GEMELARIDADE
ALEXANDRA LORDES SALIBA, JOYCE BRAUN,
LETÍCIA OLIVIER, MARINA SOUSA DA SILVA,
RAQUEL MATIAS DO NASCIMENTO, REBECA
ALEVATO DONADON, SYLVIA CHICARINO
Brasília, 29 de Setembro de 2009.
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA
PROFESSORA: SIMONI CAMPOS DIAS
Introdução
 Gêmeo: s.m. Cada um
dos irmãos nascidos no
mesmo parto.
Introdução
 Fatores que Influenciam a Gemelaridade
 Estímulo a Ovulação e Fertilização in vitro
 Maior formação de Trigêmios, Quádruplos,
Quíntuplos, Sêxtuplos, Séptuplos e Óctuplos
Introdução
 Fatores que Influenciam a Gemeleradidade
 Etnia
 Poliovulação e Níveis de FSH
 Idade da Mãe
 Tamanho da Hipófise e Produção de FSH
 Hereditariedade
 Probabilidade de Dizigocidade Maior em Famílias
Introdução
 Estudo com Gêmeos na Genética
 Fenótipo x Genótipo
 Formação da Personalidade
 Limitações
Formação e Implantação
 Gêmeos Dizigóticos
 Maioria das Gravidezes Múltiplas
 Gravidez Compartilhada
 Gêmeos Dizigóticos
 Dois Zigotos
 Podem ser ou não do
Mesmo Sexo
 Dois Córions
 Dois Âmnios
 Duas Placentas
 Fundidas ou não –
proximidade da
implatação
Formação e Implantação
Imagem: Biologia – Césas
e Sezar. Editora Saraiva.
Dois
Zigotos
Placentas Individuais e não
Fundidas
Dois
Blastocistos
Placentas Individuais e Fundidas
Dois córions
Dois córions
fundidos
Gêmeos Fraternos com
Placentas Fundidas – 11
Semanas Imagens: VAN DE GRAAF, K.M. Anatomia Humana. 6.
ed. São Paulo: Manole, 2003. 840 p.
Formação e Implantação
 Gêmeos Dizigóticos
 Placentas Fundidas
 Anastomose dos Vasos Placentários
 Moisacismo Eritrocitário
Imagens: VAN DE GRAAF, K.M. Anatomia Humana. 6.
ed. São Paulo: Manole, 2003. 840 p.
Formação e Implantação
 Gêmeos Monozigóticos
 Geneticamente Idênticos
 Podem ser diferentes por interferências do meio,
inclusive o intra-uterino
Formação e Implantação
 Gêmeos Monozigóticos
 Divisão do Blastômero
ainda na Clivagem
 Dois Âminos
 Dois Córions
 Duas Placentas
 Fundidas ou não
Imagens: MOORE, K.L.;
PERSAUD, T.V.N. Embriologia
Clínica. 8. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2008. 536 p.
Blastocistos
Formação e Implantação
 Gêmeos Monozigóticos
 Divisão da massa celular
interna
 Mais usual
 Nidação de um Blastocisto
já com Dois Embrioblastos
 Dois Âminos
 Um Córion
 Uma Placenta
 Anastomose dos Vasos
Imagens: MOORE, K.L.; PERSAUD, T.V.N. Embriologia
Clínica. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 536 p.
Formação e Implantação
 Gêmeos Monozigóticos
 Divisão do Disco
Embrionário
 Muito Tardia – a partir
da 2º semana
 Mais raro
 Maiores riscos de
anomalias e Morte fetal
 Enovelamento dos
Cordões
 Um Único Âmino
 Um Único Córion
 Uma Placenta
Formação de
Gêmeos
Monozigóticos:
1. Dois blastocistos
2. Divisão da massa
celular interna
2. Divisão do disco
embrionário
A – Cavidade Amniótica
C - Córion
E - Disco Embrionário
G – Saco vitelínico
M – Massa celular interna
P – Placenta
Imagem: BEIGUELMAN, Bernardo. Estudo de Gêmeos. Disponível em
<http://www.desvirtual.com/bbeiguel/ebook.htm> Acessado em 26 de agosto de 2009.
Influência do tempo de divisão na separação dos anexos
embrionários.
Dia da divisão após
fertilização
Nº de sacos
amnióticos
Nº de placentas
Taxa de mortalidade
perinatal
0 - 3
Dois
(biamniótica)
Duas
(Dicoriótica)
10 %
4 - 8
Um
(monoamniótica)
Uma
(monocoriónica)
25 %
8 - 13
Um
(monoamniótica)
Uma
(monocoriónica)
50 %
> 13 (siameses)
Um
(monoamniótica)
Uma
(monocoriónica)
75 %
Formação e Implantação
 Gêmeos Monozigóticos
 Razões de Discordâncias
 Mecanismos de Desenvolvimentos Embriológico -
Anormalidades Vasculares
 Mutações Somáticas
 Aberrações Cromossômicas
 Inativação Desigual do Cromossomo X entre
Gêmeos Femininos
Anomalias e Desvios da Formação
 Anomalias Mais
Frequentes
 Síndrome da Transfusão
Feto-fetal
 Gêmeos
Monocoriônicos
 Feto Receptor
 Policitêmico
 Maior
 Feto doador
 Anêmico
 Menor
Imagem: Disponível em
<http://www.medicalarts.com.au/media/gallery/127.jpg>
Acessado em 6 de setembro de 2009.
 Anomalias Mais
Frequentes
 Gêmeos Conjugados
 Monoamnióticos
 Disco Embrionário
 Não Divisão
 Fusão
 Unidos por Pontos
Idênticos
 Siameses (Sião)
Anomalias e Desvios da Formção
Abigail and Brittany Hensel,
Minnesota, EUA
 Anomalias mais frequentes
 Gêmeos conjugados
Onfalopagos (Abdômen)
Craniopagos (Crânio)
Anomalias e Desvios da Formção
Ischiopagos (Ísquio)
Toracópagos
(Tórax)
 Anomalias mais frequentes
 Gêmeos conjugados
Anomalias e Desvios da Formção
 Anomalias Mais Frequentes
 Gêmeos Conjugados
 Gêmeo Parasita
 Não sobrevive por si só
 Tumor Malígno
Anomalias e Desvios da Formção
 Desvios da Formação
 Morte Precoce de um dos Gêmeos
 Morte Fetal intra-utero
 Riscos para o Gêmeo Sobrevivente
 Menor
 Até a 16º semana - Absorção
 Maior
 Após a 16º semana
 Monocoriônicos
Anomalias e Desvios da Formação
 Desvios da Formação
 Superfecundação
 Fecundação de dois
ovócitos do mesmo
ciclo por coitos
diferentes.
 Gêmeos Dizigóticos
 Possibilidade de Pais
Diferentes
(heteropaternidade)
Anomalias e Desvios da Formação
 Desvios da Formação
 Superfetação
 Fertilização de dois ovócitos provenientes de
ciclos ovulatórios diferentes.
Anomalias e Desvios da Formação
Riscos
 Prematuridade
 Pré-eclampsia e eclampsia
 Hiperêmese gravídica
 Placenta prévia
 Polidrâmnio
 Abortamento
 Rotura das Membranas Amnióticas
Riscos
 Diretamente Proporcionais à Quantidade de Fetos
Aniversário de 10 anos dos filhos de
Nkem Chukwu e Iyke Louis Udobi
Imagem: BEIGUELMAN, Bernardo. Estudo de Gêmeos. Disponível em
<http://www.desvirtual.com/bbeiguel/ebook.htm> Acessado em 26 de agosto de 2009.
Brasília, 29 de Setembro de 2009.

Gemelaridade

  • 1.
    GEMELARIDADE ALEXANDRA LORDES SALIBA,JOYCE BRAUN, LETÍCIA OLIVIER, MARINA SOUSA DA SILVA, RAQUEL MATIAS DO NASCIMENTO, REBECA ALEVATO DONADON, SYLVIA CHICARINO Brasília, 29 de Setembro de 2009. UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PROFESSORA: SIMONI CAMPOS DIAS
  • 2.
    Introdução  Gêmeo: s.m.Cada um dos irmãos nascidos no mesmo parto.
  • 3.
    Introdução  Fatores queInfluenciam a Gemelaridade  Estímulo a Ovulação e Fertilização in vitro  Maior formação de Trigêmios, Quádruplos, Quíntuplos, Sêxtuplos, Séptuplos e Óctuplos
  • 4.
    Introdução  Fatores queInfluenciam a Gemeleradidade  Etnia  Poliovulação e Níveis de FSH  Idade da Mãe  Tamanho da Hipófise e Produção de FSH  Hereditariedade  Probabilidade de Dizigocidade Maior em Famílias
  • 5.
    Introdução  Estudo comGêmeos na Genética  Fenótipo x Genótipo  Formação da Personalidade  Limitações
  • 6.
    Formação e Implantação Gêmeos Dizigóticos  Maioria das Gravidezes Múltiplas  Gravidez Compartilhada
  • 7.
     Gêmeos Dizigóticos Dois Zigotos  Podem ser ou não do Mesmo Sexo  Dois Córions  Dois Âmnios  Duas Placentas  Fundidas ou não – proximidade da implatação Formação e Implantação Imagem: Biologia – Césas e Sezar. Editora Saraiva.
  • 8.
    Dois Zigotos Placentas Individuais enão Fundidas Dois Blastocistos Placentas Individuais e Fundidas Dois córions Dois córions fundidos Gêmeos Fraternos com Placentas Fundidas – 11 Semanas Imagens: VAN DE GRAAF, K.M. Anatomia Humana. 6. ed. São Paulo: Manole, 2003. 840 p.
  • 9.
    Formação e Implantação Gêmeos Dizigóticos  Placentas Fundidas  Anastomose dos Vasos Placentários  Moisacismo Eritrocitário Imagens: VAN DE GRAAF, K.M. Anatomia Humana. 6. ed. São Paulo: Manole, 2003. 840 p.
  • 10.
    Formação e Implantação Gêmeos Monozigóticos  Geneticamente Idênticos  Podem ser diferentes por interferências do meio, inclusive o intra-uterino
  • 11.
    Formação e Implantação Gêmeos Monozigóticos  Divisão do Blastômero ainda na Clivagem  Dois Âminos  Dois Córions  Duas Placentas  Fundidas ou não
  • 12.
    Imagens: MOORE, K.L.; PERSAUD,T.V.N. Embriologia Clínica. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 536 p. Blastocistos
  • 13.
    Formação e Implantação Gêmeos Monozigóticos  Divisão da massa celular interna  Mais usual  Nidação de um Blastocisto já com Dois Embrioblastos  Dois Âminos  Um Córion  Uma Placenta  Anastomose dos Vasos
  • 14.
    Imagens: MOORE, K.L.;PERSAUD, T.V.N. Embriologia Clínica. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 536 p.
  • 15.
    Formação e Implantação Gêmeos Monozigóticos  Divisão do Disco Embrionário  Muito Tardia – a partir da 2º semana  Mais raro  Maiores riscos de anomalias e Morte fetal  Enovelamento dos Cordões  Um Único Âmino  Um Único Córion  Uma Placenta
  • 16.
    Formação de Gêmeos Monozigóticos: 1. Doisblastocistos 2. Divisão da massa celular interna 2. Divisão do disco embrionário A – Cavidade Amniótica C - Córion E - Disco Embrionário G – Saco vitelínico M – Massa celular interna P – Placenta Imagem: BEIGUELMAN, Bernardo. Estudo de Gêmeos. Disponível em <http://www.desvirtual.com/bbeiguel/ebook.htm> Acessado em 26 de agosto de 2009.
  • 17.
    Influência do tempode divisão na separação dos anexos embrionários. Dia da divisão após fertilização Nº de sacos amnióticos Nº de placentas Taxa de mortalidade perinatal 0 - 3 Dois (biamniótica) Duas (Dicoriótica) 10 % 4 - 8 Um (monoamniótica) Uma (monocoriónica) 25 % 8 - 13 Um (monoamniótica) Uma (monocoriónica) 50 % > 13 (siameses) Um (monoamniótica) Uma (monocoriónica) 75 %
  • 18.
    Formação e Implantação Gêmeos Monozigóticos  Razões de Discordâncias  Mecanismos de Desenvolvimentos Embriológico - Anormalidades Vasculares  Mutações Somáticas  Aberrações Cromossômicas  Inativação Desigual do Cromossomo X entre Gêmeos Femininos
  • 19.
    Anomalias e Desviosda Formação  Anomalias Mais Frequentes  Síndrome da Transfusão Feto-fetal  Gêmeos Monocoriônicos  Feto Receptor  Policitêmico  Maior  Feto doador  Anêmico  Menor
  • 20.
  • 21.
     Anomalias Mais Frequentes Gêmeos Conjugados  Monoamnióticos  Disco Embrionário  Não Divisão  Fusão  Unidos por Pontos Idênticos  Siameses (Sião) Anomalias e Desvios da Formção
  • 22.
    Abigail and BrittanyHensel, Minnesota, EUA
  • 23.
     Anomalias maisfrequentes  Gêmeos conjugados Onfalopagos (Abdômen) Craniopagos (Crânio) Anomalias e Desvios da Formção
  • 24.
    Ischiopagos (Ísquio) Toracópagos (Tórax)  Anomaliasmais frequentes  Gêmeos conjugados Anomalias e Desvios da Formção
  • 26.
     Anomalias MaisFrequentes  Gêmeos Conjugados  Gêmeo Parasita  Não sobrevive por si só  Tumor Malígno Anomalias e Desvios da Formção
  • 27.
     Desvios daFormação  Morte Precoce de um dos Gêmeos  Morte Fetal intra-utero  Riscos para o Gêmeo Sobrevivente  Menor  Até a 16º semana - Absorção  Maior  Após a 16º semana  Monocoriônicos Anomalias e Desvios da Formação
  • 28.
     Desvios daFormação  Superfecundação  Fecundação de dois ovócitos do mesmo ciclo por coitos diferentes.  Gêmeos Dizigóticos  Possibilidade de Pais Diferentes (heteropaternidade) Anomalias e Desvios da Formação
  • 29.
     Desvios daFormação  Superfetação  Fertilização de dois ovócitos provenientes de ciclos ovulatórios diferentes. Anomalias e Desvios da Formação
  • 30.
    Riscos  Prematuridade  Pré-eclampsiae eclampsia  Hiperêmese gravídica  Placenta prévia  Polidrâmnio  Abortamento  Rotura das Membranas Amnióticas
  • 31.
    Riscos  Diretamente Proporcionaisà Quantidade de Fetos Aniversário de 10 anos dos filhos de Nkem Chukwu e Iyke Louis Udobi Imagem: BEIGUELMAN, Bernardo. Estudo de Gêmeos. Disponível em <http://www.desvirtual.com/bbeiguel/ebook.htm> Acessado em 26 de agosto de 2009.
  • 32.
    Brasília, 29 deSetembro de 2009.