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ESCOLA ESTADUAL CREMILDA DE OLIVEIRA VIANA
                       Ensino Fundamental e Ensino Médio
   Criada pelo Decreto Estadual, Nº 1236 de 25/03/08 - CNPJ 09.634.738/0001-85


      CENTRO DE ENSINO INTEGRADO CREMILDA OLIVEIRA VIANA
                              Ensino Fundamental
  Criada pelo Decreto Municipal Nº 930 de 09/04/2007 - CNPJ: 08.848.792/0001-60
Rua Antonio Salomão, 35, Conj. Residencial São Cristóvão – Primavera do Leste - MT




                              DESFILE CÍVICO DE 2010




                           PRIMAVERA DO LESTE - MT
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

     SUMÁRIO                                                                                                           PÁGINA

             1 – INTRODUÇÃO...............................................................................................03
             2 - HISTÓRICO........................................................................................................04/05
             3 - BIOGRAFIA DA PATRONESSE......................................................................06
             4     - CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO.......................................................07
             5 - MISSÃO..............................................................................................................08
             6 - OBJETIVOS........................................................................................................09
             7 - PERFIL DA
                  CLIENTELA..................................................................................10/11/12
             8 - DIAGNÓSTICO..................................................................................................13
             9 - PLANO DE AÇÃO.............................................................................................14/15
             10 - DOS FINS E OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA..................................16
             11 - JUSTIFICATIVA..............................................................................................17
             12 - FUNDAMENTOS POLÍTICOS, PRESSUPOSTOS TEÓRICOS..................18/19
             13 - DIMENSÃO PEDAGÓGICA...........................................................................20 - 24
             14 - MATRIZ CURRICULAR.................................................................................25 - 31
             15 - CALENDÁRIO................................................................................................ 32
             16 - PROPOSTA CEI EM AÇÃO............................................................................33
             17 - DIMENSÃO PROFISSIONAL........................................................................34 - 36
             18 - VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL................................................................37
             19 - DIMENSÃO ADMINISTRATIVA.................................................................38
             20 - AVALIAÇÃO..................................................................................................39
             21 - BIBLIOGRAFIA..............................................................................................40




[GESTÃO 2010/2011]                                                                                                    Página 2
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO




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PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

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                                                  “O projeto representa a oportunidade da direção, coordenação pedagógica,
                                          professores e comunidade, tomarem sua escola nas mãos,             definir seu papel
                                                                            estratégico na educação das crianças e jovens,
                                                        organizar suas ações, visando a atingir os objetivos que se propõem.
                                                                             É o coordenador, o norteador da vida escolar”:
                                                                                                          José Carlos Libâneo


        Ao pensarmos a educação com seu valor formativo e representativo para a sociedade contemporânea,
na escola e o importante papel de desenvolvimento do ser humano de caráter formativo para o exercício da
cidadania, verifica-se a necessidade do repensar constante de todos os processos políticos e pedagógicos
presentes no dia-a-dia da escola, por isso a otimização do Projeto Político Pedagógico na escola. Mesmo
sendo de caráter de exigência do ponto de vista legal, se configura um instrumento ideológico, que pretende
definir as ações, direcionar todo um trabalho pedagógico, mostrar os resultados, os pontos fortes e os pontos
fracos, para direcionar a busca por resultados satisfatórios. De acordo com Betini, “o projeto político-
pedagógico mostra a visão macro do que a instituição escola pretende ou idealiza fazer, seus objetivos,
metas e estratégias permanentes, tanto no que se refere às suas atividades pedagógicas, como às funções
administrativas. Portanto, o projeto político-pedagógico faz parte do planejamento e da gestão escolar. A
questão principal do planejamento é então, expressar a capacidade de se transferir o planejado para a ação.
                Assim sendo, compete ao projeto político-pedagógico a operacionalização do planejamento
escolar, em um movimento constante de reflexão-ação- reflexão.” (2005, p.38).
                      É necessário destacar a importância da participação na sua construção e no seu
acompanhamento. O caráter coletivo presente no fazer e no refazer, na busca de soluções, na avaliação dos
resultados é que o tornará eficiente. Ainda, para garantir a eficácia deste instrumento é necessário levar em
conta a realidade de cada um que faz parte da instituição, a realidade social na qual está inserida esta
instituição, a base legal que o norteia, as condições físicas encontradas, os recursos humanos, os resultados
obtidos nos anos anteriores, a proposta pedagógica, a formação continuada dos profissionais da educação, os
projetos pedagógicos desenvolvidos e todas as demais ações que farão parte no decorrer do ano letivo.
                              Por isso é de extrema necessidade o constante acompanhamento, e o repensar
coletivo, em todos os encontros pedagógicos, assembléias e reuniões, para manter a expectativa de um
documento norteador de todas as ações desenvolvidas no âmbito escolar e que prime pela excelência na
educação.




[GESTÃO 2010/2011]                                                                                       Página 4
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

2. HISTÓRICO

        Construída no ano de 2006, esta instituição iniciou suas atividades em 05 de março do ano de dois
mil e sete, numa parceria entre o governador Blairo Borges Maggi e o prefeito Getúlio Gonçalves Viana. O
empreendimento registra um grande alcance social e justifica o seu custo e o esforço despendido para torná-
lo realidade.
        Esta importante obra proporcionou dignidade a todos que trabalharam e estudaram a algum tempo
em instalações precárias, e, também àqueles que passavam por perigos todos os dias atravessando a rodovia
para estudar em escolas de Ensino Fundamental e Ensino Médio do centro da cidade.
                         A parceria firmada entre estado e município deu a possibilidade de atendimento a
alunos do Ensino Fundamental e Ensino Médio, em 24 salas de aulas, nos três períodos, com alunos do
ensino regular e EJA. A escola municipal atendia nos períodos matutino e vespertino, e a escola estadual,
nos períodos vespertino e noturno. Com uma estrutura administrativa compreendendo apenas duas pequenas
salas, sendo uma para direção, coordenação e secretaria estadual, outra para secretaria municipal, ficando a
coordenação e direção municipal instalados na biblioteca. No ano de 2007, estiveram à frente na direção da
escola municipal o Professor Jonaldo Teixeira Santos e da escola estadual a Professora Márcia Inês de
Souza, passando por diversas dificuldades neste primeiro ano de funcionamento, pois a escola estadual não
fora criada, por falta de documentação referente a construção do prédio, ficando como extensão das escolas
Getúlio Dornelles Vargas o Ensino Fundamental e da escola João Ribeiro Vilela o Ensino Médio.
               No ano de 2008, o diretor Jonaldo Teixeira Santos continuou a frente da escola municipal. A
escola passou a atender vinte e duas salas de aula e melhorou a estrutura física, ficando uma sala para
secretaria e outra para coordenação, e a biblioteca foi organizada. Neste ano assumiu a direção da escola
estadual a Professora Silvana Estela Soto Fávaro e a mesma teve o seu ato de criação finalizado. As duas
redes ficaram com salas de aula nos três períodos.
              No ano de 2009, continuou o Professor Jonaldo Teixeira Santos na direção da escola municipal
e a Professora Silvana, diretora da escola estadual. Com vinte e uma salas de aula e uma sala de vídeo, as
duas redes mantiveram o funcionamento nos três turnos.
                         No ano de 2010, assume a direção da escola estadual o Professor Sergio Oliveira
Mendes, eleito em processo democrático no final do ano de 2009. Na direção da instituição municipal
continua o professor Jonaldo Teixeira Santos.
        Atualmente a escola conta com uma estrutura física mais adequada e suficiente para atendimento de
sua demanda escolar, tendo ambientes equipados e recursos humanos qualificados para oferecer um serviço
de qualidade.
       Com o lema “De mãos dadas pela Educação”, a escola busca o trabalho em equipe, pois este conceito
fortalece e dá direcionamento ao trabalho de todos os envolvidos no processo.




[GESTÃO 2010/2011]                                                                         Página 5
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

               A Bandeira e o Brasão do CEI Cremilda de Oliveira Viana traz como lema:
                             “DE MÃOS DADAS PELA EDUCAÇÃO”.




                            O Amarelo representa a riqueza do nosso solo;
                                O Azul representa o céu de nossa Pátria;
                                       O Branco significa a paz;
                                  O Livro representa o conhecimento;
             As Bandeiras e as Crianças representam a integração entre Estado e Município.




A Logomarca, elemento gráfico que representa a instituição em uniformes escolares e documentos emitidos
                                             pela escola:




[GESTÃO 2010/2011]                                                                       Página 6
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO


3. BIOGRAFIA DA PATRONESSE

           Mulher de fibra, batalhadora, obstinada e com estilo próprio de vida, assim podemos definir em
poucas, mas sinceras palavras, Cremilda de Oliveira Viana. É difícil enumerar todas as suas qualidades, mas
há de se destacar que o conhecimento da história de vida de qualquer pessoa, passa por avaliar suas origens e
a sua trajetória de vida.
        Cremilda de Oliveira Viana, nasceu em 18 de outubro de 1925, na cidade de Duque de Caxias, estado
do Rio de Janeiro. Onde ainda em tenra idade iniciou-se no salutar hábito de se dedicar aos estudos e a
desenvolver o hábito da leitura e sempre teve aguçada em sua vida, o gosto pela educação, por aprender,
desenvolver ações educacionais e sempre, incentivar a leitura entre os jovens. Poesias sempre foi seu ponto
forte. Persistente e obstinada, desenvolveu seus estudos e aprimorou seus conhecimentos ao longo de sua
juventude.
        Casou-se com Pedro Gonçalves Viana e passou a residir no estado do Paraná no município de
Ampere em 1954. Cremilda, sempre muito dedicada ao lar e aos filhos, nunca deixou de lado o gosto e o seu
apelo fraternal pela educação. Teve treze filhos sendo dez homens e três mulheres. Desses filhos a família
cresceu se estendeu, vieram 39 netos e 29 bisnetos.
        Trabalhou e lutou por seu ideal, se formou na área de educação, sendo naquela época fato inédito e
de difícil conquista, uma vez que o tempo em que vivia lhe impôs obstáculos, mas segura e dedicada como
era, venceu e superou todos, nunca deixando de lado seus afazeres e suas responsabilidades como mãe e
genitora de uma grande família, mas que tinha em si o “espírito educacional” que lhe tomava todas as
manhãs. Educadora, formada em Pedagogia começou a atuar na área da educação no município de Ampere
em 1959. Seguindo uma carreira de destaque no setor educacional, logo recebeu homenagens pelo cargo e
foi efetivada para trabalhar como professora na rede estadual de ensino, onde atuou por 25 anos.
        Porém, essa garra e obstinação pela educação, auxílio e amparo a jovens e adultos na alfabetização
não parou por aí, hoje esse ideal em vivenciar a cada dia a educação, continua no espírito empreendedor de
suas filhas e netas ligadas a área educacional.
        Após a passagem pela educação na cidade de Ampere, trabalhou por mais cinco anos como
coordenadora naquela cidade. Sua vida foi toda voltada a esse meio, aposentando-se em 1989.
        Cremilda mudou-se para Primavera no ano de 1990, onde residia na Rua São Caetano no Centro, e
exerceu diversos serviços sociais e assistenciais de grande relevância.
        Viveu nessa cidade pelo restante de seus dias, vindo a falecer em 29 de julho de 2001, onde foi
sepultada.
        Sua família empreendedora, dedicada as lutas sociais, educacionais e empresariais por Primavera,
vem sobremaneira, contribuir com o desenvolvimento e o progresso de nossa cidade.
        Cremilda de Oliveira Viana nomeia esta instituição, singela homenagem que parte do princípio de ser
uma mulher que viveu em prol da educação e deixou sua trilha de vida imbuída em conquistas e trabalhos
sociais.




[GESTÃO 2010/2011]                                                                          Página 7
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

4. CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO
4.1. Dados Gerais:
   •    Endereço da instituição: Rua Antonio Salomão, nº 35,
                                    Bairro Conjunto Residencial São Cristóvão,
                                    Primavera do Leste - MT
   •    Endereço eletrônico: ceicov@hotmail.com - pvl.ee.cremildao.viana@seduc.mt.gov.br
   •    Blog: ceicov.blogspot.com
Denominação da Escola Municipal: Centro de Ensino Integrado Cremilda de Oliveira Viana
            Criada pelo Decreto Municipal Nº 930 de 09/04/2007 - CNPJ: 08.848.792/0001-60
Denominação da Escola Estadual: Escola Estadual Cremilda de Oliveira Viana
             Criada pelo Decreto Estadual, Nº 1236 de 25/03/08 - CNPJ 09.634.738/0001-85
4.2. Dimensão Física:
       É uma escola que possui uma infra-estrutura moderna, com vinte salas de aulas adequadas, bem
       arejadas, sala de articulação, secretaria, sala para laboratório de Ciências, sala de informática, sala de
       vídeo, biblioteca, coordenação, direção, refeitório amplo, todo espaço físico moderno em dois pisos e
       contando ainda com estrutura para esportes e lazer.
4.3. Bairros atendidos:
    •   São Cristóvão I, II, III;
    •    Poncho Verde I e II;
    •    Cohab Jaime Campos;
    •    Novo Horizonte;
    •    Vila Militar;
    •    Jardim Luciana;
    •    Centro Leste;
    •    Jardim Progresso;
    •    Parque Eldorado;
    •    Primavera II e III.


   4.4. Níveis e Modalidades de ensino:
    •     Ensino Fundamental
        Com duração de nove anos, em regime anual para atender alunos a partir de 06 anos de idade;
    •    1º ano ao 5º ano – Anos iniciais do Ensino Fundamental, regime seriado, responsabilidade da
      rede municipal;
    •    6º ano ao 9º ano – Anos finais do Ensino Fundamental, regime de ciclo de formação humana, de
        responsabilidade da rede estadual;
    •    EJA – 2º Segmento
    •    Para atender alunos defasados em idade/série, no período noturno, de responsabilidade da rede
        municipal;
    •    Ensino Médio
    •    Com duração de três anos, organizado em regime anual, de responsabilidade da rede estadual.


[GESTÃO 2010/2011]                                                                             Página 8
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO


5. MISSÃO DA ESCOLA:




   “Oferecer uma educação pautada nos valores éticos, morais, políticos e sociais,

   formando assim, cidadãos conscientes de seus direitos e deveres, capazes de

    interagir e transformar a realidade para uma vida digna em sociedade”.




[GESTÃO 2010/2011]                                                   Página 9
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO


6. OBJETIVO GERAL DA ESCOLA
               Promover a formação necessária para o exercício da cidadania, por meio do
                  desenvolvimento da capacidade cognitiva, afetiva, física, ética, estética e de atuação e
                  inserção social.
6.1. Objetivos específicos

    Os objetivos específicos adotados pela escola se baseiam nos indicados pelos Parâmetros Curriculares
Nacionais, buscando a formação de alunos que sejam capazes de:


       Compreender a cidadania como participação social e política, assim como exercício de direitos e
    deveres políticos, civis e sociais, adotando, no dia-a-dia, atitudes de solidariedade, cooperação e repúdio
    às injustiças, respeitando o outro e exigindo para si o mesmo respeito;
     Posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando
    o diálogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas;
      Conhecer características fundamentais do Brasil nas dimensões sociais, materiais e culturais como
    meio para construir progressivamente a noção de identidade nacional e pessoal e o sentimento de
    pertinência ao país;
       Conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, bem como aspectos
    socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em
    diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e
    sociais;
     Perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente, identificando seus elementos
    e as interpretações entre eles, contribuindo ativamente para a melhoria do meio ambiente;

     Conhecer o próprio corpo e dele cuidar, valorizando e adotando hábitos saudáveis como um dos
    aspectos básicos da qualidade de vida e agindo com responsabilidade em relação à sua saúde e à
    saúde coletiva;

     Utilizar diferentes linguagens - verbal, musical, matemática, gráfica, plástica e corporal - como
    meio para produzir, expressar e comunicar suas idéias, interpretar e usufruir as produções culturais,
    em contextos públicos e privados, atendendo a diferentes intenções e situações de comunicação;

     Saber utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir
    conhecimentos;

     Questionar a realidade, formulando problemas e buscando alternativas de solução, utilizando para
    isso o pensamento lógico, a criatividade, a intuição, a capacidade de análise crítica, selecionando
    procedimentos e verificando sua adequação.




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PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

7. PERFIL DA CLIENTELA:

              Para o diagnóstico e perfil da clientela foi realizada uma amostragem de uma pesquisa com a
participação dos pais, como referencial para os dados descritos neste documento. O corpo discente da escola
se caracteriza em sua grande maioria por alunos residentes nos bairros circunvizinhos, com nível
socioeconômico bastante diversificado, sendo predominante o trabalho de serviços gerais, o nível de
escolaridade, na grande maioria, com Ensino Fundamental Incompleto.


7.1. Gráficos da Pesquisa realizada com a comunidade:




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PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO




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PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

7.2. Clientela atendida nos anos anteriores:
Instituição Estadual
ANO                  Matrícula              Aprovados          Reprovados   Transferidos   Desistentes
     2008              910                       655                31            99           125
     2009             1051                       771                42           127           111
     2010             1115                       736                47           146           186

Instituição Municipal
ANO            Matrícula Inicial            Aprovados          Reprovados   Transferidos   Desistentes
     2007             1077                       816                65           120            76
     2008             1347                       791                52           112           392
     2009              929                       685                39            95           110
     2010              990                       756                42           106            86


5.3. Clientela para o ano 2011:
Alunos do Ensino Fundamental diurno
TURMA                        TURNO                             NÚMERO DE ALUNOS

1º ANO                        MATUTINO E VESPERTINO            107
2º ANO                        MATUTINO E VESPERTINO            104
3º ANO                        MATUTINO E VESPERTINO            98
4º ANO                        MATUTINO E VESPERTINO            116
5º ANO                        MATUTINO E VESPERTINO            111
Total de alunos de responsabilidade da Instituição Municipal   536
6º ANO (3ªFase/2º Ciclo)      MATUTINO E VESPERTINO            127
7º ANO (1ªFase/3º Ciclo)      MATUTINO E VESPERTINO            115
8º ANO (2ªFase/3º Ciclo)      MATUTINO E VESPERTINO            117
9º ANO (3ª Fase/3º Ciclo)     MATUTINO E VESPERTINO            195
Total de alunos de responsabilidade da Instituição Estadual    554
Total geral diurno                                             1090


Alunos do Ensino Fundamental – EJA e Ensino Médio noturno
TURMA                        TURNO                             NÚMERO DE ALUNOS

2ª Fase/2º Segmento           NOTURNO                          40
3ª Fase/2º Segmento           NOTURNO                          114
Total de alunos de responsabilidade da Instituição Municipal   154
1º ANO                        NOTURNO                          157
2º ANO                        NOTURNO                          111
3º ANO                        NOTURNO                          87
Total de alunos de responsabilidade da Instituição Estadual    355
Total geral noturno                                            509


5.4. Regime e funcionamento dos turnos:
                                         A instituição funciona nos três turnos sendo os horários de entrada às
7:00, às 13:00 e às 19:00 horas, nos turnos matutino, vespertino e noturno, respectivamente, perfazendo um
total de quatro horas de trabalho pedagógico, com tolerância de 15 (quinze) minutos em todos os turnos.
Para o período noturno adota-se ainda a reabertura dos portões às 20:00 horas para os que se atrasarem, além
da possibilidade de entrada, independente do horário, para todos os alunos que apresentarem atestado de
trabalho. No caso de alunos menores, inclusive do noturno, que desejarem sair antes do horário, por doença
ou outro motivo, os responsáveis são avisados, podendo se ausentar da escola por no máximo cinco vezes no
decorrer do ano.
8. DIAGNÓSTICO:
                  No levantamento de pontos fortes e fracos, especificamente com os pais, o resultado foi
satisfatório, pois neste item os pais podiam ou não citar os pontos fortes ou fracos, conforme sua vontade e
opinião. Assim houve maior citação dos pontos fortes, conforme demonstra o gráfico abaixo:

[GESTÃO 2010/2011]                                                                                       Página 13
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO




Por                                                                                                  meio de
                                                                                                     análises
                                                                                                     realizadas
em                                                                                                   reuniões
pedagógicas, avaliações internas, conclui-se que existem diversos pontos fortes na ação pedagógica
desenvolvida, mas também existem alguns pontos a serem melhorados, por meio de intervenção dos atores
escolares.
  Começamos por elencar os pontos fortes:
•    Envolvimento da maioria no processo educacional proposto;
•    Desenvolvimento de projetos pedagógicos;
•    Boa gerência de recursos humanos e materiais pela equipe gestora e Conselho;
•    Transparência e cumprimento das normas da legislação em vigor;
•    Troca de informações entre professores que geram melhoria no trabalho pedagógico;
•    Bons instrumentos de avaliação das atividades e de participação;
•    Diversidade na estratégia de ensino, como a prática de oficinas, aulas de campo e aulas
   diferenciadas para facilitar e promover uma aprendizagem significativa;
•    Bom relacionamento entre professores e alunos;
•    Condições favoráveis para o desenvolvimento do trabalho pedagógico;
•    Participação efetiva na formação continuada oferecida;
•    Desenvolvimento de estratégias para superação das dificuldades de aprendizagem;
•     Controle de entrada e saída, com a eficiente participação dos vigias de pátio, em consonância com os
   professores, a coordenação pedagógica, disciplinar e direção da escola, tendo em vista a organização e a
   segurança dos alunos e funcionários;

                     Ainda temos outros dois pontos positivos muito relevantes no cenário da atividade
educativa desenvolvida pela instituição, que são a escolha da escola como a melhor escola municipal e
melhor diretor por dois anos consecutivos, e também o resultado do IDEB e ENEM alcançado pela escola:

       CREMILDA O. VIANA              2007             2009             2010             2011
        IDEB – ANOS INICIAIS           4,1            5,0             ----------       ----------
       IDEB – ANOS FINAIS              4,9            4,4             ----------       ----------
       ENEM                         -----------    MD: 553,53         ----------       -----------

8.1. Itens a serem melhorados:


[GESTÃO 2010/2011]                                                                       Página 14
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

•     Falhas na circulação de informações entre as diferentes equipes de trabalho;
•     Dificuldades de conservação do patrimônio público;
•     Pouco envolvimento e compromisso dos alunos;
•      Carência de algumas práticas de cidadania que conduzam ao cumprimento integral de regras de
    comportamento e estabelecimento de relações sociais saudáveis por parte dos alunos;
•     Dificuldade de conscientizar os alunos quanto a hábitos e estilos de vida saudável;
•     Evasão escolar muito grande, principalmente no noturno;
•     Formação deficitária de professores na utilização de novos recursos tecnológicos;
•     Falta de acompanhamento e incentivo no desenvolvimento da aprendizagem por parte da família;
•     Dificuldade de leitura, interpretação e escrita;



9. PLANO DE AÇÃO
1) Metas e ações:
•     Melhorar a circulação das informações na escola;
    a) Realizar semanalmente, no primeiro dia útil, reuniões de gestão;
    b) Organizar com maior antecedência as ações que serão desenvolvidas no mês;
    c) Manter organizados os murais em diversos locais, de maior circulação e fácil acesso;
    d) Uso de cartazes com avisos com antecedência, pensando também nas pessoas que não trabalham
       todos os dias na escola;

•     Intensificar o trabalho de conscientização para melhorar a conservação do patrimônio público;
    a) Propor à equipe administrativa o desenvolvimento de um projeto de conscientização, como uma
       ação da formação continuada Sala do Educador;
    b) Envolver equipes de alunos como agentes de pátio para salientar a importância da conservação;
    c) Fazer assembléias com pais e alunos para trabalhar a conscientização de que o patrimônio público
       é de todos, pois são construídos com verbas de impostos pago pelos mesmos
    d) Desenvolver ações que levem a atitudes responsáveis para a preservação do meio ambiente;

•      Trabalhar a motivação do educando para alcançar maior envolvimento e compromisso nas
    atividades propostas na escola;
    a) Trabalhar semanalmente textos diferenciados, do Projeto CEI-Ler, salientando pontos que façam o
        aluno perceber a importância de seu envolvimento nas ações educativas;
    b) Promover aulas diversificadas e atividades estimulantes, como oficinas pedagógicas, aulas de
        campo, trabalho com temas significativos;
    c) Desenvolver projetos instigadores e motivadores de participação;
    d) Proporcionar a participação do educando em gincanas, festivais e passeios;
    e) Destacar o aluno que cumpre com louvor as suas responsabilidades escolares, bimestralmente –
        Aluno Destaque e Aluno Revelação;



•     Programar ações para ampliar a compreensão do aluno quanto à prática de cidadania, relações
    sociais saudáveis entre os mesmos;
    a) Trabalhar em sala de aula pequenos projetos sobre temas como: bullying, discriminação,
        diversidade e hábitos saudáveis de convivência;
[GESTÃO 2010/2011]                                                                     Página 15
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

    b)   Promover na escola palestras envolvendo estes temas;
    c)   Fazer concurso de paródias, redações, teatro e poesia.
    d)   Organizar o recreio dirigido;

•     Diminuir o índice de evasão no turno noturno;
    a) Melhorar o sistema de ensino por módulos;
    b) Modificar a metodologia de ensino com vistas a tornar as aulas mais dinâmicas e prazerosas;
    c) Controlar a incidência de faltas quando continuamente repetidas;
    d) Contato com a família dos alunos menores de idade;
    e) Comunicar o Conselho Tutelar sempre que houver necessidade;
    f) Incentivar maior participação nos projetos interdisciplinares;

•     Incentivar a formação de professores para utilização dos novos recursos tecnológicos;
    a) Incluir na formação continuada momentos de atualização para utilização dos recursos tecnológicos;
    b) Incentivar a participação nas formações do Cefapro.

•     Melhorar o envolvimento dos pais na aprendizagem dos alunos e sua participação em eventos na
    escola;
    a) Palestras de conscientização da necessidade e obrigatoriedade da participação da família na
       educação escolar;
    b) Promover ações/eventos de interação entre escola x família;
    c) Demonstrar a família, por meio de reuniões e assembléias, que a sua participação efetiva na escola
       resultará no melhor desenvolvimento de seu filho;
    d) Promover encontros periódicos para informar a família sobre o andamento da escola, todas as
       ações a serem realizadas e a sua proposta de trabalho para oferecer uma educação de qualidade.

•     Proporcionar melhoria significativa de leitura, interpretação e escrita, por acreditar ser a
    condição primordial para seu desenvolvimento;
    a) Envolvimento de todos os professores, em todas as áreas do conhecimento, na valorização da
       leitura e escrita em todas as aulas;
    b) Implementação do Projeto CEI-Ler;
    c) Desenvolvimento de projeto de leitura com a participação das bibliotecárias envolvendo todos os
       alunos e professores;
    d) Implementar a biblioteca com material diversificado;
    e) Divulgação para a comunidade sobre o empenho da escola em desenvolver o gosto pela leitura em
       todos os alunos, conscientizando a todos da sua importância para o crescimento do educando.




10. DOS FINS E OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA
10.1. Objetivos em âmbito geral

       Cumprir e fazer cumprir os princípios e fins da Educação Nacional e toda legislação correlativa
vigente. Conforme o artigo 22 da Lei 9394/96: “A educação básica tem por finalidades desenvolver o
[GESTÃO 2010/2011]                                                                      Página 16
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhes
meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores”, garantindo-lhe ainda os princípios da igualdade
de acesso, permanência, êxito, da obrigatoriedade da Educação Básica e da gratuidade escolar, preparando-o
para o exercício de seus direitos e o cumprimento dos deveres como cidadão.

10.2. Objetivos em âmbito específico:
      O Artigo 32, da LDB traz em seu teor os objetivos específicos para a formação básica,
compreendendo os anos iniciais e finais do Ensino Fundamental, mediante:

I - o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da
escrita e do cálculo;
II - a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores
em que se fundamenta a sociedade;
III - o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e
habilidades e a formação de atitudes e valores;
IV - o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca
em que se assenta a vida social.

Já no Artigo 35, cita os princípios e finalidades para o Ensino Médio, sendo:

I - a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, possibilitando
o prosseguimento de estudos;
II - a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo, de modo a
ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores;
III - o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento
da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
IV - a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria
com a prática, no ensino de cada disciplina.




[GESTÃO 2010/2011]                                                                          Página 17
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO


11. JUSTIFICATIVA
        Para a efetivação dos objetivos da Constituição Federal de 1988, da LDB – Nº9394/96 faz-se
indispensável que cada instituição construa um documento com a função de planejamento global de sua ação
educativa. Segundo Vasconcellos, este documento é: (...) um instrumento teórico-metodológico que visa
ajudar a enfrentar os desafios do cotidiano da escola, só que de forma refletida, consciente, sistematizada,
orgânica, científica, e, o que é essencial, participativa. É uma metodologia de trabalho que possibilita
ressignificar a ação de todos os agentes da escola. (1995:143). Assim, é de fundamental importância sua
construção no âmbito escolar, com a participação de todos os envolvidos no processo educacional
pretendido.
        Para isso, a cada início de ano letivo o coletivo da escola se reúne para definir as ações que serão
desenvolvidas no período. Sendo contemplados os projetos novos e quais projetos do ano anterior terão
continuidade, verificando sua eficácia para dar ou não prosseguimento. Avalia também o desempenho das
ações pedagógicas, repensando o currículo para a clientela a ser atendida ao longo do ano e são discutidos
ainda os eventos a serem desenvolvidos, contemplando a participação da comunidade. Nestes encontros
acontece o planejamento das ações da formação continuada, envolvendo toda a equipe pedagógica e
administrativa da escola. São feitas, ao longo do ano avaliações do trabalho desenvolvido, tanto pedagógico
quanto administrativo e de aceitação pela comunidade, envolvendo equipe escolar, corpo discente e pais.
Todos estes dados levantados aparecem organizados neste documento, cumprindo a sua função de facilitador
da ação educativa no âmbito escolar.
        Para Veiga, o Projeto Político-Pedagógico, cumpre a função de dar um rumo, uma direção à
instituição. Diz a autora que o projeto de escola é sempre: “... uma ação intencional, com um sentido
explícito, com um compromisso definido coletivamente. Por isso, todo projeto pedagógico da escola é,
também, um projeto político por estar intimamente articulado ao compromisso sociopolítico com os
interesses reais e coletivos da população majoritária. É político, no sentido de compromisso com a formação
do cidadão para um tipo de sociedade. ‘A dimensão política se cumpre na medida em que ela se realiza
enquanto prática especificamente pedagógica.’ (Saviani 1983, p.93). Na dimensão pedagógica reside a
possibilidade da efetivação da intencionalidade da escola, que é a formação do cidadão participativo,
responsável, compromissado, crítico e criativo. Pedagógico, no sentido de definir as ações educativas e as
características necessárias às escolas de cumprirem seus propósitos e sua intencionalidade”. (1996:12).
        Desta feita a escola cumpre seu papel de organizadora e responsável pela formação integral do
educando, com objetivos claros, organizados, buscando superar a divisão do trabalho, seguindo o caminho
de resgate do verdadeiro papel da escola: oportunizar ao aluno o crescimento intelectual como meio de se
auto-realizar como cidadão consciente, crítico e participativo, comprometido com as transformações da
sociedade, conhecedor de seus direitos e deveres, reconhecendo o professor, família, como condutores do
processo ensino-aprendizagem, numa interação comunidade/escola.




[GESTÃO 2010/2011]                                                                        Página 18
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

12. FUNDAMENTOS              POLÍTICOS,        PRESSUPOSTOS           TEÓRICO-METODOLÓGICO                   E
EPISTEMOLÓGICO

                        O projeto pedagógico tem como propósito a explicitação dos fundamentos teórico-
metodológicos, dos objetivos, do tipo de organização e das formas de implementação e de avaliação de toda
a ação educativa proposta.
                 Na perspectiva de Vygotsky, construir conhecimentos implica numa ação compartilhada, já
que é por meio dos outros que as relações entre sujeito e objeto de conhecimento são estabelecidas. Logo, o
professor é o mediador, possibilitador e intervencionista. O aluno, enquanto aprendiz constrói o seu
conhecimento, confrontando sua experiência com os conteúdos apresentados pelo professor, através de suas
interações sociais e também das trocas estabelecidas com seus pares. Portanto, ao professor cabe interferir
na aprendizagem do aluno, em razão de sua maior experiência e conhecimentos teóricos.
               De acordo com Paulo Freire “ ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades
para a sua própria produção ou a sua construção”, assim, a escola procura despertar nos profissionais a busca
por conhecimento necessário para desenvolver um trabalho que motive o educando, que leve o aluno a
querer aprender. Ainda, coloca a relação pedagógica como um diálogo entre professor e educando, como
sujeitos interativos, tendo a dimensão de interlocução como princípio básico do processo de ensino-
aprendizagem.
                  Para Gardner, o processo de construção do conhecimento não ocorre apenas no aspecto
cognitivo, mas também pelo aspecto afetivo, pela imaginação, pela intuição e outras, consideradas pelo
estudioso como múltiplas inteligências, localizadas em regiões diferentes do cérebro, diferenciadas para
cada pessoa. Desta forma, constata-se que aprendemos de diversas maneiras. Assim, a escola busca um
processo de ensino-aprendizagem que considere essas especificidades, com uma metodologia bastante
diversificada, buscando uma aprendizagem significativa.


12.1. Das Concepções:
    •      De Mundo: O mundo é o local onde ocorrem as interações homem-homem e homem-meio social
        caracterizadas pelas diversas culturas e pelo conhecimento. Devido ao processo de globalização
        torna-se necessário proporcionar ao homem o alcance dos objetivos materiais, políticos, culturais e
        espirituais para que sejam superadas as desigualdades sociais, econômicas e culturais com o intuito
        de se formar o ser humano que se imagina.

    •   De Sociedade: Somos uma sociedade capitalista, competitiva baseada nas ações e resultados, por
        isso precisamos construir uma sociedade libertadora, crítica, reflexiva, igualitária, democrática e
        integradora, fruto das relações entre as pessoas, caracterizadas pela interação de diversas culturas em
        que cada cidadão constrói a sua existência e a do coletivo.

    •   De Homem: O homem, na atualidade, é um ser competitivo e individualista, resultado das relações
        impostas pelo modelo de sociedade em vigor. No entanto, a luta deve ser por um homem social,
        voltado para o seu bem próprio mas, acima de tudo, para o bem estar do grupo do qual faz parte. O
        homem, que modifica a si mesmo pela apropriação dos conhecimentos, modifica também a
        sociedade por meio do movimento dialético “do social para o individual e do individual para o
        social”, descrito por Destarte, torna-se sujeito da história.




[GESTÃO 2010/2011]                                                                          Página 19
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO


   •   De Educação: O processo educacional deve contemplar um tipo de ensino e aprendizagem que
       ultrapasse a mera reprodução de saberes cristalizados, possibilitando, assim, que o indivíduo torne-
       se crítico e que exerça a sua cidadania, buscando alternativas de superação da realidade. Tendo em
       vista que educar para Paulo Freire “é construir, é libertar o homem do determinismo, passando a
       reconhecer o seu papel na História. Pois sem respeitar essa identidade, sem autonomia, sem levar em
       conta as experiências vividas pelos educandos antes de chegar à escola, o processo será inoperante,
       somente meras palavras despidas de significação real”.


   •   Relação professor/aluno: De acordo com Vygotsky, “a relação educador-educando não deve ser
       uma relação de imposição, mas sim, uma relação de cooperação, de respeito e de crescimento. O
       aluno deve ser considerado como um sujeito interativo e ativo no seu processo de construção de
       conhecimento. Assumindo o educador um papel fundamental nesse processo, como um indivíduo
       mais experiente. Por essa razão cabe ao professor considerar também, o que o aluno já sabe, sua
       bagagem cultural e intelectual, para a construção da aprendizage”.
   •   De ensino e aprendizagem; Dentro do contexto ensino-aprendizagem, onde o enfoque é ensinar
       para o aluno aprender, devemos levar em conta o que ensinar, para quem ensinar, o
        que vai ser aprendido e de que forma vai ser ensinado. Podemos dizer que essa prática deve
        proporcionar tanto ao professor quanto ao aluno a possibilidade de buscar o conhecimento teórico
        numa perspectiva de reflexão sobre o fazer prático do cotidiano. A linha de pensamento do que
        ensinar e como ensinar deve seguir um planejamento prévio, primando à experiência de vida do
        aluno e do professor, que se bem aproveitado, contribui para o enriquecimento do conhecimento e
        cria um clima de predisposição favorável à aprendizagem. Para Paulo Freire “o ensino deve sempre
        respeitar os diferentes níveis de conhecimento que o aluno traz consigo a escola. Tais
        conhecimentos exprimem o que poderíamos chamar de a identidade cultural do aluno – ligada,
        evidentemente, ao conceito sociológico de classe...”(FREIRE & CAMPOS, 1991, p.51).




[GESTÃO 2010/2011]                                                                       Página 20
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO


13. DIMENSÃO PEDAGÓGICA Na

        Para efetivação da intencionalidade da instituição, de formar cidadão participativo, responsável,
crítico e criativo, a escola precisa se organizar de maneira a respeitar os saberes dos educandos e nunca
desprezar seu conhecimento empírico, sua experiência anterior. Deve ser uma constante a discussão sobre os
problemas sociais, desigualdades, falta de oportunidades, que a comunidade enfrenta. Deve proporcionar
momentos de debates sobre novas descobertas e novas teorias, que proporcionem crescimento e novas
maneiras de inclusão social por meio do conhecimento. Reorientar o currículo, em todos os seus aspectos,
desde a organização das turmas, a seleção dos conteúdos pedagógicos, a escolha dos materiais didáticos, das
metodologias e didáticas, ao tipo de relações que se dão na sala de aula e no espaço fora da sala de aula, a
relação da escola com as famílias e com a comunidade circundante e, até a repensar a avaliação e suas
conseqüências na vida dos alunos, bem como incentivar a formação continuada de todos os educadores
responsáveis pela instituição. Organizar de forma eficaz todos os recursos didáticos necessários para
desenvolvimento da proposta que proporcione oportunidade a todos, por meio de projetos, oficinas
pedagógicas, aulas de campo e pesquisa, tendo a leitura como meio para interpretar informações, resolver
problemas, entre outros aspectos, aprender significativamente, promovendo uma educação de qualidade.

13.1. Currículo para formação humana:
        De acordo com o documento “Indagações sobre currículo”, do MEC, um currículo para a formação
humana precisa ser situado historicamente, uma vez que os instrumentos culturais que são utilizados na
mediação do desenvolvimento e na dinâmica das funções psicológicas superiores se modificam com o
avanço tecnológico e científico. Esta perspectiva do tempo é importante: novas áreas do conhecimento vão
se formando, por desdobramento de áreas tradicionais do currículo ou são criadas como resultado de novas
práticas culturais, internet e web, ou ainda pela complexidade crescente do conhecimento e da
tecnologia.Um currículo para a formação humana introduz sempre novos conhecimentos, não se limita aos
conhecimentos relacionados às vivências do aluno, às realidades regionais, ou com base no assim chamado
conhecimento do cotidiano. È importante pensar um currículo que engloba em si mesmo não apenas a
aplicabilidade do conhecimento à realidade cotidiana vivida por cada grupo social, mas entende que
conhecimento formal traz outras dimensões ao desenvolvimento humano, além do “uso prático”. Um
currículo para a formação humana é aquele orientado para a inclusão de todos ao acesso dos bens culturais e
ao conhecimento, Está, assim, a serviço da diversidade.

13.2. Diversidade:
A escola pretende incluir no seu currículo, de acordo com Diretrizes Curriculares Nacionais e Estadual e as
normas do Sistema Estadual de Ensino, a História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, História e Geografia
de Mato Grosso e Educação Ambiental, bem como, as especificidades étnico - raciais, socioeconômicos e
culturais, como a música no ensino de Arte, temas transversais, questões de relevância social, política e
econômica, respeitando os interesses dos estudantes, da família e da comunidade, pois “entendemos
diversidade na concepção de que ela é a norma da espécie humana: seres humanos são diversos em suas
experiências culturais, são únicos em suas personalidades e são diversos em suas formas de perceber o
mundo. Seres humanos apresentam, também, diversidade biológica. Como a diversidade é hoje recebida na
escola, há a demanda, óbvia, por um currículo que atenda a todo tipo de diversidade”.




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PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

13.3. Planejamento:
       O Planejamento é o fio condutor da ação educativa. Na sua concepção dialética tem no planejamento
a práxis que surge da realidade. Nele são congregados aspectos históricos, políticos, sociais e econômicos.
Ao mesmo tempo consolida tarefas e saberes críticos, criativos, reflexivos, transformadores. Conceituando
planejamento de acordo com Sacristán: “Planejar é dar tempo para pensar a prática, antes de realizá-la,
esquematizando os elementos mais importantes numa sequência de atividades”. O planejamento deve
contemplar a possibilidade de um movimento de ação-reflexão-ação na busca constante de um processo de
ensino-aprendizagem produtivo. A escola realiza os planejamentos anuais, no início do ano letivo, faz-se
uma prévia na semana pedagógica e depois, após o conhecimento da clientela, verificação dos níveis de
desenvolvimento da turma, é que se fecha o planejamento para o ano letivo. Também na semana
pedagógica, realiza-se todo um planejamento das ações educativas ao longo do ano letivo, sendo revisto a
cada reunião pedagógica. Participam dos planejamentos todo o corpo docente, funcionários, Conselho
Escolar e equipe gestora, sendo registradas em ata as decisões conjuntas.

13.4. Estratégias de ensino:
A Lei de Diretrizes e Bases da educação Nacional (LDB), promulgada em 1996, traz em seu teor princípios, indicados abaixo, um importante
exemplário de conduta para diretores, professores, pais e alunos e, por isso mesmo, devem nortear, à guisa de um decálogo da boa
aprendizagem, às práticas escolares:

1. A liberdade de aprender como principio de ensino (Inciso II, art. 3º, LDB): cabe ao educador a tarefa de, no âmbito da instituição escolar, ensinar
a aprender, mas respeitar, como princípio, a liberdade de aprender.

2. A garantia de padrões mínimos de qualidade de ensino para desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem. (Inciso IX, art. 4º, LDB):
cabe ao poder público, através dos governos; às famílias, através dos pais e responsáveis e à sociedade, como um todo, ofertar um ensino de
qualidade. A qualidade de ensino só pode ser medida sob enfoque da aprendizagem. Não há qualidade de ensino quando o aluno deixa de
aprender.

3. O zelo pela aprendizagem dos alunos como incumbência dos docentes (Inciso III, art. 13, LDB ): aos docentes, o zelo pela aprendizagem do
ensino é, antes de tudo, uma questão de compromisso profissional, ético. Quando o aluno deixa de aprender, por imperícia ou incapacidade
pedagógica, a escola perde o sentido de existir.

4. A Flexibilidade para organização da educação básica para atender interesse do processo de aprendizagem (art. 23, LDB): À escola cabe a
tarefa de patrocinar todas as formas eficazes de aprendizagem. O que interessa aos pais e agentes educacionais é a aprendizagem dos alunos.

5. A verificação do aprendizado como critério para avanço nos cursos e nas séries (item c, inciso V, art. 24, LDB): Quem aprende a aprender, isto
é, passou a ser capaz de aprender com a orientação docente, deve ser incentivado a ir adiante. A escola não pode ficar, com o aluno, mais de
uma década, engessando seu andar, seu pensar, seu aprender. A escola é meio. A escola não é fim. O fim da escola é a sociedade. O fim da
sociedade é humanidade.

6. O desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo, como estratégia
para objetivar a formação básica do cidadão no ensino fundamental (Inciso I, art. 32, LDB): Ninguém nasce aprendiz, embora todo ser nasça para
aprender. A capacidade de aprender deve ser, pois, desenvolvida nos primeiros anos escolares. Para tanto, devem ser definidas, desde logo, nas
escolas, as estratégias de aprendizagem que priorizem a leitura, a escrita e o cálculo.

7. O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e
valores para objetivar a formação básica do cidadão no ensino fundamental (Inciso III, ar. 32, LDB): cabe à escola desenvolver estratégias para
fortalecer a memória de longo prazo (MLP) dos educandos. A aprendizagem é o assegurar de informações e conhecimentos, por parte do
educando, no seu "estoque de informação na memória". Quem memoriza, pensa mais. Quem pensa mais, aprende mais. Quem aprende mais,
emancipa-se mais cedo. O homem só aprende quando é capaz de manipular o que produz, os objetos, as mercadorias e as máquinas.

8. A adoção no ensino fundamental o regime de progressão continuada, sem prejuízo da avaliação do processo de ensino-aprendizagem,. (§ 2º,
art. 32, LDB): cabe à escola criar as condições de aprendizagem, através de oferta das mais diversas e criativas formas de aprender, e não temer
que seja avaliada por métodos inovadores, antigos, ou tradicionais. Mudar é preciso para a garantia da ação de aprender.

9. A garantia às comunidades indígenas da utilização, no ensino fundamental, de processos próprios de aprendizagem. (§ 3º, art. 32, LDB): aos
índios e a todos os representantes das minorias, incluindo os pobres e negros, devem ter assegurados critérios justos de avaliação pedagógica.
Quem respeita as minorias, transforma a escola em excelência de eqüidade.

10. A continuidade do aprender como finalidade do ensino médio para o trabalho e a cidadania do educando (inciso II, art. 35, LDB): quando
concluímos a educação básica, devemos ser estimulados a seguir a caminhada rumo à Universidade, instância da educação superior. Lá, somos
realfabetizados e descobrimos que aprender é um continuum: aprender é um processo que se dá, inicialmente, no meio escolar, mas perdura, por
toda vida, na sociedade.

                                     Levando em conta os princípios da LDB, citados anteriormente, a
escola assume sua responsabilidade pela aprendizagem de seu alunado e propõe um ensino voltado à

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PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

diversidade, as possibilidades múltiplas de aprendizagem, maior atenção aos alunos com grande defasagem
de aprendizado, com aulas diversificadas, teóricas e práticas, trabalho com projetos, oficinas pedagógicas,
aulas de campo, seminário, incentivo a pesquisa, jogos, ludicidade, interdisciplinaridade, coerência,
planejamento conjunto, verificados em cada caso, as especificidades de cada modalidade presente, alunos
alfabetizandos, alunos do Ciclo de formação humana, alunos da EJA e Ensino Médio. No caso da EJA e
Ensino Médio, período noturno, adota-se o Ensino Modular, uma vez que são alunos que trabalham, vindo
cansados para escola, e ainda, muitos já eliminaram disciplinas pelo sistema de avaliação do MEC. Desta
forma eles trabalham com uma disciplina por vez, sendo menos cansativo, já que o professor é incentivado a
diversificação das aulas, com oficinas pedagógicas, dinâmicas, vídeos, informática e data-show. Também
com esta modalidade busca uma forma de diminuir a evasão escolar, que ainda é problema muito sério na
escola.
            Luckesi (1994, p. 155) ao discutir a respeito dos procedimentos de ensino no cotidiano escolar
argumenta: “Será que nós professores, ao estabelecermos nosso plano de ensino, ou quando vamos decidir o
que fazer na aula, nos perguntamos se as técnicas de ensino que utilizaremos têm articulação coerente com
nossa proposta pedagógica? Ou será que escolhemos os procedimentos de ensino por sua modernidade, ou
por sua facilidade, ou pelo fato de dar menor quantidade de trabalho ao professor? Ou, pior ainda, será que
escolhemos os procedimentos de ensino sem nenhum critério específico”? Desta forma o repensar constante
de estratégias que são mais coerentes e de melhores resultados são discutidas e aprimoradas no ambiente
escolar.
      Para Petrucci e Batiston (2006, p. 263), [...] a palavra ‘estratégia’ possui estreita ligação com o ensino.
Ensinar requer arte por parte do docente, que precisa envolver o aluno e fazer com que ele se encante com o
saber. O professor precisa promover a curiosidade, a segurança e a criatividade para que o principal objetivo
educacional, a aprendizagem do aluno, seja alcançada.
                     É uma constante a busca por uma aprendizagem significativa que segundo Bock (1999,
p. 117) a mesma “processa-se quando um novo conteúdo (idéias ou informações), relaciona-se com
conceitos relevantes, claros e disponíveis na estrutura cognitiva, sendo assim assimilado”. Conceitos estes já
existentes na estrutura cognitiva, daí a necessidade de fazer sempre relação com o que ja sabem, com suas
experiências anteriores.
                              A escola ainda busca outro fator muito relevante, que é a motivação constante,
pois é um processo que se dá no interior do sujeito, melhorando a atenção, a concentração para a realização
das atividades. Bock (1999, p. 121) afirma que “a preocupação do ensino tem sido a de criar condições tais,
que o aluno “fique a fim” de aprender. Motivar passa a ser, também, um trabalho de atrair, encantar, prender
a atenção, seduzir o aluno, utilizando o que a criança gosta de fazer como forma de engajá-la no ensino”.
Bock ainda aponta a necessidade de a escola propor atividades desafiadoras, investigativas, com linguagem
acessível, observação da realidade próxima do aluno, gerando dúvidas que incentivam a procurar descobrir,
com grau adequado de complexidade, mostrando sempre a utilidade do que está aprendendo.




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PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

13.5. Avaliação:
        A avaliação, processo amplo e abrangente que abarca todas as ações desenvolvidas na ação
pedagógica, assim como todos os sujeitos nele envolvidos. Portanto, deve estar claro para aquele que avalia
que ele também é parte integrante do processo avaliativo uma vez que foi o responsável pela mediação no
processo de ensino-aprendizagem. Logo, quando se lança o olhar para avaliar alguém ou alguma ação no
âmbito da instituição escolar, lança-se também o olhar sobre si próprio. Ao avaliar deve-se ter em mente o
processo como um todo, bem como aquele a quem se está avaliando.
        De acordo com Fernandes, “a educação escolar é cheia de intenções, visa a atingir determinados
objetivos educacionais, sejam estes relativos a valores, atitudes ou aos conteúdos escolares. A avaliação é
uma das atividades que ocorre dentro de um processo pedagógico. Este processo inclui outras ações que
implicam na própria formulação dos objetivos da ação educativa, na definição de seus conteúdos e métodos,
entre outros. A avaliação, portanto, sendo parte de um processo maior, deve ser usada tanto no sentido de
um acompanhamento do desenvolvimento do estudante, como no sentido de uma apreciação final sobre o
que este estudante pôde obter em um determinado período, sempre com vistas a planejar ações educativas
futuras. Quando a avaliação acontece ao longo do processo, com o objetivo de reorientá-lo, recebe o nome
de avaliação formativa e quando ocorre ao final do processo, com a finalidade de apreciar o resultado deste,
recebe o nome de avaliação somativa. Uma não é nem pior, nem melhor que a outra, elas apenas têm
objetivos diferenciados”. Compreendemos que a avaliação deve permear todas as atividades da sala,
principalmente na relação professor com o aluno e no tratamento dos conhecimentos trabalhados neste
espaço. Portanto, a intervenção do professor ajuda a construir as mediações necessárias para a construção do
conhecimento. Alguns aspectos importantes devem ser levados em conta no momento da avaliação, a
coerência entre o ensinado e o avaliado; os objetivos e a avaliação; a relação entre teoria e prática; a
coerência entre a forma de ensinar e avaliar; se a metodologia é estimulante; a preparação do aluno para a
avaliação; a relação professor-aluno; A clareza no ensinar e avaliar, nas questões e nos instrumentos; E por
último, a relação entre o nível de exigência na avaliação e o resultado apresentado pelo aluno.
        Na escola Cremilda Viana, diversos são os questionamentos acerca da avaliação, pois a mesma
acontece para o ensino regular, com notas e relatórios nos anos iniciais e EJA do ensino fundamental e
Ensino Médio, e para os anos finais do Ensino Fundamental como ciclo de formação humana. Para todos os
níveis e modalidades a escola valoriza a avaliação formativa, feita no decorrer do processo, com o objetivo
de reavaliar as ações educativas ao longo do ano letivo.
                  A avaliação da Escola Organizada em Ciclos de Formação Humana, tem o diferencial,
pois não se aplica notas, e sim relatórios descritivos, sendo diagnóstica dentro do processo de ensino e
aprendizagem, possui instrumentos de avaliação que estabelecem a perspectiva de inclusão para
registrar os avanços, a continuidade, o desenvolvimento cognitivo, afetivo e social do educando. Ela é
feita através de um relatório que aponta o desenvolvimento do aluno, tendo como suporte vários
instrumentos de avaliação, tais como: caderno de campo do professor onde este registra diariamente os
avanços e retrocessos do aluno, ficha avaliativa, conselho de classe e testes de sondagem de
aprendizagem que obedece a critérios de verificação se os objetivos propostos pelo professor foram
alcançados. A avaliação é feita de forma contínua, diariamente, por meio das atividades desenvolvidas,
como trabalho individuais, oficinas, tarefas, verificando a participação, a assiduidade, pontualidade na
entrega de trabalhos, o compromisso, o aspecto de relacionamento entre o aluno e a comunidade escolar.




A elaboração de um instrumento de avaliação ainda deverá levar em consideração outros aspectos
importantes:
a) a linguagem a ser utilizada: clara, esclarecedora, objetiva;
b) a contextualização daquilo que se investiga: em uma pergunta sem contexto podemos obter inúmeras
respostas e, talvez, nenhuma relativa ao que, de fato, gostaríamos de verificar;

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PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

c) o conteúdo deve ser significativo, ou seja, deve ter significado para quem está sendo avaliado;
d) estar coerente com os propósitos do ensino;
e) explorar a capacidade de leitura e de escrita, bem como o raciocínio.




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PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

13.6. Recuperação:
           Conforme a Resolução Normativa Nº 002/2009-CEE/MT, a recuperação é uma estratégia de
intervenção deliberada no processo educativo, desenvolvido pela Unidade Escolar, como oportunidade de
aprendizagem que leve os educandos ao desempenho esperado..., na escola adota-se a recuperação contínua
e a paralela, a primeira acontece no dia a dia da sala de aula, com intervenções imediatas a partir da
avaliação diagnóstica do desempenho do educando. Já a recuperação paralela acontece com alunos com
dificuldades de aprendizagem não superadas e necessitam de um trabalho mais direcionado, no contra turno
com aulas de reforço com professores em hora atividade, com o próprio professor e com o articulador,
conforme o artigo 64, da Normativa 002/09. No caso dos alunos do Ensino Médio, período noturno, a
recuperação paralela acontece no reinício de cada módulo, devendo esta nota substituir a nota inferior.


13.7. Progressão parcial:
          De acordo a Resolução Normativa Nº 002/2009-CEE/MT adota-se o regime de progressão parcial
para a modalidade de regime de progressão regular, de forma sequencial, observando-se o seguinte:
             A avaliação requerida para a progressão parcial será compreendida em termos de resultados
apresentados pelo educando, respeitado o seu ritmo de aprendizagem conforme as ações programadas
especialmente para ele sob forma de recuperação de conteúdos, não se exigindo mínimo de frequência;
        Conforme o parágrafo 1º. do Parecer Nº. 167/2009 “O aluno beneficiado com o regime de progressão
parcial poderá acumular, no mesmo período letivo, a critério da escola, até quatro dependências em
componentes curriculares anteriores.”
       E ainda, conforme o Artigo VI, da Resolução Normativa Nº 382/2004-CEE/MT, os resultados finais
obtidos pelo aluno sujeito à progressão parcial, quando favoráveis, implicam à escola, atualizar os registros
na documentação escolar do aluno, em qualquer época do ano letivo em curso;
       Levando em conta todos estes apontamentos, a escola promove a progressão parcial para o regime de
progressão regular, podendo o aluno ficar dependente de até 4 (quatro) componentes curriculares, podendo
cumprir no ano seguinte ou não. Não havendo a necessidade de participação em sala, o aluno poderá
cumprir a sua dependência em qualquer turno, no decorrer do primeiro bimestre, segundo ou terceiro
bimestre, para alunos matriculados desde o início do ano letivo, faz-se a organização seguinte:
    •      1º bimestre: Dependência da área de Linguagem;
    •      2º bimestre: Dependência para área de Humanas;
    •      3º bimestre: Dependência para área de Ciências da Natureza e Matemática;
      Já para os alunos matriculados ao longo do ano letivo, os mesmos farão as avaliações conforme a data
da matrícula;
         A escola propõe ainda que seja feito um trabalho e uma avaliação, contemplando os conteúdos
necessários para sua aprovação. O professor da disciplina e da série de dependência ficará sendo o
responsável pela organização do trabalho e da avaliação, ficando sob responsabilidade de aplicação o
professor regente do aluno em questão.
               No decorrer do ano a escola desenvolverá um relatório descritivo bimestral para orientar as
dependências no próximo ano.




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PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

  14. MATRIZ CURRICULAR:
  14.1. Matriz Curricular – Ensino Fundamental – Séries Iniciais


                                COMPONENTES CURRICULARES DO ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS / 2011
                                 Atendendo dispositivos da Lei 9394/96 - Distribuição da Carga Horária Semanal/Anual
                                                                  Módulo 40 semanas
                        ANOS                 1º ANO           2º ANO           3º ANO             4º ANO            5º ANO
                       Disciplinas        SEMANA ANUAL     SEMANA  ANUAL    SEMANA  ANUAL     SEMANA   ANUAL     SEMANA  ANUAL
                       LÍNGUA
                                            6      240       6       240       6        240     5        200           5    200
                       PORTUGUESA
 NÚCLEO COMUM




                       MATEMÁTICA           4      160       4       160       4        160     4        160           4    160
                       HISTÓRIA             2       80       2        80       2         80     2         80           2     80
                       GEOGRAFIA            2       80       2       80        2        80      2        80            2    80
                       CIÊNCIAS F. B.
                       PROG. DE
                                            2       80       2       80        2        80      2        80            2    80
                       SAÚDE E MEIO
                       AMBIENTE
 PARTE DIVERSIFICADA




                       ENSINO
                                            1       40       1       40        1        40      1        40            1    40
                       RELIGIOSO
                       ARTES                1       40       1       40        1        40      1        40            1    40
                       EDUCAÇÃO
                                            2       80       2       80        2        80      2        80            2    80
                       FÍSICA

                       INGLÊS                                                                   1        40            1    40

   QTDE. AULAS
SEMANAIS / QTDE. DE    20       800      20       800                         20        800     20       800       20       800
   AULAS ANUAL
             Número de Dias Letivos Anual = 203 dias
                                Número de Horas/Aulas Anuais (60 minutos) = 812 horas
                                Número de Horas/Aulas Semanais = 20 aulas
                                Número de Semanas Anual = 40 Semanas




  [GESTÃO 2010/2011]                                                                                            Página 27
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO


14.2. Matriz Curricular – Ensino Fundamental – EJA



                                              COMPONENTES CURRICULARES DO ENSINO FUNDAMENTAL/EJA
                                            Atendendo dispositivos da Lei 9394/96 - Distribuição da Carga Horária Bimestral/Anual
               RESOLUÇÃO CNE CEB N° 02/98

                                               BASE COMUM NACIONAL

                                                                                                 2° segmento
                                                                     Componentes Curriculares
 Módulo 40
                                                                                                        2ª fase       3ª fase
  semanas                                                                                               6ª/7ª série   7ª/8ª série

                                                                                                  CHB       CHA          CHA        CCH
                                                                                                                                                 Número
                                                                     Língua Portuguesa            50         175          175       25
                                                                     Educação Artística           10          35           35        5           de Dias
                                                                     Educação Física              20          70           70       10           Letivos
                                                                     Ensino Religioso             10          35           35        5
                                                                                                                                                 Anual =
                                                                     Matemática                   40         140          140       20
                                                                     Ciências F.B.Prog. Saúde e   30         105          105       15           203 dias
                                                                     Meio Ambiente                                                               CHA=
                                                                     História                     20         70           70        10           Carga
                                                                     Geografia                    20         70           70        10
                                                                                                                                                 Horária
              Parte                                                  Inglês                       10         35           35         5
                                                                                                                                                 Anual
              diversificada
              TOTAL                                                                               210        735          735       105          Número
   de Horas/Aulas Anuais (60 minutos) = 852 horas                                                  Número de Semanas Anual = 40 Semanas
   Número de Horas/Aulas Semanais = 21 aulas
   CHB= Carga Horária Bimestral
   CCH = Compensação de Carga Horária




[GESTÃO 2010/2011]                                                                                                                       Página 28
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO


14.3. Matriz Curricular – Ensino Fundamental – Séries Finais - 2º CICLO




[GESTÃO 2010/2011]                                                        Página 29
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO


14.4. Matriz Curricular – Ensino Fundamental – Séries Finais 3º CICLO




[GESTÃO 2010/2011]                                                      Página 30
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

14.5. Matriz Curricular – Ensino Médio

           Matriz: 35 ENSINO MÉDIO – REGULAR – ANO – 1º ANO




                                                       Organização das disciplinas
                                                                                           1ºSem                      2ºSem             TOTAL
    Áreas de Conhecimento                             Componentes Curriculares
                                                                                 1º Bim    2º Bim   total   3º Bim    4º Bim    total
                                                      Ed. Física                  10           10    20      10           10     20      40
B
A                                                       LE Inglês
                                                                                  10           10    20      10           10     20      40
S                                                       Obrigatória
E
     Linguagens, Códigos e Tecnologias                  LE Inglês
                                                                                  10           10    20      10           10     20      40
N                                                       Obrigatória
A
C                                                       Língua Portuguesa         30           30    60      30           30     60      120
I
O                                                       Artes                     10           10    20      10           10     20      40
N                                                     Biologia                    10           10    20      10           10     20      40
A
L                                                       Física                    20           20    40      20           20     40      80
     Ciências da Natureza, Matemática e Tecnologias
                                                        Matemática                20           20    40      20           20     40      80
C                                                       Química                   20      20         40      20           20     40      80
O
M                                                     Filosofia                   10           10    20      10           10     20      40
U                                                       Geografia                 20           20    40      20           20     40      80
M
     Ciências Humanas e Tecnologias
                                                        História                  20           20    40      20           20     40      80

                                                        Sociologia                10      10         20      10      10          20      40

TOTAL                                                                                               400                         400      800




[GESTÃO 2010/2011]                                                                                                        Página 31
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO


           Matriz: 35 ENSINO MÉDIO – REGULAR – ANO – 2º ANO




                                                                                           1ºSem                      2ºSem             TOTAL
    Áreas de Conhecimento                             Componentes Curriculares
                                                                                 1º Bim    2º Bim   total   3º Bim    4º Bim    total
B                                                     Ed. Física                  10           10    20      10           10     20      40
A
S                                                       L. E. Inglês              10           10    20      10           10     20      40
E
     Linguagens, Códigos e Tecnologias                  L. E. Inglês              10           10    20      10           10     20      40
N
A                                                       Língua Portuguesa         30           30    60      30           30     60      120
C
I                                                       Artes                     10           10    20      10           10     20      40
O                                                     Biologia                    20           20    40      20           20     40      80
N
A                                                       Física                    20           20    40      20           20     40      80
L    Ciências da Natureza, Matemática e Tecnologias
                                                        Matemática                20           20    40      20           20     40      80

                                                        Química                   10           10    20      10           10     20      40
C
O                                                     Filosofia                   10           10    20      10           10     20      40
M                                                       Geografia                 20           20    40      20           20     40      80
U
M    Ciências Humanas e Tecnologias
                                                        História                  20           20    40      20           20     40      80

                                                        Sociologia                10      10         20      10      10          20      40

TOTAL                                                                                               400                         400      800




[GESTÃO 2010/2011]                                                                                                        Página 32
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO


           Matriz: 35 ENSINO MÉDIO – REGULAR – ANO – 3º ANO




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    Áreas de Conhecimento                             Componentes Curriculares
                                                                                 1º Bim    2º Bim   total   3º Bim    4º Bim    total
B                                                     Ed. Física                  10           10    20      10           10     20      40
A
S                                                       L. E. Inglês              10           10    20      10           10     20      40
E
     Linguagens, Códigos e Tecnologias                  L. E. Inglês              10           10    20      10           10     20      40
N
A                                                       Língua Portuguesa         30           30    60      30           30     60      120
C
I                                                       Artes                     10           10    20      10           10     20      40
O                                                     Biologia                    20           20    40      20           20     40      80
N
A                                                       Física                    10           10    20      10           10     20      40
L    Ciências da Natureza, Matemática e Tecnologias
                                                        Matemática                30           30    60      30           30     60      120

                                                        Química                   10           10    20      10           10     20      40
C
O                                                     Filosofia                   10           10    20      10           10     20      40
M                                                       Geografia                 20           20    40      20           20     40      80
U
M    Ciências Humanas e Tecnologias
                                                        História                  20           20    40      20           20     40      80

                                                        Sociologia                10      10         20      10      10          20      40

TOTAL                                                                                               400                         400      800




[GESTÃO 2010/2011]                                                                                                        Página 33
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO


15. CALENDÁRIO ESCOLAR                                     25-Feriado-Padroeiro da Cidade
JANEIRO                                                    Dias Letivos: 11
10 a 24 – Período de Matriculas
25 á 31 Planejamento/ Atribuição de Aulas

FEVEREIRO                                                  AGOSTO
01 á 11 – Semana Pedagógica                                01- Início do 3º Bimestre
14 – Início do ano letivo                                  06 – Reunião Pedagógica
19-Reunião Pedagógica                                      07– Dia dos Pais
25 e 26 – Atribuição de Aulas                              08 a 12-Jogos Dia do Estudante
Dias letivos: 11                                           11-Reunião CDCE-17:10H
                                                           15 à 19 – Semana do Folclore
MARÇO                                                      18-Reunião de Pais e Mestre -17:10H
07 – Recesso Carnaval                                      Dias Letivos: 23
08– Feriado Carnaval
08 – Dia Internacional da Mulher                           SETEMBRO
09 – Recesso 4ª feira cinza                                01 a 05 – Hora Cívica – Semana da Pátria
10-Reunião CDCE – 17:10H                                   06- Comemoração Dia da Independência
17-Reunião de Pais e Mestre-17:10H                         07 – Feriado-Dia da Independência do Brasil
22 – Dia Mundial da Água                                   08-Reunião CDCE-17:10H
27 – Dia do Circo                                          25- Dia Nacional do transito
Dias letivos: 20                                           30-Dia da Secretária
                                                           30 – Término do 3º Bimestre
ABRIL                                                      Dias Letivos: 21
14-Reunião CDCE-17:10H
21 – Feriado Tiradentes                                    OUTUBRO
22 – Feriado Paixão de Cristo                              01- Conselho de Classe
24– Páscoa                                                 03 – Início do 4º Bimestre
29 – Término do Bimestre                                   08 – Reunião Pedagógica
Dias Letivos: 19                                           12 – Feriado Dia da Criança e N. Srª Aparecida
                                                           15- Dia do Professor
MAIO                                                       13-Reunião C DCE-17:10H
01 – Feriado dia do Trabalho-Domingo                       28 –Recesso/ Dia do Funcionário Publico
02 – Inicio do 2º Bimestre                                 Dias Letivos: 19
06 – Comemoração Dias das Mães
07 – Conselho de Classe                                    NOVEMBRO
08 – Dias das Mães                                         02 – Feriado dia de Finados
12-Reunião CDCE-17:10H                                     10- Reunião CDCE-17:10H
12 – Aniversário da Escola                                 14- Recesso Escolar
13 – Feriado Letivo - Aniversário do Município; Abolição   15 – Feriado Proclamação da República
da Escravatura                                             18-Reunião de Pais e Mestre-17:10H
21 – Reunião Pedagógica                                    20 – Consciência Negra
Dias letivos:22                                            Dias Letivos: 19

JUNHO                                                      DEZEMBRO
05– Dia Mundial do Meio Ambiente                           09-Reunião CDCE-17:10H
04- Sábado Letivo - Arraiá da Prima                        17 –Conselho de classe
02 à 05– Arraia da Prima                                   23–Término do 4º Bimestre entrega de notas, diários na
09-Reunião CDCE-17:10H                                     secretaria/Enceramento do ano letivo e Confraternização
16-Reunião de Pais e Mestre-17:10H                         Dias Letivos: 17
23-Feriado- Corpus Chisti                                  OBS:As demais reuniões pedagógicas acontecerão
24- Recesso                                                mensalmente na sala do professor.
Dias Letivos: 21                                           BIMESTRES           PERÍODO             DIAS LETIVOS
                                                           1º Bim.             14/02 à 29/04       50
JULHO                                                      2º Bim.             02/05 à 15/07       54
09- Conselho de Classe                                     Férias              18/07 à 31/07       14
14- Reunião CDCE -17:10H                                   3º Bim.             01/08 à 30/09       44
15– Término do 2º Bimestre                                 4º Bim.             03/10 à 23/12       55
18/07 à 31/07 – Férias                                     Dias Letivos                            203


[GESTÃO 2010/2011]                                                                               Página 34
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO




[GESTÃO 2010/2011]                                 Página 35
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

16. PROPOSTA CEI EM AÇÃO:

            “A leitura como elemento norteador/incentivador das atividades escolares”;
        Esta proposta visa à valorização do cidadão e o desenvolvimento cognitivo por meio do
desenvolvimento de atividades artísticas, desportivas, de socialização e de aspectos totalmente relevantes na
compreensão do papel de cada educando como sujeito responsável e capaz de atuar, significativamente, na
sociedade em que está inserido.
        A proposta enfoca o ato de ler como ponto de partida para a construção do pensamento lógico,
desenvolvendo as habilidades cognitiva, social e emocional e com isso viabilizando a argumentação e a
capacidade do aluno de construir suas relações, incentivando-o a participação ativa e crítica perante a sua
realidade. A leitura compreendida como um dos pilares da aprendizagem deve ser responsabilidade de todos
os envolvidos no processo, em todas as áreas do conhecimento. A pesquisa eficiente possibilita a
intervenção sobre aquilo que já está posto, portanto é um processo de construção de significado a partir do
texto e conhecimentos do leitor.
        Neste contexto, a proposta traz para a escola projetos voltados para a educação para a cidadania e o
respeito aos direitos sociais e humanos, que tenham a leitura, a pesquisa e a participação de todos como
eixos norteadores da prática educacional. Isto vem ao encontro do que diz Moacir Gadotti: a integração
entre educação e cultura, escola e comunidade (educação multicultural e comunitária), a democratização
das relações de poder dentro da escola, o enfrentamento da questão da repetência e da avaliação, a visão
interdisciplinar e transdiciplinar e a formação permanente dos educadores, baseando nos eixos norteadores
da escola cidadã.


16.1. Projetos e eventos a serem desenvolvidos no decorrer do ano letivo
   •   Projeto CEI-Ler – De incentivo a leitura;
   •   Educação Ambiental - permeia todas as áreas do conhecimento durante o ano;
   •   Resgatando as origens culturais, (Festival Cultural, visitas à Poxoréo, Cuiabá e Brasília;
   •   Projeto Jornal Estudantil;
   •   Projeto “Feliz aniversário”;
   •   Aniversário da Escola;
   •   Garoto e Garota 2011;
   •   Dia das Mães;
   •   Dia da Família na escola;
   •   Formatura 3º ano;
   •   Passeio ciclístico;
   •   Olimpíadas – OLP, OBMEP, História ;
   •   Jogos de seletiva em março, e interclasse em julho e dezembro;
   •   Preparação para o Enem, durante o ano;
   •   Saúde na escola – área de Ciências – durante o ano;
   •   Projeto Recreio Dirigido.


[GESTÃO 2010/2011]                                                                          Página 36
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

17. DIMENSÃO PROFISSIONAL
17.1. Quadro de Pessoal - Instituição Estadual - 2011
Profissional                             Situação   Função         Habilitação
ALBERI GIRARDI                           EFETIVO    PROFESSOR      EDUCAÇÃO FÍSICA
ALDIR GONÇALVES DE SOUZA                 EFETIVA    LIMPEZA        ENSINO MÉDIO
ANA NOVAES DA CRUZ                       EFETIVA    NUTRIÇÃO       ENSINO MÉDIO
ANTONIO EDSON FERREIRA DE ALMEIDA        EFETIVO    PROFESSOR      EDUCAÇÃO FÍSICA
ANTONIO LUTIS DA SILVA                   INTERINO   VIGIA          ENSINO MÉDIO INCOMPLETO
CARLA FERNANDA DOS SANTOS LELES          INTERINA   PROFESSORA     HISTÓRIA
CELIA ALVES DOS SANTOS                   EFETIVA    PROFESSORA     HISTÓRIA
CLAUDIA FIGUEIREDO COSTA                 INTERINA   PROFESSORA     MATEMÁTICA
DANILO FERREIRA DA SILVA                 INTERINO   VIGIA          ENSINO MÉDIO
DÉBORA SANTANA FERREIRA                  INTERINA   TECNICA INF    ENSINO MÉDIO
ELIENAI ALVES BEZERRA                    EFETIVA    NUTRIÇÃO       ENSINO MÉDIO
ELOÍZA DE SOUSA                          INTERINA   TECNICA        ENSINO MÉDIO
ENIA SILVA PEREIRA                       INTERINA   PROFESSORA     LETRAS
ERNESTO DE SOUSA FERRAZ NETO             EFETIVO    PROFESSOR      LETRAS/LINGUA INGLESA
ETEVALDO SILVERIO FERREIRA               INTERINO   VIGIA          ENSINO MÉDIO
GECIONETE SOUZA BRAVO                    EFETIVA    PROFESSORA     HISTÓRIA
GEOVANNIA PERES CASTRO                   INTERINA   TÉCNICA INF    ENSINO MÉDIO
GRACIENE PEREIRA SILVA                   EFETIVA    PROFESSORA     GEOGRAFIA
GRESIELA RAMOS DE CARVALHO               EFETIVA    PROFESSORA     MATEMÁTICA
ILDA ROSELIA JOSE RODOVALIO              EFETIVA    TÉCNICA        ENSINO MÉDIO
INGRID FREITAS DE MIRANDA                INTERINA   PROFESSORA     CIÊNCIAS
IVANETE CORREIA GUIMARÃES                INTERINA   LIMPEZA        ENSINO MÉDIO
IVONILDO PUTTOV                          INTERINO   PROFESSOR      EDUCAÇÃO FÍSICA
JACKLYNE RODRIGUES DE SOUZA              INTERINA   PROFESSORA     BIOLOGIA
JANUZIA FLORENCIA BATISTA MULARI         EFETIVA    PROFESSORA     GEOGRAFIA
JULIANA SCHMATZ BITENCURT                INTERINA   PROFESSORA     QUÍMICA
LAURENI OLIVEIRA AMARAL                  INTERINA   LIMPEZA        ENSINO MÉDIO
LEANDRO SCHEFFLER                        INTERINO   PROFESSOR      BIOLOGIA
LIDIA TEODORO HENICKA                    EFETIVA    SECRETÁRIA     MATEMÁTICA
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Projeto político pedagógico 2011

  • 1. ESCOLA ESTADUAL CREMILDA DE OLIVEIRA VIANA Ensino Fundamental e Ensino Médio Criada pelo Decreto Estadual, Nº 1236 de 25/03/08 - CNPJ 09.634.738/0001-85 CENTRO DE ENSINO INTEGRADO CREMILDA OLIVEIRA VIANA Ensino Fundamental Criada pelo Decreto Municipal Nº 930 de 09/04/2007 - CNPJ: 08.848.792/0001-60 Rua Antonio Salomão, 35, Conj. Residencial São Cristóvão – Primavera do Leste - MT DESFILE CÍVICO DE 2010 PRIMAVERA DO LESTE - MT
  • 2. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO SUMÁRIO PÁGINA 1 – INTRODUÇÃO...............................................................................................03 2 - HISTÓRICO........................................................................................................04/05 3 - BIOGRAFIA DA PATRONESSE......................................................................06 4 - CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO.......................................................07 5 - MISSÃO..............................................................................................................08 6 - OBJETIVOS........................................................................................................09 7 - PERFIL DA CLIENTELA..................................................................................10/11/12 8 - DIAGNÓSTICO..................................................................................................13 9 - PLANO DE AÇÃO.............................................................................................14/15 10 - DOS FINS E OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA..................................16 11 - JUSTIFICATIVA..............................................................................................17 12 - FUNDAMENTOS POLÍTICOS, PRESSUPOSTOS TEÓRICOS..................18/19 13 - DIMENSÃO PEDAGÓGICA...........................................................................20 - 24 14 - MATRIZ CURRICULAR.................................................................................25 - 31 15 - CALENDÁRIO................................................................................................ 32 16 - PROPOSTA CEI EM AÇÃO............................................................................33 17 - DIMENSÃO PROFISSIONAL........................................................................34 - 36 18 - VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL................................................................37 19 - DIMENSÃO ADMINISTRATIVA.................................................................38 20 - AVALIAÇÃO..................................................................................................39 21 - BIBLIOGRAFIA..............................................................................................40 [GESTÃO 2010/2011] Página 2
  • 4. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 1. INTRODUÇÃO “O projeto representa a oportunidade da direção, coordenação pedagógica, professores e comunidade, tomarem sua escola nas mãos, definir seu papel estratégico na educação das crianças e jovens, organizar suas ações, visando a atingir os objetivos que se propõem. É o coordenador, o norteador da vida escolar”: José Carlos Libâneo Ao pensarmos a educação com seu valor formativo e representativo para a sociedade contemporânea, na escola e o importante papel de desenvolvimento do ser humano de caráter formativo para o exercício da cidadania, verifica-se a necessidade do repensar constante de todos os processos políticos e pedagógicos presentes no dia-a-dia da escola, por isso a otimização do Projeto Político Pedagógico na escola. Mesmo sendo de caráter de exigência do ponto de vista legal, se configura um instrumento ideológico, que pretende definir as ações, direcionar todo um trabalho pedagógico, mostrar os resultados, os pontos fortes e os pontos fracos, para direcionar a busca por resultados satisfatórios. De acordo com Betini, “o projeto político- pedagógico mostra a visão macro do que a instituição escola pretende ou idealiza fazer, seus objetivos, metas e estratégias permanentes, tanto no que se refere às suas atividades pedagógicas, como às funções administrativas. Portanto, o projeto político-pedagógico faz parte do planejamento e da gestão escolar. A questão principal do planejamento é então, expressar a capacidade de se transferir o planejado para a ação. Assim sendo, compete ao projeto político-pedagógico a operacionalização do planejamento escolar, em um movimento constante de reflexão-ação- reflexão.” (2005, p.38). É necessário destacar a importância da participação na sua construção e no seu acompanhamento. O caráter coletivo presente no fazer e no refazer, na busca de soluções, na avaliação dos resultados é que o tornará eficiente. Ainda, para garantir a eficácia deste instrumento é necessário levar em conta a realidade de cada um que faz parte da instituição, a realidade social na qual está inserida esta instituição, a base legal que o norteia, as condições físicas encontradas, os recursos humanos, os resultados obtidos nos anos anteriores, a proposta pedagógica, a formação continuada dos profissionais da educação, os projetos pedagógicos desenvolvidos e todas as demais ações que farão parte no decorrer do ano letivo. Por isso é de extrema necessidade o constante acompanhamento, e o repensar coletivo, em todos os encontros pedagógicos, assembléias e reuniões, para manter a expectativa de um documento norteador de todas as ações desenvolvidas no âmbito escolar e que prime pela excelência na educação. [GESTÃO 2010/2011] Página 4
  • 5. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 2. HISTÓRICO Construída no ano de 2006, esta instituição iniciou suas atividades em 05 de março do ano de dois mil e sete, numa parceria entre o governador Blairo Borges Maggi e o prefeito Getúlio Gonçalves Viana. O empreendimento registra um grande alcance social e justifica o seu custo e o esforço despendido para torná- lo realidade. Esta importante obra proporcionou dignidade a todos que trabalharam e estudaram a algum tempo em instalações precárias, e, também àqueles que passavam por perigos todos os dias atravessando a rodovia para estudar em escolas de Ensino Fundamental e Ensino Médio do centro da cidade. A parceria firmada entre estado e município deu a possibilidade de atendimento a alunos do Ensino Fundamental e Ensino Médio, em 24 salas de aulas, nos três períodos, com alunos do ensino regular e EJA. A escola municipal atendia nos períodos matutino e vespertino, e a escola estadual, nos períodos vespertino e noturno. Com uma estrutura administrativa compreendendo apenas duas pequenas salas, sendo uma para direção, coordenação e secretaria estadual, outra para secretaria municipal, ficando a coordenação e direção municipal instalados na biblioteca. No ano de 2007, estiveram à frente na direção da escola municipal o Professor Jonaldo Teixeira Santos e da escola estadual a Professora Márcia Inês de Souza, passando por diversas dificuldades neste primeiro ano de funcionamento, pois a escola estadual não fora criada, por falta de documentação referente a construção do prédio, ficando como extensão das escolas Getúlio Dornelles Vargas o Ensino Fundamental e da escola João Ribeiro Vilela o Ensino Médio. No ano de 2008, o diretor Jonaldo Teixeira Santos continuou a frente da escola municipal. A escola passou a atender vinte e duas salas de aula e melhorou a estrutura física, ficando uma sala para secretaria e outra para coordenação, e a biblioteca foi organizada. Neste ano assumiu a direção da escola estadual a Professora Silvana Estela Soto Fávaro e a mesma teve o seu ato de criação finalizado. As duas redes ficaram com salas de aula nos três períodos. No ano de 2009, continuou o Professor Jonaldo Teixeira Santos na direção da escola municipal e a Professora Silvana, diretora da escola estadual. Com vinte e uma salas de aula e uma sala de vídeo, as duas redes mantiveram o funcionamento nos três turnos. No ano de 2010, assume a direção da escola estadual o Professor Sergio Oliveira Mendes, eleito em processo democrático no final do ano de 2009. Na direção da instituição municipal continua o professor Jonaldo Teixeira Santos. Atualmente a escola conta com uma estrutura física mais adequada e suficiente para atendimento de sua demanda escolar, tendo ambientes equipados e recursos humanos qualificados para oferecer um serviço de qualidade. Com o lema “De mãos dadas pela Educação”, a escola busca o trabalho em equipe, pois este conceito fortalece e dá direcionamento ao trabalho de todos os envolvidos no processo. [GESTÃO 2010/2011] Página 5
  • 6. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO A Bandeira e o Brasão do CEI Cremilda de Oliveira Viana traz como lema: “DE MÃOS DADAS PELA EDUCAÇÃO”. O Amarelo representa a riqueza do nosso solo; O Azul representa o céu de nossa Pátria; O Branco significa a paz; O Livro representa o conhecimento; As Bandeiras e as Crianças representam a integração entre Estado e Município. A Logomarca, elemento gráfico que representa a instituição em uniformes escolares e documentos emitidos pela escola: [GESTÃO 2010/2011] Página 6
  • 7. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 3. BIOGRAFIA DA PATRONESSE Mulher de fibra, batalhadora, obstinada e com estilo próprio de vida, assim podemos definir em poucas, mas sinceras palavras, Cremilda de Oliveira Viana. É difícil enumerar todas as suas qualidades, mas há de se destacar que o conhecimento da história de vida de qualquer pessoa, passa por avaliar suas origens e a sua trajetória de vida. Cremilda de Oliveira Viana, nasceu em 18 de outubro de 1925, na cidade de Duque de Caxias, estado do Rio de Janeiro. Onde ainda em tenra idade iniciou-se no salutar hábito de se dedicar aos estudos e a desenvolver o hábito da leitura e sempre teve aguçada em sua vida, o gosto pela educação, por aprender, desenvolver ações educacionais e sempre, incentivar a leitura entre os jovens. Poesias sempre foi seu ponto forte. Persistente e obstinada, desenvolveu seus estudos e aprimorou seus conhecimentos ao longo de sua juventude. Casou-se com Pedro Gonçalves Viana e passou a residir no estado do Paraná no município de Ampere em 1954. Cremilda, sempre muito dedicada ao lar e aos filhos, nunca deixou de lado o gosto e o seu apelo fraternal pela educação. Teve treze filhos sendo dez homens e três mulheres. Desses filhos a família cresceu se estendeu, vieram 39 netos e 29 bisnetos. Trabalhou e lutou por seu ideal, se formou na área de educação, sendo naquela época fato inédito e de difícil conquista, uma vez que o tempo em que vivia lhe impôs obstáculos, mas segura e dedicada como era, venceu e superou todos, nunca deixando de lado seus afazeres e suas responsabilidades como mãe e genitora de uma grande família, mas que tinha em si o “espírito educacional” que lhe tomava todas as manhãs. Educadora, formada em Pedagogia começou a atuar na área da educação no município de Ampere em 1959. Seguindo uma carreira de destaque no setor educacional, logo recebeu homenagens pelo cargo e foi efetivada para trabalhar como professora na rede estadual de ensino, onde atuou por 25 anos. Porém, essa garra e obstinação pela educação, auxílio e amparo a jovens e adultos na alfabetização não parou por aí, hoje esse ideal em vivenciar a cada dia a educação, continua no espírito empreendedor de suas filhas e netas ligadas a área educacional. Após a passagem pela educação na cidade de Ampere, trabalhou por mais cinco anos como coordenadora naquela cidade. Sua vida foi toda voltada a esse meio, aposentando-se em 1989. Cremilda mudou-se para Primavera no ano de 1990, onde residia na Rua São Caetano no Centro, e exerceu diversos serviços sociais e assistenciais de grande relevância. Viveu nessa cidade pelo restante de seus dias, vindo a falecer em 29 de julho de 2001, onde foi sepultada. Sua família empreendedora, dedicada as lutas sociais, educacionais e empresariais por Primavera, vem sobremaneira, contribuir com o desenvolvimento e o progresso de nossa cidade. Cremilda de Oliveira Viana nomeia esta instituição, singela homenagem que parte do princípio de ser uma mulher que viveu em prol da educação e deixou sua trilha de vida imbuída em conquistas e trabalhos sociais. [GESTÃO 2010/2011] Página 7
  • 8. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 4. CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO 4.1. Dados Gerais: • Endereço da instituição: Rua Antonio Salomão, nº 35, Bairro Conjunto Residencial São Cristóvão, Primavera do Leste - MT • Endereço eletrônico: ceicov@hotmail.com - pvl.ee.cremildao.viana@seduc.mt.gov.br • Blog: ceicov.blogspot.com Denominação da Escola Municipal: Centro de Ensino Integrado Cremilda de Oliveira Viana Criada pelo Decreto Municipal Nº 930 de 09/04/2007 - CNPJ: 08.848.792/0001-60 Denominação da Escola Estadual: Escola Estadual Cremilda de Oliveira Viana Criada pelo Decreto Estadual, Nº 1236 de 25/03/08 - CNPJ 09.634.738/0001-85 4.2. Dimensão Física: É uma escola que possui uma infra-estrutura moderna, com vinte salas de aulas adequadas, bem arejadas, sala de articulação, secretaria, sala para laboratório de Ciências, sala de informática, sala de vídeo, biblioteca, coordenação, direção, refeitório amplo, todo espaço físico moderno em dois pisos e contando ainda com estrutura para esportes e lazer. 4.3. Bairros atendidos: • São Cristóvão I, II, III; • Poncho Verde I e II; • Cohab Jaime Campos; • Novo Horizonte; • Vila Militar; • Jardim Luciana; • Centro Leste; • Jardim Progresso; • Parque Eldorado; • Primavera II e III. 4.4. Níveis e Modalidades de ensino: • Ensino Fundamental Com duração de nove anos, em regime anual para atender alunos a partir de 06 anos de idade; • 1º ano ao 5º ano – Anos iniciais do Ensino Fundamental, regime seriado, responsabilidade da rede municipal; • 6º ano ao 9º ano – Anos finais do Ensino Fundamental, regime de ciclo de formação humana, de responsabilidade da rede estadual; • EJA – 2º Segmento • Para atender alunos defasados em idade/série, no período noturno, de responsabilidade da rede municipal; • Ensino Médio • Com duração de três anos, organizado em regime anual, de responsabilidade da rede estadual. [GESTÃO 2010/2011] Página 8
  • 9. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 5. MISSÃO DA ESCOLA: “Oferecer uma educação pautada nos valores éticos, morais, políticos e sociais, formando assim, cidadãos conscientes de seus direitos e deveres, capazes de interagir e transformar a realidade para uma vida digna em sociedade”. [GESTÃO 2010/2011] Página 9
  • 10. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 6. OBJETIVO GERAL DA ESCOLA  Promover a formação necessária para o exercício da cidadania, por meio do desenvolvimento da capacidade cognitiva, afetiva, física, ética, estética e de atuação e inserção social. 6.1. Objetivos específicos Os objetivos específicos adotados pela escola se baseiam nos indicados pelos Parâmetros Curriculares Nacionais, buscando a formação de alunos que sejam capazes de:  Compreender a cidadania como participação social e política, assim como exercício de direitos e deveres políticos, civis e sociais, adotando, no dia-a-dia, atitudes de solidariedade, cooperação e repúdio às injustiças, respeitando o outro e exigindo para si o mesmo respeito;  Posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas;  Conhecer características fundamentais do Brasil nas dimensões sociais, materiais e culturais como meio para construir progressivamente a noção de identidade nacional e pessoal e o sentimento de pertinência ao país;  Conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais;  Perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente, identificando seus elementos e as interpretações entre eles, contribuindo ativamente para a melhoria do meio ambiente;  Conhecer o próprio corpo e dele cuidar, valorizando e adotando hábitos saudáveis como um dos aspectos básicos da qualidade de vida e agindo com responsabilidade em relação à sua saúde e à saúde coletiva;  Utilizar diferentes linguagens - verbal, musical, matemática, gráfica, plástica e corporal - como meio para produzir, expressar e comunicar suas idéias, interpretar e usufruir as produções culturais, em contextos públicos e privados, atendendo a diferentes intenções e situações de comunicação;  Saber utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos;  Questionar a realidade, formulando problemas e buscando alternativas de solução, utilizando para isso o pensamento lógico, a criatividade, a intuição, a capacidade de análise crítica, selecionando procedimentos e verificando sua adequação. [GESTÃO 2010/2011] Página 10
  • 11. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 7. PERFIL DA CLIENTELA: Para o diagnóstico e perfil da clientela foi realizada uma amostragem de uma pesquisa com a participação dos pais, como referencial para os dados descritos neste documento. O corpo discente da escola se caracteriza em sua grande maioria por alunos residentes nos bairros circunvizinhos, com nível socioeconômico bastante diversificado, sendo predominante o trabalho de serviços gerais, o nível de escolaridade, na grande maioria, com Ensino Fundamental Incompleto. 7.1. Gráficos da Pesquisa realizada com a comunidade: [GESTÃO 2010/2011] Página 11
  • 12. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO [GESTÃO 2010/2011] Página 12
  • 13. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 7.2. Clientela atendida nos anos anteriores: Instituição Estadual ANO Matrícula Aprovados Reprovados Transferidos Desistentes 2008 910 655 31 99 125 2009 1051 771 42 127 111 2010 1115 736 47 146 186 Instituição Municipal ANO Matrícula Inicial Aprovados Reprovados Transferidos Desistentes 2007 1077 816 65 120 76 2008 1347 791 52 112 392 2009 929 685 39 95 110 2010 990 756 42 106 86 5.3. Clientela para o ano 2011: Alunos do Ensino Fundamental diurno TURMA TURNO NÚMERO DE ALUNOS 1º ANO MATUTINO E VESPERTINO 107 2º ANO MATUTINO E VESPERTINO 104 3º ANO MATUTINO E VESPERTINO 98 4º ANO MATUTINO E VESPERTINO 116 5º ANO MATUTINO E VESPERTINO 111 Total de alunos de responsabilidade da Instituição Municipal 536 6º ANO (3ªFase/2º Ciclo) MATUTINO E VESPERTINO 127 7º ANO (1ªFase/3º Ciclo) MATUTINO E VESPERTINO 115 8º ANO (2ªFase/3º Ciclo) MATUTINO E VESPERTINO 117 9º ANO (3ª Fase/3º Ciclo) MATUTINO E VESPERTINO 195 Total de alunos de responsabilidade da Instituição Estadual 554 Total geral diurno 1090 Alunos do Ensino Fundamental – EJA e Ensino Médio noturno TURMA TURNO NÚMERO DE ALUNOS 2ª Fase/2º Segmento NOTURNO 40 3ª Fase/2º Segmento NOTURNO 114 Total de alunos de responsabilidade da Instituição Municipal 154 1º ANO NOTURNO 157 2º ANO NOTURNO 111 3º ANO NOTURNO 87 Total de alunos de responsabilidade da Instituição Estadual 355 Total geral noturno 509 5.4. Regime e funcionamento dos turnos: A instituição funciona nos três turnos sendo os horários de entrada às 7:00, às 13:00 e às 19:00 horas, nos turnos matutino, vespertino e noturno, respectivamente, perfazendo um total de quatro horas de trabalho pedagógico, com tolerância de 15 (quinze) minutos em todos os turnos. Para o período noturno adota-se ainda a reabertura dos portões às 20:00 horas para os que se atrasarem, além da possibilidade de entrada, independente do horário, para todos os alunos que apresentarem atestado de trabalho. No caso de alunos menores, inclusive do noturno, que desejarem sair antes do horário, por doença ou outro motivo, os responsáveis são avisados, podendo se ausentar da escola por no máximo cinco vezes no decorrer do ano. 8. DIAGNÓSTICO: No levantamento de pontos fortes e fracos, especificamente com os pais, o resultado foi satisfatório, pois neste item os pais podiam ou não citar os pontos fortes ou fracos, conforme sua vontade e opinião. Assim houve maior citação dos pontos fortes, conforme demonstra o gráfico abaixo: [GESTÃO 2010/2011] Página 13
  • 14. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Por meio de análises realizadas em reuniões pedagógicas, avaliações internas, conclui-se que existem diversos pontos fortes na ação pedagógica desenvolvida, mas também existem alguns pontos a serem melhorados, por meio de intervenção dos atores escolares. Começamos por elencar os pontos fortes: • Envolvimento da maioria no processo educacional proposto; • Desenvolvimento de projetos pedagógicos; • Boa gerência de recursos humanos e materiais pela equipe gestora e Conselho; • Transparência e cumprimento das normas da legislação em vigor; • Troca de informações entre professores que geram melhoria no trabalho pedagógico; • Bons instrumentos de avaliação das atividades e de participação; • Diversidade na estratégia de ensino, como a prática de oficinas, aulas de campo e aulas diferenciadas para facilitar e promover uma aprendizagem significativa; • Bom relacionamento entre professores e alunos; • Condições favoráveis para o desenvolvimento do trabalho pedagógico; • Participação efetiva na formação continuada oferecida; • Desenvolvimento de estratégias para superação das dificuldades de aprendizagem; • Controle de entrada e saída, com a eficiente participação dos vigias de pátio, em consonância com os professores, a coordenação pedagógica, disciplinar e direção da escola, tendo em vista a organização e a segurança dos alunos e funcionários; Ainda temos outros dois pontos positivos muito relevantes no cenário da atividade educativa desenvolvida pela instituição, que são a escolha da escola como a melhor escola municipal e melhor diretor por dois anos consecutivos, e também o resultado do IDEB e ENEM alcançado pela escola: CREMILDA O. VIANA 2007 2009 2010 2011 IDEB – ANOS INICIAIS 4,1 5,0 ---------- ---------- IDEB – ANOS FINAIS 4,9 4,4 ---------- ---------- ENEM ----------- MD: 553,53 ---------- ----------- 8.1. Itens a serem melhorados: [GESTÃO 2010/2011] Página 14
  • 15. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO • Falhas na circulação de informações entre as diferentes equipes de trabalho; • Dificuldades de conservação do patrimônio público; • Pouco envolvimento e compromisso dos alunos; • Carência de algumas práticas de cidadania que conduzam ao cumprimento integral de regras de comportamento e estabelecimento de relações sociais saudáveis por parte dos alunos; • Dificuldade de conscientizar os alunos quanto a hábitos e estilos de vida saudável; • Evasão escolar muito grande, principalmente no noturno; • Formação deficitária de professores na utilização de novos recursos tecnológicos; • Falta de acompanhamento e incentivo no desenvolvimento da aprendizagem por parte da família; • Dificuldade de leitura, interpretação e escrita; 9. PLANO DE AÇÃO 1) Metas e ações: • Melhorar a circulação das informações na escola; a) Realizar semanalmente, no primeiro dia útil, reuniões de gestão; b) Organizar com maior antecedência as ações que serão desenvolvidas no mês; c) Manter organizados os murais em diversos locais, de maior circulação e fácil acesso; d) Uso de cartazes com avisos com antecedência, pensando também nas pessoas que não trabalham todos os dias na escola; • Intensificar o trabalho de conscientização para melhorar a conservação do patrimônio público; a) Propor à equipe administrativa o desenvolvimento de um projeto de conscientização, como uma ação da formação continuada Sala do Educador; b) Envolver equipes de alunos como agentes de pátio para salientar a importância da conservação; c) Fazer assembléias com pais e alunos para trabalhar a conscientização de que o patrimônio público é de todos, pois são construídos com verbas de impostos pago pelos mesmos d) Desenvolver ações que levem a atitudes responsáveis para a preservação do meio ambiente; • Trabalhar a motivação do educando para alcançar maior envolvimento e compromisso nas atividades propostas na escola; a) Trabalhar semanalmente textos diferenciados, do Projeto CEI-Ler, salientando pontos que façam o aluno perceber a importância de seu envolvimento nas ações educativas; b) Promover aulas diversificadas e atividades estimulantes, como oficinas pedagógicas, aulas de campo, trabalho com temas significativos; c) Desenvolver projetos instigadores e motivadores de participação; d) Proporcionar a participação do educando em gincanas, festivais e passeios; e) Destacar o aluno que cumpre com louvor as suas responsabilidades escolares, bimestralmente – Aluno Destaque e Aluno Revelação; • Programar ações para ampliar a compreensão do aluno quanto à prática de cidadania, relações sociais saudáveis entre os mesmos; a) Trabalhar em sala de aula pequenos projetos sobre temas como: bullying, discriminação, diversidade e hábitos saudáveis de convivência; [GESTÃO 2010/2011] Página 15
  • 16. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO b) Promover na escola palestras envolvendo estes temas; c) Fazer concurso de paródias, redações, teatro e poesia. d) Organizar o recreio dirigido; • Diminuir o índice de evasão no turno noturno; a) Melhorar o sistema de ensino por módulos; b) Modificar a metodologia de ensino com vistas a tornar as aulas mais dinâmicas e prazerosas; c) Controlar a incidência de faltas quando continuamente repetidas; d) Contato com a família dos alunos menores de idade; e) Comunicar o Conselho Tutelar sempre que houver necessidade; f) Incentivar maior participação nos projetos interdisciplinares; • Incentivar a formação de professores para utilização dos novos recursos tecnológicos; a) Incluir na formação continuada momentos de atualização para utilização dos recursos tecnológicos; b) Incentivar a participação nas formações do Cefapro. • Melhorar o envolvimento dos pais na aprendizagem dos alunos e sua participação em eventos na escola; a) Palestras de conscientização da necessidade e obrigatoriedade da participação da família na educação escolar; b) Promover ações/eventos de interação entre escola x família; c) Demonstrar a família, por meio de reuniões e assembléias, que a sua participação efetiva na escola resultará no melhor desenvolvimento de seu filho; d) Promover encontros periódicos para informar a família sobre o andamento da escola, todas as ações a serem realizadas e a sua proposta de trabalho para oferecer uma educação de qualidade. • Proporcionar melhoria significativa de leitura, interpretação e escrita, por acreditar ser a condição primordial para seu desenvolvimento; a) Envolvimento de todos os professores, em todas as áreas do conhecimento, na valorização da leitura e escrita em todas as aulas; b) Implementação do Projeto CEI-Ler; c) Desenvolvimento de projeto de leitura com a participação das bibliotecárias envolvendo todos os alunos e professores; d) Implementar a biblioteca com material diversificado; e) Divulgação para a comunidade sobre o empenho da escola em desenvolver o gosto pela leitura em todos os alunos, conscientizando a todos da sua importância para o crescimento do educando. 10. DOS FINS E OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA 10.1. Objetivos em âmbito geral Cumprir e fazer cumprir os princípios e fins da Educação Nacional e toda legislação correlativa vigente. Conforme o artigo 22 da Lei 9394/96: “A educação básica tem por finalidades desenvolver o [GESTÃO 2010/2011] Página 16
  • 17. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhes meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores”, garantindo-lhe ainda os princípios da igualdade de acesso, permanência, êxito, da obrigatoriedade da Educação Básica e da gratuidade escolar, preparando-o para o exercício de seus direitos e o cumprimento dos deveres como cidadão. 10.2. Objetivos em âmbito específico: O Artigo 32, da LDB traz em seu teor os objetivos específicos para a formação básica, compreendendo os anos iniciais e finais do Ensino Fundamental, mediante: I - o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo; II - a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade; III - o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores; IV - o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social. Já no Artigo 35, cita os princípios e finalidades para o Ensino Médio, sendo: I - a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento de estudos; II - a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores; III - o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico; IV - a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina. [GESTÃO 2010/2011] Página 17
  • 18. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 11. JUSTIFICATIVA Para a efetivação dos objetivos da Constituição Federal de 1988, da LDB – Nº9394/96 faz-se indispensável que cada instituição construa um documento com a função de planejamento global de sua ação educativa. Segundo Vasconcellos, este documento é: (...) um instrumento teórico-metodológico que visa ajudar a enfrentar os desafios do cotidiano da escola, só que de forma refletida, consciente, sistematizada, orgânica, científica, e, o que é essencial, participativa. É uma metodologia de trabalho que possibilita ressignificar a ação de todos os agentes da escola. (1995:143). Assim, é de fundamental importância sua construção no âmbito escolar, com a participação de todos os envolvidos no processo educacional pretendido. Para isso, a cada início de ano letivo o coletivo da escola se reúne para definir as ações que serão desenvolvidas no período. Sendo contemplados os projetos novos e quais projetos do ano anterior terão continuidade, verificando sua eficácia para dar ou não prosseguimento. Avalia também o desempenho das ações pedagógicas, repensando o currículo para a clientela a ser atendida ao longo do ano e são discutidos ainda os eventos a serem desenvolvidos, contemplando a participação da comunidade. Nestes encontros acontece o planejamento das ações da formação continuada, envolvendo toda a equipe pedagógica e administrativa da escola. São feitas, ao longo do ano avaliações do trabalho desenvolvido, tanto pedagógico quanto administrativo e de aceitação pela comunidade, envolvendo equipe escolar, corpo discente e pais. Todos estes dados levantados aparecem organizados neste documento, cumprindo a sua função de facilitador da ação educativa no âmbito escolar. Para Veiga, o Projeto Político-Pedagógico, cumpre a função de dar um rumo, uma direção à instituição. Diz a autora que o projeto de escola é sempre: “... uma ação intencional, com um sentido explícito, com um compromisso definido coletivamente. Por isso, todo projeto pedagógico da escola é, também, um projeto político por estar intimamente articulado ao compromisso sociopolítico com os interesses reais e coletivos da população majoritária. É político, no sentido de compromisso com a formação do cidadão para um tipo de sociedade. ‘A dimensão política se cumpre na medida em que ela se realiza enquanto prática especificamente pedagógica.’ (Saviani 1983, p.93). Na dimensão pedagógica reside a possibilidade da efetivação da intencionalidade da escola, que é a formação do cidadão participativo, responsável, compromissado, crítico e criativo. Pedagógico, no sentido de definir as ações educativas e as características necessárias às escolas de cumprirem seus propósitos e sua intencionalidade”. (1996:12). Desta feita a escola cumpre seu papel de organizadora e responsável pela formação integral do educando, com objetivos claros, organizados, buscando superar a divisão do trabalho, seguindo o caminho de resgate do verdadeiro papel da escola: oportunizar ao aluno o crescimento intelectual como meio de se auto-realizar como cidadão consciente, crítico e participativo, comprometido com as transformações da sociedade, conhecedor de seus direitos e deveres, reconhecendo o professor, família, como condutores do processo ensino-aprendizagem, numa interação comunidade/escola. [GESTÃO 2010/2011] Página 18
  • 19. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 12. FUNDAMENTOS POLÍTICOS, PRESSUPOSTOS TEÓRICO-METODOLÓGICO E EPISTEMOLÓGICO O projeto pedagógico tem como propósito a explicitação dos fundamentos teórico- metodológicos, dos objetivos, do tipo de organização e das formas de implementação e de avaliação de toda a ação educativa proposta. Na perspectiva de Vygotsky, construir conhecimentos implica numa ação compartilhada, já que é por meio dos outros que as relações entre sujeito e objeto de conhecimento são estabelecidas. Logo, o professor é o mediador, possibilitador e intervencionista. O aluno, enquanto aprendiz constrói o seu conhecimento, confrontando sua experiência com os conteúdos apresentados pelo professor, através de suas interações sociais e também das trocas estabelecidas com seus pares. Portanto, ao professor cabe interferir na aprendizagem do aluno, em razão de sua maior experiência e conhecimentos teóricos. De acordo com Paulo Freire “ ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”, assim, a escola procura despertar nos profissionais a busca por conhecimento necessário para desenvolver um trabalho que motive o educando, que leve o aluno a querer aprender. Ainda, coloca a relação pedagógica como um diálogo entre professor e educando, como sujeitos interativos, tendo a dimensão de interlocução como princípio básico do processo de ensino- aprendizagem. Para Gardner, o processo de construção do conhecimento não ocorre apenas no aspecto cognitivo, mas também pelo aspecto afetivo, pela imaginação, pela intuição e outras, consideradas pelo estudioso como múltiplas inteligências, localizadas em regiões diferentes do cérebro, diferenciadas para cada pessoa. Desta forma, constata-se que aprendemos de diversas maneiras. Assim, a escola busca um processo de ensino-aprendizagem que considere essas especificidades, com uma metodologia bastante diversificada, buscando uma aprendizagem significativa. 12.1. Das Concepções: • De Mundo: O mundo é o local onde ocorrem as interações homem-homem e homem-meio social caracterizadas pelas diversas culturas e pelo conhecimento. Devido ao processo de globalização torna-se necessário proporcionar ao homem o alcance dos objetivos materiais, políticos, culturais e espirituais para que sejam superadas as desigualdades sociais, econômicas e culturais com o intuito de se formar o ser humano que se imagina. • De Sociedade: Somos uma sociedade capitalista, competitiva baseada nas ações e resultados, por isso precisamos construir uma sociedade libertadora, crítica, reflexiva, igualitária, democrática e integradora, fruto das relações entre as pessoas, caracterizadas pela interação de diversas culturas em que cada cidadão constrói a sua existência e a do coletivo. • De Homem: O homem, na atualidade, é um ser competitivo e individualista, resultado das relações impostas pelo modelo de sociedade em vigor. No entanto, a luta deve ser por um homem social, voltado para o seu bem próprio mas, acima de tudo, para o bem estar do grupo do qual faz parte. O homem, que modifica a si mesmo pela apropriação dos conhecimentos, modifica também a sociedade por meio do movimento dialético “do social para o individual e do individual para o social”, descrito por Destarte, torna-se sujeito da história. [GESTÃO 2010/2011] Página 19
  • 20. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO • De Educação: O processo educacional deve contemplar um tipo de ensino e aprendizagem que ultrapasse a mera reprodução de saberes cristalizados, possibilitando, assim, que o indivíduo torne- se crítico e que exerça a sua cidadania, buscando alternativas de superação da realidade. Tendo em vista que educar para Paulo Freire “é construir, é libertar o homem do determinismo, passando a reconhecer o seu papel na História. Pois sem respeitar essa identidade, sem autonomia, sem levar em conta as experiências vividas pelos educandos antes de chegar à escola, o processo será inoperante, somente meras palavras despidas de significação real”. • Relação professor/aluno: De acordo com Vygotsky, “a relação educador-educando não deve ser uma relação de imposição, mas sim, uma relação de cooperação, de respeito e de crescimento. O aluno deve ser considerado como um sujeito interativo e ativo no seu processo de construção de conhecimento. Assumindo o educador um papel fundamental nesse processo, como um indivíduo mais experiente. Por essa razão cabe ao professor considerar também, o que o aluno já sabe, sua bagagem cultural e intelectual, para a construção da aprendizage”. • De ensino e aprendizagem; Dentro do contexto ensino-aprendizagem, onde o enfoque é ensinar para o aluno aprender, devemos levar em conta o que ensinar, para quem ensinar, o que vai ser aprendido e de que forma vai ser ensinado. Podemos dizer que essa prática deve proporcionar tanto ao professor quanto ao aluno a possibilidade de buscar o conhecimento teórico numa perspectiva de reflexão sobre o fazer prático do cotidiano. A linha de pensamento do que ensinar e como ensinar deve seguir um planejamento prévio, primando à experiência de vida do aluno e do professor, que se bem aproveitado, contribui para o enriquecimento do conhecimento e cria um clima de predisposição favorável à aprendizagem. Para Paulo Freire “o ensino deve sempre respeitar os diferentes níveis de conhecimento que o aluno traz consigo a escola. Tais conhecimentos exprimem o que poderíamos chamar de a identidade cultural do aluno – ligada, evidentemente, ao conceito sociológico de classe...”(FREIRE & CAMPOS, 1991, p.51). [GESTÃO 2010/2011] Página 20
  • 21. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 13. DIMENSÃO PEDAGÓGICA Na Para efetivação da intencionalidade da instituição, de formar cidadão participativo, responsável, crítico e criativo, a escola precisa se organizar de maneira a respeitar os saberes dos educandos e nunca desprezar seu conhecimento empírico, sua experiência anterior. Deve ser uma constante a discussão sobre os problemas sociais, desigualdades, falta de oportunidades, que a comunidade enfrenta. Deve proporcionar momentos de debates sobre novas descobertas e novas teorias, que proporcionem crescimento e novas maneiras de inclusão social por meio do conhecimento. Reorientar o currículo, em todos os seus aspectos, desde a organização das turmas, a seleção dos conteúdos pedagógicos, a escolha dos materiais didáticos, das metodologias e didáticas, ao tipo de relações que se dão na sala de aula e no espaço fora da sala de aula, a relação da escola com as famílias e com a comunidade circundante e, até a repensar a avaliação e suas conseqüências na vida dos alunos, bem como incentivar a formação continuada de todos os educadores responsáveis pela instituição. Organizar de forma eficaz todos os recursos didáticos necessários para desenvolvimento da proposta que proporcione oportunidade a todos, por meio de projetos, oficinas pedagógicas, aulas de campo e pesquisa, tendo a leitura como meio para interpretar informações, resolver problemas, entre outros aspectos, aprender significativamente, promovendo uma educação de qualidade. 13.1. Currículo para formação humana: De acordo com o documento “Indagações sobre currículo”, do MEC, um currículo para a formação humana precisa ser situado historicamente, uma vez que os instrumentos culturais que são utilizados na mediação do desenvolvimento e na dinâmica das funções psicológicas superiores se modificam com o avanço tecnológico e científico. Esta perspectiva do tempo é importante: novas áreas do conhecimento vão se formando, por desdobramento de áreas tradicionais do currículo ou são criadas como resultado de novas práticas culturais, internet e web, ou ainda pela complexidade crescente do conhecimento e da tecnologia.Um currículo para a formação humana introduz sempre novos conhecimentos, não se limita aos conhecimentos relacionados às vivências do aluno, às realidades regionais, ou com base no assim chamado conhecimento do cotidiano. È importante pensar um currículo que engloba em si mesmo não apenas a aplicabilidade do conhecimento à realidade cotidiana vivida por cada grupo social, mas entende que conhecimento formal traz outras dimensões ao desenvolvimento humano, além do “uso prático”. Um currículo para a formação humana é aquele orientado para a inclusão de todos ao acesso dos bens culturais e ao conhecimento, Está, assim, a serviço da diversidade. 13.2. Diversidade: A escola pretende incluir no seu currículo, de acordo com Diretrizes Curriculares Nacionais e Estadual e as normas do Sistema Estadual de Ensino, a História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, História e Geografia de Mato Grosso e Educação Ambiental, bem como, as especificidades étnico - raciais, socioeconômicos e culturais, como a música no ensino de Arte, temas transversais, questões de relevância social, política e econômica, respeitando os interesses dos estudantes, da família e da comunidade, pois “entendemos diversidade na concepção de que ela é a norma da espécie humana: seres humanos são diversos em suas experiências culturais, são únicos em suas personalidades e são diversos em suas formas de perceber o mundo. Seres humanos apresentam, também, diversidade biológica. Como a diversidade é hoje recebida na escola, há a demanda, óbvia, por um currículo que atenda a todo tipo de diversidade”. [GESTÃO 2010/2011] Página 21
  • 22. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 13.3. Planejamento: O Planejamento é o fio condutor da ação educativa. Na sua concepção dialética tem no planejamento a práxis que surge da realidade. Nele são congregados aspectos históricos, políticos, sociais e econômicos. Ao mesmo tempo consolida tarefas e saberes críticos, criativos, reflexivos, transformadores. Conceituando planejamento de acordo com Sacristán: “Planejar é dar tempo para pensar a prática, antes de realizá-la, esquematizando os elementos mais importantes numa sequência de atividades”. O planejamento deve contemplar a possibilidade de um movimento de ação-reflexão-ação na busca constante de um processo de ensino-aprendizagem produtivo. A escola realiza os planejamentos anuais, no início do ano letivo, faz-se uma prévia na semana pedagógica e depois, após o conhecimento da clientela, verificação dos níveis de desenvolvimento da turma, é que se fecha o planejamento para o ano letivo. Também na semana pedagógica, realiza-se todo um planejamento das ações educativas ao longo do ano letivo, sendo revisto a cada reunião pedagógica. Participam dos planejamentos todo o corpo docente, funcionários, Conselho Escolar e equipe gestora, sendo registradas em ata as decisões conjuntas. 13.4. Estratégias de ensino: A Lei de Diretrizes e Bases da educação Nacional (LDB), promulgada em 1996, traz em seu teor princípios, indicados abaixo, um importante exemplário de conduta para diretores, professores, pais e alunos e, por isso mesmo, devem nortear, à guisa de um decálogo da boa aprendizagem, às práticas escolares: 1. A liberdade de aprender como principio de ensino (Inciso II, art. 3º, LDB): cabe ao educador a tarefa de, no âmbito da instituição escolar, ensinar a aprender, mas respeitar, como princípio, a liberdade de aprender. 2. A garantia de padrões mínimos de qualidade de ensino para desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem. (Inciso IX, art. 4º, LDB): cabe ao poder público, através dos governos; às famílias, através dos pais e responsáveis e à sociedade, como um todo, ofertar um ensino de qualidade. A qualidade de ensino só pode ser medida sob enfoque da aprendizagem. Não há qualidade de ensino quando o aluno deixa de aprender. 3. O zelo pela aprendizagem dos alunos como incumbência dos docentes (Inciso III, art. 13, LDB ): aos docentes, o zelo pela aprendizagem do ensino é, antes de tudo, uma questão de compromisso profissional, ético. Quando o aluno deixa de aprender, por imperícia ou incapacidade pedagógica, a escola perde o sentido de existir. 4. A Flexibilidade para organização da educação básica para atender interesse do processo de aprendizagem (art. 23, LDB): À escola cabe a tarefa de patrocinar todas as formas eficazes de aprendizagem. O que interessa aos pais e agentes educacionais é a aprendizagem dos alunos. 5. A verificação do aprendizado como critério para avanço nos cursos e nas séries (item c, inciso V, art. 24, LDB): Quem aprende a aprender, isto é, passou a ser capaz de aprender com a orientação docente, deve ser incentivado a ir adiante. A escola não pode ficar, com o aluno, mais de uma década, engessando seu andar, seu pensar, seu aprender. A escola é meio. A escola não é fim. O fim da escola é a sociedade. O fim da sociedade é humanidade. 6. O desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo, como estratégia para objetivar a formação básica do cidadão no ensino fundamental (Inciso I, art. 32, LDB): Ninguém nasce aprendiz, embora todo ser nasça para aprender. A capacidade de aprender deve ser, pois, desenvolvida nos primeiros anos escolares. Para tanto, devem ser definidas, desde logo, nas escolas, as estratégias de aprendizagem que priorizem a leitura, a escrita e o cálculo. 7. O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores para objetivar a formação básica do cidadão no ensino fundamental (Inciso III, ar. 32, LDB): cabe à escola desenvolver estratégias para fortalecer a memória de longo prazo (MLP) dos educandos. A aprendizagem é o assegurar de informações e conhecimentos, por parte do educando, no seu "estoque de informação na memória". Quem memoriza, pensa mais. Quem pensa mais, aprende mais. Quem aprende mais, emancipa-se mais cedo. O homem só aprende quando é capaz de manipular o que produz, os objetos, as mercadorias e as máquinas. 8. A adoção no ensino fundamental o regime de progressão continuada, sem prejuízo da avaliação do processo de ensino-aprendizagem,. (§ 2º, art. 32, LDB): cabe à escola criar as condições de aprendizagem, através de oferta das mais diversas e criativas formas de aprender, e não temer que seja avaliada por métodos inovadores, antigos, ou tradicionais. Mudar é preciso para a garantia da ação de aprender. 9. A garantia às comunidades indígenas da utilização, no ensino fundamental, de processos próprios de aprendizagem. (§ 3º, art. 32, LDB): aos índios e a todos os representantes das minorias, incluindo os pobres e negros, devem ter assegurados critérios justos de avaliação pedagógica. Quem respeita as minorias, transforma a escola em excelência de eqüidade. 10. A continuidade do aprender como finalidade do ensino médio para o trabalho e a cidadania do educando (inciso II, art. 35, LDB): quando concluímos a educação básica, devemos ser estimulados a seguir a caminhada rumo à Universidade, instância da educação superior. Lá, somos realfabetizados e descobrimos que aprender é um continuum: aprender é um processo que se dá, inicialmente, no meio escolar, mas perdura, por toda vida, na sociedade. Levando em conta os princípios da LDB, citados anteriormente, a escola assume sua responsabilidade pela aprendizagem de seu alunado e propõe um ensino voltado à [GESTÃO 2010/2011] Página 22
  • 23. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO diversidade, as possibilidades múltiplas de aprendizagem, maior atenção aos alunos com grande defasagem de aprendizado, com aulas diversificadas, teóricas e práticas, trabalho com projetos, oficinas pedagógicas, aulas de campo, seminário, incentivo a pesquisa, jogos, ludicidade, interdisciplinaridade, coerência, planejamento conjunto, verificados em cada caso, as especificidades de cada modalidade presente, alunos alfabetizandos, alunos do Ciclo de formação humana, alunos da EJA e Ensino Médio. No caso da EJA e Ensino Médio, período noturno, adota-se o Ensino Modular, uma vez que são alunos que trabalham, vindo cansados para escola, e ainda, muitos já eliminaram disciplinas pelo sistema de avaliação do MEC. Desta forma eles trabalham com uma disciplina por vez, sendo menos cansativo, já que o professor é incentivado a diversificação das aulas, com oficinas pedagógicas, dinâmicas, vídeos, informática e data-show. Também com esta modalidade busca uma forma de diminuir a evasão escolar, que ainda é problema muito sério na escola. Luckesi (1994, p. 155) ao discutir a respeito dos procedimentos de ensino no cotidiano escolar argumenta: “Será que nós professores, ao estabelecermos nosso plano de ensino, ou quando vamos decidir o que fazer na aula, nos perguntamos se as técnicas de ensino que utilizaremos têm articulação coerente com nossa proposta pedagógica? Ou será que escolhemos os procedimentos de ensino por sua modernidade, ou por sua facilidade, ou pelo fato de dar menor quantidade de trabalho ao professor? Ou, pior ainda, será que escolhemos os procedimentos de ensino sem nenhum critério específico”? Desta forma o repensar constante de estratégias que são mais coerentes e de melhores resultados são discutidas e aprimoradas no ambiente escolar. Para Petrucci e Batiston (2006, p. 263), [...] a palavra ‘estratégia’ possui estreita ligação com o ensino. Ensinar requer arte por parte do docente, que precisa envolver o aluno e fazer com que ele se encante com o saber. O professor precisa promover a curiosidade, a segurança e a criatividade para que o principal objetivo educacional, a aprendizagem do aluno, seja alcançada. É uma constante a busca por uma aprendizagem significativa que segundo Bock (1999, p. 117) a mesma “processa-se quando um novo conteúdo (idéias ou informações), relaciona-se com conceitos relevantes, claros e disponíveis na estrutura cognitiva, sendo assim assimilado”. Conceitos estes já existentes na estrutura cognitiva, daí a necessidade de fazer sempre relação com o que ja sabem, com suas experiências anteriores. A escola ainda busca outro fator muito relevante, que é a motivação constante, pois é um processo que se dá no interior do sujeito, melhorando a atenção, a concentração para a realização das atividades. Bock (1999, p. 121) afirma que “a preocupação do ensino tem sido a de criar condições tais, que o aluno “fique a fim” de aprender. Motivar passa a ser, também, um trabalho de atrair, encantar, prender a atenção, seduzir o aluno, utilizando o que a criança gosta de fazer como forma de engajá-la no ensino”. Bock ainda aponta a necessidade de a escola propor atividades desafiadoras, investigativas, com linguagem acessível, observação da realidade próxima do aluno, gerando dúvidas que incentivam a procurar descobrir, com grau adequado de complexidade, mostrando sempre a utilidade do que está aprendendo. [GESTÃO 2010/2011] Página 23
  • 24. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 13.5. Avaliação: A avaliação, processo amplo e abrangente que abarca todas as ações desenvolvidas na ação pedagógica, assim como todos os sujeitos nele envolvidos. Portanto, deve estar claro para aquele que avalia que ele também é parte integrante do processo avaliativo uma vez que foi o responsável pela mediação no processo de ensino-aprendizagem. Logo, quando se lança o olhar para avaliar alguém ou alguma ação no âmbito da instituição escolar, lança-se também o olhar sobre si próprio. Ao avaliar deve-se ter em mente o processo como um todo, bem como aquele a quem se está avaliando. De acordo com Fernandes, “a educação escolar é cheia de intenções, visa a atingir determinados objetivos educacionais, sejam estes relativos a valores, atitudes ou aos conteúdos escolares. A avaliação é uma das atividades que ocorre dentro de um processo pedagógico. Este processo inclui outras ações que implicam na própria formulação dos objetivos da ação educativa, na definição de seus conteúdos e métodos, entre outros. A avaliação, portanto, sendo parte de um processo maior, deve ser usada tanto no sentido de um acompanhamento do desenvolvimento do estudante, como no sentido de uma apreciação final sobre o que este estudante pôde obter em um determinado período, sempre com vistas a planejar ações educativas futuras. Quando a avaliação acontece ao longo do processo, com o objetivo de reorientá-lo, recebe o nome de avaliação formativa e quando ocorre ao final do processo, com a finalidade de apreciar o resultado deste, recebe o nome de avaliação somativa. Uma não é nem pior, nem melhor que a outra, elas apenas têm objetivos diferenciados”. Compreendemos que a avaliação deve permear todas as atividades da sala, principalmente na relação professor com o aluno e no tratamento dos conhecimentos trabalhados neste espaço. Portanto, a intervenção do professor ajuda a construir as mediações necessárias para a construção do conhecimento. Alguns aspectos importantes devem ser levados em conta no momento da avaliação, a coerência entre o ensinado e o avaliado; os objetivos e a avaliação; a relação entre teoria e prática; a coerência entre a forma de ensinar e avaliar; se a metodologia é estimulante; a preparação do aluno para a avaliação; a relação professor-aluno; A clareza no ensinar e avaliar, nas questões e nos instrumentos; E por último, a relação entre o nível de exigência na avaliação e o resultado apresentado pelo aluno. Na escola Cremilda Viana, diversos são os questionamentos acerca da avaliação, pois a mesma acontece para o ensino regular, com notas e relatórios nos anos iniciais e EJA do ensino fundamental e Ensino Médio, e para os anos finais do Ensino Fundamental como ciclo de formação humana. Para todos os níveis e modalidades a escola valoriza a avaliação formativa, feita no decorrer do processo, com o objetivo de reavaliar as ações educativas ao longo do ano letivo. A avaliação da Escola Organizada em Ciclos de Formação Humana, tem o diferencial, pois não se aplica notas, e sim relatórios descritivos, sendo diagnóstica dentro do processo de ensino e aprendizagem, possui instrumentos de avaliação que estabelecem a perspectiva de inclusão para registrar os avanços, a continuidade, o desenvolvimento cognitivo, afetivo e social do educando. Ela é feita através de um relatório que aponta o desenvolvimento do aluno, tendo como suporte vários instrumentos de avaliação, tais como: caderno de campo do professor onde este registra diariamente os avanços e retrocessos do aluno, ficha avaliativa, conselho de classe e testes de sondagem de aprendizagem que obedece a critérios de verificação se os objetivos propostos pelo professor foram alcançados. A avaliação é feita de forma contínua, diariamente, por meio das atividades desenvolvidas, como trabalho individuais, oficinas, tarefas, verificando a participação, a assiduidade, pontualidade na entrega de trabalhos, o compromisso, o aspecto de relacionamento entre o aluno e a comunidade escolar. A elaboração de um instrumento de avaliação ainda deverá levar em consideração outros aspectos importantes: a) a linguagem a ser utilizada: clara, esclarecedora, objetiva; b) a contextualização daquilo que se investiga: em uma pergunta sem contexto podemos obter inúmeras respostas e, talvez, nenhuma relativa ao que, de fato, gostaríamos de verificar; [GESTÃO 2010/2011] Página 24
  • 25. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO c) o conteúdo deve ser significativo, ou seja, deve ter significado para quem está sendo avaliado; d) estar coerente com os propósitos do ensino; e) explorar a capacidade de leitura e de escrita, bem como o raciocínio. [GESTÃO 2010/2011] Página 25
  • 26. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 13.6. Recuperação: Conforme a Resolução Normativa Nº 002/2009-CEE/MT, a recuperação é uma estratégia de intervenção deliberada no processo educativo, desenvolvido pela Unidade Escolar, como oportunidade de aprendizagem que leve os educandos ao desempenho esperado..., na escola adota-se a recuperação contínua e a paralela, a primeira acontece no dia a dia da sala de aula, com intervenções imediatas a partir da avaliação diagnóstica do desempenho do educando. Já a recuperação paralela acontece com alunos com dificuldades de aprendizagem não superadas e necessitam de um trabalho mais direcionado, no contra turno com aulas de reforço com professores em hora atividade, com o próprio professor e com o articulador, conforme o artigo 64, da Normativa 002/09. No caso dos alunos do Ensino Médio, período noturno, a recuperação paralela acontece no reinício de cada módulo, devendo esta nota substituir a nota inferior. 13.7. Progressão parcial: De acordo a Resolução Normativa Nº 002/2009-CEE/MT adota-se o regime de progressão parcial para a modalidade de regime de progressão regular, de forma sequencial, observando-se o seguinte: A avaliação requerida para a progressão parcial será compreendida em termos de resultados apresentados pelo educando, respeitado o seu ritmo de aprendizagem conforme as ações programadas especialmente para ele sob forma de recuperação de conteúdos, não se exigindo mínimo de frequência; Conforme o parágrafo 1º. do Parecer Nº. 167/2009 “O aluno beneficiado com o regime de progressão parcial poderá acumular, no mesmo período letivo, a critério da escola, até quatro dependências em componentes curriculares anteriores.” E ainda, conforme o Artigo VI, da Resolução Normativa Nº 382/2004-CEE/MT, os resultados finais obtidos pelo aluno sujeito à progressão parcial, quando favoráveis, implicam à escola, atualizar os registros na documentação escolar do aluno, em qualquer época do ano letivo em curso; Levando em conta todos estes apontamentos, a escola promove a progressão parcial para o regime de progressão regular, podendo o aluno ficar dependente de até 4 (quatro) componentes curriculares, podendo cumprir no ano seguinte ou não. Não havendo a necessidade de participação em sala, o aluno poderá cumprir a sua dependência em qualquer turno, no decorrer do primeiro bimestre, segundo ou terceiro bimestre, para alunos matriculados desde o início do ano letivo, faz-se a organização seguinte: • 1º bimestre: Dependência da área de Linguagem; • 2º bimestre: Dependência para área de Humanas; • 3º bimestre: Dependência para área de Ciências da Natureza e Matemática; Já para os alunos matriculados ao longo do ano letivo, os mesmos farão as avaliações conforme a data da matrícula; A escola propõe ainda que seja feito um trabalho e uma avaliação, contemplando os conteúdos necessários para sua aprovação. O professor da disciplina e da série de dependência ficará sendo o responsável pela organização do trabalho e da avaliação, ficando sob responsabilidade de aplicação o professor regente do aluno em questão. No decorrer do ano a escola desenvolverá um relatório descritivo bimestral para orientar as dependências no próximo ano. [GESTÃO 2010/2011] Página 26
  • 27. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 14. MATRIZ CURRICULAR: 14.1. Matriz Curricular – Ensino Fundamental – Séries Iniciais COMPONENTES CURRICULARES DO ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS / 2011 Atendendo dispositivos da Lei 9394/96 - Distribuição da Carga Horária Semanal/Anual Módulo 40 semanas ANOS 1º ANO 2º ANO 3º ANO 4º ANO 5º ANO Disciplinas SEMANA ANUAL SEMANA ANUAL SEMANA ANUAL SEMANA ANUAL SEMANA ANUAL LÍNGUA 6 240 6 240 6 240 5 200 5 200 PORTUGUESA NÚCLEO COMUM MATEMÁTICA 4 160 4 160 4 160 4 160 4 160 HISTÓRIA 2 80 2 80 2 80 2 80 2 80 GEOGRAFIA 2 80 2 80 2 80 2 80 2 80 CIÊNCIAS F. B. PROG. DE 2 80 2 80 2 80 2 80 2 80 SAÚDE E MEIO AMBIENTE PARTE DIVERSIFICADA ENSINO 1 40 1 40 1 40 1 40 1 40 RELIGIOSO ARTES 1 40 1 40 1 40 1 40 1 40 EDUCAÇÃO 2 80 2 80 2 80 2 80 2 80 FÍSICA INGLÊS 1 40 1 40 QTDE. AULAS SEMANAIS / QTDE. DE 20 800 20 800 20 800 20 800 20 800 AULAS ANUAL Número de Dias Letivos Anual = 203 dias Número de Horas/Aulas Anuais (60 minutos) = 812 horas Número de Horas/Aulas Semanais = 20 aulas Número de Semanas Anual = 40 Semanas [GESTÃO 2010/2011] Página 27
  • 28. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 14.2. Matriz Curricular – Ensino Fundamental – EJA COMPONENTES CURRICULARES DO ENSINO FUNDAMENTAL/EJA Atendendo dispositivos da Lei 9394/96 - Distribuição da Carga Horária Bimestral/Anual RESOLUÇÃO CNE CEB N° 02/98 BASE COMUM NACIONAL 2° segmento Componentes Curriculares Módulo 40 2ª fase 3ª fase semanas 6ª/7ª série 7ª/8ª série CHB CHA CHA CCH Número Língua Portuguesa 50 175 175 25 Educação Artística 10 35 35 5 de Dias Educação Física 20 70 70 10 Letivos Ensino Religioso 10 35 35 5 Anual = Matemática 40 140 140 20 Ciências F.B.Prog. Saúde e 30 105 105 15 203 dias Meio Ambiente CHA= História 20 70 70 10 Carga Geografia 20 70 70 10 Horária Parte Inglês 10 35 35 5 Anual diversificada TOTAL 210 735 735 105 Número de Horas/Aulas Anuais (60 minutos) = 852 horas Número de Semanas Anual = 40 Semanas Número de Horas/Aulas Semanais = 21 aulas CHB= Carga Horária Bimestral CCH = Compensação de Carga Horária [GESTÃO 2010/2011] Página 28
  • 29. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 14.3. Matriz Curricular – Ensino Fundamental – Séries Finais - 2º CICLO [GESTÃO 2010/2011] Página 29
  • 30. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 14.4. Matriz Curricular – Ensino Fundamental – Séries Finais 3º CICLO [GESTÃO 2010/2011] Página 30
  • 31. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 14.5. Matriz Curricular – Ensino Médio Matriz: 35 ENSINO MÉDIO – REGULAR – ANO – 1º ANO Organização das disciplinas 1ºSem 2ºSem TOTAL Áreas de Conhecimento Componentes Curriculares 1º Bim 2º Bim total 3º Bim 4º Bim total Ed. Física 10 10 20 10 10 20 40 B A LE Inglês 10 10 20 10 10 20 40 S Obrigatória E Linguagens, Códigos e Tecnologias LE Inglês 10 10 20 10 10 20 40 N Obrigatória A C Língua Portuguesa 30 30 60 30 30 60 120 I O Artes 10 10 20 10 10 20 40 N Biologia 10 10 20 10 10 20 40 A L Física 20 20 40 20 20 40 80 Ciências da Natureza, Matemática e Tecnologias Matemática 20 20 40 20 20 40 80 C Química 20 20 40 20 20 40 80 O M Filosofia 10 10 20 10 10 20 40 U Geografia 20 20 40 20 20 40 80 M Ciências Humanas e Tecnologias História 20 20 40 20 20 40 80 Sociologia 10 10 20 10 10 20 40 TOTAL 400 400 800 [GESTÃO 2010/2011] Página 31
  • 32. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Matriz: 35 ENSINO MÉDIO – REGULAR – ANO – 2º ANO 1ºSem 2ºSem TOTAL Áreas de Conhecimento Componentes Curriculares 1º Bim 2º Bim total 3º Bim 4º Bim total B Ed. Física 10 10 20 10 10 20 40 A S L. E. Inglês 10 10 20 10 10 20 40 E Linguagens, Códigos e Tecnologias L. E. Inglês 10 10 20 10 10 20 40 N A Língua Portuguesa 30 30 60 30 30 60 120 C I Artes 10 10 20 10 10 20 40 O Biologia 20 20 40 20 20 40 80 N A Física 20 20 40 20 20 40 80 L Ciências da Natureza, Matemática e Tecnologias Matemática 20 20 40 20 20 40 80 Química 10 10 20 10 10 20 40 C O Filosofia 10 10 20 10 10 20 40 M Geografia 20 20 40 20 20 40 80 U M Ciências Humanas e Tecnologias História 20 20 40 20 20 40 80 Sociologia 10 10 20 10 10 20 40 TOTAL 400 400 800 [GESTÃO 2010/2011] Página 32
  • 33. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Matriz: 35 ENSINO MÉDIO – REGULAR – ANO – 3º ANO 1ºSem 2ºSem TOTAL Áreas de Conhecimento Componentes Curriculares 1º Bim 2º Bim total 3º Bim 4º Bim total B Ed. Física 10 10 20 10 10 20 40 A S L. E. Inglês 10 10 20 10 10 20 40 E Linguagens, Códigos e Tecnologias L. E. Inglês 10 10 20 10 10 20 40 N A Língua Portuguesa 30 30 60 30 30 60 120 C I Artes 10 10 20 10 10 20 40 O Biologia 20 20 40 20 20 40 80 N A Física 10 10 20 10 10 20 40 L Ciências da Natureza, Matemática e Tecnologias Matemática 30 30 60 30 30 60 120 Química 10 10 20 10 10 20 40 C O Filosofia 10 10 20 10 10 20 40 M Geografia 20 20 40 20 20 40 80 U M Ciências Humanas e Tecnologias História 20 20 40 20 20 40 80 Sociologia 10 10 20 10 10 20 40 TOTAL 400 400 800 [GESTÃO 2010/2011] Página 33
  • 34. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 15. CALENDÁRIO ESCOLAR 25-Feriado-Padroeiro da Cidade JANEIRO Dias Letivos: 11 10 a 24 – Período de Matriculas 25 á 31 Planejamento/ Atribuição de Aulas FEVEREIRO AGOSTO 01 á 11 – Semana Pedagógica 01- Início do 3º Bimestre 14 – Início do ano letivo 06 – Reunião Pedagógica 19-Reunião Pedagógica 07– Dia dos Pais 25 e 26 – Atribuição de Aulas 08 a 12-Jogos Dia do Estudante Dias letivos: 11 11-Reunião CDCE-17:10H 15 à 19 – Semana do Folclore MARÇO 18-Reunião de Pais e Mestre -17:10H 07 – Recesso Carnaval Dias Letivos: 23 08– Feriado Carnaval 08 – Dia Internacional da Mulher SETEMBRO 09 – Recesso 4ª feira cinza 01 a 05 – Hora Cívica – Semana da Pátria 10-Reunião CDCE – 17:10H 06- Comemoração Dia da Independência 17-Reunião de Pais e Mestre-17:10H 07 – Feriado-Dia da Independência do Brasil 22 – Dia Mundial da Água 08-Reunião CDCE-17:10H 27 – Dia do Circo 25- Dia Nacional do transito Dias letivos: 20 30-Dia da Secretária 30 – Término do 3º Bimestre ABRIL Dias Letivos: 21 14-Reunião CDCE-17:10H 21 – Feriado Tiradentes OUTUBRO 22 – Feriado Paixão de Cristo 01- Conselho de Classe 24– Páscoa 03 – Início do 4º Bimestre 29 – Término do Bimestre 08 – Reunião Pedagógica Dias Letivos: 19 12 – Feriado Dia da Criança e N. Srª Aparecida 15- Dia do Professor MAIO 13-Reunião C DCE-17:10H 01 – Feriado dia do Trabalho-Domingo 28 –Recesso/ Dia do Funcionário Publico 02 – Inicio do 2º Bimestre Dias Letivos: 19 06 – Comemoração Dias das Mães 07 – Conselho de Classe NOVEMBRO 08 – Dias das Mães 02 – Feriado dia de Finados 12-Reunião CDCE-17:10H 10- Reunião CDCE-17:10H 12 – Aniversário da Escola 14- Recesso Escolar 13 – Feriado Letivo - Aniversário do Município; Abolição 15 – Feriado Proclamação da República da Escravatura 18-Reunião de Pais e Mestre-17:10H 21 – Reunião Pedagógica 20 – Consciência Negra Dias letivos:22 Dias Letivos: 19 JUNHO DEZEMBRO 05– Dia Mundial do Meio Ambiente 09-Reunião CDCE-17:10H 04- Sábado Letivo - Arraiá da Prima 17 –Conselho de classe 02 à 05– Arraia da Prima 23–Término do 4º Bimestre entrega de notas, diários na 09-Reunião CDCE-17:10H secretaria/Enceramento do ano letivo e Confraternização 16-Reunião de Pais e Mestre-17:10H Dias Letivos: 17 23-Feriado- Corpus Chisti OBS:As demais reuniões pedagógicas acontecerão 24- Recesso mensalmente na sala do professor. Dias Letivos: 21 BIMESTRES PERÍODO DIAS LETIVOS 1º Bim. 14/02 à 29/04 50 JULHO 2º Bim. 02/05 à 15/07 54 09- Conselho de Classe Férias 18/07 à 31/07 14 14- Reunião CDCE -17:10H 3º Bim. 01/08 à 30/09 44 15– Término do 2º Bimestre 4º Bim. 03/10 à 23/12 55 18/07 à 31/07 – Férias Dias Letivos 203 [GESTÃO 2010/2011] Página 34
  • 35. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO [GESTÃO 2010/2011] Página 35
  • 36. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 16. PROPOSTA CEI EM AÇÃO: “A leitura como elemento norteador/incentivador das atividades escolares”; Esta proposta visa à valorização do cidadão e o desenvolvimento cognitivo por meio do desenvolvimento de atividades artísticas, desportivas, de socialização e de aspectos totalmente relevantes na compreensão do papel de cada educando como sujeito responsável e capaz de atuar, significativamente, na sociedade em que está inserido. A proposta enfoca o ato de ler como ponto de partida para a construção do pensamento lógico, desenvolvendo as habilidades cognitiva, social e emocional e com isso viabilizando a argumentação e a capacidade do aluno de construir suas relações, incentivando-o a participação ativa e crítica perante a sua realidade. A leitura compreendida como um dos pilares da aprendizagem deve ser responsabilidade de todos os envolvidos no processo, em todas as áreas do conhecimento. A pesquisa eficiente possibilita a intervenção sobre aquilo que já está posto, portanto é um processo de construção de significado a partir do texto e conhecimentos do leitor. Neste contexto, a proposta traz para a escola projetos voltados para a educação para a cidadania e o respeito aos direitos sociais e humanos, que tenham a leitura, a pesquisa e a participação de todos como eixos norteadores da prática educacional. Isto vem ao encontro do que diz Moacir Gadotti: a integração entre educação e cultura, escola e comunidade (educação multicultural e comunitária), a democratização das relações de poder dentro da escola, o enfrentamento da questão da repetência e da avaliação, a visão interdisciplinar e transdiciplinar e a formação permanente dos educadores, baseando nos eixos norteadores da escola cidadã. 16.1. Projetos e eventos a serem desenvolvidos no decorrer do ano letivo • Projeto CEI-Ler – De incentivo a leitura; • Educação Ambiental - permeia todas as áreas do conhecimento durante o ano; • Resgatando as origens culturais, (Festival Cultural, visitas à Poxoréo, Cuiabá e Brasília; • Projeto Jornal Estudantil; • Projeto “Feliz aniversário”; • Aniversário da Escola; • Garoto e Garota 2011; • Dia das Mães; • Dia da Família na escola; • Formatura 3º ano; • Passeio ciclístico; • Olimpíadas – OLP, OBMEP, História ; • Jogos de seletiva em março, e interclasse em julho e dezembro; • Preparação para o Enem, durante o ano; • Saúde na escola – área de Ciências – durante o ano; • Projeto Recreio Dirigido. [GESTÃO 2010/2011] Página 36
  • 37. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 17. DIMENSÃO PROFISSIONAL 17.1. Quadro de Pessoal - Instituição Estadual - 2011 Profissional Situação Função Habilitação ALBERI GIRARDI EFETIVO PROFESSOR EDUCAÇÃO FÍSICA ALDIR GONÇALVES DE SOUZA EFETIVA LIMPEZA ENSINO MÉDIO ANA NOVAES DA CRUZ EFETIVA NUTRIÇÃO ENSINO MÉDIO ANTONIO EDSON FERREIRA DE ALMEIDA EFETIVO PROFESSOR EDUCAÇÃO FÍSICA ANTONIO LUTIS DA SILVA INTERINO VIGIA ENSINO MÉDIO INCOMPLETO CARLA FERNANDA DOS SANTOS LELES INTERINA PROFESSORA HISTÓRIA CELIA ALVES DOS SANTOS EFETIVA PROFESSORA HISTÓRIA CLAUDIA FIGUEIREDO COSTA INTERINA PROFESSORA MATEMÁTICA DANILO FERREIRA DA SILVA INTERINO VIGIA ENSINO MÉDIO DÉBORA SANTANA FERREIRA INTERINA TECNICA INF ENSINO MÉDIO ELIENAI ALVES BEZERRA EFETIVA NUTRIÇÃO ENSINO MÉDIO ELOÍZA DE SOUSA INTERINA TECNICA ENSINO MÉDIO ENIA SILVA PEREIRA INTERINA PROFESSORA LETRAS ERNESTO DE SOUSA FERRAZ NETO EFETIVO PROFESSOR LETRAS/LINGUA INGLESA ETEVALDO SILVERIO FERREIRA INTERINO VIGIA ENSINO MÉDIO GECIONETE SOUZA BRAVO EFETIVA PROFESSORA HISTÓRIA GEOVANNIA PERES CASTRO INTERINA TÉCNICA INF ENSINO MÉDIO GRACIENE PEREIRA SILVA EFETIVA PROFESSORA GEOGRAFIA GRESIELA RAMOS DE CARVALHO EFETIVA PROFESSORA MATEMÁTICA ILDA ROSELIA JOSE RODOVALIO EFETIVA TÉCNICA ENSINO MÉDIO INGRID FREITAS DE MIRANDA INTERINA PROFESSORA CIÊNCIAS IVANETE CORREIA GUIMARÃES INTERINA LIMPEZA ENSINO MÉDIO IVONILDO PUTTOV INTERINO PROFESSOR EDUCAÇÃO FÍSICA JACKLYNE RODRIGUES DE SOUZA INTERINA PROFESSORA BIOLOGIA JANUZIA FLORENCIA BATISTA MULARI EFETIVA PROFESSORA GEOGRAFIA JULIANA SCHMATZ BITENCURT INTERINA PROFESSORA QUÍMICA LAURENI OLIVEIRA AMARAL INTERINA LIMPEZA ENSINO MÉDIO LEANDRO SCHEFFLER INTERINO PROFESSOR BIOLOGIA LIDIA TEODORO HENICKA EFETIVA SECRETÁRIA MATEMÁTICA LOREMILDA LANGNER EFETIVA ARTICULADORA GEOGRAFIA LUCIENE MARTINS DO L. ALBUQUERQUE INTERINA PROFESSORA ARTE MAGDA MARIA DA SILVA ZUCARELLI INTERINA PROFESSORA LETRAS MAIDI KREBS INTERINA PROFESSORA PEDAGOGA MARA REGINA B. HOCHMULLER EFETIVA PROFESSORA LETRAS/LÍNGUA PORTUGUESA MÁRCIA EDILAINE BOCHNIE INTERINA PROFESSORA LÍNGUA PORTUGUESA MARCIA INES DE SOUZA LOPES EFETIVA COORDENADORA LETRAS/LÍNGUA PORTUGUESA MARIA JOSE PEREIRA WIECHOREK INTERINA PROFESSORA GEOGRAFIA MARIA JOSE TEIXEIRA LINO EFETIVA COORDENADORA MATEMÁTICA MARIA MARTINS FERRAZ SOUZA EFETIVA TÉCNICA ENSINO MÉDIO MARILI DOS SANTOS INTERINA NUTRIÇÃO ENSINO MÉDIO MARONEIDE ALVES BEZERRA INTERINA LIMPEZA ENSINO MÉDIO NEURA DA SILVA ARRUDA REIS EFETIVA LIMPEZA ENSINO MÉDIO NEUZA MARIA MARIUSSI EFETIVA PROFESSORA LETRAS/LÍNGUA PORTUGUESA NOELI BREMM INTERINA LIMPEZA ENSINO MÉDIO PAULO NETO DA SILVA PEREIRA EFETIVO LIMPEZA ENSINO MÉDIO PAULO RICARDO G. DE ARAUJO INTERINO PROFESSOR GEOGRAFIA RENATA SOUZA BRITTE EFETIVA NUTRIÇÃO ENSINO MÉDIO ROSANGELA VIEIRA LIMA DA SILVA EFETIVA LIMPEZA ENSINO MÉDIO ROSELI LIMA DIAS DE SOUZA INTERINA PROFESSORA MATEMÁTICA ROSELMA SOUSA MONTEIRO DA SILVA EFETIVA TÉCNICA GEOGRAFIA ROSILENE COSTA BRITO INTERINA LIMPEZA ENSINO MÉDIO ROSIMEIRE BRITES DE OLIVEIRA INTERINA LIMPEZA ENSINO MÉDIO INCOMPLETO SANDRA DOS SANTOS LEITE INTERINA PROFESSORA LETRAS SEBASTIAO VICENTE DA SILVA INTERINO PROFESSOR HISTÓRIA SERGIO OLIVEIRA MENDES EFETIVO DIRETOR MATEMÁTICA SILVANA MARIA DA SILVA DE QUEIROZ INTERINA PROFESSORA MATEMÁTICA SIRLEI XAVIER LIMA INTERINA PROFESSORA MATEMÁTICA SIRLENE XAVIER LIMA INTERINA PROFESSORA LETRAS VALIONÍRIA VIEIRA DA SILVA INTERINA LIMPEZA ENSINO MÉDIO VANESSA RAKEL M. ROSA FRANÇA INTERINA TECNICA ENSINO MÉDIO VERÔNICA ALBINO SARINS INTERINA TÉCNICA INF ENSINO MÉDIO WALDECY JESUS SANTOS INTERINO PROFESSOR QUÍMICA WILMA FATIMA DOS SANTOS VASCO INTERINA PROFESSORA MATEMÁTICA [GESTÃO 2010/2011] Página 37
  • 38. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO [GESTÃO 2010/2011] Página 38