SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 129
Baixar para ler offline
SUINOCULTURA
Prof. Marcelo Bastos Cordeiro
mbcordeiro@gmail.com
Conteúdo para prova N2:
Cap. 7 – Alimentação e Nutrição do Rebanho
Cap. 8 – Manejo Sanitário
Cap. 9 ‐ Planejamento
Cap. 10 – Instalações e Ambiência
Cap. 11 – Manejo de Dejetos
Cap. 7 – Alimentação e Nutrição do 
Rebanho
alimentação nas granjas estabilizadas e de ciclo completo 
corresponde a 65% do custo (Embrapa,2003);
Em épocas de crise na atividade o valor atinge a cifra de 70 a 75%;
Regra geral:  ‐ conversão alimentar de rebanho for de 3,1;
‐ alimentação representar 70% dos custos de produção; 
O preço do suíno deverá ser no mínimo 
4,4 vezes superior ao preço da ração 
Cap. 7 – Alimentação e Nutrição do Rebanho
Excesso de nutrientes nas rações é um dos maiores causadores de poluição 
do ambiente;
Desejável ‐ Alta digestibilidade e disponibilidade dos nutrientes e que 
sejam processados adequadamente  
Cap. 7 – Alimentação e Nutrição do Rebanho
Água
O suíno deve receber água potável. 
Alguns parâmetros são importantes para assegurar a 
potabilidade e a palatabilidade da água: 
‐ ausência de materiais flutuantes, óleos e graxas,
‐ gosto, odor, coliformes e metais pesados; 
‐ pH entre 6,4 a 8,0; níveis máximos de 0,5 ppm de cloro livre, 
110 ppm de dureza, 20 ppm de nitrato, 0,1 ppm de fósforo, 600 
ppm de cálcio, 25 ppm de ferro, 0,05 ppm de alumínio e 50 ppm
de sódio;
‐ temperatura inferior a 20° C. 
7.1 Ingredientes para rações
Disponibilidade e combinação adequada de ingredientes 
incluindo um núcleo ou premix mineral‐vitamínico específico 
para a fase produtiva do suíno.
Classificação dos ingredientes:
1) teor de energia, 
2) proteína,
3) fibra;
4) minerais presentes.  
a) Alimentos essencialmente energéticos
Mais de 90% de elementos básicos fornecedores de energia (na 
matéria seca).
São utilizados em pequenas proporções:
‐ açúcar, gordura de aves, gordura bovina, melaço em pó, óleo de soja 
degomado ou bruto ou, 
Em proporções maiores, como no caso da raiz de mandioca integral seca. 
7.1.1) Teor de energia
b) Alimentos energéticos também fornecedores de proteína 
Possuem, geralmente, valor de energia metabolizável acima de 3.000 
kcal/kg do alimento;
São exemplos: a quirera de arroz, a cevada em grão, o soro de leite 
seco, o grão de milho moído, o sorgo baixo tanino, o trigo integral, o 
trigo mourisco, o triguilho e o triticale, entre outros. 
c) Alimentos energéticos com médio a alto teor de 
fibra
7.1.1) Teor de energia
Energia metabolizável acima de 2.600 kcal/kg e teor de fibra bruta 
acima de 6%. 
São exemplos: o farelo de arroz integral, o farelo de amendoim, a aveia 
integral moída, o farelo de castanha de caju, a cevada em grão com 
casca, a polpa de citrus, o farelo de coco, a torta de dendê, o grão de 
guandu cozido, a raspa de mandioca (de onde foi extraído o amido) e 
o milho em espiga com palha. 
7.1.2) Fibra
d) Alimentos fibrosos com baixa concentração de energia e 
médio teor de proteína 
Proteína bruta maior que 17%, de fibra acima de 10% e concentração 
de energia metabolizável menor que 2.400 kcal/kg. 
São exemplos: o feno moído de alfafa, o farelo de algodão, o farelo de 
babaçu, o farelo de canola e o farelo de girassol. 
e) Alimentos fibrosos com baixa concentração em proteína
São os ingredientes que possuem teor de proteína abaixo de 17%, mais 
de 6% de fibra bruta e valor máximo de energia de 2400 kcal/kg de 
alimento. 
São exemplos: o farelo de algaroba, o farelo de arroz desengordurado, 
o farelo de polpa de caju, a casca de soja e o farelo de trigo. 
f) Alimentos protéicos com alto teor de energia 
Mais de 36% de proteína bruta e valor de energia metabolizável acima de 
3.200 kcal por kg de alimento. 
São exemplos: o leite desnatado em pó, a levedura seca, o glúten de 
milho, a farinha de penas e vísceras, a farinha de sangue, a soja cozida 
seca, a soja extrusada, o farelo de soja 42% PB, o farelo de soja 45% PB, o 
farelo de soja 48% PB e a soja integral tostada. 
g) Alimentos protéicos com alto teor de minerais
Limitada pela alta concentração de minerais que apresentam. 
São exemplos: as farinhas de carne e ossos com diferentes níveis de PB 
e a farinha de peixe. 
h) Alimentos exclusivamente fornecedores de minerais
São fontes de cálcio, de fósforo, de cálcio e fósforo ao mesmo tempo e 
de sódio. 
Como exemplos mais comuns temos o calcário calcítico, o fosfato 
bicálcico, o fosfato monoamônio, a farinha de ossos calcinada, a 
farinha de ostras e o sal comum.
7.1.4) Minerais
i) Preparados comerciais de compostos minerais e vitaminas
‐ Premix ou núcleo
Núcleo
Núcleo é um tipo especial de premix que já contém
‐ o cálcio, 
‐ o fósforo
‐ sódio, 
‐ além das vitaminas e micro‐minerais necessários, 
por isso, na maioria das vezes, dispensa o uso dos alimentos 
exclusivamente fornecedores de minerais. 
Esses produtos devem ser utilizados dentro de 30 dias após a data de 
sua fabricação e ser mantidos em lugares secos e frescos, de 
preferência em locais que minimizem a ação da luz 
7.2 Preparo das rações
Formulação adequada: 
‐ combinação dos alimentos energéticos (também fornecedores 
de proteína) 
+ 
‐ alimentos protéicos com alto teor de energia.
A complementação dos demais nutrientes deve ser feita com os 
alimentos exclusivamente energéticos, alimentos protéicos com alto 
teor de minerais e alimentos exclusivamente fornecedores de 
minerais. 
O uso de aminoácidos sintéticos pode ser vantajoso na redução de custos 
da ração, necessitando, no entanto, orientação técnica específica.
Dietas a base somente de milho e soja precisam de uma fonte de energia
a mais para compensar o deficit. (rações com milho e soja não
completam para energia)
7.2 ‐ Formulação das rações
Usar fórmulas específicas para cada fase da criação:
7.3 Alimentação de leitões
Desmama precoce – mudança brusca na alimentação:
Deve‐se oferecer na dieta fontes de energia prontamente disponíveis ou de 
fácil utilização, composta por gordura, cereais processados ou açucares simples
leite: dieta equilibrada e elevada digestibilidade
X
ração seca, com baixo teor de gordura, com menos lactose e rica em outros
carboidratos.
Perda de peso e diarréia durante as primeiras semanas
7.3 Alimentação de leitões
Estimular o consumo de alimentos em leitões desmamados:
‐ Fornecer ração na primeira semana de  vida em comedouros
apropriados (condicionamento para ingerir ração seca) – contribuir para
o maior peso ao desmame e menor tempo de abate.
‐ adição de ácidos organicos (cítrico, fumárico, lático ou propiônico) em
torno de 1,5 % da ração
IDEAL – leitão apresente consumo mínimo
de 600 gramas até o desmame
A  alimentação  dos  leitões  durante  o  período  que  ficam  na 
maternidade e na creche é um dos fatores mais críticos na produção 
de suínos. 
No  desmame,  realizado  aos  21  dias  de  idade  podem  ser  fornecidos 
dois tipos de ração:
7.3 Alimentação de leitões
pré‐inicial 1: uso de 15 a 20% de soro de leite em pó, 10% de leite 
desnatado em pó e 3 a 5% de gordura ou óleo. Caso tenha disponível 
farinha de carne ou farinha de peixe de boa qualidade, pode‐se utilizar 
5% na dieta em substituição ao leite desnatado em pó. 
pré‐inicial 2: inclusão de 10% de soro de leite em pó e 1 a 3% de 
gordura ou óleo junto com o milho, farelo de soja (em limite de inclusão 
de 12%) e núcleo de boa qualidade
Na fase inicial deve‐se formular as dietas tendo como ingredientes 
base preferencialmente o milho e o farelo de soja, 
É possível a utilização de ingredientes alternativos como por exemplo 
cereais de inverno (trigo, triticale, aveia, entre outros), subprodutos do 
arroz, mandioca e seus subprodutos, porém em níveis de inclusão 
baixos. 
No período de crescimento o leitão consome em média 2 kg ração/dia
– alimentação fornecida a vontade;
No período de terminação os animais consomem 2,5 a 3,0 kg de 
ração/dia – adotar preferencialmente restrição quantitativa de ração
com o objetivo de diminuir a deposição de gordura.
7.3 Alimentação de leitões
Pré‐Inicial
Mais cara da granja, 
consumo é extremamente baixo, por volta de 2% do consumo total da 
granja, 
ou ainda 5.85 kg por animal no período compreendido entre, 7 e 36 
dias de idade, 
Administrando a ração em pequenas quantidades, pelo menos 6 a 7 
vezes por dia. 
Havendo um bom estimulo de consumo de Ração Pré‐Inicial, no 
período antes da desmama ( 21 dias ), por volta de 600 gramas de 
consumo por animal, de 7 a 21 dias, teremos um menor desgaste das 
matrizes no período de lactação, e teremos menos problemas de 
diarréias, e de desempenho dos leitões na primeira semana de 
desmamados.
7.3 Alimentação de leitões
7.4 Alimentação de reprodutores
Marrãs (50 a 60 kg) – separadas do rebanho de terminação (evitar que
elas consumam a ração de terminação que é menos protéica)
Evitar que a leitoa engorde demais;
30 a 70 kg/peso vivo – alimentação a vontade;
Após 70 kg/peso vivo – manejo alimentar até chegar a restrição de 
85% do consumo aos 100 kg
De 180 a 190 dias de vida – peso ideal de 115 a 120 kg
Efeito FLUSHING – fornecimento de elevado teor de energia pelo
período de cerca de duas semanas antes da cobrição e tem como
objetivo aumentar a taxa de ovulação e o número de leitões nascidos
(utilizada quando se observa baixa taxa ovulatória);
Flushing – adotar em leitoas com 110 a 120kg de peso vivo e idade de 
180 dias – ração com 3200 kcal EM/dia a vontade
7.4.1 Manejo nutricional do cachaço
Nutrição pode influenciar quantidade de sêmen;
Falta de alimento retarda a puberdade;
O baixo fornecimento de lisina piora a libido;
Machos muito gordos – reduz a libido;
Fornecimento de 80 a 150 ppm de Zn – efeito positivo no 
desenvolvimento folicular;
Selênio e vitamina E – boa formação do sistema reprodutor masculino;
7.5 Manejo nutricional na gestação
Dia anterior ao parto – fornecer água e farelo de trigo ou outra fonte
de fibra com o objetivo de “limpar” o intestino e faciliatar o parto.
– futuras matrizes de 20 a 30 dias que anteceder a primeira 
cobrição ate 30 dias antes do parto. 
‐ matrizes pluríparas será utilizada a partir da cobrição, até 30 dias 
antes do parto.
Fornecer de 2.5 a 2.8 kg de ração/dia e sempre observando o estado 
físico da fêmea. 
Administrar a ração gestação em dois tratos, as 7, e 17 horas e sempre 
ração molhada, sendo por volta de 1.6 kg de manha e 1.2 kg a tarde.
A ração gestação também será utilizada para os reprodutores. 
7.5 Manejo nutricional na gestação
7.6 Alimentação durante a lactação
Limitada capacidade de ingestão x elevada demanda nutricional;
Quanto maior o consumo de ração, maior a produçào de leite;
Aumento na densidade energetica das rações – utilização de óleo (até
6%);
Promover temperatura amena
Fornecimento de ração úmida
Todas as fêmeas a partir de 30 dias que anteceder ao parto e durante 
todo o período de lactação/desmama ate o início da cobertura, 
No período que anteceder ao parto administrar por volta de 2.8 a 3.2 kg
por dia, e 
nos 3 a 4 dias que antecedem ao parto diminuir gradativamente, 
chegando a 0.5 a 1 kg no dia do parto. 
No dia seguinte ao parto administrar por volta de 2.5 kg por dia e ir 
aumentando aproximadamente 0.5 kg ao dia para que por volta do 5 ou 
6 dia de parida a matriz esteja consumindo 5 a 6 kg de ração lactação por 
dia em pelo menos 3 tratos.
O consumo de ração lactação deverá ser estimulada, e oferecer às 
matrizes ração molhada nos seguintes horários: 7, 12 e 17 horas nas 
seguintes quantidades aproximadamente: 2, 1.5 e 2 kg respectivamente, e 
se houver disponibilidade efetuar 1 trato de ração seca a noite por volta 
de 1 kg.
7.6 Alimentação durante a lactação
Exemplo:  suinocultura de " 100 matrizes", ciclo completo rebanho 
estabilizado; e produzindo 22, 6 suínos por matriz por ano (suínos 
com 148 dias de idade com 98 kg de peso ). 
Plantel total da granja ‐ 1.100 animais
Nº de cevados vendidos por mês : 188 animais.
Consumo mensal de ração pronta:
7.7 Manejo Nutricional (Consumo/Custo Ração) 
Para cada porca do plantel produzindo:
‐ 20 leitões ao ano, terminados até os 105 kg de peso de abate
Necessário: ‐ 7.000 kg de ração
‐ gasto médio ‐ 240 kg de núcleo, 
‐ 5.260 kg de milho e 
‐ 1.500 kg de farelo de soja. 
-2,8 litros de água potável ingerida / cada kg de ração consumida:
- estima-se um gasto anual de 19,6 mil litros de água potável para cada porca
e sua produção.
7.7 Manejo Nutricional (Consumo/Custo Ração) 
7.8 Mistura dos ingredientes
Misturar previamente o premix ou o núcleo contendo minerais e 
vitaminas, antibióticos e outros aditivos com cerca de 15 kg de milho 
moído, ou outro grão moído, antes de adicioná‐lo aos outros 
ingredientes que farão parte da mistura. 
Essa pré‐mistura pode ser realizada em misturador em "Y", tambor ou 
ainda com o uso de um saco plástico resistente, agitando‐se o conteúdo 
vigorosamente durante algum tempo até notar‐se que as partes 
apresentam‐se distribuídas com certa homogeneidade;
Para misturar os ingredientes usar misturadores: 
‐ primeiro o milho moído, ou o ingrediente de maior quantidade 
indicado na fórmula, 
‐ depois o segundo ingrediente em quantidade e assim sucessivamente. 
‐ Após aproximadamente 3 minutos de funcionamento do misturador, 
retirar cerca de 40 kg da mistura e reservar.
‐ A seguir colocar no misturador o premix ou núcleo previamente 
misturado com o milho e misturar por mais 3 minutos.
‐ Finalmente, recolocar os 40 kg da mistura retirados anteriormente e 
observar o tempo de mistura. O misturador deve ser sempre limpo após 
o uso, tomando‐se toda a cautela para evitar acidentes. 
Tempo de mistura
Em geral, o tempo ideal de mistura, em misturadores verticais, é de 12 
a 15 minutos, após carregá‐lo com todos os ingredientes. 
Misturas realizadas abaixo ou acima da faixa ideal de tempo não são 
de boa qualidade, 
aconselha‐se que a cada 3 minutos seja retirada e recolocada 
imediatamente no misturador uma quantidade de ração, de cerca de 
30 kg. Isso fará com que o material que estava parado nas bocas de 
descarga seja também misturado. 
Arraçoamento
Considerando uma matriz mantida em ciclo completo, o consumo 
total de rações por fase produtiva dos suínos durante um ano 
corresponde a:
‐ 11% na gestação, 
‐ 6% na lactação, 
‐ 13% pelos leitões na creche, e
‐ 70% pelos suínos no crescimento e terminação. 
Desta forma o manejo da alimentação na fase de crescimento e 
terminação assume importância fundamental para o máximo 
rendimento econômico na atividade.
Formulação de ração
https://sites.google.com/site/ppfrprogramforfeedform
ulation/monogastricos/suinos
Cap. 8 – Manejo Sanitário
8.1 Biosseguridade
Estabelecimento de um nível de segurança para seres vivos por
intermédio da diminuição do risco de ocorrência de enfermidades;
Conjunto de medidas:
‐ impedir entrada e saídas de agentes de doenças;
‐ facilitar o reconhecimento precoce de doenças e infecções;
‐ promover profilaxia para eliminação de doenças;
‐ promover medidas defensivas para manter os animais livres de 
doenças endêmicas
‐ manter o rebanho livre daquelas que já foram erradicadas.
8.1 Biosseguridade
Localização do propriedade de produção animal;
Controle de tráfego (pessoas, animais);
Restrição de acesso (funcionários, visitantes);
Introduçao de animais no sistema de criação
Alimento; 
Qualidade da água;
Controle de dejetos e resíduos;
Controle de roedores
Sistema de registro de dados;
Destino de cadáveres;
Sistema de manejo contínuo (SMC);
Sistema de manejo Todos Dentro – Todos Fora (SM TD‐TF) –
essencial em granjas com mais de 76 matrizes;
a) Procedimento de limpeza
Limpeza seca:
‐ limpeza inicial;
‐ retirada da matéria orgânica, sujeiras impregnadas; 
Limpeza úmida:
‐ após a limpeza seca;       
‐ água sob pressão
b) Procedimento de Desinfecção
Impedir penetração e crescimento de microorganismos
Retirada completa dos animais;
Uso de desinfetantes
8.2 Programa de limpeza e desinfecção (PLD)
8.2.1 Passos para realização da limpeza e 
desinfecção (com a saida dos animais)
1) Iniciar limpeza seca, com pá e vassoura imediatamente após retirada
dos animais;
2) esvaziar calhas ou fossas existentes;
3) desmontar e lavar todos equipamentos da sala;
4)iniciar limpeza úmida (máximo 3 horas após saída dos animais);
5) umedecer previamente a instalação com agua contendo detergente
6) fazer limpeza úmida com alta pressão;
7) Aplicar desinfetante no dia seguinte ao da lavagem, com a intalação
completamente seca;
8) desinfetar todas as superfícies da sala
9) Segunda desinfeção opcional(duas horas antes do alojamneto do 
próximo lote);
10) Maternidade – usar vassoura de fogo;
11) Aguardar vazio sanitário de minimo 5 dias (deixar sala fechada)
8.2.2 Rotina de limpeza e desinfeção
Creche:
‐ gaiolas suspensas: lavar corredores e embaixo das gaiolas 2 a 3 
x/semana
‐ baias: limpeza seca diariamente.
Quando animais são retirados:
‐ as paredes, gaiolas ou baias, piso, parte interna dos telhados e
equipamentos são lavados com água sob pressão e todo o ambiente é
desinfetado;
‐ pode‐se caiar as baias ou salas;
‐ instalações vazias e fechadas ‐ mínimo de 72 horas;
8.2.2 Rotina de limpeza e desinfeção
Setor de reprodução
‐ limpeza seca 1 a 2 x/dia;
‐ Cachaços: uma vez por mês ou no máximo a cada 45 dias as baias 
devem ser lavadas e desinfetadas (dar banho nos cachaços com água 
morna e sabão);
Fêmeas recém cobertas e setor de gestação/
Setor de terminação
‐ limpeza seca 1 a 2 x/dia;
‐ Uma limpeza e desinfecção completa após a transferência de cada 
lote de fêmeas ou para o setor de gestação para a maternidade.
DESINFETANTES QUÍMICOS 
1. Fenóis e derivados do alcatrão de hulha:
- Fenol ou ácido carbólico ;
- Cresol (bactericida): desinfecção de pisos, esgotos e instalações sanitárias
(creolina® contém 10% de cresóis e o lisol 50% de cresóis);
- Fenóis halogenados: - hexaclorofeno (0,75%) / Phisohex®
a 3% eliminam Mycobacterium spp,
2. Alcalinos (bactericida):
- soda caustica;
- Cal (óxido de cálcio, cal viva’;
3. Aldeídos (germicida)
- Formaldeido ou Formol;
- Glutaraldeido (menos tóxico);
4. Halogênios e seus derivados :
- Iodo (germicida) – cura de umbigos e feridas
- Iodóforos ou Iodophor - instalações;
- Cloro;
Na natureza encontram‐se muitos compostos complexos orgânicos, de 
origem vegetal, com características bactericida e germicida. 
QUINTERO (1994), aponta alguns fitofarmacos recentemente 
estudados com características germicidas: 
Extrato de sementes cítricas: Grapefruit (Citrus paradise), Bergamot
(Citrus aurantium), Tangerina (Citrus reticulata), Laranja (Citrus
sinensis). 
Extrato de Andrografis peniculata, planta da Índia, estudada em 1992 
por Kumar & Prassad, Universidade de Bhagalpur, Índia. 
Extrato fluído de alecrim (Rosmarinus off) 
Extrato fluído de angélica (Angélica off) 
Extrato fluído de eucalipto (Eucalyptus globulus) 
8.3 Programa de vacinação
Melhorar as condições de defesas dos animais – ação preventiva;
Programa básico de vacinação:
‐ parvovirose
‐ colibacilose;
‐ rinite atrófica
‐ pneumonia enzoótica;
Conservação das vacinas
Manter todas as vacinas em geladeira em temperatura entre 4 a 8°C. 
Jamais deixar congelar as vacinas.
Cap 9. Planejamento da Suinocultura
Cap 10. Instalações e ambiência
‐ Serem higiênicas: terem água disponível e destino adequado dos resíduos;
‐ Serem bem orientadas no terreno;
‐ Serem simples e funcionais;
‐ Serem duráveis e seguras: utilização de materiais e técnicas construtivas 
adequadas;
‐ Serem racionais: rapidez a eficiência no uso de materiais e mão‐de‐obra;
‐ Permitirem controle das variáveis climáticas;
‐ Permitirem expansão; e
‐ Serem de baixo custo.
9.1  INFORMAÇÕES  BÁSICAS  PARA  PROJETOS  DE 
CONSTRUÇÕES RURAIS
9.2 PLANEJAMENTO PARA IMPLANTAÇÃO DAS CONSTRUÇÕES
1) Análise de mercado;
2) Infra‐estrutura física;
3) Sistema de criação (manejo): escolher o sistema de criação e 
detalhar o manejo. As instalações devem se adequar ao manejo e não
o contrário.
Ex: ciclo completo, venda de leitões, venda de reprodutores, crecimento e 
terminação.
Ex: confinamento, semi‐confinamento, extensivo, siscal.
Ciclo Completo
•Reprodução ‐ Pré‐cobrição, cobrição e gestação
•Maternidade
•Creche
•Crescimento e Terminação
•Reprodução (Pré‐cobrição e cobrição gestação)
9.3 Dimensionamento
Exemplo: Considere um rebanho composto por
‐ 100 matrizes, 
‐ 15 leitoas de reposição e 5 porcas a serem substituídas (20% 
reposição)
‐ 6 cachaços (4 + 2 rep.)
totalizando 126 animais no plantel de reprodução.
_ Produção altamente tecnificada
‐ Desmama – 21 a 28 dias
-n° de fêmeas = 100 porcas em produção;
-nº partos/porca/ano = com um bom manejo é possível se obter uma média de 2,3 a
2,5 gestações por fêmea por ano;
- período de uso da baia = 2 semanas (14 dias) da desmama até a cobrição + 4
semanas (28 dias) da cobrição até a confirmação da prenhez. TOTAL de 6 semanas.
-n° fêmeas/baia = recomenda-se de 4 a 6 fêmeas por baia; e
- n° de semanas do ano = 52 (365 dias).
No. baias = n. Matrizes x n. partos/porca/ano x Período uso da baia
n. Matrizes/baia x n. Semana do ano
No. baias = 100 x 2,4 x 6 semanas
5 x 52
= 6 baias coletivas
Obs:
- quando a desmana ocorre entre 28 a 35 dias: - considerar n.parto/porca/ano = 2,0
- 5 matrizes/baia = fazer organização quinzenal ou semanal
• Área de cada baia = 2,5 m2/porca; para 5 porcas = 12,5 m2.
• largura = (0,6 m de comedouro/porca x 5 porcas) + 0,7 m de portão 
= 3,7 m.
• comprimento = 12,5 m2/3,7m = 3,4 m
•Baia = 3,7 x 3,4 m
N' de machos = 1 para cada 20 a 25 fêmeas = 4 machos.
Área necessária = 6 m2 / macho.
Baia = 6 m2 = 1,73 m x 3,4 m 
Pé‐direito: 3,0 a 4,0m para cobertura com telhas de cimento amianto e 
2,5 a 3,5 m para telhas de barro, dependendo da largura.
Estrutura do telhado: tesouras ou pórticos (madeira, metal, ou 
concreto armado).
Beiral: 1,0 a 1, 5m dependendo do pé‐direito.
Declividade: 2% a partir do corredor central em direção as laterais no 
sentido da largura e 1% no sentido do comprimento (fosso).
Coleta dos Dejetos; fosso dotado de grelha na parte mais baixa da baia.
Comedouros: podem ser de concreto simples com os cantos 
arredondados com o uso de argamassa deixando a superfície interna 
lisa (largura de 0,50m e altura na frente de 0,20m).
Bebedouro: tipo concha ou chupeta (um por baía).
- período de uso da baia => da confirmação da prenhez até uma semana antes do
parto = 12 semanas (84 dias);
-n° fêmeas/baia = recomenda-se utilizar baias coletivas para 4 a 6 fêmeas com área
de 2,5 m2 por cabeça, ou gaiolas individuais de 2,2 x 0,6 x 1,1 m (comp.x larg.x alt.).
É comum agrupar num mesmo prédio as unidades de pré-cobrição, cobrição e
gestação, principalmente para pequenos criadores.
O galpão deve estar orientado no sentido leste-oeste e pode ter anexos como
escritório, sanitário e depósito para medicamentos, ração, ferramentas e
equipamentos.
Especial atenção deve ser dada às fundações (dimensionamento e execução) caso
tenha presença do fosso de escoamento de dejetos.
No. baias = n. Matrizes x n. partos/porca/ano x Período uso da baia
n. Matrizes/baia x n. Semana do ano
No. baias = 100 x 2,4 x 12 semanas
5 x 52
= 12 baias coletivas
• Área de cada baia = 2,5 m2/porca; para 5 porcas = 12,5 m2.
• largura = (0,6 m de comedouro/porca x 5 porcas) + 0,7 m de portão 
= 3,7 m.
• comprimento = 12,5 m2/3,7m = 3,4 m
•Baia = 3,7 x 3,4 m
Pré‐cobrição, cobrição e gestação para 100 matrizes – 5 
fêmeas/baia
granja 100 matrizes_reprodução.skp
Gestação em gaiolas
No. baias = n. Matrizes x n. partos/porca/ano x Período uso da baia
n. Matrizes/gaiola x n. Semana do ano
No. baias = 100 x 2,4 x 5 semanas
1 x 52
= 24 gaiolas de parição
período de uso - varia de 5 a 6 semanas (1 semana antes do parto + idade de
desmama + 1 semana limpeza e desinfecção);
-leitões permanecem desde a desmama, (5 kg – 21 ou 28 dias), até atingirem
peso corporal próximo de 25 kg ( 65 dias de idade).
•Consta de baias que abrigam na faixa de 20 leitões cada (2 leitegadas), as quais
têm o piso total ou parcialmente ripado (madeira, concreto ou metal) com fendas
de 1 cm de largura.
• A área disponível deve ser de 0,25 a 0,32 m2 por cabeça.
•Podem ser usadas também gaiolas elevadas (de metal) que abrigam 1 leitegada
cada.
- comedouro (0,20 m de comprimento para cada 3 animais);
- bebedouro tipo chupeta (1 para cada 10 leitões) a altura de 20 a 25 cm a partir
do piso.
- bebedouro no lado oposto ao comedouro a em cima do fosso ripado para facilitar
o escoamento da água.
No. baias = n. Matrizes x n. partos/porca/ano x n.desmamados/leitegada x uso
n. leitões/bais x n. Semana do ano
No. baias = 100 x 2,4 x 10 x 8 semanas
20 x 52
= 20 baias
- número de leitões desmamados = 10 (média);
- período de uso = varia de 7 a 9 semanas (uma semana para limpeza e desinfecção)
Área da baia = 0,27 m2 /leitões x 20 leitões = 5,4 m2
Comprimento da baia = 0,20m de comedouro/3 leitões = 1,33 m de
comedouro/20 leitões + 0,7m (portão) = 2,0 m
Largura da baia = 5,4 m2/2,0 m = 2,7 m
Dois métodos:
- com mudança de baia:
- recria em um galpão alojando animais com 25 a 60 kg
- terminação em outro galpão para animais de 60 a 100 kg
- recria e terminação em baia única (25 a 100 kg de peso corporal.)
No. baias = n. Matrizes x n. partos/porca/ano x n.desmamados/leitegada x uso
n. leitões/baia x n. Semana do ano
No. baias = 100 x 2,4 x 10 x 14 semanas
20 x 52
= 33 baias
Período de uso: - Com mudança de baia: - crescimento = 7 semanas
- acabamento = 7 semanas
- Sem mudança de baia: crescimento + acabamento = 14 semanas
Número de leitões por baia = 20
A área disponível por animal nas baias de crescimento a acabamento, para o
sistema sem mudança de baia:
- 0,70 m2, se o piso for totalmente ripado,
- 0,80 m2 se for parcialmente ripado;
-1,00 m2 se for totalmente compacto.
Área da baia = 1,0 m2/cabeça x 20 leitões = 20 m2
Comprimento da baia = 2,0 m de comedouro/baia + 0,70 (portão) + 0,3 (folga) = 3 m
Largura da baia = 20 m' /3,0 m = 6,67 m
Bebedouros
Concha (taça)
Modelo Taça com Valvula Gotejadora (Maternidade)
Bebedouros
Modelo Capacete em Polietileno (Creche)
Concha (taça)
Bebedouros
Chupeta ou nipple
Bebedouros
Bebedouro suino com regulador de altura 2 saida sem válvula
Recomendações:
- Maternidade: porca - concha
leitão: chupeta (nipple)
-Creche: chupeta (1beb./10 leitões) – 20 a 46 cm de altura inicial
-Crescimento e terminação: chupeta (1beb./5 animais)
Comedouros
Comedouros conjugados com bebedouros (ração 
úmida);
Comedouros semi‐automáticos convencionais 
(ração seca);
Comedouros
Comedouro
Comedouro
Creche
Comedouro
Umidade relativa ideal: 60 – 70%
10 Ambiência em instalações
Orientação – leste/oeste;
Largura: até 10m (regiões quentes e úmidas)
de 10 a 14 m (regiões quente e seco)
Pé direito – 3,5 m
Cobertura;
Sombreamento
Piso ripados
Ventilação
10 Ambiência em instalações
10.1 Efeito do ambiente ‐ desempenho
P.V. (kg) Temperatura (°C)
5 10 16 21 27 32 38
45 ‐ 621 717 907 899 635 117
68 576 576 667 980 794 517 ‐86
91 540 712 1007 867 758 399 ‐349
113 499 871 758 744 658 281 ‐617
- Ganho de peso médio (g/dia) em diferentes temperaturas -
Perdas estimadas: 39 g/dia, para cada °C (entre 20 e 32°C).
10.1  Efeito  do  ambiente  ‐
desempenho
- Ganho de peso médio (g/dia), consumo e CA em
diferentes temperaturas -
Variável Temperatura (°C)
21 32
G.P. (g/dia) 884 729
C.R. (g) 2172 1880
C.A. 2,46 2,58
10.2 Ambiência – ventilação
- Taxas de ventilação mínima para suínos, de acordo com a
fase (m3/s/animal) -
Fase Ventilação
Maternidade 0,16
Creche 0,05
Crescimento 0,05
Terminação 0,07
Reprodução 0,16
Cap. 11 – Manejo de Dejetos
11. Tratamento de resíduos
Principais constituintes dos dejetos dos suínos
‐ matéria orgânica;
‐ nutrientes
‐ bactérias fecais;
‐ sedimentos
Capacidade poluente de 1 suino = 3,5 pessoas
11.1 Caracterização e poder poluente dos dejetos
Fezes, urina, água desperdiçada pelos bebedouros e de higienização, 
resíduos de ração, pelos, poeira
Demanda Química de Oxigênio (DQO‐mg/l): é a quantidade 
de oxigênio necessária para oxidar quimicamente a matéria 
orgânica e inorgânica oxidável da água, ou seja a quantidade de 
oxigênio consumida por diversos compostos sem a intervenção 
de microorganismos.
Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO‐mg/l): principal 
unidade de medição de poluição dos efluentes. Corresponde a 
quantidade de oxigênio necessário para que as bactérias 
depuradoras possam digerir cargas poluidoras na água. Quanto 
maior a DBO maior é a poluição causada. No processo de 
digestão desta carga poluidora as bactérias necessitam de certa 
quantidade adicional de oxigênio, que é denominada de DBO.
11.2 Poder poluente dos dejetos
Comparativamente ao esgoto doméstico, os dejetos suínos são 260 
vezes mais poluentes.
DBO5 = 200 o esgoto doméstico e 40.000mg/l para e dejetos suínos,. 
11.2 Poder poluente dos dejetos
11.3 Como planejar o manejo dos dejetos suínos
a) Fase de produção e coleta: Nessa fase devemos pensar em todas as 
maneiras possíveis de evitarmos o desperdício de água
b) Armazenagem dos dejetos: colocar os dejetos em depósitos 
adequados durante um determinado tempo, com objetivo de 
fermentar a biomassa e reduzir os patógenos dos mesmos (não é um 
sistema de tratamento) 
‐ fica aquém dos parâmetros exigidos pela legislação ambiental para 
lançamento em corpos receptores (rios, lagos) e a sua utilização como 
fertilizante requer cuidados especiais.
‐ Esterqueira;
‐ Bioesterqueiras;
‐ Biodigestores
c) Tratamento dos dejetos
Dejetos
Instalações
Água não ingerida
Água da limpeza
Perdas hidraulicas
Animais
Fezes
Urina
Alimentação
Sobras de ração
Residuos dos comedouros
Tratamentos Físicos
Separação de fases:
- Decantação
- Peneiramento,
- Centrifugação
- Desidratação
Tratamentos Químico
Sulfato de alumínio
Sais de ferro
Hidróxido de cálcio
Óxido de cálcio
Tratamentos Bioquímico
Lagoas de estabilização
Esterqueiras
Bioesterqueiras
Biodigestores
Compostagem
Cama sobreposta
Lagoas de estabilização
Custo e manutenção mínimos
1) Lagoa anaeróbia
– profundidade que varia de 3 a 5 m;
‐ destruir matéria orgânica e coliformes fecais;
‐ permanência dos dejetos = 35 dias;
2) Lagoa Facultativa
‐ rasa – 1 m de profundidade;
‐ remoção de NPK e coliformes;
‐ permanência dos dejetos = 17 dias;
3) Lagoa de aguapé ou aeróbica
‐ 1 m de profundidade;
‐ Remoção final dos poluentes ainda existentes;
‐ permanência dos dejetos = 7 dias;
Biodigestores
Biodigestor caseiro

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Instalações e construções para suinocultura
Instalações e construções para suinoculturaInstalações e construções para suinocultura
Instalações e construções para suinoculturavelton12
 
Aula 1 Zootecnia Geral.ppt
Aula 1 Zootecnia Geral.pptAula 1 Zootecnia Geral.ppt
Aula 1 Zootecnia Geral.pptRodrigoMenck2
 
Boa práticas de suínos 2011
Boa práticas de suínos 2011Boa práticas de suínos 2011
Boa práticas de suínos 2011Ana Alice Gouvêa
 
Zootecnia Geral, Sistema De Criação
Zootecnia Geral, Sistema De CriaçãoZootecnia Geral, Sistema De Criação
Zootecnia Geral, Sistema De CriaçãoSilvano Rodrigues
 
Instalações rurais (Bem estar animal)
Instalações rurais (Bem estar animal)Instalações rurais (Bem estar animal)
Instalações rurais (Bem estar animal)Jacqueline Gomes
 
Aula instalacoes aves
Aula instalacoes avesAula instalacoes aves
Aula instalacoes avesnice1961
 
projeto de suinocultura (trabalho do curso de técnico agrícola)
projeto de suinocultura (trabalho do curso de técnico agrícola)projeto de suinocultura (trabalho do curso de técnico agrícola)
projeto de suinocultura (trabalho do curso de técnico agrícola)Luis Deleprane
 
Sistemas de criação e instalações para caprinos e ovinos - caprinos e ovinos
Sistemas de criação e instalações para caprinos e ovinos - caprinos e ovinosSistemas de criação e instalações para caprinos e ovinos - caprinos e ovinos
Sistemas de criação e instalações para caprinos e ovinos - caprinos e ovinosMarília Gomes
 
Nutrição e instalação para aves de postura
Nutrição e instalação para aves de posturaNutrição e instalação para aves de postura
Nutrição e instalação para aves de posturaNayara Michelle
 
Aula 1 panorama_geral_da_suinocultura_brasileira
Aula 1 panorama_geral_da_suinocultura_brasileiraAula 1 panorama_geral_da_suinocultura_brasileira
Aula 1 panorama_geral_da_suinocultura_brasileiraHugomar Elicker
 
Silagem (milho, sorgo, capim)
Silagem (milho, sorgo, capim)Silagem (milho, sorgo, capim)
Silagem (milho, sorgo, capim)Brenda Bueno
 

Mais procurados (20)

Instalações e construções para suinocultura
Instalações e construções para suinoculturaInstalações e construções para suinocultura
Instalações e construções para suinocultura
 
Manejo de pastagem
Manejo de pastagemManejo de pastagem
Manejo de pastagem
 
Aula 1 Zootecnia Geral.ppt
Aula 1 Zootecnia Geral.pptAula 1 Zootecnia Geral.ppt
Aula 1 Zootecnia Geral.ppt
 
Boa práticas de suínos 2011
Boa práticas de suínos 2011Boa práticas de suínos 2011
Boa práticas de suínos 2011
 
Gado leite
Gado leiteGado leite
Gado leite
 
Avicultura de postura
Avicultura de posturaAvicultura de postura
Avicultura de postura
 
Caprinos e Ovinos
Caprinos e OvinosCaprinos e Ovinos
Caprinos e Ovinos
 
Manejo de leitões 1
Manejo de leitões 1Manejo de leitões 1
Manejo de leitões 1
 
Apostila suinocultura
Apostila suinoculturaApostila suinocultura
Apostila suinocultura
 
Zootecnia Geral, Sistema De Criação
Zootecnia Geral, Sistema De CriaçãoZootecnia Geral, Sistema De Criação
Zootecnia Geral, Sistema De Criação
 
Instalações rurais (Bem estar animal)
Instalações rurais (Bem estar animal)Instalações rurais (Bem estar animal)
Instalações rurais (Bem estar animal)
 
Forragicultura aula1
Forragicultura aula1Forragicultura aula1
Forragicultura aula1
 
Instalações caprinos e ovinos
Instalações caprinos e ovinosInstalações caprinos e ovinos
Instalações caprinos e ovinos
 
Aula instalacoes aves
Aula instalacoes avesAula instalacoes aves
Aula instalacoes aves
 
projeto de suinocultura (trabalho do curso de técnico agrícola)
projeto de suinocultura (trabalho do curso de técnico agrícola)projeto de suinocultura (trabalho do curso de técnico agrícola)
projeto de suinocultura (trabalho do curso de técnico agrícola)
 
Sistemas de criação e instalações para caprinos e ovinos - caprinos e ovinos
Sistemas de criação e instalações para caprinos e ovinos - caprinos e ovinosSistemas de criação e instalações para caprinos e ovinos - caprinos e ovinos
Sistemas de criação e instalações para caprinos e ovinos - caprinos e ovinos
 
Nutrição e instalação para aves de postura
Nutrição e instalação para aves de posturaNutrição e instalação para aves de postura
Nutrição e instalação para aves de postura
 
Aula 1 panorama_geral_da_suinocultura_brasileira
Aula 1 panorama_geral_da_suinocultura_brasileiraAula 1 panorama_geral_da_suinocultura_brasileira
Aula 1 panorama_geral_da_suinocultura_brasileira
 
Silagem (milho, sorgo, capim)
Silagem (milho, sorgo, capim)Silagem (milho, sorgo, capim)
Silagem (milho, sorgo, capim)
 
Instalações de aves
Instalações de avesInstalações de aves
Instalações de aves
 

Destaque

131663983 suinos
131663983 suinos131663983 suinos
131663983 suinosPelo Siro
 
Estudo dirigido bordetella
Estudo dirigido bordetellaEstudo dirigido bordetella
Estudo dirigido bordetellaCatarina Leão
 
Meningite por Streptococcus Suis
Meningite por Streptococcus SuisMeningite por Streptococcus Suis
Meningite por Streptococcus Suisguest159144
 
Ciclo estral dos animais domésticos
Ciclo estral dos animais domésticosCiclo estral dos animais domésticos
Ciclo estral dos animais domésticoshugomariano1991
 
Infecções do Sistema Nervoso Central
Infecções do Sistema Nervoso CentralInfecções do Sistema Nervoso Central
Infecções do Sistema Nervoso Centralmarianagusmao39
 
Manejo femeas suinos
Manejo femeas suinos Manejo femeas suinos
Manejo femeas suinos jsanil
 
Raças de Suíno Criadas no Brasil
Raças de Suíno Criadas no BrasilRaças de Suíno Criadas no Brasil
Raças de Suíno Criadas no Brasilsuino
 
Medidores de Vazão Eletromagnéticos
Medidores de Vazão EletromagnéticosMedidores de Vazão Eletromagnéticos
Medidores de Vazão EletromagnéticosVictor Said
 
Ambiência em edificações rurais
Ambiência em edificações ruraisAmbiência em edificações rurais
Ambiência em edificações ruraisJosimar Oliveira
 

Destaque (15)

131663983 suinos
131663983 suinos131663983 suinos
131663983 suinos
 
20066667 suinocultura
20066667 suinocultura20066667 suinocultura
20066667 suinocultura
 
Estudo dirigido bordetella
Estudo dirigido bordetellaEstudo dirigido bordetella
Estudo dirigido bordetella
 
Meningite por Streptococcus Suis
Meningite por Streptococcus SuisMeningite por Streptococcus Suis
Meningite por Streptococcus Suis
 
Suinos
SuinosSuinos
Suinos
 
Ciclo estral dos animais domésticos
Ciclo estral dos animais domésticosCiclo estral dos animais domésticos
Ciclo estral dos animais domésticos
 
Infecções do SNC
Infecções do SNCInfecções do SNC
Infecções do SNC
 
Infecções do Sistema Nervoso Central
Infecções do Sistema Nervoso CentralInfecções do Sistema Nervoso Central
Infecções do Sistema Nervoso Central
 
Manejo femeas suinos
Manejo femeas suinos Manejo femeas suinos
Manejo femeas suinos
 
Raças de Suíno Criadas no Brasil
Raças de Suíno Criadas no BrasilRaças de Suíno Criadas no Brasil
Raças de Suíno Criadas no Brasil
 
Raças suinas 01
Raças suinas 01Raças suinas 01
Raças suinas 01
 
Medidores de Vazão Eletromagnéticos
Medidores de Vazão EletromagnéticosMedidores de Vazão Eletromagnéticos
Medidores de Vazão Eletromagnéticos
 
Ambiência em edificações rurais
Ambiência em edificações ruraisAmbiência em edificações rurais
Ambiência em edificações rurais
 
Slide suínos
Slide suínosSlide suínos
Slide suínos
 
Raças de suínos
Raças de suínosRaças de suínos
Raças de suínos
 

Semelhante a Prova n2

Produção eficiente de leite em pasto de qualidade
Produção eficiente de leite em pasto de qualidadeProdução eficiente de leite em pasto de qualidade
Produção eficiente de leite em pasto de qualidadeRural Pecuária
 
qualidade do leite
qualidade do leitequalidade do leite
qualidade do leiteguestb24543c
 
qualidade do leite
qualidade do leitequalidade do leite
qualidade do leiteguestb24543c
 
Saúde, nutrição e bem estar animal
Saúde, nutrição e bem estar animalSaúde, nutrição e bem estar animal
Saúde, nutrição e bem estar animalLarissaFerreira258
 
MANEJO NUTRICIONAL PARA A MÁXIMA EFICIÊNCIA NA RECRIA DE NOVILHAS LEITEIRAS
MANEJO NUTRICIONAL PARA A MÁXIMA EFICIÊNCIA NA RECRIA DE NOVILHAS LEITEIRASMANEJO NUTRICIONAL PARA A MÁXIMA EFICIÊNCIA NA RECRIA DE NOVILHAS LEITEIRAS
MANEJO NUTRICIONAL PARA A MÁXIMA EFICIÊNCIA NA RECRIA DE NOVILHAS LEITEIRASAgriPoint
 
AULA SOBRE COLOSTRO ANIMAIS DE PRODUÇÃO.pptx
AULA SOBRE COLOSTRO ANIMAIS DE PRODUÇÃO.pptxAULA SOBRE COLOSTRO ANIMAIS DE PRODUÇÃO.pptx
AULA SOBRE COLOSTRO ANIMAIS DE PRODUÇÃO.pptxNathaliaCastro58
 
Manejo alimentar em tanques rede
Manejo alimentar em tanques redeManejo alimentar em tanques rede
Manejo alimentar em tanques redeRural Pecuária
 
22692estrategias reprodutivas carlos_augusto_gontijo_pellegrino
22692estrategias reprodutivas carlos_augusto_gontijo_pellegrino22692estrategias reprodutivas carlos_augusto_gontijo_pellegrino
22692estrategias reprodutivas carlos_augusto_gontijo_pellegrinofabianomarin1
 
Manejo nutricional de ovinos de corte e leite
Manejo nutricional de ovinos de corte e leiteManejo nutricional de ovinos de corte e leite
Manejo nutricional de ovinos de corte e leiteMarília Gomes
 
Composição dos alimentos e exigências nutricionais de bovinos de corte
Composição dos alimentos e exigências nutricionais de bovinos de corteComposição dos alimentos e exigências nutricionais de bovinos de corte
Composição dos alimentos e exigências nutricionais de bovinos de corteUlisses Nilo Landi
 
Iniciando no Leite - Nutrição
Iniciando no Leite - NutriçãoIniciando no Leite - Nutrição
Iniciando no Leite - NutriçãoAgriPoint
 
5C's da Criação de Bezerras
5C's da Criação de Bezerras5C's da Criação de Bezerras
5C's da Criação de BezerrasAgriPoint
 
E book gratuito - Vacas em transição
E book gratuito - Vacas em transiçãoE book gratuito - Vacas em transição
E book gratuito - Vacas em transiçãoAgriPoint
 

Semelhante a Prova n2 (20)

Aula sobre manejo alimentar
Aula sobre manejo alimentarAula sobre manejo alimentar
Aula sobre manejo alimentar
 
Produção eficiente de leite em pasto de qualidade
Produção eficiente de leite em pasto de qualidadeProdução eficiente de leite em pasto de qualidade
Produção eficiente de leite em pasto de qualidade
 
milk1
milk1milk1
milk1
 
qualidade do leite
qualidade do leitequalidade do leite
qualidade do leite
 
qualidade do leite
qualidade do leitequalidade do leite
qualidade do leite
 
Artigo TéCnico 1
Artigo TéCnico 1Artigo TéCnico 1
Artigo TéCnico 1
 
Artigo soja i
Artigo soja iArtigo soja i
Artigo soja i
 
Saúde, nutrição e bem estar animal
Saúde, nutrição e bem estar animalSaúde, nutrição e bem estar animal
Saúde, nutrição e bem estar animal
 
MANEJO NUTRICIONAL PARA A MÁXIMA EFICIÊNCIA NA RECRIA DE NOVILHAS LEITEIRAS
MANEJO NUTRICIONAL PARA A MÁXIMA EFICIÊNCIA NA RECRIA DE NOVILHAS LEITEIRASMANEJO NUTRICIONAL PARA A MÁXIMA EFICIÊNCIA NA RECRIA DE NOVILHAS LEITEIRAS
MANEJO NUTRICIONAL PARA A MÁXIMA EFICIÊNCIA NA RECRIA DE NOVILHAS LEITEIRAS
 
AULA SOBRE COLOSTRO ANIMAIS DE PRODUÇÃO.pptx
AULA SOBRE COLOSTRO ANIMAIS DE PRODUÇÃO.pptxAULA SOBRE COLOSTRO ANIMAIS DE PRODUÇÃO.pptx
AULA SOBRE COLOSTRO ANIMAIS DE PRODUÇÃO.pptx
 
Manejo alimentar em tanques rede
Manejo alimentar em tanques redeManejo alimentar em tanques rede
Manejo alimentar em tanques rede
 
Alimentaodavacaleiteira
AlimentaodavacaleiteiraAlimentaodavacaleiteira
Alimentaodavacaleiteira
 
Manejo alimentar de peixes98 (1)
Manejo alimentar de peixes98 (1)Manejo alimentar de peixes98 (1)
Manejo alimentar de peixes98 (1)
 
22692estrategias reprodutivas carlos_augusto_gontijo_pellegrino
22692estrategias reprodutivas carlos_augusto_gontijo_pellegrino22692estrategias reprodutivas carlos_augusto_gontijo_pellegrino
22692estrategias reprodutivas carlos_augusto_gontijo_pellegrino
 
Manejo nutricional de ovinos de corte e leite
Manejo nutricional de ovinos de corte e leiteManejo nutricional de ovinos de corte e leite
Manejo nutricional de ovinos de corte e leite
 
Composição dos alimentos e exigências nutricionais de bovinos de corte
Composição dos alimentos e exigências nutricionais de bovinos de corteComposição dos alimentos e exigências nutricionais de bovinos de corte
Composição dos alimentos e exigências nutricionais de bovinos de corte
 
Iniciando no Leite - Nutrição
Iniciando no Leite - NutriçãoIniciando no Leite - Nutrição
Iniciando no Leite - Nutrição
 
5C's da Criação de Bezerras
5C's da Criação de Bezerras5C's da Criação de Bezerras
5C's da Criação de Bezerras
 
E book gratuito - Vacas em transição
E book gratuito - Vacas em transiçãoE book gratuito - Vacas em transição
E book gratuito - Vacas em transição
 
Opções de Concentrados Para Vacas em Lactação no Semiárido
Opções de Concentrados Para Vacas em Lactação no SemiáridoOpções de Concentrados Para Vacas em Lactação no Semiárido
Opções de Concentrados Para Vacas em Lactação no Semiárido
 

Mais de Rogger Wins

Relatório de estágio
Relatório de estágioRelatório de estágio
Relatório de estágioRogger Wins
 
Tensiometro dispositivo-pratico-para-controle-da-irrigacao
Tensiometro dispositivo-pratico-para-controle-da-irrigacaoTensiometro dispositivo-pratico-para-controle-da-irrigacao
Tensiometro dispositivo-pratico-para-controle-da-irrigacaoRogger Wins
 
Roteiro de diagnstico_e_avaliao_de_produo
Roteiro de diagnstico_e_avaliao_de_produoRoteiro de diagnstico_e_avaliao_de_produo
Roteiro de diagnstico_e_avaliao_de_produoRogger Wins
 
Química e fertilidade do solo unidades
Química e fertilidade do solo  unidadesQuímica e fertilidade do solo  unidades
Química e fertilidade do solo unidadesRogger Wins
 
Parecer técnico suinocultura
Parecer técnico suinoculturaParecer técnico suinocultura
Parecer técnico suinoculturaRogger Wins
 
Padrao respostas discursivas_agronomia_2010
Padrao respostas discursivas_agronomia_2010Padrao respostas discursivas_agronomia_2010
Padrao respostas discursivas_agronomia_2010Rogger Wins
 
Normalizacao monografia bib_iel_122008
Normalizacao monografia bib_iel_122008Normalizacao monografia bib_iel_122008
Normalizacao monografia bib_iel_122008Rogger Wins
 
Manual de adubacao_2004_versao_internet
Manual de adubacao_2004_versao_internetManual de adubacao_2004_versao_internet
Manual de adubacao_2004_versao_internetRogger Wins
 
Parecer técnico suinocultura
Parecer técnico suinoculturaParecer técnico suinocultura
Parecer técnico suinoculturaRogger Wins
 
Virus como agentes de doencas de plantas em pdf
Virus como agentes de doencas de plantas em pdfVirus como agentes de doencas de plantas em pdf
Virus como agentes de doencas de plantas em pdfRogger Wins
 
Variabilidade fenotipica soja
Variabilidade fenotipica sojaVariabilidade fenotipica soja
Variabilidade fenotipica sojaRogger Wins
 
Soja artigo insetos
Soja artigo insetosSoja artigo insetos
Soja artigo insetosRogger Wins
 
Seminário aditivos ftpa pronto
Seminário aditivos ftpa prontoSeminário aditivos ftpa pronto
Seminário aditivos ftpa prontoRogger Wins
 
Reprodução das bactérias
Reprodução das bactériasReprodução das bactérias
Reprodução das bactériasRogger Wins
 
Referencias bibliograficas
Referencias bibliograficasReferencias bibliograficas
Referencias bibliograficasRogger Wins
 
Plan experimentos
Plan experimentosPlan experimentos
Plan experimentosRogger Wins
 

Mais de Rogger Wins (20)

Relatório de estágio
Relatório de estágioRelatório de estágio
Relatório de estágio
 
Tensiometro dispositivo-pratico-para-controle-da-irrigacao
Tensiometro dispositivo-pratico-para-controle-da-irrigacaoTensiometro dispositivo-pratico-para-controle-da-irrigacao
Tensiometro dispositivo-pratico-para-controle-da-irrigacao
 
Roteiro de diagnstico_e_avaliao_de_produo
Roteiro de diagnstico_e_avaliao_de_produoRoteiro de diagnstico_e_avaliao_de_produo
Roteiro de diagnstico_e_avaliao_de_produo
 
Química e fertilidade do solo unidades
Química e fertilidade do solo  unidadesQuímica e fertilidade do solo  unidades
Química e fertilidade do solo unidades
 
Parecer técnico suinocultura
Parecer técnico suinoculturaParecer técnico suinocultura
Parecer técnico suinocultura
 
Padrao respostas discursivas_agronomia_2010
Padrao respostas discursivas_agronomia_2010Padrao respostas discursivas_agronomia_2010
Padrao respostas discursivas_agronomia_2010
 
Normalizacao monografia bib_iel_122008
Normalizacao monografia bib_iel_122008Normalizacao monografia bib_iel_122008
Normalizacao monografia bib_iel_122008
 
Manual de adubacao_2004_versao_internet
Manual de adubacao_2004_versao_internetManual de adubacao_2004_versao_internet
Manual de adubacao_2004_versao_internet
 
Parecer técnico suinocultura
Parecer técnico suinoculturaParecer técnico suinocultura
Parecer técnico suinocultura
 
Agronomia 2010
Agronomia 2010Agronomia 2010
Agronomia 2010
 
Virus como agentes de doencas de plantas em pdf
Virus como agentes de doencas de plantas em pdfVirus como agentes de doencas de plantas em pdf
Virus como agentes de doencas de plantas em pdf
 
Variabilidade fenotipica soja
Variabilidade fenotipica sojaVariabilidade fenotipica soja
Variabilidade fenotipica soja
 
V53n4a16
V53n4a16V53n4a16
V53n4a16
 
V31n4a15
V31n4a15V31n4a15
V31n4a15
 
Soja artigo insetos
Soja artigo insetosSoja artigo insetos
Soja artigo insetos
 
Seminário aditivos ftpa pronto
Seminário aditivos ftpa prontoSeminário aditivos ftpa pronto
Seminário aditivos ftpa pronto
 
Rt60001
Rt60001Rt60001
Rt60001
 
Reprodução das bactérias
Reprodução das bactériasReprodução das bactérias
Reprodução das bactérias
 
Referencias bibliograficas
Referencias bibliograficasReferencias bibliograficas
Referencias bibliograficas
 
Plan experimentos
Plan experimentosPlan experimentos
Plan experimentos
 

Prova n2