SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 20
PARALISIA CEREBRAL
ATETOIDE
PARALISIA CEREBRAL
“Paralisia cerebral é a sequela de uma agressão encefálica,
que se caracteriza primordialmente por um transtorno
persistente, porém não invariável do tônus, da postura e do
movimento; surge na 1° infância e que não é somente
secundária a esta lesão não evolutiva do encéfalo, mas se
deve também a influência que a referida lesão exerce sobre
a maturação neurológica”.
BORDAS e col. 1966
Disfunção motora:
Espástico;
Atetóide (Discinesia);
Hipotônico.;
Atáxico;
Misto.
Topografia da Lesão:
Tetraparesia;
Diparesia;
Hemiparesia.
CLASSIFICAÇÃO
APCB, 2009
DISTÚRBIOS ASSOCIADOS
Alterações visuais;
Estrabismo(convergente / divergente)
Nistagmo (tremor dos olhos)
Deficiência auditiva
Distúrbios da linguagem
Crises convulsiva
Alterações comportamentais
Deficiência mental em vários níveis
Distúrbios na alimentação (disfagia)
Distúrbios respiratórios
PARALISIA CEREBRAL ATETOIDE
ETIOLOGIA:
Costuma-se atribuir aos altos níveis de bilirrubina associados a incompatibilidade de
Rh; Mais recentemente associados com partos prematuros e a asfixia neonatal e baixa
idade gestacional com hipoxia e hiperbilirrubina. A incidência dos fatores perinatais é
mais alta nesse grupo do que no de espasticidade e de ataxia.
PARALISIA CEREBRAL ATETOIDE
Lesão do sistema extrapiramidal
Núcleo da base e putâmen
SISTEMA EXTRAPIRAMIDAL
FUNÇÃO (extrapiramidais)
Ela mantem o balanço, postura e equilíbrio, enquanto se realiza movimentos
associados ou involuntários. Por outro lado esse sitema tem por função o
controle automático do tônus muscular e dos movimentos associados que
acompanham os movimentos voluntários
CARACTERÍSTICAS:
As condições se manifestam por movimentos involuntários anormais,
alterações de tônus muscular e transtornos de equilíbrio postural.
INIBIÇÃO DOS MOVIMENTOS:
Os fatores que diminuem a atetose são a fadiga, sonolência, a febre, postura em
prono e outras atividades que envolvam grande concentração.
Tipo Discinético: caracterizado pelos seguintes itens:
•padrões anormais de postura e/ou movimento.
•movimentos involuntários, incontrolados, recorrentes,
ocasionalmente estereotipados.
O tipo discinético pode ser sub- dividido em :
Distônico:
• Hipocinesia (atividade motora reduzida, isto é, movimentos rígidos)
• Hipertonia (tônus em geral aumentado)
Coreoatetoide:
• Hipercinesia (aumento de atividade motora, movimentos abruptos)
• Hipotonia (tônus em geral diminuído)
PARALISIA CEREBRAL ATETOIDE
CARACTERÍSTICAS DA FORMA ATETÓIDE
A criança com atetose apresenta movimentos lentos, contorcidos e involuntários,
especialmente os braços podendo ser os movimentos repetitivos (discinesia);
Diminuição global do tônus;
Flutuações no tônus com grande amplitude, baixa frequência e oscilações;
O tônus muscular se apresenta variado, algumas vezes a musculatura sendo rígida
e tensa, e em outras, frouxas e moles;
Tônus muscular instável e flutuante, porem a amplitude das flutuações pode variar
de caso para caso, dependendo da gravidade;
Tônus postural de sustentação deficiente, portanto apresenta bastante dificuldade
de manter em uma posição estável, devido também a falta de co-contração, isto é,
contrações simultâneas de agonistas e antagonistas, que orientem e suportem os
segmentos em movimento.
Problemas com a inibição recíproca
Inabilidade de usar o controle excêntrico.
Inabilidade de manter a atividade muscular
Dificuldade de andar, falar, comer,, sentar eretas e realizar atividades de vida diária
AVD´s.
Persistência dos reflexos:
•RTCA
•RTCS
•MORO
Movimentos involuntários (rápidos ou lentos)
Em: CONTORÇÃO, ESPASMOS,
ROTATÓRIOS, e Reações de RETIFICAÇÃO
Reações de Equilíbrio AUSENTE ou INCOMPLETA
Ausência de controle postural SEM ESTABILIDADE
PROXIMAL
PARALISIA CEREBRAL ATETOIDE
Movimentos ESPASMÓDICOS com AMPLITUDE EXTREMA e FRACO CONTROLE DAS
AMPLITUDES MÉDIAS
Essas HIPERMOBILIDADES tendem a causar LUXAÇÕES ARTICULARES
PARALISIA CEREBRAL ATETOIDE
CRIANÇA COM ESPASMOS DISTÔNICOS:
Inibição dos espasmos- pura inibição.
Trabalhar para obter atividade normal e ajustes para conseguir
alinhamento da cabeça, tronco e membros.
Desenvolver um tônus postural mais normal.
Tratar devagar- manter posturas normais por um bom tempo.
Estimular usando suporte de peso, pressão. Começar em posturas
simétricas. Tapping de pressão é possível quando o tônus esta mais
normal, mas não pode ser usado quando o tônus esta flutuando.
Trabalhar para a graduação e controle do movimento começando
em posturas simétricas.
Evitar deformidades.
Estabilizar tônus postural.
Conseguir co-contração proximal.
Visar controle do movimento de alcance médio. E então trabalhar algumas
vezes dentro e outras fora dos padrões de mais flexão e extensão.
Trabalhar para conseguir um controle estáticos e então adicionar ao
movimento.
Trabalhar em atividades que promovam simetria e alinhamento.
Particularmente o uso da preensão bi lateral.
Ajustar as reações de balanço: usar repetição e contagem.
CRIANÇA COM COCACOATETOSE PURA:
REFERÊNCIAL BIBLIOGRÁFICO:
1- Associação de Paralisia Cerebral do. Paralisia Cerebral. Disponível
na internet via WWW URL: <http://www.apcb.org.br/paralisia.asp>
Capturado em 06/10/2016 ás 21h: 53 min.
2- Staub, Ana Lúcia Portella.Utilização da estimulação elétrica
neuromuscular( EENM) em crianças com paralisia cerebral do tipo
diplegia espástica. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 2005
3- Sonia Macero, tratamento neuroevolutivo.Porto
Alegre.2002/2003
Paralisia cerebral atetóide - Revisão
Paralisia cerebral atetóide - Revisão
Paralisia cerebral atetóide - Revisão
Paralisia cerebral atetóide - Revisão
Paralisia cerebral atetóide - Revisão

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Princípios físicos da água
Princípios físicos da águaPrincípios físicos da água
Princípios físicos da águaFUAD HAZIME
 
Coordenação motora
Coordenação motoraCoordenação motora
Coordenação motorapauloalambert
 
Semiologia Básica: Exame Físico Neurológico
Semiologia Básica: Exame Físico NeurológicoSemiologia Básica: Exame Físico Neurológico
Semiologia Básica: Exame Físico NeurológicoDr. Rafael Higashi
 
Transtorno de equilíbrio e quedas (1)
Transtorno de equilíbrio e quedas (1)Transtorno de equilíbrio e quedas (1)
Transtorno de equilíbrio e quedas (1)Potencial Empresário
 
Paralisia cerebral
Paralisia cerebralParalisia cerebral
Paralisia cerebralNay Ribeiro
 
Sistema de transfêrencia de energia para o corpo aula 4
Sistema de transfêrencia de energia para o corpo aula 4Sistema de transfêrencia de energia para o corpo aula 4
Sistema de transfêrencia de energia para o corpo aula 4Clovis Gurski
 
Escoliose e método klapp.
Escoliose e método klapp.Escoliose e método klapp.
Escoliose e método klapp.Paulo Bueno
 
Gasometria Arterial
Gasometria ArterialGasometria Arterial
Gasometria Arterialresenfe2013
 
ESCALA MOTORA INFANTIL DE ALBERTA - AIMS
ESCALA MOTORA INFANTIL DE ALBERTA - AIMSESCALA MOTORA INFANTIL DE ALBERTA - AIMS
ESCALA MOTORA INFANTIL DE ALBERTA - AIMSSara Nunes
 
Desenvolvimento motor - introdução e conceitos
Desenvolvimento motor - introdução e conceitosDesenvolvimento motor - introdução e conceitos
Desenvolvimento motor - introdução e conceitosCassio Meira Jr.
 
Diatermia por Ondas Curtas e Microondas
Diatermia por Ondas Curtas e MicroondasDiatermia por Ondas Curtas e Microondas
Diatermia por Ondas Curtas e MicroondasFUAD HAZIME
 

Mais procurados (20)

Princípios físicos da água
Princípios físicos da águaPrincípios físicos da água
Princípios físicos da água
 
Bobath
BobathBobath
Bobath
 
Reflexos
ReflexosReflexos
Reflexos
 
Coordenação motora
Coordenação motoraCoordenação motora
Coordenação motora
 
Avc Reab
Avc ReabAvc Reab
Avc Reab
 
Semiologia Básica: Exame Físico Neurológico
Semiologia Básica: Exame Físico NeurológicoSemiologia Básica: Exame Físico Neurológico
Semiologia Básica: Exame Físico Neurológico
 
Transtorno de equilíbrio e quedas (1)
Transtorno de equilíbrio e quedas (1)Transtorno de equilíbrio e quedas (1)
Transtorno de equilíbrio e quedas (1)
 
Paralisia cerebral
Paralisia cerebralParalisia cerebral
Paralisia cerebral
 
Sistema de transfêrencia de energia para o corpo aula 4
Sistema de transfêrencia de energia para o corpo aula 4Sistema de transfêrencia de energia para o corpo aula 4
Sistema de transfêrencia de energia para o corpo aula 4
 
Tônus Muscular
Tônus MuscularTônus Muscular
Tônus Muscular
 
Escoliose e método klapp.
Escoliose e método klapp.Escoliose e método klapp.
Escoliose e método klapp.
 
Gasometria Arterial
Gasometria ArterialGasometria Arterial
Gasometria Arterial
 
Quadril
QuadrilQuadril
Quadril
 
Aula Eletroterapia
Aula EletroterapiaAula Eletroterapia
Aula Eletroterapia
 
Aula 1 - Introdução a fisiologia do exercício e controle interno
Aula 1 - Introdução a fisiologia do exercício e controle internoAula 1 - Introdução a fisiologia do exercício e controle interno
Aula 1 - Introdução a fisiologia do exercício e controle interno
 
ESCALA MOTORA INFANTIL DE ALBERTA - AIMS
ESCALA MOTORA INFANTIL DE ALBERTA - AIMSESCALA MOTORA INFANTIL DE ALBERTA - AIMS
ESCALA MOTORA INFANTIL DE ALBERTA - AIMS
 
Exame neurológico
Exame neurológicoExame neurológico
Exame neurológico
 
Desenvolvimento motor - introdução e conceitos
Desenvolvimento motor - introdução e conceitosDesenvolvimento motor - introdução e conceitos
Desenvolvimento motor - introdução e conceitos
 
ORTESES E PROTESES INICIAL
ORTESES E PROTESES INICIALORTESES E PROTESES INICIAL
ORTESES E PROTESES INICIAL
 
Diatermia por Ondas Curtas e Microondas
Diatermia por Ondas Curtas e MicroondasDiatermia por Ondas Curtas e Microondas
Diatermia por Ondas Curtas e Microondas
 

Semelhante a Paralisia cerebral atetóide - Revisão

Tremor
TremorTremor
Tremoruhgeri
 
Desenvolvimento normal por_faixa_etaria.doc_condensado
Desenvolvimento normal por_faixa_etaria.doc_condensadoDesenvolvimento normal por_faixa_etaria.doc_condensado
Desenvolvimento normal por_faixa_etaria.doc_condensadoGesse Pereira
 
Escola de Postura - Back School
Escola de Postura - Back SchoolEscola de Postura - Back School
Escola de Postura - Back Schoolascauri
 
Exercícios Livres para as Escolioses
Exercícios Livres para as Escolioses Exercícios Livres para as Escolioses
Exercícios Livres para as Escolioses José Luiz Zaparoli
 
5ª aula - MÉTODO BOBATH - Cópia.pptx
5ª aula - MÉTODO BOBATH - Cópia.pptx5ª aula - MÉTODO BOBATH - Cópia.pptx
5ª aula - MÉTODO BOBATH - Cópia.pptxAndreyLima16
 
Acidente vascular encefálico parte2
Acidente vascular encefálico parte2Acidente vascular encefálico parte2
Acidente vascular encefálico parte2Jumooca
 
Aula Relaçao do captor ocular com o sistema postural PDF.pdf
Aula Relaçao do captor ocular com o sistema postural PDF.pdfAula Relaçao do captor ocular com o sistema postural PDF.pdf
Aula Relaçao do captor ocular com o sistema postural PDF.pdfIvonePessoa2
 
Dr Marcelo Gonçalves Sade, Curitiba, Joinville, Osteopatia,
Dr Marcelo Gonçalves Sade, Curitiba, Joinville, Osteopatia, Dr Marcelo Gonçalves Sade, Curitiba, Joinville, Osteopatia,
Dr Marcelo Gonçalves Sade, Curitiba, Joinville, Osteopatia, Ademir Lara
 
Hidroterapia na paralisia cerebral
Hidroterapia na paralisia cerebralHidroterapia na paralisia cerebral
Hidroterapia na paralisia cerebralValmir Lira
 
Glossário Essencial de Problemas Neuromotores
Glossário Essencial de Problemas NeuromotoresGlossário Essencial de Problemas Neuromotores
Glossário Essencial de Problemas NeuromotoresJoaquim Colôa
 
Função cerebelar e marcha
Função cerebelar e marchaFunção cerebelar e marcha
Função cerebelar e marchaneuroligaunivasf
 
REFLEXOS INFANTIS E ESTEREOTIPIAS RÍTMICAS
REFLEXOS INFANTIS E ESTEREOTIPIAS RÍTMICASREFLEXOS INFANTIS E ESTEREOTIPIAS RÍTMICAS
REFLEXOS INFANTIS E ESTEREOTIPIAS RÍTMICASAna Carolina
 
Paralisia Cerebral - PC (1).pptx
Paralisia Cerebral - PC (1).pptxParalisia Cerebral - PC (1).pptx
Paralisia Cerebral - PC (1).pptxMrciaSilva27860
 

Semelhante a Paralisia cerebral atetóide - Revisão (20)

Coordenação14
Coordenação14Coordenação14
Coordenação14
 
Coordenação16
Coordenação16Coordenação16
Coordenação16
 
Coordenação
CoordenaçãoCoordenação
Coordenação
 
Tremor
TremorTremor
Tremor
 
Manuseios
ManuseiosManuseios
Manuseios
 
Desenvolvimento normal por_faixa_etaria.doc_condensado
Desenvolvimento normal por_faixa_etaria.doc_condensadoDesenvolvimento normal por_faixa_etaria.doc_condensado
Desenvolvimento normal por_faixa_etaria.doc_condensado
 
Paralisia cerebral em Odontologia
Paralisia cerebral em OdontologiaParalisia cerebral em Odontologia
Paralisia cerebral em Odontologia
 
Escola de Postura - Back School
Escola de Postura - Back SchoolEscola de Postura - Back School
Escola de Postura - Back School
 
Exercícios Livres para as Escolioses
Exercícios Livres para as Escolioses Exercícios Livres para as Escolioses
Exercícios Livres para as Escolioses
 
Incoordenação, desequilíbrio e tontura
Incoordenação, desequilíbrio e tonturaIncoordenação, desequilíbrio e tontura
Incoordenação, desequilíbrio e tontura
 
5ª aula - MÉTODO BOBATH - Cópia.pptx
5ª aula - MÉTODO BOBATH - Cópia.pptx5ª aula - MÉTODO BOBATH - Cópia.pptx
5ª aula - MÉTODO BOBATH - Cópia.pptx
 
Acidente vascular encefálico parte2
Acidente vascular encefálico parte2Acidente vascular encefálico parte2
Acidente vascular encefálico parte2
 
Aula Relaçao do captor ocular com o sistema postural PDF.pdf
Aula Relaçao do captor ocular com o sistema postural PDF.pdfAula Relaçao do captor ocular com o sistema postural PDF.pdf
Aula Relaçao do captor ocular com o sistema postural PDF.pdf
 
Noções do Método Bobath
Noções do Método Bobath Noções do Método Bobath
Noções do Método Bobath
 
Dr Marcelo Gonçalves Sade, Curitiba, Joinville, Osteopatia,
Dr Marcelo Gonçalves Sade, Curitiba, Joinville, Osteopatia, Dr Marcelo Gonçalves Sade, Curitiba, Joinville, Osteopatia,
Dr Marcelo Gonçalves Sade, Curitiba, Joinville, Osteopatia,
 
Hidroterapia na paralisia cerebral
Hidroterapia na paralisia cerebralHidroterapia na paralisia cerebral
Hidroterapia na paralisia cerebral
 
Glossário Essencial de Problemas Neuromotores
Glossário Essencial de Problemas NeuromotoresGlossário Essencial de Problemas Neuromotores
Glossário Essencial de Problemas Neuromotores
 
Função cerebelar e marcha
Função cerebelar e marchaFunção cerebelar e marcha
Função cerebelar e marcha
 
REFLEXOS INFANTIS E ESTEREOTIPIAS RÍTMICAS
REFLEXOS INFANTIS E ESTEREOTIPIAS RÍTMICASREFLEXOS INFANTIS E ESTEREOTIPIAS RÍTMICAS
REFLEXOS INFANTIS E ESTEREOTIPIAS RÍTMICAS
 
Paralisia Cerebral - PC (1).pptx
Paralisia Cerebral - PC (1).pptxParalisia Cerebral - PC (1).pptx
Paralisia Cerebral - PC (1).pptx
 

Mais de Fisioterapeuta

Síndrome de Down - Revisão
Síndrome de Down - RevisãoSíndrome de Down - Revisão
Síndrome de Down - RevisãoFisioterapeuta
 
Distrofia Muscular de Duchenne – Revisão 2
Distrofia Muscular de Duchenne – Revisão 2Distrofia Muscular de Duchenne – Revisão 2
Distrofia Muscular de Duchenne – Revisão 2Fisioterapeuta
 
Lesão de plexo braquial
Lesão de plexo braquialLesão de plexo braquial
Lesão de plexo braquialFisioterapeuta
 
Lesão de Plexo Braquial – Revisão de Artigo
Lesão de Plexo Braquial – Revisão de ArtigoLesão de Plexo Braquial – Revisão de Artigo
Lesão de Plexo Braquial – Revisão de ArtigoFisioterapeuta
 
Paralisia Cerebral Ataxia – Revisão de Artigo
Paralisia Cerebral Ataxia – Revisão de ArtigoParalisia Cerebral Ataxia – Revisão de Artigo
Paralisia Cerebral Ataxia – Revisão de ArtigoFisioterapeuta
 
Distrofia Muscular de Duchenne – Revisão de Artigo
Distrofia Muscular de Duchenne – Revisão de ArtigoDistrofia Muscular de Duchenne – Revisão de Artigo
Distrofia Muscular de Duchenne – Revisão de ArtigoFisioterapeuta
 
Distrofia muscular de duchenne
Distrofia muscular de duchenneDistrofia muscular de duchenne
Distrofia muscular de duchenneFisioterapeuta
 
Paralisia cerebral atetóide
Paralisia cerebral atetóideParalisia cerebral atetóide
Paralisia cerebral atetóideFisioterapeuta
 
Função motora e qualidade de vida de indivíduos com paralisia cerebral
Função motora e qualidade de vida de indivíduos com paralisia cerebralFunção motora e qualidade de vida de indivíduos com paralisia cerebral
Função motora e qualidade de vida de indivíduos com paralisia cerebralFisioterapeuta
 
Amiotrofia Muscular Espinhal (AME) – revisão 2
Amiotrofia Muscular Espinhal (AME) – revisão 2Amiotrofia Muscular Espinhal (AME) – revisão 2
Amiotrofia Muscular Espinhal (AME) – revisão 2Fisioterapeuta
 
Amiotrofia Muscular Espinhal - Revisão
Amiotrofia Muscular Espinhal - RevisãoAmiotrofia Muscular Espinhal - Revisão
Amiotrofia Muscular Espinhal - RevisãoFisioterapeuta
 
Amiotrofia Muscular Espinhal (AME) Revisão De Artigo
Amiotrofia Muscular Espinhal (AME) Revisão De ArtigoAmiotrofia Muscular Espinhal (AME) Revisão De Artigo
Amiotrofia Muscular Espinhal (AME) Revisão De ArtigoFisioterapeuta
 
Testes especiais de coluna lombar e pelve em Fisioterapia
Testes especiais de coluna lombar e pelve em FisioterapiaTestes especiais de coluna lombar e pelve em Fisioterapia
Testes especiais de coluna lombar e pelve em FisioterapiaFisioterapeuta
 

Mais de Fisioterapeuta (15)

Síndrome de Down - Revisão
Síndrome de Down - RevisãoSíndrome de Down - Revisão
Síndrome de Down - Revisão
 
Distrofia Muscular de Duchenne – Revisão 2
Distrofia Muscular de Duchenne – Revisão 2Distrofia Muscular de Duchenne – Revisão 2
Distrofia Muscular de Duchenne – Revisão 2
 
Lesão de plexo braquial
Lesão de plexo braquialLesão de plexo braquial
Lesão de plexo braquial
 
Lesão de Plexo Braquial – Revisão de Artigo
Lesão de Plexo Braquial – Revisão de ArtigoLesão de Plexo Braquial – Revisão de Artigo
Lesão de Plexo Braquial – Revisão de Artigo
 
Paralisia Cerebral Ataxia – Revisão de Artigo
Paralisia Cerebral Ataxia – Revisão de ArtigoParalisia Cerebral Ataxia – Revisão de Artigo
Paralisia Cerebral Ataxia – Revisão de Artigo
 
Distrofia Muscular de Duchenne – Revisão de Artigo
Distrofia Muscular de Duchenne – Revisão de ArtigoDistrofia Muscular de Duchenne – Revisão de Artigo
Distrofia Muscular de Duchenne – Revisão de Artigo
 
Distrofia muscular de duchenne
Distrofia muscular de duchenneDistrofia muscular de duchenne
Distrofia muscular de duchenne
 
Paralisia cerebral atetóide
Paralisia cerebral atetóideParalisia cerebral atetóide
Paralisia cerebral atetóide
 
Função motora e qualidade de vida de indivíduos com paralisia cerebral
Função motora e qualidade de vida de indivíduos com paralisia cerebralFunção motora e qualidade de vida de indivíduos com paralisia cerebral
Função motora e qualidade de vida de indivíduos com paralisia cerebral
 
Amiotrofia Muscular Espinhal (AME) – revisão 2
Amiotrofia Muscular Espinhal (AME) – revisão 2Amiotrofia Muscular Espinhal (AME) – revisão 2
Amiotrofia Muscular Espinhal (AME) – revisão 2
 
Amiotrofia Muscular Espinhal - Revisão
Amiotrofia Muscular Espinhal - RevisãoAmiotrofia Muscular Espinhal - Revisão
Amiotrofia Muscular Espinhal - Revisão
 
Amiotrofia Muscular Espinhal (AME) Revisão De Artigo
Amiotrofia Muscular Espinhal (AME) Revisão De ArtigoAmiotrofia Muscular Espinhal (AME) Revisão De Artigo
Amiotrofia Muscular Espinhal (AME) Revisão De Artigo
 
Necrose
NecroseNecrose
Necrose
 
Testes especiais de coluna lombar e pelve em Fisioterapia
Testes especiais de coluna lombar e pelve em FisioterapiaTestes especiais de coluna lombar e pelve em Fisioterapia
Testes especiais de coluna lombar e pelve em Fisioterapia
 
Síndrome de down
Síndrome de down Síndrome de down
Síndrome de down
 

Paralisia cerebral atetóide - Revisão

  • 2. PARALISIA CEREBRAL “Paralisia cerebral é a sequela de uma agressão encefálica, que se caracteriza primordialmente por um transtorno persistente, porém não invariável do tônus, da postura e do movimento; surge na 1° infância e que não é somente secundária a esta lesão não evolutiva do encéfalo, mas se deve também a influência que a referida lesão exerce sobre a maturação neurológica”. BORDAS e col. 1966
  • 3. Disfunção motora: Espástico; Atetóide (Discinesia); Hipotônico.; Atáxico; Misto. Topografia da Lesão: Tetraparesia; Diparesia; Hemiparesia. CLASSIFICAÇÃO APCB, 2009
  • 4. DISTÚRBIOS ASSOCIADOS Alterações visuais; Estrabismo(convergente / divergente) Nistagmo (tremor dos olhos) Deficiência auditiva Distúrbios da linguagem Crises convulsiva Alterações comportamentais Deficiência mental em vários níveis Distúrbios na alimentação (disfagia) Distúrbios respiratórios
  • 5. PARALISIA CEREBRAL ATETOIDE ETIOLOGIA: Costuma-se atribuir aos altos níveis de bilirrubina associados a incompatibilidade de Rh; Mais recentemente associados com partos prematuros e a asfixia neonatal e baixa idade gestacional com hipoxia e hiperbilirrubina. A incidência dos fatores perinatais é mais alta nesse grupo do que no de espasticidade e de ataxia.
  • 6. PARALISIA CEREBRAL ATETOIDE Lesão do sistema extrapiramidal Núcleo da base e putâmen
  • 7. SISTEMA EXTRAPIRAMIDAL FUNÇÃO (extrapiramidais) Ela mantem o balanço, postura e equilíbrio, enquanto se realiza movimentos associados ou involuntários. Por outro lado esse sitema tem por função o controle automático do tônus muscular e dos movimentos associados que acompanham os movimentos voluntários CARACTERÍSTICAS: As condições se manifestam por movimentos involuntários anormais, alterações de tônus muscular e transtornos de equilíbrio postural. INIBIÇÃO DOS MOVIMENTOS: Os fatores que diminuem a atetose são a fadiga, sonolência, a febre, postura em prono e outras atividades que envolvam grande concentração.
  • 8. Tipo Discinético: caracterizado pelos seguintes itens: •padrões anormais de postura e/ou movimento. •movimentos involuntários, incontrolados, recorrentes, ocasionalmente estereotipados. O tipo discinético pode ser sub- dividido em : Distônico: • Hipocinesia (atividade motora reduzida, isto é, movimentos rígidos) • Hipertonia (tônus em geral aumentado) Coreoatetoide: • Hipercinesia (aumento de atividade motora, movimentos abruptos) • Hipotonia (tônus em geral diminuído) PARALISIA CEREBRAL ATETOIDE
  • 9. CARACTERÍSTICAS DA FORMA ATETÓIDE A criança com atetose apresenta movimentos lentos, contorcidos e involuntários, especialmente os braços podendo ser os movimentos repetitivos (discinesia); Diminuição global do tônus; Flutuações no tônus com grande amplitude, baixa frequência e oscilações; O tônus muscular se apresenta variado, algumas vezes a musculatura sendo rígida e tensa, e em outras, frouxas e moles; Tônus muscular instável e flutuante, porem a amplitude das flutuações pode variar de caso para caso, dependendo da gravidade; Tônus postural de sustentação deficiente, portanto apresenta bastante dificuldade de manter em uma posição estável, devido também a falta de co-contração, isto é, contrações simultâneas de agonistas e antagonistas, que orientem e suportem os segmentos em movimento. Problemas com a inibição recíproca Inabilidade de usar o controle excêntrico. Inabilidade de manter a atividade muscular Dificuldade de andar, falar, comer,, sentar eretas e realizar atividades de vida diária AVD´s.
  • 10. Persistência dos reflexos: •RTCA •RTCS •MORO Movimentos involuntários (rápidos ou lentos) Em: CONTORÇÃO, ESPASMOS, ROTATÓRIOS, e Reações de RETIFICAÇÃO Reações de Equilíbrio AUSENTE ou INCOMPLETA Ausência de controle postural SEM ESTABILIDADE PROXIMAL PARALISIA CEREBRAL ATETOIDE
  • 11. Movimentos ESPASMÓDICOS com AMPLITUDE EXTREMA e FRACO CONTROLE DAS AMPLITUDES MÉDIAS Essas HIPERMOBILIDADES tendem a causar LUXAÇÕES ARTICULARES PARALISIA CEREBRAL ATETOIDE
  • 12. CRIANÇA COM ESPASMOS DISTÔNICOS: Inibição dos espasmos- pura inibição. Trabalhar para obter atividade normal e ajustes para conseguir alinhamento da cabeça, tronco e membros. Desenvolver um tônus postural mais normal. Tratar devagar- manter posturas normais por um bom tempo. Estimular usando suporte de peso, pressão. Começar em posturas simétricas. Tapping de pressão é possível quando o tônus esta mais normal, mas não pode ser usado quando o tônus esta flutuando. Trabalhar para a graduação e controle do movimento começando em posturas simétricas. Evitar deformidades.
  • 13. Estabilizar tônus postural. Conseguir co-contração proximal. Visar controle do movimento de alcance médio. E então trabalhar algumas vezes dentro e outras fora dos padrões de mais flexão e extensão. Trabalhar para conseguir um controle estáticos e então adicionar ao movimento. Trabalhar em atividades que promovam simetria e alinhamento. Particularmente o uso da preensão bi lateral. Ajustar as reações de balanço: usar repetição e contagem. CRIANÇA COM COCACOATETOSE PURA:
  • 14.
  • 15. REFERÊNCIAL BIBLIOGRÁFICO: 1- Associação de Paralisia Cerebral do. Paralisia Cerebral. Disponível na internet via WWW URL: <http://www.apcb.org.br/paralisia.asp> Capturado em 06/10/2016 ás 21h: 53 min. 2- Staub, Ana Lúcia Portella.Utilização da estimulação elétrica neuromuscular( EENM) em crianças com paralisia cerebral do tipo diplegia espástica. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 2005 3- Sonia Macero, tratamento neuroevolutivo.Porto Alegre.2002/2003