SlideShare uma empresa Scribd logo
Livro:
AÇÃO E REAÇÃO
André Luiz/Francisco C. Xavier
CAP. 12
DÍVIDA AGRAVADA
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
1““Porque nós somos cooperadores de Deus.”Porque nós somos cooperadores de Deus.”
Paulo. (1ª Epístola aos Coríntios, 3, versículo 9.)Paulo. (1ª Epístola aos Coríntios, 3, versículo 9.)
Título: "Ação e Reação" –
Autor: Espírito ANDRÉ LUIZ (pseudônimo espiritual
de um consagrado médico que exerceu a Medicina
no Rio de Janeiro)
Psicografia: FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
(concluída em 1956).
Edição: Primeira edição em 1956, pela Federação
Espírita Brasileira (Rio de Janeiro/RJ)
Nota: Até 2003 já haviam 24 reedições, num total
de 298.000 exemplares.:
Título: "Ação e Reação" –
Autor: Espírito ANDRÉ LUIZ (pseudônimo espiritual
de um consagrado médico que exerceu a Medicina
no Rio de Janeiro)
Psicografia: FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
(concluída em 1956).
Edição: Primeira edição em 1956, pela Federação
Espírita Brasileira (Rio de Janeiro/RJ)
Nota: Até 2003 já haviam 24 reedições, num total
de 298.000 exemplares.:
09/11/17 Centro Espirita Pena
Branca/Casa da Prece
2
Conteúdo doutrinário:
ANDRÉ LUIZ e seu amigo HILÁRIO, com o abençoado fito de aprenderem as várias nuanças da Lei
de Causa e Efeito (Justiça Divina), vão às sombrias regiões umbralinas, onde colhem as lições que
enfeixam esta obra. Todos os capítulos encerram preciosas lições, por isso não se poderá
destacar esse ou aquele. Apenas como mostra do pano, relacionamos alguns:
- “dívida agravada” / “débito estacionário” / “resgate interrompido” / “débito aliviado” /
“dívida expirante” / “resgates coletivos”.
O sofrimento dos Espíritos desencarnados, que quando na romagem terrena obnubilaram a
consciência, é aqui descrito sem rodeios, servindo como poderoso alerta para todos nós...
Lendo esse livro é penoso verificar o quanto o homem ainda se demora em observar as Leis
Morais, em particular a de JUSTIÇA DIVINA, que Deus instituiu, em sua sabedoria e amor, fazendo
com que a cada ação, invariavelmente ocorra a respectiva reação — isso, tanto no moral, quanto
no material.
De forma pedagógica quanto interessante, André Luiz descreve inúmeros casos comportamentais
de encarnados, expondo a seguir, a conseqüência, quando os agentes retornam ao mundo
espiritual.
Muitos delitos e monstruosidades vêm à tona, explicitando o porquê das duras condições
resultantes, as quais, na verdade, constituem reajustamento à Lei.
Contudo, há também narrações de resgates aceitos com sincero arrependimento, humildade e
resignação, carreando atenuantes, na razão direta do merecimento dos agentes.
De ponta a ponta da leitura sobressai o imensurável Amor do Pai para com todos os seus filhos,
máxime quando estes se ajustam às palavras do Mestre Jesus, que de forma altissonante
proclamou que do redil divino nenhuma ovelha se perderia.
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
3
NO PARLATÓRIO
Silas informou que muitos companheiros de serviço valem-se daquele
horário para o culto espontâneo do amor fraterno ouvindo ali os
desesperados e os tristes e, tanto quanto possível, administram-lhes
medicação e consolo, não só exortando-os à compreensão e à
serenidade, mas também os acompanhando aos círculos tenebrosos
ou à esfera dos encarnados, para a obra de assistência aos laços
afetivos que lhes perturbam o coração.
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa
da Prece
4
Com a visão adaptada à sombra reinante, conseguiam diferençar as
figuras lamentáveis e exóticas que os cercavam, agoniadas... Eram
mulheres de duro semblante que a
miséria desfigurava e homens de
fisionomias torturadas pelo ódio e
pela angústia.
Dificilmente poderiam avaliar-lhes a
idade, segundo o escalão terrestre. (...)
Em quase todos o olhar enraivecido ou
medroso revelava a dolorosa fulgura-
ção da mente que desceu ao poço da
loucura.
“Preces comoventes mistura-
vam-se a clamores sinistros
de revolta.”
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
5
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa
da Prece
6
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa
da Prece
7
Livre-arbítrio
843. Tem o homem o livre-arbítrio de seus atos?
“Pois que tem a liberdade de pensar, tem igualmente a de obrar. Sem o livre-arbítrio, o
homem seria máquina.”
Livre-arbítrio
843. Tem o homem o livre-arbítrio de seus atos?
“Pois que tem a liberdade de pensar, tem igualmente a de obrar. Sem o livre-arbítrio, o
homem seria máquina.”
INDAGAÇÃO DE ANDRÉ:
Por que não acolhê-los ao Templo hospitaleiro, então quase deserto?
Silas, contudo, designando a entrada do edifício que acabaram de
deixar, fixou a portaria radiante que, da forte penumbra, mais se
afigurava um túnel aberto para a luz, esclareceu:
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
8
RESPOSTA DE SILAS:
“ Apenas ingressam no recinto sagrado quantos lhe
podem suportar a claridade com o respeito devido.
Quase todos os irmãos que se congregam nesta
praça trazem mutilações que a perversidade lhes
impôs ou são portadores de sentimentos tigrinos que
petições comoventes mal encobrem. E, com
semelhantes disposições, não resistem ao impacto da
claridade dominante, dosada em fotônios específicos
a se caracterizarem por determinado teor
eletromagnético, indispensável à garantia de nossa
casa. Muitos de nossos irmãos, aqui desarvorados,
clamam, com a boca, que anseiam pelas vantagens
da prece, na intimidade do santuário;
no entanto, por dentro, lá estimariam tripudiar sobre o
nome sublime de nosso Pai Celeste, no culto à ironia
e à blasfêmia. Para que não tumultuem a atmosfera
divina que nos cabe oferecer à oração pura e
reconfortante, recomendam nossos orientadores
que a luz permaneça graduada contra distúrbios e
prejuízos, facilmente evitáveis.”
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
9
Hilário, espantado, considerou:
“– Significa isso que somente a sincera compunção da
alma entrará em sintonia com as forças
eletromagnéticas imperantes no recinto...”
SILAS:
“– Exatamente assim é. – Nossa instituição permanece
de braços abertos à provação e ao sofrimento, mas
não à rebeldia e ao desespero. De outra sorte, seria
condená-la ao aniquilamento e ao descrédito, na
região atormentada em que se localiza.”
Muitos Espíritos imploravam socorro a Silas, que
os fitava, compadecido, mas sem se deter.
Hilário, espantado, considerou:
“– Significa isso que somente a sincera compunção da
alma entrará em sintonia com as forças
eletromagnéticas imperantes no recinto...”
SILAS:
“– Exatamente assim é. – Nossa instituição permanece
de braços abertos à provação e ao sofrimento, mas
não à rebeldia e ao desespero. De outra sorte, seria
condená-la ao aniquilamento e ao descrédito, na
região atormentada em que se localiza.”
Muitos Espíritos imploravam socorro a Silas, que
os fitava, compadecido, mas sem se deter.
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
10
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa
da Prece
11
Fatalidade
851. Haverá fatalidade nos acontecimentos da vida, conforme ao
sentido que se dá a este vocábulo? Quer dizer: todos os
acontecimentos são predeterminados? E, neste caso, que vem a ser
do livre-arbítrio?
“A fatalidade existe unicamente pela escolha que o Espírito fez, ao
encarnar, desta ou daquela prova para sofrer. Escolhendo-a, institui
para si uma espécie de destino, que é a conseqüência mesma da
posição em que vem a achar-se colocado. Falo das provas físicas,
pois, pelo que toca às provas morais e às tentações, o Espírito,
conservando o livre-arbítrio quanto ao bem e ao mal, é sempre
senhor de ceder ou de resistir. Ao vê-lo fraquejar, um bom Espírito
pode vir-lhe em auxílio, mas não pode influir sobre ele de maneira a
dominarlhe a vontade. Um Espírito mau, isto é, inferior, mostrando-
lhe, exagerando aos seus olhos um perigo físico, o poderá abalar e
amedrontar. Nem por isso, entretanto, a vontade do Espírito
encarnado deixa de se conservar livre de quaisquer peias.”
Fatalidade
851. Haverá fatalidade nos acontecimentos da vida, conforme ao
sentido que se dá a este vocábulo? Quer dizer: todos os
acontecimentos são predeterminados? E, neste caso, que vem a ser
do livre-arbítrio?
“A fatalidade existe unicamente pela escolha que o Espírito fez, ao
encarnar, desta ou daquela prova para sofrer. Escolhendo-a, institui
para si uma espécie de destino, que é a conseqüência mesma da
posição em que vem a achar-se colocado. Falo das provas físicas,
pois, pelo que toca às provas morais e às tentações, o Espírito,
conservando o livre-arbítrio quanto ao bem e ao mal, é sempre
senhor de ceder ou de resistir. Ao vê-lo fraquejar, um bom Espírito
pode vir-lhe em auxílio, mas não pode influir sobre ele de maneira a
dominarlhe a vontade. Um Espírito mau, isto é, inferior, mostrando-
lhe, exagerando aos seus olhos um perigo físico, o poderá abalar e
amedrontar. Nem por isso, entretanto, a vontade do Espírito
encarnado deixa de se conservar livre de quaisquer peias.”
Sendo infinita a Justiça de Deus, o bem e o mal são rigorosamente
considerados, não havendo uma só ação, um só pensamento mau que
não tenha consequências fatais, como não há uma única ação
meritória, um só bom movimento da alma que se perca […]
Allan Kardec: O Céu e o Inferno. Primeira parte, cap. 7, § n.° 8 (Código
Penal da Vida Futura).
12
Toda falta cometida, todo mal realizado, é uma dívida contraída que deverá ser paga;
se não for em uma existência, sê-lo-á na seguinte ou seguintes, porque todas as
existências são solidárias entre si. Aquele que se quita numa existência não terá
necessidade de pagar segunda vez. Allan Kardec: O Céu e o Inferno. Primeira parte,
cap. 7, § n.° 9 (Código Penal da Vida Futura).
• De duas espécies são as vicissitudes da vida, ou, se o preferirem, promanam de duas
fontes diferentes, que importa distinguir. Umas têm sua causa na vida presente;
outras, fora desta vida. Remontando-se à origem dos males terrestres, reconhecer-se-
á que muitos são consequência natural do caráter e do proceder dos que os
suportam. Allan Kardec: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 5, item 4.
• De duas espécies são as vicissitudes da vida, ou, se o preferirem, promanam de duas
fontes diferentes, que importa distinguir. Umas têm sua causa na vida presente;
outras, fora desta vida. Remontando-se à origem dos males terrestres, reconhecer-se-
á que muitos são consequência natural do caráter e do proceder dos que os
suportam. Allan Kardec: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 5, item 4.
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
PERSONAGENS :
Luísa: (Espírito_desencarnado ha algum tempo) Mãe de Marina e de Zilda
Marina: Reencarnada há 30 anos sobre a orientação da Mansão Paz, irmã
de mãe de Nilda/Zilda , Esposa de Jorge .
Zilda_( Esposa de Jorge na encarnação anterior sec. XIX)_ comete suicídio
após descobrir a traição do Noivo Jorge e Marina sua irmã _ ).
NILDA/Zilda _ Reencarna como filha de Jorge e de Marina . Devido aos
suicídio nasce com sequelas neurológicas (Surda/Muda_ mentalmente
retardada).
Jorge: atualmente ex-noivo de Zilda e esposo de Marina e
pai de Nilda_ devido aos débitos do passado desenvolve a
hanseníase .
Andrè Luiz, Silas , Ministro Sânzio,Hilario, Druso_ espíritos
trabalhadores do Nosso Lar e de Mansão Paz .
09/11/17
Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
13
Senhora desencarnada, com sinais de irreprimível angústia, pede ajuda ao
assistente Silas para a filha que pretendia se matar.
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa
da Prece
14
Não seria possível que Deus, soberanamente
justo, castigasse suas criaturas por faltas cujo
cometimento não dependera delas, nem que as
recompensasse por virtudes de que nenhum
mérito teriam. Demais, tal lei seria a negação
da do progresso, porquanto o homem, tudo
esperando da sorte, nada tentaria para melhorar
a sua posição, visto que não conseguiria ser
mais nem menos. L.E_ 872- _ Da Lei de
Liberdade _sobre a fatalidade
Não seria possível que Deus, soberanamente
justo, castigasse suas criaturas por faltas cujo
cometimento não dependera delas, nem que as
recompensasse por virtudes de que nenhum
mérito teriam. Demais, tal lei seria a negação
da do progresso, porquanto o homem, tudo
esperando da sorte, nada tentaria para melhorar
a sua posição, visto que não conseguiria ser
mais nem menos. L.E_ 872- _ Da Lei de
Liberdade _sobre a fatalidade
O CASO MARINA
Tratava-se de um caso de débito agra-
vado, que requeria máxima atenção
e o necessário auxílio. Hilário estava
Impressionado com o número de mu-
lheres em trabalho de oração e assis-
tência naquelas paragens, o que me-
receu de Silas o seguinte comentário:
"Raras esposas e raras mães deman-
dam às regiões felizes sem os doces
Afetos que acalentam no seio... O
imenso amor feminino é uma das
forças mais respeitáveis na Criação
divina".
Senhora desencarnada, com sinais de irreprimível angústia, pede ajuda ao
assistente Silas para a filha que pretendia se matar.
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa
da Prece
15
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
16
NA CASA DE MARINA - moradia constituída de três peças
desataviadas e estreitas.
Acompanhando Silas, cuja presença deslocou diversas entidades da
sombra que ali se ajuntavam com a manifesta intenção de perturbar,
André e Hilário ingressaram um quarto humilde.
Junto de jovem senhora agoniada e exausta, uma
menina de dois a três anos choramingava, inquieta...
Via-se-lhe nos olhos esgazeados e inconscientes o
estigma dos que foram marcados por irremediável
sofrimento ao nascer.
Marina era caso mais urgente...
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
17
De joelhos, beijava sofregamente a filhinha, mostrando a indefinível
angústia dos que se despedem para sempre. Logo após, tomou de um copo
em que se encontrava o veneno. Antes, porém, de colá-lo à boca Silas lhe
disse em voz segura:
“– Como podes pensar na sombra da morte, sem a luz da oração?”
A infeliz não lhe ouviu a pergunta, mas a frase invadiu-lhe a cabeça qual
rajada violenta; seus olhos ganharam novo brilho e
o copo tremeu-lhe nas mãos, então indecisas. Silas
estendeu-lhe os braços, envol-vendo-a em fluidos
anestesiantes de carinho e bondade. Dominada de
novos pensamentos, Marina recolocou o recipiente
no lugar de antes e, sob a vigorosa influência do
Assistente, levantou-se automaticamente, estiran-
do-se no leito, em prece:
UM SUICÍDIO FRUSTADO
“– Deus meu, Pai de Infinita Bondade. Compadece-te de mim e perdoa-me
o fracasso! Não suporto mais... Sem minha presença, meu marido viverá
mais tranqüilo no leprosário e minha desventurada filhinha encontrará
corações caridosos que lhe dispensem amor... Não tenho mais recursos...
Estou doente... Nossas contas esmagam-me... Como vencer a
enfermidade que me devora, obrigada a costurar sem repouso, entre o
marido e a filhinha que me reclamam assistência e ternura?...”
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
18
Silas administrou-lhe passes magnéticos de prostração
e, induzindo-a a ligeiro movimento do braço, fez que ela
mesma batesse com força no copo, derramando o líquido
letal. Reconhecendo no próprio gesto impensado a mani-
festação de uma força estranha a entravar-lhe a possibili-
dade da morte deliberada, ela passou a orar em silêncio,
com evidentes sinais de temor e remorso, atitude mental
essa que lhe acentuou a passividade e da qual se valeu
Silas para conduzi-la ao sono provocado.
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
19
Silas emitiu forte jacto de energia fluídica sobre o córtex encefálico
dela, e a moça, sem conseguir explicar a si Mesma a razão do torpor
que lhe invadia o campo nervoso, deixou-se adormecer pesadamente,
qual se houvera sorvido violento narcótico.
Silas esclarece que se tratava de problema de conta agravada...
Marina viera da Mansão para auxiliar Jorge e Zilda, dos quais se fizera
devedora. No século passado, ela se interpusera entre os dois, quando
recém-casados, impelindo-os a deploráveis leviandades que lhes valeram
angustiosa demência na erraticidade. Depois de longos padecimentos,
permitiu o Senhor que os três renascessem no mesmo quadro social, para
o trabalho regenerativo. Marina, a primogênita do lar de Luísa, recebera a
incumbência de tutelar Zilda, a irmã menor, até que, no caminho de
ambas, apareceu Jorge. Zilda e Jorge reatam os elos afetivos do pretérito.
Amam-se com fervor e confiam-se ao noivado. Marina, longe de
corresponder às promessas esposadas no Mundo Maior, pelas quais lhe
cabia amar o mesmo homem, no silêncio da renúncia
construtiva, amparando a irmãzinha, outrora repudia-
da esposa, nas lutas purificadoras que a atualidade
lhe ofertaria, tomada de intensa paixão, passou a se-
duzir o rapaz, atraindo para o seu escuso objetivo o
apoio de entidades caprichosas e enfermiças, cuja
companhia aliciara sem perceber.
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
20
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
21
Dominado, Jorge abandonou o amor de Zilda e passou a simpatizar
com Marina, observando que a nova afetividade lhe crescia
assustadoramente no íntimo, sem que ele pudesse controlar-lhe a
expansão... Em pouco tempo, passaram a manter encontros ocultos,
nos quais se comprometeram um com o outro na maior intimidade.
Zilda notou o distanciamento do rapaz, mas de nada desconfiou, até
que, faltando duas semanas para o casamento, ele rompeu o noivado,
confessando que somente poderia casar-se com Marina.
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
22
Alucinada de dor, Zilda matou-se, sendo recolhida por Luísa, sua mãe, que na
época já se encontrava na Mansão. Levado o caso até o Ministro Sânzio,
determinou ele que Marina fosse considerada devedora em conta agravada
por ela mesma e, logo após sua decisão, providenciou para que Zilda
renascesse como sua filha, o que ocorreu dois anos após seu casamento com
Jorge.
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
23
24
DAS PENAS E GOZOS TERRESTRES
Desgosto da vida. Suicídio
943. Donde nasce o desgosto da vida, que, sem motivos plausíveis, se apodera de
certos indivíduos?
“Efeito da ociosidade, da falta de fé e, também, da saciedade.
“Para aquele que usa de suas faculdades com fim útil e de acordo com as suas aptidões naturais,
o trabalho nada tem de árido e a vida se escoa mais rapidamente. Ele lhe suporta as vicissitudes
com tanto mais paciência e resignação, quanto obra com o fito da felicidade mais sólida e mais
durável que o espera.”
944. Tem o homem o direito de dispor da sua vida?
“Não; só a Deus assiste esse direito. O suicídio voluntário importa numa transgressão desta lei.”
a) - Não é sempre voluntário o suicídio?
“O louco que se mata não sabe o que faz.”
945. Que se deve pensar do suicídio que tem como causa o desgosto da vida?
“Insensatos! Por que não trabalhavam? A existência não lhes teria sido tão pesada.”
946. E do suicídio cujo fim é fugir, aquele que o comete, às misérias e às decepções deste
mundo?
“Pobres Espíritos, que não têm a coragem de suportar as misérias da existência!
Deus ajuda aos que sofrem e não aos que carecem de energia e de coragem. As tribulações
da vida são provas ou expiações. Felizes os que as suportam sem se queixar, porque serão
recompensados! Ai, porém, daqueles que esperam a salvação do que, na sua impiedade,
chamam acaso, ou fortuna! O acaso, ou a fortuna, para me servir da linguagem deles,
podem, com efeito, favorecê-los por um momento, mas para lhes fazer sentir mais tarde,
cruelmente, a vacuidade dessas palavras.”
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
25
Zilda, hoje chamada Nilda, nasceu surda-muda e mentalmente
retardada, em consequência do trauma perispirítico experimentado na
morte por envenenamento voluntário. Inconsciente e atormentada nos
refolhos do ser pelas recordações asfixiantes do passado recente,
chora quase que dia e noite... Alguns anos mais tarde, Jorge foi
internado em um leprosário, onde estava em tratamento. Desde então,
entre o esposo doente e a filhinha infeliz, Marina, em seu débito
agravado, padece o abatimento em que a encontraram, martelada
igualmente pela tentação do suicídio.
Felicidade e infelicidade relativas(LE)
920. Pode o homem gozar de completa felicidade na Terra?
“Não, por isso que a vida lhe foi dada como prova ou
expiação. Dele, porém, depende a suavização de seus
males e o ser tão feliz quanto possível na Terra.”
09/11/17 26
REFLEXÃO DE ANDRÉ:
“O problema era doloroso do ponto de vista
humano, contudo encerrava
precioso ensinamento da Justiça Divina.”
Silas interessado em conduzir o socorro até ao
fim, administrou-lhe novos recursos magnéticos e
então Marina ergueu-se em Espírito sobre o
corpo somático e pousou na equipe espiritual o
olhar vago e inexpressivo... Silas, porém, como
a despertar-lhe as percepções do Espírito,
afagou-lhe as pupilas, com as mãos aureoladas
de fluidos lumiescentes e, de repente, à maneira
do cego que retorna à visão, a pobre criatura
viu a genitora que lhe estendia os braços
amigos e carinhosos.
Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
27
DAS PENAS E GOZOS TERRESTRES
Desgosto da vida. Suicídio
A vida não cessa e a morte é um
jogo escuro de ilusões. Fechar os
olhos do corpo não decide os
nossos destinos. É preciso navegar
no próprio drama ou na própria
comédia... Uma existência é um
ato, um corpo, uma veste, um
século, um dia. E a morte... A
morte é um sopro renovador. Mas
não vou sofrer com a ideia da
eternidade, é sempre tempo de
recomeçar!
André Luiz _N.Leia mais:
A vida não cessa e a morte é um
jogo escuro de ilusões. Fechar os
olhos do corpo não decide os
nossos destinos. É preciso navegar
no próprio drama ou na própria
comédia... Uma existência é um
ato, um corpo, uma veste, um
século, um dia. E a morte... A
morte é um sopro renovador. Mas
não vou sofrer com a ideia da
eternidade, é sempre tempo de
recomeçar!
André Luiz _N.Leia mais:
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
28
Luisa acolheu-a docemente no colo afetuoso e, mal reprimindo a
emoção, disse-lhe:
“– Ignoras que a dor é a nossa custódia celestial? (...) Regozija-te no
combate que nos acrisola e salva para a obra de Deus... Não
convertas o amor em inferno para ti mesma e nem creias consigas
aliviar o esposo e a filhinha com a ilusão da fuga impensada. Lembra-
te de que o Senhor transforma o veneno de nossos erros em remédio
salutar para o resgate de nossas culpas... A enfermidade de nosso
Jorge e a provação de nossa Nilda constituem não somente o caminho
abençoado de elevação para eles mesmos, mas igualmente para teu
espírito que se lhes associa à experiência na trama da redenção!...
Aprende a sofrer com humildade para
que a tua dor não seja simplesmente
orgulho ferido... Olvidaste o culto da
oração que o lar te ensinou? Enga-
naste-te, assim tanto, para abraçar a
covardia como glória moral?”
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
29
“Levanta-te, desperta, luta e vive (...) para
recuperar a dignidade feminina que tisnaste
com a nódoa da traição... Recorda a
irmãzinha que partiu, acabrunhada ao peso
do fardo de aflição que lhe impuseste, e paga
em desvelo e sacrifício, ao pé da filhinha
doente, a conta que deves à Eterna
Justiça!... Humilha-te e resgata a própria
consciência, com o preço da expiação
dolorosa, mas justa... Trabalha e serve,
esperando em Jesus, porque o Divino
Médico te restituirá a saúde do esposo, para
que, juntos, possamos conduzir a
pequenina
enferma ao porto da necessária restauração.
Não penses estar sozinha nas noites em que
te divides entre a vigília e a desolação!...
Comungamos os mesmos sonhos,
partilhamos as mesmas lutas! (...)”
O Assistente despediu-se de Luísa e afirmou:
“– Louvado seja Deus! Nossa Marina ressurge,
transformada.”
FIM09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da
Prece
30
Luísa ergueu Marina com esforço e, dando a idéia dos calvários maternais
que costumam prender as grandes mulheres, depois da morte, conduziu-a
em passos vacilantes até à criança enferma e implorou humilde:
“– Filha querida, não procures a porta falsa da deserção... Vive para tua
filhinha, como permite o Senhor possa eu continuar vivendo por ti!...”
09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa
da Prece
31
Referências Bibliográficas:
1. KARDEC, Allan. O Céu e o Inferno. Tradução de Manuel Justiniano Quintão. 53. ed. Rio de Janeiro: FEB,
2004. Primeira parte. Cap. 7 (Código Penal da Vida Futura), n.° 8, p. 91.
2. Idem - Item 9, p. 91-92.
3. Id. - Item 10, p. 92.
4. Id. - Item 31, p.99.
5. Idem - O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro. 123. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.
Cap. 5, item 3, p. 98.
6. Id. - Item 4, p. 98-99.
7. Idem - O Livro dos Espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. 89. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2007, questão 872, p.
447. CAPÍTULO X - DA LEI DE LIBERDADE
8. Idem, ibidem - p. 448.
9. Idem, ibidem - p. 449-450.
10. Idem - O Que é o Espiritismo. 46. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Terceira parte. Cap. 3, questão 134, p.
224.
11. SIMONETTI, Richard. Espiritismo, Uma Nova Era. 3. ed. Rio de Janeiro: 1999 (O efeito e a causa), p.136.
12. Idem, ibidem - p. 138.
13. Idem, ibidem - p. 138-139.
14. Idem, ibidem - p. 141.
15. XAVIER, Francisco Cândido. Ação e Reação. Pelo Espírito André Luiz. 26. ed. Rio de Janeiro. FEB. 2004.
Cap. 12 (Dívida agravada), p. 215-219.
16. Idem - Contos e Apólogos. Pelo Espírito Irmão X. 9. ed. Rio de Janeiro. FEB. 2000. Cap. 23 (Dívida e
resgate), p. 101-104.
17. Idem - Contos Desta e Doutra Vida. Pelo Espírito Irmão X. 11. ed. Rio de Janeiro. FEB. 2004. Cap. 12
(Verdugo e Vítima), p. 59-62.
http://bibliadocaminho.com/ocaminho/Tematica/EE/Estudos/EsdePfM10R4.htm

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Observai os Pássaros
Observai os PássarosObservai os Pássaros
Observai os Pássaros
igmateus
 
Bem aventurados os mansos e pacíficos
Bem aventurados os mansos e pacíficosBem aventurados os mansos e pacíficos
Bem aventurados os mansos e pacíficos
Eduardo Ottonelli Pithan
 
Lei de causa e efeito
Lei de causa e efeitoLei de causa e efeito
Lei de causa e efeito
Ronaldo Pereira Rodrigues
 
Casamento na visão espirita
Casamento na visão espiritaCasamento na visão espirita
Casamento na visão espirita
Lisete B.
 
Bem aventurados os puros de coração
Bem aventurados os puros de coraçãoBem aventurados os puros de coração
Bem aventurados os puros de coração
Eduardo Ottonelli Pithan
 
Casamento & Divórcio na Visão Espírita
Casamento & Divórcio na Visão EspíritaCasamento & Divórcio na Visão Espírita
Casamento & Divórcio na Visão Espírita
Ana Cláudia Leal Felgueiras
 
Estudos do evangelho "O maior mandamento"
Estudos do evangelho "O maior mandamento"Estudos do evangelho "O maior mandamento"
Estudos do evangelho "O maior mandamento"
Leonardo Pereira
 
Origem e natureza do Espirito. Origem do espírito Parte 2
Origem e natureza do Espirito. Origem do espírito Parte 2Origem e natureza do Espirito. Origem do espírito Parte 2
Origem e natureza do Espirito. Origem do espírito Parte 2
Denise Aguiar
 
AULA 076 EAE DM - LEI DA CAUSA E EFEITO - AÇÃO E REAÇÃO
AULA 076 EAE DM - LEI DA CAUSA E EFEITO - AÇÃO E REAÇÃOAULA 076 EAE DM - LEI DA CAUSA E EFEITO - AÇÃO E REAÇÃO
AULA 076 EAE DM - LEI DA CAUSA E EFEITO - AÇÃO E REAÇÃO
Daniel de Melo
 
Estudando o Livro dos Médiuns I
Estudando o Livro dos Médiuns IEstudando o Livro dos Médiuns I
Estudando o Livro dos Médiuns I
Projeto Manoel Philomeno de Miranda
 
Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011
Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011
Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011
Izabel Cristina Fonseca
 
Dia De Finados
Dia De FinadosDia De Finados
Dia De Finados
Semente de Esperança
 
Palestra Espírita - Bem aventurados os aflitos
Palestra Espírita - Bem aventurados os aflitosPalestra Espírita - Bem aventurados os aflitos
Palestra Espírita - Bem aventurados os aflitos
Divulgador do Espiritismo
 
Bem aventurados os pacíficos - FEESP - Curso de Aprendizes do Evangelho - 1º ano
Bem aventurados os pacíficos - FEESP - Curso de Aprendizes do Evangelho - 1º anoBem aventurados os pacíficos - FEESP - Curso de Aprendizes do Evangelho - 1º ano
Bem aventurados os pacíficos - FEESP - Curso de Aprendizes do Evangelho - 1º ano
Roseli Lemes
 
Cristo Consolador
Cristo ConsoladorCristo Consolador
Cristo Consolador
Sergio Menezes
 
Obsessão e desobsessão
Obsessão e desobsessãoObsessão e desobsessão
Obsessão e desobsessão
KATIA MARIA FARAH V DA SILVA
 
Princípios Básicos do Espiritismo
Princípios Básicos do EspiritismoPrincípios Básicos do Espiritismo
Princípios Básicos do Espiritismo
paikachambi
 
Ninguém pode ver o Reino dos Céus se não nascer de novo
Ninguém pode ver o Reino dos Céus se não nascer de novoNinguém pode ver o Reino dos Céus se não nascer de novo
Ninguém pode ver o Reino dos Céus se não nascer de novo
CEENA_SS
 
Aula 8 Identidade dos Espíritos
Aula 8   Identidade dos EspíritosAula 8   Identidade dos Espíritos
Aula 8 Identidade dos Espíritos
EHMANA
 
Evangelho Cap13 item 5 - O Obulo da Viuva
Evangelho Cap13 item 5 - O Obulo da ViuvaEvangelho Cap13 item 5 - O Obulo da Viuva
Evangelho Cap13 item 5 - O Obulo da Viuva
Patricia Farias
 

Mais procurados (20)

Observai os Pássaros
Observai os PássarosObservai os Pássaros
Observai os Pássaros
 
Bem aventurados os mansos e pacíficos
Bem aventurados os mansos e pacíficosBem aventurados os mansos e pacíficos
Bem aventurados os mansos e pacíficos
 
Lei de causa e efeito
Lei de causa e efeitoLei de causa e efeito
Lei de causa e efeito
 
Casamento na visão espirita
Casamento na visão espiritaCasamento na visão espirita
Casamento na visão espirita
 
Bem aventurados os puros de coração
Bem aventurados os puros de coraçãoBem aventurados os puros de coração
Bem aventurados os puros de coração
 
Casamento & Divórcio na Visão Espírita
Casamento & Divórcio na Visão EspíritaCasamento & Divórcio na Visão Espírita
Casamento & Divórcio na Visão Espírita
 
Estudos do evangelho "O maior mandamento"
Estudos do evangelho "O maior mandamento"Estudos do evangelho "O maior mandamento"
Estudos do evangelho "O maior mandamento"
 
Origem e natureza do Espirito. Origem do espírito Parte 2
Origem e natureza do Espirito. Origem do espírito Parte 2Origem e natureza do Espirito. Origem do espírito Parte 2
Origem e natureza do Espirito. Origem do espírito Parte 2
 
AULA 076 EAE DM - LEI DA CAUSA E EFEITO - AÇÃO E REAÇÃO
AULA 076 EAE DM - LEI DA CAUSA E EFEITO - AÇÃO E REAÇÃOAULA 076 EAE DM - LEI DA CAUSA E EFEITO - AÇÃO E REAÇÃO
AULA 076 EAE DM - LEI DA CAUSA E EFEITO - AÇÃO E REAÇÃO
 
Estudando o Livro dos Médiuns I
Estudando o Livro dos Médiuns IEstudando o Livro dos Médiuns I
Estudando o Livro dos Médiuns I
 
Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011
Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011
Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011
 
Dia De Finados
Dia De FinadosDia De Finados
Dia De Finados
 
Palestra Espírita - Bem aventurados os aflitos
Palestra Espírita - Bem aventurados os aflitosPalestra Espírita - Bem aventurados os aflitos
Palestra Espírita - Bem aventurados os aflitos
 
Bem aventurados os pacíficos - FEESP - Curso de Aprendizes do Evangelho - 1º ano
Bem aventurados os pacíficos - FEESP - Curso de Aprendizes do Evangelho - 1º anoBem aventurados os pacíficos - FEESP - Curso de Aprendizes do Evangelho - 1º ano
Bem aventurados os pacíficos - FEESP - Curso de Aprendizes do Evangelho - 1º ano
 
Cristo Consolador
Cristo ConsoladorCristo Consolador
Cristo Consolador
 
Obsessão e desobsessão
Obsessão e desobsessãoObsessão e desobsessão
Obsessão e desobsessão
 
Princípios Básicos do Espiritismo
Princípios Básicos do EspiritismoPrincípios Básicos do Espiritismo
Princípios Básicos do Espiritismo
 
Ninguém pode ver o Reino dos Céus se não nascer de novo
Ninguém pode ver o Reino dos Céus se não nascer de novoNinguém pode ver o Reino dos Céus se não nascer de novo
Ninguém pode ver o Reino dos Céus se não nascer de novo
 
Aula 8 Identidade dos Espíritos
Aula 8   Identidade dos EspíritosAula 8   Identidade dos Espíritos
Aula 8 Identidade dos Espíritos
 
Evangelho Cap13 item 5 - O Obulo da Viuva
Evangelho Cap13 item 5 - O Obulo da ViuvaEvangelho Cap13 item 5 - O Obulo da Viuva
Evangelho Cap13 item 5 - O Obulo da Viuva
 

Semelhante a Obsessao _Divida agravada

FLAGELOS DESTRUIDORES.pptx
FLAGELOS DESTRUIDORES.pptxFLAGELOS DESTRUIDORES.pptx
FLAGELOS DESTRUIDORES.pptx
ssuser9b8021
 
Desencarnes coletivos e a justiça divina!
Desencarnes coletivos e a justiça divina!Desencarnes coletivos e a justiça divina!
Desencarnes coletivos e a justiça divina!
Leonardo Pereira
 
LE 872 ESE cap13_item1
LE 872 ESE cap13_item1LE 872 ESE cap13_item1
LE 872 ESE cap13_item1
Patricia Farias
 
O processo obsessivo - obsessor e obsidiado - obsessão e loucura
O processo obsessivo - obsessor e obsidiado - obsessão e loucuraO processo obsessivo - obsessor e obsidiado - obsessão e loucura
O processo obsessivo - obsessor e obsidiado - obsessão e loucura
jcevadro
 
Livro dos Espiritos 549 e ESE cap 5
Livro dos Espiritos 549 e ESE cap 5Livro dos Espiritos 549 e ESE cap 5
Livro dos Espiritos 549 e ESE cap 5
Patricia Farias
 
Plantio e colheita
Plantio e colheitaPlantio e colheita
Plantio e colheita
Dr. Walter Cury
 
Estudos do evangelho 14
Estudos do evangelho 14Estudos do evangelho 14
Estudos do evangelho 14
Leonardo Pereira
 
Os tesouros divinos em vasos de barro
Os tesouros divinos em vasos de barroOs tesouros divinos em vasos de barro
Os tesouros divinos em vasos de barro
Clelia Oliveira
 
Resenha de estudos espiritas 10
Resenha de estudos espiritas 10Resenha de estudos espiritas 10
Resenha de estudos espiritas 10
MRS
 
Diante das Aflições todo fardo com Jesus fica mais leve
Diante das Aflições todo fardo com Jesus fica mais leveDiante das Aflições todo fardo com Jesus fica mais leve
Diante das Aflições todo fardo com Jesus fica mais leve
ARMAZÉM DE ARTES TANIA PAUPITZ
 
8 entreaterraeoceu-1954-101008115411-phpapp01
8 entreaterraeoceu-1954-101008115411-phpapp018 entreaterraeoceu-1954-101008115411-phpapp01
8 entreaterraeoceu-1954-101008115411-phpapp01
Instituto de Psicobiofísica Rama Schain
 
O Poder da Boa Vontade
O Poder da Boa VontadeO Poder da Boa Vontade
O Poder da Boa Vontade
Andrea Oliveira
 
Livro dos espíritos Q.465 e ESE cap3 item 8
Livro dos espíritos Q.465 e ESE cap3 item 8 Livro dos espíritos Q.465 e ESE cap3 item 8
Livro dos espíritos Q.465 e ESE cap3 item 8
Patricia Farias
 
A região do Umbral
A região do UmbralA região do Umbral
A região do Umbral
Eduardo Henrique Marçal
 
SUICÍDIO: CONSEQUENCIAS E PROFILAXIA.pptx
SUICÍDIO: CONSEQUENCIAS E PROFILAXIA.pptxSUICÍDIO: CONSEQUENCIAS E PROFILAXIA.pptx
SUICÍDIO: CONSEQUENCIAS E PROFILAXIA.pptx
MARIAQUITRIASILVA
 
Desencarne na visão espírita
Desencarne na visão espíritaDesencarne na visão espírita
Desencarne na visão espírita
Eduardo Ottonelli Pithan
 
O MAL DO MEDO.pptx
O MAL DO MEDO.pptxO MAL DO MEDO.pptx
O MAL DO MEDO.pptx
CENPACCentroEspritaN
 
Laços familia pps
Laços familia ppsLaços familia pps
Laços familia pps
Luciane Belchior
 
Inimigos desencarnados obsessao mal da humanidade
Inimigos desencarnados obsessao mal da humanidadeInimigos desencarnados obsessao mal da humanidade
Inimigos desencarnados obsessao mal da humanidade
Claudio Macedo
 
Lei de destruição livro dos espíritos – perguntas
Lei de destruição livro dos espíritos – perguntasLei de destruição livro dos espíritos – perguntas
Lei de destruição livro dos espíritos – perguntas
Ana Cláudia Leal Felgueiras
 

Semelhante a Obsessao _Divida agravada (20)

FLAGELOS DESTRUIDORES.pptx
FLAGELOS DESTRUIDORES.pptxFLAGELOS DESTRUIDORES.pptx
FLAGELOS DESTRUIDORES.pptx
 
Desencarnes coletivos e a justiça divina!
Desencarnes coletivos e a justiça divina!Desencarnes coletivos e a justiça divina!
Desencarnes coletivos e a justiça divina!
 
LE 872 ESE cap13_item1
LE 872 ESE cap13_item1LE 872 ESE cap13_item1
LE 872 ESE cap13_item1
 
O processo obsessivo - obsessor e obsidiado - obsessão e loucura
O processo obsessivo - obsessor e obsidiado - obsessão e loucuraO processo obsessivo - obsessor e obsidiado - obsessão e loucura
O processo obsessivo - obsessor e obsidiado - obsessão e loucura
 
Livro dos Espiritos 549 e ESE cap 5
Livro dos Espiritos 549 e ESE cap 5Livro dos Espiritos 549 e ESE cap 5
Livro dos Espiritos 549 e ESE cap 5
 
Plantio e colheita
Plantio e colheitaPlantio e colheita
Plantio e colheita
 
Estudos do evangelho 14
Estudos do evangelho 14Estudos do evangelho 14
Estudos do evangelho 14
 
Os tesouros divinos em vasos de barro
Os tesouros divinos em vasos de barroOs tesouros divinos em vasos de barro
Os tesouros divinos em vasos de barro
 
Resenha de estudos espiritas 10
Resenha de estudos espiritas 10Resenha de estudos espiritas 10
Resenha de estudos espiritas 10
 
Diante das Aflições todo fardo com Jesus fica mais leve
Diante das Aflições todo fardo com Jesus fica mais leveDiante das Aflições todo fardo com Jesus fica mais leve
Diante das Aflições todo fardo com Jesus fica mais leve
 
8 entreaterraeoceu-1954-101008115411-phpapp01
8 entreaterraeoceu-1954-101008115411-phpapp018 entreaterraeoceu-1954-101008115411-phpapp01
8 entreaterraeoceu-1954-101008115411-phpapp01
 
O Poder da Boa Vontade
O Poder da Boa VontadeO Poder da Boa Vontade
O Poder da Boa Vontade
 
Livro dos espíritos Q.465 e ESE cap3 item 8
Livro dos espíritos Q.465 e ESE cap3 item 8 Livro dos espíritos Q.465 e ESE cap3 item 8
Livro dos espíritos Q.465 e ESE cap3 item 8
 
A região do Umbral
A região do UmbralA região do Umbral
A região do Umbral
 
SUICÍDIO: CONSEQUENCIAS E PROFILAXIA.pptx
SUICÍDIO: CONSEQUENCIAS E PROFILAXIA.pptxSUICÍDIO: CONSEQUENCIAS E PROFILAXIA.pptx
SUICÍDIO: CONSEQUENCIAS E PROFILAXIA.pptx
 
Desencarne na visão espírita
Desencarne na visão espíritaDesencarne na visão espírita
Desencarne na visão espírita
 
O MAL DO MEDO.pptx
O MAL DO MEDO.pptxO MAL DO MEDO.pptx
O MAL DO MEDO.pptx
 
Laços familia pps
Laços familia ppsLaços familia pps
Laços familia pps
 
Inimigos desencarnados obsessao mal da humanidade
Inimigos desencarnados obsessao mal da humanidadeInimigos desencarnados obsessao mal da humanidade
Inimigos desencarnados obsessao mal da humanidade
 
Lei de destruição livro dos espíritos – perguntas
Lei de destruição livro dos espíritos – perguntasLei de destruição livro dos espíritos – perguntas
Lei de destruição livro dos espíritos – perguntas
 

Mais de Claudio Macedo

Podemos evocar evocar os espiritos -.pptx
Podemos evocar  evocar os espiritos -.pptxPodemos evocar  evocar os espiritos -.pptx
Podemos evocar evocar os espiritos -.pptx
Claudio Macedo
 
Amai os Vossos Inimigos - ESE Cap. XII - CEPB_CEJB_CEFA-SEJA.CEHC_06-05-23. p...
Amai os Vossos Inimigos - ESE Cap. XII - CEPB_CEJB_CEFA-SEJA.CEHC_06-05-23. p...Amai os Vossos Inimigos - ESE Cap. XII - CEPB_CEJB_CEFA-SEJA.CEHC_06-05-23. p...
Amai os Vossos Inimigos - ESE Cap. XII - CEPB_CEJB_CEFA-SEJA.CEHC_06-05-23. p...
Claudio Macedo
 
Jesus o medico das almas
Jesus  o medico das almasJesus  o medico das almas
Jesus o medico das almas
Claudio Macedo
 
Jesus o medico das almas
Jesus  o medico das almasJesus  o medico das almas
Jesus o medico das almas
Claudio Macedo
 
Dimensao espiritual do centro esprita
Dimensao  espiritual do centro espritaDimensao  espiritual do centro esprita
Dimensao espiritual do centro esprita
Claudio Macedo
 
O centro Espirita - o que é
O centro Espirita - o que é O centro Espirita - o que é
O centro Espirita - o que é
Claudio Macedo
 
Missao do anjo_guarda
Missao do anjo_guardaMissao do anjo_guarda
Missao do anjo_guarda
Claudio Macedo
 
Mediunidade Missao de amor e o evangellho do Cristo
Mediunidade Missao de amor e o  evangellho do Cristo Mediunidade Missao de amor e o  evangellho do Cristo
Mediunidade Missao de amor e o evangellho do Cristo
Claudio Macedo
 
Disciplina das emoções -
Disciplina das emoções - Disciplina das emoções -
Disciplina das emoções -
Claudio Macedo
 
Obsessão e desobsessao
Obsessão e desobsessaoObsessão e desobsessao
Obsessão e desobsessao
Claudio Macedo
 
O consolador prometido
O consolador prometidoO consolador prometido
O consolador prometido
Claudio Macedo
 
Mediunidade Não é Profissão (Comércio Criminoso Com a Mediunidade)
Mediunidade  Não é Profissão (Comércio Criminoso Com a Mediunidade)Mediunidade  Não é Profissão (Comércio Criminoso Com a Mediunidade)
Mediunidade Não é Profissão (Comércio Criminoso Com a Mediunidade)
Claudio Macedo
 
Espiritismo a Escola do mestre
Espiritismo a Escola do mestreEspiritismo a Escola do mestre
Espiritismo a Escola do mestre
Claudio Macedo
 
Penas e Gozos Terrestres_ Macedo 2016
Penas e Gozos Terrestres_ Macedo 2016Penas e Gozos Terrestres_ Macedo 2016
Penas e Gozos Terrestres_ Macedo 2016
Claudio Macedo
 
Loucura e Obsessao
Loucura e  ObsessaoLoucura e  Obsessao
Loucura e Obsessao
Claudio Macedo
 
Casamento na Visão e a família
Casamento na Visão e a  famíliaCasamento na Visão e a  família
Casamento na Visão e a família
Claudio Macedo
 
Bom Samaritano _ O Amor ao Proximo_Fora da Caridade Não Há salvação_Macedo
Bom Samaritano _ O Amor ao Proximo_Fora da Caridade Não Há salvação_MacedoBom Samaritano _ O Amor ao Proximo_Fora da Caridade Não Há salvação_Macedo
Bom Samaritano _ O Amor ao Proximo_Fora da Caridade Não Há salvação_Macedo
Claudio Macedo
 
Das penas e recompensas futuras espiritismo o céu e inferno_com_2014
Das penas e recompensas futuras espiritismo o céu e inferno_com_2014Das penas e recompensas futuras espiritismo o céu e inferno_com_2014
Das penas e recompensas futuras espiritismo o céu e inferno_com_2014
Claudio Macedo
 
Familia uma lei divina de amor macedo-2013
Familia uma lei divina de amor macedo-2013Familia uma lei divina de amor macedo-2013
Familia uma lei divina de amor macedo-2013
Claudio Macedo
 
Lei de Adoração evolução espiritual do ser
Lei de  Adoração evolução espiritual do  ser Lei de  Adoração evolução espiritual do  ser
Lei de Adoração evolução espiritual do ser
Claudio Macedo
 

Mais de Claudio Macedo (20)

Podemos evocar evocar os espiritos -.pptx
Podemos evocar  evocar os espiritos -.pptxPodemos evocar  evocar os espiritos -.pptx
Podemos evocar evocar os espiritos -.pptx
 
Amai os Vossos Inimigos - ESE Cap. XII - CEPB_CEJB_CEFA-SEJA.CEHC_06-05-23. p...
Amai os Vossos Inimigos - ESE Cap. XII - CEPB_CEJB_CEFA-SEJA.CEHC_06-05-23. p...Amai os Vossos Inimigos - ESE Cap. XII - CEPB_CEJB_CEFA-SEJA.CEHC_06-05-23. p...
Amai os Vossos Inimigos - ESE Cap. XII - CEPB_CEJB_CEFA-SEJA.CEHC_06-05-23. p...
 
Jesus o medico das almas
Jesus  o medico das almasJesus  o medico das almas
Jesus o medico das almas
 
Jesus o medico das almas
Jesus  o medico das almasJesus  o medico das almas
Jesus o medico das almas
 
Dimensao espiritual do centro esprita
Dimensao  espiritual do centro espritaDimensao  espiritual do centro esprita
Dimensao espiritual do centro esprita
 
O centro Espirita - o que é
O centro Espirita - o que é O centro Espirita - o que é
O centro Espirita - o que é
 
Missao do anjo_guarda
Missao do anjo_guardaMissao do anjo_guarda
Missao do anjo_guarda
 
Mediunidade Missao de amor e o evangellho do Cristo
Mediunidade Missao de amor e o  evangellho do Cristo Mediunidade Missao de amor e o  evangellho do Cristo
Mediunidade Missao de amor e o evangellho do Cristo
 
Disciplina das emoções -
Disciplina das emoções - Disciplina das emoções -
Disciplina das emoções -
 
Obsessão e desobsessao
Obsessão e desobsessaoObsessão e desobsessao
Obsessão e desobsessao
 
O consolador prometido
O consolador prometidoO consolador prometido
O consolador prometido
 
Mediunidade Não é Profissão (Comércio Criminoso Com a Mediunidade)
Mediunidade  Não é Profissão (Comércio Criminoso Com a Mediunidade)Mediunidade  Não é Profissão (Comércio Criminoso Com a Mediunidade)
Mediunidade Não é Profissão (Comércio Criminoso Com a Mediunidade)
 
Espiritismo a Escola do mestre
Espiritismo a Escola do mestreEspiritismo a Escola do mestre
Espiritismo a Escola do mestre
 
Penas e Gozos Terrestres_ Macedo 2016
Penas e Gozos Terrestres_ Macedo 2016Penas e Gozos Terrestres_ Macedo 2016
Penas e Gozos Terrestres_ Macedo 2016
 
Loucura e Obsessao
Loucura e  ObsessaoLoucura e  Obsessao
Loucura e Obsessao
 
Casamento na Visão e a família
Casamento na Visão e a  famíliaCasamento na Visão e a  família
Casamento na Visão e a família
 
Bom Samaritano _ O Amor ao Proximo_Fora da Caridade Não Há salvação_Macedo
Bom Samaritano _ O Amor ao Proximo_Fora da Caridade Não Há salvação_MacedoBom Samaritano _ O Amor ao Proximo_Fora da Caridade Não Há salvação_Macedo
Bom Samaritano _ O Amor ao Proximo_Fora da Caridade Não Há salvação_Macedo
 
Das penas e recompensas futuras espiritismo o céu e inferno_com_2014
Das penas e recompensas futuras espiritismo o céu e inferno_com_2014Das penas e recompensas futuras espiritismo o céu e inferno_com_2014
Das penas e recompensas futuras espiritismo o céu e inferno_com_2014
 
Familia uma lei divina de amor macedo-2013
Familia uma lei divina de amor macedo-2013Familia uma lei divina de amor macedo-2013
Familia uma lei divina de amor macedo-2013
 
Lei de Adoração evolução espiritual do ser
Lei de  Adoração evolução espiritual do  ser Lei de  Adoração evolução espiritual do  ser
Lei de Adoração evolução espiritual do ser
 

Último

Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptxLição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Celso Napoleon
 
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptxO MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
valneirocha
 
grabovoi apostila.pdf FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃO
grabovoi apostila.pdf  FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃOgrabovoi apostila.pdf  FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃO
grabovoi apostila.pdf FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃO
luartfelt
 
Angelologia - Estudo sobre a Doutrina dos Anjos.ppt
Angelologia - Estudo sobre a Doutrina dos Anjos.pptAngelologia - Estudo sobre a Doutrina dos Anjos.ppt
Angelologia - Estudo sobre a Doutrina dos Anjos.ppt
mfixa3824
 
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyugcontrole-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
AntonioMugiba
 
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
EdimarEdigesso
 
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptxBatismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
nadeclarice
 
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújoquem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
Rogério Augusto Ayres de Araujo
 
Lição 11 - Avivamento e a Missão da Igreja.pptx
Lição 11 -  Avivamento e a Missão da Igreja.pptxLição 11 -  Avivamento e a Missão da Igreja.pptx
Lição 11 - Avivamento e a Missão da Igreja.pptx
LaerciodeSouzaSilva1
 
auxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdf
auxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdfauxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdf
auxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdf
EzeirAlvesdaSilva
 
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita RafaelA Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
DavidBertelli3
 
8 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.12
8 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.128 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.12
8 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.12
PIB Penha
 
PALESTRA SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO 09-09-2017 slides.ppt
PALESTRA SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO 09-09-2017 slides.pptPALESTRA SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO 09-09-2017 slides.ppt
PALESTRA SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO 09-09-2017 slides.ppt
FranciscoAudisio2
 
7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...
7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...
7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...
PIB Penha
 
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
Marta Gomes
 
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.pptEncontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
SanturioTacararu
 
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
PIB Penha
 
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
Nilson Almeida
 
7 - Cristo Cura, Sim!.ppt HINO DDA HARPA
7 - Cristo Cura, Sim!.ppt HINO DDA HARPA7 - Cristo Cura, Sim!.ppt HINO DDA HARPA
7 - Cristo Cura, Sim!.ppt HINO DDA HARPA
OBrasilParaCristoRad
 
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são pe...
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são  pe...2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são  pe...
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são pe...
PIB Penha
 

Último (20)

Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptxLição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
 
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptxO MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
 
grabovoi apostila.pdf FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃO
grabovoi apostila.pdf  FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃOgrabovoi apostila.pdf  FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃO
grabovoi apostila.pdf FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃO
 
Angelologia - Estudo sobre a Doutrina dos Anjos.ppt
Angelologia - Estudo sobre a Doutrina dos Anjos.pptAngelologia - Estudo sobre a Doutrina dos Anjos.ppt
Angelologia - Estudo sobre a Doutrina dos Anjos.ppt
 
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyugcontrole-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
 
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
 
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptxBatismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
 
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújoquem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
 
Lição 11 - Avivamento e a Missão da Igreja.pptx
Lição 11 -  Avivamento e a Missão da Igreja.pptxLição 11 -  Avivamento e a Missão da Igreja.pptx
Lição 11 - Avivamento e a Missão da Igreja.pptx
 
auxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdf
auxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdfauxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdf
auxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdf
 
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita RafaelA Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
 
8 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.12
8 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.128 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.12
8 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.12
 
PALESTRA SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO 09-09-2017 slides.ppt
PALESTRA SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO 09-09-2017 slides.pptPALESTRA SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO 09-09-2017 slides.ppt
PALESTRA SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO 09-09-2017 slides.ppt
 
7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...
7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...
7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...
 
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
 
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.pptEncontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
 
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
 
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
 
7 - Cristo Cura, Sim!.ppt HINO DDA HARPA
7 - Cristo Cura, Sim!.ppt HINO DDA HARPA7 - Cristo Cura, Sim!.ppt HINO DDA HARPA
7 - Cristo Cura, Sim!.ppt HINO DDA HARPA
 
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são pe...
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são  pe...2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são  pe...
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são pe...
 

Obsessao _Divida agravada

  • 1. Livro: AÇÃO E REAÇÃO André Luiz/Francisco C. Xavier CAP. 12 DÍVIDA AGRAVADA 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 1““Porque nós somos cooperadores de Deus.”Porque nós somos cooperadores de Deus.” Paulo. (1ª Epístola aos Coríntios, 3, versículo 9.)Paulo. (1ª Epístola aos Coríntios, 3, versículo 9.) Título: "Ação e Reação" – Autor: Espírito ANDRÉ LUIZ (pseudônimo espiritual de um consagrado médico que exerceu a Medicina no Rio de Janeiro) Psicografia: FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER (concluída em 1956). Edição: Primeira edição em 1956, pela Federação Espírita Brasileira (Rio de Janeiro/RJ) Nota: Até 2003 já haviam 24 reedições, num total de 298.000 exemplares.: Título: "Ação e Reação" – Autor: Espírito ANDRÉ LUIZ (pseudônimo espiritual de um consagrado médico que exerceu a Medicina no Rio de Janeiro) Psicografia: FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER (concluída em 1956). Edição: Primeira edição em 1956, pela Federação Espírita Brasileira (Rio de Janeiro/RJ) Nota: Até 2003 já haviam 24 reedições, num total de 298.000 exemplares.:
  • 2. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 2 Conteúdo doutrinário: ANDRÉ LUIZ e seu amigo HILÁRIO, com o abençoado fito de aprenderem as várias nuanças da Lei de Causa e Efeito (Justiça Divina), vão às sombrias regiões umbralinas, onde colhem as lições que enfeixam esta obra. Todos os capítulos encerram preciosas lições, por isso não se poderá destacar esse ou aquele. Apenas como mostra do pano, relacionamos alguns: - “dívida agravada” / “débito estacionário” / “resgate interrompido” / “débito aliviado” / “dívida expirante” / “resgates coletivos”. O sofrimento dos Espíritos desencarnados, que quando na romagem terrena obnubilaram a consciência, é aqui descrito sem rodeios, servindo como poderoso alerta para todos nós... Lendo esse livro é penoso verificar o quanto o homem ainda se demora em observar as Leis Morais, em particular a de JUSTIÇA DIVINA, que Deus instituiu, em sua sabedoria e amor, fazendo com que a cada ação, invariavelmente ocorra a respectiva reação — isso, tanto no moral, quanto no material. De forma pedagógica quanto interessante, André Luiz descreve inúmeros casos comportamentais de encarnados, expondo a seguir, a conseqüência, quando os agentes retornam ao mundo espiritual. Muitos delitos e monstruosidades vêm à tona, explicitando o porquê das duras condições resultantes, as quais, na verdade, constituem reajustamento à Lei. Contudo, há também narrações de resgates aceitos com sincero arrependimento, humildade e resignação, carreando atenuantes, na razão direta do merecimento dos agentes. De ponta a ponta da leitura sobressai o imensurável Amor do Pai para com todos os seus filhos, máxime quando estes se ajustam às palavras do Mestre Jesus, que de forma altissonante proclamou que do redil divino nenhuma ovelha se perderia.
  • 3. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 3 NO PARLATÓRIO Silas informou que muitos companheiros de serviço valem-se daquele horário para o culto espontâneo do amor fraterno ouvindo ali os desesperados e os tristes e, tanto quanto possível, administram-lhes medicação e consolo, não só exortando-os à compreensão e à serenidade, mas também os acompanhando aos círculos tenebrosos ou à esfera dos encarnados, para a obra de assistência aos laços afetivos que lhes perturbam o coração.
  • 4. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 4
  • 5. Com a visão adaptada à sombra reinante, conseguiam diferençar as figuras lamentáveis e exóticas que os cercavam, agoniadas... Eram mulheres de duro semblante que a miséria desfigurava e homens de fisionomias torturadas pelo ódio e pela angústia. Dificilmente poderiam avaliar-lhes a idade, segundo o escalão terrestre. (...) Em quase todos o olhar enraivecido ou medroso revelava a dolorosa fulgura- ção da mente que desceu ao poço da loucura. “Preces comoventes mistura- vam-se a clamores sinistros de revolta.” 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 5
  • 6. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 6
  • 7. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 7 Livre-arbítrio 843. Tem o homem o livre-arbítrio de seus atos? “Pois que tem a liberdade de pensar, tem igualmente a de obrar. Sem o livre-arbítrio, o homem seria máquina.” Livre-arbítrio 843. Tem o homem o livre-arbítrio de seus atos? “Pois que tem a liberdade de pensar, tem igualmente a de obrar. Sem o livre-arbítrio, o homem seria máquina.”
  • 8. INDAGAÇÃO DE ANDRÉ: Por que não acolhê-los ao Templo hospitaleiro, então quase deserto? Silas, contudo, designando a entrada do edifício que acabaram de deixar, fixou a portaria radiante que, da forte penumbra, mais se afigurava um túnel aberto para a luz, esclareceu: 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 8
  • 9. RESPOSTA DE SILAS: “ Apenas ingressam no recinto sagrado quantos lhe podem suportar a claridade com o respeito devido. Quase todos os irmãos que se congregam nesta praça trazem mutilações que a perversidade lhes impôs ou são portadores de sentimentos tigrinos que petições comoventes mal encobrem. E, com semelhantes disposições, não resistem ao impacto da claridade dominante, dosada em fotônios específicos a se caracterizarem por determinado teor eletromagnético, indispensável à garantia de nossa casa. Muitos de nossos irmãos, aqui desarvorados, clamam, com a boca, que anseiam pelas vantagens da prece, na intimidade do santuário; no entanto, por dentro, lá estimariam tripudiar sobre o nome sublime de nosso Pai Celeste, no culto à ironia e à blasfêmia. Para que não tumultuem a atmosfera divina que nos cabe oferecer à oração pura e reconfortante, recomendam nossos orientadores que a luz permaneça graduada contra distúrbios e prejuízos, facilmente evitáveis.” 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 9
  • 10. Hilário, espantado, considerou: “– Significa isso que somente a sincera compunção da alma entrará em sintonia com as forças eletromagnéticas imperantes no recinto...” SILAS: “– Exatamente assim é. – Nossa instituição permanece de braços abertos à provação e ao sofrimento, mas não à rebeldia e ao desespero. De outra sorte, seria condená-la ao aniquilamento e ao descrédito, na região atormentada em que se localiza.” Muitos Espíritos imploravam socorro a Silas, que os fitava, compadecido, mas sem se deter. Hilário, espantado, considerou: “– Significa isso que somente a sincera compunção da alma entrará em sintonia com as forças eletromagnéticas imperantes no recinto...” SILAS: “– Exatamente assim é. – Nossa instituição permanece de braços abertos à provação e ao sofrimento, mas não à rebeldia e ao desespero. De outra sorte, seria condená-la ao aniquilamento e ao descrédito, na região atormentada em que se localiza.” Muitos Espíritos imploravam socorro a Silas, que os fitava, compadecido, mas sem se deter. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 10
  • 11. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 11 Fatalidade 851. Haverá fatalidade nos acontecimentos da vida, conforme ao sentido que se dá a este vocábulo? Quer dizer: todos os acontecimentos são predeterminados? E, neste caso, que vem a ser do livre-arbítrio? “A fatalidade existe unicamente pela escolha que o Espírito fez, ao encarnar, desta ou daquela prova para sofrer. Escolhendo-a, institui para si uma espécie de destino, que é a conseqüência mesma da posição em que vem a achar-se colocado. Falo das provas físicas, pois, pelo que toca às provas morais e às tentações, o Espírito, conservando o livre-arbítrio quanto ao bem e ao mal, é sempre senhor de ceder ou de resistir. Ao vê-lo fraquejar, um bom Espírito pode vir-lhe em auxílio, mas não pode influir sobre ele de maneira a dominarlhe a vontade. Um Espírito mau, isto é, inferior, mostrando- lhe, exagerando aos seus olhos um perigo físico, o poderá abalar e amedrontar. Nem por isso, entretanto, a vontade do Espírito encarnado deixa de se conservar livre de quaisquer peias.” Fatalidade 851. Haverá fatalidade nos acontecimentos da vida, conforme ao sentido que se dá a este vocábulo? Quer dizer: todos os acontecimentos são predeterminados? E, neste caso, que vem a ser do livre-arbítrio? “A fatalidade existe unicamente pela escolha que o Espírito fez, ao encarnar, desta ou daquela prova para sofrer. Escolhendo-a, institui para si uma espécie de destino, que é a conseqüência mesma da posição em que vem a achar-se colocado. Falo das provas físicas, pois, pelo que toca às provas morais e às tentações, o Espírito, conservando o livre-arbítrio quanto ao bem e ao mal, é sempre senhor de ceder ou de resistir. Ao vê-lo fraquejar, um bom Espírito pode vir-lhe em auxílio, mas não pode influir sobre ele de maneira a dominarlhe a vontade. Um Espírito mau, isto é, inferior, mostrando- lhe, exagerando aos seus olhos um perigo físico, o poderá abalar e amedrontar. Nem por isso, entretanto, a vontade do Espírito encarnado deixa de se conservar livre de quaisquer peias.”
  • 12. Sendo infinita a Justiça de Deus, o bem e o mal são rigorosamente considerados, não havendo uma só ação, um só pensamento mau que não tenha consequências fatais, como não há uma única ação meritória, um só bom movimento da alma que se perca […] Allan Kardec: O Céu e o Inferno. Primeira parte, cap. 7, § n.° 8 (Código Penal da Vida Futura). 12 Toda falta cometida, todo mal realizado, é uma dívida contraída que deverá ser paga; se não for em uma existência, sê-lo-á na seguinte ou seguintes, porque todas as existências são solidárias entre si. Aquele que se quita numa existência não terá necessidade de pagar segunda vez. Allan Kardec: O Céu e o Inferno. Primeira parte, cap. 7, § n.° 9 (Código Penal da Vida Futura). • De duas espécies são as vicissitudes da vida, ou, se o preferirem, promanam de duas fontes diferentes, que importa distinguir. Umas têm sua causa na vida presente; outras, fora desta vida. Remontando-se à origem dos males terrestres, reconhecer-se- á que muitos são consequência natural do caráter e do proceder dos que os suportam. Allan Kardec: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 5, item 4. • De duas espécies são as vicissitudes da vida, ou, se o preferirem, promanam de duas fontes diferentes, que importa distinguir. Umas têm sua causa na vida presente; outras, fora desta vida. Remontando-se à origem dos males terrestres, reconhecer-se- á que muitos são consequência natural do caráter e do proceder dos que os suportam. Allan Kardec: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 5, item 4. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece
  • 13. PERSONAGENS : Luísa: (Espírito_desencarnado ha algum tempo) Mãe de Marina e de Zilda Marina: Reencarnada há 30 anos sobre a orientação da Mansão Paz, irmã de mãe de Nilda/Zilda , Esposa de Jorge . Zilda_( Esposa de Jorge na encarnação anterior sec. XIX)_ comete suicídio após descobrir a traição do Noivo Jorge e Marina sua irmã _ ). NILDA/Zilda _ Reencarna como filha de Jorge e de Marina . Devido aos suicídio nasce com sequelas neurológicas (Surda/Muda_ mentalmente retardada). Jorge: atualmente ex-noivo de Zilda e esposo de Marina e pai de Nilda_ devido aos débitos do passado desenvolve a hanseníase . Andrè Luiz, Silas , Ministro Sânzio,Hilario, Druso_ espíritos trabalhadores do Nosso Lar e de Mansão Paz . 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 13
  • 14. Senhora desencarnada, com sinais de irreprimível angústia, pede ajuda ao assistente Silas para a filha que pretendia se matar. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 14 Não seria possível que Deus, soberanamente justo, castigasse suas criaturas por faltas cujo cometimento não dependera delas, nem que as recompensasse por virtudes de que nenhum mérito teriam. Demais, tal lei seria a negação da do progresso, porquanto o homem, tudo esperando da sorte, nada tentaria para melhorar a sua posição, visto que não conseguiria ser mais nem menos. L.E_ 872- _ Da Lei de Liberdade _sobre a fatalidade Não seria possível que Deus, soberanamente justo, castigasse suas criaturas por faltas cujo cometimento não dependera delas, nem que as recompensasse por virtudes de que nenhum mérito teriam. Demais, tal lei seria a negação da do progresso, porquanto o homem, tudo esperando da sorte, nada tentaria para melhorar a sua posição, visto que não conseguiria ser mais nem menos. L.E_ 872- _ Da Lei de Liberdade _sobre a fatalidade
  • 15. O CASO MARINA Tratava-se de um caso de débito agra- vado, que requeria máxima atenção e o necessário auxílio. Hilário estava Impressionado com o número de mu- lheres em trabalho de oração e assis- tência naquelas paragens, o que me- receu de Silas o seguinte comentário: "Raras esposas e raras mães deman- dam às regiões felizes sem os doces Afetos que acalentam no seio... O imenso amor feminino é uma das forças mais respeitáveis na Criação divina". Senhora desencarnada, com sinais de irreprimível angústia, pede ajuda ao assistente Silas para a filha que pretendia se matar. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 15
  • 16. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 16 NA CASA DE MARINA - moradia constituída de três peças desataviadas e estreitas. Acompanhando Silas, cuja presença deslocou diversas entidades da sombra que ali se ajuntavam com a manifesta intenção de perturbar, André e Hilário ingressaram um quarto humilde. Junto de jovem senhora agoniada e exausta, uma menina de dois a três anos choramingava, inquieta... Via-se-lhe nos olhos esgazeados e inconscientes o estigma dos que foram marcados por irremediável sofrimento ao nascer.
  • 17. Marina era caso mais urgente... 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 17 De joelhos, beijava sofregamente a filhinha, mostrando a indefinível angústia dos que se despedem para sempre. Logo após, tomou de um copo em que se encontrava o veneno. Antes, porém, de colá-lo à boca Silas lhe disse em voz segura: “– Como podes pensar na sombra da morte, sem a luz da oração?” A infeliz não lhe ouviu a pergunta, mas a frase invadiu-lhe a cabeça qual rajada violenta; seus olhos ganharam novo brilho e o copo tremeu-lhe nas mãos, então indecisas. Silas estendeu-lhe os braços, envol-vendo-a em fluidos anestesiantes de carinho e bondade. Dominada de novos pensamentos, Marina recolocou o recipiente no lugar de antes e, sob a vigorosa influência do Assistente, levantou-se automaticamente, estiran- do-se no leito, em prece:
  • 18. UM SUICÍDIO FRUSTADO “– Deus meu, Pai de Infinita Bondade. Compadece-te de mim e perdoa-me o fracasso! Não suporto mais... Sem minha presença, meu marido viverá mais tranqüilo no leprosário e minha desventurada filhinha encontrará corações caridosos que lhe dispensem amor... Não tenho mais recursos... Estou doente... Nossas contas esmagam-me... Como vencer a enfermidade que me devora, obrigada a costurar sem repouso, entre o marido e a filhinha que me reclamam assistência e ternura?...” 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 18 Silas administrou-lhe passes magnéticos de prostração e, induzindo-a a ligeiro movimento do braço, fez que ela mesma batesse com força no copo, derramando o líquido letal. Reconhecendo no próprio gesto impensado a mani- festação de uma força estranha a entravar-lhe a possibili- dade da morte deliberada, ela passou a orar em silêncio, com evidentes sinais de temor e remorso, atitude mental essa que lhe acentuou a passividade e da qual se valeu Silas para conduzi-la ao sono provocado.
  • 19. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 19 Silas emitiu forte jacto de energia fluídica sobre o córtex encefálico dela, e a moça, sem conseguir explicar a si Mesma a razão do torpor que lhe invadia o campo nervoso, deixou-se adormecer pesadamente, qual se houvera sorvido violento narcótico.
  • 20. Silas esclarece que se tratava de problema de conta agravada... Marina viera da Mansão para auxiliar Jorge e Zilda, dos quais se fizera devedora. No século passado, ela se interpusera entre os dois, quando recém-casados, impelindo-os a deploráveis leviandades que lhes valeram angustiosa demência na erraticidade. Depois de longos padecimentos, permitiu o Senhor que os três renascessem no mesmo quadro social, para o trabalho regenerativo. Marina, a primogênita do lar de Luísa, recebera a incumbência de tutelar Zilda, a irmã menor, até que, no caminho de ambas, apareceu Jorge. Zilda e Jorge reatam os elos afetivos do pretérito. Amam-se com fervor e confiam-se ao noivado. Marina, longe de corresponder às promessas esposadas no Mundo Maior, pelas quais lhe cabia amar o mesmo homem, no silêncio da renúncia construtiva, amparando a irmãzinha, outrora repudia- da esposa, nas lutas purificadoras que a atualidade lhe ofertaria, tomada de intensa paixão, passou a se- duzir o rapaz, atraindo para o seu escuso objetivo o apoio de entidades caprichosas e enfermiças, cuja companhia aliciara sem perceber. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 20
  • 21. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 21 Dominado, Jorge abandonou o amor de Zilda e passou a simpatizar com Marina, observando que a nova afetividade lhe crescia assustadoramente no íntimo, sem que ele pudesse controlar-lhe a expansão... Em pouco tempo, passaram a manter encontros ocultos, nos quais se comprometeram um com o outro na maior intimidade. Zilda notou o distanciamento do rapaz, mas de nada desconfiou, até que, faltando duas semanas para o casamento, ele rompeu o noivado, confessando que somente poderia casar-se com Marina.
  • 22. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 22 Alucinada de dor, Zilda matou-se, sendo recolhida por Luísa, sua mãe, que na época já se encontrava na Mansão. Levado o caso até o Ministro Sânzio, determinou ele que Marina fosse considerada devedora em conta agravada por ela mesma e, logo após sua decisão, providenciou para que Zilda renascesse como sua filha, o que ocorreu dois anos após seu casamento com Jorge.
  • 23. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 23
  • 24. 24 DAS PENAS E GOZOS TERRESTRES Desgosto da vida. Suicídio 943. Donde nasce o desgosto da vida, que, sem motivos plausíveis, se apodera de certos indivíduos? “Efeito da ociosidade, da falta de fé e, também, da saciedade. “Para aquele que usa de suas faculdades com fim útil e de acordo com as suas aptidões naturais, o trabalho nada tem de árido e a vida se escoa mais rapidamente. Ele lhe suporta as vicissitudes com tanto mais paciência e resignação, quanto obra com o fito da felicidade mais sólida e mais durável que o espera.” 944. Tem o homem o direito de dispor da sua vida? “Não; só a Deus assiste esse direito. O suicídio voluntário importa numa transgressão desta lei.” a) - Não é sempre voluntário o suicídio? “O louco que se mata não sabe o que faz.” 945. Que se deve pensar do suicídio que tem como causa o desgosto da vida? “Insensatos! Por que não trabalhavam? A existência não lhes teria sido tão pesada.” 946. E do suicídio cujo fim é fugir, aquele que o comete, às misérias e às decepções deste mundo? “Pobres Espíritos, que não têm a coragem de suportar as misérias da existência! Deus ajuda aos que sofrem e não aos que carecem de energia e de coragem. As tribulações da vida são provas ou expiações. Felizes os que as suportam sem se queixar, porque serão recompensados! Ai, porém, daqueles que esperam a salvação do que, na sua impiedade, chamam acaso, ou fortuna! O acaso, ou a fortuna, para me servir da linguagem deles, podem, com efeito, favorecê-los por um momento, mas para lhes fazer sentir mais tarde, cruelmente, a vacuidade dessas palavras.”
  • 25. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 25 Zilda, hoje chamada Nilda, nasceu surda-muda e mentalmente retardada, em consequência do trauma perispirítico experimentado na morte por envenenamento voluntário. Inconsciente e atormentada nos refolhos do ser pelas recordações asfixiantes do passado recente, chora quase que dia e noite... Alguns anos mais tarde, Jorge foi internado em um leprosário, onde estava em tratamento. Desde então, entre o esposo doente e a filhinha infeliz, Marina, em seu débito agravado, padece o abatimento em que a encontraram, martelada igualmente pela tentação do suicídio. Felicidade e infelicidade relativas(LE) 920. Pode o homem gozar de completa felicidade na Terra? “Não, por isso que a vida lhe foi dada como prova ou expiação. Dele, porém, depende a suavização de seus males e o ser tão feliz quanto possível na Terra.”
  • 26. 09/11/17 26 REFLEXÃO DE ANDRÉ: “O problema era doloroso do ponto de vista humano, contudo encerrava precioso ensinamento da Justiça Divina.” Silas interessado em conduzir o socorro até ao fim, administrou-lhe novos recursos magnéticos e então Marina ergueu-se em Espírito sobre o corpo somático e pousou na equipe espiritual o olhar vago e inexpressivo... Silas, porém, como a despertar-lhe as percepções do Espírito, afagou-lhe as pupilas, com as mãos aureoladas de fluidos lumiescentes e, de repente, à maneira do cego que retorna à visão, a pobre criatura viu a genitora que lhe estendia os braços amigos e carinhosos. Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece
  • 27. 27 DAS PENAS E GOZOS TERRESTRES Desgosto da vida. Suicídio A vida não cessa e a morte é um jogo escuro de ilusões. Fechar os olhos do corpo não decide os nossos destinos. É preciso navegar no próprio drama ou na própria comédia... Uma existência é um ato, um corpo, uma veste, um século, um dia. E a morte... A morte é um sopro renovador. Mas não vou sofrer com a ideia da eternidade, é sempre tempo de recomeçar! André Luiz _N.Leia mais: A vida não cessa e a morte é um jogo escuro de ilusões. Fechar os olhos do corpo não decide os nossos destinos. É preciso navegar no próprio drama ou na própria comédia... Uma existência é um ato, um corpo, uma veste, um século, um dia. E a morte... A morte é um sopro renovador. Mas não vou sofrer com a ideia da eternidade, é sempre tempo de recomeçar! André Luiz _N.Leia mais:
  • 28. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 28 Luisa acolheu-a docemente no colo afetuoso e, mal reprimindo a emoção, disse-lhe: “– Ignoras que a dor é a nossa custódia celestial? (...) Regozija-te no combate que nos acrisola e salva para a obra de Deus... Não convertas o amor em inferno para ti mesma e nem creias consigas aliviar o esposo e a filhinha com a ilusão da fuga impensada. Lembra- te de que o Senhor transforma o veneno de nossos erros em remédio salutar para o resgate de nossas culpas... A enfermidade de nosso Jorge e a provação de nossa Nilda constituem não somente o caminho abençoado de elevação para eles mesmos, mas igualmente para teu espírito que se lhes associa à experiência na trama da redenção!... Aprende a sofrer com humildade para que a tua dor não seja simplesmente orgulho ferido... Olvidaste o culto da oração que o lar te ensinou? Enga- naste-te, assim tanto, para abraçar a covardia como glória moral?”
  • 29. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 29 “Levanta-te, desperta, luta e vive (...) para recuperar a dignidade feminina que tisnaste com a nódoa da traição... Recorda a irmãzinha que partiu, acabrunhada ao peso do fardo de aflição que lhe impuseste, e paga em desvelo e sacrifício, ao pé da filhinha doente, a conta que deves à Eterna Justiça!... Humilha-te e resgata a própria consciência, com o preço da expiação dolorosa, mas justa... Trabalha e serve, esperando em Jesus, porque o Divino Médico te restituirá a saúde do esposo, para que, juntos, possamos conduzir a pequenina enferma ao porto da necessária restauração. Não penses estar sozinha nas noites em que te divides entre a vigília e a desolação!... Comungamos os mesmos sonhos, partilhamos as mesmas lutas! (...)”
  • 30. O Assistente despediu-se de Luísa e afirmou: “– Louvado seja Deus! Nossa Marina ressurge, transformada.” FIM09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 30 Luísa ergueu Marina com esforço e, dando a idéia dos calvários maternais que costumam prender as grandes mulheres, depois da morte, conduziu-a em passos vacilantes até à criança enferma e implorou humilde: “– Filha querida, não procures a porta falsa da deserção... Vive para tua filhinha, como permite o Senhor possa eu continuar vivendo por ti!...”
  • 31. 09/11/17 Centro Espirita Pena Branca/Casa da Prece 31 Referências Bibliográficas: 1. KARDEC, Allan. O Céu e o Inferno. Tradução de Manuel Justiniano Quintão. 53. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Primeira parte. Cap. 7 (Código Penal da Vida Futura), n.° 8, p. 91. 2. Idem - Item 9, p. 91-92. 3. Id. - Item 10, p. 92. 4. Id. - Item 31, p.99. 5. Idem - O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro. 123. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. 5, item 3, p. 98. 6. Id. - Item 4, p. 98-99. 7. Idem - O Livro dos Espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. 89. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2007, questão 872, p. 447. CAPÍTULO X - DA LEI DE LIBERDADE 8. Idem, ibidem - p. 448. 9. Idem, ibidem - p. 449-450. 10. Idem - O Que é o Espiritismo. 46. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Terceira parte. Cap. 3, questão 134, p. 224. 11. SIMONETTI, Richard. Espiritismo, Uma Nova Era. 3. ed. Rio de Janeiro: 1999 (O efeito e a causa), p.136. 12. Idem, ibidem - p. 138. 13. Idem, ibidem - p. 138-139. 14. Idem, ibidem - p. 141. 15. XAVIER, Francisco Cândido. Ação e Reação. Pelo Espírito André Luiz. 26. ed. Rio de Janeiro. FEB. 2004. Cap. 12 (Dívida agravada), p. 215-219. 16. Idem - Contos e Apólogos. Pelo Espírito Irmão X. 9. ed. Rio de Janeiro. FEB. 2000. Cap. 23 (Dívida e resgate), p. 101-104. 17. Idem - Contos Desta e Doutra Vida. Pelo Espírito Irmão X. 11. ed. Rio de Janeiro. FEB. 2004. Cap. 12 (Verdugo e Vítima), p. 59-62. http://bibliadocaminho.com/ocaminho/Tematica/EE/Estudos/EsdePfM10R4.htm