O documento aborda os riscos associados à silvicultura clonal, destacando pragas e doenças florestais, como murchas bacterianas e ataques de insetos. Também menciona a importância do manejo integrado de pragas, estratégias de controle e a necessidade de resistência genética em clones para mitigar perdas de produtividade. O texto enfatiza a vigilância constante e a pesquisa para o desenvolvimento de práticas sustentáveis na gestão florestal.