PORTFÓLIO Aluno: José Ricardo Duarte D´Oliveira 2011
INTRODUÇÃO Este portfólio, tem como objetivo demonstrar a evolução profissional,  e a minha introdução ao mercado de trabalho na área de educação, mostrando assim uma nova trajetória profissional e a evolução na elaboração das aulas e dos trabalhos com os alunos, a partir do conhecimento da disciplina de Modelos e Práticas de Formação de Professores, entendendo qual o verdadeiro papel do professor reflexivo no seu cotidiano, com o objetivo de não só se tornar um professor reflexivo, más também transmitir ao aluno a necessidade de sua reflexão.
DESENVOLVIMENTO No ano de 1979, por motivos financeiros, tive que arrumar um emprego, este primeiro emprego foi em uma industria metalúrgica no qual comecei como Office boy, durante o período em que fiz o ensino médio devido  admirar o trabalho de uma professora de história que era excelente em suas colocações, exemplos e ensinamentos conceituais decidi me tornar professor e preferencialmente da disciplina de história. No decorrer dos anos ia desenvolvendo a carreira dentro da empresa e na época do vestibular, veio o convite para ser bolsista da empresa, desde que tivesse o ingresso em um curso de bacharelado que ajudasse a desenvolver os meus conhecimentos na área administrativa. Em 1990 fiz a opção em prestar o vestibular para a Faculdade de Administração de Empresas Amador Aguiar, atualmente Universidade de Osasco, após a conclusão do curso no final de 1993 decidi fazer uma especialização em administração de Marketing e posteriormente um MBA em gestão empresarial, para que pudesse aproveitar as oportunidades que surgiram dentro da empresa, fui desligado da empresa no ano de 2009 após de 30 anos com o cargo de gerente nacional de vendas, e hoje faço todos os meus investimentos profissionais na área de educação. A primeira experiência como professor foi dada no ano de 2001, no qual entrei como professor para o Senac de São Paulo, ministrando as disciplinas de Marketing e administração nos colégios do Estado em cursos profissionalizantes para alunos de baixa renda, era chamado de programa profissão, a  experiência foi de fundamental importância para que eu pudesse ajudar os alunos que necessitavam de uma profissionalização e também realizar o sonho de ser professor, que ficou guardado por alguns anos no meu ciclo  de realização de objetivos. Em 2003 conheço através da indicação de um amigo a atual diretora da Faculdade Mario Schenberg, Aparecida Maria Clápis de Paula a qual é a responsável por minha introdução como professor no ensino superior, desenvolvemos um trabalho em uma faculdade de alunos de baixa renda no município de Carapicuíba e após ela iniciar seus trabalhos em um projeto para a fundação da faculdade no já tradicional colégio Mario Schenberg, fui convidado a ser professor e atualmente estou como coordenador do curso de administração de empresas
A necessidade de ser um profissional qualificado e cada vez mais experiente na área de educação me levaram a fazer a opção pelo curso de Supervisão pedagógica e formação de professores com acesso ao mestrado europeu, durante a evolução do curso podemos ter a disciplina de Modelos e Praticas de formação de professores a qual nos leva a reflexões do, porque ser professor, como ser professor , como desenvolver as atividades de um professor reflexivo, enfim qual a necessidade dos alunos terem um professor competente acima de tudo, para que então possa ter a competência de se tornar reflexivo. “  A construção de uma competência depende do equilíbrio da dosagem entre o trabalho isolado de seus diversos elementos e a integração desses elementos  em situação de operacionalização. A dificuldade didática está na gestão, de maneira dialética, dessas duas abordagens. È uma utopia, porém , acreditar que o aprendizado sequencial de conhecimentos provoca espontaneamente sua integração operacional em sua competência” ( Ètienne e Lerouge,1997)  de acordo com a colocação do autor podemos destacar que o desenvolvimento da competência  do professor é de muita importância para que ele seja um potencial executor da reflexão e possa assim multiplica-la e aproveitar o aprendizado sequencial entre eles o de ser reflexivo, porém o papel da escola se torna fundamental, para que o professor possa desenvolver aquilo que é necessário em sala de aula.
A reflexão é o conceito atualmente mais utilizado por formadores de professores e educadores, vem então a necessidade de conduzir um melhor conhecimento sobre o conceito de reflexão, acima de tudo deve ser aceito e desenvolvido pela direção da escola, pois como afirma Paulo Freire , “ Não se muda a cara da escola por um ato de vontade do secretário”. Segundo Isabel Alarcão para muda-lá é preciso envolver as decisões político- administrativo-pedagógica, os alunos e professores , os auxiliares e os funcionários, os pais e os membros da comunidade. A partir daí entendemos que o professor acima de tudo deve após entender e ser reflexivo, ter o apoio da escola e daqueles que formam a escola e ainda dos que frequentam e entendem a necessidade da participação da comunidade, pois como afirma a autora professor é um profissional da ação cuja atividade implica um conjunto de atos que envolvem seres humanos. Vimos então a importância da matéria prima a qual trabalhamos, o espaço físico de nossas escolas é frio, estruturalista, os seres humanos que formaremos são a nossa vital importância.
Sabemos que o apoio da escola, dos alunos e da comunidade, não faz com que o trabalho e a formação contínua do professor seja resolvido, a citação abaixo resume de uma forma prática as limitação que estão as vezes explicitas, más porém em outra fase de resolução.  Pode ser que pequenos por ingenuidade, mas parece-nos necessário salientar que quando falamos de formação de professores, estamos assumindo determinadas posições (epistemológicas, ideológicas, culturais) relativamente ao ensino, ao professor e aos alunos.Neste sentido a formação de professores deve proporcionar situações que possibilitem a reflexão e a tomada de consciência das limitações sociais, culturais e ideológicas da própria profissão docente ( Gimeno, 1990). Apesar das limitações citadas, incluo também em uma reflexão a dificuldade de educar nos dias atuais, são um grande desafio porque a sociedade apresenta características que se impõem aos educadores como obstáculos ao processo educativo. Hoje o mundo tem valores instáveis ( quase tudo pode e nada mais indigna ninguém).
A reflexão acima de tudo por nós professores deve ser entendida, compreendida e transformada em ação, Donald Schon nos deixa a ideia de conceito e reflexão. “ Este autor propôs o conceito de reflexão na acção, definindo-o como o processo mediante o qual os profissionais ( os práticos), nomeadamente os professores, aprendem a partir da análise e interpretação da sua própria actividade” Carlos Marcelo Garcia ( 1999). Schon defende a existência nas ações dos profissionais competentes de um saber de referência do ensino e da formação de professores. Esta formação de professores competentes é a multiplicação do saber , é a formação contínua e presente na sociedade para formar um aluno apto a desenvolver suas idéia e opiniões e não absorver as ideias já formadas por alguns interesses na sociedade, este professor deve ser o multiplicador do saber. Segundo Nóvoa, a formação não se constrói por acumulação ( de cursos, de conhecimento ou de técnicas), mas sim através de um trabalho de reflexividade crítica sobre as práticas e de construção permanente de uma identidade pessoal. Por isso é tão importante investir a pessoa e dar um estatuto ao saber da experiência.
Considerações  Finais  Considero  ter, mesmo  sem  o  conhecimento conceitual anterior da disciplina Modelos e Prática da Formação de Professores, como professor ter aplicado por muitas vezes a ação reflexão, a necessidade que tenho como professor além de tentar formar um profissional qualificado é de ter um profissional competente que possa ser útil para o sociedade e desenvolver suas funções da melhor forma possível, este profissional que depende do nosso saber e do entendimento de nós professores, do que é ser reflexivo e poder transmitir um pouco da experiência adquirida. Em sala de aula após um determinado conteúdo programático, procuro sempre relacionar com o cotidiano e dar exemplos práticos de aplicação para que o aluno possa desenvolver um senso crítico e criar seus próprios meios de entendimento. Na sala de aula encontramos alunos muitas vezes, com quase nenhum conhecimento do que seria básico na formação do ensino médio, desta forma fica claro a dificuldade que este aluno deve ter tido em entender o que é ser reflexivo, pois necessita de um crescimento constante de entendimentos, que na maioria das vezes é absorvido em uma hierarquia, ou seja se não sabe o básico, como pode pensar em reflexão, sociedade, papel da escola em sua vida social e profissional. Refletindo sobre os conteúdos, chego a conclusão que deve-se investir na preparação do aluno reflexivo com muita ênfase principalmente no ensino médio, vindo de encontro ao meu pré tema elaborado para a dissertação, cuja a justificativa para a pesquisa é a seguinte : A formação do educando para a vida em sociedade implica no seu preparo para conhecer e saber relacionar-se com as organizações de toda espécie, por isso a relevância da pesquisa sobre a verdadeira importância das organizações em suas vidas. A principal mudança em meu entendimento sobre a disciplina é que o aluno não precisa entender a importância das organizações em sua vida, o que ele precisa é saber a aprender exercer a sua reflexão, pois desta forma ele não irá entender só a importância em ser um Homem organizacional, e sim importância de refletir que deve ser cidadão consciente, pai, filho, trabalhador e acima de tudo ter o direito de liberdade e expor o que pensa de uma forma lógica e racional.
REFERÊNCIAS Nóvoa. A . Os professores e sua formação. Lisboa: D Quixote, 1995 Garcia. C.M. Formação de professores para uma mudança educativa. Portugal: Porto, 1999 Zeichner, K. A formação reflexiva de professores: Ideias e práticas. Lisboa Educa, 1993

Portfólio ricardo

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    PORTFÓLIO Aluno: JoséRicardo Duarte D´Oliveira 2011
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    INTRODUÇÃO Este portfólio,tem como objetivo demonstrar a evolução profissional, e a minha introdução ao mercado de trabalho na área de educação, mostrando assim uma nova trajetória profissional e a evolução na elaboração das aulas e dos trabalhos com os alunos, a partir do conhecimento da disciplina de Modelos e Práticas de Formação de Professores, entendendo qual o verdadeiro papel do professor reflexivo no seu cotidiano, com o objetivo de não só se tornar um professor reflexivo, más também transmitir ao aluno a necessidade de sua reflexão.
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    DESENVOLVIMENTO No anode 1979, por motivos financeiros, tive que arrumar um emprego, este primeiro emprego foi em uma industria metalúrgica no qual comecei como Office boy, durante o período em que fiz o ensino médio devido admirar o trabalho de uma professora de história que era excelente em suas colocações, exemplos e ensinamentos conceituais decidi me tornar professor e preferencialmente da disciplina de história. No decorrer dos anos ia desenvolvendo a carreira dentro da empresa e na época do vestibular, veio o convite para ser bolsista da empresa, desde que tivesse o ingresso em um curso de bacharelado que ajudasse a desenvolver os meus conhecimentos na área administrativa. Em 1990 fiz a opção em prestar o vestibular para a Faculdade de Administração de Empresas Amador Aguiar, atualmente Universidade de Osasco, após a conclusão do curso no final de 1993 decidi fazer uma especialização em administração de Marketing e posteriormente um MBA em gestão empresarial, para que pudesse aproveitar as oportunidades que surgiram dentro da empresa, fui desligado da empresa no ano de 2009 após de 30 anos com o cargo de gerente nacional de vendas, e hoje faço todos os meus investimentos profissionais na área de educação. A primeira experiência como professor foi dada no ano de 2001, no qual entrei como professor para o Senac de São Paulo, ministrando as disciplinas de Marketing e administração nos colégios do Estado em cursos profissionalizantes para alunos de baixa renda, era chamado de programa profissão, a experiência foi de fundamental importância para que eu pudesse ajudar os alunos que necessitavam de uma profissionalização e também realizar o sonho de ser professor, que ficou guardado por alguns anos no meu ciclo de realização de objetivos. Em 2003 conheço através da indicação de um amigo a atual diretora da Faculdade Mario Schenberg, Aparecida Maria Clápis de Paula a qual é a responsável por minha introdução como professor no ensino superior, desenvolvemos um trabalho em uma faculdade de alunos de baixa renda no município de Carapicuíba e após ela iniciar seus trabalhos em um projeto para a fundação da faculdade no já tradicional colégio Mario Schenberg, fui convidado a ser professor e atualmente estou como coordenador do curso de administração de empresas
  • 4.
    A necessidade deser um profissional qualificado e cada vez mais experiente na área de educação me levaram a fazer a opção pelo curso de Supervisão pedagógica e formação de professores com acesso ao mestrado europeu, durante a evolução do curso podemos ter a disciplina de Modelos e Praticas de formação de professores a qual nos leva a reflexões do, porque ser professor, como ser professor , como desenvolver as atividades de um professor reflexivo, enfim qual a necessidade dos alunos terem um professor competente acima de tudo, para que então possa ter a competência de se tornar reflexivo. “ A construção de uma competência depende do equilíbrio da dosagem entre o trabalho isolado de seus diversos elementos e a integração desses elementos em situação de operacionalização. A dificuldade didática está na gestão, de maneira dialética, dessas duas abordagens. È uma utopia, porém , acreditar que o aprendizado sequencial de conhecimentos provoca espontaneamente sua integração operacional em sua competência” ( Ètienne e Lerouge,1997) de acordo com a colocação do autor podemos destacar que o desenvolvimento da competência do professor é de muita importância para que ele seja um potencial executor da reflexão e possa assim multiplica-la e aproveitar o aprendizado sequencial entre eles o de ser reflexivo, porém o papel da escola se torna fundamental, para que o professor possa desenvolver aquilo que é necessário em sala de aula.
  • 5.
    A reflexão éo conceito atualmente mais utilizado por formadores de professores e educadores, vem então a necessidade de conduzir um melhor conhecimento sobre o conceito de reflexão, acima de tudo deve ser aceito e desenvolvido pela direção da escola, pois como afirma Paulo Freire , “ Não se muda a cara da escola por um ato de vontade do secretário”. Segundo Isabel Alarcão para muda-lá é preciso envolver as decisões político- administrativo-pedagógica, os alunos e professores , os auxiliares e os funcionários, os pais e os membros da comunidade. A partir daí entendemos que o professor acima de tudo deve após entender e ser reflexivo, ter o apoio da escola e daqueles que formam a escola e ainda dos que frequentam e entendem a necessidade da participação da comunidade, pois como afirma a autora professor é um profissional da ação cuja atividade implica um conjunto de atos que envolvem seres humanos. Vimos então a importância da matéria prima a qual trabalhamos, o espaço físico de nossas escolas é frio, estruturalista, os seres humanos que formaremos são a nossa vital importância.
  • 6.
    Sabemos que oapoio da escola, dos alunos e da comunidade, não faz com que o trabalho e a formação contínua do professor seja resolvido, a citação abaixo resume de uma forma prática as limitação que estão as vezes explicitas, más porém em outra fase de resolução. Pode ser que pequenos por ingenuidade, mas parece-nos necessário salientar que quando falamos de formação de professores, estamos assumindo determinadas posições (epistemológicas, ideológicas, culturais) relativamente ao ensino, ao professor e aos alunos.Neste sentido a formação de professores deve proporcionar situações que possibilitem a reflexão e a tomada de consciência das limitações sociais, culturais e ideológicas da própria profissão docente ( Gimeno, 1990). Apesar das limitações citadas, incluo também em uma reflexão a dificuldade de educar nos dias atuais, são um grande desafio porque a sociedade apresenta características que se impõem aos educadores como obstáculos ao processo educativo. Hoje o mundo tem valores instáveis ( quase tudo pode e nada mais indigna ninguém).
  • 7.
    A reflexão acimade tudo por nós professores deve ser entendida, compreendida e transformada em ação, Donald Schon nos deixa a ideia de conceito e reflexão. “ Este autor propôs o conceito de reflexão na acção, definindo-o como o processo mediante o qual os profissionais ( os práticos), nomeadamente os professores, aprendem a partir da análise e interpretação da sua própria actividade” Carlos Marcelo Garcia ( 1999). Schon defende a existência nas ações dos profissionais competentes de um saber de referência do ensino e da formação de professores. Esta formação de professores competentes é a multiplicação do saber , é a formação contínua e presente na sociedade para formar um aluno apto a desenvolver suas idéia e opiniões e não absorver as ideias já formadas por alguns interesses na sociedade, este professor deve ser o multiplicador do saber. Segundo Nóvoa, a formação não se constrói por acumulação ( de cursos, de conhecimento ou de técnicas), mas sim através de um trabalho de reflexividade crítica sobre as práticas e de construção permanente de uma identidade pessoal. Por isso é tão importante investir a pessoa e dar um estatuto ao saber da experiência.
  • 8.
    Considerações Finais Considero ter, mesmo sem o conhecimento conceitual anterior da disciplina Modelos e Prática da Formação de Professores, como professor ter aplicado por muitas vezes a ação reflexão, a necessidade que tenho como professor além de tentar formar um profissional qualificado é de ter um profissional competente que possa ser útil para o sociedade e desenvolver suas funções da melhor forma possível, este profissional que depende do nosso saber e do entendimento de nós professores, do que é ser reflexivo e poder transmitir um pouco da experiência adquirida. Em sala de aula após um determinado conteúdo programático, procuro sempre relacionar com o cotidiano e dar exemplos práticos de aplicação para que o aluno possa desenvolver um senso crítico e criar seus próprios meios de entendimento. Na sala de aula encontramos alunos muitas vezes, com quase nenhum conhecimento do que seria básico na formação do ensino médio, desta forma fica claro a dificuldade que este aluno deve ter tido em entender o que é ser reflexivo, pois necessita de um crescimento constante de entendimentos, que na maioria das vezes é absorvido em uma hierarquia, ou seja se não sabe o básico, como pode pensar em reflexão, sociedade, papel da escola em sua vida social e profissional. Refletindo sobre os conteúdos, chego a conclusão que deve-se investir na preparação do aluno reflexivo com muita ênfase principalmente no ensino médio, vindo de encontro ao meu pré tema elaborado para a dissertação, cuja a justificativa para a pesquisa é a seguinte : A formação do educando para a vida em sociedade implica no seu preparo para conhecer e saber relacionar-se com as organizações de toda espécie, por isso a relevância da pesquisa sobre a verdadeira importância das organizações em suas vidas. A principal mudança em meu entendimento sobre a disciplina é que o aluno não precisa entender a importância das organizações em sua vida, o que ele precisa é saber a aprender exercer a sua reflexão, pois desta forma ele não irá entender só a importância em ser um Homem organizacional, e sim importância de refletir que deve ser cidadão consciente, pai, filho, trabalhador e acima de tudo ter o direito de liberdade e expor o que pensa de uma forma lógica e racional.
  • 9.
    REFERÊNCIAS Nóvoa. A. Os professores e sua formação. Lisboa: D Quixote, 1995 Garcia. C.M. Formação de professores para uma mudança educativa. Portugal: Porto, 1999 Zeichner, K. A formação reflexiva de professores: Ideias e práticas. Lisboa Educa, 1993