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Cartilha prevencao ao_suicidio_mpdft

Cartilha prevencao ao_suicidio foi doado pelo MPDFT

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ao SuicídioPrevençãoFalando sobre vida
ao Suicídio
Falando sobre vida
Prevenção
Órgãos da Administração Superior do MPDFT 
Procuradoria-Geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios
Procuradora-Geral de Justiça Fabiana Costa Oliveira Barreto 
Vice-Procuradoria-Geral Jurídico-Administrativa
Procuradora de Justiça Selma Leite do Nascimento Sauerbronn de Souza 
Vice-Procuradoria-Geral de Justiça Institucional
Procurador de Justiça André Vinícius Espírito Santo de Almeida 
Corregedoria-Geral
Procurador de Justiça José Valdenor Queiroz Júnior 
Chefia de Gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça
Promotor de Justiça Moacyr Rey Filho 
Secretaria-Geral
Promotor de Justiça Wagner de Castro Araújo 
Assessoria de Políticas Institucionais
Promotor de Justiça André Luiz Cappi Pereira
Promotor de Justiça Georges Carlos Fredderico Moreira Seigneur 
Ouvidoria
Promotor de Justiça Libanio Alves Rodrigues 
Coordenador Administrativo das Promotorias de Justiça de Brazlândia
Promotor de Justiça Higo Noboro Nishida Arakaki 
Esta é uma publicação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios.
Eixo Monumental, Praça do Buriti, Lote 2, Sede do MPDFT, Brasília-DF, CEP 70.091-900
Telefone: (61) 3343-9500 
Texto:
Coordenadoria Administrativa das Promotorias de Justiça de Brazlândia (CPJBz) 
Programação visual, diagramação e revisão de texto:
Marcos Antonio Pereira (CPJBz) 
Imagens:
Depositphotos 
© 2019 Ministério Público do Distrito Federal e Territórios – MPDFT
É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. 
1ª edição – 2019
Tiragem: 5.000 unidades – Maio/2019
Sumário
6	 O projeto
6	 O suicídio
8	 Fatores de risco
9	 Fatores de proteção
10	 Por que a equipe de atenção primária
em saúde é importante?
11	 Por que os profissionais da educação
são importantes?
11	 Por que os serviços da rede são
importantes?
12	 Por que é importante informar a
comunidade sobre o suicídio?
13	 Mitos sobre comportamentos suicidas
16	 Bibliografia
O projeto
O projeto Falando sobre Vida: Prevenção ao Suicídio
busca a construção de uma Rede de Proteção à Vida, por
meio da integração de profissionais da educação, saúde,
segurança, áreas afins e comunidade, para contribuir
na prevenção ao suicídio e na identificação de possíveis
fatores de risco, a fim de promover a cidadania e os direitos
individuais e indisponíveis da comunidade de Brazlândia-DF.
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, cuja
missão é promover a justiça, a democracia, a cidadania e a
dignidade humana, pretende com este
projeto suscitar a defesa dos direitos
humanos do cidadão, principalmente
o direito à vida e, junto à
comunidade local, construir
uma sociedade igualitária, justa,
solidária, fraterna e socialmente
harmônica.
Cada suicídio
tem um sério
impacto em pelo
menos outras
seis pessoas.
A cada 40
segundos
uma pessoa
comete suicídio
no mundo.
O suicídio
O suicídio é um fenômeno complexo e
multifatorial, que se configura como um
grave problema de saúde pública. Segundo
a Organização Mundial da Saúde (OMS,
2000), a cada 40 segundos, uma pessoa
se suicida no mundo e cada suicídio tem
um sério impacto em, pelo menos, outras seis
pessoas. O impacto psicológico, social e financeiro
do suicídio em uma família e comunidade é imensurável. Dessa
forma, entender o suicídio como uma questão de saúde e
elaborar estratégias para sua prevenção é fundamental para
preservar e melhorar a qualidade de vida de muitas pessoas.
Este projeto propõe que, ao criar, reunir e capacitar a Rede de
Proteção à Vida de Brazlândia, seja possível a intervenção
precoce e adequada à situação, envolvendo a pessoa e seu
conjunto de relações, possibilitando a construção de uma
estratégia de prevenção ao suicídio.
#pelavida #prevenir
6 7
•	Tentativa anterior de suicídio;
•	Exposição ao suicídio de outras pessoas;
•	Manifestação de sofrimento psíquico: depressão,
transtorno bipolar, esquizofrenia, entre outros;
•	Uso abusivo de substâncias psicoativas;
•	Histórico de violência: traumas, abuso físico, abuso
sexual, negligência e abandono;
•	Dificuldade em lidar com perdas: mortes, desilusão
amorosa, separação conjugal, perda de emprego, prejuízos
financeiros;
•	Acesso a meios letais;
•	Fatores de personalidade: baixa tolerância à frustração,
impulsividade, rigidez, comportamentos agressivos;
•	Doenças crônicas e terminais;
•	Acontecimentos destrutivos e violentos (tais como
guerra ou desastres catastróficos).
Fatores de risco Fatores de proteção
Suporte social (família, amigos e outros relacionamentos
significativos);
Crenças religiosas, culturais e étnicas;
Envolvimento na comunidade;
Resiliência e capacidade de resolver problemas;
Inserção social como, por exemplo, por meio da atividade
laboral e do uso produtivo do tempo de lazer;
Acesso aos serviços e cuidados em saúde mental.
#agradecer #nuncadesista
8 9
A composição da Rede por diversos profissionais (conselheiros,
profissionais da segurança pública, jornalistas, agentes
comunitários de saúde, profissionais da assistência social e da
saúde mental) capacitados no tema gera orientação e diretrizes
para a comunidade. Nesse sentido, a informação é a melhor
ferramenta para ajudar as pessoas que se encontram em
situação de risco.
O apoio aos sobreviventes é fundamental nesse contexto. Além
disso, esses profissionais podem educar a comunidade sobre os
sinais de alerta, esclarecer os mitos e fornecer informações e
apoio aos que precisam.
Por que a equipe de atenção
primária em saúde é importante?
• Está integrada a uma
rede de apoio intersetorial.
A proximidade da equipe
de saúde da família com a
comunidade possibilita a
identificação de situações
de risco de suicídio.
Afinal, a equipe:
• Está próxima à
comunidade e pode
identificar a rede
local de apoio;
• Constitui a
principal porta de
entrada para o
sistema de saúde;• Oferece cuidado
continuado;
Por que os profissionais da
educação são importantes?
A partir de sua convivência com as crianças, adolescentes e famílias,
os profissionais da educação têm a possibilidade de identificar
situações de vulnerabilidade para o suicídio. O acompanhamento
adequado dos jovens permite a percepção dos comportamentos,
do contexto social e da integração escolar, que, muitas vezes, não
são percebidos dentro da família.
O contato direto dos profissionais da educação com os alunos
possibilita a criação de momentos de diálogos e fortalecimento
de vínculos. Ações realizadas na prevenção ao bullying também
contribuem no fortalecimento do ambiente escolar.
Por que os serviços da Rede
são importantes?
#viversempre #vidaspreservadas
10 11

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  • 2. ao Suicídio Falando sobre vida Prevenção
  • 3. Órgãos da Administração Superior do MPDFT  Procuradoria-Geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios Procuradora-Geral de Justiça Fabiana Costa Oliveira Barreto  Vice-Procuradoria-Geral Jurídico-Administrativa Procuradora de Justiça Selma Leite do Nascimento Sauerbronn de Souza  Vice-Procuradoria-Geral de Justiça Institucional Procurador de Justiça André Vinícius Espírito Santo de Almeida  Corregedoria-Geral Procurador de Justiça José Valdenor Queiroz Júnior  Chefia de Gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça Promotor de Justiça Moacyr Rey Filho  Secretaria-Geral Promotor de Justiça Wagner de Castro Araújo  Assessoria de Políticas Institucionais Promotor de Justiça André Luiz Cappi Pereira Promotor de Justiça Georges Carlos Fredderico Moreira Seigneur  Ouvidoria Promotor de Justiça Libanio Alves Rodrigues  Coordenador Administrativo das Promotorias de Justiça de Brazlândia Promotor de Justiça Higo Noboro Nishida Arakaki  Esta é uma publicação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. Eixo Monumental, Praça do Buriti, Lote 2, Sede do MPDFT, Brasília-DF, CEP 70.091-900 Telefone: (61) 3343-9500  Texto: Coordenadoria Administrativa das Promotorias de Justiça de Brazlândia (CPJBz)  Programação visual, diagramação e revisão de texto: Marcos Antonio Pereira (CPJBz)  Imagens: Depositphotos  © 2019 Ministério Público do Distrito Federal e Territórios – MPDFT É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte.  1ª edição – 2019 Tiragem: 5.000 unidades – Maio/2019 Sumário 6 O projeto 6 O suicídio 8 Fatores de risco 9 Fatores de proteção 10 Por que a equipe de atenção primária em saúde é importante? 11 Por que os profissionais da educação são importantes? 11 Por que os serviços da rede são importantes? 12 Por que é importante informar a comunidade sobre o suicídio? 13 Mitos sobre comportamentos suicidas 16 Bibliografia
  • 4. O projeto O projeto Falando sobre Vida: Prevenção ao Suicídio busca a construção de uma Rede de Proteção à Vida, por meio da integração de profissionais da educação, saúde, segurança, áreas afins e comunidade, para contribuir na prevenção ao suicídio e na identificação de possíveis fatores de risco, a fim de promover a cidadania e os direitos individuais e indisponíveis da comunidade de Brazlândia-DF. O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, cuja missão é promover a justiça, a democracia, a cidadania e a dignidade humana, pretende com este projeto suscitar a defesa dos direitos humanos do cidadão, principalmente o direito à vida e, junto à comunidade local, construir uma sociedade igualitária, justa, solidária, fraterna e socialmente harmônica. Cada suicídio tem um sério impacto em pelo menos outras seis pessoas. A cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio no mundo. O suicídio O suicídio é um fenômeno complexo e multifatorial, que se configura como um grave problema de saúde pública. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2000), a cada 40 segundos, uma pessoa se suicida no mundo e cada suicídio tem um sério impacto em, pelo menos, outras seis pessoas. O impacto psicológico, social e financeiro do suicídio em uma família e comunidade é imensurável. Dessa forma, entender o suicídio como uma questão de saúde e elaborar estratégias para sua prevenção é fundamental para preservar e melhorar a qualidade de vida de muitas pessoas. Este projeto propõe que, ao criar, reunir e capacitar a Rede de Proteção à Vida de Brazlândia, seja possível a intervenção precoce e adequada à situação, envolvendo a pessoa e seu conjunto de relações, possibilitando a construção de uma estratégia de prevenção ao suicídio. #pelavida #prevenir 6 7
  • 5. • Tentativa anterior de suicídio; • Exposição ao suicídio de outras pessoas; • Manifestação de sofrimento psíquico: depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia, entre outros; • Uso abusivo de substâncias psicoativas; • Histórico de violência: traumas, abuso físico, abuso sexual, negligência e abandono; • Dificuldade em lidar com perdas: mortes, desilusão amorosa, separação conjugal, perda de emprego, prejuízos financeiros; • Acesso a meios letais; • Fatores de personalidade: baixa tolerância à frustração, impulsividade, rigidez, comportamentos agressivos; • Doenças crônicas e terminais; • Acontecimentos destrutivos e violentos (tais como guerra ou desastres catastróficos). Fatores de risco Fatores de proteção Suporte social (família, amigos e outros relacionamentos significativos); Crenças religiosas, culturais e étnicas; Envolvimento na comunidade; Resiliência e capacidade de resolver problemas; Inserção social como, por exemplo, por meio da atividade laboral e do uso produtivo do tempo de lazer; Acesso aos serviços e cuidados em saúde mental. #agradecer #nuncadesista 8 9
  • 6. A composição da Rede por diversos profissionais (conselheiros, profissionais da segurança pública, jornalistas, agentes comunitários de saúde, profissionais da assistência social e da saúde mental) capacitados no tema gera orientação e diretrizes para a comunidade. Nesse sentido, a informação é a melhor ferramenta para ajudar as pessoas que se encontram em situação de risco. O apoio aos sobreviventes é fundamental nesse contexto. Além disso, esses profissionais podem educar a comunidade sobre os sinais de alerta, esclarecer os mitos e fornecer informações e apoio aos que precisam. Por que a equipe de atenção primária em saúde é importante? • Está integrada a uma rede de apoio intersetorial. A proximidade da equipe de saúde da família com a comunidade possibilita a identificação de situações de risco de suicídio. Afinal, a equipe: • Está próxima à comunidade e pode identificar a rede local de apoio; • Constitui a principal porta de entrada para o sistema de saúde;• Oferece cuidado continuado; Por que os profissionais da educação são importantes? A partir de sua convivência com as crianças, adolescentes e famílias, os profissionais da educação têm a possibilidade de identificar situações de vulnerabilidade para o suicídio. O acompanhamento adequado dos jovens permite a percepção dos comportamentos, do contexto social e da integração escolar, que, muitas vezes, não são percebidos dentro da família. O contato direto dos profissionais da educação com os alunos possibilita a criação de momentos de diálogos e fortalecimento de vínculos. Ações realizadas na prevenção ao bullying também contribuem no fortalecimento do ambiente escolar. Por que os serviços da Rede são importantes? #viversempre #vidaspreservadas 10 11
  • 7. Por que é importante informar a comunidade sobre o suicídio? As ações de prevenção envolvem uma série de atividades que vão desde a compreensão do contexto das crianças e adolescentes no cenário familiar até o controle ambiental e monitoramento dos fatores de risco. A população local deve estar atenta aos casos de comportamentos suicidas, por isso as informações são essenciais e devem ser parte vital na prevenção ao suicídio. Afinal, a apropriada disseminação de informações e conscientização sobre a temática são elementos fundamentais para o sucesso dos programas de prevenção. Mitos sobre comportamentos suicidas De acordo com a OMS (2006) os mitos mais comuns são: MITOS VERDADES MITO 1: As pessoas que falam sobre o suicídio não farão mal a si próprias, pois querem apenas chamar a atenção. Isto é FALSO. O profissional deve tomar todas as precauções necessárias sempre que confrontado com um indivíduo que fale de ideação, de intenção ou de um plano suicida. Todas as ameaças de se fazer mal devem ser levadas muito a sério. #cuidareagir #amoravida 12 13
  • 8. MITO 10: As crianças não se suicidam, visto que não entendem que a morte é final e são cognitivamente incapazes de empenhar-se num ato suicida. FALSO As crianças se suicidam e, qualquer gesto, em qualquer idade, deve ser levado muito seriamente. MITO 6: Os indivíduos que tentam ou suicidam-se têm sempre alguma perturbação mental. FALSO Os comportamentos suicidas têm sido associados à depressão, abuso de substâncias, esquizofrenia e outras perturbações mentais, além de aos com- portamentos destrutivos e agressivos. No entanto, esta associação não deve ser sobrestimada. A proporção relativa destas perturbações varia de lugar para lugar e há casos em que nenhuma perturbação mental foi detectada. MITO 7: Falar sobre suicídio é incentivar a ideia de suicídio à pessoa. FALSO Um profissional não causa comporta- mento suicida por perguntar ao individuo se este considera fazer-se mal. Na ver- dade, reconhecer que o estado emocional do indivíduo é real e demonstrar empatia são componentes fundamentais para a redução da ideação suicida. MITO 8: O suicídio só acontece “àqueles outros tipos de pessoas” não a nós. FALSO O suicídio acontece com todos os tipos de pessoas e encontra-se em todos os tipos de sistemas sociais e familiares. MITO 9: Após uma pessoa tentar suicídio uma vez, nunca voltará a tentar novamente. FALSO Na verdade, as tentativas de suicídio são fatores cruciais do suicídio. MITO 2: O suicídio é sempre impulsivo e acontece sem aviso. FALSO Muitos indivíduos suicidas comunicam algum tipo de mensagem verbal ou comportamental sobre as suas ideações da intenção de se fazerem mal. MITO 3: Os indivíduos suicidas querem mesmo morrer ou estão decididos a matar-se. FALSO A maioria das pessoas que se sentem suicidas partilham os seus pensamentos com, pelo menos, uma outra pessoa, ou ligam para uma linha telefônica de emergência ou para um médico, o que constitui prova de ambivalência, e não de empenhamento em se matar. MITO 4: Quando um indivíduo mostra sinais de melhoria ou sobrevive a uma tentativa de suicídio está fora de perigo. FALSO Na verdade, um dos períodos mais perigosos é imediatamente depois da crise, ou quando a pessoa está no hospital, na sequência de uma tentativa. A semana que se segue à alta do hospital é um período durante o qual a pessoa está particularmente fragilizada e em perigo de se fazer mal. A pessoa suicida muitas vezes continua em risco. MITO 5: O suicídio é sempre hereditário. FALSO. Nem todos os suicídios podem ser associados à hereditariedade e estudos conclusivos são limitados. Uma história familiar de suicídio, no entanto, é um fator de risco importante para o comportamento suicida, particularmente em famílias onde a depressão é comum. MITOS VERDADES #defenderavida #escutar 14 15
  • 9. Referências bibliográficas Brasil. Ministério da Saúde: Secretaria de Vigilância em Saúde. Boletim Epidemiológico. Volume 48 N° 30/2017. Organização Mundial da Saúde. Prevenção do suicídio: um manual para profissionais da saúde em atenção primária. Departamento de saúde mental, 2000. Organização Mundial da Saúde. Prevenção do suicídio: um recurso para conselheiros. Departamento de saúde mental e abuso de substâncias, 2006. Organização Mundial da Saúde. National suicide prevention strategies: progress, examples and indicators. Geneva, 2018. Disponível em: https://apps.who.int/iris/bitstream/han dle/10665/279765/9789241515016-eng.pdf?ua=1. Acessado em 08 de abr de 2019. AnotaçõesAtenção O CVV – Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção ao suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente a todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, e-mail, chat e voip 24 horas todos os dias. A ligação para o CVV em parceria com o SUS, por meio do número 188, é gratuita a partir de qualquer linha telefônica fixa ou celular. Também é possível acessar www.cvv.org.br para chat. #valorizar #simpravida 16 17
  • 11. Eixo Monumental, Praça do Buriti, Lote 2, Sede do MPDFT, Brasília-DF, CEP 70.091-900 Telefone: (61) 3343-9500 | www.mpdft.mp.br Ouvidoria MPDFT www.mpdft.mp.br/ouvidoria 127 Missão do MPDFT Promover a justiça, a democracia, a cidadania e a dignidade humana, atuando para transformar em realidade os direitos da sociedade. mpdftmpdftoficial mpdftoficialmpdftoficial