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Palestra
SaúdeMentaldoPolicialMilitar
marcadopelarotinadoestresse
Data: 13/09/2017
Horário: 10hs
Local: UNINASSAU
Público: PMPE Psicóloga Flávia Puça
O que é Suicídio?
• A Organização Mundial de Saúde (OMS, 2002) define o
suicídio como uma violência do tipo autoinfligida, isto é, uma
espécie de violência que a pessoa inflige a si mesma. Essa
definição abrange o comportamento suicida e a agressão
autoinfligida. O primeiro inclui pensamentos suicidas,
tentativas de suicídio – também chamadas em alguns países
de “para-suicídios” ou “auto-injúrias deliberadas” – e suicídio
propriamente ditos. A auto-agressão inclui atos como a
automutilação (DAHL- BERG et alii, 2006, p. 1166)17.
FláviaAnita Puça - Psicóloga
•O risco relativo calculado pela
“ocupação policial” mensura quantas
vezes o risco de morte de um policial
por suicídio é maior ao de uma pessoa
da população geral.
FláviaAnita Puça - Psicóloga
MOTIVAÇÕES PARA AS TENTATIVAS DE
SUICÍDIOS
PROBLEMAS FAMILIARES .............................................................................12
PROBLEMAS NO LOCAL DE TRABALHO ..................................... 7
PROBLEMAS DE SAÚDE ...................... 2
PROBLEMAS FINANCEIROS ...... 1
fonte: Pesquisa “Suicídio e Risco Ocupacional: o caso da Polícia Militar do estado
do Rio de Janeiro, 2011 FláviaAnita Puça - Psicóloga
POR QUE TANTOS SUICÍDIOS NA
POLÍCIA FEDERAL?
Pesquisa realizada pela Universidade de Brasília (UnB), já em
2013 revelava que “a depressão e a síndrome do pânico são
doenças que atingem um em cada cinco, dos agentes da Polícia
Federal.
Entre março de 2012 e março de 2013, o número de policiais
federais que se suicidaram assustou a corporação brasileira:
11 no total. Praticamente um por mês
FláviaAnita Puça - Psicóloga
Só para exemplificar, em junho de
2014, o delegado Eduardo Jaworski
Lima, de 39 anos, foi encontrado
morto em pleno ambiente de
trabalho, no Mato Grosso do Sul.
Diagnosticado com depressão, ele
passava por tratamento, mas não
estava afastado do cargo.
Extraido da FENAPEFFláviaAnita Puça - Psicóloga
• O possível suicídio cometido pelo delegado Eduardo
Jaworski Lima, na noite de ontem (26), no prédio da
Superintendência Regional da Polícia Federal de Mato
Grosso do Sul, em Campo Grande, traz à tona o problema
de depressão enfrentado por funcionários da corporação no
País. A denúncia é do presidente do Sinpef/MS (Sindicato
Estadual dos Policiais Federais), Jorge Caldas.
Morte de delegado expõe problemas
de depressão na PF
FláviaAnita Puça - Psicóloga
Principais características clínicas
associadas à tentativa de suicídio
(TAB)
• Impulsividade
• Predominância de episódios depressivos
• Idade de inicio precoce
• História prévia de tentativa de suicídio
• Ideação suicida no passado
• Maior número de hospitalização psiquiátrica
• Presença de agressividade
FláviaAnita Puça - Psicóloga
Resultados do projeto de pesquisa
“Suicídio e risco ocupacional: o caso
da polícia militar do estado do Rio de
Janeiro.
Recomendações para prevenção
• A OMS (WHO, 1998) ressalta que as recomendações
para a prevenção do suicídio estão organizadas em três
aspectos fundamentais: 1) a ampliação da
conscientização da comunidade acerca do suicídio e
seus fatores de risco, 2) a intensificação de programas e
serviços de conscientização e 3) a assistência,
incremento e o aprimoramento da ciência sobre o tema,
de forma a aumentar os recursos de prevenção e de
ação sobre o suicídio.
PREVENÇÃO PRIMÁRIA
•De acordo com Botega et alii (2006), a
prevenção do suicídio é realizada através do
conhecimento dos seus fatores de risco, da
identificação precoce dos indivíduos que os
apresentem e da intervenção nas situações de
risco.
Fatores de proteção – Prevenção
primária
• Estimular e contribuir com o convívio social
• Promover a qualidade de vida
• Buscar apoio da capelania
• Elaborar e/ou apoiar programas de conscientização
• Realizar ciclos de palestras – Qualidade de vida
• Elaborar encontros temáticos por área ( trabalho – saúde
mental e outros)
• Criar espaço destinado a ouvir o policial
PREVENÇÃO SECUNDÁRIA
Observar os grupos de riscos:
A) Alcoolismo, uso excessivo de substâncias
psicoativas, problemas familiares.
B)Problemas no ambiente profissional (estresse
excessivo)
C) Alterações comportamentais ( insônia,
agressividade, fúria)
Proteção Secundária
a) Programa de acompanhamento psicológico
regular
b) Programa de acompanhamento jurídico
c) Estar atento às punições institucionais
autoritárias
d) Organização de uma rede de cuidados
Prevenção Terciária
A prevenção terciária visa atender aos
policiais que tenham comunicado ideação
suicida ou tentado suicídio.
Proteção Terciária
• Perceber o comportamento suicida como problema que
abrange todo o trabalho policial.
• Realizar aproximações com a família do policial.
• Controlar práticas entre os colegas que promovam
alguma forma de bullying com os policiais que tenham
passado pelo problema.
• Atenção a procedimentos como a cautela da arma.
Testes
Transtorno Bipolar
•Lembre-se, este é apenas um teste. É claro que
o resultado pode dar algum direcionamento,
porém o diagnóstico só pode ser feito pelo seu
Psiquiatra.
•Responda SIM ou Não a cada pergunta e
anote.
1. Você é uma pessoa com altos e baixos de
humor?
2. Tem temperamento forte?
3. É uma pessoa de extremos, do tipo tudo ou
nada, sem meio-termo?
4. Precisa sempre de estar a fazer alguma coisa ou
a procurar coisas novas?
5. Em alguns momentos pensa muito rápido ou não
consegue desligar o pensamento?
6. Conduz rápido, de modo agressivo, buzina muito?
7. Tem dons artísticos, espirituosidade ou
criatividade?
8. Já teve fases em que bastavam 6 horas de sono por
dia?
9. Já teve momentos de apatia ou tristeza sem motivo
aparente?
10. Tem mais sono do que o habitual quando fica com
humor deprimido?
11. Já ficou muito alegre e radiante ou irritável sem motivos
aparentes?
12. Já teve fases com muitos planos, em que falava mais
rápido, alto e bastante?
13. Em alguns momentos arriscou demais?
14. Em comparação com outras pessoas, veste-se ou
comporta-se de modo mais chamativo?
15. Gasta mais dinheiro com prazeres, futilidades ou
aparência?
16. Tem mais dificuldade em manter as coisas em
ordem ou tende à dispersão?
17. Já teve impulsos exagerados em relação a
comida, drogas, sexo ou compras?
18. Já teve momentos de maior confiança, em que
se sentiu especial?
18. Já teve momentos de maior confiança, em que se
sentiu especial?
19. Muda de planos e objectivos com mais
facilidade?
20. Tem mais instabilidade em actividades
profissionais ou relações afectivas?
21. Magoa-se ou irrita-se com facilidade quando
alguém o critica ou desagrada?
AVALIE SEU ESTRESSE
(1) Nunca
(2) Raramente
(3) Algumas vezes
(4) Muitas vezes
(5) Sempre
1. Tenho me sentido desanimado e
pessimista ultimamente.
2. Não tenho conseguido me concentrar
direito.
3. Culpo-me quando as coisas dão errado
no meu trabalho.
4. Sinto palpitações ou falta de ar.
5. Ando de "pavio curto". Qualquer
coisa me faz explodir.
6. Sinto-me paralisado, com medo de
fracassar.
7. Estou sempre preocupado, ligado nos
problemas, sem conseguir relaxar.
8. Tenho dores de cabeça que interferem no
meu trabalho.
9. Não almoço, quando velo são 4 horas da
tarde. Não dá tempo!
10. Assumo mais tarefas do que posso dar
conta.
11. Não consigo dizer não às exigências do
trabalho, mesmo que elas pareçam absurdas.
12. Custo a desligar e a conseguir dormir.
Acordo no meio da noite e não volto a pegar
no sono.
13. Quando o dia acaba, só penso em beber
alguma coisa para relaxar.
14. Fico impaciente quando algo não
acontece na hora que quero.
15. Não consigo mais tempo para ficar com
minha família. Quando chego em casa
estou exausto.
16. Não tenho interesse em fazer nada. Só
quero ficar em casa, no computador ou
vendo filmes.
DE 16 A 32 PONTOS
•Seu stress está sendo bem
administrado, ainda que em
alguns momentos você fique
mais ansioso.
DE 33 A 48 PONTOS
•Você está na fase de alerta, na qual se obriga a
estar em permanente controle da situação.
Defina suas prioridades, mantenha uma rotina
na qual atividades prazerosas sejam incluídas.
Fique atento às suas relações afetivas.
DE 49 A 64 PONTOS
•Cuidado, você já está na Segunda fase do
processo de stress. Nela, predomina uma
sensação de "estado de guerra" contra as
adversidades, que parecem nãoTer fim. Repense
sua qualidade de vida, redistribua as
responsabilidades, reivindique mais tempo e
espaço para si mesmo.
DE 65 A 80 PONTOS
•Essa é a terceira fase do stress. Toda sua energia é
consumida e você se sente constantemente exausto.
Há momentos de depressão e isolamento. Tudo e
todos parecem estar contra você. Recupere antigos
projetos ou hobbies e avalie com cuidado as causas
dessa situação. Considere uma mudança profunda
em seu estilo de vida.
DE 65 A 80 PONTOS
•Essa é a terceira fase do stress.Toda sua energia é
consumida e você se sente constantemente exausto. Há
momentos de depressão e isolamento.Tudo e todos
parecem estar contra você. Recupere antigos projetos
ou hobbies e avalie com cuidado as causas dessa
situação. Considere uma mudança profunda em seu
estilo de vida.
Flávia Puça
Psicóloga – Coach de Carreira e
Life Coach – Consultora – Palestrante.
Diretora do Instituto de Saúde Social – ISSO
Fone: (81) 98851-3061 / 99810-7578
Email: flaviapuca@hotmail.com
SKYPE: Flávia.Anita.Puca
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Prevenção de suicídio

  • 2.
  • 3. O que é Suicídio? • A Organização Mundial de Saúde (OMS, 2002) define o suicídio como uma violência do tipo autoinfligida, isto é, uma espécie de violência que a pessoa inflige a si mesma. Essa definição abrange o comportamento suicida e a agressão autoinfligida. O primeiro inclui pensamentos suicidas, tentativas de suicídio – também chamadas em alguns países de “para-suicídios” ou “auto-injúrias deliberadas” – e suicídio propriamente ditos. A auto-agressão inclui atos como a automutilação (DAHL- BERG et alii, 2006, p. 1166)17. FláviaAnita Puça - Psicóloga
  • 4. •O risco relativo calculado pela “ocupação policial” mensura quantas vezes o risco de morte de um policial por suicídio é maior ao de uma pessoa da população geral. FláviaAnita Puça - Psicóloga
  • 5. MOTIVAÇÕES PARA AS TENTATIVAS DE SUICÍDIOS PROBLEMAS FAMILIARES .............................................................................12 PROBLEMAS NO LOCAL DE TRABALHO ..................................... 7 PROBLEMAS DE SAÚDE ...................... 2 PROBLEMAS FINANCEIROS ...... 1 fonte: Pesquisa “Suicídio e Risco Ocupacional: o caso da Polícia Militar do estado do Rio de Janeiro, 2011 FláviaAnita Puça - Psicóloga
  • 6. POR QUE TANTOS SUICÍDIOS NA POLÍCIA FEDERAL? Pesquisa realizada pela Universidade de Brasília (UnB), já em 2013 revelava que “a depressão e a síndrome do pânico são doenças que atingem um em cada cinco, dos agentes da Polícia Federal. Entre março de 2012 e março de 2013, o número de policiais federais que se suicidaram assustou a corporação brasileira: 11 no total. Praticamente um por mês FláviaAnita Puça - Psicóloga
  • 7. Só para exemplificar, em junho de 2014, o delegado Eduardo Jaworski Lima, de 39 anos, foi encontrado morto em pleno ambiente de trabalho, no Mato Grosso do Sul. Diagnosticado com depressão, ele passava por tratamento, mas não estava afastado do cargo. Extraido da FENAPEFFláviaAnita Puça - Psicóloga
  • 8. • O possível suicídio cometido pelo delegado Eduardo Jaworski Lima, na noite de ontem (26), no prédio da Superintendência Regional da Polícia Federal de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande, traz à tona o problema de depressão enfrentado por funcionários da corporação no País. A denúncia é do presidente do Sinpef/MS (Sindicato Estadual dos Policiais Federais), Jorge Caldas. Morte de delegado expõe problemas de depressão na PF FláviaAnita Puça - Psicóloga
  • 9.
  • 10. Principais características clínicas associadas à tentativa de suicídio (TAB) • Impulsividade • Predominância de episódios depressivos • Idade de inicio precoce • História prévia de tentativa de suicídio • Ideação suicida no passado • Maior número de hospitalização psiquiátrica • Presença de agressividade FláviaAnita Puça - Psicóloga
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16. Resultados do projeto de pesquisa “Suicídio e risco ocupacional: o caso da polícia militar do estado do Rio de Janeiro.
  • 17. Recomendações para prevenção • A OMS (WHO, 1998) ressalta que as recomendações para a prevenção do suicídio estão organizadas em três aspectos fundamentais: 1) a ampliação da conscientização da comunidade acerca do suicídio e seus fatores de risco, 2) a intensificação de programas e serviços de conscientização e 3) a assistência, incremento e o aprimoramento da ciência sobre o tema, de forma a aumentar os recursos de prevenção e de ação sobre o suicídio.
  • 18. PREVENÇÃO PRIMÁRIA •De acordo com Botega et alii (2006), a prevenção do suicídio é realizada através do conhecimento dos seus fatores de risco, da identificação precoce dos indivíduos que os apresentem e da intervenção nas situações de risco.
  • 19. Fatores de proteção – Prevenção primária • Estimular e contribuir com o convívio social • Promover a qualidade de vida • Buscar apoio da capelania • Elaborar e/ou apoiar programas de conscientização • Realizar ciclos de palestras – Qualidade de vida • Elaborar encontros temáticos por área ( trabalho – saúde mental e outros) • Criar espaço destinado a ouvir o policial
  • 20. PREVENÇÃO SECUNDÁRIA Observar os grupos de riscos: A) Alcoolismo, uso excessivo de substâncias psicoativas, problemas familiares. B)Problemas no ambiente profissional (estresse excessivo) C) Alterações comportamentais ( insônia, agressividade, fúria)
  • 21. Proteção Secundária a) Programa de acompanhamento psicológico regular b) Programa de acompanhamento jurídico c) Estar atento às punições institucionais autoritárias d) Organização de uma rede de cuidados
  • 22. Prevenção Terciária A prevenção terciária visa atender aos policiais que tenham comunicado ideação suicida ou tentado suicídio.
  • 23. Proteção Terciária • Perceber o comportamento suicida como problema que abrange todo o trabalho policial. • Realizar aproximações com a família do policial. • Controlar práticas entre os colegas que promovam alguma forma de bullying com os policiais que tenham passado pelo problema. • Atenção a procedimentos como a cautela da arma.
  • 25.
  • 26. Transtorno Bipolar •Lembre-se, este é apenas um teste. É claro que o resultado pode dar algum direcionamento, porém o diagnóstico só pode ser feito pelo seu Psiquiatra. •Responda SIM ou Não a cada pergunta e anote.
  • 27. 1. Você é uma pessoa com altos e baixos de humor? 2. Tem temperamento forte? 3. É uma pessoa de extremos, do tipo tudo ou nada, sem meio-termo? 4. Precisa sempre de estar a fazer alguma coisa ou a procurar coisas novas? 5. Em alguns momentos pensa muito rápido ou não consegue desligar o pensamento?
  • 28. 6. Conduz rápido, de modo agressivo, buzina muito? 7. Tem dons artísticos, espirituosidade ou criatividade? 8. Já teve fases em que bastavam 6 horas de sono por dia? 9. Já teve momentos de apatia ou tristeza sem motivo aparente? 10. Tem mais sono do que o habitual quando fica com humor deprimido?
  • 29. 11. Já ficou muito alegre e radiante ou irritável sem motivos aparentes? 12. Já teve fases com muitos planos, em que falava mais rápido, alto e bastante? 13. Em alguns momentos arriscou demais? 14. Em comparação com outras pessoas, veste-se ou comporta-se de modo mais chamativo? 15. Gasta mais dinheiro com prazeres, futilidades ou aparência?
  • 30. 16. Tem mais dificuldade em manter as coisas em ordem ou tende à dispersão? 17. Já teve impulsos exagerados em relação a comida, drogas, sexo ou compras? 18. Já teve momentos de maior confiança, em que se sentiu especial?
  • 31. 18. Já teve momentos de maior confiança, em que se sentiu especial? 19. Muda de planos e objectivos com mais facilidade? 20. Tem mais instabilidade em actividades profissionais ou relações afectivas? 21. Magoa-se ou irrita-se com facilidade quando alguém o critica ou desagrada?
  • 33. (1) Nunca (2) Raramente (3) Algumas vezes (4) Muitas vezes (5) Sempre
  • 34. 1. Tenho me sentido desanimado e pessimista ultimamente. 2. Não tenho conseguido me concentrar direito. 3. Culpo-me quando as coisas dão errado no meu trabalho.
  • 35. 4. Sinto palpitações ou falta de ar. 5. Ando de "pavio curto". Qualquer coisa me faz explodir. 6. Sinto-me paralisado, com medo de fracassar.
  • 36. 7. Estou sempre preocupado, ligado nos problemas, sem conseguir relaxar. 8. Tenho dores de cabeça que interferem no meu trabalho. 9. Não almoço, quando velo são 4 horas da tarde. Não dá tempo! 10. Assumo mais tarefas do que posso dar conta.
  • 37. 11. Não consigo dizer não às exigências do trabalho, mesmo que elas pareçam absurdas. 12. Custo a desligar e a conseguir dormir. Acordo no meio da noite e não volto a pegar no sono. 13. Quando o dia acaba, só penso em beber alguma coisa para relaxar.
  • 38. 14. Fico impaciente quando algo não acontece na hora que quero. 15. Não consigo mais tempo para ficar com minha família. Quando chego em casa estou exausto. 16. Não tenho interesse em fazer nada. Só quero ficar em casa, no computador ou vendo filmes.
  • 39. DE 16 A 32 PONTOS •Seu stress está sendo bem administrado, ainda que em alguns momentos você fique mais ansioso.
  • 40. DE 33 A 48 PONTOS •Você está na fase de alerta, na qual se obriga a estar em permanente controle da situação. Defina suas prioridades, mantenha uma rotina na qual atividades prazerosas sejam incluídas. Fique atento às suas relações afetivas.
  • 41. DE 49 A 64 PONTOS •Cuidado, você já está na Segunda fase do processo de stress. Nela, predomina uma sensação de "estado de guerra" contra as adversidades, que parecem nãoTer fim. Repense sua qualidade de vida, redistribua as responsabilidades, reivindique mais tempo e espaço para si mesmo.
  • 42. DE 65 A 80 PONTOS •Essa é a terceira fase do stress. Toda sua energia é consumida e você se sente constantemente exausto. Há momentos de depressão e isolamento. Tudo e todos parecem estar contra você. Recupere antigos projetos ou hobbies e avalie com cuidado as causas dessa situação. Considere uma mudança profunda em seu estilo de vida.
  • 43. DE 65 A 80 PONTOS •Essa é a terceira fase do stress.Toda sua energia é consumida e você se sente constantemente exausto. Há momentos de depressão e isolamento.Tudo e todos parecem estar contra você. Recupere antigos projetos ou hobbies e avalie com cuidado as causas dessa situação. Considere uma mudança profunda em seu estilo de vida.
  • 44. Flávia Puça Psicóloga – Coach de Carreira e Life Coach – Consultora – Palestrante. Diretora do Instituto de Saúde Social – ISSO Fone: (81) 98851-3061 / 99810-7578 Email: flaviapuca@hotmail.com SKYPE: Flávia.Anita.Puca HANGOUT: flaviapuca@gmail.com