O documento discute a cegueira como uma forma de expiação por pecados de vidas passadas. Um cego pede ao Cura de Ars que o cure, e ele responde que a cegueira dos olhos pode ser a verdadeira luz do coração, enquanto a visão conduz à perdição. Ele abençoa o cego e diz para ter fé em Deus, que permite a tristeza e a felicidade.