SlideShare uma empresa Scribd logo
UNIVERSIDADE ESTADUAL DA BAHIA
DEPERTAMENTO DE EDUCAÇÃO - CAMPUS XI
CURSO DE PEDAGOGIA
A INSTITUIÇÃO E O PROJETO
EDUCATIVO
SERRINHA
2013
DISCENTES:
ANTONIO CARLOS
GEANE LIMA
JORDANA GOMES
SARAH LIBERATO
PATRICIA NUNES
TAINA SANTOS
THAYANE MAIARA
SERRINHA
2013
A INSTITUIÇÃO E O PROJETO EDUCATIVO
O Referencial Curricular propõe um diálogo com programas e
projetos curriculares de instituições de educação infantil, nos
estados e municípios. Este diálogo supõe atentar para duas
dimensões complementares que possam garantir a efetividade
das propostas:
Condições externas Condições internas
Condições externas
As particularidades de cada proposta curricular devem estar
vinculadas principalmente às características socioculturais da
comunidade na qual a instituição de educação infantil está
inserida e às necessidades e expectativas da população
atendida.
Conhecer bem essa população permite compreender suas reais
condições de vida, possibilitando eleger os temas mais
relevantes para o processo educativo de modo a atender a
diversidade existente em cada grupo social.
o conhecimento das questões específicas de cada região, sejam
elas de ordem econômica, social ou ambiental permite a
elaboração de propostas curriculares mais significativas.
Que algumas crianças sofrem não são questões que
só a instituição de educação infantil pode resolver
isoladamente.
Tem que ser uma ação
conjunta entre os diversos
recursos da comunidade como
as associações civis e os
conselhos de direitos das
crianças,Mas organizações
governamentais e não
governamentais ligadas à
saúde, à assistência, à cultura
etc. pode encaminhar soluções
mais factíveis com a realidade
de cada situação.
A elaboração da proposta curricular de
cada instituição se constitui em um dos
elementos do projeto educativo e deve
ser fruto de um trabalho coletivo que
reúna professores, demais profissionais e
técnicos. Outros aspectos são relevantes
para o bom desenvolvimento do projeto
pedagógico e devem ser considerados,
abrangendo desde o clima institucional,
formas de gestão, passando pela
organização do espaço e do tempo, dos
agrupamentos, seleção e oferta dos
materiais até a parceria com as famílias e
papel do professor.
Condições internas
Condições internas
Ao se pensar em uma proposta curricular deve-se levar
em conta não só o número de horas que a criança passa
na instituição, mas também a idade em que começou a
freqüentá-la e quantos anos terá pela frente.
Muitas instituições de educação infantil têm a tarefa
complexa de receber crianças a qualquer tempo e
idade. É possível, por exemplo, que crianças ingressem
com seis meses, com dois anos ou cinco anos. Esta
especificidade da educação infantil exige uma
flexibilidade em relação às propostas pedagógicas e em
relação aos objetivos educacionais que se pretende
alcançar.
ESPAÇO FÍSICO E RECURSOS MATERIAIS
A estruturação do espaço, a forma
como os materiais estão organizados,
a qualidade e adequação dos mesmos
são elementos essenciais de um
projeto educativo. Espaço físico,
materiais, brinquedos, instrumentos
sonoros e mobiliários não devem ser
vistos como elementos passivos, mas
como componentes ativos do
processo educacional que refletem a
concepção de educação assumida
pela instituição
VERSATILIDADE DO ESPAÇO
O espaço na instituição de educação infantil deve
propiciar condições para que as crianças possam
usufruí-lo em benefício do seu desenvolvimento e
aprendizagem;
Deve ser pensado e rearranjado, considerando as
diferentes necessidades de cada faixa etária, assim
como os diferentes projetos e atividades que estão
sendo desenvolvidos.
Na área externa, há que se
criar espaços lúdicos que
sejam alternativos e
permitam que as crianças
corram, balancem, subam,
desçam e escalem ambientes
diferenciados, pendurem-se,
escorreguem, rolem, joguem
bola, brinquem com água e
areia, escondam se etc.
OS RECURSOS MATERIAIS
Os brinquedos constituem-se,
entre outros, em objetos
privilegiados da educação das
crianças. São objetos que dão
suporte ao brincar e podem ser
das mais diversas origens
materiais, formas, texturas,
tamanho e cor. Podem ser
comprados ou fabricados pelos
professores e pelas próprias
crianças; podem também ter
vida curta, quando inventados e
confeccionados pelas crianças
em determinada brincadeira e
durar várias gerações, quando
transmitidos de pai para filho.
SEGURANÇA DO ESPAÇO E DOS MATERIAIS
É imprescindível o uso de
materiais resistentes, de boa
qualidade e testados pelo
mercado, como vidros e
espelhos resistentes, materiais
elétricos e hidráulicos de
comprovada eficácia e
durabilidade.
Para as crianças circularem com independência no
espaço, é necessário um bom planejamento que garanta
as condições de segurança necessárias.
 É necessária,
também, proteção
adequada em
situações onde exista
possibilidade de
risco, como escadas,
varandas, janelas,
acesso ao exterior
etc. Os brinquedos
devem ser seguros
CRITÉRIOS PARA FORMAÇÃO DE GRUPOS DE CRIANÇAS
As diferenças que caracterizam cada fase de
desenvolvimento são bastante grandes, o que leva, muitas
vezes, as instituições a justificar os agrupamentos
homogêneos por faixa etária.
Esta forma de agrupamento está relacionada muito mais a
uma necessidade do trabalho dos adultos do que às
necessidades da criança.
Tão importante quanto pensar nos agrupamentos por faixa
etária é refletir sobre o número de crianças por grupos e a
proporção de adulto por crianças. Quanto menores as
crianças, mais desaconselhados são os grupos muito grandes,
pois há uma demanda de atendimento individualizado.
ALGUNS OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
• desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais
independente, com confiança em suas capacidades e percepção de suas
limitações;
• estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo aos
poucos a articular seus interesses e pontos de vista com os demais,
respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e
colaboração;
• utilizar as diferentes linguagens (corporal, musical, plástica, oral e
escrita) ajustadas às diferentes intenções e situações de comunicação, de
forma a compreender e ser compreendido, expressar suas idéias,
sentimentos, necessidades e desejos e avançar no seu processo de
construção de significados, enriquecendo cada vez mais sua capacidade
expressiva;
• conhecer algumas manifestações culturais, demonstrando atitudes de
interesse, respeito e participação frente a elas e valorizando a diversidade.
A alegria não chega apenas no
encontro do achado, mas faz parte
do processo da busca. E ensinar e
aprender não pode dar-se fora da
procura, fora da boniteza e da
alegria.
Paulo Freire

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Oficina Jogos e Brincadeiras
Oficina Jogos e BrincadeirasOficina Jogos e Brincadeiras
Oficina Jogos e Brincadeiras
Jaklane Abreu
 
Slides Ludicidade - PNAIC
Slides Ludicidade - PNAICSlides Ludicidade - PNAIC
Slides Ludicidade - PNAIC
Vera Marlize Schröer
 
Dificuldades de aprendizagem slides nº 01
Dificuldades de aprendizagem  slides nº 01Dificuldades de aprendizagem  slides nº 01
Dificuldades de aprendizagem slides nº 01
estudosacademicospedag
 
Organização do Tempo e do Espaço
Organização do Tempo e do EspaçoOrganização do Tempo e do Espaço
Organização do Tempo e do Espaço
Bianca Cunha
 
Escola e família
Escola e famíliaEscola e família
Escola e família
Arethusa Dantas
 
A importancia-da-familia-na-educacao-dos-filhos
A importancia-da-familia-na-educacao-dos-filhosA importancia-da-familia-na-educacao-dos-filhos
A importancia-da-familia-na-educacao-dos-filhos
Michelle Rios
 
Plano de ação setor de psicologia
Plano de ação   setor de psicologiaPlano de ação   setor de psicologia
Plano de ação setor de psicologia
José H B Ramos
 
Família e escola
Família e escolaFamília e escola
Família e escola
Edleuda Maria Costa
 
2. brincadeiras
2. brincadeiras2. brincadeiras
2. brincadeiras
Pactoufba
 
REUNIÃO DE PAIS E MESTRES 2015 - 1º BIMESTRE
REUNIÃO DE PAIS E MESTRES 2015 - 1º BIMESTREREUNIÃO DE PAIS E MESTRES 2015 - 1º BIMESTRE
REUNIÃO DE PAIS E MESTRES 2015 - 1º BIMESTRE
Alex O. da Silva
 
Workshop emoções e afetos na educação
Workshop emoções e afetos na educaçãoWorkshop emoções e afetos na educação
Workshop emoções e afetos na educação
Anaí Peña
 
Mensagem para os pais
Mensagem para os paisMensagem para os pais
Mensagem para os pais
Auxiliadora Vasconcelos
 
Alfabetização e jogos
Alfabetização e jogosAlfabetização e jogos
Alfabetização e jogos
Marlete Outeiro
 
Funções executivas e aprendizagem
Funções executivas e aprendizagemFunções executivas e aprendizagem
Funções executivas e aprendizagem
Lucimary Bezerra Florentino A
 
Apresentação da equipe de apoio da UNIEB
Apresentação da equipe de apoio da UNIEBApresentação da equipe de apoio da UNIEB
Apresentação da equipe de apoio da UNIEB
Anaí Peña
 
A família e a escola na formação integral
A família e a escola na formação integralA família e a escola na formação integral
A família e a escola na formação integral
Dianaricardo28
 
A importância da Família no Processo de Educar
A importância da Família no Processo de EducarA importância da Família no Processo de Educar
A importância da Família no Processo de Educar
Claudia Dutra
 
Desenvolvimento de Habilidades Sociemocionais nos professores
Desenvolvimento de Habilidades Sociemocionais nos professores Desenvolvimento de Habilidades Sociemocionais nos professores
Desenvolvimento de Habilidades Sociemocionais nos professores
Flavio Santos
 
O papel da escola e suas demandas sociais
O papel da escola e suas demandas sociaisO papel da escola e suas demandas sociais
O papel da escola e suas demandas sociais
Loureni Reis
 
Habilidades sociais oficina apostila-pdf
Habilidades sociais oficina   apostila-pdfHabilidades sociais oficina   apostila-pdf
Habilidades sociais oficina apostila-pdf
Anaí Peña
 

Mais procurados (20)

Oficina Jogos e Brincadeiras
Oficina Jogos e BrincadeirasOficina Jogos e Brincadeiras
Oficina Jogos e Brincadeiras
 
Slides Ludicidade - PNAIC
Slides Ludicidade - PNAICSlides Ludicidade - PNAIC
Slides Ludicidade - PNAIC
 
Dificuldades de aprendizagem slides nº 01
Dificuldades de aprendizagem  slides nº 01Dificuldades de aprendizagem  slides nº 01
Dificuldades de aprendizagem slides nº 01
 
Organização do Tempo e do Espaço
Organização do Tempo e do EspaçoOrganização do Tempo e do Espaço
Organização do Tempo e do Espaço
 
Escola e família
Escola e famíliaEscola e família
Escola e família
 
A importancia-da-familia-na-educacao-dos-filhos
A importancia-da-familia-na-educacao-dos-filhosA importancia-da-familia-na-educacao-dos-filhos
A importancia-da-familia-na-educacao-dos-filhos
 
Plano de ação setor de psicologia
Plano de ação   setor de psicologiaPlano de ação   setor de psicologia
Plano de ação setor de psicologia
 
Família e escola
Família e escolaFamília e escola
Família e escola
 
2. brincadeiras
2. brincadeiras2. brincadeiras
2. brincadeiras
 
REUNIÃO DE PAIS E MESTRES 2015 - 1º BIMESTRE
REUNIÃO DE PAIS E MESTRES 2015 - 1º BIMESTREREUNIÃO DE PAIS E MESTRES 2015 - 1º BIMESTRE
REUNIÃO DE PAIS E MESTRES 2015 - 1º BIMESTRE
 
Workshop emoções e afetos na educação
Workshop emoções e afetos na educaçãoWorkshop emoções e afetos na educação
Workshop emoções e afetos na educação
 
Mensagem para os pais
Mensagem para os paisMensagem para os pais
Mensagem para os pais
 
Alfabetização e jogos
Alfabetização e jogosAlfabetização e jogos
Alfabetização e jogos
 
Funções executivas e aprendizagem
Funções executivas e aprendizagemFunções executivas e aprendizagem
Funções executivas e aprendizagem
 
Apresentação da equipe de apoio da UNIEB
Apresentação da equipe de apoio da UNIEBApresentação da equipe de apoio da UNIEB
Apresentação da equipe de apoio da UNIEB
 
A família e a escola na formação integral
A família e a escola na formação integralA família e a escola na formação integral
A família e a escola na formação integral
 
A importância da Família no Processo de Educar
A importância da Família no Processo de EducarA importância da Família no Processo de Educar
A importância da Família no Processo de Educar
 
Desenvolvimento de Habilidades Sociemocionais nos professores
Desenvolvimento de Habilidades Sociemocionais nos professores Desenvolvimento de Habilidades Sociemocionais nos professores
Desenvolvimento de Habilidades Sociemocionais nos professores
 
O papel da escola e suas demandas sociais
O papel da escola e suas demandas sociaisO papel da escola e suas demandas sociais
O papel da escola e suas demandas sociais
 
Habilidades sociais oficina apostila-pdf
Habilidades sociais oficina   apostila-pdfHabilidades sociais oficina   apostila-pdf
Habilidades sociais oficina apostila-pdf
 

Destaque

Espaços Da Educação Infantil
Espaços Da Educação InfantilEspaços Da Educação Infantil
Espaços Da Educação Infantil
Paulo Fochi
 
Org do tempo e espaço
Org do tempo e espaçoOrg do tempo e espaço
Org do tempo e espaço
Fabiola Sampaio
 
Rotina escolar
Rotina escolarRotina escolar
Rotina escolar
Anaí Peña
 
Rotinas na Educação Infantil
Rotinas na Educação InfantilRotinas na Educação Infantil
Rotinas na Educação Infantil
Blogdiipa
 
2 formacao de professores e curriculo
2 formacao de professores e curriculo2 formacao de professores e curriculo
2 formacao de professores e curriculo
Ramises Terceiro Salvador
 
Rotina da educação infantil
Rotina da educação infantilRotina da educação infantil
Rotina da educação infantil
Dennyse Azevedo
 
Rotina 2013
Rotina 2013Rotina 2013
Rotina 2013
Katia CA Souza
 
Formação de professores
Formação de professores Formação de professores
Formação de professores
Jose Rodriguez
 
Jardim de infância como espaço educativo..........
Jardim de infância como espaço educativo..........Jardim de infância como espaço educativo..........
Jardim de infância como espaço educativo..........
Sara Fonseca
 
EDUCAÇÃO INFANTIL
EDUCAÇÃO INFANTILEDUCAÇÃO INFANTIL
EDUCAÇÃO INFANTIL
Roshelly Milanez
 
Como formar os grupos áulicos (1)
Como formar os grupos áulicos (1)Como formar os grupos áulicos (1)
Como formar os grupos áulicos (1)
Carla Fernanda Matté Marengo
 
4 planejamento
4   planejamento4   planejamento
4 planejamento
Yona Rolc
 
Apresentação dayrla 2
Apresentação dayrla 2Apresentação dayrla 2
Apresentação dayrla 2
dayrla
 
Políticas públicas de formação docente e a ação pedagógica no ensino superior
Políticas públicas de formação docente e a ação pedagógica no ensino superiorPolíticas públicas de formação docente e a ação pedagógica no ensino superior
Políticas públicas de formação docente e a ação pedagógica no ensino superior
Solange Soares
 
Os 35 lugares abandonados mais bonitos do mundo
Os 35 lugares abandonados mais bonitos do mundoOs 35 lugares abandonados mais bonitos do mundo
Os 35 lugares abandonados mais bonitos do mundo
Pelo Siro
 
Oficina CBC
Oficina CBCOficina CBC
Oficina CBC
moreiradiego
 
Oficina CBC
Oficina CBC Oficina CBC
Oficina CBC
Alexandre Lopes
 
Reunião PA/ CP - junho
Reunião PA/ CP - junhoReunião PA/ CP - junho
Reunião PA/ CP - junho
dayse
 
Seminario infancia
Seminario infanciaSeminario infancia
Seminario infancia
Julhinha Camara
 
natureza
natureza natureza
natureza
izacastelinho
 

Destaque (20)

Espaços Da Educação Infantil
Espaços Da Educação InfantilEspaços Da Educação Infantil
Espaços Da Educação Infantil
 
Org do tempo e espaço
Org do tempo e espaçoOrg do tempo e espaço
Org do tempo e espaço
 
Rotina escolar
Rotina escolarRotina escolar
Rotina escolar
 
Rotinas na Educação Infantil
Rotinas na Educação InfantilRotinas na Educação Infantil
Rotinas na Educação Infantil
 
2 formacao de professores e curriculo
2 formacao de professores e curriculo2 formacao de professores e curriculo
2 formacao de professores e curriculo
 
Rotina da educação infantil
Rotina da educação infantilRotina da educação infantil
Rotina da educação infantil
 
Rotina 2013
Rotina 2013Rotina 2013
Rotina 2013
 
Formação de professores
Formação de professores Formação de professores
Formação de professores
 
Jardim de infância como espaço educativo..........
Jardim de infância como espaço educativo..........Jardim de infância como espaço educativo..........
Jardim de infância como espaço educativo..........
 
EDUCAÇÃO INFANTIL
EDUCAÇÃO INFANTILEDUCAÇÃO INFANTIL
EDUCAÇÃO INFANTIL
 
Como formar os grupos áulicos (1)
Como formar os grupos áulicos (1)Como formar os grupos áulicos (1)
Como formar os grupos áulicos (1)
 
4 planejamento
4   planejamento4   planejamento
4 planejamento
 
Apresentação dayrla 2
Apresentação dayrla 2Apresentação dayrla 2
Apresentação dayrla 2
 
Políticas públicas de formação docente e a ação pedagógica no ensino superior
Políticas públicas de formação docente e a ação pedagógica no ensino superiorPolíticas públicas de formação docente e a ação pedagógica no ensino superior
Políticas públicas de formação docente e a ação pedagógica no ensino superior
 
Os 35 lugares abandonados mais bonitos do mundo
Os 35 lugares abandonados mais bonitos do mundoOs 35 lugares abandonados mais bonitos do mundo
Os 35 lugares abandonados mais bonitos do mundo
 
Oficina CBC
Oficina CBCOficina CBC
Oficina CBC
 
Oficina CBC
Oficina CBC Oficina CBC
Oficina CBC
 
Reunião PA/ CP - junho
Reunião PA/ CP - junhoReunião PA/ CP - junho
Reunião PA/ CP - junho
 
Seminario infancia
Seminario infanciaSeminario infancia
Seminario infancia
 
natureza
natureza natureza
natureza
 

Semelhante a O espaço na educação infantl

Parâmetros curriculares nacionais adaptações curriculares
Parâmetros curriculares nacionais adaptações curricularesParâmetros curriculares nacionais adaptações curriculares
Parâmetros curriculares nacionais adaptações curriculares
Solange Das Graças Seno
 
Parâmetros curriculares nacionais adaptações curriculares
Parâmetros curriculares nacionais adaptações curricularesParâmetros curriculares nacionais adaptações curriculares
Parâmetros curriculares nacionais adaptações curriculares
Solange Das Graças Seno
 
Slide "As especificidades da ação pedagógica com bebês" Pós Graduação
Slide "As especificidades da ação pedagógica com bebês" Pós Graduação Slide "As especificidades da ação pedagógica com bebês" Pós Graduação
Slide "As especificidades da ação pedagógica com bebês" Pós Graduação
Educação Infantil
 
Parametro de QLDD
Parametro de QLDDParametro de QLDD
Parametro de QLDD
Instituto Consciência GO
 
Diretrizes curriculares nacionais para educação infantil
Diretrizes curriculares nacionais para educação infantilDiretrizes curriculares nacionais para educação infantil
Diretrizes curriculares nacionais para educação infantil
EMEI Julio Alves Pereira
 
Projeto brincadeira de criança
Projeto brincadeira de criançaProjeto brincadeira de criança
Projeto brincadeira de criança
danizinha_blog
 
29 dezembro a relatório de investigação
29 dezembro a relatório de investigação29 dezembro a relatório de investigação
29 dezembro a relatório de investigação
SimoneHelenDrumond
 
Trabalho 2 ok natureza e cultura conhecimentos e saberes
Trabalho 2 ok natureza e cultura conhecimentos e saberesTrabalho 2 ok natureza e cultura conhecimentos e saberes
Trabalho 2 ok natureza e cultura conhecimentos e saberes
SimoneHelenDrumond
 
Oppi
OppiOppi
Direitos de aprendizagem fundamentos legais
Direitos de aprendizagem fundamentos legaisDireitos de aprendizagem fundamentos legais
Direitos de aprendizagem fundamentos legais
Daniela Menezes
 
Orientações professor
 Orientações professor Orientações professor
Orientações professor
gabriellehdasilva
 
Projecto Curricular
Projecto CurricularProjecto Curricular
Projecto Curricular
Traquinas em Linha, lda
 
Metodologia de ensino Colegio Nossa senhora de Osasco
Metodologia de ensino Colegio Nossa senhora de OsascoMetodologia de ensino Colegio Nossa senhora de Osasco
Metodologia de ensino Colegio Nossa senhora de Osasco
lourivalcaburite
 
RCNEI.pdf
RCNEI.pdfRCNEI.pdf
RCNEI.pdf
karlliny martins
 
Apresentação currículo
Apresentação currículoApresentação currículo
Apresentação currículo
Ronaldo Obaski
 
Thaynara e vanuza
Thaynara e vanuzaThaynara e vanuza
Thaynara e vanuza
Fernando Pissuto
 
Recnei ed. inf.
Recnei ed. inf.Recnei ed. inf.
Recnei ed. inf.
Elisa Maria Gomide
 
Unidade 3
Unidade 3Unidade 3
Unidade 3
guest3b31a4
 
Diretriz municipal da_educação_infantil
Diretriz municipal da_educação_infantilDiretriz municipal da_educação_infantil
Diretriz municipal da_educação_infantil
Ronaldo Obaski
 
Proposta do infantil ll educação infantil
Proposta do infantil ll   educação infantilProposta do infantil ll   educação infantil
Proposta do infantil ll educação infantil
Rosemary Batista
 

Semelhante a O espaço na educação infantl (20)

Parâmetros curriculares nacionais adaptações curriculares
Parâmetros curriculares nacionais adaptações curricularesParâmetros curriculares nacionais adaptações curriculares
Parâmetros curriculares nacionais adaptações curriculares
 
Parâmetros curriculares nacionais adaptações curriculares
Parâmetros curriculares nacionais adaptações curricularesParâmetros curriculares nacionais adaptações curriculares
Parâmetros curriculares nacionais adaptações curriculares
 
Slide "As especificidades da ação pedagógica com bebês" Pós Graduação
Slide "As especificidades da ação pedagógica com bebês" Pós Graduação Slide "As especificidades da ação pedagógica com bebês" Pós Graduação
Slide "As especificidades da ação pedagógica com bebês" Pós Graduação
 
Parametro de QLDD
Parametro de QLDDParametro de QLDD
Parametro de QLDD
 
Diretrizes curriculares nacionais para educação infantil
Diretrizes curriculares nacionais para educação infantilDiretrizes curriculares nacionais para educação infantil
Diretrizes curriculares nacionais para educação infantil
 
Projeto brincadeira de criança
Projeto brincadeira de criançaProjeto brincadeira de criança
Projeto brincadeira de criança
 
29 dezembro a relatório de investigação
29 dezembro a relatório de investigação29 dezembro a relatório de investigação
29 dezembro a relatório de investigação
 
Trabalho 2 ok natureza e cultura conhecimentos e saberes
Trabalho 2 ok natureza e cultura conhecimentos e saberesTrabalho 2 ok natureza e cultura conhecimentos e saberes
Trabalho 2 ok natureza e cultura conhecimentos e saberes
 
Oppi
OppiOppi
Oppi
 
Direitos de aprendizagem fundamentos legais
Direitos de aprendizagem fundamentos legaisDireitos de aprendizagem fundamentos legais
Direitos de aprendizagem fundamentos legais
 
Orientações professor
 Orientações professor Orientações professor
Orientações professor
 
Projecto Curricular
Projecto CurricularProjecto Curricular
Projecto Curricular
 
Metodologia de ensino Colegio Nossa senhora de Osasco
Metodologia de ensino Colegio Nossa senhora de OsascoMetodologia de ensino Colegio Nossa senhora de Osasco
Metodologia de ensino Colegio Nossa senhora de Osasco
 
RCNEI.pdf
RCNEI.pdfRCNEI.pdf
RCNEI.pdf
 
Apresentação currículo
Apresentação currículoApresentação currículo
Apresentação currículo
 
Thaynara e vanuza
Thaynara e vanuzaThaynara e vanuza
Thaynara e vanuza
 
Recnei ed. inf.
Recnei ed. inf.Recnei ed. inf.
Recnei ed. inf.
 
Unidade 3
Unidade 3Unidade 3
Unidade 3
 
Diretriz municipal da_educação_infantil
Diretriz municipal da_educação_infantilDiretriz municipal da_educação_infantil
Diretriz municipal da_educação_infantil
 
Proposta do infantil ll educação infantil
Proposta do infantil ll   educação infantilProposta do infantil ll   educação infantil
Proposta do infantil ll educação infantil
 

O espaço na educação infantl

  • 1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DA BAHIA DEPERTAMENTO DE EDUCAÇÃO - CAMPUS XI CURSO DE PEDAGOGIA A INSTITUIÇÃO E O PROJETO EDUCATIVO SERRINHA 2013
  • 2. DISCENTES: ANTONIO CARLOS GEANE LIMA JORDANA GOMES SARAH LIBERATO PATRICIA NUNES TAINA SANTOS THAYANE MAIARA SERRINHA 2013
  • 3. A INSTITUIÇÃO E O PROJETO EDUCATIVO O Referencial Curricular propõe um diálogo com programas e projetos curriculares de instituições de educação infantil, nos estados e municípios. Este diálogo supõe atentar para duas dimensões complementares que possam garantir a efetividade das propostas: Condições externas Condições internas
  • 4. Condições externas As particularidades de cada proposta curricular devem estar vinculadas principalmente às características socioculturais da comunidade na qual a instituição de educação infantil está inserida e às necessidades e expectativas da população atendida. Conhecer bem essa população permite compreender suas reais condições de vida, possibilitando eleger os temas mais relevantes para o processo educativo de modo a atender a diversidade existente em cada grupo social. o conhecimento das questões específicas de cada região, sejam elas de ordem econômica, social ou ambiental permite a elaboração de propostas curriculares mais significativas.
  • 5. Que algumas crianças sofrem não são questões que só a instituição de educação infantil pode resolver isoladamente.
  • 6. Tem que ser uma ação conjunta entre os diversos recursos da comunidade como as associações civis e os conselhos de direitos das crianças,Mas organizações governamentais e não governamentais ligadas à saúde, à assistência, à cultura etc. pode encaminhar soluções mais factíveis com a realidade de cada situação.
  • 7. A elaboração da proposta curricular de cada instituição se constitui em um dos elementos do projeto educativo e deve ser fruto de um trabalho coletivo que reúna professores, demais profissionais e técnicos. Outros aspectos são relevantes para o bom desenvolvimento do projeto pedagógico e devem ser considerados, abrangendo desde o clima institucional, formas de gestão, passando pela organização do espaço e do tempo, dos agrupamentos, seleção e oferta dos materiais até a parceria com as famílias e papel do professor. Condições internas
  • 8. Condições internas Ao se pensar em uma proposta curricular deve-se levar em conta não só o número de horas que a criança passa na instituição, mas também a idade em que começou a freqüentá-la e quantos anos terá pela frente. Muitas instituições de educação infantil têm a tarefa complexa de receber crianças a qualquer tempo e idade. É possível, por exemplo, que crianças ingressem com seis meses, com dois anos ou cinco anos. Esta especificidade da educação infantil exige uma flexibilidade em relação às propostas pedagógicas e em relação aos objetivos educacionais que se pretende alcançar.
  • 9. ESPAÇO FÍSICO E RECURSOS MATERIAIS A estruturação do espaço, a forma como os materiais estão organizados, a qualidade e adequação dos mesmos são elementos essenciais de um projeto educativo. Espaço físico, materiais, brinquedos, instrumentos sonoros e mobiliários não devem ser vistos como elementos passivos, mas como componentes ativos do processo educacional que refletem a concepção de educação assumida pela instituição
  • 10. VERSATILIDADE DO ESPAÇO O espaço na instituição de educação infantil deve propiciar condições para que as crianças possam usufruí-lo em benefício do seu desenvolvimento e aprendizagem; Deve ser pensado e rearranjado, considerando as diferentes necessidades de cada faixa etária, assim como os diferentes projetos e atividades que estão sendo desenvolvidos.
  • 11. Na área externa, há que se criar espaços lúdicos que sejam alternativos e permitam que as crianças corram, balancem, subam, desçam e escalem ambientes diferenciados, pendurem-se, escorreguem, rolem, joguem bola, brinquem com água e areia, escondam se etc.
  • 12. OS RECURSOS MATERIAIS Os brinquedos constituem-se, entre outros, em objetos privilegiados da educação das crianças. São objetos que dão suporte ao brincar e podem ser das mais diversas origens materiais, formas, texturas, tamanho e cor. Podem ser comprados ou fabricados pelos professores e pelas próprias crianças; podem também ter vida curta, quando inventados e confeccionados pelas crianças em determinada brincadeira e durar várias gerações, quando transmitidos de pai para filho.
  • 13. SEGURANÇA DO ESPAÇO E DOS MATERIAIS É imprescindível o uso de materiais resistentes, de boa qualidade e testados pelo mercado, como vidros e espelhos resistentes, materiais elétricos e hidráulicos de comprovada eficácia e durabilidade. Para as crianças circularem com independência no espaço, é necessário um bom planejamento que garanta as condições de segurança necessárias.
  • 14.  É necessária, também, proteção adequada em situações onde exista possibilidade de risco, como escadas, varandas, janelas, acesso ao exterior etc. Os brinquedos devem ser seguros
  • 15. CRITÉRIOS PARA FORMAÇÃO DE GRUPOS DE CRIANÇAS As diferenças que caracterizam cada fase de desenvolvimento são bastante grandes, o que leva, muitas vezes, as instituições a justificar os agrupamentos homogêneos por faixa etária. Esta forma de agrupamento está relacionada muito mais a uma necessidade do trabalho dos adultos do que às necessidades da criança. Tão importante quanto pensar nos agrupamentos por faixa etária é refletir sobre o número de crianças por grupos e a proporção de adulto por crianças. Quanto menores as crianças, mais desaconselhados são os grupos muito grandes, pois há uma demanda de atendimento individualizado.
  • 16. ALGUNS OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL • desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações; • estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo aos poucos a articular seus interesses e pontos de vista com os demais, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração; • utilizar as diferentes linguagens (corporal, musical, plástica, oral e escrita) ajustadas às diferentes intenções e situações de comunicação, de forma a compreender e ser compreendido, expressar suas idéias, sentimentos, necessidades e desejos e avançar no seu processo de construção de significados, enriquecendo cada vez mais sua capacidade expressiva; • conhecer algumas manifestações culturais, demonstrando atitudes de interesse, respeito e participação frente a elas e valorizando a diversidade.
  • 17. A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria. Paulo Freire