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Discente: José Leandro Silva de Araújo, graduando em
agronomia pela UFRA Campus Capitão Poço-Pa.
Universidade Federal Rural da Amazônia
Campus Capitão Poço
Princípios básicos para
adubação de Óleo de
Palma
 O óleo de palma é o óleo vegetal mais produzido no mundo.
 No Brasil, a área colhida de dendê, no ano de 2005, foi de 63.700 ha, e a
produção do óleo de palma foi em torno de 180.000 toneladas.
 O país consome 350.000 t de óleo de dendê e derivados.
 Importa em torno de 170.000 t.
1
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Dendê ou Óleo de palma
OU SEJA, precisamos dobrar nossa capacidade
de produção de óleo de palma.
Mais emprego
Mais renda
2
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Programa Nacional de Óleo de Palma
Fonte: Agência Brasil Fonte: Portal R7
Fonte: Agência Sustentabilidade
No Pará, existem mais de 5,5 MILHÕES de hectares com boa aptidão edafoclimática para o
dendezeiro
0,4 a 0,5 t/ha
4 a 5 t/ha
1ha de Dendê : 10 de Soja
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Recomendação de calcário
 A calagem não é realizada nos
palmares, pois essa cultura é
considerada tolerante à acidez do
solo.
 Estudos recentes têm mostrado que
a palma de óleo pode se beneficiar
da correção da acidez do solo.
Figura 7. Calcário aplicado sobre o solo.
Foto: Vinícius Ide Franzini
7
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Recomendação de calcário
Figura 8. Incorporação do calcário ao solo.
Foto: Vinícius Ide Franzini
A correção da acidez do solo:
 Aumentar a disponibilidade de
alguns nutrientes no solo.
 Aumentar a eficiência dos
fertilizantes.
 E neutralização do Alumínio.
Figura 3. Relação entre pH do solo e disponibilidade de
nutrientes e de alumínio.
Fonte: adaptado de Malavolta (1980).
8Slide
 O aumento da acidez do solo pode
resultar na redução da produtividade
de cachos e crescimento da planta.
9
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Recomendação de calcário
 Como o dendê é uma planta “ávida” pelo magnésio (Mg),
deve-se aplicar dar preferência ao calcário dolomítico (MgO >
12%)
 É muito comum na regiões, a ocorrência de sintomas foliares
de deficiência de Mg.
 O calcário é fonte de cálcio e magnésio de baixo custo
relativo para as plantas.
10
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Recomendação de calcário
 Realizar a calagem 20 dias antes
do plantio.
 Saturação por bases, em
quantidades suficientes para
elevar o valor inicial a 45 %.
Qualquer calagem deve ser realizada por
meio do emprego de critério técnico baseado
na ANÁLISE DE SOLO.
11
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Recomendação de calcário
IMPORTANTE
12
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Recomendação de calcário
IMPORTANTE
Aplicação de calcário vai depender muito da fonte
de fosforo utilizado  Questão Agronômica.
 Solos corrigido os Fosfatos Naturais tem baixa
eficiência.
 Os fertilizantes superfosfatos e os fosfatos de
amônio tem boa eficiência em solos corrigidos.
Questão: A maior eficiência da adubação pode resultar em aumento de produtividade e/ou
economia de fertilizantes.
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Adubações
Tabela 1. Recomendação de adubação para o dendezeiro, em função da análise de solo.
Economia de fertilizante nitrogenados e herbicida
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Adubações
 10 litros de esterco de curral curtido ou 3 litros de esterco de
galinha ou 1 litro de torta de mamona, 10 dias antes do plantio.
 Como adubação complementar de sulfato de magnésio,
 150 g/planta  1° ano,
 200 g/planta  2° ano
 250 g/planta  3° ano
 300 g/planta  4° ano
Figura: Sulfato de
Magnésio
Foto: Leandro Araújo
 Parcelar os adubos nitrogenados, potássicos e magnesianos
em duas aplicações ou mais (depende solo e clima).
 Aplicar 60% dos adubos nitrogenados no início das chuvas e
os 40% no final da estação chuvosa.
 Os adubos potássicos, aplicar 40% do recomendado no início
das chuvas e, 60% restante, no final das chuvas.
15
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Adubações
16
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Adubação fosfatada
 A palma de óleo é cultivada
predominantemente em solos com baixo
teor de fósforo (P) disponível.
 P é o macronutriente extraído em
menores quantidades pelas plantas.
 Entretanto é o nutriente considerado o
mais limitante para o desenvolvimento de
plantas.
Figura: Adubadora se preparando para aplicar Fosfato Reativo Arad
Aplicação de fertilizantes fosfatados na superfície do solo não é
o mais adequado.
 Podendo resultar em aumentos exagerados de P na camada
superficial do solo e não corrigir os teores baixos desse nutriente
em camadas mais profundas do solo.
Onde há predomínio de raízes absorventes de nutrientes.
17
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Adubação fosfatada
Figura 9. Fertilizante fosfatado farelado aplicado de modo
mecanizado na superfície do solo, sem incorporação, em
plantio adulto de palma de óleo.
18
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Figura 5. Aplicação manual de fosfato natural reativo
em plantio jovem de palma de óleo.
19
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Adubação fosfatada
Tabela . Efeito da aplicação superficial de doses de fosfato natural no teor de fósforo disponível no solo
em diferentes profundidades no Dendezeiro.
Fonte: Zaharah et al. (1985). Médias seguidas de mesma letra nas linhas não diferem entre si (P = 0,05).
57,37 %
20,65 %
11,14 %
10, 49 %
73,94 %
18,61 %
4,78 %
2,65 %
47, 64%
21, 46%
13, 61%
15, 70%
20
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Métodos de aplicação do fósforo para palma de óleo
Figura 3. Aplicação do fosfato natural reativo na cova de plantio.
 Fosfato Natural Reativo é a principal fonte de P, sendo
aplicado na cova de plantio e em cobertura.
 Sendo a aplicação a lanço de fosfato reativo em área
total com incorporação no solo o modo mais
adequado.
Aumenta a taxa de dissolução do fertilizante e promove
maior contato das raízes com o fosfato natural.
PORQUE ?
21
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Alternativas para manejo da adubação fosfatada para palma de
óleo
1. Calagem e uso de fontes de P de alta solubilidade em água;
2. Covas de dimensões maiores para aumentar a dose de
P/cova;
3. Adubação fosfatada corretiva (Fosfatagem).
A única oportunidade de se realizar adequada correção da acidez do solo
e adubação fosfatada corretiva é antes do plantio das mudas no campo.
Figura 4. Fosfato natural reativo aplicado no
fundo e nas laterais da cova.
22
Slide
Figura 7. Aplicação mecanizada de fertilizante
fosfatado em plantio adulto de palma de óleo.
24
Slide
Adubação Potássica
 KCl em período seco, em doses altas e de modo
concentrado no solo (por exemplo, na coroa da planta)
pode potencializar o estresse hídrico da palma de óleo,
principalmente em plantas mais jovens. (seca fisiológica).
 Alta doses de potássio pode levar a planta a deficiência de
Magnésio e Cálcio.
25
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Adubação orgânica
 Os engaços como cobertura morta nos Dendezais.
 Após um ano a sua aplicação, é aproximadamente 95 % sua
decomposição.
A substituição da adubação química é
parcial, exceto para o potássio, que
pode ser reposto integralmente pela
aplicação de engaços.
 Uma tonelada de engaços frescos aplicadas de engaço, equivalentes:
 5,56 kg de ureia
 0,78 kg de superfosfato triplo.
 8,46 kg de cloreto de potássio
 2,38 Kg de Calcário (Cálcio).
 4,05 kg de Sulfato de Magnésio.
26
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Adubação orgânica
Alterna no próximo ano
28
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Avaliação do estado nutricional
 A análise química de tecido vegetal, análise do solo e diagnose visual
dia podendo ser usado em conjunto.
 Análise química de tecido vegetal.
 Análise do solo.
 Diagnose visual.
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ANÁLISE FOLIAR
 Elaborar um croqui de campo no qual se determinarão as quadras que apresentam
condições similares.
 Definição das quadras homogêneas
 Isto é, as unidades homogêneas:
 Mesmo tipo de solo,
 Classe textural,
 Fertilidade,
 Variedade (origem do material genético)
 Idade das plantas (estágio de desenvolvimento semelhante),
 Histórico da área, topografia, tipo de cobertura e manejo.
30
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ANÁLISE FOLIAR
 Época para amostragem foliar
 Como os teores dos nutrientes no tecido foliar variam
durante o ano.
 As amostragem devem realizada sempre na mesma
época, para que os resultados sejam comparáveis de
um ano para o outro.
 Época para amostragem foliar
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Slide
ANÁLISE FOLIAR
 Em regiões de clima chuvoso, a época ideal para a coleta das amostras deve coincidir com o
final da estação seca ou no período menos chuvoso.
 Nesta época os teores dos nutrientes nas folhas são mais estáveis.
 Recomenda-se efetuar a amostragem no mínimo 3-4 meses após a aplicação dos adubos.
 É necessário esperar 36 horas após uma chuva acima de 20 mm para se efetuar a coleta das
amostras.
 Como também ocorrem variações na composição mineral da folha no transcorrer de um dia, o
ideal é que toda a amostragem seja feita no intervalo de 6h e 30min a 10h e 30min horas.
32
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ANÁLISE FOLIAR
 Número de plantas a serem amostradas
 Uma amostra de 25 plantas por unidade homogênea de uns 50 ha, ideal (1 planta/2
hectares)
 Escolha da folha para amostragem
 Amostragem deve ser feita em folhas com a mesma idade.
 A folha escolhida não deve ser nem muito nova e nem muito velha.
 Na fase jovem do dendê (até o segundo ou terceiro ano após o plantio) a amostragem é feita na
folha nº 9.
 A partir do terceiro ou quarto ano de plantio, a amostragem é feita sobre a folha 17
33Slide
34
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ANÁLISE FOLIAR
 As folhas com deficiência de boro, ataques de pragas, doenças, etc. Não devem ser
coletada.
 Coletam-se dois pares de folíolos de cada lado do ráquis, na parte central da folha.
 Cada amostra contendo em torno de 100 folíolos (4 por planta).
 Deve-se eliminar as extremidades dos folíolos.
 Elimina-se também a nervura central
 Coleta dos folíolos e identificação da amostra
 Coleta dos folíolos e identificação da amostra
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ANÁLISE FOLIAR
 Uma será enviada ao laboratório para análise.
 Outra será guardada para evitar que se tenha que fazer nova coleta em
caso de extravio da primeira amostra ou da necessidade de se confirmar
os resultados.
2 folíolos
2 folíolos
Centro
Tabela. Variações nos teores foliares dos nutrientes em dendezeiros no
Brasil e faixa de concentração considerada ótima.
38
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NÍVEL CRÍTICO ANÁLISE FOLIAR
Fontes: 1 - Chepote
et al, 1988; 2 - Viégas,
1989; 3 - Rodrigues,
1993; 4 - Uexlkull &
Fairhurst, 1991.
39
Slide
NÍVEL CRÍTICO ANÁLISE FOLIAR
Tabela. Níveis críticos dos macronutrientes definidos para a folha 9 (Prevot &
Ollagnier, 1956) e folha 17 (Bachy, 1964) em g/Kg.
40
Slide
SINTOMAS VISUAL DE DEFICIÊNCIA
É a visualização de sintomas de deficiências, manifestados
pelas plantas ainda em campo, se constituir em RECURSO
AUXILIAR importante na identificação de possíveis carência
nutricionais.
OBS: A deficiência já estar ocorrendo na planta.
MACRONUTRIENTES
41
Slide
SINTOMAS VISUAL DE DEFICIÊNCIA
 Nitrogênio (N)
 Descoloração dos folíolos na sequência: verde  verde-pálido 
verde-amarelado e depois amarelados e secos.
 Essa descoloração afeta primeiro as folhas mais novas, progredindo
para as mais velhas à medida que a deficiência se acentua.
 A planta fica fraca.
 Fruto pequeno.
 Menor produção de óleo.
 Causas da que levam a Nitrogênio (N)
42
Slide
SINTOMAS VISUAL DE DEFICIÊNCIA
 Solos arenosos pobres em húmus.
 Solos precariamente drenados, ou ainda, solos mal drenados (asfixia das
raízes).
 Solos com compactação.
 pH fora da faixa ideal.
Descartar solos alagados
Deficiência de Nitrogênio
Plantas sadias
43
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SINTOMAS VISUAL DE DEFICIÊNCIA
 Fósforo (P)
 Não apresenta sintomas visuais típicos,
 Mas observa-se uma redução do crescimento e da produção.
 Estipe em formato de pirâmide .
 crescimento reduzido da planta.
Deficiência de Fósforo Planta sadia
 Baixa disponibilidade, devido baixa concentração de P
disponível no solo.
 Fixação pelo solo e/ou aplicação inadequada.
45
Slide
SINTOMAS VISUAL DE DEFICIÊNCIA
 Fósforo (P) causa da deficiência
47
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Sintomas visual de deficiência
 Potássio (K)
 Uma necrosamento marginal é desenvolvido ao longo dos folíolos,
começando pelo ápice.
 Fruto pequeno.
 Redução na produção de óleo.
Deficiência de Potássio
Concentrações muito baixas de K trocável (< 0,15 cmol kg ).
O solos arenosos e pH muito ácidos.
Estresse hídrico muito forte.
excesso de magnésio e cálcio, pode induzir ou acentuar uma
deficiência em K.
49
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Sintomas visual de deficiência
 Causa que podem levar a deficiência de Potássio (K)
Deficiência de Potássio
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Sintomas visual de deficiência
 Magnésio (Mg)
 A deficiência folhas velhas que exibem uma coloração amarela-laranja
clara, evoluindo pra uma necrose.
 Os sintomas de deficiência de mg são sempre mais pronunciados em
folíolos expostos à luz solar.
 Nas partes protegidas não há clorose “efeito sombra”
50
Foto: Vinícius Ide Franzini
Figura 1. Sintoma visual
de deficiência de
magnésio em híbrido
interespecífico (cv.
Manicoré) de palma de
óleo com 5 anos
cultivado em Moju, PA.
Slide
51
Figura: Planta com deficiência de Mg – Fazenda Santo Antônio
Figura: Planta com deficiência de Mg – Fazenda Santo Antônio
Teste: Que deficiência é essa?
54
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Sintomas visual de deficiência
 Causas da deficiência de Magnésio (Mg)
 Solos contendo baixos teores de Mg (<0,2 cmol kg );
 solos ácidos,
 A deficiência de Mg pode ser induzida ou acentuada por uma forte
adubação potássica e cálcio.
MICRONUTRIENTES
55
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SINTOMAS VISUAL DE DEFICIÊNCIA
 Boro (B)
 A deficiência de B apresentam anormalidades no desenvolvimento das folhas mais
novas
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56
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SINTOMAS VISUAL DE DEFICIÊNCIA
Figura: Deficiência de boro
Foto: Saldanha, 2014
Figura: Deficiência de Boro.
57
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SINTOMAS VISUAL DE DEFICIÊNCIA
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Considerações finais
PLANTE DENDÊ
Frase
“A confiança em si mesmo é o primeiro segredo do sucesso.”
Ralph Waldo Emerson
Obrigado pela atenção.
Contato:
Fone: 98036-3885
E-mail: agro_leandro17@hotmail.com

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Adubação no Dendêzeiro

  • 1. Discente: José Leandro Silva de Araújo, graduando em agronomia pela UFRA Campus Capitão Poço-Pa. Universidade Federal Rural da Amazônia Campus Capitão Poço
  • 3.  O óleo de palma é o óleo vegetal mais produzido no mundo.  No Brasil, a área colhida de dendê, no ano de 2005, foi de 63.700 ha, e a produção do óleo de palma foi em torno de 180.000 toneladas.  O país consome 350.000 t de óleo de dendê e derivados.  Importa em torno de 170.000 t. 1 Slide Dendê ou Óleo de palma OU SEJA, precisamos dobrar nossa capacidade de produção de óleo de palma. Mais emprego Mais renda
  • 4. 2 Slide Programa Nacional de Óleo de Palma Fonte: Agência Brasil Fonte: Portal R7 Fonte: Agência Sustentabilidade
  • 5.
  • 6. No Pará, existem mais de 5,5 MILHÕES de hectares com boa aptidão edafoclimática para o dendezeiro
  • 7. 0,4 a 0,5 t/ha 4 a 5 t/ha 1ha de Dendê : 10 de Soja
  • 8. 6 Slide Recomendação de calcário  A calagem não é realizada nos palmares, pois essa cultura é considerada tolerante à acidez do solo.  Estudos recentes têm mostrado que a palma de óleo pode se beneficiar da correção da acidez do solo. Figura 7. Calcário aplicado sobre o solo. Foto: Vinícius Ide Franzini
  • 9. 7 Slide Recomendação de calcário Figura 8. Incorporação do calcário ao solo. Foto: Vinícius Ide Franzini A correção da acidez do solo:  Aumentar a disponibilidade de alguns nutrientes no solo.  Aumentar a eficiência dos fertilizantes.  E neutralização do Alumínio.
  • 10. Figura 3. Relação entre pH do solo e disponibilidade de nutrientes e de alumínio. Fonte: adaptado de Malavolta (1980). 8Slide  O aumento da acidez do solo pode resultar na redução da produtividade de cachos e crescimento da planta.
  • 11. 9 Slide Recomendação de calcário  Como o dendê é uma planta “ávida” pelo magnésio (Mg), deve-se aplicar dar preferência ao calcário dolomítico (MgO > 12%)  É muito comum na regiões, a ocorrência de sintomas foliares de deficiência de Mg.  O calcário é fonte de cálcio e magnésio de baixo custo relativo para as plantas.
  • 12. 10 Slide Recomendação de calcário  Realizar a calagem 20 dias antes do plantio.  Saturação por bases, em quantidades suficientes para elevar o valor inicial a 45 %.
  • 13. Qualquer calagem deve ser realizada por meio do emprego de critério técnico baseado na ANÁLISE DE SOLO. 11 Slide Recomendação de calcário IMPORTANTE
  • 14. 12 Slide Recomendação de calcário IMPORTANTE Aplicação de calcário vai depender muito da fonte de fosforo utilizado  Questão Agronômica.  Solos corrigido os Fosfatos Naturais tem baixa eficiência.  Os fertilizantes superfosfatos e os fosfatos de amônio tem boa eficiência em solos corrigidos. Questão: A maior eficiência da adubação pode resultar em aumento de produtividade e/ou economia de fertilizantes.
  • 15. 13 Slide Adubações Tabela 1. Recomendação de adubação para o dendezeiro, em função da análise de solo. Economia de fertilizante nitrogenados e herbicida
  • 16. 14 Slide Adubações  10 litros de esterco de curral curtido ou 3 litros de esterco de galinha ou 1 litro de torta de mamona, 10 dias antes do plantio.  Como adubação complementar de sulfato de magnésio,  150 g/planta  1° ano,  200 g/planta  2° ano  250 g/planta  3° ano  300 g/planta  4° ano Figura: Sulfato de Magnésio Foto: Leandro Araújo
  • 17.  Parcelar os adubos nitrogenados, potássicos e magnesianos em duas aplicações ou mais (depende solo e clima).  Aplicar 60% dos adubos nitrogenados no início das chuvas e os 40% no final da estação chuvosa.  Os adubos potássicos, aplicar 40% do recomendado no início das chuvas e, 60% restante, no final das chuvas. 15 Slide Adubações
  • 18. 16 Slide Adubação fosfatada  A palma de óleo é cultivada predominantemente em solos com baixo teor de fósforo (P) disponível.  P é o macronutriente extraído em menores quantidades pelas plantas.  Entretanto é o nutriente considerado o mais limitante para o desenvolvimento de plantas. Figura: Adubadora se preparando para aplicar Fosfato Reativo Arad
  • 19. Aplicação de fertilizantes fosfatados na superfície do solo não é o mais adequado.  Podendo resultar em aumentos exagerados de P na camada superficial do solo e não corrigir os teores baixos desse nutriente em camadas mais profundas do solo. Onde há predomínio de raízes absorventes de nutrientes. 17 Slide Adubação fosfatada
  • 20. Figura 9. Fertilizante fosfatado farelado aplicado de modo mecanizado na superfície do solo, sem incorporação, em plantio adulto de palma de óleo. 18 Slide Figura 5. Aplicação manual de fosfato natural reativo em plantio jovem de palma de óleo.
  • 21. 19 Slide Adubação fosfatada Tabela . Efeito da aplicação superficial de doses de fosfato natural no teor de fósforo disponível no solo em diferentes profundidades no Dendezeiro. Fonte: Zaharah et al. (1985). Médias seguidas de mesma letra nas linhas não diferem entre si (P = 0,05). 57,37 % 20,65 % 11,14 % 10, 49 % 73,94 % 18,61 % 4,78 % 2,65 % 47, 64% 21, 46% 13, 61% 15, 70%
  • 22. 20 Slide Métodos de aplicação do fósforo para palma de óleo Figura 3. Aplicação do fosfato natural reativo na cova de plantio.  Fosfato Natural Reativo é a principal fonte de P, sendo aplicado na cova de plantio e em cobertura.  Sendo a aplicação a lanço de fosfato reativo em área total com incorporação no solo o modo mais adequado. Aumenta a taxa de dissolução do fertilizante e promove maior contato das raízes com o fosfato natural. PORQUE ?
  • 23. 21 Slide Alternativas para manejo da adubação fosfatada para palma de óleo 1. Calagem e uso de fontes de P de alta solubilidade em água; 2. Covas de dimensões maiores para aumentar a dose de P/cova; 3. Adubação fosfatada corretiva (Fosfatagem). A única oportunidade de se realizar adequada correção da acidez do solo e adubação fosfatada corretiva é antes do plantio das mudas no campo.
  • 24. Figura 4. Fosfato natural reativo aplicado no fundo e nas laterais da cova. 22 Slide Figura 7. Aplicação mecanizada de fertilizante fosfatado em plantio adulto de palma de óleo.
  • 25. 24 Slide Adubação Potássica  KCl em período seco, em doses altas e de modo concentrado no solo (por exemplo, na coroa da planta) pode potencializar o estresse hídrico da palma de óleo, principalmente em plantas mais jovens. (seca fisiológica).  Alta doses de potássio pode levar a planta a deficiência de Magnésio e Cálcio.
  • 26. 25 Slide Adubação orgânica  Os engaços como cobertura morta nos Dendezais.  Após um ano a sua aplicação, é aproximadamente 95 % sua decomposição. A substituição da adubação química é parcial, exceto para o potássio, que pode ser reposto integralmente pela aplicação de engaços.
  • 27.  Uma tonelada de engaços frescos aplicadas de engaço, equivalentes:  5,56 kg de ureia  0,78 kg de superfosfato triplo.  8,46 kg de cloreto de potássio  2,38 Kg de Calcário (Cálcio).  4,05 kg de Sulfato de Magnésio. 26 Slide Adubação orgânica Alterna no próximo ano
  • 28. 28 Slide Avaliação do estado nutricional  A análise química de tecido vegetal, análise do solo e diagnose visual dia podendo ser usado em conjunto.  Análise química de tecido vegetal.  Análise do solo.  Diagnose visual.
  • 29. 29 Slide ANÁLISE FOLIAR  Elaborar um croqui de campo no qual se determinarão as quadras que apresentam condições similares.  Definição das quadras homogêneas  Isto é, as unidades homogêneas:  Mesmo tipo de solo,  Classe textural,  Fertilidade,  Variedade (origem do material genético)  Idade das plantas (estágio de desenvolvimento semelhante),  Histórico da área, topografia, tipo de cobertura e manejo.
  • 30. 30 Slide ANÁLISE FOLIAR  Época para amostragem foliar  Como os teores dos nutrientes no tecido foliar variam durante o ano.  As amostragem devem realizada sempre na mesma época, para que os resultados sejam comparáveis de um ano para o outro.
  • 31.  Época para amostragem foliar 31 Slide ANÁLISE FOLIAR  Em regiões de clima chuvoso, a época ideal para a coleta das amostras deve coincidir com o final da estação seca ou no período menos chuvoso.  Nesta época os teores dos nutrientes nas folhas são mais estáveis.  Recomenda-se efetuar a amostragem no mínimo 3-4 meses após a aplicação dos adubos.  É necessário esperar 36 horas após uma chuva acima de 20 mm para se efetuar a coleta das amostras.  Como também ocorrem variações na composição mineral da folha no transcorrer de um dia, o ideal é que toda a amostragem seja feita no intervalo de 6h e 30min a 10h e 30min horas.
  • 32. 32 Slide ANÁLISE FOLIAR  Número de plantas a serem amostradas  Uma amostra de 25 plantas por unidade homogênea de uns 50 ha, ideal (1 planta/2 hectares)  Escolha da folha para amostragem  Amostragem deve ser feita em folhas com a mesma idade.  A folha escolhida não deve ser nem muito nova e nem muito velha.  Na fase jovem do dendê (até o segundo ou terceiro ano após o plantio) a amostragem é feita na folha nº 9.  A partir do terceiro ou quarto ano de plantio, a amostragem é feita sobre a folha 17
  • 34. 34 Slide ANÁLISE FOLIAR  As folhas com deficiência de boro, ataques de pragas, doenças, etc. Não devem ser coletada.  Coletam-se dois pares de folíolos de cada lado do ráquis, na parte central da folha.  Cada amostra contendo em torno de 100 folíolos (4 por planta).  Deve-se eliminar as extremidades dos folíolos.  Elimina-se também a nervura central  Coleta dos folíolos e identificação da amostra
  • 35.  Coleta dos folíolos e identificação da amostra 35 Slide ANÁLISE FOLIAR  Uma será enviada ao laboratório para análise.  Outra será guardada para evitar que se tenha que fazer nova coleta em caso de extravio da primeira amostra ou da necessidade de se confirmar os resultados.
  • 37.
  • 38. Tabela. Variações nos teores foliares dos nutrientes em dendezeiros no Brasil e faixa de concentração considerada ótima. 38 Slide NÍVEL CRÍTICO ANÁLISE FOLIAR Fontes: 1 - Chepote et al, 1988; 2 - Viégas, 1989; 3 - Rodrigues, 1993; 4 - Uexlkull & Fairhurst, 1991.
  • 39. 39 Slide NÍVEL CRÍTICO ANÁLISE FOLIAR Tabela. Níveis críticos dos macronutrientes definidos para a folha 9 (Prevot & Ollagnier, 1956) e folha 17 (Bachy, 1964) em g/Kg.
  • 40. 40 Slide SINTOMAS VISUAL DE DEFICIÊNCIA É a visualização de sintomas de deficiências, manifestados pelas plantas ainda em campo, se constituir em RECURSO AUXILIAR importante na identificação de possíveis carência nutricionais. OBS: A deficiência já estar ocorrendo na planta.
  • 42. 41 Slide SINTOMAS VISUAL DE DEFICIÊNCIA  Nitrogênio (N)  Descoloração dos folíolos na sequência: verde  verde-pálido  verde-amarelado e depois amarelados e secos.  Essa descoloração afeta primeiro as folhas mais novas, progredindo para as mais velhas à medida que a deficiência se acentua.  A planta fica fraca.  Fruto pequeno.  Menor produção de óleo.
  • 43.  Causas da que levam a Nitrogênio (N) 42 Slide SINTOMAS VISUAL DE DEFICIÊNCIA  Solos arenosos pobres em húmus.  Solos precariamente drenados, ou ainda, solos mal drenados (asfixia das raízes).  Solos com compactação.  pH fora da faixa ideal. Descartar solos alagados
  • 45. 43 Slide SINTOMAS VISUAL DE DEFICIÊNCIA  Fósforo (P)  Não apresenta sintomas visuais típicos,  Mas observa-se uma redução do crescimento e da produção.  Estipe em formato de pirâmide .  crescimento reduzido da planta.
  • 46. Deficiência de Fósforo Planta sadia
  • 47.  Baixa disponibilidade, devido baixa concentração de P disponível no solo.  Fixação pelo solo e/ou aplicação inadequada. 45 Slide SINTOMAS VISUAL DE DEFICIÊNCIA  Fósforo (P) causa da deficiência
  • 48. 47 Slide Sintomas visual de deficiência  Potássio (K)  Uma necrosamento marginal é desenvolvido ao longo dos folíolos, começando pelo ápice.  Fruto pequeno.  Redução na produção de óleo.
  • 50. Concentrações muito baixas de K trocável (< 0,15 cmol kg ). O solos arenosos e pH muito ácidos. Estresse hídrico muito forte. excesso de magnésio e cálcio, pode induzir ou acentuar uma deficiência em K. 49 Slide Sintomas visual de deficiência  Causa que podem levar a deficiência de Potássio (K)
  • 52. Slide Sintomas visual de deficiência  Magnésio (Mg)  A deficiência folhas velhas que exibem uma coloração amarela-laranja clara, evoluindo pra uma necrose.  Os sintomas de deficiência de mg são sempre mais pronunciados em folíolos expostos à luz solar.  Nas partes protegidas não há clorose “efeito sombra” 50
  • 53. Foto: Vinícius Ide Franzini Figura 1. Sintoma visual de deficiência de magnésio em híbrido interespecífico (cv. Manicoré) de palma de óleo com 5 anos cultivado em Moju, PA. Slide 51
  • 54. Figura: Planta com deficiência de Mg – Fazenda Santo Antônio
  • 55. Figura: Planta com deficiência de Mg – Fazenda Santo Antônio
  • 57.
  • 58. 54 Slide Sintomas visual de deficiência  Causas da deficiência de Magnésio (Mg)  Solos contendo baixos teores de Mg (<0,2 cmol kg );  solos ácidos,  A deficiência de Mg pode ser induzida ou acentuada por uma forte adubação potássica e cálcio.
  • 60. 55 Slide SINTOMAS VISUAL DE DEFICIÊNCIA  Boro (B)  A deficiência de B apresentam anormalidades no desenvolvimento das folhas mais novas  Folhas deficientes em B, além de mal formadas e enrugadas, são também quebradiças e de cor verde escuro.  As deficiências de B podem ser acentuadas por uma aplicação de doses elevadas de N.P.K.Ca
  • 61. 56 Slide SINTOMAS VISUAL DE DEFICIÊNCIA Figura: Deficiência de boro Foto: Saldanha, 2014
  • 62. Figura: Deficiência de Boro. 57 Slide SINTOMAS VISUAL DE DEFICIÊNCIA
  • 64. Frase “A confiança em si mesmo é o primeiro segredo do sucesso.” Ralph Waldo Emerson
  • 65. Obrigado pela atenção. Contato: Fone: 98036-3885 E-mail: agro_leandro17@hotmail.com