores Situação que ocorre a partir do momento em que o superego se constitui e passa a impor ao id as regras e normas sociais, criando assim, um obstáculo intrínseco à satisfação das pulsões do Id. São divididas em: • A) Defesas bem sucedidas – que geram o cessação daquilo que se rejeita. • B) Defesas ineficazes que exigem repetição ou perpetuação do processo de rejeição.
  • 44. NEGAÇÃO Mais Simples e mais ineficiente Tentativa de não aceitar na consciência algum fato que perturba o Ego. Os adultos têm a tendência de fantasiar que certos acontecimentos não são, de fato, do jeito que são, ou que na verdade nunca aconteceram. Recusa-se a reconhecer fatos reais e os substitui por imaginários.
  • 45. REPRESSÃO Consiste em afastar uma determinada coisa do consciente, mantendo-a à distância -no inconsciente. Entretanto, o material reprimido continua fazendo parte da psique, apesar de inconsciente, e que continua causando problemas. Segundo Freud, a repressão nunca é realizada de uma vez por todas e definitivamente, mas exige um continuado consumo de energia para se manter o material reprimido. Para ele os sintomas histéricos com freqüência têm sua origem em alguma antiga repressão. Algumas doenças psicossomáticas, tais como asma, artrite e úlcera, também poderiam estar relacionadas com a repressão. Também é possível que o cansaço excessivo, as fobias e a impotência ou a frigidez derivem de sentimentos reprimidos. Ex :Uma vítima de acidente não consegue se lembrar de nada a respeito do acidente.
  • 46. REGRESSÃO É um retorno a um nível de desenvolvimento anterior ou a um modo de expressão mais simples ou mais infantil. É um modo de aliviar a ansiedade escapando do pensamento realístico para comportamentos que, em anos anteriores, reduziram a ansiedade. A regressão é um modo de defesa bastante primitivo e, embora reduza a tensão, frequentemente deixa sem solução a fonte de ansiedade original. Ex: Ao ser hospitalizado devido a amigdalite, Pedro de 2 anos, só mama na mamadeira, embora sua mãe diga que ele está tomando leite no copo há seis meses.
  • 47. DESLOCAMENTO Substituição do objeto de pulsão por outro socialmente aceito Ex: criança que destrói os seus brinquedos, quando proibida pela mãe de ir brincar com os amigos Deslocamento A transferência de sentimentos de um alvo para outro, que é considerado menos ameaçador ou é neutro.
  • 48. Deslocamento Ex: O profundo sentimento de repulsa que o contato com o estuprador lhe provocou permanece pronto para aflorar: purifica-se por meio do ritual higienizante. O mecanismo de defesa do psiquismo desloca para o corpo o que não pode realizar na mente - a purificação. (TOC) Durante uma discussão, por exemplo, a pessoa tem um forte impulso em socar o outro, entretanto, acaba deslocando tal impulso para um copo, o qual atira ao chão.
  • 49. RACIONALIZAÇÃO Trata-se de “criação de desculpas falsas, mas plausíveis para poder justificar um comportamento inaceitável. É um modo de aceitar a pressão do Superego, de disfarçar verdadeiros motivos, de tornar o inaceitável mais aceitável. Enquanto obstáculo ao crescimento, a Racionalização impede a pessoa de aceitar e de trabalhar com as forças motivadoras genuínas, apesar de menos recomendáveis. Ex:"Eu bebo porque esta é a única maneira que tenho para lidar com meu casamento fracassado e meu emprego ainda pior”
  • 50. PROJEÇÃO O indivíduo atribui a um objeto externo suas próprias tendências inconscientes inaceitáveis para seu superego, percebendo-as então como características próprias do objeto. Consiste, portanto, em atribuir tendências próprias a outras pessoas ou coisas. É o mecanismo defensivo mais destacado na paranóia. É um mecanismo de defesa através do qual os aspectos da personalidade de um indivíduo são deslocados de dentro deste para o meio externo.
  • 51. PROJEÇÃO A ameaça é tratada como se fosse uma força externa. A pessoa com Projeção pode, então, lidar com sentimentos reais, mas sem admitir ou estar consciente do fato de que a idéia ou comportamento temido é dela mesma. Alguém que afirma textualmente que "todos nós somos algo desonestos" está, na realidade, tentando projetar nos demais suas próprias características. Ou então, dizer que "todos os homens e mulheres querem apenas uma coisa, sexo", pode refletir uma Projeção nos demais de estar pessoalmente pensando muito a respeito de sexo. Outras vezes dizemos que "inexplicavelmente Fulano não gosta de mim", quando na realidade sou eu quem não gosta do Fulano gratuitamente.
  • 52. SUBLIMAÇÃO A energia associada a impulsos e instintos socialmente e pessoalmente constrangedores é, na impossibilidade de realização destes, canalizada para atividades socialmente meritosas e reconhecidas. Ex: A frustração de um relacionamento afetivo e sexual mal resolvido, por exemplo, é sublimado na paixão pela leitura ou pela arte. Uma mãe cujo filho foi morto por um motorista embriagado canaliza sua raiva e energia para ser a presidente da seção local da Mães contra motoristas Bêbados.
  • 53. COMPENSAÇÃO Encobrir uma fraqueza real ou percebida enfatizando uma característica que se considera mais desejável Ex:Um menino deficiente físico não consegue jogar futebol, por isso compensatornando-se muito estudioso.
  • 54. IDENTIFICAÇÃO Representa a forma mais precoce e primitiva de vinculação afetiva. Consiste em sua forma mais típica, em transferir o acento psíquico do objeto para o ego, ou seja, o ego incorpora o objeto. A identificação pode ser parcial ou total. Ex :Num caso de identificação parcial, por exemplo, o aluno fuma cachimbo, como faz o professor; mas numa identificação total ele estuda e mantém uma atitude geral idêntica à do mestre.
  • 55. FORMAÇÃO REATIVA Leva o ego a efetuar aquilo que é totalmente oposto às tendências do id que se pretende rechaçar. Num esforço para criar formações reativas como defesa contra os instintos, originam- se traços caracterológicos de natureza distinta. Ex: se ela luta contra tendências agressivas, cairá numa bondade indiscriminada e rígida.
  • 56. ISOLAMENTO Separar um pensamento ou recordação do sentimento, afeto ou emoção a eles associados. Esse tipo de defesa observa-se particularmente nos neuróticos obsessivos, que conhecem conscientemente, na maioria dos casos, o fato que foi a causa dos seus sintomas, mas não sabem conscientemente que os mesmos sintomas provêm daquela vivência. Ex: Uma mulher jovem descreve como foi atacada e estuprada, sem demonstrar nenhuma emoção.
  • 57. REFERÊNCIAS Lippincott Willians & Wilkins. Enfermagem Psiquiátrica. I. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2005. 510 p.(Revisão técnica de Márcia Tereza Luz Lisboa. Série Incrivelmente fácil). Sarat. CNF et al., Enfermagem. Anhanguera Publicações. Valinhos-SP, 2010.