O estudo investiga a prevalência de automedicação entre estudantes da Universidade Católica de Brasília, revelando que 80 milhões de brasileiros praticam a automedicação, muitas vezes motivados pela facilidade de acesso a medicamentos. A pesquisa identificou que a maior incidência ocorre entre estudantes da área da saúde, com analgésicos e antitérmicos sendo os mais usados. Os resultados ressaltam a necessidade de políticas públicas voltadas à educação sobre automedicação, especialmente para jovens na faixa etária de 18 a 24 anos.