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MERCADO, PRODUTOS E SUBPRODUTOS
PRAGAS E DOENÇAS
dendezeiro (Elaeis guineensis Jacq.)
Dendê ou Óleo de palma
O dendezeiro (Elaeis guineensis Jacq.) é uma palmeira
originária da Costa Ocidental da África (Golfo da Guiné) e foi
introduzido no Brasil no século XVII, pelos escravos, e adaptou-
se bem ao clima tropical úmido (Borges &Souza, 2010).
O consumo mundial de óleos e gorduras nas ultimas
décadas tem crescido substancialmente, sendo os principais
países importadores China, Índia , União Europeia, Estados
Unidos e Paquistão. Em 2011, o consumo mundial de óleos e
gorduras vegetais , incluindo o óleo de palma , foi da ordem de
261,01 milhões de toneladas, tendo como principais países
consumidores , China, União Europeia, Estados Unidos, Brasil e
Índia (USDA, 2012).
0,4 a 0,5 t/ha
4 a 5 t/ha
1ha de Dendê : 10 de Soja
 O óleo de palma é o óleo vegetal mais produzido no mundo.
 No Brasil, a área colhida de dendê, no ano de 2005, foi de
63.700 ha, e a produção do óleo de palma foi em torno de
180.000 toneladas.
 O país consome 350.000 t de óleo de dendê e derivados.
 Importa em torno de 170.000 t.
Dendê ou Óleo de palma
OU SEJA, precisamos dobrar nossa
capacidade de produção de óleo de palma.
Programa Nacional de Óleo de Palma
Fonte: Agência Brasil Fonte: Portal R7
Fonte: Agência
O Pará é o maior produtor brasileiro de óleo de palma
(extraído da polpa dos frutos do dendezeiro) (AGRIANUAL
2006).
No Pará, existem mais de 5,5 MILHÕES de hectares com
boa aptidão edafoclimática para o dendezeiro.
Dendê ou Óleo de palma
Os principais produtos derivados do dendê são os
óleos de palma que é extraído da polpa (mesocarpo) do
fruto e óleo de palmiste que é extraído da semente
(amêndoa)(SANTANA & BORGES, 2010).
As porcentagens médias de todos os produtos obtidos na
extração do dendê são:
 Óleo de palma bruto: 20%
 Óleo de palmiste: 1,5%
 Torta de palmiste: 3,5%
 Fibras: 12%
 Cascas: 5%
Dendê ou Óleo de palma
o óleo de palma é um dos mais requeridos como
matéria-prima para diferentes segmentos nas indústrias óleo
químicas, farmacêuticas, de sabões e cosméticos. Seu principal
uso é na alimentação humana, responsável pelo consumo de
80% da produção mundial. Suas principais aplicações na
alimentação humana são: margarinas, gorduras sólidas, óleo de
cozinha, maionese, panificação, leite e chocolate artificiais,
fritura industrial, entre outras.
Outra aplicação que está ganhando força é a utilização
do Óleo de Dendê como Biodiesel ou Dendiesel (PEREZ &
JÚNIOR, 2007).
Dendê ou Óleo de palma
Já o óleo de palmiste é um dos produtos que se pode extrair
da palma. Ele é obtido da amêndoa da Palma. O óleo de palmiste é
rico em ácido láurico, apresenta-se na forma pastosa quando à
temperatura ambiente, apresentando uma coloração
esbranquiçada.
Quando o óleo de palmiste é aquecido ele torna-se um
produto líquido de cor levemente amarelada (PEREZ & JÚNIOR,
2007).
O óleo de palmiste é bastante utilizado para fins alimentícios
e na produção de chocolates onde pode substituirá manteiga de
cacau. Este possui várias outras aplicações, dentre as quais
podemos destacar: indústria cosmética, sabões e sabonetes finos,
detergentes, lubrificantes, indústria óleo química, entre outras
(PEREZ & JÚNIOR, 2007).
Dendê ou Óleo de palma
As fibras e as cascas resultantes podem ser utilizadas
para a alimentação da caldeira como combustíveis. A torta
de palmiste pode ser utilizada como fertilizante (adubo
orgânico) ou componente de ração para animais (19 % de
proteínas) (PEREZ & JÚNIOR, 2007).
Engaço é o suporte fibroso que sustenta o fruto,
que constitui 20% a 25% do cacho de frutos frescos, estes
são reciclados no campo como “mulch” ou são,
parcialmente, desidratados, e utilizados como energia
extra em caldeiras das plantas extratoras de óleo de
palma. Podendo funcionar como fonte de matéria
orgânica, fornecendo ao solo quantidades consideráveis de
nutrientes, podendo, assim, ser utilizado como um
complemento de fertilizantes (PEREZ & JÚNIOR, 2007).
Dendê ou Óleo de palma
PRAGAS E DOENÇAS
broca-do-coqueiro ou bicudo
(Rhynchophorus palmarum L.)
Ataca as palmeiras, geralmente a partir dos dois anos de idade
no campo (LEMOS & BOARI, 2010).
Os danos em cultivos de palma de óleo são provocados por
imaturos e adultos de R. palmarum.
Danos diretos são causados pelas larvas que perfuram os
tecidos do estipe na região da coroa foliar, construindo galerias
que podem chegar até o tecido meristemático (broto terminal
ou palmito).
broca-do-coqueiro ou bicudo
(Rhynchophorus palmarum L.)
• Em decorrência, as folhas novas ficam amareladas, murcham e,
finalmente, se curvam e secam, indicando a morte da planta.
Indiretamente, o adulto de R.palmarum é vetor do nematoide
Bursaphelencus cocophilus (Cobb) Baujard, agente causal da
doença anel-vermelho, que poderá ser letal à palma de óleo.
• Dessa forma, recomenda-se que os métodos de controle dessa
broca sejam integrados, visando à redução da população do inseto
no plantio e nas proximidades com a utilização de armadilhas de
captura e a aplicação de técnicas de manejo, tais como: eliminar
plantas mortas no campo, evitar ferimentos em plantas sadias,
utilizar alcatrão vegetal em eventuais ferimentos e monitorar a
presença de inimigos naturais na área (LEMOS & BOARI. 2010).
broca-da-coroa-foliar
(Eupalamides cyparissias cyparissias)
Lagartas dessa praga perfuram
galerias no estipe, nas bases
foliares e nos pedúnculos dos
cachos da palma de óleo,
reduzindo o fluxo normal de seiva,
o crescimento da planta e a
produção. No decurso de seu
desenvolvimento, as lagartas
constroem, no interior do estipe,
galerias cada vez mais profundas e
de maior diâmetro, podendo,
inclusive, atingir o meristema
apical e ocasionar a morte da
palmeira (LEMOS & BOARI, 2010).
broca-da-coroa-foliar
(Eupalamides cyparissias cyparissias)
• As medidas de controle que pode ser utilizada são as redes
entomológicas e levantamento de plantas com sintomas do
ataque do inseto, considerando-se os aspectos: folha arriada,
paralela ao estipe, e perfurações no estipe, próximo à coroa
foliar (LEMOS & BOARI 2010).
Lagarta-das-folhas-do-coqueiro
(Brassolis sophorae L.)
• É uma praga capaz de provocar danos econômicos à cultura
de palma de óleo devido ao desfolhamento parcial ou total
das palmeiras causado por seus imaturos, que são
desfolhadores de diferentes espécies silvestres e cultivadas de
palmáceas, entre as quais a palma de óleo, o açaizeiro e o
coqueiro (LEMOS & BOARI, 2010).
• Cada lagarta de B. sophoraepode (medem entre 70 e 105
mm), consumir de 500 a 600 cm2 (entre 2,0 e 2,5 folíolos),
podendo desfolhar completamente uma palmeira em poucos
dias, quando em altas infestações.
Lagarta-das-folhas-do-coqueiro
(Brassolis sophorae L.)
• O método mais eficaz e seguro para controlar B. sophorae é
localizar, retirar e destruir os ninhos encontrados no
monitoramento mensal. Em plantas jovens, o método é
eficiente; porém, em plantas adultas, a eficiência do
controle é limitada pelas dificuldades de localizar e retirar os
ninhos.
Lagarta desfolhadora
(Opsiphanes invirae)
 Os danos provocados por
O. invirae são similares
àqueles descritos para B.
sophorae, ou seja, suas
lagartas destroem o limbo
foliar a partir das bordas,
deixando apenas as
nervuras centrais. Uma
única lagarta de O. invirae
pode consumir até 800
cm 2 de folíolos.
Lagarta desfolhadora
(Opsiphanes invirae)
• A população de adultos dessa praga pode ser manejada
utilizando-se diferentes tipos de armadilhas, as quais podem
ser confeccionadas com vasilhas de plástico cortadas de
maneira a formar uma janela para entrada dos adultos, ou
apenas sacos plásticos, contendo no seu interior uma solução
de melaço mais solução inseticida (LEMOS & BOARI, 2010).
Anel Vermelho
 A doença conhecida popularmente como Anel Vermelho (AV) do
dendezeiro é muito prejudicial para o desenvolvimento do cultivo
dessa palmeiras.
 Ocorre em quase todas as
plantações com mais de quatro
anos de idade.
 O Anel Vermelho é uma doença
causada por nematoides
denominados
Rhadinaphelenchus cocophilus.
Anel Vermelho
 Podem penetrar nas plantas pelas raízes, pelas bases
das folhas mais jovens, por ferimentos nos pecíolos
das folhas ou cortes nos pecíolos feitos durante as
podas, e, também por ferimentos no estipe.
 Os nematoides que causam o Anel Vermelho podem
ser transmitidos de plantas doentes para as sadias
através:
 do contato entre as raízes,
 através do contato de raízes com solo infestado,
 através de ferramentas contaminadas
 através de água de chuvas que carregam os
nematoides.
 as transmissões via insetos vetores bicudo
(Rhynchophorus palmarun)
Figura: bicudo (Rhynchophorus palmarun)
Anel Vermelho
 Os sintomas que se percebe são os seguintes:
 Formação de um tufo de folhas centrais cano se fossem um
cartucho;
 Redução do tamanho das folhas;
 Encarquilharmento e redução do tamanho dos folíolos;
 Paralização da formação de flechas deixando um vazio no centro
da coroa da palmeira.
 Os frutos soltam-se dos cachos sem estarem completamente
maduros.
 amarelecimento e posterior secamento de alguns folíolos da base
das folhas mais jovens.
 As folhas centrais quebram na base e tombam ainda verdes,
secando posteriomente.
Anel Vermelho
 A fase problema é quando larva ou broca, é
quando a larva entra na estipe do dendê
fazendo galerias.
 No período chuvoso, o acumulo de água no
centro da coroa, provoca o apodrecimento
das bases dos pecíolos das folhas jovens, há o
apodrecimento de toda a parte superior do
estipe.
Medidas de controle para o Anel Vermelho
 Cuidados no preparo da muda e no viveiro:
 Não preparar sementeiras ou viveiros com solo de áreas focos da doença, evitando
utilizar solo conta- minado com os nematoides.
 Evitar irrigar as plantas com água contaminada.
 Evitar fazer cobertura do viveiro com folhas de plantas doentes;
 Manter controlados os ratos e os insetos transmissores através de iscas.
 Cuidados no plantio em local definitivo:
 Evitar podas ou ferimentos desnecessários nas plantas durante roçagem,
coroamento, colheita etc;
 Fazer coroamento químico, evitando ferimentos nas raízes.
 Evitar gradagem, aração ou qualquer revolvimento de solo e corte de raízes no
plantio;
 Manter sempre o plantio limpo evitando proliferação de insetos vetores;
 Dispor armadilhas tipo isca ao longo das estradas que separam o dendezal da mata;
 Eliminar as plantas doentes logo que surjam os primeiros sintomas, cortá-Ias em
pequenos pedaços e tra- tá-Ios com um inseticida.
Amarelecimento Fatal do Dendezeiro
 O AF é uma ameaça ao desenvolvimento
da dendeicultura no Pará, agravada pelo
fato de sua causa ser de origem
desconhecida (distúrbio).
 Vários trabalhos foram realizados com o
objetivo de determinar a causa ou o
agente causal do AF do dendezeiro.
 Entretanto, não foi encontrada ainda
nenhuma correlação com insetos,
problemas fisiológicos, solo e patógeno.
Fig. Dendezeiro: Necrose da folha flecha.
Foto: Alessandra de Jesus Boari.
Amarelecimento Fatal do Dendezeiro
 O AF se caracteriza, inicialmente, pelo
ligeiro amarelecimento dos folíolos
basais das folhas intermediárias (3, 4, 5
e 6).
 Mais tarde, pelo aparecimento de
necroses nas extremidades dos folíolos
que evoluem para a seca total dessas
folhas.
Fig. Dendezeiro: amarelecimento e necrose da ponta do
folíolo para base Foto: Alessandra de Jesus Boari.
Amarelecimento Fatal do Dendezeiro
 Um dos principais sintomas do AF é a seca da folha flecha e,
eventualmente, pode ocorrer a remissão temporária da planta.
 Seguida do declínio
generalizado e morte
 As plantas morrem 7 a 10
meses após o aparecimento
dos primeiros sintomas,
quando não ocorre a remissão.
 O sistema radicular não se desenvolve após o aparecimento dos
primeiros sintomas do AF.
 Essa doença pode ocorrer em qualquer idade do dendezeiro.
Amarelecimento Fatal do Dendezeiro
Fig. Planta de dendê com mais de 25 anos de idade,
apresentando AF e sintomas de remissão de folhas.
Fig. Plantio de dendê dizimado pelo AF.
Foto:
Alessandra
de Jesus
Boari
Amarelecimento Fatal do Dendezeiro
A única medida de controle do AF é uso de plantas
resistente
 Plantas remanescentes de Tenera com potencial
de resistência (clones).
 Erradicação da planta.
Fusariose
 O agente causal fusarium oxysporum.
 Introduzida no brasil através de
sementes contaminadas da áfrica.
 Ataque morrer em mudas de pré-viveiro
e viveiro, os sintomas da fusario mais são
mais facilmente observadas em plantas
adultas em campo.
 O surgimento mais comumente em
plantas de quatro a cinco anos de idade.
Fusariose
 Os sintomas mais típico caracterizam-se inicialmente por um
amarelecimento pálido (verde-limão) ocorrendo das folhas mais
velhas para as folhas medianas.
 O amarelecimento e dessecamento dos fólios e da raquis.
 As folhas inicialmente afetadas podem também apresentar
coloração roséa.
 Com a evolução do amarelecimento as mais velhas seca
rapidamente quebrando-se geralmente na base dos pecíolos, mas
permanecendo a semelhança de um guarda-chuva em torno da
planta doente.
Fusariose
Fig. Sintomas avançados de fusariose.
 Os sintomas
progridem em
direção. As folhas
jovens provocando
finalmente a seca
total e a morte da
planta.
Fusariose
 A estipe apresenta uma coloração tendendo para o marrom,
contrastado com a coloração alaranjada típica das plantas sadias.
 O sistema radicular de um modo geral, contudo, mostra-se
aparentemente funcional e sem apodrecimento.
Figura. Sintomas de fusariose no tecido basal.
Esse patógeno causa uma coloração amarronzada
nas extremidades nos folíolos das folhas mais velhas, que
avança para a base e provoca a seca rápida da folha. Além
disso, causa o abortamento de inflorescências, bem como
apodrecimento de cachos imaturos (TASCON; MARTINEZ,
1977; PERTHUIS et al., 1985).
Nas condições da Amazônia brasileira, o
Phytomonas parece atacar com mais frequência palmares
localizados ao longo da floresta e nas proximidades de
igarapés (TRINDADE et al., 1997).
Como estratégia de controle, recomenda-se o
arranquio das plantas afetadas, já que elas não se
recuperam.
Marchitez Sorpressiva
(Phytomonas staheli)
REFERÊNCIAS
AGRIANUAL (2006) Anuário da agricultura brasileira. São Paulo, Instituto FNP, 504p.
ALVES, S. A. de O.;AMARAL, W, A. N. do.; HORBACH, M. A.; ANTIQUEIRA, L. M. O. R.; BRAGA, L. P. P.; DIAS, I. F. da S. A dendeicultura no
estado do Pará: cenário atual, entraves e perspectivas. bioenergia em revista: diálogos, ano 3, n. 2, p. 18-28, jul./dez. 2013.
BOARI, A. J.; TREMACOLDI, C. R.; SILVA, M. L. A.; SILVA, C. T. B.; SILVA, R. S.; CARVALHO, T. P. IDENTIFICAÇÃO MOLECULAR DE
Pseudallescheria boydii EM PALMA DE ÓLEO.
BORGES, F. I .; SILVA, E. F.;), BOARI, A. J.; SOUSA, D. P.; SANTANA, W. E.; CARVALHO L. C. N. Anatomia comparada da raiz de Elaeis
guieneensis Jacq. 4° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel. 7º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos,
Gorduras e Biodiesel. BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS, 05 a 08 DE OUTUBRO DE 2010.
BRAZILIO, M.; BISTACHIO, N. J.; PERINA, V. C. S.; NASCIMENTO, D. D. Revisão: O Dendezeiro( Elaeis guineenses Jacq).bioenergia em
revista:diálogos, v. 2,n.1, p.27-45, jan /jun.2012.
BRUNCKHORST , Harald. O mercado mundial do óleo de palma e seus derivados numa economia globalizada. São P aulo: Grupo
Agropalma, 2000.
FREIRE, F. das C. O. As Doenças do Dendê (Elaeis guineenses Jacq) na Região Amazônica Brasileira. Belém, PA: EMBRAPA, 1988.Circular
Técnica, 2.
FURLAN, L. F.; GROSSO, F. S. B.;RODRIGUES, F. de S.; LANK, O.; LIMA, J. N. da S. Projeto Potencialidades Regionais estudo de
viabilidade Economica.Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Superintendência da Zona Franca de Manaus
SUFRAMA Superintendência Adjunta de Planejamento e Desenvolvimento Regional Coordenação de Identificação de Oportunidades
de Investimentos Coordenação Geralde Comunicação Social.cap 3. p 8, 2003.
LEMOS, W. P.; BOARI, A. J. Zoneamento agroecológico Produção e Manejo para a Cultura da Palma de Óleo na Amazônia, Embrapa
Solos, Rio de Janeiro, cap 9, p.151-157.2010.
MIRANDA, Roberto de Moraes e MOURA, Rodrigo Duarte. “ Aplicação do óleo de dendê como combustível em motores ciclo
diesel”. In: P esquisa em andamento. Manaus: EMBRAPA Amazônia Ocidental, no 48, dez. 1998, p. 1-2.
PEREZ, R; JÚNIOR, A. G. da S.; MIRANDA, C. A.; SANTOS,M. M. S. VIABILIDADE DE EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE DENDÊ NO ESTADO DO
PARÁ. VIÇOSA – MG, 2007, p.24-26.
RAFAEL, C.R.; LEMOS, W. P.; BERNARDINHO, A. S.;BUECKE, J.; MULLER, A. Primeira Ocorrência de Alcaeorrhynchus grandis (Dallas)
(Hemiptera: Pentatomidae) Predando Lagartas Desfolhadoras do Dendezeiro no Estado do Pará. January - February 2010.
RODRIGUES, T. C. de A.; CONCEIÇÃO, S. S.; RODRIGUES, M. dos S.; Moraes, M. C.; CONCEIÇÃO, S. S. PALMA DE ÓLEO E AGRICULTURA
FAMILIAR: ESTUDO DE CASO DE UM ASSENTAMENTO RURAL NO ESTADO DO PARÁ. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico
Conhecer - Goiânia, v.10, n.19; p. 2014 1437.
Mancha de Curvulária
(Curvularia sp. )
E uma doença que aparece mais no estágio de viveiros
com nutrição desbalanceada.
Os sintomas aparecem, inicialmente, em forma de lesões
circulares, de coloração amarelada , visíveis em ambas as faces da
folha. A lesão pode ter de 3 a 7 mm de comprimento e pode
variar de marrom-claro a marrom-escuro com um halo
amarelado.
O manejo da mancha deve ser preventivo, por meio da
aplicação de fungicida à base de mancozeb e da eliminação de
folhas ou mudas com sintomas (LEMOS & BOARI, 2010).
REFERÊNCIAS
SANTANA, W.E.; BORGES, F. J .;SILVA, E. F.; LUIS, D. P. S.; CARVALHO, C. N. Caracterização anatômica comparada da superfície foliolar de
Elaeis guineenses Jacq. (Dendê) com e sem sintomas de Amarelecimento Fatal. 4° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de
Biodiesel.7º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel, BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS, 05 a 08 DE
OUTUBRO DE 2010.
SILVA, A. de B.; MULLER, A. A.; SOUZA, L. A.; ALVEZ, E. F. Controle Biológico da Broca do olho do coqueiro e dendezeiro,
Rhynchophorus palmarum(L., 1764), em dendezais, no município de IGARAPÉ-AÇU, PARÁ. Comum.téc.nº36, Dezembro/200, p.1-5.
SOUZA, C. A.; BOARI, A. J.; COSTA, Á. S. V.; FERNANDES, P. F. L. Incidência de fitoplasma associado ao dendezeiro com Amarelecimento
Fatal no estado do Pará . 4° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel.7º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas,
Óleos, Gorduras e Biodiesel,BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS, 05 a 08 DE OUTUBRO DE 2010.
TASCON, E. M.; MARTINEZ, L. G. Identification del inseto de la marchitez sorpressiva de la palma africana (Elaeis gineensis)
Fitopatologia Colombiana, v. 6, p. 2-14, 1977.
TINÔCO, R. S. Diversidade de inimigos naturais associados a lepidopteros desfolhadores da palmeira do dendê, no Complexo
Agroindustrial Agropalma no Pará, Amazônia Brasileira.2008 46 f. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa.
TRINDADE, D. R.; SILVA, H. M.; POLTRONIERI, L. S.; GASPAROTTO, L. Palmáceas. In: VALE, F. X. R.; ZAMBOLIM, L. (Ed.). Controle de
doenças de plantas: grandes culturas. Viçosa, MG: UFV, 1997. 1132 p. 2 v.
VENTURIER, A.; FERNANDES, W. R.; BOARI, A. J.; VASCONCELOS, M. A. Relação entre ocorrência do amarelecimento fatal do
dendezeiro (Elaeis guineenses Jacq.) e variáveis ambientais no Estado do Pará. Anais XIV Simpósio Brasilerio de Sensoriamento
Remoto, Natal, Brasil, 25-30 abril 2009, INPE, p. 523-530.
VIEGAS, I.J.M.; MULLER, A.A. A cultura do dendezeiro na Amazônia Brasileira.Belém: EMBRAPA, CPATU, 2000. 374 p.
Pela atenção obrigado!

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MERCADO, PRODUTOS, SUBPRODUTOS, PRAGAS E DOENÇAS do dendezeiro (Elaeis guineensis Jacq.)

  • 1. José Leandro Silva de Araujo E-mail: agro_leandro17@Hotmail.com Fone: (091) 98036-3885 Universidade Federal Rural da Amazônia Campus Capitão Poço
  • 2. MERCADO, PRODUTOS E SUBPRODUTOS PRAGAS E DOENÇAS dendezeiro (Elaeis guineensis Jacq.)
  • 3. Dendê ou Óleo de palma O dendezeiro (Elaeis guineensis Jacq.) é uma palmeira originária da Costa Ocidental da África (Golfo da Guiné) e foi introduzido no Brasil no século XVII, pelos escravos, e adaptou- se bem ao clima tropical úmido (Borges &Souza, 2010). O consumo mundial de óleos e gorduras nas ultimas décadas tem crescido substancialmente, sendo os principais países importadores China, Índia , União Europeia, Estados Unidos e Paquistão. Em 2011, o consumo mundial de óleos e gorduras vegetais , incluindo o óleo de palma , foi da ordem de 261,01 milhões de toneladas, tendo como principais países consumidores , China, União Europeia, Estados Unidos, Brasil e Índia (USDA, 2012).
  • 4. 0,4 a 0,5 t/ha 4 a 5 t/ha 1ha de Dendê : 10 de Soja
  • 5.  O óleo de palma é o óleo vegetal mais produzido no mundo.  No Brasil, a área colhida de dendê, no ano de 2005, foi de 63.700 ha, e a produção do óleo de palma foi em torno de 180.000 toneladas.  O país consome 350.000 t de óleo de dendê e derivados.  Importa em torno de 170.000 t. Dendê ou Óleo de palma OU SEJA, precisamos dobrar nossa capacidade de produção de óleo de palma.
  • 6. Programa Nacional de Óleo de Palma Fonte: Agência Brasil Fonte: Portal R7 Fonte: Agência
  • 7. O Pará é o maior produtor brasileiro de óleo de palma (extraído da polpa dos frutos do dendezeiro) (AGRIANUAL 2006). No Pará, existem mais de 5,5 MILHÕES de hectares com boa aptidão edafoclimática para o dendezeiro. Dendê ou Óleo de palma
  • 8. Os principais produtos derivados do dendê são os óleos de palma que é extraído da polpa (mesocarpo) do fruto e óleo de palmiste que é extraído da semente (amêndoa)(SANTANA & BORGES, 2010). As porcentagens médias de todos os produtos obtidos na extração do dendê são:  Óleo de palma bruto: 20%  Óleo de palmiste: 1,5%  Torta de palmiste: 3,5%  Fibras: 12%  Cascas: 5% Dendê ou Óleo de palma
  • 9. o óleo de palma é um dos mais requeridos como matéria-prima para diferentes segmentos nas indústrias óleo químicas, farmacêuticas, de sabões e cosméticos. Seu principal uso é na alimentação humana, responsável pelo consumo de 80% da produção mundial. Suas principais aplicações na alimentação humana são: margarinas, gorduras sólidas, óleo de cozinha, maionese, panificação, leite e chocolate artificiais, fritura industrial, entre outras. Outra aplicação que está ganhando força é a utilização do Óleo de Dendê como Biodiesel ou Dendiesel (PEREZ & JÚNIOR, 2007). Dendê ou Óleo de palma
  • 10. Já o óleo de palmiste é um dos produtos que se pode extrair da palma. Ele é obtido da amêndoa da Palma. O óleo de palmiste é rico em ácido láurico, apresenta-se na forma pastosa quando à temperatura ambiente, apresentando uma coloração esbranquiçada. Quando o óleo de palmiste é aquecido ele torna-se um produto líquido de cor levemente amarelada (PEREZ & JÚNIOR, 2007). O óleo de palmiste é bastante utilizado para fins alimentícios e na produção de chocolates onde pode substituirá manteiga de cacau. Este possui várias outras aplicações, dentre as quais podemos destacar: indústria cosmética, sabões e sabonetes finos, detergentes, lubrificantes, indústria óleo química, entre outras (PEREZ & JÚNIOR, 2007). Dendê ou Óleo de palma
  • 11. As fibras e as cascas resultantes podem ser utilizadas para a alimentação da caldeira como combustíveis. A torta de palmiste pode ser utilizada como fertilizante (adubo orgânico) ou componente de ração para animais (19 % de proteínas) (PEREZ & JÚNIOR, 2007). Engaço é o suporte fibroso que sustenta o fruto, que constitui 20% a 25% do cacho de frutos frescos, estes são reciclados no campo como “mulch” ou são, parcialmente, desidratados, e utilizados como energia extra em caldeiras das plantas extratoras de óleo de palma. Podendo funcionar como fonte de matéria orgânica, fornecendo ao solo quantidades consideráveis de nutrientes, podendo, assim, ser utilizado como um complemento de fertilizantes (PEREZ & JÚNIOR, 2007). Dendê ou Óleo de palma
  • 13. broca-do-coqueiro ou bicudo (Rhynchophorus palmarum L.) Ataca as palmeiras, geralmente a partir dos dois anos de idade no campo (LEMOS & BOARI, 2010). Os danos em cultivos de palma de óleo são provocados por imaturos e adultos de R. palmarum. Danos diretos são causados pelas larvas que perfuram os tecidos do estipe na região da coroa foliar, construindo galerias que podem chegar até o tecido meristemático (broto terminal ou palmito).
  • 14. broca-do-coqueiro ou bicudo (Rhynchophorus palmarum L.) • Em decorrência, as folhas novas ficam amareladas, murcham e, finalmente, se curvam e secam, indicando a morte da planta. Indiretamente, o adulto de R.palmarum é vetor do nematoide Bursaphelencus cocophilus (Cobb) Baujard, agente causal da doença anel-vermelho, que poderá ser letal à palma de óleo. • Dessa forma, recomenda-se que os métodos de controle dessa broca sejam integrados, visando à redução da população do inseto no plantio e nas proximidades com a utilização de armadilhas de captura e a aplicação de técnicas de manejo, tais como: eliminar plantas mortas no campo, evitar ferimentos em plantas sadias, utilizar alcatrão vegetal em eventuais ferimentos e monitorar a presença de inimigos naturais na área (LEMOS & BOARI. 2010).
  • 15. broca-da-coroa-foliar (Eupalamides cyparissias cyparissias) Lagartas dessa praga perfuram galerias no estipe, nas bases foliares e nos pedúnculos dos cachos da palma de óleo, reduzindo o fluxo normal de seiva, o crescimento da planta e a produção. No decurso de seu desenvolvimento, as lagartas constroem, no interior do estipe, galerias cada vez mais profundas e de maior diâmetro, podendo, inclusive, atingir o meristema apical e ocasionar a morte da palmeira (LEMOS & BOARI, 2010).
  • 16. broca-da-coroa-foliar (Eupalamides cyparissias cyparissias) • As medidas de controle que pode ser utilizada são as redes entomológicas e levantamento de plantas com sintomas do ataque do inseto, considerando-se os aspectos: folha arriada, paralela ao estipe, e perfurações no estipe, próximo à coroa foliar (LEMOS & BOARI 2010).
  • 17. Lagarta-das-folhas-do-coqueiro (Brassolis sophorae L.) • É uma praga capaz de provocar danos econômicos à cultura de palma de óleo devido ao desfolhamento parcial ou total das palmeiras causado por seus imaturos, que são desfolhadores de diferentes espécies silvestres e cultivadas de palmáceas, entre as quais a palma de óleo, o açaizeiro e o coqueiro (LEMOS & BOARI, 2010). • Cada lagarta de B. sophoraepode (medem entre 70 e 105 mm), consumir de 500 a 600 cm2 (entre 2,0 e 2,5 folíolos), podendo desfolhar completamente uma palmeira em poucos dias, quando em altas infestações.
  • 18. Lagarta-das-folhas-do-coqueiro (Brassolis sophorae L.) • O método mais eficaz e seguro para controlar B. sophorae é localizar, retirar e destruir os ninhos encontrados no monitoramento mensal. Em plantas jovens, o método é eficiente; porém, em plantas adultas, a eficiência do controle é limitada pelas dificuldades de localizar e retirar os ninhos.
  • 19. Lagarta desfolhadora (Opsiphanes invirae)  Os danos provocados por O. invirae são similares àqueles descritos para B. sophorae, ou seja, suas lagartas destroem o limbo foliar a partir das bordas, deixando apenas as nervuras centrais. Uma única lagarta de O. invirae pode consumir até 800 cm 2 de folíolos.
  • 20. Lagarta desfolhadora (Opsiphanes invirae) • A população de adultos dessa praga pode ser manejada utilizando-se diferentes tipos de armadilhas, as quais podem ser confeccionadas com vasilhas de plástico cortadas de maneira a formar uma janela para entrada dos adultos, ou apenas sacos plásticos, contendo no seu interior uma solução de melaço mais solução inseticida (LEMOS & BOARI, 2010).
  • 21. Anel Vermelho  A doença conhecida popularmente como Anel Vermelho (AV) do dendezeiro é muito prejudicial para o desenvolvimento do cultivo dessa palmeiras.  Ocorre em quase todas as plantações com mais de quatro anos de idade.  O Anel Vermelho é uma doença causada por nematoides denominados Rhadinaphelenchus cocophilus.
  • 22. Anel Vermelho  Podem penetrar nas plantas pelas raízes, pelas bases das folhas mais jovens, por ferimentos nos pecíolos das folhas ou cortes nos pecíolos feitos durante as podas, e, também por ferimentos no estipe.  Os nematoides que causam o Anel Vermelho podem ser transmitidos de plantas doentes para as sadias através:  do contato entre as raízes,  através do contato de raízes com solo infestado,  através de ferramentas contaminadas  através de água de chuvas que carregam os nematoides.  as transmissões via insetos vetores bicudo (Rhynchophorus palmarun)
  • 24. Anel Vermelho  Os sintomas que se percebe são os seguintes:  Formação de um tufo de folhas centrais cano se fossem um cartucho;  Redução do tamanho das folhas;  Encarquilharmento e redução do tamanho dos folíolos;  Paralização da formação de flechas deixando um vazio no centro da coroa da palmeira.  Os frutos soltam-se dos cachos sem estarem completamente maduros.  amarelecimento e posterior secamento de alguns folíolos da base das folhas mais jovens.  As folhas centrais quebram na base e tombam ainda verdes, secando posteriomente.
  • 25. Anel Vermelho  A fase problema é quando larva ou broca, é quando a larva entra na estipe do dendê fazendo galerias.  No período chuvoso, o acumulo de água no centro da coroa, provoca o apodrecimento das bases dos pecíolos das folhas jovens, há o apodrecimento de toda a parte superior do estipe.
  • 26. Medidas de controle para o Anel Vermelho  Cuidados no preparo da muda e no viveiro:  Não preparar sementeiras ou viveiros com solo de áreas focos da doença, evitando utilizar solo conta- minado com os nematoides.  Evitar irrigar as plantas com água contaminada.  Evitar fazer cobertura do viveiro com folhas de plantas doentes;  Manter controlados os ratos e os insetos transmissores através de iscas.  Cuidados no plantio em local definitivo:  Evitar podas ou ferimentos desnecessários nas plantas durante roçagem, coroamento, colheita etc;  Fazer coroamento químico, evitando ferimentos nas raízes.  Evitar gradagem, aração ou qualquer revolvimento de solo e corte de raízes no plantio;  Manter sempre o plantio limpo evitando proliferação de insetos vetores;  Dispor armadilhas tipo isca ao longo das estradas que separam o dendezal da mata;  Eliminar as plantas doentes logo que surjam os primeiros sintomas, cortá-Ias em pequenos pedaços e tra- tá-Ios com um inseticida.
  • 27.
  • 28. Amarelecimento Fatal do Dendezeiro  O AF é uma ameaça ao desenvolvimento da dendeicultura no Pará, agravada pelo fato de sua causa ser de origem desconhecida (distúrbio).  Vários trabalhos foram realizados com o objetivo de determinar a causa ou o agente causal do AF do dendezeiro.  Entretanto, não foi encontrada ainda nenhuma correlação com insetos, problemas fisiológicos, solo e patógeno. Fig. Dendezeiro: Necrose da folha flecha. Foto: Alessandra de Jesus Boari.
  • 29. Amarelecimento Fatal do Dendezeiro  O AF se caracteriza, inicialmente, pelo ligeiro amarelecimento dos folíolos basais das folhas intermediárias (3, 4, 5 e 6).  Mais tarde, pelo aparecimento de necroses nas extremidades dos folíolos que evoluem para a seca total dessas folhas. Fig. Dendezeiro: amarelecimento e necrose da ponta do folíolo para base Foto: Alessandra de Jesus Boari.
  • 30. Amarelecimento Fatal do Dendezeiro  Um dos principais sintomas do AF é a seca da folha flecha e, eventualmente, pode ocorrer a remissão temporária da planta.  Seguida do declínio generalizado e morte  As plantas morrem 7 a 10 meses após o aparecimento dos primeiros sintomas, quando não ocorre a remissão.
  • 31.  O sistema radicular não se desenvolve após o aparecimento dos primeiros sintomas do AF.  Essa doença pode ocorrer em qualquer idade do dendezeiro. Amarelecimento Fatal do Dendezeiro Fig. Planta de dendê com mais de 25 anos de idade, apresentando AF e sintomas de remissão de folhas. Fig. Plantio de dendê dizimado pelo AF. Foto: Alessandra de Jesus Boari
  • 32. Amarelecimento Fatal do Dendezeiro A única medida de controle do AF é uso de plantas resistente  Plantas remanescentes de Tenera com potencial de resistência (clones).  Erradicação da planta.
  • 33. Fusariose  O agente causal fusarium oxysporum.  Introduzida no brasil através de sementes contaminadas da áfrica.  Ataque morrer em mudas de pré-viveiro e viveiro, os sintomas da fusario mais são mais facilmente observadas em plantas adultas em campo.  O surgimento mais comumente em plantas de quatro a cinco anos de idade.
  • 34. Fusariose  Os sintomas mais típico caracterizam-se inicialmente por um amarelecimento pálido (verde-limão) ocorrendo das folhas mais velhas para as folhas medianas.  O amarelecimento e dessecamento dos fólios e da raquis.  As folhas inicialmente afetadas podem também apresentar coloração roséa.  Com a evolução do amarelecimento as mais velhas seca rapidamente quebrando-se geralmente na base dos pecíolos, mas permanecendo a semelhança de um guarda-chuva em torno da planta doente.
  • 35. Fusariose Fig. Sintomas avançados de fusariose.  Os sintomas progridem em direção. As folhas jovens provocando finalmente a seca total e a morte da planta.
  • 36. Fusariose  A estipe apresenta uma coloração tendendo para o marrom, contrastado com a coloração alaranjada típica das plantas sadias.  O sistema radicular de um modo geral, contudo, mostra-se aparentemente funcional e sem apodrecimento. Figura. Sintomas de fusariose no tecido basal.
  • 37. Esse patógeno causa uma coloração amarronzada nas extremidades nos folíolos das folhas mais velhas, que avança para a base e provoca a seca rápida da folha. Além disso, causa o abortamento de inflorescências, bem como apodrecimento de cachos imaturos (TASCON; MARTINEZ, 1977; PERTHUIS et al., 1985). Nas condições da Amazônia brasileira, o Phytomonas parece atacar com mais frequência palmares localizados ao longo da floresta e nas proximidades de igarapés (TRINDADE et al., 1997). Como estratégia de controle, recomenda-se o arranquio das plantas afetadas, já que elas não se recuperam. Marchitez Sorpressiva (Phytomonas staheli)
  • 38. REFERÊNCIAS AGRIANUAL (2006) Anuário da agricultura brasileira. São Paulo, Instituto FNP, 504p. ALVES, S. A. de O.;AMARAL, W, A. N. do.; HORBACH, M. A.; ANTIQUEIRA, L. M. O. R.; BRAGA, L. P. P.; DIAS, I. F. da S. A dendeicultura no estado do Pará: cenário atual, entraves e perspectivas. bioenergia em revista: diálogos, ano 3, n. 2, p. 18-28, jul./dez. 2013. BOARI, A. J.; TREMACOLDI, C. R.; SILVA, M. L. A.; SILVA, C. T. B.; SILVA, R. S.; CARVALHO, T. P. IDENTIFICAÇÃO MOLECULAR DE Pseudallescheria boydii EM PALMA DE ÓLEO. BORGES, F. I .; SILVA, E. F.;), BOARI, A. J.; SOUSA, D. P.; SANTANA, W. E.; CARVALHO L. C. N. Anatomia comparada da raiz de Elaeis guieneensis Jacq. 4° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel. 7º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel. BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS, 05 a 08 DE OUTUBRO DE 2010. BRAZILIO, M.; BISTACHIO, N. J.; PERINA, V. C. S.; NASCIMENTO, D. D. Revisão: O Dendezeiro( Elaeis guineenses Jacq).bioenergia em revista:diálogos, v. 2,n.1, p.27-45, jan /jun.2012. BRUNCKHORST , Harald. O mercado mundial do óleo de palma e seus derivados numa economia globalizada. São P aulo: Grupo Agropalma, 2000. FREIRE, F. das C. O. As Doenças do Dendê (Elaeis guineenses Jacq) na Região Amazônica Brasileira. Belém, PA: EMBRAPA, 1988.Circular Técnica, 2. FURLAN, L. F.; GROSSO, F. S. B.;RODRIGUES, F. de S.; LANK, O.; LIMA, J. N. da S. Projeto Potencialidades Regionais estudo de viabilidade Economica.Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Superintendência da Zona Franca de Manaus SUFRAMA Superintendência Adjunta de Planejamento e Desenvolvimento Regional Coordenação de Identificação de Oportunidades de Investimentos Coordenação Geralde Comunicação Social.cap 3. p 8, 2003. LEMOS, W. P.; BOARI, A. J. Zoneamento agroecológico Produção e Manejo para a Cultura da Palma de Óleo na Amazônia, Embrapa Solos, Rio de Janeiro, cap 9, p.151-157.2010. MIRANDA, Roberto de Moraes e MOURA, Rodrigo Duarte. “ Aplicação do óleo de dendê como combustível em motores ciclo diesel”. In: P esquisa em andamento. Manaus: EMBRAPA Amazônia Ocidental, no 48, dez. 1998, p. 1-2. PEREZ, R; JÚNIOR, A. G. da S.; MIRANDA, C. A.; SANTOS,M. M. S. VIABILIDADE DE EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE DENDÊ NO ESTADO DO PARÁ. VIÇOSA – MG, 2007, p.24-26. RAFAEL, C.R.; LEMOS, W. P.; BERNARDINHO, A. S.;BUECKE, J.; MULLER, A. Primeira Ocorrência de Alcaeorrhynchus grandis (Dallas) (Hemiptera: Pentatomidae) Predando Lagartas Desfolhadoras do Dendezeiro no Estado do Pará. January - February 2010. RODRIGUES, T. C. de A.; CONCEIÇÃO, S. S.; RODRIGUES, M. dos S.; Moraes, M. C.; CONCEIÇÃO, S. S. PALMA DE ÓLEO E AGRICULTURA FAMILIAR: ESTUDO DE CASO DE UM ASSENTAMENTO RURAL NO ESTADO DO PARÁ. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.10, n.19; p. 2014 1437.
  • 39. Mancha de Curvulária (Curvularia sp. ) E uma doença que aparece mais no estágio de viveiros com nutrição desbalanceada. Os sintomas aparecem, inicialmente, em forma de lesões circulares, de coloração amarelada , visíveis em ambas as faces da folha. A lesão pode ter de 3 a 7 mm de comprimento e pode variar de marrom-claro a marrom-escuro com um halo amarelado. O manejo da mancha deve ser preventivo, por meio da aplicação de fungicida à base de mancozeb e da eliminação de folhas ou mudas com sintomas (LEMOS & BOARI, 2010).
  • 40. REFERÊNCIAS SANTANA, W.E.; BORGES, F. J .;SILVA, E. F.; LUIS, D. P. S.; CARVALHO, C. N. Caracterização anatômica comparada da superfície foliolar de Elaeis guineenses Jacq. (Dendê) com e sem sintomas de Amarelecimento Fatal. 4° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel.7º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel, BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS, 05 a 08 DE OUTUBRO DE 2010. SILVA, A. de B.; MULLER, A. A.; SOUZA, L. A.; ALVEZ, E. F. Controle Biológico da Broca do olho do coqueiro e dendezeiro, Rhynchophorus palmarum(L., 1764), em dendezais, no município de IGARAPÉ-AÇU, PARÁ. Comum.téc.nº36, Dezembro/200, p.1-5. SOUZA, C. A.; BOARI, A. J.; COSTA, Á. S. V.; FERNANDES, P. F. L. Incidência de fitoplasma associado ao dendezeiro com Amarelecimento Fatal no estado do Pará . 4° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel.7º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel,BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS, 05 a 08 DE OUTUBRO DE 2010. TASCON, E. M.; MARTINEZ, L. G. Identification del inseto de la marchitez sorpressiva de la palma africana (Elaeis gineensis) Fitopatologia Colombiana, v. 6, p. 2-14, 1977. TINÔCO, R. S. Diversidade de inimigos naturais associados a lepidopteros desfolhadores da palmeira do dendê, no Complexo Agroindustrial Agropalma no Pará, Amazônia Brasileira.2008 46 f. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. TRINDADE, D. R.; SILVA, H. M.; POLTRONIERI, L. S.; GASPAROTTO, L. Palmáceas. In: VALE, F. X. R.; ZAMBOLIM, L. (Ed.). Controle de doenças de plantas: grandes culturas. Viçosa, MG: UFV, 1997. 1132 p. 2 v. VENTURIER, A.; FERNANDES, W. R.; BOARI, A. J.; VASCONCELOS, M. A. Relação entre ocorrência do amarelecimento fatal do dendezeiro (Elaeis guineenses Jacq.) e variáveis ambientais no Estado do Pará. Anais XIV Simpósio Brasilerio de Sensoriamento Remoto, Natal, Brasil, 25-30 abril 2009, INPE, p. 523-530. VIEGAS, I.J.M.; MULLER, A.A. A cultura do dendezeiro na Amazônia Brasileira.Belém: EMBRAPA, CPATU, 2000. 374 p.