Formação de professores:
a incorporação e o uso
das tecnologias nas aulas
“Um povo educado é um povo rico e um povo forte, pois sabe produzir
e prosperar”
Victor Civita
Com esta frase, em setembro de 1985, Victor Civita plantou as sementes para a
realização de um sonho – o sonho da criação de um país melhor e mais justo pela
Educação. Assim ele criou a Fundação Victor Civita, com o intuito de contribuir para
melhorar e modernizar a Educação no Brasil, aplicando sua maior expertise – a
produção de conteúdos consistentes e materiais de qualidade para disseminá-los a
todos os professores e escolas do Brasil.
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Disponível em versão digital para tablet e PC
no iba.com.br e nas bancas!
“Qualificar o trabalho dos professores é fundamental se temos
como meta modificar a realidade educacional do país”.
Nelson Pretto, professor (e ativista) da Faculdade de Educação da
Universidade Federal da Bahia. Secretário regional da SBPC-Bahia.
Membro da Academia de Ciências da Bahia
“Essa perspectiva demanda uma formação do professor para
além do simples ensino de técnicas para usar os
equipamentos, que possibilite que o professor adentre
plenamente no universo da cibercultura”.
Nelson Pretto
A tecnologia está ausente da formação
de professores
Estudo realizado pelas argentinas Cecilia Haideé Exeni y
María Eugenia Danieli. “Formación docente en
perspectiva. Docentes en formación y formadores de
docentes frente a los desafíos de las TIC en la escuela”
Para esse estudo se tomou como referência a formação
inicial dos docentes de escolas primarias estatais da
província de Córdoba, entre 2009 e 2011.
Encontramos um quadro semelhante no Brasil.
Nos cursos de formação de professores, quando há
matérias ligadas às TIC, elas centram-se apenas no
desenvolvimento de habilidades pragmáticas, e se
reduzem ao manejo dos programas de maior difusão nas
empresas: o Word e o Excel.
Os dados analisados demonstram o atraso dos planos de
formação docente em relação ao uso de novas
tecnologias informáticas.
Apesar dos alunos de grande parte das escolas públicas
de todo o país frequentemente usarem o computador, o
uso de ferramentas tecnológicas na formação docente se
encontra em estado embrionário.
Qual é a principal diferença na maneira como os
professores e os alunos veem a tecnologia?
“Os professores, geralmente, a enxergam apenas como um
novo modo de fazer coisas antigas. E os alunos a veem como
uma oportunidade de fazer coisas totalmente novas. Para os
adultos, é uma ferramenta, para as crianças é a
fundamentação de tudo o que fazem”.
Marc Prensky, escritor norte-americano, autor do livro Teaching
Digital Natives (Ensinando Nativos Digitais, sem tradução para o
português).
Os professores que incorporam as Tecnologias da
Informação e da Comunicação (TIC) em suas propostas
costumam manter um modelo baseado na transmissão
de informação mais do que na comunicação.
Em muitos casos, os professores as utilizam apenas para
ilustrar um tema com um power point; a Internet é
utilizada apenas como fonte de informação documental.
O quadro não é muito diferente em relação aos
estudantes. Na maioria das vezes os alunos utilizam as
tecnologias apenas para apresentar trabalhos.
“De maneira mais informal, se começa a estender o uso
do correio eletrônico e, em menor medida, a
participação em redes sociais e em aulas virtuais. O livro
e o quadro negro, ainda se apresentam como as
tecnologias educativas por excelência, e têm maior
predomínio nas aulas”, diz Danieli.
Outro dado relevante dessa pesquisa é que, em muitas
escolas, os computadores e as tecnologias digitais são
guardadas a “sete chaves” e a possibilidade de utilização
é pouco flexível.
Assim, se mantém aulas tradicionais onde não se
aproveita o potencial didático das TIC.
“Os usos atuais das TIC têm reforçado práticas já
existentes em vez de buscar inovação.
Elas não garantem automaticamente dinâmicas de
melhoria educativa, mas podem gerá-las se aplicadas no
contexto correto”.
César Coll
Guia de Tecnologia na Educação
Algumas ferramentas para o professor
Colaborar com a inclusão de crianças
com necessidades educacionais
especiais (NEE)
“Com a chegada da tecnologia na escola, o professor consegue
aprimorar algumas práticas importantes. Entre elas, está lidar
com a diversidade dos alunos, que apresentam diferentes
ritmos de aprendizagem. Ao preparar seu material, o docente
consegue passar uma atividade para as crianças mais rápidas e
outra para as que demoram um pouco mais e, assim, oferecer
uma ajuda ainda mais direcionada a elas.”
Helena Mendonça, coordenadora de Tecnologias Educacionais
da Escola da Vila, em São Paulo.
Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA)
cursosnovaescola.org.br
Ao longo do ano de 2011, a Fundação Victor Civita
realizou cursos de formação em Matemática em regime
piloto.
• 252 participantes de 22 estados brasileiros, com
abrangência em 130 municípios
• 60% professores, 30% gestores, 4% estudantes
universitários
Foram selecionados alguns depoimentos espontâneos dos fóruns de
discussão de conteúdos e da avaliação final de cada curso.
Mesmo sendo um instrumento informal, através deles pode-se avaliar
o processo, o percurso, se os objetivos foram atingidos e ainda
identificar alguns resultados. Os depoimentos a seguir nos e mostram
o quanto os cursos contribuíram para a mudança da prática do
educador.
“Já estamos preparando na escola oficinas com os professores...
Tentaremos ajudar a melhorar as práticas dos educadores. Estou
diretora de um CIEP Estadual de 1º Segmento do Ensino
Fundamental em horário Ampliado/Integral aqui em Duque de
Caxias/ Rio de Janeiro. Gostaria de inscrever a equipe docente para
realizar os demais cursos. O que seria o ideal, pois as professores
precisam estudar e buscar conhecimentos.”
Terezinha de Jesus Zarro Santos
Município: Rio de Janeiro/ RJ
“Cursos como este precisam ser ampliados para as secretarias de
educação. No Brasil, a formação continuada em matemática ainda é
novidade. Precisamos avançar muito! A iniciativa da Nova Escola em
oferecer cursos de formação como este é brilhante! Sugiro que a carga
horária seja maior. Assim, poderemos discutir muito mais e aprofundar
nossas reflexões. Parabéns às formadoras, as quais são excelentes
profissionais.”
Flavia Alves de Souza Silva
Município: Iraquara / BA
“Podemos pensar em "como aprendíamos” quando alunos da escola
básica e também da universidade. Para quem fez Pedagogia, nas aulas
de matemática pouco viu de Matemática, para quem fez Licenciatura
em Matemática, como eu, não pensávamos nem um pouco em como o
aluno aprende. Atualmente, isso tem mudado um pouco, felizmente! A
formação continuada veio para ficar. Os cursos oferecidos pela
Fundação Victor Civita estão superando nossas expectativas, pois além
de aprofundarmos no conteúdo específico, exploramos o "como", a
didática de como oferecer aos nossos alunos os conteúdos necessários
de forma que possam aprendê-lo de forma significativa..”
Sandra Maria de Araújo Dourado
Município: Araraquara/ SP
“Gostei muito deste curso, mesmo sendo estudante de pedagogia e
não estando ainda em uma sala de aula, aprendi muito e me fez ficar
mais confiante para um futuro próximo por em prática tudo que
aprendi aqui. Vocês estão de parabéns.”
Monique de Carvalho da Silva
Município: Tremembé / SP
“Fazer este curso foi muito instigante para mim. Tive a oportunidade
de aprofundar meus conhecimentos e ao mesmo tempo interagir com
outras pessoas e compartilhar descobertas e dúvidas. Saber o que
pensam outras pessoas, das suas dificuldades e facilidades para o
trabalho, ampliou o meu olhar para a educação dos dias de hoje, pois
percebo que, com as atribuições do dia-a-dia, acabamos nos fechando
um pouco na nossa realidade. Agradeço a todos da equipe que com
certeza, contribuíram muito para o meu crescimento. Um abraço”
Maria Eugenia de F. A. Leal
Município: Itapevi/ SP
 
“Já estou utilizando o conteúdo trabalhado aqui no curso, e as minhas
turmas estão adorando. Através de aulas praticas com barras de
chocolates e até frutas, pra que os alunos sejam agentes
participativos. Adorei participar do curso, e de todas as sugestões de
atividades o jogo: enigma das frações foi realmente um barato, eu
estou viciada em frações agora. Muito bom!!!
Rejane Soares Dos Santos
Município: São Miguel dos Campos / AL
“As sugestões e materiais são valiosos. Pretendo retomá-los para que
possa adaptar atividades a minha turma. Acabo de enfrentar mais um
obstáculo: aprendizagem em EAD. A melhor experiência foi a de
participar da reunião online. Obrigada!”
Angela Susana Jagmin Carretta
Município: Bagé/ RS
“O que mais me chamou atenção neste curso foi o fato do professor ter
que planejar com cuidado e propósitos o recurso dos jogos para aplicar
em sala de aula, dando oportunidade ao aluno o papel de protagonista
do seu próprio conhecimento. Isso, eu vou levar para a minha prática.
Sem falar, nas dicas e modelos que o curso ofereceu de maneira
brilhante. Vocês não sabem o quanto estão acrescentando e
modificando o meu modo de ensinar a disciplina de Matemática. Espero
que para o outro ano vocês disponibilizem de novo os cursos de cálculo
mental, números racionais..., quero participar. Um grande abraço.”
Aley Terezinha Pinto Marinho
Município: Benjamin Constant/ AM
Obrigada!
Priscila Monteiro
coordenacaopedagogica@fvc.org.br

Formação de professores: a incorporação e o uso das tecnologias nas aulas - Priscila Monteiro

  • 1.
    Formação de professores: aincorporação e o uso das tecnologias nas aulas
  • 2.
    “Um povo educadoé um povo rico e um povo forte, pois sabe produzir e prosperar” Victor Civita Com esta frase, em setembro de 1985, Victor Civita plantou as sementes para a realização de um sonho – o sonho da criação de um país melhor e mais justo pela Educação. Assim ele criou a Fundação Victor Civita, com o intuito de contribuir para melhorar e modernizar a Educação no Brasil, aplicando sua maior expertise – a produção de conteúdos consistentes e materiais de qualidade para disseminá-los a todos os professores e escolas do Brasil.
  • 3.
    Nova Escola Gestão Escolar Sites Cursosonline Prêmio Educador Nota 10 Portal de Boas Práticas Pesquisas Anuais Especiais Eventos Projetos
  • 4.
  • 5.
    Publicações Revista Nova EscolaRevista Gestão Escolar Edições EspeciaisEstudos e Pesquisas Educacionais
  • 7.
    Guia de Tecnologiana Educação Disponível em versão digital para tablet e PC no iba.com.br e nas bancas!
  • 8.
    “Qualificar o trabalhodos professores é fundamental se temos como meta modificar a realidade educacional do país”. Nelson Pretto, professor (e ativista) da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia. Secretário regional da SBPC-Bahia. Membro da Academia de Ciências da Bahia “Essa perspectiva demanda uma formação do professor para além do simples ensino de técnicas para usar os equipamentos, que possibilite que o professor adentre plenamente no universo da cibercultura”. Nelson Pretto
  • 9.
    A tecnologia estáausente da formação de professores
  • 10.
    Estudo realizado pelasargentinas Cecilia Haideé Exeni y María Eugenia Danieli. “Formación docente en perspectiva. Docentes en formación y formadores de docentes frente a los desafíos de las TIC en la escuela” Para esse estudo se tomou como referência a formação inicial dos docentes de escolas primarias estatais da província de Córdoba, entre 2009 e 2011. Encontramos um quadro semelhante no Brasil.
  • 11.
    Nos cursos deformação de professores, quando há matérias ligadas às TIC, elas centram-se apenas no desenvolvimento de habilidades pragmáticas, e se reduzem ao manejo dos programas de maior difusão nas empresas: o Word e o Excel. Os dados analisados demonstram o atraso dos planos de formação docente em relação ao uso de novas tecnologias informáticas.
  • 12.
    Apesar dos alunosde grande parte das escolas públicas de todo o país frequentemente usarem o computador, o uso de ferramentas tecnológicas na formação docente se encontra em estado embrionário.
  • 15.
    Qual é aprincipal diferença na maneira como os professores e os alunos veem a tecnologia? “Os professores, geralmente, a enxergam apenas como um novo modo de fazer coisas antigas. E os alunos a veem como uma oportunidade de fazer coisas totalmente novas. Para os adultos, é uma ferramenta, para as crianças é a fundamentação de tudo o que fazem”. Marc Prensky, escritor norte-americano, autor do livro Teaching Digital Natives (Ensinando Nativos Digitais, sem tradução para o português).
  • 18.
    Os professores queincorporam as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) em suas propostas costumam manter um modelo baseado na transmissão de informação mais do que na comunicação. Em muitos casos, os professores as utilizam apenas para ilustrar um tema com um power point; a Internet é utilizada apenas como fonte de informação documental.
  • 19.
    O quadro nãoé muito diferente em relação aos estudantes. Na maioria das vezes os alunos utilizam as tecnologias apenas para apresentar trabalhos. “De maneira mais informal, se começa a estender o uso do correio eletrônico e, em menor medida, a participação em redes sociais e em aulas virtuais. O livro e o quadro negro, ainda se apresentam como as tecnologias educativas por excelência, e têm maior predomínio nas aulas”, diz Danieli.
  • 22.
    Outro dado relevantedessa pesquisa é que, em muitas escolas, os computadores e as tecnologias digitais são guardadas a “sete chaves” e a possibilidade de utilização é pouco flexível. Assim, se mantém aulas tradicionais onde não se aproveita o potencial didático das TIC.
  • 23.
    “Os usos atuaisdas TIC têm reforçado práticas já existentes em vez de buscar inovação. Elas não garantem automaticamente dinâmicas de melhoria educativa, mas podem gerá-las se aplicadas no contexto correto”. César Coll
  • 24.
    Guia de Tecnologiana Educação
  • 26.
  • 29.
    Colaborar com ainclusão de crianças com necessidades educacionais especiais (NEE)
  • 30.
    “Com a chegadada tecnologia na escola, o professor consegue aprimorar algumas práticas importantes. Entre elas, está lidar com a diversidade dos alunos, que apresentam diferentes ritmos de aprendizagem. Ao preparar seu material, o docente consegue passar uma atividade para as crianças mais rápidas e outra para as que demoram um pouco mais e, assim, oferecer uma ajuda ainda mais direcionada a elas.” Helena Mendonça, coordenadora de Tecnologias Educacionais da Escola da Vila, em São Paulo.
  • 34.
    Ambiente Virtual deAprendizagem (AVA)
  • 35.
  • 36.
    Ao longo doano de 2011, a Fundação Victor Civita realizou cursos de formação em Matemática em regime piloto. • 252 participantes de 22 estados brasileiros, com abrangência em 130 municípios • 60% professores, 30% gestores, 4% estudantes universitários
  • 37.
    Foram selecionados algunsdepoimentos espontâneos dos fóruns de discussão de conteúdos e da avaliação final de cada curso. Mesmo sendo um instrumento informal, através deles pode-se avaliar o processo, o percurso, se os objetivos foram atingidos e ainda identificar alguns resultados. Os depoimentos a seguir nos e mostram o quanto os cursos contribuíram para a mudança da prática do educador.
  • 38.
    “Já estamos preparandona escola oficinas com os professores... Tentaremos ajudar a melhorar as práticas dos educadores. Estou diretora de um CIEP Estadual de 1º Segmento do Ensino Fundamental em horário Ampliado/Integral aqui em Duque de Caxias/ Rio de Janeiro. Gostaria de inscrever a equipe docente para realizar os demais cursos. O que seria o ideal, pois as professores precisam estudar e buscar conhecimentos.” Terezinha de Jesus Zarro Santos Município: Rio de Janeiro/ RJ
  • 39.
    “Cursos como esteprecisam ser ampliados para as secretarias de educação. No Brasil, a formação continuada em matemática ainda é novidade. Precisamos avançar muito! A iniciativa da Nova Escola em oferecer cursos de formação como este é brilhante! Sugiro que a carga horária seja maior. Assim, poderemos discutir muito mais e aprofundar nossas reflexões. Parabéns às formadoras, as quais são excelentes profissionais.” Flavia Alves de Souza Silva Município: Iraquara / BA
  • 40.
    “Podemos pensar em"como aprendíamos” quando alunos da escola básica e também da universidade. Para quem fez Pedagogia, nas aulas de matemática pouco viu de Matemática, para quem fez Licenciatura em Matemática, como eu, não pensávamos nem um pouco em como o aluno aprende. Atualmente, isso tem mudado um pouco, felizmente! A formação continuada veio para ficar. Os cursos oferecidos pela Fundação Victor Civita estão superando nossas expectativas, pois além de aprofundarmos no conteúdo específico, exploramos o "como", a didática de como oferecer aos nossos alunos os conteúdos necessários de forma que possam aprendê-lo de forma significativa..” Sandra Maria de Araújo Dourado Município: Araraquara/ SP
  • 41.
    “Gostei muito destecurso, mesmo sendo estudante de pedagogia e não estando ainda em uma sala de aula, aprendi muito e me fez ficar mais confiante para um futuro próximo por em prática tudo que aprendi aqui. Vocês estão de parabéns.” Monique de Carvalho da Silva Município: Tremembé / SP
  • 42.
    “Fazer este cursofoi muito instigante para mim. Tive a oportunidade de aprofundar meus conhecimentos e ao mesmo tempo interagir com outras pessoas e compartilhar descobertas e dúvidas. Saber o que pensam outras pessoas, das suas dificuldades e facilidades para o trabalho, ampliou o meu olhar para a educação dos dias de hoje, pois percebo que, com as atribuições do dia-a-dia, acabamos nos fechando um pouco na nossa realidade. Agradeço a todos da equipe que com certeza, contribuíram muito para o meu crescimento. Um abraço” Maria Eugenia de F. A. Leal Município: Itapevi/ SP  
  • 43.
    “Já estou utilizandoo conteúdo trabalhado aqui no curso, e as minhas turmas estão adorando. Através de aulas praticas com barras de chocolates e até frutas, pra que os alunos sejam agentes participativos. Adorei participar do curso, e de todas as sugestões de atividades o jogo: enigma das frações foi realmente um barato, eu estou viciada em frações agora. Muito bom!!! Rejane Soares Dos Santos Município: São Miguel dos Campos / AL
  • 44.
    “As sugestões emateriais são valiosos. Pretendo retomá-los para que possa adaptar atividades a minha turma. Acabo de enfrentar mais um obstáculo: aprendizagem em EAD. A melhor experiência foi a de participar da reunião online. Obrigada!” Angela Susana Jagmin Carretta Município: Bagé/ RS
  • 45.
    “O que maisme chamou atenção neste curso foi o fato do professor ter que planejar com cuidado e propósitos o recurso dos jogos para aplicar em sala de aula, dando oportunidade ao aluno o papel de protagonista do seu próprio conhecimento. Isso, eu vou levar para a minha prática. Sem falar, nas dicas e modelos que o curso ofereceu de maneira brilhante. Vocês não sabem o quanto estão acrescentando e modificando o meu modo de ensinar a disciplina de Matemática. Espero que para o outro ano vocês disponibilizem de novo os cursos de cálculo mental, números racionais..., quero participar. Um grande abraço.” Aley Terezinha Pinto Marinho Município: Benjamin Constant/ AM
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