PRÁTICAS INTEGRATIVAS E 
COMPLEMENTARES NO SUS
Perfil de mortalidade, 1930-2000- Brasil 
Mortalidade 
D. Infecciosas e 
Parasitárias: 
46% em 1930, 
5% em 2001 
D. cardiovasculares: 
12% em 1930, 
31% em 2001 
Neoplasias: 
4% em 1930 
12,5% em 2001 
Causas Externas: 
4% em 1930 
12% em 2001 
Evolução da mortalidade proporcional por grupos de causas. Brasil*, 1930-2000 
50 
45 
40 
35 
30 
25 
20 
15 
10 
5 
0 
1930 1940 1950 1960 1970 1980 1985 1990 1995 2000 
DCV 
DIP 
NEO 
CE 
% 
* Até 1970, os dados referem-se apenas às capitais 
Fonte Barbosa da Silva e cols. In: Rouquairol & Almeida Filho: 
Epidemiologia & Saúde, 2003 pp. 293.
Prevalência de Fatores de Risco-DCD 
IInnaattiivviiddaaddee ffííssiiccaa 4477,,44%% 
EExxcceessssoo ddee ppeessoo 4400,,88%% 
CCoonnssuummoo ddee FF//LL//VV << 55xx//sseemmaannaa 3355,,00%% 
EExxppoossiiççããoo aammbbiieennttaall aaoo ttaabbaaccoo 2233,,00%% 
HHiippeerrtteennssããoo aauuttoo--rreeffeerriiddaa 2211,,99%% 
CCoonnssuummoo ddee ttaabbaaccoo 2200,,88%% 
OObbeessiiddaaddee 1100,,00%% 
DDiiaabbeetteess aauuttoo--rreeffeerriiddaa 55,,44%%
Ao sedentarismo se atribui: 
• 52% da hipertensão arterial; 
• 48% das doenças cardiovasculares; 
• 14% do diabetes; 
• 16% do câncer de colon e 10% do 
câncer de mama.
Atividade Física 
Geralmente é definida como 
“qualquer movimento associado à 
contração muscular que faz 
aumentar o dispêndio de energia 
acima dos níveis de repouso”, 
segundo as orientações da união 
européia para a atividade física
PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA POLÍTICA 
Junho de 2003 – Constituição de Grupo de Trabalho 
no Ministério da Saúde com o objetivo de elaborar a 
Política Nacional de Medicina Natural e Práticas 
Complementares – PMNPC ou apenas MNPC – no 
SUS (atual PNPIC); 
Subgrupos – Medicina Tradicional 
Chinesa/acupuntura 
Homeopatia 
Fitoterapia 
Medicina Antroposófica
PNPIC - OBJETIVOS 
 Incorporar e implementar a PNPIC no SUS, na 
perspectiva da prevenção de agravos e da promoção e 
recuperação da saúde, com ênfase na atenção básica, 
voltada para o cuidado continuado, humanizado e integral em 
saúde. 
Contribuir para o aumento da resolubilidade do Sistema e 
para a ampliação do acesso às PIC, garantindo qualidade, 
eficácia, eficiência e segurança no uso.
PNPIC - OBJETIVOS 
 Promover a racionalização das ações de saúde, 
estimulando alternativas inovadoras e socialmente 
contributivas para o desenvolvimento sustentável de 
comunidades. 
 Estimular as ações referentes ao controle/participação 
social, promovendo o envolvimento responsável e continuado 
dos usuários, gestores e trabalhadores, nas diferentes 
instâncias de efetivação das políticas de saúde.
Práticas Integrativas e 
Complementares no SUS 
DIRETRIZES
DIRETRIZES GERAIS 
1. Estruturação e Fortalecimento da Atenção em 
Práticas Integrativas e Complementares no SUS 
2. Desenvolvimento de estratégias de qualificação em 
Práticas Integrativas e Complementares para 
profissionais no SUS em concordância com os princípios da 
Política Nacional de Educação Permanente. 
3. Fortalecimento da participação social;
DIRETRIZES GERAIS - PIC 
4. Divulgação e informação dos conhecimentos 
básicos das PIC para profissionais de saúde, 
gestores e usuários do SUS, considerando as 
metodologias participativas e o saber popular e 
tradicional. 
5. Estímulo às ações intersetoriais, buscando 
parcerias que propiciem o desenvolvimento integral 
das ações. 
6. Garantia de acesso a medicamentos homeopáticos 
e fitoterápicos na perspectiva da ampliação da 
produção pública, assegurando as especificidades da 
assistência farmacêutica nestes âmbitos na 
regulamentação sanitária.
DIRETRIZES GERAIS - PIC 
7. Garantia do acesso aos demais insumos estratégicos 
com qualidade e segurança das ações; 
8. Incentivo a pesquisa em Práticas Integrativas e 
Complementares com vistas ao aprimoramento da 
Atenção a Saúde, avaliando eficiência, eficácia e 
efetividade dos cuidados prestados; 
9. Desenvolvimento de ações de acompanhamento e 
avaliação das Práticas Integrativas e 
Complementares, para instrumentalização de 
processos de gestão; 
10. Promoção de Cooperação Nacional e Internacional 
com o objetivo de intercâmbio de experiências nos 
campos da Atenção, Educação Permanente e 
Pesquisa.
DIRETRIZES 
ESPECÍFICAS
MTC/ACUPUNTURA 
Premissa: desenvolvimento da Medicina Tradicional Chinesa-acupuntura 
em caráter multiprofissional, para as categorias 
profissionais presentes no SUS, e em consonância com o nível de 
atenção. 
1. Estruturação e fortalecimento da atenção em MTC-acupuntura 
no SUS, com incentivo à inserção da MTC-acupuntura em todos os 
níveis do sistema com ênfase na atenção básica. 
Para toda inserção de profissionais que exerçam a acupuntura no 
SUS será necessário o título de especialista”. 
2. Desenvolvimento de estratégias de qualificação em 
MTC/acupuntura para profissionais no SUS, consoante à Política 
Nacional de Educação Permanente 
3. Divulgação e informação dos conhecimentos básicos da 
MTC/acupuntura para usuários, profissionais de saúde e gestores 
do SUS.
MTC/ACUPUNTURA 
4. Garantia do acesso aos insumos estratégicos 
para MTC/Acupuntura na perspectiva da 
garantia da qualidade e segurança das ações. 
5. Desenvolvimento de ações de 
acompanhamento e avaliação para 
MTC/acupuntura. 
6. Integração das ações da MTC/acupuntura 
com políticas de saúde afins 
7. Incentivo à pesquisa com vistas a subsidiar a 
MTC/acupuntura no SUS como nicho estratégico 
da política de pesquisa no Sistema. 
8. Garantia de financiamento para as ações da 
MTC/acupuntura.
HOMEOPATIA 
Premissa: desenvolvimento da Homeopatia em caráter 
multiprofissional, para as categorias profissionais presentes no 
SUS, e em consonância com o nível de atenção. 
1. Incorporação da homeopatia nos diferentes níveis de 
complexidade do Sistema, com ênfase na atenção básica, por 
meio de ações de prevenção de doenças e de promoção e 
recuperação da saúde. 
2. Garantia de financiamento capaz de assegurar o 
desenvolvimento do conjunto de atividades essenciais à boa 
prática em homeopatia, considerando as suas peculiaridades 
técnicas. 
3. Garantia do acesso ao usuário do SUS do medicamento 
homeopático prescrito na perspectiva da ampliação da produção 
pública.
HOMEOPATIA 
4. Apoio a projetos de formação e educação 
permanente, promovendo a qualidade técnica 
dos profissionais e consoante com os princípios 
da Política Nacional de Educação Permanente. 
5. Acompanhamento e avaliação da inserção e 
implementação da atenção homeopática no 
SUS. 
6. Socializar informações sobre a homeopatia e 
as características da sua prática, adequando-as 
aos diversos grupos populacionais 
7. Apoiar o desenvolvimento de estudos e 
pesquisas que avaliem a qualidade e aprimorem 
a atenção homeopática no SUS.
FITOTERAPIA 
1. Estabelecimento de política de financiamento para o 
desenvolvimento de ações voltadas à implantação das 
plantas medicinais e da fitoterapia no SUS. 
2. Incentivo à pesquisa e desenvolvimento de plantas 
medicinais e fitoterápicos, priorizando a biodiversidade 
do país. 
3. Promoção do uso racional de plantas medicinais e 
dos fitoterápicos no SUS. 
4. Elaboração da Relação Nacional de Plantas 
Medicinais e da Relação Nacional de Fitoterápicos 
.
FITOTERAPIA 
5. Garantia do acesso a plantas medicinais e 
fitoterápicos aos usuários do SUS. 
6. Formação e educação permanente dos 
profissionais de saúde em plantas medicinais e 
fitoterapia. 
7. Acompanhamento e avaliação da inserção e 
implementação das plantas medicinais e 
fitoterapia no SUS. 
8. Fortalecimento e ampliação da participação 
popular e do controle social
TERMALISMO SOICIAL 
Incentivo à criação de Observatórios de 
Saúde onde atualmente são 
desenvolvidas experiências em 
Termalismo Social, no âmbito do SUS
MEDICINA ANTROPOSÓFICA 
Incentivo à criação de Observatórios de 
Saúde onde atualmente são 
desenvolvidas experiências em Medicina 
Antroposófica, no âmbito do SUS 
Portaria 1600
Prática Corporal e Meditativa 
Com origem nas culturas tradicionais, 
pressupõe a integralidade de corpo, 
mente, espírito e meio.
Prática Corporal e Meditativa na 
Medicina Tradicional Chinesa: QiGong 
Qi Gong estático 
Práticas meditativas 
Qi Gong dinâmico 
Práticas corporais
Meditação 
• A meditação é descrita tradicionalmente 
como uma experiência vivencial, que não 
pode ser resumida em um conceito.
Meditação 
O melhor exercício para a mente é a 
concentração. 
E a melhor forma, descoberta pelo homem, 
de exercitar a concentração é meditação. 
A meditação é diretamente conectada com 
a mente.
Meditação 
A meditação torna possível entendermos o 
que está acontecendo: 
Abre campo para o conhecimento dos 
nossos processos psíquicos; 
Perceber os condicionamentos e 
preconceitos; 
Realizar escolhas com sabedoria;
Meditação 
Perceber tipos ou níveis de consciência, 
que ao emergirem, atormentam a mente e 
o indivíduo; 
Perceber tipos e níveis de consciência que 
levam à tranquilidade e à paz; 
Possibilita executar as atividades da vida 
com mais presença e qualidade.
Práticas Corporais 
Se refere à utilização do corpo através de 
movimentos e posturas adequados, 
associados com respiração e intenção 
mental, para se atingir os objetivos 
desejados.
Prática Corporal (e Meditativa) 
Na sua execução três ajustes, que 
devem estar integrados, são 
fundamentais: 
•Físico ou Forma; 
•Mental ou Intenção; 
•Respiração.
Prática corporal e meditativa 
FÍSICO (FORMA) 
Deitado Sentado Em pé
Deitado
Sentado
Em pé - Postura Inicial
Em pé - Passos/movimentos
FORMA 
Pernas – Cabeça – Coluna – Peito – Ombros 
– Mãos – Pescoço - Língua - Olhos
Respiração 
A respiração deve ser suave e ao 
mesmo tempo profunda e prolongada 
e coordenada com os movimentos, 
ajustando-se ao ritmo.
Respiração 
Principal: 
Respiração abdominal, com descida 
do diafragma (como do bêbe)
Intenção mental (Yi 
Nian) 
É a “condução do poder de 
nossa mente em uma 
direção determinada”.
Prática corporal (Dinâmico) 
• Guarda grande identidade com a 
meditação. São complementares. 
• Apresentam alto índice de adesão 
dos participantes 
• Favorece a socialização 
• Abre campo para adoção de outros 
hábitos saudáveis
Grupos de Práticas Corporais e Meditativas das Medicinas 
Tradicionais, segundo as modalidades, nas Unidades de 
Saúde - SMS- 2010 
224 
102 102 
24 
53 
25 
46 
20 14 18
FINANCIAMENTO DA PNPIC 
ÞFinanciamento para o desenvolvimento de estratégias de 
qualificação em Práticas Integrativas e Complementares 
Þ Financiamento para divulgação e informação dos conhecimentos 
básicos das Práticas Integrativas e Complementares para 
profissionais de saúde, gestores e usuários do SUS, considerando 
as metodologias participativas e o saber popular e tradicional. 
Þ Estruturação física dos serviços relacionados a Práticas 
Integrativas e Complementares 
Ministério da Saúde dispõe anualmente de financiamento por meio de 
convênios a partir de projetos apresentados ao Fundo Nacional de Saúde, 
cabendo também aos estados e municípios o co-financiamento
FINANCIAMENTO DA PNPIC 
ÞInserção na tabela SIA/SUS dos códigos de procedimentos 
complementares à consulta médica em Acupuntura 
- Sessão de Acupuntura com Inserção de Agulhas 
- Sessão de Acupuntura - Outros procedimentos (aplicação de 
ventosas; eletroestimulação; aplicação de laser de baixa potência em 
acupuntura) 
Þ Criação dos Códigos de Práticas Corporais em MTC-ACP
FINANCIAMENTO DA PNPIC 
Þ Criação de incentivo à implantação e melhoria das 
farmácias públicas de manipulação de medicamentos 
homeopáticos e/ou fitoterápicos segundo critérios 
estabelecidos 
Þ Financiamento para o desenvolvimento de ações voltadas à 
implantação das plantas medicinais e da fitoterapia no SUS em 
parceria com outros setores 
Þ Estímulo à produção de medicamentos fitoterápicos e 
matrizes de medicamentos homeopáticos pelos laboratórios 
oficiais.

Aula praticas integrativas

  • 1.
    PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES NO SUS
  • 2.
    Perfil de mortalidade,1930-2000- Brasil Mortalidade D. Infecciosas e Parasitárias: 46% em 1930, 5% em 2001 D. cardiovasculares: 12% em 1930, 31% em 2001 Neoplasias: 4% em 1930 12,5% em 2001 Causas Externas: 4% em 1930 12% em 2001 Evolução da mortalidade proporcional por grupos de causas. Brasil*, 1930-2000 50 45 40 35 30 25 20 15 10 5 0 1930 1940 1950 1960 1970 1980 1985 1990 1995 2000 DCV DIP NEO CE % * Até 1970, os dados referem-se apenas às capitais Fonte Barbosa da Silva e cols. In: Rouquairol & Almeida Filho: Epidemiologia & Saúde, 2003 pp. 293.
  • 3.
    Prevalência de Fatoresde Risco-DCD IInnaattiivviiddaaddee ffííssiiccaa 4477,,44%% EExxcceessssoo ddee ppeessoo 4400,,88%% CCoonnssuummoo ddee FF//LL//VV << 55xx//sseemmaannaa 3355,,00%% EExxppoossiiççããoo aammbbiieennttaall aaoo ttaabbaaccoo 2233,,00%% HHiippeerrtteennssããoo aauuttoo--rreeffeerriiddaa 2211,,99%% CCoonnssuummoo ddee ttaabbaaccoo 2200,,88%% OObbeessiiddaaddee 1100,,00%% DDiiaabbeetteess aauuttoo--rreeffeerriiddaa 55,,44%%
  • 4.
    Ao sedentarismo seatribui: • 52% da hipertensão arterial; • 48% das doenças cardiovasculares; • 14% do diabetes; • 16% do câncer de colon e 10% do câncer de mama.
  • 5.
    Atividade Física Geralmenteé definida como “qualquer movimento associado à contração muscular que faz aumentar o dispêndio de energia acima dos níveis de repouso”, segundo as orientações da união européia para a atividade física
  • 6.
    PROCESSO DE CONSTRUÇÃODA POLÍTICA Junho de 2003 – Constituição de Grupo de Trabalho no Ministério da Saúde com o objetivo de elaborar a Política Nacional de Medicina Natural e Práticas Complementares – PMNPC ou apenas MNPC – no SUS (atual PNPIC); Subgrupos – Medicina Tradicional Chinesa/acupuntura Homeopatia Fitoterapia Medicina Antroposófica
  • 7.
    PNPIC - OBJETIVOS  Incorporar e implementar a PNPIC no SUS, na perspectiva da prevenção de agravos e da promoção e recuperação da saúde, com ênfase na atenção básica, voltada para o cuidado continuado, humanizado e integral em saúde. Contribuir para o aumento da resolubilidade do Sistema e para a ampliação do acesso às PIC, garantindo qualidade, eficácia, eficiência e segurança no uso.
  • 8.
    PNPIC - OBJETIVOS  Promover a racionalização das ações de saúde, estimulando alternativas inovadoras e socialmente contributivas para o desenvolvimento sustentável de comunidades.  Estimular as ações referentes ao controle/participação social, promovendo o envolvimento responsável e continuado dos usuários, gestores e trabalhadores, nas diferentes instâncias de efetivação das políticas de saúde.
  • 9.
    Práticas Integrativas e Complementares no SUS DIRETRIZES
  • 10.
    DIRETRIZES GERAIS 1.Estruturação e Fortalecimento da Atenção em Práticas Integrativas e Complementares no SUS 2. Desenvolvimento de estratégias de qualificação em Práticas Integrativas e Complementares para profissionais no SUS em concordância com os princípios da Política Nacional de Educação Permanente. 3. Fortalecimento da participação social;
  • 11.
    DIRETRIZES GERAIS -PIC 4. Divulgação e informação dos conhecimentos básicos das PIC para profissionais de saúde, gestores e usuários do SUS, considerando as metodologias participativas e o saber popular e tradicional. 5. Estímulo às ações intersetoriais, buscando parcerias que propiciem o desenvolvimento integral das ações. 6. Garantia de acesso a medicamentos homeopáticos e fitoterápicos na perspectiva da ampliação da produção pública, assegurando as especificidades da assistência farmacêutica nestes âmbitos na regulamentação sanitária.
  • 12.
    DIRETRIZES GERAIS -PIC 7. Garantia do acesso aos demais insumos estratégicos com qualidade e segurança das ações; 8. Incentivo a pesquisa em Práticas Integrativas e Complementares com vistas ao aprimoramento da Atenção a Saúde, avaliando eficiência, eficácia e efetividade dos cuidados prestados; 9. Desenvolvimento de ações de acompanhamento e avaliação das Práticas Integrativas e Complementares, para instrumentalização de processos de gestão; 10. Promoção de Cooperação Nacional e Internacional com o objetivo de intercâmbio de experiências nos campos da Atenção, Educação Permanente e Pesquisa.
  • 13.
  • 14.
    MTC/ACUPUNTURA Premissa: desenvolvimentoda Medicina Tradicional Chinesa-acupuntura em caráter multiprofissional, para as categorias profissionais presentes no SUS, e em consonância com o nível de atenção. 1. Estruturação e fortalecimento da atenção em MTC-acupuntura no SUS, com incentivo à inserção da MTC-acupuntura em todos os níveis do sistema com ênfase na atenção básica. Para toda inserção de profissionais que exerçam a acupuntura no SUS será necessário o título de especialista”. 2. Desenvolvimento de estratégias de qualificação em MTC/acupuntura para profissionais no SUS, consoante à Política Nacional de Educação Permanente 3. Divulgação e informação dos conhecimentos básicos da MTC/acupuntura para usuários, profissionais de saúde e gestores do SUS.
  • 15.
    MTC/ACUPUNTURA 4. Garantiado acesso aos insumos estratégicos para MTC/Acupuntura na perspectiva da garantia da qualidade e segurança das ações. 5. Desenvolvimento de ações de acompanhamento e avaliação para MTC/acupuntura. 6. Integração das ações da MTC/acupuntura com políticas de saúde afins 7. Incentivo à pesquisa com vistas a subsidiar a MTC/acupuntura no SUS como nicho estratégico da política de pesquisa no Sistema. 8. Garantia de financiamento para as ações da MTC/acupuntura.
  • 16.
    HOMEOPATIA Premissa: desenvolvimentoda Homeopatia em caráter multiprofissional, para as categorias profissionais presentes no SUS, e em consonância com o nível de atenção. 1. Incorporação da homeopatia nos diferentes níveis de complexidade do Sistema, com ênfase na atenção básica, por meio de ações de prevenção de doenças e de promoção e recuperação da saúde. 2. Garantia de financiamento capaz de assegurar o desenvolvimento do conjunto de atividades essenciais à boa prática em homeopatia, considerando as suas peculiaridades técnicas. 3. Garantia do acesso ao usuário do SUS do medicamento homeopático prescrito na perspectiva da ampliação da produção pública.
  • 17.
    HOMEOPATIA 4. Apoioa projetos de formação e educação permanente, promovendo a qualidade técnica dos profissionais e consoante com os princípios da Política Nacional de Educação Permanente. 5. Acompanhamento e avaliação da inserção e implementação da atenção homeopática no SUS. 6. Socializar informações sobre a homeopatia e as características da sua prática, adequando-as aos diversos grupos populacionais 7. Apoiar o desenvolvimento de estudos e pesquisas que avaliem a qualidade e aprimorem a atenção homeopática no SUS.
  • 18.
    FITOTERAPIA 1. Estabelecimentode política de financiamento para o desenvolvimento de ações voltadas à implantação das plantas medicinais e da fitoterapia no SUS. 2. Incentivo à pesquisa e desenvolvimento de plantas medicinais e fitoterápicos, priorizando a biodiversidade do país. 3. Promoção do uso racional de plantas medicinais e dos fitoterápicos no SUS. 4. Elaboração da Relação Nacional de Plantas Medicinais e da Relação Nacional de Fitoterápicos .
  • 19.
    FITOTERAPIA 5. Garantiado acesso a plantas medicinais e fitoterápicos aos usuários do SUS. 6. Formação e educação permanente dos profissionais de saúde em plantas medicinais e fitoterapia. 7. Acompanhamento e avaliação da inserção e implementação das plantas medicinais e fitoterapia no SUS. 8. Fortalecimento e ampliação da participação popular e do controle social
  • 20.
    TERMALISMO SOICIAL Incentivoà criação de Observatórios de Saúde onde atualmente são desenvolvidas experiências em Termalismo Social, no âmbito do SUS
  • 21.
    MEDICINA ANTROPOSÓFICA Incentivoà criação de Observatórios de Saúde onde atualmente são desenvolvidas experiências em Medicina Antroposófica, no âmbito do SUS Portaria 1600
  • 22.
    Prática Corporal eMeditativa Com origem nas culturas tradicionais, pressupõe a integralidade de corpo, mente, espírito e meio.
  • 23.
    Prática Corporal eMeditativa na Medicina Tradicional Chinesa: QiGong Qi Gong estático Práticas meditativas Qi Gong dinâmico Práticas corporais
  • 24.
    Meditação • Ameditação é descrita tradicionalmente como uma experiência vivencial, que não pode ser resumida em um conceito.
  • 25.
    Meditação O melhorexercício para a mente é a concentração. E a melhor forma, descoberta pelo homem, de exercitar a concentração é meditação. A meditação é diretamente conectada com a mente.
  • 26.
    Meditação A meditaçãotorna possível entendermos o que está acontecendo: Abre campo para o conhecimento dos nossos processos psíquicos; Perceber os condicionamentos e preconceitos; Realizar escolhas com sabedoria;
  • 27.
    Meditação Perceber tiposou níveis de consciência, que ao emergirem, atormentam a mente e o indivíduo; Perceber tipos e níveis de consciência que levam à tranquilidade e à paz; Possibilita executar as atividades da vida com mais presença e qualidade.
  • 28.
    Práticas Corporais Serefere à utilização do corpo através de movimentos e posturas adequados, associados com respiração e intenção mental, para se atingir os objetivos desejados.
  • 29.
    Prática Corporal (eMeditativa) Na sua execução três ajustes, que devem estar integrados, são fundamentais: •Físico ou Forma; •Mental ou Intenção; •Respiração.
  • 30.
    Prática corporal emeditativa FÍSICO (FORMA) Deitado Sentado Em pé
  • 31.
  • 32.
  • 33.
    Em pé -Postura Inicial
  • 34.
    Em pé -Passos/movimentos
  • 35.
    FORMA Pernas –Cabeça – Coluna – Peito – Ombros – Mãos – Pescoço - Língua - Olhos
  • 36.
    Respiração A respiraçãodeve ser suave e ao mesmo tempo profunda e prolongada e coordenada com os movimentos, ajustando-se ao ritmo.
  • 37.
    Respiração Principal: Respiraçãoabdominal, com descida do diafragma (como do bêbe)
  • 38.
    Intenção mental (Yi Nian) É a “condução do poder de nossa mente em uma direção determinada”.
  • 39.
    Prática corporal (Dinâmico) • Guarda grande identidade com a meditação. São complementares. • Apresentam alto índice de adesão dos participantes • Favorece a socialização • Abre campo para adoção de outros hábitos saudáveis
  • 40.
    Grupos de PráticasCorporais e Meditativas das Medicinas Tradicionais, segundo as modalidades, nas Unidades de Saúde - SMS- 2010 224 102 102 24 53 25 46 20 14 18
  • 41.
    FINANCIAMENTO DA PNPIC ÞFinanciamento para o desenvolvimento de estratégias de qualificação em Práticas Integrativas e Complementares Þ Financiamento para divulgação e informação dos conhecimentos básicos das Práticas Integrativas e Complementares para profissionais de saúde, gestores e usuários do SUS, considerando as metodologias participativas e o saber popular e tradicional. Þ Estruturação física dos serviços relacionados a Práticas Integrativas e Complementares Ministério da Saúde dispõe anualmente de financiamento por meio de convênios a partir de projetos apresentados ao Fundo Nacional de Saúde, cabendo também aos estados e municípios o co-financiamento
  • 42.
    FINANCIAMENTO DA PNPIC ÞInserção na tabela SIA/SUS dos códigos de procedimentos complementares à consulta médica em Acupuntura - Sessão de Acupuntura com Inserção de Agulhas - Sessão de Acupuntura - Outros procedimentos (aplicação de ventosas; eletroestimulação; aplicação de laser de baixa potência em acupuntura) Þ Criação dos Códigos de Práticas Corporais em MTC-ACP
  • 43.
    FINANCIAMENTO DA PNPIC Þ Criação de incentivo à implantação e melhoria das farmácias públicas de manipulação de medicamentos homeopáticos e/ou fitoterápicos segundo critérios estabelecidos Þ Financiamento para o desenvolvimento de ações voltadas à implantação das plantas medicinais e da fitoterapia no SUS em parceria com outros setores Þ Estímulo à produção de medicamentos fitoterápicos e matrizes de medicamentos homeopáticos pelos laboratórios oficiais.