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TOXINABOTULÍNICA
(BOTOX)
Fonte: www.freepik.com
- AULA DE TOXINA BOTULINICA
- AULA SOBRE POSSÍVEIS INTERCORRÊNCIAS E COMO
SOLUCIONAR
- DIFERENÇA DE PÁPULAS, NÓDULOS OU GRANULOMAS
- DILUIÇÃO DO DIAMOND
- MARCAÇÃO E PLANEJAMENTO DA DISTRIBUIÇÃO
- APLICAR PRODUTO NA PACIENTE TERÇO INFERIOR DA FACE
MASTERCLASS
DIA04/06
Fonte: www.freepik.com
3 DIA- 05/06
-CARACTERÍSTICAS DOS BIOESTIMULADORES E DILUIÇÕES
- ANATOMIA DA FACE - VEIAS E ARTÉRIAS
- AULA PRÁTICA SOBRE TREINAMENTO DA CÂNULA NO GEL
BALÍSTICO
- DILUIÇÃO DO RADIESSE
- AVALIAR PACIENTE
- MARCAÇÃO E PLANEJAMENTO DA DISTRIBUIÇÃO
- APLICAR PRODUTO NA PACIENTE NA PAPADA E PESCOÇO
MASTERCLASS
DIA05/06
TOXINABOTULÍNICA
HISTÓRIA DA TOXINA BOTULÍNICA
1822 - Justinus Kerner – “veneno da salsicha”
(1 )que a toxina se desenvolve em salsichas deterioradas, sob condições
anaeróbicas;
(2) que a toxina atua sobre os nervos motores e o sistema nervoso
autônomo;
(3) que a toxina é letal, mesmo em pequenas doses.
3 principais descobertas:
1895 Émile Pierre-Marie Van Ermengem
Descobriu a bacteria produzida - Clostridium botulinum
Bacillus, Gram-positiva, Anaerobia.
HISTÓRIA DA TOXINA BOTULÍNICA
Módulo 1
HISTÓRIA DA TOXINA BOTULÍNICA
1920 Herman Sommer - isolou o precipitado ácido da toxina
botulínica do tipo A (TBX-A).
Veron Brooks - descobriu que a toxina bloqueia a liberação de
acetilcolina das terminações nervosas motoras, promovendo
uma hipomobilidade temporária do músculo correspondente.
1970 Alan B. Scott - começou a testar a toxina em macacos para
avaliar os efeitos na distonia muscular (contrações
involuntárias) relacionada com o estrabismo;
HISTÓRIA DA TOXINA BOTULÍNICA
Módulo 1
HISTÓRIA DA TOXINA BOTULÍNICA
Confirmaram ser possível promover um efeito duradouro de
enfraquecimento local no músculo injetado, sem qualquer
toxicidade ou efeito colateral;
1973
1977
1989 Liberada, pela FDA, a comercialização da TBX-A nos Estados
Unidos para uso em estrabismo e blefaroespasmo associado à
distonia muscular;
Food and Drug Administration (FDA) permitiu testar os efeitos da
toxina botulínica no tratamento de estrabismo em seres
humanos.
HISTÓRIA DA TOXINA BOTULÍNICA
Módulo 1
HISTÓRIA DA TOXINA BOTULÍNICA
HISTÓRIA DA TOXINA BOTULÍNICA
ATUALMENTE, A TOXINA BOTULÍNICA TIPO A ESTÁ APROVADA PARA SER
UTILIZADA EM DIFERENTES CONDIÇÕES PATOLÓGICAS E COSMÉTICAS NA
ÁREA DA SAÚDE E ESTÉTICA E É UTILIZADA EM PELO MENOS 85 PAÍSES,
INCLUSIVE NO BRASIL.
1992 Senhor e Senhora Botox: Alastair e Jean Carruthers -
publicada pela primeira vez o uso cosmético da toxina para
tratamento de rugas glabelares;
FDA aprova para tratamento estético clínico de rugas
glabelares e tornou-se uma revolução para o
rejuvenescimento facial.
2000
Módulo 1
MECANISMO DE AÇÃO
Neurotoxina propriamente dita (PM = 150 kDa ) + macro complexo não
tóxico que estabiliza e protege o núcleo da lise enzimática.
Proteína protetora
Molécula da TB (150KDa)
- Cadeia leve;
- Cadeia pesada.
MECANISMO DE AÇÃO
Módulo 2
A aplicação local da toxina botulínica promoverá um bloqueio químico da
transmissão nervosa na junção neuromuscular, com a inibição da liberação da
acetilcolina na fenda pré-sináptica, com a promoção do relaxamento da
musculatura. É uma exotoxina, com ação paralisante, produzida pela bactéria C.
botulinum, causadora do botulismo.
É UMA NEUROTOXINA DOSE DEPENDENTE QUE TEM COMO
CONSEQUÊNCIA O BLOQUEIO DA LIBERAÇÃO DE ACETILCOLINA NOS
TERMINAIS, IMPEDINDO A TRANSMISSÃO DO IMPULSO NERVOSO À
PLACA MOTORA DO MÚSCULO.
MECANISMO DE AÇÃO
Módulo 2
MECANISMO DE AÇÃO
MECANISMO DE AÇÃO
Módulo 2
Acetilcolina liberada + impulso elétrico = contração muscular;
O complexo Snare é formado por proteínas Sintaxina – SNAP 25 – Vamp;
A toxina botulínica corta uma delas inibindo a liberação de acetilcolina
bloqueando a transmissão de estímulos dos neurônios para os músculos
= diminuição da contração muscular;
--> O bloqueio da toxina impede, parcial ou totalmente, a contração
muscular de forma temporária - até que novos brotamentos axonais surjam.
RESUMO SIMPLIFICADO DO MECANISMO DE AÇÃO DA TOXINA BOTULÍNICA
MECANISMO DE AÇÃO
Módulo 2
MECANISMO DE AÇÃO
MECANISMO DE AÇÃO
Módulo 2
Linhas frontais
Linhas Glabelares
Arqueamento de sobrancelhas
Linhas Periorbiculares
Bunny lines
Linhas Periorais
Sorriso Gengival
Hipertrofia do masseter
Rugas do Mento
Bandas Platismais
Assimetrias faciais Textura cutânea e
controle da oleosidade
Rosácea
INDICAÇÕES E CONTRAINDICAÇÕES DA TOXINA BOTULÍNICA
Módulo 6
EVENTOS ADVERSOS
As complicações pós aplicação de toxina botulínica são divididas em raras, relativas e descritas, segue:
Hematoma
Eritema
Equimose
Dor
Sensação de perda
de força
RARAS
Diplopia
Atrofia focal
Sudorese
alterada
Alergia
RELATIVAS DESCRITAS
Ptose palpebral
Assimetria
Dificuldade de abrir a boca
Alteração na expressão
Infecção
INDICAÇÕES E CONTRAINDICAÇÕES DA TOXINA BOTULÍNICA
Módulo 6
INDICAÇÕES E CONTRAINDICAÇÕES DA TOXINA BOTULÍNICA
Módulo 6
RARAS
Diplopia
Atrofia focal
Sudorese
alterada
Alergia
Hematoma
Eritema
Equimose
Dor
Sensação de perda
de força
RELATIVAS
INDICAÇÕES E CONTRAINDICAÇÕES DA TOXINA BOTULÍNICA
Módulo 6
DESCRITAS
Ptose palpebral
Assimetria
Dificuldade de abrir a boca
Alteração na expressão
Infecção
INDICAÇÕES E CONTRAINDICAÇÕES DA TOXINA BOTULÍNICA
Módulo 6
PLATISMA
NEFERTITE
Agulha superficial (10° intradérmica) -
diretamente na banda platismal;
Na banda mendial a agulha é direcionada para
fora. Nas bandas laterais a agulha é
direcionada para dentro;
Os pontos variam de acordo com o
comprimento da banda platismal: marque a
inserção do músculo no corpo da mandíbula e
pince a banda com o polegar e o indicador. A
injeção deve ser superficial e horizontal
diretamente na banda;
Injetar de 0,5 - 2 UI por ponto.
PROTOCOLOS DE APLICAÇÃO
Módulo 7
PLATISMA
Pontos ao longo do corpo da Mandíbula: 1U em cada ponto (8 pontos
lado direito e 8 pontos lado esquerdo).
Depressor da Comissura da boca: 1U (1 ponto lado direito e 1 ponto
lado esquerdo).
Depressor Lábio inferior: 1U (1 ponto lado direito e 1 ponto lado
esquerdo).
Mentual: 5U (um ponto lado direito e um ponto lado esquerdo).
Eventualmente, se estiverem presentes deverão ser aplicados nas
Bandas Platismais ou cordões Platismais com a dose de 1U
distribuídas ao longo dos cordões do pescoço.
PROTOCOLOS DE APLICAÇÃO
Módulo 7
NEFERTITI
RINOTOX
Pedir para o paciente sorrir e relaxar, sorrir novamente
e relaxar. Observar durante o movimento (filmar) se a
ponta nasal abaixa durante o sorriso;
•Pedir para o paciente pronunciar o som da letra “U”;
Em ambos os testes, caso a ponta nasal abaixe, está
indicada a aplicação de toxina botulínica para relaxar
o depressor da ponta nasal;
•Aplicar 6 a 8 UI em um único ponto desse músculo,
em direção à espinha nasal anterior, bem
profundamente (agulha perpendicular à pele).
PROTOCOLOS DE APLICAÇÃO
Módulo 7
ELEVAÇÃO DA
PONTA NASAL
FUNÇÃO: A parte superior (parte alar)
amplia as aberturas nasais (narinas
externas) e narinas, reduzindo-se o
esforço respiratório. A parte inferior e
as fibras únicas que vão até o septo
(parte transversa) também podem
estreitar as narinas e rebaixar
ligeiramente a ponta do nariz.
FONTE:https://www.patakara.eu/conhe%C3%A7a-a-si-mesmo.html
MÚSCULO NASAL
ANATOMIA APLICADA A TOXINA BOTULÍNICA
Módulo 3
Esse músculo pode ser
responsável pela formação de
várias rugas transversais do nariz,
conhecidas como “rugas de
coelho” ou bunny lines.
FONTE:https://www.patakara.eu/conhe%C3%A7a-a-si-mesmo.html
MÚSCULO NASAL
ANATOMIA APLICADA A TOXINA BOTULÍNICA
Módulo 3
FUNÇÃO: Sua contração se dá durante o
sorriso pronunciado, elevando o lábio
superior e aprofundando os sulcos
nasolabiais.
FONTE:https://www.patakara.eu/conhe%C3%A7a-a-si-mesmo.html
MÚSCULO LEVANTADOR DO LÁBIO SUPERIOR
E ASA DO NARIZ
ANATOMIA APLICADA A TOXINA BOTULÍNICA
Módulo 3
Ao contrair, o levantador do lábio
superior ajuda outros músculos
bucolabiais a elevar e inverter o lábio
superior. Essa ação expõe os dentes
superiores e aprofunda as linhas
nasolabiais, que têm uma função
importante em várias expressões
faciais, tais como sorrir ou fazer um
face de presunção ou desprezo.
FONTE:https://www.patakara.eu/conhe%C3%A7a-a-si-mesmo.html
MÚSCULO LEVANTADOR DO LÁBIO SUPERIOR
A ASA DO NARIZ
ANATOMIA APLICADA A TOXINA BOTULÍNICA
Módulo 3
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  • 2. Fonte: www.freepik.com - AULA DE TOXINA BOTULINICA - AULA SOBRE POSSÍVEIS INTERCORRÊNCIAS E COMO SOLUCIONAR - DIFERENÇA DE PÁPULAS, NÓDULOS OU GRANULOMAS - DILUIÇÃO DO DIAMOND - MARCAÇÃO E PLANEJAMENTO DA DISTRIBUIÇÃO - APLICAR PRODUTO NA PACIENTE TERÇO INFERIOR DA FACE MASTERCLASS DIA04/06
  • 3. Fonte: www.freepik.com 3 DIA- 05/06 -CARACTERÍSTICAS DOS BIOESTIMULADORES E DILUIÇÕES - ANATOMIA DA FACE - VEIAS E ARTÉRIAS - AULA PRÁTICA SOBRE TREINAMENTO DA CÂNULA NO GEL BALÍSTICO - DILUIÇÃO DO RADIESSE - AVALIAR PACIENTE - MARCAÇÃO E PLANEJAMENTO DA DISTRIBUIÇÃO - APLICAR PRODUTO NA PACIENTE NA PAPADA E PESCOÇO MASTERCLASS DIA05/06
  • 5. HISTÓRIA DA TOXINA BOTULÍNICA 1822 - Justinus Kerner – “veneno da salsicha” (1 )que a toxina se desenvolve em salsichas deterioradas, sob condições anaeróbicas; (2) que a toxina atua sobre os nervos motores e o sistema nervoso autônomo; (3) que a toxina é letal, mesmo em pequenas doses. 3 principais descobertas: 1895 Émile Pierre-Marie Van Ermengem Descobriu a bacteria produzida - Clostridium botulinum Bacillus, Gram-positiva, Anaerobia. HISTÓRIA DA TOXINA BOTULÍNICA Módulo 1
  • 6. HISTÓRIA DA TOXINA BOTULÍNICA 1920 Herman Sommer - isolou o precipitado ácido da toxina botulínica do tipo A (TBX-A). Veron Brooks - descobriu que a toxina bloqueia a liberação de acetilcolina das terminações nervosas motoras, promovendo uma hipomobilidade temporária do músculo correspondente. 1970 Alan B. Scott - começou a testar a toxina em macacos para avaliar os efeitos na distonia muscular (contrações involuntárias) relacionada com o estrabismo; HISTÓRIA DA TOXINA BOTULÍNICA Módulo 1
  • 7. HISTÓRIA DA TOXINA BOTULÍNICA Confirmaram ser possível promover um efeito duradouro de enfraquecimento local no músculo injetado, sem qualquer toxicidade ou efeito colateral; 1973 1977 1989 Liberada, pela FDA, a comercialização da TBX-A nos Estados Unidos para uso em estrabismo e blefaroespasmo associado à distonia muscular; Food and Drug Administration (FDA) permitiu testar os efeitos da toxina botulínica no tratamento de estrabismo em seres humanos. HISTÓRIA DA TOXINA BOTULÍNICA Módulo 1
  • 8. HISTÓRIA DA TOXINA BOTULÍNICA HISTÓRIA DA TOXINA BOTULÍNICA ATUALMENTE, A TOXINA BOTULÍNICA TIPO A ESTÁ APROVADA PARA SER UTILIZADA EM DIFERENTES CONDIÇÕES PATOLÓGICAS E COSMÉTICAS NA ÁREA DA SAÚDE E ESTÉTICA E É UTILIZADA EM PELO MENOS 85 PAÍSES, INCLUSIVE NO BRASIL. 1992 Senhor e Senhora Botox: Alastair e Jean Carruthers - publicada pela primeira vez o uso cosmético da toxina para tratamento de rugas glabelares; FDA aprova para tratamento estético clínico de rugas glabelares e tornou-se uma revolução para o rejuvenescimento facial. 2000 Módulo 1
  • 9. MECANISMO DE AÇÃO Neurotoxina propriamente dita (PM = 150 kDa ) + macro complexo não tóxico que estabiliza e protege o núcleo da lise enzimática. Proteína protetora Molécula da TB (150KDa) - Cadeia leve; - Cadeia pesada. MECANISMO DE AÇÃO Módulo 2
  • 10. A aplicação local da toxina botulínica promoverá um bloqueio químico da transmissão nervosa na junção neuromuscular, com a inibição da liberação da acetilcolina na fenda pré-sináptica, com a promoção do relaxamento da musculatura. É uma exotoxina, com ação paralisante, produzida pela bactéria C. botulinum, causadora do botulismo. É UMA NEUROTOXINA DOSE DEPENDENTE QUE TEM COMO CONSEQUÊNCIA O BLOQUEIO DA LIBERAÇÃO DE ACETILCOLINA NOS TERMINAIS, IMPEDINDO A TRANSMISSÃO DO IMPULSO NERVOSO À PLACA MOTORA DO MÚSCULO. MECANISMO DE AÇÃO Módulo 2 MECANISMO DE AÇÃO
  • 12. Acetilcolina liberada + impulso elétrico = contração muscular; O complexo Snare é formado por proteínas Sintaxina – SNAP 25 – Vamp; A toxina botulínica corta uma delas inibindo a liberação de acetilcolina bloqueando a transmissão de estímulos dos neurônios para os músculos = diminuição da contração muscular; --> O bloqueio da toxina impede, parcial ou totalmente, a contração muscular de forma temporária - até que novos brotamentos axonais surjam. RESUMO SIMPLIFICADO DO MECANISMO DE AÇÃO DA TOXINA BOTULÍNICA MECANISMO DE AÇÃO Módulo 2 MECANISMO DE AÇÃO
  • 14. Linhas frontais Linhas Glabelares Arqueamento de sobrancelhas Linhas Periorbiculares Bunny lines Linhas Periorais Sorriso Gengival Hipertrofia do masseter Rugas do Mento Bandas Platismais Assimetrias faciais Textura cutânea e controle da oleosidade Rosácea INDICAÇÕES E CONTRAINDICAÇÕES DA TOXINA BOTULÍNICA Módulo 6
  • 15. EVENTOS ADVERSOS As complicações pós aplicação de toxina botulínica são divididas em raras, relativas e descritas, segue: Hematoma Eritema Equimose Dor Sensação de perda de força RARAS Diplopia Atrofia focal Sudorese alterada Alergia RELATIVAS DESCRITAS Ptose palpebral Assimetria Dificuldade de abrir a boca Alteração na expressão Infecção INDICAÇÕES E CONTRAINDICAÇÕES DA TOXINA BOTULÍNICA Módulo 6
  • 16. INDICAÇÕES E CONTRAINDICAÇÕES DA TOXINA BOTULÍNICA Módulo 6 RARAS Diplopia Atrofia focal Sudorese alterada Alergia
  • 17. Hematoma Eritema Equimose Dor Sensação de perda de força RELATIVAS INDICAÇÕES E CONTRAINDICAÇÕES DA TOXINA BOTULÍNICA Módulo 6
  • 18. DESCRITAS Ptose palpebral Assimetria Dificuldade de abrir a boca Alteração na expressão Infecção INDICAÇÕES E CONTRAINDICAÇÕES DA TOXINA BOTULÍNICA Módulo 6
  • 20. Agulha superficial (10° intradérmica) - diretamente na banda platismal; Na banda mendial a agulha é direcionada para fora. Nas bandas laterais a agulha é direcionada para dentro; Os pontos variam de acordo com o comprimento da banda platismal: marque a inserção do músculo no corpo da mandíbula e pince a banda com o polegar e o indicador. A injeção deve ser superficial e horizontal diretamente na banda; Injetar de 0,5 - 2 UI por ponto. PROTOCOLOS DE APLICAÇÃO Módulo 7 PLATISMA
  • 21. Pontos ao longo do corpo da Mandíbula: 1U em cada ponto (8 pontos lado direito e 8 pontos lado esquerdo). Depressor da Comissura da boca: 1U (1 ponto lado direito e 1 ponto lado esquerdo). Depressor Lábio inferior: 1U (1 ponto lado direito e 1 ponto lado esquerdo). Mentual: 5U (um ponto lado direito e um ponto lado esquerdo). Eventualmente, se estiverem presentes deverão ser aplicados nas Bandas Platismais ou cordões Platismais com a dose de 1U distribuídas ao longo dos cordões do pescoço. PROTOCOLOS DE APLICAÇÃO Módulo 7 NEFERTITI
  • 23. Pedir para o paciente sorrir e relaxar, sorrir novamente e relaxar. Observar durante o movimento (filmar) se a ponta nasal abaixa durante o sorriso; •Pedir para o paciente pronunciar o som da letra “U”; Em ambos os testes, caso a ponta nasal abaixe, está indicada a aplicação de toxina botulínica para relaxar o depressor da ponta nasal; •Aplicar 6 a 8 UI em um único ponto desse músculo, em direção à espinha nasal anterior, bem profundamente (agulha perpendicular à pele). PROTOCOLOS DE APLICAÇÃO Módulo 7 ELEVAÇÃO DA PONTA NASAL
  • 24. FUNÇÃO: A parte superior (parte alar) amplia as aberturas nasais (narinas externas) e narinas, reduzindo-se o esforço respiratório. A parte inferior e as fibras únicas que vão até o septo (parte transversa) também podem estreitar as narinas e rebaixar ligeiramente a ponta do nariz. FONTE:https://www.patakara.eu/conhe%C3%A7a-a-si-mesmo.html MÚSCULO NASAL ANATOMIA APLICADA A TOXINA BOTULÍNICA Módulo 3
  • 25. Esse músculo pode ser responsável pela formação de várias rugas transversais do nariz, conhecidas como “rugas de coelho” ou bunny lines. FONTE:https://www.patakara.eu/conhe%C3%A7a-a-si-mesmo.html MÚSCULO NASAL ANATOMIA APLICADA A TOXINA BOTULÍNICA Módulo 3
  • 26. FUNÇÃO: Sua contração se dá durante o sorriso pronunciado, elevando o lábio superior e aprofundando os sulcos nasolabiais. FONTE:https://www.patakara.eu/conhe%C3%A7a-a-si-mesmo.html MÚSCULO LEVANTADOR DO LÁBIO SUPERIOR E ASA DO NARIZ ANATOMIA APLICADA A TOXINA BOTULÍNICA Módulo 3
  • 27. Ao contrair, o levantador do lábio superior ajuda outros músculos bucolabiais a elevar e inverter o lábio superior. Essa ação expõe os dentes superiores e aprofunda as linhas nasolabiais, que têm uma função importante em várias expressões faciais, tais como sorrir ou fazer um face de presunção ou desprezo. FONTE:https://www.patakara.eu/conhe%C3%A7a-a-si-mesmo.html MÚSCULO LEVANTADOR DO LÁBIO SUPERIOR A ASA DO NARIZ ANATOMIA APLICADA A TOXINA BOTULÍNICA Módulo 3