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OBJETIVOS

1. Refletir sobre a organização do tempo e do espaço
   escolar como categorias importantes e constitutivas da
   prática pedagógica.
2. Compreender quer o tempo e o espaço são categorias
   construídas cultura e historicamente e que sofrem
   interferências em diferentes épocas e contextos.
3. Perceber que as diferentes formas de organização do
   tempo e do espaço escolar refletem diferentes
   concepções de ensino.
4. Conhecer aspectos relevantes das propostas educativas
   atuais que preconizam novas formas de organizar e
   conceber o tempo e o espaço na escola.
Cortar o tempo

Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.

Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no
limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar
e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra
vez, com outro número e outra vontade de acreditar
que daqui pra diante vai ser diferente
                                         DRUMMOND
Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o
propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e
tempo de arrancar o que se plantou;
Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo
de edificar;
Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de
dançar;
Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo
de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;
Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e
tempo de lançar fora;
Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e
tempo de falar;
Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de
paz.

                                                Eclesiastes 3:1-8
Assim como na vida, na
escola, bem como qualquer
        outra instituição
    social, ocorrem diversas
  práticas de organização do
   tempo e do espaço como
 forma de ordenamento das
relações estabelecidas entre
    diferentes atores e suas
             práticas.
A organização do tempo e dos
espaços impõem regras, valores
      e condutas que são
  interiorizadas pelos sujeitos
    envolvidos no processo
          educacional.
           Nesta perspectiva, a cultura escolar
           com seus rituais e normas regulam
                   os tempos infantis
             estabelecendo, por exemplo, o
           tempo de brincar e formas de viver
             e conviver no espaço educativo
Configura-se em um
  conjunto de normas que
 definem conhecimentos a
 ensinar e com condutas a
inculcar, e um conjunto de
  práticas que permitem a
        transmissão de
       conhecimentos e
     incorporação desses
 comportamentos: normas
  e práticas coordenadas a
   finalidades que podem
   variar segundo épocas.
 (Dominique e Julia (2001)
Atualmente, existem      Colocam em xeque antigas
  diversas propostas     organizações temporais e do
   educacionais que                  espaço
defendem novas formas     escolar, descaracterizando:
de organizar o tempo e
   o espaço escolar:     A ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA
                                 SERIADA
  SISTEMA DE CICLOS
                         PADRONIZAÇÃO DO ENSINO
EDUCAÇÃO INCLUSIVA
                          PROGRAMAS DE ENSINO
 EDUCAÇÃO INTEGRAL          PRÉ-ESTABELECIDOS

                            SALAS HOMOGÊNEAS
ESCOLAS
                   GRADUADAS OU
                     SERIADAS


 PROPOSTAS ATUAIS DE
  FLEXIBILIZAÇÃO DO
TEMPO E DO ESPAÇO NA
    ORGANIZAÇÃO
     PEDAGÓGICA
A LÓGICA DAS
     ESCOLAS
     GRADUADAS
     OU SERIADAS


    ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
RÍGIDA, RITUALISTA, PADRONIZADA,
   VOLTADA PARA A DISCIPLINA E
  NORMALIZAÇÃO DOS CORPPOS
 INFANTIS, COM PREDOMÍNIO DE
CONHECIMENTOS FRAGMENTADOS
  QUE POUCO DIALOGAM COM O
CONTEXTO CULTURAL DOA ALUNOS
1. Implantada no Brasil, em 1894
2. Institucionalização dos grupos
   escolares
          2. Alterações no ensino público
             primário
          3. Remodelação das práticas
             de ensino.
          4. Nova configuração do tempo
             e espaços escolares
Por meio da escola seriada ou
graduada é que se configurou, no
      campo educacional, a
 institucionalização dos Grupos
            Escolares.
• Dias letivos
• Duração das aulas
• Recreio
• Salas de aulas
• Distribuição dos móveis, quadro, giz
• Corredores, muros, pátios
• Ensino simultâneo
• Agrupamentos de alunos em classes
• Nivelamento por idade e conhecimento das crianças.
•Tempo de frequência e permanência na escola
• Jornada escolar: 20 h semanais, 200 dias
letivos, férias, etc.
Para compreendermos as mudanças
       ocorridas a partir do processo de
   implantação dos GRUPOS ESCOLARES é
      preciso entender o movimento de
institucionalização dessa modalidade escolar
  no Brasil que produziu e consolidou uma
   FORMA ESCOLAR de educação com sua
 organização específica dos saberes, tempos
                  e espaços.
Caracteriza-se por um conjunto coerente de
traços, entre eles e, primeiramente, a
constituição de um universo separado para
a infância.

      • A importância das regras na aprendizagem
      • A organização racional do tempo.
      • A multiplicação e a repetição de exercícios
SÉCULO XIX – INICIA-SE, NOS PAISES UM PROCESSO DE
CONSOLIDAÇÃO E EXPANSÃO DOS SISTEMAS ESCOLARES ESTATAIS
MODERNOS E A ESCOLA TORNA-SE UMA INSTITUIÇÃO DE GRANDE
RELEVÂNCIA POLÍTICA E SOCIAL.

              NO BRASIL, COM A IMPLANTAÇÃO DO REGIME
              REPUBLICANO, INTENSIFICOU-SE O MOVIMENTO DE
              RENOVAÇÃO DA EDUCAÇÃO – CRENÇA NA
              REGENERAÇÃO NACIONAL POR MEIO ESCOLA


                        PRODUZIR UM NOVO
                     CIDADÃO CAPAZ DE SUPERAR
                       OS ATRASOS DO IMPÉRIO
INSTITUIÇÕES MODELARESNO QUAIS , FINALMENTE, A
INSTRUÇÃO REALIZAR-SE-IA “NUMA ÚNICA E AUTORIZADA
INSTITUIÇÃO, NUM MESMO TEMPO ESCOLAR, COMO EDUCAÇÃO
ESCOLAR”
ESCOLA ISOLADA
Não havia preocupação rígida com a
organização do tempo

O espaço, era, geralmente, os lares
onde as pessoas residiam.

Organizava-se sob um tempo
aleatório, mais flexível e marcado pelo
ritmo de aprendizagem do aluno ou
livre decisão do professor
ESCOLA GRADUADA
   Modalidade de Ensino com características peculiares:
     Classes homogêneas
     Ensino simultâneo e concêntrico
     Classificação uniforme
     Programas de Ensino
     Estabelecimento da jornada escolar
     Divisão anula e diárias das lições e atividades
     Salas de aula em um mesmo edifício-escola
     Uniformização        e       graduação        dos
conteúdos, distribuídos gradualmente, nos 04 anos
do curso primário
O ensino simultâneo se consolida com a implantação dos Grupos Escolares
                                       O ensino simultâneo configura-se em
                                           uma proposta de organização
                                      educacional que preconizava o controle
                                         do tempo, supunha a existência de
                                       espaços adequados, escolas com salas
                                           espaçosas, materiais escolares
                                       específicos e livros iguais para que os
                                            alunos reunidos, de maneira
                                              homogênea, recebessem
                                        simultaneamente as mesmas lições.
A FORMA DE CONCEBER E DE ORGANIZAR O TEMPO E O ESPAÇO NA
   EDUCAÇÃO INFANTIL INTERFERE NA FORMAÇÃO DAS NOVAS
          GERAÇÕES E NAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS.




      NO DECORRER DO XIX É QUE ACONTECEU A CRIAÇÃO DE
 INSTITUIÇÕES ESPECÍFICAS PARA O ATENDIMENTO ASSISTENCIAL E
                 EDUCACIONAL DAS CRIANÇAS.
O SURGIMENTO VEM A PARTIR DO RECONHECIMENTO DA
      INFÂNCIA COMO GRUPO ETÁRIO E DA NECESSIDADE DE
    RECOLHER E EDUCAR CRIANÇAS TIDAS COMO INDESEJADAS E
                       ABANDONADAS




  NO BRASIL, AS PRIMEIRAS CRECHES SURGEM COMO UM MAL
  NECESSÁRIO, COM O OBJETIVO DE MINIMIZAR OS ÍNDICES DE
  MORTALIDADE INFANTIL, ATENDER MÃES SOLTEIRAS, REALIAR
EDUCAÇÃO MORAL DAS FAMÍAS - COM UM CARATER ASSISTENCIAL.
NO QUE SE REFERE A ORGANIZAÇÃO DO TEMPO E DO ESPAÇO
        NAS CRECHES E PRÉ ESCOLAS É POSSÍVEL PERCEBER
      ELEMENTOS SEMELHANTES COM A ESCOLA GRADUADA.




         SEPARAÇÃO POR FAIXA ETÁRIA E POR NÍVEL DE
DESENVOLVIMENTO, CONTEÚDOS ESPECÍFICOS, CURRÍCULO PRÓPRIO
 PARA CADA FAIXA ETÁRIA, CONTROLE E VIGILÂNCIA DOS CORPOS E
    RITMOS , ESTRUTURAÇÃO DA SUBJETIVIDADE DA CRIANÇA.
NA ATUALIDADE, COM A CONSTITUIÇÃO DE 1988, SURGE UMA
   NOVA CONCEPÇÃO DE CRIANÇA COMO SUJEITO DE DIREITOS E
    A LDB QUE ESTABELECE A EDUCAÇÃO INFANTIL COMO UM
              DOS NÍVEIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA




   SURGEM PERSPECTIVAS EDUCACIONAIS QUE DEFENDEM UM
PROPOSTA PEDAGÓGICA QUE ENTENDA O ESPAÇO E O TEMPO COMO
       ELEMENTOS QUE AMPLIEM AS POSSIBILIDADES DE
   INTERAÇÃO, APRENDIZAGEM, ALEGRIA E VIDA E NÃO COMO
   ELEMENTOS QUE LIMITAM O DESENVOLVIMENTO INFANTIL.
NO ENTANTO, A ESCOLA NÃO CONSEGUIU MODIFICAR A SUA
        BASE ESTRUTURAL MANTENDO A LÓGICA DA ESCOLA
                         GRADUADA.




E OS DESDOBRAMENTOS DECORRENTES DA MESMA SÃO A EXCLUSÃO
SOCIAL E EDUCACIONAL EM FUNÇÃO DE UMA PRÁTICA BASEADA NOA
 HOMOGENIZAÇÃO DISSIMULANDO DIFERENÇAS E DESIGUALDADES
  SOCIAIS E DESRESPEITANDO AS INDIVIDUALIDADES DOS ALUNOS.
É PRECISO CONSIDERAR A
   FORÇA DA CULTURA
ESCOLAR QUE CONFORMA
MODOS DE PENSAR E AGIR
   NOS SUJEITOS QUE
    DETERMINAM AS
PRÁTICAS EDUCACIONAIS.
ASPECTOS QUE DEVEM SER CONSIDERADOS NO USO DO
    ESPAÇO E DO TEMPO NA EDUCAÇÃO INFANTIL:

          01. PROCESSOS DE ADAPTAÇÃO
          02. DESENVOLVIMENTO INFANTIL
          03. ESPAÇO E ROTINA
          04. ATENÇÃO AOS SENTIDOS,
          IMAGINAÇÃO, MEMÓRIA E PENSAMENTO
          DA CRIANÇA
          05. MULTIPLAS HABILIDADES E
          SENSAÇÕES
          06. MEDIAÇÃO CULTURAL, COGNITIVA
          07. ESQUEMAS MOTORES
          08. EXPERIÊNCIAS FÍSICAS, SENSORIAIS E
          RELACIONAIS
A ORDENAÇÃO DO
     TEMPO TRAZ
  REGULARIDADES E
    RITMO A VIDA
 CONTEMPORÂNEA E
    ESTRUTURA AS
 RELAÇÕES ENTRE OS
TEMPOS SOCIAIS E OS
 TEMPOS ESCOLARES
A TEMPORALIDADE E A ESPACIALIDADE
 INTERFEREM DIRETAMENTE NA FORMAÇÃO
DOS MODOS DE PENSAR E AGIR DAS PESSOAS.
        A ESCOLA IMPÕE HÁBITOS DE
 PONTUALIDADE, ORDEM, APROVEITAMENTO
     EDISCIPLINA MAIS RÍGIDOS OU MAIS
 FLEXÍVEIS, DEPENDENDO DE COMOSE USA O
TEMPO, SE ORGANIZA O ESPAÇO ESCOLAR E SE
           CONCEBE A EDUCAÇÃO.
A ORGANIZAÇÃO DO TEMPO E DO ESPAÇO ESCOLAR ESCOLAR SÃO
CATEGORIAS CONSTRUIDAS HISTÓRICA E CULTURALMENTE
E, PORTANTO SOFREM INTERFERÊNCIAS E MODIFICAÇÕES EM
DIFERENTES ÉPOCAS E CONTEXTOS


AS DIFERENTES FORMAS DE CONCEBER A ORGANIZAÇÃO DO TEMPO
E DO ESPAÇO ESCOLAR INFLUENCIAM DIRETAMENTE NOS
RESULTADOS DA AÇÃO EDUCATIVA E NO PROCESSO DE FORMAÇÃO
DAS NOVAS GERAÇÕES.


 NA CONTEMPORANEIDADE, A LUTA POR UMA ESCOLA DE
 MOCRÁTICA, QUE ATENDA A TODOS, TEM LEVADO DIVERSOS
 SEGMENTOS SOCIAIS A DISCUTIR E PROPOR NOVOS PARADIGMAS
 PARA A EDUCAÇÃO, NUMA PERSPECTIVA CRÍTICO-SOCIAL.
SISTEMA DE CICLOS

EDUCAÇÃO
INCLUSIVA

ESCOLA DE TEMPO
INTEGRAL
A ORGANIZAÇÃO DO TEMPO E DO ESPAÇO
    EDUCACIONAL ADQUIRE UMA IMPORTÂNCIA
    FUNDAMENTAL PORQUE ESSES ELEMESNTOS
REFLETEM PRINCÍPIOS PEDAGÓGICOS, ENGENDRADOS
     POR MÚLTIPLOS INTERESSES MANIFESTOS E
OCULTOS, QUE PODEM AFETAR A VIDA DOS SUJEITOS
   ESCOLARES, GERANDO INCLUSÕES E EXCLUSÕES
                    SOCIAIS.
                     NESSE SENTIDO, É PRECISO CONCEBER A
                             ESCOLA “COMO ESPAÇO
                         TRANSFORMADOR E QUE PARA
                           TAL, DEVE SER IGUALMENTE
                     TRANSFORMADO EM SUAS FINALIDADES
                     E EM SUAS PRÁTICAS, EM SEUS ESPAÇOS
                        DE GESTÃO E EM SEUS TEMPOS DE
                        FORMAÇÃO” – Freitas, 2001, p.15
A POSSIBILIDADE DE
      REALIZAR
    EXPERIÊNCIAS
   EDUCACIONAIS
DIFERENCIADAS VEM
DA NECESSIDADE DE
     RENOVAÇÃO
    PEDAGÓGICA
  RECLAMADA POR
      DIVERSOS
EDUCADORES E PELA
      PRÓPRIA
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 CONTRAPOSIÇÃO À
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Org do tempo e espaço

  • 1.
  • 2. OBJETIVOS 1. Refletir sobre a organização do tempo e do espaço escolar como categorias importantes e constitutivas da prática pedagógica. 2. Compreender quer o tempo e o espaço são categorias construídas cultura e historicamente e que sofrem interferências em diferentes épocas e contextos. 3. Perceber que as diferentes formas de organização do tempo e do espaço escolar refletem diferentes concepções de ensino. 4. Conhecer aspectos relevantes das propostas educativas atuais que preconizam novas formas de organizar e conceber o tempo e o espaço na escola.
  • 3. Cortar o tempo Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente DRUMMOND
  • 4. Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar; Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar; Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora; Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar; Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz. Eclesiastes 3:1-8
  • 5. Assim como na vida, na escola, bem como qualquer outra instituição social, ocorrem diversas práticas de organização do tempo e do espaço como forma de ordenamento das relações estabelecidas entre diferentes atores e suas práticas.
  • 6. A organização do tempo e dos espaços impõem regras, valores e condutas que são interiorizadas pelos sujeitos envolvidos no processo educacional. Nesta perspectiva, a cultura escolar com seus rituais e normas regulam os tempos infantis estabelecendo, por exemplo, o tempo de brincar e formas de viver e conviver no espaço educativo
  • 7. Configura-se em um conjunto de normas que definem conhecimentos a ensinar e com condutas a inculcar, e um conjunto de práticas que permitem a transmissão de conhecimentos e incorporação desses comportamentos: normas e práticas coordenadas a finalidades que podem variar segundo épocas. (Dominique e Julia (2001)
  • 8. Atualmente, existem Colocam em xeque antigas diversas propostas organizações temporais e do educacionais que espaço defendem novas formas escolar, descaracterizando: de organizar o tempo e o espaço escolar: A ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA SERIADA SISTEMA DE CICLOS PADRONIZAÇÃO DO ENSINO EDUCAÇÃO INCLUSIVA PROGRAMAS DE ENSINO EDUCAÇÃO INTEGRAL PRÉ-ESTABELECIDOS SALAS HOMOGÊNEAS
  • 9. ESCOLAS GRADUADAS OU SERIADAS PROPOSTAS ATUAIS DE FLEXIBILIZAÇÃO DO TEMPO E DO ESPAÇO NA ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA
  • 10. A LÓGICA DAS ESCOLAS GRADUADAS OU SERIADAS ORGANIZAÇÃO CURRICULAR RÍGIDA, RITUALISTA, PADRONIZADA, VOLTADA PARA A DISCIPLINA E NORMALIZAÇÃO DOS CORPPOS INFANTIS, COM PREDOMÍNIO DE CONHECIMENTOS FRAGMENTADOS QUE POUCO DIALOGAM COM O CONTEXTO CULTURAL DOA ALUNOS
  • 11. 1. Implantada no Brasil, em 1894 2. Institucionalização dos grupos escolares 2. Alterações no ensino público primário 3. Remodelação das práticas de ensino. 4. Nova configuração do tempo e espaços escolares
  • 12. Por meio da escola seriada ou graduada é que se configurou, no campo educacional, a institucionalização dos Grupos Escolares.
  • 13. • Dias letivos • Duração das aulas • Recreio • Salas de aulas • Distribuição dos móveis, quadro, giz • Corredores, muros, pátios • Ensino simultâneo • Agrupamentos de alunos em classes • Nivelamento por idade e conhecimento das crianças. •Tempo de frequência e permanência na escola • Jornada escolar: 20 h semanais, 200 dias letivos, férias, etc.
  • 14. Para compreendermos as mudanças ocorridas a partir do processo de implantação dos GRUPOS ESCOLARES é preciso entender o movimento de institucionalização dessa modalidade escolar no Brasil que produziu e consolidou uma FORMA ESCOLAR de educação com sua organização específica dos saberes, tempos e espaços.
  • 15. Caracteriza-se por um conjunto coerente de traços, entre eles e, primeiramente, a constituição de um universo separado para a infância. • A importância das regras na aprendizagem • A organização racional do tempo. • A multiplicação e a repetição de exercícios
  • 16. SÉCULO XIX – INICIA-SE, NOS PAISES UM PROCESSO DE CONSOLIDAÇÃO E EXPANSÃO DOS SISTEMAS ESCOLARES ESTATAIS MODERNOS E A ESCOLA TORNA-SE UMA INSTITUIÇÃO DE GRANDE RELEVÂNCIA POLÍTICA E SOCIAL. NO BRASIL, COM A IMPLANTAÇÃO DO REGIME REPUBLICANO, INTENSIFICOU-SE O MOVIMENTO DE RENOVAÇÃO DA EDUCAÇÃO – CRENÇA NA REGENERAÇÃO NACIONAL POR MEIO ESCOLA PRODUZIR UM NOVO CIDADÃO CAPAZ DE SUPERAR OS ATRASOS DO IMPÉRIO
  • 17. INSTITUIÇÕES MODELARESNO QUAIS , FINALMENTE, A INSTRUÇÃO REALIZAR-SE-IA “NUMA ÚNICA E AUTORIZADA INSTITUIÇÃO, NUM MESMO TEMPO ESCOLAR, COMO EDUCAÇÃO ESCOLAR”
  • 18. ESCOLA ISOLADA Não havia preocupação rígida com a organização do tempo O espaço, era, geralmente, os lares onde as pessoas residiam. Organizava-se sob um tempo aleatório, mais flexível e marcado pelo ritmo de aprendizagem do aluno ou livre decisão do professor
  • 19. ESCOLA GRADUADA Modalidade de Ensino com características peculiares: Classes homogêneas Ensino simultâneo e concêntrico Classificação uniforme Programas de Ensino Estabelecimento da jornada escolar Divisão anula e diárias das lições e atividades Salas de aula em um mesmo edifício-escola Uniformização e graduação dos conteúdos, distribuídos gradualmente, nos 04 anos do curso primário
  • 20. O ensino simultâneo se consolida com a implantação dos Grupos Escolares O ensino simultâneo configura-se em uma proposta de organização educacional que preconizava o controle do tempo, supunha a existência de espaços adequados, escolas com salas espaçosas, materiais escolares específicos e livros iguais para que os alunos reunidos, de maneira homogênea, recebessem simultaneamente as mesmas lições.
  • 21. A FORMA DE CONCEBER E DE ORGANIZAR O TEMPO E O ESPAÇO NA EDUCAÇÃO INFANTIL INTERFERE NA FORMAÇÃO DAS NOVAS GERAÇÕES E NAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS. NO DECORRER DO XIX É QUE ACONTECEU A CRIAÇÃO DE INSTITUIÇÕES ESPECÍFICAS PARA O ATENDIMENTO ASSISTENCIAL E EDUCACIONAL DAS CRIANÇAS.
  • 22. O SURGIMENTO VEM A PARTIR DO RECONHECIMENTO DA INFÂNCIA COMO GRUPO ETÁRIO E DA NECESSIDADE DE RECOLHER E EDUCAR CRIANÇAS TIDAS COMO INDESEJADAS E ABANDONADAS NO BRASIL, AS PRIMEIRAS CRECHES SURGEM COMO UM MAL NECESSÁRIO, COM O OBJETIVO DE MINIMIZAR OS ÍNDICES DE MORTALIDADE INFANTIL, ATENDER MÃES SOLTEIRAS, REALIAR EDUCAÇÃO MORAL DAS FAMÍAS - COM UM CARATER ASSISTENCIAL.
  • 23. NO QUE SE REFERE A ORGANIZAÇÃO DO TEMPO E DO ESPAÇO NAS CRECHES E PRÉ ESCOLAS É POSSÍVEL PERCEBER ELEMENTOS SEMELHANTES COM A ESCOLA GRADUADA. SEPARAÇÃO POR FAIXA ETÁRIA E POR NÍVEL DE DESENVOLVIMENTO, CONTEÚDOS ESPECÍFICOS, CURRÍCULO PRÓPRIO PARA CADA FAIXA ETÁRIA, CONTROLE E VIGILÂNCIA DOS CORPOS E RITMOS , ESTRUTURAÇÃO DA SUBJETIVIDADE DA CRIANÇA.
  • 24. NA ATUALIDADE, COM A CONSTITUIÇÃO DE 1988, SURGE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE CRIANÇA COMO SUJEITO DE DIREITOS E A LDB QUE ESTABELECE A EDUCAÇÃO INFANTIL COMO UM DOS NÍVEIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA SURGEM PERSPECTIVAS EDUCACIONAIS QUE DEFENDEM UM PROPOSTA PEDAGÓGICA QUE ENTENDA O ESPAÇO E O TEMPO COMO ELEMENTOS QUE AMPLIEM AS POSSIBILIDADES DE INTERAÇÃO, APRENDIZAGEM, ALEGRIA E VIDA E NÃO COMO ELEMENTOS QUE LIMITAM O DESENVOLVIMENTO INFANTIL.
  • 25. NO ENTANTO, A ESCOLA NÃO CONSEGUIU MODIFICAR A SUA BASE ESTRUTURAL MANTENDO A LÓGICA DA ESCOLA GRADUADA. E OS DESDOBRAMENTOS DECORRENTES DA MESMA SÃO A EXCLUSÃO SOCIAL E EDUCACIONAL EM FUNÇÃO DE UMA PRÁTICA BASEADA NOA HOMOGENIZAÇÃO DISSIMULANDO DIFERENÇAS E DESIGUALDADES SOCIAIS E DESRESPEITANDO AS INDIVIDUALIDADES DOS ALUNOS.
  • 26. É PRECISO CONSIDERAR A FORÇA DA CULTURA ESCOLAR QUE CONFORMA MODOS DE PENSAR E AGIR NOS SUJEITOS QUE DETERMINAM AS PRÁTICAS EDUCACIONAIS.
  • 27. ASPECTOS QUE DEVEM SER CONSIDERADOS NO USO DO ESPAÇO E DO TEMPO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: 01. PROCESSOS DE ADAPTAÇÃO 02. DESENVOLVIMENTO INFANTIL 03. ESPAÇO E ROTINA 04. ATENÇÃO AOS SENTIDOS, IMAGINAÇÃO, MEMÓRIA E PENSAMENTO DA CRIANÇA 05. MULTIPLAS HABILIDADES E SENSAÇÕES 06. MEDIAÇÃO CULTURAL, COGNITIVA 07. ESQUEMAS MOTORES 08. EXPERIÊNCIAS FÍSICAS, SENSORIAIS E RELACIONAIS
  • 28. A ORDENAÇÃO DO TEMPO TRAZ REGULARIDADES E RITMO A VIDA CONTEMPORÂNEA E ESTRUTURA AS RELAÇÕES ENTRE OS TEMPOS SOCIAIS E OS TEMPOS ESCOLARES
  • 29. A TEMPORALIDADE E A ESPACIALIDADE INTERFEREM DIRETAMENTE NA FORMAÇÃO DOS MODOS DE PENSAR E AGIR DAS PESSOAS. A ESCOLA IMPÕE HÁBITOS DE PONTUALIDADE, ORDEM, APROVEITAMENTO EDISCIPLINA MAIS RÍGIDOS OU MAIS FLEXÍVEIS, DEPENDENDO DE COMOSE USA O TEMPO, SE ORGANIZA O ESPAÇO ESCOLAR E SE CONCEBE A EDUCAÇÃO.
  • 30. A ORGANIZAÇÃO DO TEMPO E DO ESPAÇO ESCOLAR ESCOLAR SÃO CATEGORIAS CONSTRUIDAS HISTÓRICA E CULTURALMENTE E, PORTANTO SOFREM INTERFERÊNCIAS E MODIFICAÇÕES EM DIFERENTES ÉPOCAS E CONTEXTOS AS DIFERENTES FORMAS DE CONCEBER A ORGANIZAÇÃO DO TEMPO E DO ESPAÇO ESCOLAR INFLUENCIAM DIRETAMENTE NOS RESULTADOS DA AÇÃO EDUCATIVA E NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DAS NOVAS GERAÇÕES. NA CONTEMPORANEIDADE, A LUTA POR UMA ESCOLA DE MOCRÁTICA, QUE ATENDA A TODOS, TEM LEVADO DIVERSOS SEGMENTOS SOCIAIS A DISCUTIR E PROPOR NOVOS PARADIGMAS PARA A EDUCAÇÃO, NUMA PERSPECTIVA CRÍTICO-SOCIAL.
  • 31.
  • 33. A ORGANIZAÇÃO DO TEMPO E DO ESPAÇO EDUCACIONAL ADQUIRE UMA IMPORTÂNCIA FUNDAMENTAL PORQUE ESSES ELEMESNTOS REFLETEM PRINCÍPIOS PEDAGÓGICOS, ENGENDRADOS POR MÚLTIPLOS INTERESSES MANIFESTOS E OCULTOS, QUE PODEM AFETAR A VIDA DOS SUJEITOS ESCOLARES, GERANDO INCLUSÕES E EXCLUSÕES SOCIAIS. NESSE SENTIDO, É PRECISO CONCEBER A ESCOLA “COMO ESPAÇO TRANSFORMADOR E QUE PARA TAL, DEVE SER IGUALMENTE TRANSFORMADO EM SUAS FINALIDADES E EM SUAS PRÁTICAS, EM SEUS ESPAÇOS DE GESTÃO E EM SEUS TEMPOS DE FORMAÇÃO” – Freitas, 2001, p.15
  • 34.
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38. A POSSIBILIDADE DE REALIZAR EXPERIÊNCIAS EDUCACIONAIS DIFERENCIADAS VEM DA NECESSIDADE DE RENOVAÇÃO PEDAGÓGICA RECLAMADA POR DIVERSOS EDUCADORES E PELA PRÓPRIA SOCIEDADE, EM CONTRAPOSIÇÃO À PADRONIZAÇÃO