SlideShare uma empresa Scribd logo
www.ciccopn.pt
armenia.vilasboas@ciccopn.pt
Paulo Soares
Mudança e motivação nas Organizações
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
• Saber o porquê de mudar;
• Saber o que se quer mudar;
• Saber de onde se está a partir e onde se quer chegar;
• Saber como mudar
• Saber quem vai mudar;
Envolve pessoas, processos e sistemas sociais e exige
organização e liderança.
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
• Toda mudança enfrentará resistência.
• É natural, pois o ser humano é um ser que almeja um sentimento de
estabilidade e controle sobre sua vida e defende-se de qualquer força que
tencione alterar este estado.
• Desta forma, dentro de uma organização qualquer mudança encontrará
entraves no momento de sua implantação.
As Pessoas “Resistem” à
Transição e não às
Mudanças em si. . .
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Temos que ser
mais produtivos…
Blá, blá, blá…
Já estou a ver o filme!!!
Trabalhar mais!
Trabalhar mais rápido!
Mais tarefas!
(…)
Vou mostrar-lhe com
quantos paus se faz
uma canoa!!!
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Paulo Soares
Quando o Sistema da Rubete foi criado e implementado este ponto não estava
assegurado e os colaboradores não foram devidamente integrados nos seu
desenvolvimento:
• Sistema construído como um espelho da organização, trazendo pouco valor
acrescentado
• As pessoas não se revêm no sistema, o que implica que estas não lhe dão
importância, não compreendem o seu valor, e não tiram proveito das mais valias
que este poderia trazer.
• Responde à Certificação mas não cumpre a sua principal função.
Um Sistema de Qualidade é uma ferramenta para
ajudar a empresa a evoluir
A Gestão de topo deve perceber qual a utilidade e
função do Sistema de Qualidade para ser o farol
da sua implementação, independentemente dos
responsáveis pelo processo.
Paulo Soares
• O Sistema era olhado como uma burocracia
• Não encontravam uma mais valia, logo era uma perda de tempo
• As pessoas tinham a tendência para esconder coisas aos auditores
para garantir que não existiam Não Conformidades
Com o tempo conseguiu-se mudar a abordagem integrando as pessoas
na construção do sistema e demonstrando as mais valias que este trazia.
Paulo Soares
Serralharia
Pintura
Montagem
Paulo Soares
• Eliminação da necessidade de espaço
para stocks intermédios e a
necessidade da deslocação dos
produtos
(O tempo de deslocações desnecessário
de produto ocupava mais de 50% de um
operário)
• Redução do lead time
Redução dos lotes de fabrico
Objetivos:
Paulo Soares
Contras
• Aumento do custo
• Quantidade não vai ser suficiente
para responder às necessidades
• Tempos de setup pequenos 
pouca influência nos custos
• Eliminação dos espaços de
armazém temporário
• Redução drástica da distância
percorrida pelos produtos.
• Lead time reduziu significativamente:
• Serralharia
• Antes 1 a 1,5 meses
• Depois 1 a 1,5 semanas
• Total
• Antes 1,5 a 2 meses
• Depois 1,5 a 2 semanas
Paulo Soares
Ter todos os equipamentos necessários para o processo na área da
serralharia.
Objetivos/Ações
• Eliminação de equipamentos obsoletos/duplicados
• Ajuste das áreas de armazenamento da matéria prima e componentes.
• Restruturação do Layout
Contras
• Vão fazer falta
• Não há espaço
• Não dá
O que fazer
• Retiraram-se alguns equipamentos “temporariamente”
e, se fossem novamente necessários eram reativados
• Trabalhar com os operacionais e perceber em conjunto
o que era realmente necessário e o que não era.
• Em conjunto pensar e redesenhar o layout.
• Permitir ao operador formatar a sua área de trabalho
• Colmatar outras necessidades identificadas pelo
operador  Ganhar pontos  Dar para receber
Paulo Soares

Paulo Soares
Objetivos/Ações
• Maior flexibilidade
• Resposta mais eficiente e capaz às variações da procura
• Mais fácil de controlar os tempos de montagem
• Posto de trabalho mais confortável para o operário
• Menos perdas de tempo com tarefas paralelas
Paulo Soares
Contras
• Vai demorar mais tempo?!
• Isto não vai resultar?! e depois…
• Desconforto dos operadores pela mudança
• Receio de inadaptação
• Receio de que seja feito um maior controlo sobre eles
• Expressão “Já se fazia assim à 20 anos!”
O que fazer
• Envolvimento dos operadores em todos os passos da mudança e a integração
de algumas das suas propostas
• Todo o material necessário para a montagem está na célula ou zona próxima
• Reabastecimento feito pela Logística, não existindo tempo gasto nesta
operação pela Produção
• Melhoria das condições de trabalho
• Com a colocação de garibáldis para eliminar esforços excessivos
• Montagem em carros com elevação hidráulica permitindo adaptar a altura do
mesmo à dimensão do compressor e deslocá-lo para qualquer ponto sem esforço.
Paulo Soares
Área onde a mudança foi mais
simples uma vez que foi de
encontro às necessidades já
identificadas pelos operadores.
Paulo Soares
• Ter uma comunicação eficiente
• Informar as pessoas dos objetivos e o porquê da mudança.
• Estar bem preparado para responder às questões que vão surgir
• Preparar a comunicação de acordo com as pessoas
• Garantir que a mensagem chega corretamente
• Justificar as mudanças indicando o que vai ser alcançado, mas
ouçam e integrem o mais possível as sugestões
 “Garantir que a mudança será positiva”
 Ter um plano de implementação
• Englobar as pessoas nos resultados e em conjunto construam os planos
para o futuro
• Responsabilizar as pessoas pelo sistema e processos
• Os objetivos e indicadores devem ser compreendidos e valorizados
por todos
Paulo Soares
• Ajudar e apoiar as pessoas que demonstram temor pela mudança.
• Negociar para conseguir aceitação ou redução da resistência
• Colmatar outras necessidades identificadas pelo operador, mesmo que não
estejam ligadas ao projeto. “Dar para receber”
• Em situações que se arrastam e não é possível a negociação, assumir a
decisão e avançar para o passo seguinte.
• Não perder demasiado tempo a discutir assuntos menos importantes e
centrar-se nos mais significativos.
Paulo Soares
• Garantir um papel ativo a todos no planeamento e implementação, fazer a
mudança propriedade das pessoas
• Fazer com que sintam que é delas a mudança, e que é o que elas
querem.
• A participação motiva as pessoas, aumenta a sua autoconfiança e
autoestima.
• Colocar-se no lugar das pessoas afetadas pela mudança, e antecipe os seus
receios.
Paulo Soares
OBRIGADO!
o.paulo.soares@gmail.com
paulo.soares@rubete.pt

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Resumo do livro SCRUM a arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo ...
Resumo do livro SCRUM a arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo ...Resumo do livro SCRUM a arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo ...
Resumo do livro SCRUM a arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo ...
Thiago Compan
 
Pesquisa qualitativa
Pesquisa qualitativaPesquisa qualitativa
Pesquisa qualitativa
Paulo Saldanha
 
Kaizen kanban-lean manufacturing
Kaizen kanban-lean manufacturingKaizen kanban-lean manufacturing
Kaizen kanban-lean manufacturing
institutocarvalho
 
Pesquisa qualitativa 03
Pesquisa qualitativa 03Pesquisa qualitativa 03
Pesquisa qualitativa 03
Alex Sander Rosa
 
Topico
TopicoTopico
Kaizen
KaizenKaizen
Kosu
KosuKosu
Manufatura Enxuta (Lean) - Slides - Profª Silene Seibel
Manufatura Enxuta (Lean) - Slides - Profª Silene SeibelManufatura Enxuta (Lean) - Slides - Profª Silene Seibel
Manufatura Enxuta (Lean) - Slides - Profª Silene Seibel
Sustentare Escola de Negócios
 
Guia do Papel e Responsabilidade do Scrum Master
Guia do Papel e Responsabilidade do Scrum MasterGuia do Papel e Responsabilidade do Scrum Master
Guia do Papel e Responsabilidade do Scrum Master
Paulo Lomanto
 
Como cultivar uma cultura Kaizen?
Como cultivar uma cultura Kaizen?Como cultivar uma cultura Kaizen?
Como cultivar uma cultura Kaizen?
Rodrigo Yoshima
 
5 s cema
5 s cema5 s cema
5 s cema
emc5714
 
Scrum - Essa é a jogada!
Scrum - Essa é a jogada!Scrum - Essa é a jogada!
Scrum - Essa é a jogada!
Fernanda Rabello
 
Palestra : Scrum : A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo !
Palestra : Scrum : A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo !Palestra : Scrum : A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo !
Palestra : Scrum : A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo !
Ari Amaral
 
Lean Kanban
Lean KanbanLean Kanban
Lean Kanban
Lucashgt
 
Lean Manufacturing
Lean ManufacturingLean Manufacturing
Lean Manufacturing
Daisy Marschalk
 
Kaizen
KaizenKaizen
Guia do scrum
Guia do scrumGuia do scrum
Guia do scrum
leopaiva217101
 
Scrum em 1h.
Scrum em 1h.Scrum em 1h.
Scrum em 1h.
Márcio Oya
 
Lean Manufacturing
Lean ManufacturingLean Manufacturing
Lean Manufacturing
Markus Hofrichter
 

Mais procurados (19)

Resumo do livro SCRUM a arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo ...
Resumo do livro SCRUM a arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo ...Resumo do livro SCRUM a arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo ...
Resumo do livro SCRUM a arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo ...
 
Pesquisa qualitativa
Pesquisa qualitativaPesquisa qualitativa
Pesquisa qualitativa
 
Kaizen kanban-lean manufacturing
Kaizen kanban-lean manufacturingKaizen kanban-lean manufacturing
Kaizen kanban-lean manufacturing
 
Pesquisa qualitativa 03
Pesquisa qualitativa 03Pesquisa qualitativa 03
Pesquisa qualitativa 03
 
Topico
TopicoTopico
Topico
 
Kaizen
KaizenKaizen
Kaizen
 
Kosu
KosuKosu
Kosu
 
Manufatura Enxuta (Lean) - Slides - Profª Silene Seibel
Manufatura Enxuta (Lean) - Slides - Profª Silene SeibelManufatura Enxuta (Lean) - Slides - Profª Silene Seibel
Manufatura Enxuta (Lean) - Slides - Profª Silene Seibel
 
Guia do Papel e Responsabilidade do Scrum Master
Guia do Papel e Responsabilidade do Scrum MasterGuia do Papel e Responsabilidade do Scrum Master
Guia do Papel e Responsabilidade do Scrum Master
 
Como cultivar uma cultura Kaizen?
Como cultivar uma cultura Kaizen?Como cultivar uma cultura Kaizen?
Como cultivar uma cultura Kaizen?
 
5 s cema
5 s cema5 s cema
5 s cema
 
Scrum - Essa é a jogada!
Scrum - Essa é a jogada!Scrum - Essa é a jogada!
Scrum - Essa é a jogada!
 
Palestra : Scrum : A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo !
Palestra : Scrum : A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo !Palestra : Scrum : A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo !
Palestra : Scrum : A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo !
 
Lean Kanban
Lean KanbanLean Kanban
Lean Kanban
 
Lean Manufacturing
Lean ManufacturingLean Manufacturing
Lean Manufacturing
 
Kaizen
KaizenKaizen
Kaizen
 
Guia do scrum
Guia do scrumGuia do scrum
Guia do scrum
 
Scrum em 1h.
Scrum em 1h.Scrum em 1h.
Scrum em 1h.
 
Lean Manufacturing
Lean ManufacturingLean Manufacturing
Lean Manufacturing
 

Semelhante a Jornadas Qualidade

Aula Fdd Cesar.Edu 2017
Aula Fdd Cesar.Edu 2017Aula Fdd Cesar.Edu 2017
Aula Fdd Cesar.Edu 2017
Jorge Bublitz
 
Obeya
ObeyaObeya
rh direitos trabalhistas para o trabalhador
rh direitos trabalhistas para o trabalhadorrh direitos trabalhistas para o trabalhador
rh direitos trabalhistas para o trabalhador
jonasadm
 
Métodos Ágeis e Scrum - Introdução
Métodos Ágeis e Scrum - IntroduçãoMétodos Ágeis e Scrum - Introdução
Métodos Ágeis e Scrum - Introdução
Yuri Morais
 
Gestão Ágil de Projetos com Scrum
Gestão Ágil de Projetos com ScrumGestão Ágil de Projetos com Scrum
Gestão Ágil de Projetos com Scrum
Noaldo Sales
 
Fazendo as mudanças funcionarem - Mauro Sotille
Fazendo as mudanças funcionarem - Mauro SotilleFazendo as mudanças funcionarem - Mauro Sotille
Fazendo as mudanças funcionarem - Mauro Sotille
Mauro Sotille, MBA, PMP
 
O papel do an na agilidade
O papel do an na agilidadeO papel do an na agilidade
O papel do an na agilidade
Camila Capellão
 
Delegar e processo de delegação
Delegar e processo de delegaçãoDelegar e processo de delegação
Delegar e processo de delegação
Luis Branco, PMP
 
Gestão de mudanças – uma abordagem holística
Gestão de mudanças – uma abordagem holísticaGestão de mudanças – uma abordagem holística
Gestão de mudanças – uma abordagem holística
FoodServiceNews
 
anhanguera _ gestao de projetos _ u4 s2 _ projetos ágeis.pptx
anhanguera _ gestao de projetos _ u4 s2 _ projetos ágeis.pptxanhanguera _ gestao de projetos _ u4 s2 _ projetos ágeis.pptx
anhanguera _ gestao de projetos _ u4 s2 _ projetos ágeis.pptx
Alisson Batista
 
Métodos de Gestão de Mudança Organizacional e seu uso para a transformação di...
Métodos de Gestão de Mudança Organizacional e seu uso para a transformação di...Métodos de Gestão de Mudança Organizacional e seu uso para a transformação di...
Métodos de Gestão de Mudança Organizacional e seu uso para a transformação di...
Nelson Rosamilha, PMP, PRINCE2 Practitioner, BB, MsC
 
2018 10 26_mudanca_caordica
2018 10 26_mudanca_caordica2018 10 26_mudanca_caordica
2018 10 26_mudanca_caordica
Carlos Sousa
 
Palestra sobre Fundamentos do Scrum e Kanban.
Palestra sobre Fundamentos do Scrum e Kanban.Palestra sobre Fundamentos do Scrum e Kanban.
Palestra sobre Fundamentos do Scrum e Kanban.
Rafael de Oliveira
 
Enter SCRUM
Enter SCRUMEnter SCRUM
Enter SCRUM
Breno Campos
 
Projetos Estratégicos - Mudança Organizacional
Projetos Estratégicos - Mudança OrganizacionalProjetos Estratégicos - Mudança Organizacional
Projetos Estratégicos - Mudança Organizacional
GilneiPereira3
 
Aula 2 - P&M
Aula 2 - P&MAula 2 - P&M
Aula 2 - P&M
Juliana Benicio, Dsc
 
#HubEscola2016 | Gestão ágil de projetos para "não TI" | Rafael Rocha
#HubEscola2016 | Gestão ágil de projetos para "não TI" | Rafael Rocha#HubEscola2016 | Gestão ágil de projetos para "não TI" | Rafael Rocha
#HubEscola2016 | Gestão ágil de projetos para "não TI" | Rafael Rocha
Rafael Rocha
 
Velozes e furiosos com extreme programming.
Velozes e furiosos com extreme programming. Velozes e furiosos com extreme programming.
Velozes e furiosos com extreme programming.
Alessandro Binhara
 
Introdução às Metodologias Ágeis de Desenvolvimento
Introdução às Metodologias Ágeis de DesenvolvimentoIntrodução às Metodologias Ágeis de Desenvolvimento
Introdução às Metodologias Ágeis de Desenvolvimento
Jerry Medeiros
 
Como o PMBOK pode trabalhar em conjunto com o método dinâmico da Startup Enxuta.
Como o PMBOK pode trabalhar em conjunto com o método dinâmico da Startup Enxuta.Como o PMBOK pode trabalhar em conjunto com o método dinâmico da Startup Enxuta.
Como o PMBOK pode trabalhar em conjunto com o método dinâmico da Startup Enxuta.
Lucas Magalhães
 

Semelhante a Jornadas Qualidade (20)

Aula Fdd Cesar.Edu 2017
Aula Fdd Cesar.Edu 2017Aula Fdd Cesar.Edu 2017
Aula Fdd Cesar.Edu 2017
 
Obeya
ObeyaObeya
Obeya
 
rh direitos trabalhistas para o trabalhador
rh direitos trabalhistas para o trabalhadorrh direitos trabalhistas para o trabalhador
rh direitos trabalhistas para o trabalhador
 
Métodos Ágeis e Scrum - Introdução
Métodos Ágeis e Scrum - IntroduçãoMétodos Ágeis e Scrum - Introdução
Métodos Ágeis e Scrum - Introdução
 
Gestão Ágil de Projetos com Scrum
Gestão Ágil de Projetos com ScrumGestão Ágil de Projetos com Scrum
Gestão Ágil de Projetos com Scrum
 
Fazendo as mudanças funcionarem - Mauro Sotille
Fazendo as mudanças funcionarem - Mauro SotilleFazendo as mudanças funcionarem - Mauro Sotille
Fazendo as mudanças funcionarem - Mauro Sotille
 
O papel do an na agilidade
O papel do an na agilidadeO papel do an na agilidade
O papel do an na agilidade
 
Delegar e processo de delegação
Delegar e processo de delegaçãoDelegar e processo de delegação
Delegar e processo de delegação
 
Gestão de mudanças – uma abordagem holística
Gestão de mudanças – uma abordagem holísticaGestão de mudanças – uma abordagem holística
Gestão de mudanças – uma abordagem holística
 
anhanguera _ gestao de projetos _ u4 s2 _ projetos ágeis.pptx
anhanguera _ gestao de projetos _ u4 s2 _ projetos ágeis.pptxanhanguera _ gestao de projetos _ u4 s2 _ projetos ágeis.pptx
anhanguera _ gestao de projetos _ u4 s2 _ projetos ágeis.pptx
 
Métodos de Gestão de Mudança Organizacional e seu uso para a transformação di...
Métodos de Gestão de Mudança Organizacional e seu uso para a transformação di...Métodos de Gestão de Mudança Organizacional e seu uso para a transformação di...
Métodos de Gestão de Mudança Organizacional e seu uso para a transformação di...
 
2018 10 26_mudanca_caordica
2018 10 26_mudanca_caordica2018 10 26_mudanca_caordica
2018 10 26_mudanca_caordica
 
Palestra sobre Fundamentos do Scrum e Kanban.
Palestra sobre Fundamentos do Scrum e Kanban.Palestra sobre Fundamentos do Scrum e Kanban.
Palestra sobre Fundamentos do Scrum e Kanban.
 
Enter SCRUM
Enter SCRUMEnter SCRUM
Enter SCRUM
 
Projetos Estratégicos - Mudança Organizacional
Projetos Estratégicos - Mudança OrganizacionalProjetos Estratégicos - Mudança Organizacional
Projetos Estratégicos - Mudança Organizacional
 
Aula 2 - P&M
Aula 2 - P&MAula 2 - P&M
Aula 2 - P&M
 
#HubEscola2016 | Gestão ágil de projetos para "não TI" | Rafael Rocha
#HubEscola2016 | Gestão ágil de projetos para "não TI" | Rafael Rocha#HubEscola2016 | Gestão ágil de projetos para "não TI" | Rafael Rocha
#HubEscola2016 | Gestão ágil de projetos para "não TI" | Rafael Rocha
 
Velozes e furiosos com extreme programming.
Velozes e furiosos com extreme programming. Velozes e furiosos com extreme programming.
Velozes e furiosos com extreme programming.
 
Introdução às Metodologias Ágeis de Desenvolvimento
Introdução às Metodologias Ágeis de DesenvolvimentoIntrodução às Metodologias Ágeis de Desenvolvimento
Introdução às Metodologias Ágeis de Desenvolvimento
 
Como o PMBOK pode trabalhar em conjunto com o método dinâmico da Startup Enxuta.
Como o PMBOK pode trabalhar em conjunto com o método dinâmico da Startup Enxuta.Como o PMBOK pode trabalhar em conjunto com o método dinâmico da Startup Enxuta.
Como o PMBOK pode trabalhar em conjunto com o método dinâmico da Startup Enxuta.
 

Mais de CICCOPN - Centro de formação Profissional da Industria da Construção Civil e Obras Públicas do Norte

ISO9001 - Aplicação prática no Setor da Construção Civil
ISO9001 -  Aplicação prática no Setor da Construção Civil               ISO9001 -  Aplicação prática no Setor da Construção Civil
Implementação do Lean na Construção
Implementação do Lean na ConstruçãoImplementação do Lean na Construção
eiC - Evolucao Certificacao Construcao Civil
eiC - Evolucao Certificacao Construcao CivileiC - Evolucao Certificacao Construcao Civil
Jornadas Qualidade 2019
Jornadas Qualidade 2019Jornadas Qualidade 2019
Apresentacao joao baptista_julho2019
Apresentacao joao baptista_julho2019Apresentacao joao baptista_julho2019
Apresentacao rui-cunha
Apresentacao rui-cunhaApresentacao rui-cunha
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshopsLearningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshopsLearningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
Jornadas Qualidade - Business intelligence
Jornadas Qualidade - Business intelligence Jornadas Qualidade - Business intelligence
Jornadas qualidade - Bosch
Jornadas qualidade - BoschJornadas qualidade - Bosch
Qualidade desenvolvimento-produtos
Qualidade desenvolvimento-produtosQualidade desenvolvimento-produtos
Jornadas qualidade 2018 - ISO/IEC
Jornadas qualidade 2018 - ISO/IECJornadas qualidade 2018 - ISO/IEC
Equipas de Qualidade
Equipas de QualidadeEquipas de Qualidade
Trabalhador designado - Segurança e Saúde no Trabalho
Trabalhador designado - Segurança e Saúde no TrabalhoTrabalhador designado - Segurança e Saúde no Trabalho
Jornadas da Qualidade no CICCOPN
Jornadas da Qualidade no CICCOPNJornadas da Qualidade no CICCOPN
A nova Norma Internacional ISO 45001:2018 – Sistema de Gestão da Segurança e ...
A nova Norma Internacional ISO 45001:2018 – Sistema de Gestão da Segurança e ...A nova Norma Internacional ISO 45001:2018 – Sistema de Gestão da Segurança e ...
A nova Norma Internacional ISO 45001:2018 – Sistema de Gestão da Segurança e ...
CICCOPN - Centro de formação Profissional da Industria da Construção Civil e Obras Públicas do Norte
 
Guia controlo exposicao profissional a agentes químicos
Guia controlo exposicao profissional a agentes químicosGuia controlo exposicao profissional a agentes químicos
Guia luvas-Exposição profissional a agentes químicos
Guia luvas-Exposição profissional a agentes químicosGuia luvas-Exposição profissional a agentes químicos
Guia epi - Exposição profissional a agentes químicos
Guia epi - Exposição profissional a agentes químicosGuia epi - Exposição profissional a agentes químicos
Exposição profissional a agentes químicos
Exposição profissional a agentes químicosExposição profissional a agentes químicos

Mais de CICCOPN - Centro de formação Profissional da Industria da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (20)

ISO9001 - Aplicação prática no Setor da Construção Civil
ISO9001 -  Aplicação prática no Setor da Construção Civil               ISO9001 -  Aplicação prática no Setor da Construção Civil
ISO9001 - Aplicação prática no Setor da Construção Civil
 
Implementação do Lean na Construção
Implementação do Lean na ConstruçãoImplementação do Lean na Construção
Implementação do Lean na Construção
 
eiC - Evolucao Certificacao Construcao Civil
eiC - Evolucao Certificacao Construcao CivileiC - Evolucao Certificacao Construcao Civil
eiC - Evolucao Certificacao Construcao Civil
 
Jornadas Qualidade 2019
Jornadas Qualidade 2019Jornadas Qualidade 2019
Jornadas Qualidade 2019
 
Apresentacao joao baptista_julho2019
Apresentacao joao baptista_julho2019Apresentacao joao baptista_julho2019
Apresentacao joao baptista_julho2019
 
Apresentacao rui-cunha
Apresentacao rui-cunhaApresentacao rui-cunha
Apresentacao rui-cunha
 
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshopsLearningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
 
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshopsLearningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
 
Jornadas Qualidade - Business intelligence
Jornadas Qualidade - Business intelligence Jornadas Qualidade - Business intelligence
Jornadas Qualidade - Business intelligence
 
Jornadas qualidade - Bosch
Jornadas qualidade - BoschJornadas qualidade - Bosch
Jornadas qualidade - Bosch
 
Qualidade desenvolvimento-produtos
Qualidade desenvolvimento-produtosQualidade desenvolvimento-produtos
Qualidade desenvolvimento-produtos
 
Jornadas qualidade 2018 - ISO/IEC
Jornadas qualidade 2018 - ISO/IECJornadas qualidade 2018 - ISO/IEC
Jornadas qualidade 2018 - ISO/IEC
 
Equipas de Qualidade
Equipas de QualidadeEquipas de Qualidade
Equipas de Qualidade
 
Trabalhador designado - Segurança e Saúde no Trabalho
Trabalhador designado - Segurança e Saúde no TrabalhoTrabalhador designado - Segurança e Saúde no Trabalho
Trabalhador designado - Segurança e Saúde no Trabalho
 
Jornadas da Qualidade no CICCOPN
Jornadas da Qualidade no CICCOPNJornadas da Qualidade no CICCOPN
Jornadas da Qualidade no CICCOPN
 
A nova Norma Internacional ISO 45001:2018 – Sistema de Gestão da Segurança e ...
A nova Norma Internacional ISO 45001:2018 – Sistema de Gestão da Segurança e ...A nova Norma Internacional ISO 45001:2018 – Sistema de Gestão da Segurança e ...
A nova Norma Internacional ISO 45001:2018 – Sistema de Gestão da Segurança e ...
 
Guia controlo exposicao profissional a agentes químicos
Guia controlo exposicao profissional a agentes químicosGuia controlo exposicao profissional a agentes químicos
Guia controlo exposicao profissional a agentes químicos
 
Guia luvas-Exposição profissional a agentes químicos
Guia luvas-Exposição profissional a agentes químicosGuia luvas-Exposição profissional a agentes químicos
Guia luvas-Exposição profissional a agentes químicos
 
Guia epi - Exposição profissional a agentes químicos
Guia epi - Exposição profissional a agentes químicosGuia epi - Exposição profissional a agentes químicos
Guia epi - Exposição profissional a agentes químicos
 
Exposição profissional a agentes químicos
Exposição profissional a agentes químicosExposição profissional a agentes químicos
Exposição profissional a agentes químicos
 

Último

Funções e Progressões - Livro completo prisma
Funções e Progressões - Livro completo prismaFunções e Progressões - Livro completo prisma
Funções e Progressões - Livro completo prisma
djincognito
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
AmiltonAparecido1
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
SILVIAREGINANAZARECA
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
PatriciaZanoli
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Centro Jacques Delors
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
LucianaCristina58
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
ValdineyRodriguesBez1
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
MarceloMonteiro213738
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
wagnermorais28
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
Sinais de pontuação
Sinais de pontuaçãoSinais de pontuação
Sinais de pontuação
Mary Alvarenga
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Biblioteca UCS
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinhaatividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
Suzy De Abreu Santana
 

Último (20)

Funções e Progressões - Livro completo prisma
Funções e Progressões - Livro completo prismaFunções e Progressões - Livro completo prisma
Funções e Progressões - Livro completo prisma
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
Sinais de pontuação
Sinais de pontuaçãoSinais de pontuação
Sinais de pontuação
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinhaatividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
 

Jornadas Qualidade

  • 2. Paulo Soares Mudança e motivação nas Organizações
  • 7. Paulo Soares • Saber o porquê de mudar; • Saber o que se quer mudar; • Saber de onde se está a partir e onde se quer chegar; • Saber como mudar • Saber quem vai mudar; Envolve pessoas, processos e sistemas sociais e exige organização e liderança.
  • 16. Paulo Soares • Toda mudança enfrentará resistência. • É natural, pois o ser humano é um ser que almeja um sentimento de estabilidade e controle sobre sua vida e defende-se de qualquer força que tencione alterar este estado. • Desta forma, dentro de uma organização qualquer mudança encontrará entraves no momento de sua implantação. As Pessoas “Resistem” à Transição e não às Mudanças em si. . .
  • 23. Paulo Soares Temos que ser mais produtivos… Blá, blá, blá… Já estou a ver o filme!!! Trabalhar mais! Trabalhar mais rápido! Mais tarefas! (…) Vou mostrar-lhe com quantos paus se faz uma canoa!!!
  • 36. Paulo Soares Quando o Sistema da Rubete foi criado e implementado este ponto não estava assegurado e os colaboradores não foram devidamente integrados nos seu desenvolvimento: • Sistema construído como um espelho da organização, trazendo pouco valor acrescentado • As pessoas não se revêm no sistema, o que implica que estas não lhe dão importância, não compreendem o seu valor, e não tiram proveito das mais valias que este poderia trazer. • Responde à Certificação mas não cumpre a sua principal função. Um Sistema de Qualidade é uma ferramenta para ajudar a empresa a evoluir A Gestão de topo deve perceber qual a utilidade e função do Sistema de Qualidade para ser o farol da sua implementação, independentemente dos responsáveis pelo processo.
  • 37. Paulo Soares • O Sistema era olhado como uma burocracia • Não encontravam uma mais valia, logo era uma perda de tempo • As pessoas tinham a tendência para esconder coisas aos auditores para garantir que não existiam Não Conformidades Com o tempo conseguiu-se mudar a abordagem integrando as pessoas na construção do sistema e demonstrando as mais valias que este trazia.
  • 39. Paulo Soares • Eliminação da necessidade de espaço para stocks intermédios e a necessidade da deslocação dos produtos (O tempo de deslocações desnecessário de produto ocupava mais de 50% de um operário) • Redução do lead time Redução dos lotes de fabrico Objetivos:
  • 40. Paulo Soares Contras • Aumento do custo • Quantidade não vai ser suficiente para responder às necessidades • Tempos de setup pequenos  pouca influência nos custos • Eliminação dos espaços de armazém temporário • Redução drástica da distância percorrida pelos produtos. • Lead time reduziu significativamente: • Serralharia • Antes 1 a 1,5 meses • Depois 1 a 1,5 semanas • Total • Antes 1,5 a 2 meses • Depois 1,5 a 2 semanas
  • 41. Paulo Soares Ter todos os equipamentos necessários para o processo na área da serralharia. Objetivos/Ações • Eliminação de equipamentos obsoletos/duplicados • Ajuste das áreas de armazenamento da matéria prima e componentes. • Restruturação do Layout Contras • Vão fazer falta • Não há espaço • Não dá O que fazer • Retiraram-se alguns equipamentos “temporariamente” e, se fossem novamente necessários eram reativados • Trabalhar com os operacionais e perceber em conjunto o que era realmente necessário e o que não era. • Em conjunto pensar e redesenhar o layout. • Permitir ao operador formatar a sua área de trabalho • Colmatar outras necessidades identificadas pelo operador  Ganhar pontos  Dar para receber
  • 43. Paulo Soares Objetivos/Ações • Maior flexibilidade • Resposta mais eficiente e capaz às variações da procura • Mais fácil de controlar os tempos de montagem • Posto de trabalho mais confortável para o operário • Menos perdas de tempo com tarefas paralelas
  • 44. Paulo Soares Contras • Vai demorar mais tempo?! • Isto não vai resultar?! e depois… • Desconforto dos operadores pela mudança • Receio de inadaptação • Receio de que seja feito um maior controlo sobre eles • Expressão “Já se fazia assim à 20 anos!” O que fazer • Envolvimento dos operadores em todos os passos da mudança e a integração de algumas das suas propostas • Todo o material necessário para a montagem está na célula ou zona próxima • Reabastecimento feito pela Logística, não existindo tempo gasto nesta operação pela Produção • Melhoria das condições de trabalho • Com a colocação de garibáldis para eliminar esforços excessivos • Montagem em carros com elevação hidráulica permitindo adaptar a altura do mesmo à dimensão do compressor e deslocá-lo para qualquer ponto sem esforço.
  • 45. Paulo Soares Área onde a mudança foi mais simples uma vez que foi de encontro às necessidades já identificadas pelos operadores.
  • 46. Paulo Soares • Ter uma comunicação eficiente • Informar as pessoas dos objetivos e o porquê da mudança. • Estar bem preparado para responder às questões que vão surgir • Preparar a comunicação de acordo com as pessoas • Garantir que a mensagem chega corretamente • Justificar as mudanças indicando o que vai ser alcançado, mas ouçam e integrem o mais possível as sugestões  “Garantir que a mudança será positiva”  Ter um plano de implementação • Englobar as pessoas nos resultados e em conjunto construam os planos para o futuro • Responsabilizar as pessoas pelo sistema e processos • Os objetivos e indicadores devem ser compreendidos e valorizados por todos
  • 47. Paulo Soares • Ajudar e apoiar as pessoas que demonstram temor pela mudança. • Negociar para conseguir aceitação ou redução da resistência • Colmatar outras necessidades identificadas pelo operador, mesmo que não estejam ligadas ao projeto. “Dar para receber” • Em situações que se arrastam e não é possível a negociação, assumir a decisão e avançar para o passo seguinte. • Não perder demasiado tempo a discutir assuntos menos importantes e centrar-se nos mais significativos.
  • 48. Paulo Soares • Garantir um papel ativo a todos no planeamento e implementação, fazer a mudança propriedade das pessoas • Fazer com que sintam que é delas a mudança, e que é o que elas querem. • A participação motiva as pessoas, aumenta a sua autoconfiança e autoestima. • Colocar-se no lugar das pessoas afetadas pela mudança, e antecipe os seus receios.