Relações
económicas com o
resto do mundo
Edmundo Moreira
Susana Oliveira
Noção de Economia
 A Economia define-se como uma ciência que estuda
os fenómenos económicos, isto é, a perspetiva
económica dos fenómenos sociais, ou seja, esta
ciência é responsável pela “análise da produção,
distribuição e consumo de bens e serviços”.
 Fenómenos:
 Naturais: Fenómenos meteorológicos ou catástrofes
naturais
 Sociais: Desemprego, Toxicodependência,
Criminalidade, Pobreza, Inflação).
Definição de Relações
Económicas:
 São relações sociais, que se realizam por intermédio
da troca de bens materiais e de serviços. Refletem a
maneira como os homens produzem e distribuem os
seus produtos num determinado modo de produção
NECESSIDADE E DIVERSIDADE
DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS
 consistem no intercâmbio de bens, serviços e capitais
entre os diferentes países.
 Razões segundo as quais existe comércio externo:
A produção nacional é insuficiente para assegurar o
comércio interno; O produto não é produzido no país;
 Comércio externo não é igual a comércio
internacional
 Comércio externo: utiliza-se para designar o comércio
entre um país e os outros. Por exemplo: comércio
externo português
 Comércio internacional: utiliza-se para designar o
comércio entre países em geral.
RELAÇÕES DE PORTUGAL COM A U.E.
 Segundo a União Europeia, a política
comercial comum constitui um pilar das
relações externas da União Europeia.
Assenta num conjunto de normas
uniformes decorrentes da União
Aduaneira e da Pauta Aduaneira
Comum e regula as relações comerciais
dos Estados-Membros com os países
terceiros.
Relações de Portugal com o
resto do mundo
 a circulação de mercadorias não se realiza
unicamente dentro do espaço português -comércio
interno.
 Todos os produtos que não são fabricados em
Portugal, ou cuja produção é insuficiente, terão de ser
comprados ao exterior.
 Se verifica que alguns produtos
(calçado)portugueses são vendidos no exterior.
 Estas trocas de mercadorias que se realizam entre um
dado país e o exterior (Resto do Mundo) designam-se
por comércio internacional ou comércio externo.
Balança de transações
 balança de transações corresponde ao rendimento
líquido de um país: no caso de apresentar um saldo
positivo, contribuí para a acumulação de créditos
sobre o exterior; no caso de apresentar um saldo
negativo contribui para a acumulação de dívida ao
exterior.
 Balança de capitais: é outra das rubricas da Balança
de Pagamentos onde se registam as transferências de
capital, entre um país e o Resto do Mundo
 Balança de pagamentos: Documento onde se
registam as trocas de bens, serviços e capitais entre
uma economia e o Resto do Mundo. Relativamente a
Portugal, este documento é realizado pelo Banco de
Portugal.
A FERRAMENTA DA ECONOMIA -
A MOEDA
 Divisa: moeda aceite como meio de pagamento nas
trocas internacionais. Ao efetuarem trocas comercias,
os pagamentos são efetuados em moeda que seja
aceite pelos intervenientes.
 Isto se deve ao facto de nem todas as moedas
nacionais serem aceites nas trocas comerciais, por
estarem sujeitas a flutuações frequentes ou à
instabilidade das respetivas economias.
AS POLÍTICAS COMERCIAIS E A
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO COMÉRCIO –
OMC
 As políticas Comerciais:
Existem dois modelos típicos de relacionamento
comercial entre países:
 Livre-cambismo: política do comércio externo que
defende a liberalização das trocas (troca sem
restrições).
 Protecionismo: política do comércio externo que
preconiza a proteção da economia nacional através
de diversos instrumentos, como as barreiras
alfandegárias (restrições ao comércio externo para
não prejudicar a economia nacional).
Conclusões:
 O comércio internacional tem-se desenvolvido de
uma forma prodigiosa desde o século XIX.
 Os países não são autossuficientes, isto é, não
produzem tudo aquilo de que necessitam
 Como resultados da especialização destes países
surgiram as trocas internacionais. Esta especialização
tem-se traduzido no aumento, cada vez maior, do
fosso que separa os países pobres dos países ricos.
 O comércio internacional é apenas um dos fatores
que contribuem para a cada vez maior
interdependência entre as economias nacionais. A
multinacionalização e a mundialização da economia
são características do mundo contemporâneo.
7. Conclusões
8. Perspetivas futuras de
investigação

Relações económicas com resto do mundo.

  • 1.
    Relações económicas com o restodo mundo Edmundo Moreira Susana Oliveira
  • 2.
    Noção de Economia A Economia define-se como uma ciência que estuda os fenómenos económicos, isto é, a perspetiva económica dos fenómenos sociais, ou seja, esta ciência é responsável pela “análise da produção, distribuição e consumo de bens e serviços”.  Fenómenos:  Naturais: Fenómenos meteorológicos ou catástrofes naturais  Sociais: Desemprego, Toxicodependência, Criminalidade, Pobreza, Inflação).
  • 3.
    Definição de Relações Económicas: São relações sociais, que se realizam por intermédio da troca de bens materiais e de serviços. Refletem a maneira como os homens produzem e distribuem os seus produtos num determinado modo de produção
  • 4.
    NECESSIDADE E DIVERSIDADE DASRELAÇÕES INTERNACIONAIS  consistem no intercâmbio de bens, serviços e capitais entre os diferentes países.  Razões segundo as quais existe comércio externo: A produção nacional é insuficiente para assegurar o comércio interno; O produto não é produzido no país;  Comércio externo não é igual a comércio internacional  Comércio externo: utiliza-se para designar o comércio entre um país e os outros. Por exemplo: comércio externo português  Comércio internacional: utiliza-se para designar o comércio entre países em geral.
  • 5.
    RELAÇÕES DE PORTUGALCOM A U.E.  Segundo a União Europeia, a política comercial comum constitui um pilar das relações externas da União Europeia. Assenta num conjunto de normas uniformes decorrentes da União Aduaneira e da Pauta Aduaneira Comum e regula as relações comerciais dos Estados-Membros com os países terceiros.
  • 6.
    Relações de Portugalcom o resto do mundo  a circulação de mercadorias não se realiza unicamente dentro do espaço português -comércio interno.  Todos os produtos que não são fabricados em Portugal, ou cuja produção é insuficiente, terão de ser comprados ao exterior.  Se verifica que alguns produtos (calçado)portugueses são vendidos no exterior.  Estas trocas de mercadorias que se realizam entre um dado país e o exterior (Resto do Mundo) designam-se por comércio internacional ou comércio externo.
  • 7.
    Balança de transações balança de transações corresponde ao rendimento líquido de um país: no caso de apresentar um saldo positivo, contribuí para a acumulação de créditos sobre o exterior; no caso de apresentar um saldo negativo contribui para a acumulação de dívida ao exterior.  Balança de capitais: é outra das rubricas da Balança de Pagamentos onde se registam as transferências de capital, entre um país e o Resto do Mundo  Balança de pagamentos: Documento onde se registam as trocas de bens, serviços e capitais entre uma economia e o Resto do Mundo. Relativamente a Portugal, este documento é realizado pelo Banco de Portugal.
  • 8.
    A FERRAMENTA DAECONOMIA - A MOEDA  Divisa: moeda aceite como meio de pagamento nas trocas internacionais. Ao efetuarem trocas comercias, os pagamentos são efetuados em moeda que seja aceite pelos intervenientes.  Isto se deve ao facto de nem todas as moedas nacionais serem aceites nas trocas comerciais, por estarem sujeitas a flutuações frequentes ou à instabilidade das respetivas economias.
  • 9.
    AS POLÍTICAS COMERCIAISE A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO COMÉRCIO – OMC  As políticas Comerciais: Existem dois modelos típicos de relacionamento comercial entre países:  Livre-cambismo: política do comércio externo que defende a liberalização das trocas (troca sem restrições).  Protecionismo: política do comércio externo que preconiza a proteção da economia nacional através de diversos instrumentos, como as barreiras alfandegárias (restrições ao comércio externo para não prejudicar a economia nacional).
  • 10.
    Conclusões:  O comérciointernacional tem-se desenvolvido de uma forma prodigiosa desde o século XIX.  Os países não são autossuficientes, isto é, não produzem tudo aquilo de que necessitam  Como resultados da especialização destes países surgiram as trocas internacionais. Esta especialização tem-se traduzido no aumento, cada vez maior, do fosso que separa os países pobres dos países ricos.  O comércio internacional é apenas um dos fatores que contribuem para a cada vez maior interdependência entre as economias nacionais. A multinacionalização e a mundialização da economia são características do mundo contemporâneo.
  • 11.
  • 12.
    8. Perspetivas futurasde investigação